Sinutab

Johnson & Johnson

Atualizado em 09/12/2014

Sinutab®

Maleato de clorfenamina, ácido acetilsalicílico, cafeína

PARTE I

Identificação do Produto de Sinutab

Nome: Sinutab®Nome genérico: maleato de clorfenamina, ácido acetilsalicílico, cafeína.
Forma farmacêutica e apresentações:
Sinutab® cápsulas em embalagens contendo 12 unidades.
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 12 ANOS DE IDADE.
USO ORAL

Composição de Sinutab


Cada cápsula de Sinutab® contém 2,0 mg de maleato de clorfenamina, 324 mg de ácido
acetilsalicílico e 32,4 mg de cafeína.
Excipientes: lactose1, celulose microcristalina, amido de milho, sacarose, povidona, álcool
USP(1), estearato de magnésio, benzoato de sódio, gelatina, talco e água purificada(1).
(1) evaporados durante processo de fabricação.

PARTE II

Informações ao Paciente de Sinutab

Sinutab® (maleato de clorfenamina, ácido acetilsalicílico, cafeína) contém em suaformulação princípios ativos com propriedades que se complementam na terapêutica2
da gripe3 e resfriados.
Sinutab® é indicado para o tratamento dos sintomas4 decorrentes de estados
gripais e resfriados, tais como congestão nasal e dor de cabeça5.
Sinutab® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da
luz e umidade.
O prazo de validade está indicado na embalagem externa do produto. Não use
medicamento com o prazo de validade vencido, pode ser perigoso para sua saúde6.
A segurança do uso deste tipo de medicamento durante a gravidez7 e lactação8 ainda não
foi determinada, portanto, como a maioria dos medicamentos, Sinutab® não deve ser
administrado a mulheres grávidas ou que estejam amamentando (vide "Contraindicações").
Informe a um médico a ocorrência de gravidez7 na vigência do
tratamento ou após o seu término. Informe a um médico se está amamentando.
Informe a um médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o
tratamento com Sinutab®, tal como: sonolência, náusea9, sensação de boca10 seca,
azia11, vômito12, demora na parada de sangramento, entre outros (vide "Reações
Adversas").
Caso esteja utilizando outros medicamentos antes do início ou durante o
tratamento com Sinutab®, informe a um médico.
Durante a utilização de Sinutab®, deve-se evitar o consumo de álcool. Os antihistamínicos
(como a clorfenamina) podem aumentar os efeitos do álcool ou de
outros fármacos depressores do sistema nervoso central13.
Sinutab® é contra-indicado a pacientes que tenham hipersensibilidade a qualquer
um dos componentes da fórmula, bem como portadores de úlcera14, hemofilia15,
perturbações funcionais das plaquetas16, angioedema17, trombocitopenia18,
insuficiência renal19, deficiência hepática20, gota21, doença cardíaca, hipertensão22
arterial grave, deficiência genética de glicose23 6-fosfato desidrogenase, hipertrofia24
da próstata25 e glaucoma26.
É contra-indicado o uso concomitante de Sinutab® com fármacos depressores do
sistema nervoso central13 (SNC27), inibidores da monoaminoxidase28 (MAO29) e com outros
fármacos antiinflamatórios.
Crianças ou adolescentes não devem usar este medicamento para catapora30 ou
sintomas4 gripais antes que um médico seja consultado sobre a Síndrome31 de Reye,
uma rara, mas grave doença associada ao ácido acetilsalicílico.
Sinutab® deve ser utilizado apenas por pacientes adultos e crianças acima de 12
anos de idade.
Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas,
pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
Atenção: este medicamento contém açúcar32, portanto, deve ser usado com cautela
em diabéticos.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR. NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS4,
PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA.

PARTE III

Informações Técnicas de Sinutab


Sinutab® (maleato de clorfenamina, ácido acetilsalicílico, cafeína) contém em sua
formulação princípios ativos com propriedades que se complementam na terapêutica2 da
gripe3 e resfriados.
Sinutab® contém maleato de clorfenamina, que apresenta as mesmas propriedades e
usos dos demais anti-histamínicos, sendo um dos mais potentes e eficazes. Sua ação é
de menor duração, com efeito de 4 a 6 horas por via oral, o que provoca menos
sedação33.
Sinutab® reúne ainda as ações analgésicas e antitérmicas do ácido acetilsalicílico,
associados à ação estimulante da cafeína. Essas duas substâncias associadas são mais
eficazes que qualquer uma delas separadamente.
Propriedades Farmacocinéticas
Absorção
Os antagonistas de H1 são bem absorvidos pelo trato grastrintestinal. Após
administração oral, concentrações plasmáticas máximas são obtidas em 2 a 3 horas e os
efeitos geralmente duram de 4 a 6 horas.
Os salicilatos ingeridos por via oral são absorvidos rapidamente, em parte pelo
estômago34, e na sua maioria pelos segmentos proximais35 do intestino delgado36.
Concentrações significativas são encontradas no plasma37 em menos de 30 minutos. Após
uma dose única, um pico é atingido em cerca de 2 horas declinando gradativamente. A
velocidade de absorção é determinada por muitos fatores, particularmente pela
velocidade de desintegração e dissolução, pelo pH na superfície da mucosa38 e pelo
tempo de esvaziamento gástrico. A presença de alimentos retarda a absorção dos
salicilatos.
A cafeína, uma metilxantina, é absorvida prontamente após administração oral, retal ou
parenteral. A cafeína é absorvida rapidamente e as concentrações plasmáticas máximas
são obtidas em 1 hora.
Distribuição e Excreção
Existem poucos estudos amplos sobre o destino metabólico dos antagonistas H1 mais
antigos. Quando administrado por via oral, a difenidramina atinge uma concentração
máxima no sangue39 em cerca de 2 horas, permanecendo neste nível por outras 2 horas e
então diminui exponencialmente com uma meia-vida de eliminação plasmática de cerca
de 8 horas. O fármaco40 distribui-se amplamente por todo o organismo, inclusive no SNC27.
Uma fração insignificante é excretada inalterada na urina41, sendo a maior parte eliminada
sob a forma de metabólitos42. Outros antagonistas de H1 parecem ser eliminados de forma
bastante semelhante.
O salicilato é distribuído para a maioria dos tecidos do corpo e para quase todos os
líquidos transcelulares. Esse fármaco40 atravessa facilmente a barreira placentária. Os
volumes de distribuição das doses habituais de ácido acetilsalicílico em indivíduos
normais são em média cerca de 170 mL/kg de peso corporal. O ácido acetilsalicílico é
basicamente absorvido como tal, mas parte dele atinge a circulação43 sistêmica sob forma
de ácido salicílico em virtude da hidrólise pelas esterases da mucosa38 gastrintestinal e do
fígado44. Nas concentrações encontradas na prática clínica, entre 80 e 90% dos salicilatos
ligam-se às proteínas45 plasmáticas, principalmente à albumina46. Esta fração decai à
medida que as concentrações plasmáticas aumentam. O salicilato é excretado na urina41
como ácido salicílico livre (10%), ácido salicilúrico (75%), glicuronídios salicílicofenólicos
(10%), acilglicuronídios (5%) e ácido gentísico (< 1%). Contudo a excreção do
salicilato livre é extremamente variável e depende da dose e do pH urinário. Na urina41
alcalina, mais de 30% do fármaco40 ingerido pode ser eliminado como salicilato livre,
enquanto na urina41 ácida esta porcentagem pode ser de apenas 2%.
As metilxantinas são distribuídas em todos os compartimentos corporais, atravessam a
placenta e passam para o leite materno. O volume aparente de distribuição para a
cafeína está entre 0,4 e 0,6 L/kg. A excreção é dada em primeiro lugar por metabolismo47
hepático. Menos de 5% da cafeína administrada é recuperada inalterada na urina41. A
cafeína tem uma meia-vida plasmática de 3 a 7 horas, que pode aumentar em cerca de 2
vezes nas mulheres durante os últimos estágios de gravidez7 ou com o uso prolongado
de anticoncepcionais esteróides orais.
Metabolismo47
Como muitos outros fármacos que são amplamente metabolizados, os antagonistas de
H1 são eliminados mais rapidamente pelas crianças do que pelos adultos e de forma
mais lenta por aqueles com doença hepática20 grave. Os antagonistas do receptor H1
induzem as enzimas microssômicas hepáticas48 e podem facilitar o seu próprio
metabolismo47.
O metabolismo47 dos salicilatos ocorre em vários tecidos, principalmente no retículo
endoplasmático hepático e nas mitocôndrias. Os três principais produtos metabólicos
são o ácido salicilúrico (conjugado à glicina), o glicuronídio fenólico (éter) e o
acilglicuronídio (éster). A meia-vida plasmática do ácido acetilsalicílico é de cerca de 15
minutos. A concentração plasmática do salicilato é aumentada, por exemplo, no caso de
doença renal49 ou presença de inibidores que competem pelo sistema de transporte. As
alterações no pH urinário também têm efeitos significativos na excreção de salicilatos.
A cafeína é metabolizada por desmetilação e por oxidação na posição 8, principalmente
através da formação de paraxantina (1,7-dimetilxantina), levando aos principais
metabólitos42 urinários, 1-metilxantina, ácido 1-metilúrico, e um derivado uracil acetilado.

Indicações de Sinutab

Sinutab® (maleato de clorfenamina, ácido acetilsalicílico, cafeína) é indicado para o
tratamento dos sintomas4 decorrentes de estados gripais e resfriados, tais como
congestão nasal e dor de cabeça5.

Contra-Indicações de Sinutab

Sinutab® (maleato de clorfenamina, ácido acetilsalicílico, cafeína) é contra-indicado a
pacientes que apresentam hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula.
Sinutab® também é contra-indicado a pacientes com úlcera14, estados hemorrágicos50,
hemofilia15, perturbações funcionais das plaquetas16, angioedema17, trombocitopenia18,
insuficiência renal19, insuficiência hepática51, gota21, doença cardíaca, hipertensão arterial52
grave, deficiência genética de glicose23 6-fosfato desidrogenase, hipertrofia24 da próstata25
e glaucoma26.
É contra-indicado o uso concomitante de Sinutab® com fármacos depressores do
sistema nervoso central13 (SNC27), inibidores da monoaminoxidase28 (MAO29) e com outros
fármacos antiinflamatórios.
Este produto não deve ser utilizado durante a gravidez7. É contra-indicado a mulheres
que estejam amamentando, principalmente recém-nascidos e prematuros, devido ao
risco do efeito anti-histamínico nas crianças.

Advertências e Precauções de Sinutab

GeraisPacientes portadores de asma53, diabetes54, hipertensão arterial52 ou distúrbios da tireóide
somente deverão fazer uso do produto sob supervisão médica.
Crianças ou adolescentes não devem usar este medicamento para catapora30 ou
sintomas4 gripais antes que um médico seja consultado sobre a Síndrome31 de Reye,
uma rara, mas grave doença associada ao ácido acetilsalicílico.

O ácido acetilsalicílico deve ser usado com cautela por pacientes com insuficiência hepática51
e por hemofílicos.
Durante a utilização de Sinutab® (maleato de clorfenamina, ácido acetilsalicílico, cafeína),
deve-se evitar o consumo de álcool. Os anti-histamínicos (como a clorfenamina) podem
aumentar os efeitos do álcool ou de outros fármacos depressores do sistema nervoso55
central.
Atenção: este medicamento contém açúcar32, portanto, deve ser usado com cautela
em diabéticos.
Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas
Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas,
pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
Uso durante a Gravidez7 e Lactação8

A segurança para o uso durante a gravidez7 não foi estabelecida. Sinutab® não deve ser
utilizado durante a gravidez7; recém-nascidos e bebês56 prematuros podem ter reações graves
como, por exemplo, convulsões.
Não deve ser administrado a mulheres que estejam amamentando, principalmente recémnascidos
e prematuros, devido ao risco do efeito anti-histamínico nas crianças.
Uso em Crianças
Sinutab® não deve ser administrado a crianças menores de 12 anos de idade, exceto sob
supervisão médica.

Interações Medicamentosas de Sinutab


Os inibidores da monoaminoxidase28 podem prolongar e intensificar os efeitos dos antihistamínicos.
Os anti-histamínicos podem diminuir os efeitos dos corticosteróides e
anticoagulantes57 orais e podem aumentar os efeitos do álcool ou outros fármacos
depressores do sistema nervoso central13. O uso concomitante com outros fármacos
antiinflamatórios pode aumentar o risco de reações adversas gastrintestinais.

Reações Adversas de Sinutab

Durante o tratamento com Sinutab® (maleato de clorfenamina, ácido acetilsalicílico e
cafeína) as seguintes reações adversas poderão ocorrer, principalmente em pacientes
hipersensíveis:
Efeitos no Aparelho Digestivo58: azia11, dispepsia59, vômito12, náusea9, diarréia60, constipação61,
boca10 seca, erosão gastrintestinal, irritação da mucosa38 gástrica, dor gástrica, aumento do
risco de úlcera péptica62, hemorragia63 gastrintestinal maciça (esse risco é aumentado pela
ingestão concomitante de álcool). Pode haver uma pequena perda de sangue39 gastrintestinal
que, em raros casos, pode causar anemia64. Alteração da função hepática20 (aumento das
transaminases).
Efeitos no Sistema Nervoso Central13: tontura65, insônia, sedação33, efeito aditivo quando
administrado juntamente com fármacos depressores do SNC27, distúrbios visuais, prostração66,
falta de coordenação, fadiga67, euforia, nervosismo, tremores, discinesia.
A ingestão de altas doses de ácido acetilsalicílico pode causar salicismo (zumbido, cefaléia68,
vertigem69 e confusão).
Efeitos Sangüíneos: prolongamento do tempo de sangramento, discrasias sangüíneas70
(anemia64 aplástica, agranulocitose71, granulocitopenia, trombocitopenia18), anemia ferropriva72,
anemia hemolítica73 em indivíduos com deficiência de glicose23-6-fosfato desidrogenase.
Efeitos no Sistema Cardiorespiratório: taquicardia74, arritmias75, hipotensão76, broncoespasmo77
paroxístico com dispnéia78, tosse.
Efeitos no Sistema Renal49: insuficiência renal19, necrose79 papilar renal49 e nefrite80 intersticial81
quando utilizadas altas doses por tempo prolongado.
Outros: tríade do ácido acetilsalicílico (pólipos82 nasais, asma53 e sensibilidade ao ácido
acetilsalicílico); hipersensibilidade manifestada por asma53, rinite83, urticária84 e lesões85 cutâneas86;
eritema multiforme87; porfiria88 e hipertermia. Possível ataque uricêmico em pacientes com
excreção diminuída do ácido úrico, retenção urinária89, disúria90, fotossensibilidade, edema91
angioneurótico, edema91 palpebral e labial.

Posologia de Sinutab


Uma cápsula de Sinutab® (maleato de clorfenamina, ácido acetilsalicílico, cafeína) por via
oral, a cada 6 horas.
Uso em Pacientes Idosos
As mesmas orientações dadas aos adultos devem ser seguidas para os pacientes idosos,
observando-se as recomendações descritas nos itens "Advertências e Precauções" e
"Contra-indicações".
Anti-histamínicos comumente causam tonturas92, sedação33 excessiva, síncope93, estado tóxico
confuso e hipotensão76 em pacientes idosos, podendo ser necessária a redução da dose
nesses pacientes.

Superdosagem de Sinutab


Sintomas4 relacionados à superdosagem com ácido acetilsalicílico incluem desidratação94,
hiperpnéia95, distúrbios ácido-básicos com o desenvolvimento de acidose metabólica96 e
hipoprotrombinemia. Os efeitos da superdosagem com anti-histamínicos podem variar de
depressão do sistema nervoso central13 (sedação33, apnéia97, diminuição do estado de alerta
mental, colapso98 cardiovascular) a excitação (insônia, alucinações99, tremores ou convulsões).
No caso de superdosagem, é indicado o esvaziamento do estômago34 por ação provocadora
de vômito12 ou lavagem gástrica100, cuidando-se para evitar aspiração; administração de carvão
ativado; monitoração e acompanhamento das funções vitais; instituição de transfusão101,
hemodiálise102, diálise peritoneal103 ou hemoperfusão nos casos mais graves.

PARTE IV

"ATENÇÃO: ESTE É UM MEDICAMENTO NOVO E, EMBORA AS PESQUISAS TENHAM
INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA ACEITÁVEIS PARA COMERCIALIZAÇÃO,
EFEITOS INDESEJÁVEIS E NÃO CONHECIDOS PODEM OCORRER. NESTE CASO
INFORME A UM MÉDICO."

MS - 1.0216.0132
Farmacêutico Responsável: José Francisco Bomfim - CRF-SP n° 7009
SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR. NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS4,
PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA.

Número do lote e data de fabricação: vide embalagem externa
Produto fabricado e embalado por:
Laboratórios Pfizer Ltda
Jandira - SP
Distribuído por:
LABORATÓRIOS PFIZER LTDA.
Av. Monteiro Lobato, 2.270
CEP 07190-001 - Guarulhos - SP
CNPJ nº 46.070.868/0001-69
Indústria Brasileira
S.A.C. Linha Pfizer 0800-16-7575

Sinutab - Laboratório

Johnson & Johnson
Rua Gerivatiba, 207
São Paulo/SP - CEP: 05501-900
Tel: (11 3)030-8122
Site: http://www.jj.com/home.html

Ver outros medicamentos do laboratório "Johnson & Johnson"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
3 Gripe: Doença viral adquirida através do contágio interpessoal que se caracteriza por faringite, febre, dores musculares generalizadas, náuseas, etc. Sua duração é de aproximadamente cinco a sete dias e tem uma maior incidência nos meses frios. Em geral desaparece naturalmente sem tratamento, apenas com medidas de controle geral (repouso relativo, ingestão de líquidos, etc.). Os antibióticos não funcionam na gripe e não devem ser utilizados de rotina.
4 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
5 Cabeça:
6 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
7 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
8 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
9 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
10 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
11 Azia: Pirose. Sensação de dor epigástrica semelhante a uma queimadura, geralmente acompanhada de regurgitação de suco gástrico para dentro do esôfago.
12 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
13 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
14 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
15 Hemofilia: Doença transmitida de forma hereditária na qual existe uma menor produção de fatores de coagulação. Como conseqüência são produzidos sangramentos por traumatismos mínimos, sobretudo em articulações (hemartrose). Sua gravidade depende da concentração de fatores de coagulação no sangue.
16 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
17 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
18 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
19 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
20 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
21 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
22 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
23 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
24 Hipertrofia: 1. Desenvolvimento ou crescimento excessivo de um órgão ou de parte dele devido a um aumento do tamanho de suas células constituintes. 2. Desenvolvimento ou crescimento excessivo, em tamanho ou em complexidade (de alguma coisa). 3. Em medicina, é aumento do tamanho (mas não da quantidade) de células que compõem um tecido. Pode ser acompanhada pelo aumento do tamanho do órgão do qual faz parte.
25 Próstata: Glândula que (nos machos) circunda o colo da BEXIGA e da URETRA. Secreta uma substância que liquefaz o sêmem coagulado. Está situada na cavidade pélvica (atrás da parte inferior da SÍNFISE PÚBICA, acima da camada profunda do ligamento triangular) e está assentada sobre o RETO.
26 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
27 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
28 Inibidores da monoaminoxidase: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
29 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
30 Catapora: Doença infecciosa aguda, comum na infância, também chamada de varicela. Ela é provocada por vírus e caracterizada por febre e erupção maculopapular rápida, seguida de erupção de vesículas eritematosas muito pruriginosas.
31 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
32 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
33 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
34 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
35 Proximais: 1. Que se localiza próximo do centro, do ponto de origem ou do ponto de união. 2. Em anatomia geral, significa o mais próximo do tronco (no caso dos membros) ou do ponto de origem (no caso de vasos e nervos). Ou também o que fica voltado para a cabeça (diz-se de qualquer formação). 3. Em botânica, o que fica próximo ao ponto de origem ou à base. 4. Em odontologia, é o mais próximo do ponto médio do arco dental.
36 Intestino delgado: O intestino delgado é constituído por três partes: duodeno, jejuno e íleo. A partir do intestino delgado, o bolo alimentar é transformado em um líquido pastoso chamado quimo. Com os movimentos desta porção do intestino e com a ação dos sucos pancreático e intestinal, o quimo é transformado em quilo, que é o produto final da digestão. Depois do alimento estar transformado em quilo, os produtos úteis para o nosso organismo são absorvidos pelas vilosidades intestinais, passando para os vasos sanguíneos.
37 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
38 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
39 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
40 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
41 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
42 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
43 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
44 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
45 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
46 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
47 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
48 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
49 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
50 Hemorrágicos: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
51 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
52 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
53 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
54 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
55 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
56 Bebês: Lactentes. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
57 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
58 Aparelho digestivo: O aparelho digestivo ou digestório realiza a digestão, processo que transforma os alimentos em substâncias passíveis de serem absorvidas pelo organismo. Os materiais não absorvidos são eliminados por este sistema. Ele é composto pelo tubo digestivo e por glândulas anexas.
59 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
60 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
61 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
62 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
63 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
64 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
65 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
66 Prostração: 1. Ato ou efeito de prostrar(-se); prosternação 2. Debilidade física; fraqueza, abatimento, moleza. 3. Abatimento psíquico ou moral; depressão.
67 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
68 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
69 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
70 Discrasias sangüíneas: Qualquer alteração envolvendo os elementos celulares do sangue, glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.
71 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
72 Anemia Ferropriva: Anemia por deficiência de ferro. É o tipo mais comum de anemia. Há redução da quantidade total de ferro corporal até a exaustão das reservas de ferro. O fornecimento de ferro é insuficiente para atingir as necessidades de diferentes tecidos, incluindo as necessidades para a formação de hemoglobina e dos glóbulos vermelhos.
73 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
74 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
75 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
76 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
77 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
78 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
79 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
80 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
81 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
82 Pólipos: 1. Em patologia, é o crescimento de tecido pediculado que se desenvolve em uma membrana mucosa (por exemplo, no nariz, bexiga, reto, etc.) em resultado da hipertrofia desta membrana ou como um tumor verdadeiro. 2. Em celenterologia, forma individual, séssil, típica dos cnidários, que se caracteriza pelo corpo formado por um tubo ou cilindro, cuja extremidade oral, dotada de boca e tentáculos, é dirigida para cima, e a extremidade oposta, ou aboral, é fixa.
83 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
84 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
85 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
86 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
87 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
88 Porfiria: Constituem um grupo de pelo menos oito doenças genéticas distintas, além de formas adquiridas, decorrentes de deficiências enzimáticas específicas na via de biossíntese do heme, que levam à superprodução e acumulação de precursores metabólicos, para cada qual correspondendo um tipo particular de porfiria. Fatores ambientais, tais como: medicamentos, álcool, hormônios, dieta, estresse, exposição solar e outros desempenham um papel importante no desencadeamento e curso destas doenças.
89 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
90 Disúria: Dificuldade para urinar. Pode produzir ardor, dor, micção intermitente, etc. Em geral corresponde a uma infecção urinária.
91 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
92 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
93 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
94 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
95 Hiperpnéia: Respiração superficial e rápida, associada a processos fisiológicos (exercícios, parto) ou anormais como a insuficiência respiratória aguda, estados de choque, etc.
96 Acidose metabólica: A acidose metabólica é uma acidez excessiva do sangue caracterizada por uma concentração anormalmente baixa de bicarbonato no sangue. Quando um aumento do ácido ultrapassa o sistema tampão de amortecimento do pH do organismo, o sangue pode acidificar-se. Quando o pH do sangue diminui, a respiração torna-se mais profunda e mais rápida, porque o corpo tenta liberar o excesso de ácido diminuindo o volume do anidrido carbônico. Os rins também tentam compensá-lo por meio da excreção de uma maior quantidade de ácido na urina. Contudo, ambos os mecanismos podem ser ultrapassados se o corpo continuar a produzir excesso de ácido, o que conduz a uma acidose grave e ao coma. A gasometria arterial é essencial para o seu diagnóstico. O pH está baixo (menor que 7,35) e os níveis de bicarbonato estão diminuídos (<24 mmol/l). Devido à compensação respiratória (hiperventilação), o dióxido de carbono está diminuído e o oxigênio está aumentado.
97 Apnéia: É uma parada respiratória provocada pelo colabamento total das paredes da faringe que ocorre principalmente enquanto a pessoa está dormindo e roncando. No adulto, considera-se apnéia após 10 segundos de parada respiratória. Como a criança tem uma reserva menor, às vezes, depois de dois ou três segundos, o sangue já se empobrece de oxigênio.
98 Colapso: 1. Em patologia, é um estado semelhante ao choque, caracterizado por prostração extrema, grande perda de líquido, acompanhado geralmente de insuficiência cardíaca. 2. Em medicina, é o achatamento conjunto das paredes de uma estrutura. 3. No sentido figurado, é uma diminuição súbita de eficiência, de poder. Derrocada, desmoronamento, ruína. 4. Em botânica, é a perda da turgescência de tecido vegetal.
99 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
100 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
101 Transfusão: Introdução na corrente sangüínea de sangue ou algum de seus componentes. Podem ser transfundidos separadamente glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma, fatores de coagulação, etc.
102 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
103 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.

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