Preço de LEVOFLOXACINO em São Paulo/SP: R$ 57,36

LEVOFLOXACINO

EUROFARMA

Atualizado em 26/04/2017

LEVOFLOXACINO

Medicamento genérico Lei n 9.787, de 1999

Comprimido Revestido

Forma Farmacêutica e Apresentações do Levofloxacino

Comprimido Revestido, 250 mg.
Embalagem contendo 7 comprimidos.

Comprimido Revestido, 500 mg.

Embalagens contendo 3 ou 7 ou 10 comprimidos


USO ADULTO

Uso oral

Composição do Levofloxacino

Cada comprimido revestido de 250 mg contém:

levofloxacino (na forma hemiidratada)* ............ 250 mg

excipientes q.s.p. ..................................... 1 comprimido


Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, laurilsulfato de sódio, povidona, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio rutilo, óxido de ferro amarelo e óxido de ferro vermelho.


Cada comprimido revestido de 500 mg contém:

levofloxacino (na forma hemiidratada)** ........... 500 mg

excipientes q.s.p. ..................................... 1 comprimido


Excipientes: celulose microcristalina, croscarmelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, laurilsulfato de sódio, povidona, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio rutilo, óxido de ferro amarelo e óxido

de ferro vermelho.


Cada 1 mg de levofloxacino corresponde a 1,0249 mg de levofloxacino hemiidratado.


Informações ao Paciente do Levofloxacino

Ação esperada do medicamento
Levofloxacino é um medicamento pertencente ao grupo dos antibióticos. Levofloxacino é indicado no tratamento de infecções1 causadas por microrganismos sensíveis ao levofloxacino.


Cuidados de armazenamento

Conservar em temperatura ambiente (entre 15° a 30°C).

Proteger da luz.


Prazo de validade

Desde que observados os devidos cuidados de conservação, o prazo de validade de levofloxacino é de 24 meses, contados a partir da data de fabricação impressa em sua embalagem externa.

NÃO USE MEDICAMENTOS COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.


Gravidez2 e lactação3

Levofloxacino não deve ser administrado quando houver suspeita ou durante a gravidez2 e lactação3, a não ser que, a critério médico, os benefícios do tratamento esperados para a mãe superem os riscos potenciais para o feto4.

Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após o seu término.

Informe ao seu médico se está amamentado.


Cuidados de administração

Siga a orientação do seu médico respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.


Interrupção do tratamento

Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Somente o médico poderá avaliar a eficácia da terapia. A interrupção do tratamento pode ocasionar a não obtenção dos resultados esperados.


Reações adversas

Informe a seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como por exemplo: diarréia5, náusea6 e vaginite7.

Também podem ocorrer, embora com menos freqüência: flatulência, dor abdominal, erupção8 da pele9 e coceira, dispepsia10, insônia e tontura11.


TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.


Ingestão concomitante com outras substâncias

Informe seu médico, caso você esteja usando antiácidos12, polivitamínicos e preparações contendo ferro ou zinco, pois eles podem interferir na absorção do levofloxacino. Caso tais medicamentos sejam necessários, eles deverão ser tomados duas horas antes ou duas horas

depois da administração de levofloxacino.

Recomenda-se não ingerir bebidas alcoólicas durante o tratamento com levofloxacino.


Contraindicações e precauções

O uso deste medicamento é contraindicado em caso de hipersensibilidade conhecida ao levofloxacino e/ou demais componentes da formulação.

O uso de levofloxacino é contraindicado em crianças e adolescentes em fase de crescimento.

As doses recomendadas do medicamento são válidas também para pacientes13 idosos. Não há necessidade de ajuste das doses, desde que esses pacientes não apresentem doença renal14.

Levofloxacino pode provocar tontura11 ou outros efeitos colaterais15 neurológicos, que podem afetar sua vigilância ou sua habilidade para dirigir. Portanto, aconselha-se a não dirigir, operar máquinas ou executar tarefas que possam ser perigosas, caso você não esteja atento, antes de avaliar sua reação ao levofloxacino.

Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando antes do início ou durante o tratamento.

Avise seu médico sobre problemas de saúde16 ou alergias que você tem ou teve no passado.

Informe também caso você tenha ou já teve problemas no tendão17 ou caso você utilize medicamentos para convulsão18.


NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE16.

Informações Técnicas do Levofloxacino

Características do Levofloxacino

Levofloxacino é um agente antibacteriano sintético de amplo espectro, para administração oral ou intravenosa. Quimicamente, o levofloxacino é o isômero levógiro19 (isômero-L) do racemato ofloxacina, um agente antibacteriano fluoroquinolônico. A atividade antibacteriana da ofloxacina deve-se basicamente ao isômero-L. O mecanismo de ação do levofloxacino e de outros antibacterianos quinolônicos envolve a inibição do complexo DNA-girase (topoisomerase bactericida IV), uma enzima20 necessária à replicação, transcrição, restauração e recombinação do DNA. Nesse sentido, o isômero-L produz mais ligações de hidrogênio e, portanto, complexos mais estáveis com a DNA-girase do que o isômero-D. Microbiologicamente, isso se traduz numa atividade antibacteriana 25 a 40 vezes maior para o isômero-L, o levofloxacino, do que para o isômero-D.

Os derivados quinolônicos inibem rápida e especificamente a síntese do DNA bacteriano.

Microbiologia
O levofloxacino apresenta atividade in vitro contra um amplo espectro de bactérias aeróbicas e anaeróbicas Gram-positivas e Gram-negativas. A atividade bactericida do levofloxacino é rápida e freqüentemente ocorre em níveis próximos da Concentração Inibitória Mínima (CIM).

O levofloxacino exibe atividade in vitro contra a maioria das cepas21 dos microrganismos citados a seguir:


Aeróbios Gram-positivos

Enterococcus faecalis*

Staphylococcus aureus methi - S

Staphylococcus haemolyticus methi-S

Staphylococcus saprophyticus

Streptococci, grupo C e G

Streptococcus agalactiae

Streptococcus pneumoniae peni-I/S/R*

Streptococcus pyogenes*

Aeróbios Gram-negativos

Acinetobacter baumannii*

Proteus vulgaris

Citrobacter freundii*

Providencia rettgeri

Eikenella corrodens

Providencia stuartii

Enterobacter aerogenes

Pseudomonas aeruginosa*

Enterobacter agglomerans

Serratia marcescens*

Enterobacter cloacae*

Escherichia coli*

Haemophilus influenzae ampi-S/R*

Haemophilus para-influenzae*

Klebsiella oxytoca

Klebsiella pneumoniae*

Moraxella catarrhalis b+ / b-*

Morganella morganii*

Pasteurella multocida

Proteus mirabilis*

Anaeróbios

Bacteroides fragilis

Clostridium perfringens

Peptostreptococcus

Outros microrganismos

Chlamydia pneumoniae*

Chlamydia psittaci

Legionella pneumophila*

Mycoplasma pneumoniae*

Microrganismo com susceptibilidade22 intermediária

Aeróbios Gram-positivos

Staphylococcus haemolyticus methi – R

Aeróbios Gram-negativos

Burkholderia cepacia

Anaeróbios

Bacteroides ovatus

Bacteroides thetaiotamicron

Bacteroides vulgatus

Clostridium difficile

Microrganismos resistentes

Aeróbios Gram-positivos

Staphylococcus aureus methi – R

* a eficácia clínica foi comprovada através de estudos clínicos.


O levofloxacino não é ativo contra Treponema pallidum.

Em infecções1 nosocomiais causadas por Pseudomonas aeruginosa pode ser necessária a terapia combinada23.

Resistência ao levofloxacino devido à mutação24 espontânea in vitro é um fenômeno muito raro.

Embora tenha sido observada resistência cruzada entre levofloxacino e outras fluorquinolonas, alguns microrganismos resistentes a outras quinolonas, como a ofloxacina, podem ser sensíveis ao levofloxacino. Na falta de um teste de sensibilidade ao levofloxacino, a sensibilidade do microrganismo à ofloxacina pode ser utilizada para predizer a sensibilidade ao levofloxacino.

Contudo, embora microrganismos sensíveis ao ofloxacino possam ser considerados sensíveis ao levofloxacino, o contrário nem sempre é verdadeiro.


Farmacocinética

O levofloxacino é rápido e quase completamente absorvido após a administração oral. O pico de concentração plasmática é obtido uma a duas horas após a ingestão. A biodisponibilidade absoluta de uma dose oral de 500 mg de levofloxacino é de aproximadamente 99%. A ingestão de alimentos não altera de maneira clinicamente significativa a absorção do levofloxacino.

As concentrações plasmáticas do levofloxacino após a administração intravenosa são semelhantes e comparáveis, em extensão (AUC), às obtidas após a administração oral, quando se utilizam doses equivalentes (mg/mg). Portanto, a via oral e a via intravenosa podem ser consideradas intercambiáveis.

A farmacocinética do levofloxacino é linear e previsível após a administração de doses únicas e doses múltiplas de 50 a 600 mg. As concentrações plasmáticas aumentam proporcionalmente com o aumento das doses orais, numa faixa de 250 a 1.000 mg. O estado de equilíbrio é atingido em período de 3 dias.O volume médio de distribuição do levofloxacino varia, em geral, de 89 a 112 litros após doses únicas ou múltiplas de 500 mg, indicando ampla distribuição pelos tecidos.

As concentrações máximas do levofloxacino na mucosa25 brônquica e fluído epitelial após a administração de 500 mg foram de 8,3 μg/g e 10,8 μg/mL, respectivamente. Estas concentrações foram alcançadas em aproximadamente uma hora após a administração. A concentração nos tecidos pulmonares após a administração de 500 mg por via oral foi de aproximadamente 11,3 μg/g e foi alcançada 4 a 6 horas após a administração. As concentrações nos pulmões26 constantemente excederam às do plasma27.

Nos fluídos vesicais as concentrações máximas de levofloxacino foram de 4,0 e 6,7 μg/mL, 2 - 4 horas após a administração, após 3 dias com doses de 500 mg, uma ou duas vezes ao dia, respectivamente.

O levofloxacino possui baixa penetração no fluído cérebroespinhal. A penetração do levofloxacino na bile28 é rápida e completa. O levofloxacino também penetra rapidamente no tecido ósseo29, tanto na cabeça30 do fêmur31 quanto na sua parte distal32. Os picos de concentração tissular33 variam de 2,4 a 15 μg/g e são obtidos cerca de 2 a 3 horas após a administração oral. A ligação do levofloxacino às proteínas34 séricas é de aproximadamente 30 a 40%. O levofloxacino é esterioquimicamente estável no plasma27 e na urina35 e não se converte metabolicamente no seu enantiômero, a D-ofloxacina. A biotransformação do levofloxacino é limitada, uma vez que a droga é basicamente excretada inalterada na urina35. Após a administração oral, aproximadamente 87% da dose administrada é recuperada inalterada, na urina35, num período de 48 horas, enquanto que menos de 4% da dose é recuperada nas fezes, num período de 72 horas.

As concentrações urinárias médias, 8 - 12 horas após a administração de uma dose oral única de 150 mg, 300 mg ou 500 mg de levofloxacino foram 44 mg/L, 91 mg/L e 200 mg/L, respectivamente. Menos de 5% da dose administrada é recuperada na urina35 como desmetil e N-óxido metabólitos36, os únicos metabólitos36 identificados no homem. Estes metabólitos36 não apresentam atividade farmacológica relevante. A meia-vida de eliminação plasmática terminal média do levofloxacino varia de 6 a 8 horas, após a administração de doses únicas ou de doses múltiplas. A farmacocinética do levofloxacino fica alterada em pacientes com insuficiência renal37, portanto é necessário o ajuste da dose (vide item “Posologia e Administração”).

Não há diferenças significativas na cinética38 do levofloxacino entre jovens e idosos, a não ser as diferenças associados ao clearance de creatinina39.

A análise separada de indivíduos do sexo feminino e masculino demonstrou diferenças variando de pequenas a não significativas da farmacocinética do levofloxacino com relação ao sexo. Até o momento não se tem conhecimento de estudos sobre o significado clínico destas diferenças.


- INDICAÇÕES

Levofloxacino é indicado no tratamento de infecções1 bacterianas causadas por agentes sensíveis ao levofloxacino, tais como:

  - Infecções1 do trato respiratório superior e inferior, incluindo sinusite40, exacerbações agudas de bronquite crônica41 e pneumonia42.

  - Infecções1 da pele e tecido subcutâneo43, tais como: impetigo44, abscessos45, furunculose, celulite46 e erisipela47.

  - Infecções1 do trato urinário48, incluindo pielonefrite49.

  - Osteomielite50


Contraindicações do Levofloxacino

ESTE MEDICAMENTO É CONTRAINDICADO EM CASOS DE HIPERSENSIBILIDADE CONHECIDA AO LEVOFLOXACINO,

A OUTROS AGENTES ANTIMICROBIANOS DERIVADOS DAS QUINOLONAS E/OU DEMAIS COMPONENTES DA FORMULAÇÃO.

LEVOFLOXACINO ESTÁ CONTRAINDICADO EM PACIENTES COM HISTÓRIA DE PROBLEMAS NO TENDÃO17 RELACIONADAS A ADMINISTRAÇÃO DE QUINOLONAS.


Precauções e Advertências do Levofloxacino

FORAM RELATADAS CONVULSÕES E PSICOSES TÓXICAS EM PACIENTES SOB TRATAMENTO COM DERIVADOS QUINOLÔNICOS, INCLUINDO O LEVOFLOXACINO. AS QUINOLONAS TAMBÉM PODEM PROVOCAR UM AUMENTO DA PRESSÃO INTRACRANIANA E ESTIMULAÇÃO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL51 PODENDO DESENCADEAR TREMORES, INQUIETAÇÃO, ANSIEDADE, TONTURA11, CONFUSÃO, ALUCINAÇÕES52, PARANÓIA, DEPRESSÃO, PESADELOS, INSÔNIA E, RARAMENTE, PENSAMENTOS OU ATOS SUICIDAS.

ESSAS REAÇÕES PODEM OCORRER APÓS A PRIMEIRA DOSE. SE ESSAS REAÇÕES OCORREREM EM PACIENTES SOB TRATAMENTO COM O LEVOFLOXACINO, A DROGA DEVE SER DESCONTINUADA E MEDIDAS ADEQUADAS DEVEM SER ADOTADAS. EM CASOS DE INFECÇÕES1 NOSOCOMIAIS CAUSADAS POR PSEUDOMONAS AERUGINOSA PODE SER NECESSÁRIA A TERAPIA COMBINADA23. NOS CASOS EXTREMAMENTE GRAVES DE PNEUMONIA42 PNEUMOCÓCICA, O USO DE LEVOFLOXACINO PODE NÃO SER A TERAPIA DE PRIMEIRA ESCOLHA. COMO TODAS AS QUINOLONAS, O LEVOFLOXACINO DEVE SER USADO COM CAUTELA EM PACIENTES COM DISTÚRBIOS DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL51 SUSPEITOS OU CONFIRMADOS, OS QUAIS POSSAM PREDISPOR A CONVULSÕES OU DIMINUIR O LIMIAR DE CONVULSÃO18 (POR EXEMPLO, ARTERIOSCLEROSE53 CEREBRAL GRAVE, EPILEPSIA54) OU NA PRESENÇA DE OUTROS FATORES DE RISCO QUE POSSAM PREDISPOR A CONVULSÕES OU DIMINUIR O LIMIAR DE CONVULSÃO18 (POR EXEMPLO, TRATAMENTO COM OUTRAS DROGAS, DISFUNÇÃO RENAL14).

A OCORRÊNCIA DE DIARRÉIA5, PARTICULARMENTE GRAVE, PERSISTENTE E COM SANGUE55, DURANTE OU APÓS O TRATAMENTO COM LEVOFLOXACINO PODE SER SINTOMÁTICO56 DE DOENÇA ASSOCIADA A CLOSTRIDIUM DIFICILE, A FORMA MAIS GRAVE DE COLITE57 PSEUDOMEMBRANOSA. NA SUSPEITA DE COLITE57 PSEUDOMEMBRANOSA, A ADMINISTRAÇÃO DE LEVOFLOXACINO DEVE SER INTERROMPIDA IMEDIATAMENTE E MEDIDAS ESPECÍFICAS E DE SUPORTE DEVEM SER ADOTADAS SEM DEMORA. PRODUTOS QUE INIBEM O PERISTALTISMO58 SÃO CONTRAINDICADOS NESTA SITUAÇÃO.

RUPTURAS DOS TENDÕES59 DO OMBRO, DA MÃO60 E DO TENDÃO DE AQUILES61, EXIGINDO REPARAÇÃO CIRÚRGICA OU RESULTANDO EM INCAPACIDADE PROLONGADA FORAM RELATADAS EM PACIENTES QUE RECEBERAM QUINOLONAS. O RISCO DE RUPTURA DE TENDÃO17 PODE FICAR AUMENTADO NA ADMINISTRAÇÃO CONCOMITANTE DE CORTICOSTERÓIDES. O TRATAMENTO COM LEVOFLOXACINO DEVE SER INTERROMPIDO SE O PACIENTE APRESENTAR DOR, INFLAMAÇÃO62 OU RUPTURA DE TENDÃO17. OS PACIENTES DEVEM REPOUSAR E EVITAR EXERCÍCIOS ATÉ QUE O DIAGNÓSTICO63 DE TENDINITE64 OU RUPTURA DE TENDÃO17 TENHA SIDO SEGURAMENTE EXCLUÍDO. A RUPTURA DE TENDÃO17 PODE OCORRER DURANTE OU APÓS A TERAPIA COM QUINOLONAS, INCLUINDO O LEVOFLOXACINO.

REAÇÕES DE FOTOTOXICIDADE MODERADAS A GRAVES FORAM OBSERVADAS EM PACIENTES EXPOSTOS À LUZ SOLAR DIRETA, ENQUANTO RECEBIAM TRATAMENTO COM QUINOLONAS. A EXCESSIVA EXPOSIÇÃO À LUZ SOLAR OU RAIOS ULTRA-VILOETA ARTIFICIAIS DEVE SER EVITADA. ENTRETANTO, EM TESTES CLÍNICOS, A FOTOTOXICIDADE FOI OBSERVADA EM MENOS DE 0,1% DOS PACIENTES. SE OCORRER FOTOTOXICIDADE, O TRATAMENTO DEVE SER INTERROMPIDO.

COMO NO CASO DAS OUTRAS QUINOLONAS, FORAM RELATADOS DISTÚRBIOS NA GLICOSE65 SANGÜÍNEA, GERALMENTE EM PACIENTES DIABÉTICOS SOB TRATAMENTO CONCOMITANTE COM UM AGENTE HIPOGLICEMIANTE66 ORAL OU COM INSULINA67. NESTES PACIENTES, RECOMENDA-SE CUIDADOSA MONITORAÇÃO DA GLICOSE65 SANGÜÍNEA. SE OCORRER UMA REAÇÃO HIPOGLICEMIANTE66, O TRATAMENTO COM LEVOFLOXACINO DEVE SER INTERROMPIDO.

REAÇÕES ANAFILÁTICAS68 E/OU DE HIPERSENSIBILIDADE GRAVE E OCASIONALMENTE FATAL FORAM RELATADAS EM PACIENTES QUE RECEBERAM TRATAMENTO COM QUINOLONAS. ESSAS REAÇÕES FREQÜENTEMENTE OCORREM APÓS A PRIMEIRA DOSE. ALGUMAS REAÇÕES FORAM ACOMPANHADAS POR COLAPSO69 CARDIOVASCULAR, HIPOTENSÃO70/ CHOQUE71, CONVULSÕES, PERDA DA CONSCIÊNCIA, FORMIGAMENTO, ANGIOEDEMA72, OBSTRUÇÃO DAS VIAS AÉREAS, DISPNÉIA73, URTICÁRIA74, COCEIRA E OUTRAS REAÇÕES CUTÂNEAS75 SÉRIAS. O TRATAMENTO COM O LEVOFLOXACINO DEVE SER INTERROMPIDO IMEDIATAMENTE DIANTE DO APARECIMENTO DE EXANTEMA76 CUTÂNEO77 OU QUALQUER OUTRO SINAL78 DE HIPERSENSIBILIDADE.

INCIDENTES79 GRAVES E ALGUMAS VEZES FATAIS DEVIDO A UM MECANISMO IMUNOLÓGICO DESCONHECIDO FORAM RELATADOS EM PACIENTES QUE FORAM TRATADOS COM QUINOLONAS, INCLUINDO, RARAMENTE, O LEVOFLOXACINO. ESSES EVENTOS PODEM SER GRAVES E GERALMENTE OCORREM APÓS A ADMINISTRAÇÃO DE DOSES MÚLTIPLAS. AS MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS, ISOLADAS OU ASSOCIADAS, PODEM INCLUIR: FEBRE80, EXANTEMA76 OU REAÇÕES DERMATOLÓGICAS GRAVES; VASCULITE81; ARTRALGIA82; MIALGIA83; DOENÇA DO SONO; PNEUMONITE84 ALÉRGICA; NEFRITE85 INTERSTICIAL86; FALÊNCIA OU INSUFICIÊNCIA RENAL37 AGUDA; HEPATITE87; ICTERÍCIA88; FALÊNCIA OU NECROSE89 HEPÁTICA90 AGUDA; ANEMIA91, INCLUSIVE HEMOLÍTICA E APLÁSTICA; TROMBOCITOPENIA92, LEUCOPENIA93; AGRANULOCITOSE94; PANCITOPENIA95; E/OU OUTRAS ANORMALIDADES HEMATOLÓGICAS. A MEDICAÇÃO DEVE SER INTERROMPIDA IMEDIATAMENTE DIANTE DO APARECIMENTO DE EXANTEMA76 CUTÂNEO77 OU QUALQUER OUTRO SINAL78 DE HIPERSENSIBILIDADE E MEDIDAS DE APOIO DEVEM SER ADOTADAS.

USO DURANTE A GRAVIDEZ2 E LACTAÇÃO3

ESTUDOS DE REPRODUÇÃO96 EM ANIMAIS NÃO LEVANTARAM QUALQUER PREOCUPAÇÃO ESPECÍFICA.

ENTRETANTO, NA AUSÊNCIA DE DADOS EM HUMANOS E DEVIDO AO GRANDE RISCO EXPERIMENTAL DE DANOS CAUSADOS POR FLUORQUINOLONAS NAS CARTILAGENS97 DE ORGANISMOS EM CRESCIMENTO, LEVOFLOXACINO NÃO DEVE SER UTILIZADO EM

MULHERES GRÁVIDAS.

ESTUDOS EM RATOS NÃO CAUSARAM ALTERAÇÕES NA FERTILIDADE E REPRODUÇÃO96 COM DOSES DE ATÉ 360 MG/KG/DIA. O LEVOFLOXACINO NÃO FOI TERATOGÊNICO98 EM RATOS EM DOSES ORAIS DE ATÉ 810 MG/KG/DIA OU EM DOSES INTRAVENOSAS DE ATÉ 160 MG/KG/DIA. EM COELHOS NÃO FOI DEMONSTRADA TERATOGENICIDADE COM DOSES ORAIS DE ATÉ 50 MG/KG/DIA.

DEVIDO AO POTENCIAL DE OCORRÊNCIA DE REAÇÕES ADVERSAS GRAVES NOS LACTENTES99 DE MÃES SOB TRATAMENTO COM O LEVOFLOXACINO, ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADO DURANTE A LACTAÇÃO3.


• USO PEDIÁTRICO

A SEGURANÇA E A EFICÁCIA DA UTILIZAÇÃO DO LEVOFLOXACINO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM FASE DE CRESCIMENTO NÃO FORAM ESTABELECIDAS.

NO ENTANTO, JÁ FOI DEMONSTRADO QUE AS QUINOLONAS PRODUZEM EROSÃO NAS ARTICULAÇÕES100 QUE SUPORTAM PESO, BEM COMO OUTROS SINAIS101 DE ARTROPATIA102, EM ANIMAIS JOVENS DE VÁRIAS ESPÉCIES.

PORTANTO, A UTILIZAÇÃO DO LEVOFLOXACINO NESSAS FAIXAS ETÁRIAS NÃO É RECOMENDADA.


• USO EM PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA103 E/OU RENAL14

DEVE-SE TER CUIDADO AO ADMINISTRAR LEVOFLOXACINO EM PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL37, POIS A DROGA É EXCRETADA PRINCIPALMENTE PELO RIM104. E SENDO EM TAIS PACIENTES NECESSÁRIO O AJUSTE DAS DOSES PARA EVITAR O ACÚMULO DE LEVOFLOXACINO DEVIDO À DIMINUIÇÃO DA DEPURAÇÃO. (VIDE ITEM “POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO”).


• EFEITOS SOBRE A HABILIDADE DE DIRIGIR VEÍCULOS E/OU OPERAR MÁQUINAS

LEVOFLOXACINO PODE PROVOCAR EFEITOS NEUROLÓGICOS ADVERSOS COMO VERTIGEM105, TONTURA11 E DISTÚRBIOS VISUAIS. PORTANTO, O PACIENTE DEVE SER ACONSELHADO A NÃO DIRIGIR AUTOMÓVEL, OPERAR MÁQUINAS E/OU DEDICAR-SE A OUTRAS ATIVIDADES QUE EXIJAM COORDENAÇÃO E ALERTA MENTAL, ATÉ QUE SE SAIBA QUAL A REAÇÃO INDIVIDUAL DO PACIENTE FRENTE À DROGA.


Interações Medicamentosas do Levofloxacino

  - NA ADMINISTRAÇÃO ORAL CONCOMITANTE DE LEVOFLOXACINO COM SAIS DE FERRO E ANTIÁCIDOS12 CONTENDO MAGNÉSIO E ALUMÍNIO, A ABSORÇÃO DO LEVOFLOXACINO FICA SIGNIFICATIVAMENTE REDUZIDA. É RECOMENDADO QUE PREPARAÇÕES CONTENDO CÁTIONS BIVALENTES E TRIVALENTES COMO SAIS DE FERRO OU ANTIÁCIDOS12 CONTENDO ALUMÍNIO E MAGNÉSIO SEJAM ADMINISTRADAS DUAS HORAS ANTES OU DEPOIS DA ADMINISTRAÇÃO DE LEVOFLOXACINO. NÃO FOI ENCONTRADA INTERAÇÃO COM CARBONATO DE CÁLCIO.

  - A BIODISPONIBILIDADE DE LEVOFLOXACINO É SIGNIFICATIVAMENTE REDUZIDA NA ADMINISTRAÇÃO CONCOMI TANTE COM SUCRAL FATO. CASO SEJA NECESSÁRIO ADMINISTRAR SUCRALFATO E LEVOFLOXACINO, RECOMENDA-SE A ESPERA DE 2 HORAS ENTRE AS ADMINISTRAÇÕES DAS DUAS SUBSTÂNCIAS. COMO NO CASO DE OUTRAS QUINOLONAS, A ADMINISTRAÇÃO CONCOMITANTE DE LEVOFLOXACINO E TEOFILINA PODE PROLONGAR A MEIA-VIDA DESTA ÚLTIMA, ELEVAR OS NÍVEIS DE TEOFILINA NO SORO106 E AUMENTAR O RISCO DE REAÇÕES ADVERSAS RELACIONADAS À TEOFILINA. PODE OCORRER UMA REDUÇÃO PRONUNCIADA NO LIMIAR DA CONVULSÃO18 NA ADMINISTRAÇÃO CONCOMITANTE DE QUINOLONAS E TEOFILINA, DROGAS ANTIINFLAMATÓRIAS NÃO ESTEROIDAIS OU OUTROS AGENTES QUE DIMINUEM O LIMIAR DA CONVULSÃO18. PORTANTO, OS NÍVEIS DE TEOFILINA DEVEM SER CUIDADOSAMENTE MONITORADOS E OS AJUSTES EM SUAS DOSES DEVEM SER REALIZADOS, SE NECESSÁRIO, QUANDO A LEVOFLOXACINO FOR CO-ADMINISTRADO. REAÇÕES ADVERSAS, INCLUINDO CONVULSÕES, PODEM OCORRER COM OU SEM A ELEVAÇÃO DO NÍVEL DE TEOFILINA NO SORO106. NENHUM EFEITO SIGNIFICATIVO DO LEVOFLOXACINO SOBRE AS CONCENTRAÇÕES PLASMÁTICAS, AUC E OUTROS PARÂMETROS DE BIODISPONIBILIDADE DA TEOFILINA FORAM DETECTADOS EM UM ESTUDO CLÍNICO ENVOLVENDO 14 VOLUNTÁRIOS SADIOS. DE MODO SEMELHANTE, NENHUM EFEITO APARENTE DA TEOFILINA SOBRE BIODISPONIBILIDADE E ABSORÇÃO DO LEVOFLOXACINO FOI OBSERVADO. AS CONCENTRAÇÕES DE LEVOFLOXACINO FORAM CERCA DE 13% MAIS ALTAS NA PRESENÇA DE FENBUFENO DO QUE QUANDO ADMINISTRADOS SEPARADAMENTE.

A ADMINISTRAÇÃO CONCOMITANTE DO LEVOFLOXACINO COM A VARFARINA OU A DIGOXINA, COM O CARBONATO DE CÁLCIO, COM A GLIBENCLAMIDA E COM A RANITIDINA NÃO EXIGE MODIFICAÇÃO DAS DOSES DE NENHUM DOS COMPOSTOS. A MEIA-VIDA DA CICLOSPORINA FICA AUMENTADA EM 33% QUANDO É ADMINISTRADA CONCOMITANTEMENTE COM O LEVOFLOXACINO. A PROBENECIDA E CIMETIDINA CAUSARAM UM EFEITO ESTATISTICAMENTE SIGNIFICATIVO NA ELIMINAÇÃO DO LEVOFLOXACINO. O CLEARANCE RENAL14 DO LEVOFLOXACINO FOI REDUZIDO PELA CIMETIDINA (24%) E PROBENECIDA (34%). ISTO OCORRE PORQUE AMBAS AS DROGAS SÃO CAPAZES DE BLOQUEAR A SECREÇÃO TUBULAR RENAL14 DE LEVOFLOXACINO. ENTRETANTO, NAS DOSES TESTADAS NO ESTUDO, AS DIFERENÇAS CINÉTICAS107 ESTATISTICAMENTE SIGNIFICATIVAS NÃO TÊM RELEVÂNCIA CLÍNICA. DE QUALQUER FORMA, DEVE-SE TER CAUTELA NA ADMINISTRAÇÃO CONCOMITANTE DE LEVOFLOXACINO COM DROGAS QUE AFETAM A SECREÇÃO TUBULAR RENAL14, COMO PROBENECIDA E CIMETIDINA, ESPECIALMENTE COM ALTERAÇÕES RENAIS.


Reações Adversas do Levofloxacino

LEVOFLOXACINO É, EM GERAL, BEM TOLERADO. AS REAÇÕES ADVERSAS MAIS COMUMENTE OBSERVADAS FORAM: DIARRÉIA5, NÁUSEA6, VAGINITE7 E AUMENTO DAS ENZIMAS HEPÁTICAS108. FORAM RELATADAS REAÇÕES ADVERSAS TAIS COMO: FLATULÊNCIA, DOR ABDOMINAL, PRURIDO109, EXANTEMA76, DISPEPSIA10, INSÔNIA, VERTIGENS110, RASH111, VÔMITOS112, ANOREXIA113, CEFALÉIA114, TONTURA11, AUMENTO DA BILIRRUBINA115 E CREATININA39 SÉRICA, EOSINOFILIA116, LEUCOPENIA93, ASTENIA117, SUPERCRESCIMENTO DE FUNGOS E PROLIFERAÇÃO DE OUTROS MICRORGANISMOS RESISTENTES. MENOS FREQÜENTEMENTE, FORAM RELATADAS OUTRAS REAÇÕES ADVERSAS COMUNS AOS DERIVADOS QUINOLÔNICOS QUE, INDEPENDENTEMENTE DA RELAÇÃO COM A DROGA, FORAM CONSIDERADAS IMPORTANTES DO PONTO DE VISTA MÉDICO: ALTERAÇÕES DA COORDENAÇÃO, DA FUNÇÃO HEPÁTICA90, INSUFICIÊNCIA RENAL37 AGUDA, REAÇÕES DE AGRESSIVIDADE, ARTRITE118, CONFUSÃO, CONVULSÕES, DEPRESSÃO, GRANULOCITOPENIA, ALUCINAÇÃO119, MANIA, PANCREATITE120, PARANÓIA, FOTOSSENSIBILIDADE, DIARRÉIA5 COM SANGUE55 QUE PODE SER INDICATIVA DE COLITE57 PSEUDOMEMBRANOSA, DISTÚRBIOS DO SONO, TENDINITE64, NEUTROPENIA121, TROMBOCITOPENIA92, ERITEMA MULTIFORME122, FALÊNCIA DE ORGÃOS, URTICÁRIA74, BRONCOSPASMO, TAQUICARDIA123, HIPOTENSÃO70, DISPNÉIA73, PARESTESIA124, TREMOR, ANSIEDADE, AGITAÇÃO, ARTRALGIA82 E MIALGIA83. FORAM AINDA RELATADOS MUITO RARAMENTE REAÇÕES TAIS COMO ANGIOEDEMA72, HIPOTENSÃO70, CHOQUE ANAFILÁTICO125, HIPOGLICEMIA126, RUPTURA DE TENDÃO17, AGRANULOCITOSE94, PNEUMONIA42 ALÉRGICA E FEBRE80. CASOS ISOLADOS DE ERUPÇÕES BOLHOSAS, HIPOESTESIA127, DISTÚRBIOS VISUAIS E AUDITIVOS, DISTÚRBIOS DO PALADAR128 E OLFATO, ALUCINAÇÕES52, RABDOMIÓLISE129, ANEMIA HEMOLÍTICA130 E PANCITOPENIA95.

Posologia e Administração do Levofloxacino

Os comprimidos de levofloxacino podem ser administrados 1 ou 2 vezes ao dia. A dose depende do tipo e severidade da infecção131 e da sensibilidade do patógeno. A duração do tratamento varia de acordo com o resultado clínico, com o período máximo de duração de 14 dias. Assim como para outros antibióticos, o tratamento com levofloxacino deve ser continuado por um período mínimo de 48 a 72 horas após a febre80 ceder e quando há evidência de erradicação do patógeno.

Pode-se modificar o tratamento, de intravenoso inicial para tratamento por via oral após alguns dias, de acordo com as condições do paciente. Dada a bioequivalência entre a dose oral e a parenteral, a mesma dose pode ser utilizada.

As tabelas a seguir trazem orientações sobre as doses e a duração do tratamento, de acordo com o tipo de infecção131 e de acordo com a função renal14.


Pacientes com função renal14 normal (clearance de creatinina39 (CLcr) > 50 mL/min)

Pacientes com insuficiência renal37 (clearance de creatinina39 (CLcr) ≤ 50 mL/min)


Infecção131 respiratória aguda / Infecção131 da pele e tecido subcutâneo43 / Osteomelite


Infecção131 do Trato urinário48 / pielonefrite49 aguda


*CAPD = diálise peritoneal132 ambulatorial crônica


- SUPERDOSAGEM

De acordo com estudos de toxicidade133 em animais, os sinais101 mais importantes após a ocorrência de superdosagem com levofloxacino são sintomas134 no Sistema Nervoso Central51 como confusão, vertigens110, alterações de consciência e convulsões, assim como reações gastrintestinais tais como náuseas135 e erosões da mucosa25.

Na ocorrência de ingestão de dose excessiva de levofloxacino, pode-se considerar o esvaziamento gástrico e proceder o tratamento sintomático56. Pode-se utilizar antiácidos12 para a proteção da mucosa25 gástrica.

O levofloxacino não é removido através de hemodiálise136 ou diálise peritoneal132 de maneira eficiente. Não existe antídoto137 específico.


Pacientes Idosos do Levofloxacino

Devem-se seguir as orientações gerais descritas anteriormente.


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

Nº de lote, data de fabricação e prazo de validade: VIDE CARTUCHO.


Para sua segurança mantenha esta embalagem até o uso total do medicamento.


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CRF-SP 19.258


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LEVOFLOXACINO - Laboratório

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Complementos

1 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
4 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
5 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
6 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
7 Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
8 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
9 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
10 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
11 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
12 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
13 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
14 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
15 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
16 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
17 Tendão: Tecido fibroso pelo qual um músculo se prende a um osso.
18 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
19 Levógiro: Em fisioquímica, é o que desvia o plano da luz polarizada no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio (diz-se de um composto oticamente ativo); levorrotatório, levorrotativo, sinistrogiro.
20 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
21 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
22 Susceptibilidade: 1. Ato, característica ou condição do que é suscetível. 2. Capacidade de receber as impressões que põem em exercício as ações orgânicas; sensibilidade. 3. Disposição ou tendência para se ofender e se ressentir com (algo, geralmente sem importância); delicadeza, melindre. 4. Em física, é o coeficiente de proporcionalidade entre o campo magnético aplicado a um material e a sua magnetização.
23 Terapia combinada: Uso de medicações diferentes ao mesmo tempo (agentes hipoglicemiantes orais ou um agente hipoglicemiante oral e insulina, por exemplo) para administrar os níveis de glicose sangüínea em pessoas com diabetes tipo 2.
24 Mutação: 1. Ato ou efeito de mudar ou mudar-se. Alteração, modificação, inconstância. Tendência, facilidade para mudar de ideia, atitude etc. 2. Em genética, é uma alteração súbita no genótipo de um indivíduo, sem relação com os ascendentes, mas passível de ser herdada pelos descendentes.
25 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
26 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
27 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
28 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
29 Tecido Ósseo: TECIDO CONJUNTIVO especializado, principal constituinte do ESQUELETO. O componente celular básico (principle) do osso é constituído por OSTEOBLASTOS, OSTEÓCITOS e OSTEOCLASTOS, enquanto COLÁGENOS FIBRILARES e cristais de hidroxiapatita formam a MATRIZ ÓSSEA.
30 Cabeça:
31 Fêmur: O mais longo e o maior osso do esqueleto; está situado entre o quadril e o joelho. Sinônimos: Trocanter
32 Distal: 1. Que se localiza longe do centro, do ponto de origem ou do ponto de união. 2. Espacialmente distante; remoto. 3. Em anatomia geral, é o mais afastado do tronco (diz-se de membro) ou do ponto de origem (diz-se de vasos ou nervos). Ou também o que é voltado para a direção oposta à cabeça. 4. Em odontologia, é o mais distante do ponto médio do arco dental.
33 Tissular: Relativo a tecido orgânico.
34 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
35 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
36 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
37 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
38 Cinética: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
39 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
40 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
41 Bronquite crônica: Inflamação persistente da mucosa dos brônquios, em geral produzida por tabagismo, e caracterizada por um grande aumento na produção de muco bronquial que produz tosse e expectoração durante pelo menos três meses consecutivos durante dois anos.
42 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
43 Pele e Tecido Subcutâneo: Revestimento externo do corpo composto por PELE, seus acessórios (CABELO, UNHAS, GLÂNDULAS SEBÁCEAS e GLÂNDULAS SUDORÍPARAS) e seus ductos.
44 Impetigo: Infecção da pele e mucosas, produzida por uma bactéria chamada Estreptococo, e caracterizada pela presença de lesões avermelhadas, com formação posterior de bolhas que contém pus e que, ao romper-se, deixam uma crosta cor de mel. Pode ser transmitida por contato entre as pessoas, como em creches.
45 Abscessos: Acumulação de pus em uma cavidade formada acidentalmente nos tecidos orgânicos, ou mesmo em órgão cavitário, em consequência de inflamação seguida de infecção.
46 Celulite: Inflamação aguda das estruturas cutâneas, incluindo o tecido adiposo subjacente, geralmente produzida por um agente infeccioso e manifestada por dor, rubor, aumento da temperatura local, febre e mal estar geral.
47 Erisipela: Infecção cutânea que afeta a derme e o tecido celular subcutâneo, produzida por uma bactéria denominada estreptococo e que se manifesta por febre, aumento da temperatura local, dor e espessamento da pele afetada.
48 Trato Urinário:
49 Pielonefrite: Infecção dos rins produzida em geral por bactérias. A forma de aquisição mais comum é por ascensão de bactérias através dos ureteres, como complicação de uma infecção prévia de bexiga. Seus sintomas são febre, dor lombar, calafrios, eliminação de urina turva ou com traços de sangue, etc. Deve ser tratada cuidadosamente com antibióticos pelo risco de lesão permanente dos rins, com perda de função renal.
50 Osteomielite: Infecção crônica do osso. Pode afetar qualquer osso da anatomia e produzir-se por uma porta de entrada local (fratura exposta, infecção de partes moles) ou por bactérias que circulam através do sangue (brucelose, tuberculose, etc.).
51 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
52 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
53 Arteriosclerose: Doença degenerativa da artéria devido à destruição das fibras musculares lisas e das fibras elásticas que a constituem, levando a um endurecimento da parede arterial, geralmente produzido por hipertensão arterial de longa duração ou pelo envelhecimento.
54 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
55 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
56 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
57 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
58 Peristaltismo: Conjunto das contrações musculares dos órgãos ocos, provocando o avanço de seu conteúdo; movimento peristáltico, peristalse.
59 Tendões: Tecidos fibrosos pelos quais um músculo se prende a um osso.
60 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
61 Tendão de Aquiles:
62 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
63 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
64 Tendinite: Inflamação de um tendão. Produz-se em geral como conseqüência de um traumatismo. Existem doenças imunológicas capazes de produzir tendinite entre outras alterações.
65 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
66 Hipoglicemiante: Medicamento que contribui para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capaz de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
67 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
68 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
69 Colapso: 1. Em patologia, é um estado semelhante ao choque, caracterizado por prostração extrema, grande perda de líquido, acompanhado geralmente de insuficiência cardíaca. 2. Em medicina, é o achatamento conjunto das paredes de uma estrutura. 3. No sentido figurado, é uma diminuição súbita de eficiência, de poder. Derrocada, desmoronamento, ruína. 4. Em botânica, é a perda da turgescência de tecido vegetal.
70 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
71 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
72 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
73 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
74 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
75 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
76 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
77 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
78 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
79 Incidentes: 1. Que incide, que sobrevém ou que tem caráter secundário; incidental. 2. Acontecimento imprevisível que modifica o desenrolar normal de uma ação. 3. Dificuldade passageira que não modifica o desenrolar de uma operação, de uma linha de conduta.
80 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
81 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
82 Artralgia: Dor em uma articulação.
83 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
84 Pneumonite: Inflamação dos pulmões que compromete principalmente o espaço que separa um alvéolo de outro (interstício pulmonar). Pode ser produzida por uma infecção viral ou lesão causada por radiação ou exposição a diferentes agentes químicos.
85 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
86 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
87 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
88 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
89 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
90 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
91 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
92 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
93 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
94 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
95 Pancitopenia: É a diminuição global de elementos celulares do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas).
96 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
97 Cartilagens: Tecido resistente e flexível, de cor branca ou cinzenta, formado de grandes células inclusas em substância que apresenta tendência à calcificação e à ossificação.
98 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
99 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
100 Articulações:
101 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
102 Artropatia: Comprometimento patológico de uma artculação.
103 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
104 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
105 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
106 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
107 Cinéticas: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
108 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
109 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
110 Vertigens: O termo vem do latim “vertere” e quer dizer rodar. A definição clássica de vertigem é alucinação do movimento. O indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente.
111 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
112 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
113 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
114 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
115 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
116 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
117 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
118 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
119 Alucinação: Perturbação mental que se caracteriza pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensação sem objeto. Impressão ou noção falsa, sem fundamento na realidade; devaneio, delírio, engano, ilusão.
120 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
121 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
122 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
123 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
124 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
125 Choque anafilático: Reação alérgica grave, caracterizada pela diminuição da pressão arterial, taquicardia e distúrbios gerais da circulação, acompanhado ou não de edema de glote. Necessita de tratamento urgente. Pode surgir por exposição aos mais diversos alérgenos.
126 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
127 Hipoestesia: Perda ou diminuição de sensibilidade em determinada região do organismo.
128 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
129 Rabdomiólise: Síndrome caracterizada por destruição muscular, com liberação de conteúdo intracelular na circulação sanguínea. Atualmente, a rabdomiólise é considerada quando há dano secundário em algum órgão associado ao aumento das enzimas musculares. A gravidade da doença é variável, indo de casos de elevações assintomáticas de enzimas musculares até situações ameaçadoras à vida, com insuficiência renal aguda ou distúrbios hidroeletrolíticos. As causas da rabdomiólise podem ser classificadas em quatro grandes grupos: trauma ou lesão muscular direta, excesso de atividade muscular, defeitos enzimáticos hereditários ou outras condições clínicas.
130 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
131 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
132 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.
133 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
134 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
135 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
136 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
137 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.

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