LOTENSIN H

NOVARTIS

Atualizado em 09/12/2014

(INIBIDOR DA ENZIMA1 CONVERSORA DE ANGIOTENSINA E DIURÉTICO2)

Forma Farmacêutica e Apresentações de Lotensin H

Comprimidos revestidos. Frascos com 30 comprimidos de 5/6,25 mg ou 10/12,5 mg.

USO ADULTO

Composição de Lotensin H

Cada comprimido contém: 5 ou 10 mg de cloridrato de benazepril e 6,25 ou 12,5 mg de hidroclorotiazida; excipiente (óleo de rícino hidrogenado, lactose3, polivinilpirrolidona, hidroxipropilmetilcelulose, polietilenoglicol, óxido de ferro vermelho, talco, dióxido de titânio) q.s.p. 1 comprimido.

Informação ao Paciente de Lotensin H

LOTENSIN H deve ser protegido da umidade e do calor (armazenar abaixo de 30C). O frasco deve ser fechado imediatamente após o uso do produto. O prazo de validade está impresso no cartucho. Não utilizar o produto após a data de validade.Informe ao seu médico se estiver grávida, amamentando ou se ocorrer gravidez4 durante o tratamento.
Os comprimidos devem ser ingeridos com um pouco de líquido. Siga corretamente as instruções do médico quanto ao uso do produto, não interrompendo ou modificando o tratamento sem antes   consultá-lo.
LOTENSIN H é geralmente bem tolerado. Porém, principalmente no início do tratamento e dependendo da sensibilidade de cada paciente, podem ocorrer ocasionalmente reações desagradáveis, tais como dores de cabeça5, tontura6, sintomas7 de gripe8, cansaço, tosse, problemas de estômago9 e de intestino, coceira, vermelhidão da pele10, sensibilidade à luz, aumento da freqüência urinária, palpitação11 e queda de pressão. Essas reações devem diminuir ou desaparecer com a continuidade do tratamento. Caso ocorra qualquer reação desagradável, avise ao seu médico; ele lhe dará a orientação adequada.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Antes do início do tratamento com LOTENSIN H, o paciente deve informar ao médico se está tomando qualquer outro medicamento ou se tiver qualquer outra doença. O paciente não deve tomar outro medicamento juntamente com LOTENSIN H sem orientação ou conhecimento do médico.
Contra-indicações : LOTENSIN H está contra-indicado a pacientes que apresentem alergia12 aos componentes do produto ou a outros inibidores da ECA. Contra-indicado a pacientes com doença grave de rim13 ou de fígado14. Está também contra-indicado durante a gravidez4 (vide "Gravidez4 e lactação15").
Precauções : Avise imediatamente ao seu médico se durante o tratamento ocorrer inchaço16 no rosto, nos olhos17, nos lábios ou na língua18, dificuldade de respirar ou de engolir. Pacientes com doenças nos rins19 devem ser cuidadosamente acompanhados pelo médico durante as primeiras semanas de tratamento, e logo depois, a intervalos periódicos. Pacientes que apresentarem tontura6 ou problemas de concentração com o uso de LOTENSIN H deverão evitar operar máquinas, dirigir veículos ou efetuar tarefas que exijam atenção. Em caso de cirurgia, avisar ao médico sobre a utilização do produto.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE20.

Informação Técnica de Lotensin H

Farmacodinâmica de Lotensin H

Classe terapêutica21: Anti-hipertensivo (inibidor da enzima1 conversora de angiotensina e diurético2).LOTENSIN H associa um inibidor da enzima1 conversora de angiotensina, o benazepril, a um diurético2, a hidroclorotiazida, cujos efeitos sobre a redução da pressão arterial22 são sinérgicos.
O benazepril é uma pró-droga que, após hidrólise para a substância ativa benazeprilato, inibe a enzima1 conversora de angiotensina (ECA) e, conseqüentemente, bloqueia a conversão de angiotensina I para angiotensina II. Assim sendo, reduz todos os efeitos mediados pela angiotensina II, a saber, vasoconstrição23 e produção de aldosterona, que promove a reabsorção de sódio e água nos túbulos renais e eleva o débito cardíaco24. LOTENSIN H diminui o aumento simpaticorreflexo induzido na freqüência cardíaca, que ocorre em resposta à vasodilatação. Como outros inibidores da ECA, o benazepril também inibe a degradação do vasodilatador bradicinina25 pela quininase; essa inibição pode contribuir para o efeito anti-hipertensivo.
O benazepril reduz a pressão arterial22 nas posições supina, sentada ou em pé em todos os graus de hipertensão26. Na maioria dos pacientes, a atividade anti-hipertensiva se inicia aproximadamente 1 hora após a administração de uma dose oral única, e a redução máxima de pressão arterial22 é alcançada dentro de 2 a 4 horas. O efeito anti-hipertensivo persiste por pelo menos 24 horas após a administração. Durante administração repetida, a redução máxima da pressão arterial22 com cada dose é geralmente obtida após 1 semana e persiste durante o tratamento a longo prazo. Os efeitos anti-hipertensivos são mantidos independentemente de raça, idade ou atividade basal da renina plasmática. O efeito anti-hipertensivo do benazepril não difere muito em pacientes com dietas de baixo ou alto teor de sódio.
Não foi observada elevação rápida da pressão arterial22 após a retirada abrupta do benazepril. Em estudo  com voluntários sadios, doses únicas de benazepril produziram um aumento no fluxo sangüíneo renal27 e não afetaram a taxa de filtração glomerular.
Os diuréticos28 tiazídicos atuam principalmente no túbulo renal27 distal29 (parte contornada inicial), inibindo a reabsorção de NaCl (antagonizando o transporte de Na +  e Cl - ), e promovendo reabsorção de Ca ++  (através de mecanismo desconhecido). O aumento na liberação de Na +  e água para o túbulo coletor cortical e/ou a alta taxa de fluxo conduzem a um aumento na secreção e a excreção de K +  e H + .
Em pacientes com função renal27 normal, a diurese30 é induzida após a administração de pequenas quantidades de hidroclorotiazida, como 12,5 mg. O aumento resultante na excreção urinária de sódio e cloreto e o aumento menos pronunciado da excreção de potássio são dose-dependentes. Os efeitos diuréticos28 e natriuréticos iniciam-se em 1 a 2 horas após a administração oral da hidroclorotiazida, atingindo o pico após 4 a 6 horas, podendo se manter por 10 a 12 horas.
A diurese30 induzida por tiazídicos conduz inicialmente a um decréscimo no volume plasmático, no débito cardíaco24 e na pressão arterial22 sistêmica. O sistema renina-angiotensina-aldosterona pode ser ativado. O efeito hipotensor é mantido durante administração contínua, provavelmente pela queda na resistência vascular31 periférica total; o débito cardíaco24 retorna aos valores de pré-tratamento, o volume plasmático se mantém ligeiramente reduzido e a atividade da renina plasmática pode estar elevada.
Associação benazepril / hidroclorotiazida
A inibição do sistema renina-angiotensina pelo benazepril promove um efeito anti-hipertensivo sinérgico com a hidroclorotiazida pelo bloqueio da estimulação contra-regulatória induzida pelo diurético2. A estimulação do sistema renina-angiotensina produzida pela hidroclorotiazida torna a pressão arterial22 mais dependente dos níveis de angiotensina II, aumentando, assim, a eficácia do benazepril.
Durante ensaios clínicos32 controlados, foi demonstrado que a associação de benazepril e hidroclorotiazida tem efeito estimulatório aditivo sobre a atividade da renina plasmática e um efeito inibitório aditivo sobre a aldosterona.
Estudos clínicos demonstraram que a dose mais baixa de LOTENSIN H (5/6,25 mg), administrada uma vez ao dia, controla a pressão arterial22 em um grande número de pacientes com hipertensão26 leve a moderada e que, em tais pacientes, LOTENSIN H 10/12,5 mg, em dose única diária, produz redução clinicamente significativa na pressão arterial22. A associação de benazepril 20 mg com hidroclorotiazida 25 mg, em dose única diária, reduziu a pressão arterial22 em grau maior do que o obtido com a utilização dos dois componentes isoladamente, ou do que LOTENSIN H 5/6,25 mg ou 10/12,5 mg administrados uma vez ao dia, ou ainda do que uma quantidade equivalente de LOTENSIN H 10/12,5 administrado duas vezes ao dia. A associação de benazepril 20 mg com hidroclorotiazida 25 mg, em duas doses diárias, reduziu a pressão arterial diastólica33 em cerca de 18 mmHg, 12 horas após a administração.

Farmacocinética de Lotensin H

Absorção e concentrações plasmáticas:
Não ocorre interação farmacocinética entre as substâncias ativas de LOTENSIN H, ou seja, cloridrato de benazepril e hidroclorotiazida, e a biodisponibilidade de ambos os componentes não é afetada quando são administrados juntos. As combinações fixas dos comprimidos de LOTENSIN H são bioequivalentes à combinação dos dois fármacos administrados separadamente.
No mínimo 37% de uma dose oral de cloridrato de benazepril são absorvidos. A pró-droga é então rapidamente convertida ao metabólito34 farmacologicamente ativo, benazeprilato. Após a administração do cloridrato de benazepril com estômago9 vazio, os picos de concentração plasmática do benazepril e do benazeprilato são alcançados, respectivamente, após 30 e 60 a 90 minutos. As variações na absorção do cloridrato de benazepril e da hidroclorotiazida causadas pelo jejum são clinicamente pouco significativas.
No intervalo de dose terapêutica21, a disponibilidade sistêmica de benazepril, do benazeprilato e da hidroclorotiazida é aproximadamente proporcional à dose. Doses múltiplas não alteram a farmacocinética do cloridrato de benazepril e da hidroclorotiazida.
Distribuição:
Cerca de 95% do benazepril e do benazeprilato se ligam a proteínas35 plasmáticas humanas (principalmente a albumina36). O volume de distribuição do benazeprilato no  steady-state  é de cerca de 9 litros.
A hidroclorotiazida se acumula nos eritrócitos37. Na fase de eliminação, a concentração nos eritrócitos37 é de 3 a 9 vezes maior que no plasma38. Cerca de 40 a 70% da hidroclorotiazida se ligam a proteínas35 plasmáticas. O volume de distribuição durante a fase de eliminação terminal é estimado em 3 a 6 litros/kg (correspondendo a 210 a 420 litros para um peso corpóreo de 70 kg).
Biotransformação:
O benazepril é extensivamente metabolizado, sendo seu principal metabólito34 o benazeprilato. Outros dois metabólitos39 são os acilglicuronídeos conjugados do benazepril e do benazeprilato.
Uma pequena parte da hidroclorotiazida é metabolizada. O único metabólito34 encontrado (traços) é o 2-amino-4-cloro- m -benzenodissulfonamida.
Eliminação:
O benazepril é completamente eliminado do plasma38 após 4 horas, principalmente por biotransformação. A eliminação do benazeprilato é bifásica, com uma meia-vida inicial de cerca de 3 horas e uma       meia- vida terminal de cerca de 22 horas. A fase de eliminação terminal (de 24 horas em diante) sugere uma forte ligação do benazeprilato à enzima1 conversora de angiotensina. O benazeprilato é eliminado através dos rins19 e da bile40, sendo a excreção renal27 a principal via em pacientes com função renal27 normal. Na urina41, o benazepril corresponde a menos de 1% e o benazeprilato a cerca de 20% de uma dose oral de cloridrato de benazepril.
A eliminação da hidroclorotiazida é bifásica, com uma meia-vida inicial de cerca de 2 horas e uma meia-vida terminal (de 10 a 12 horas em diante) de cerca de 10 horas. A eliminação é praticamente exclusiva através dos rins19 em pacientes com função renal27 normal. Em média, 50 a 70% de uma dose oral são encontrados na urina41 na forma inalterada.
Populações de pacientes especiais:
Pacientes com insuficiência cardíaca congestiva42:
A absorção do benazepril e sua conversão a benazeprilato não são afetadas. Porque a eliminação é levemente mais lenta, as concentrações plasmáticas do benazeprilato no  steady-state  tendem a ser maiores nesse grupo de pacientes, quando comparadas a voluntários sadios ou a pacientes hipertensos.
Pacientes idosos e pacientes com insuficiência renal43:
A farmacocinética do benazepril e do benazeprilato não é significativamente afetada pela idade e/ou insuficiência renal43 leve a moderada ( clearance  de creatinina44 de 30 a 80 mL/min).
A farmacocinética da hidroclorotiazida é alterada significativamente em tais pacientes. O  clearance  do diurético2 é significativamente reduzido, resultando em concentrações plasmáticas substancialmente aumentadas. Acredita-se que o  clearance  reduzido em idosos se deva à deterioração da função renal27. As doses efetivas de LOTENSIN H em idosos e em pacientes com insuficiência renal43 devem ser menores que as administradas a pacientes mais jovens e com função renal27 normal. LOTENSIN H é contra-indicado a pacientes com  clearance  de creatinina44 < 30 mL/min.
Pacientes com disfunção hepática45:
A cirrose46 hepática45 não altera a farmacocinética do benazeprilato e da hidroclorotiazida.

Indicações de Lotensin H

 ·     Tratamento da hipertensão arterial47.

Contra-Indicações de Lotensin H

Hipersensibilidade conhecida ao benazepril, a qualquer outro inibidor da ECA, à hidroclorotiazida ou a outros derivados sulfonamídicos. História de angioedema48 associada a tratamentos anteriores com inibidores da ECA. Anúria49, insuficiência renal43 severa ( clearance  de creatinina44 < 30 mL/min) e insuficiência hepática50. Hipopotassemia51 refratária, hiponatremia52 e hiperuricemia sintomática53. Gravidez4 (vide "Precauções").

Advertências de Lotensin H

Reações anafilactóides e relacionadas: Presumivelmente, pelo fato de os inibidores da ECA afetarem o metabolismo54 dos eucosanóides e polipeptídeos, incluindo-se a bradicinina25 endógena, os pacientes tratados com inibidores da ECA (incluindo-se LOTENSIN H) podem experimentar uma variedade de reações adversas, algumas delas graves.
Angioedema48:
Angioedema48 da face55, de lábios, língua18, glote56 e laringe57 foi relatado em pacientes tratados com inibidores da ECA, incluindo-se o benazepril. Em tais casos, LOTENSIN H deve ser imediatamente descontinuado e deve-se administrar ao paciente a terapia adequada e acompanhamento, até a resolução completa e sustentável dos sinais58 e sintomas7. Nos casos em que o edema59 esteja delimitado à face55 e aos lábios, a condição geralmente se resolve, tanto sem tratamento como com a administração de anti-histamínicos. O angioedema48 com edema59 de laringe57 pode ser fatal. Nos casos em que a língua18, a glote56 ou a laringe57 estejam envolvidas, a terapia adequada deve ser adotada imediatamente, por ex., injeção subcutânea60 de adrenalina61 1:1000 (0,3 - 0,5 ml) e/ou medidas para assegurar a desobstrução das vias aéreas do paciente.
A incidência62 de angioedema48 durante o tratamento com inibidores da ECA tem sido relatada como sendo maior em pacientes negros de origem Africana do que em pacientes não-negros.
Reações anafilactóides durante dessensibilização63:
Dois pacientes que estavam em tratamento de dessensibilização63 com veneno de  Hymenoptera   sofreram reações anafilactóides com risco de vida. Essas reações foram evitadas quando a administração de inibidores da ECA foi temporariamente interrompida.
Reações anafilactóides durante a exposição a membranas:
Foram relatadas reações anafilactóides em pacientes dialisados com membrana de alto fluxo, sob tratamento com um inibidor da ECA. Foram também relatadas reações anafilactóides em pacientes submetidos a aférese de lipoproteínas de baixa densidade com absorção de sulfato de dextrano.
Hipotensão64 sintomática53:
Assim como com outros inibidores da ECA, a hipotensão64 sintomática53 foi observada em casos raros, tipicamente em pacientes com depleção65 de sal ou de volume, como resultado de terapia diurética prolongada, dieta com restrição de sal, diálise66, diarréia67 ou vômitos68. A depleção65 de volume e/ou de sal deve ser corrigida antes do início do tratamento com LOTENSIN H.
LOTENSIN H deve ser utilizado com cautela em pacientes em tratamento simultâneo com outros  anti-hipertensivos. O componente tiazídico de LOTENSIN H pode potencializar a ação de outros fármacos anti-hipertensivos. Se ocorrer hipotensão64, o paciente deve ser colocado em posição supina e, se necessário, receber solução salina fisiológica69 i.v. O tratamento com LOTENSIN H pode ser continuado assim que a pressão arterial22 e o volume tenham retornado ao normal.
Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva42 grave, a terapia com inibidores da ECA pode causar hipotensão64 excessiva, que pode estar associada a oligúria70 e/ou azotemia progressiva e (raramente) com insuficiência renal43 aguda. Em tais pacientes, a terapia deve ser iniciada sob supervisão médica rigorosa, e eles devem ser acompanhados durante as duas primeiras semanas do tratamento e sempre que houver aumento da dose do diurético2 ou do benazepril.
Função renal27 reduzida:
LOTENSIN H deve ser utilizado com cautela em pacientes com doença renal27. Diuréticos28 tiazídicos podem precipitar azotemia em tais pacientes, e os efeitos de doses repetidas podem ser cumulativos. Quando o sistema renina-angiotensina é inibido pelo benazepril, podem ocorrer alterações na função renal27 em pacientes susceptíveis. Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva42 grave, nos quais a função renal27 pode depender da atividade do sistema renina-angiotensina, o tratamento com inibidores da ECA (incluindo-se o benazepril) pode se associar a oligúria70 e/ou azotemia progressiva e (raramente) a insuficiência renal43 aguda. Num pequeno estudo de pacientes hipertensos com estenose71 da artéria renal72 uni ou bilateral, o tratamento com LOTENSIN H está associado com aumento do nitrogênio uréico sangüíneo e creatinina44 sérica; tais incrementos foram reversíveis com a descontinuação do benazepril, da terapia diurética ou de ambos. Se tais pacientes forem tratados com benazepril, a função renal27 deve ser monitorizada durante as primeiras semanas de terapia.
Alguns pacientes hipertensos com doença vascular31 renal27 preexistente que recebiam benazepril não apresentaram aparentemente aumento do nitrogênio uréico sangüíneo e dos níveis de creatinina44 sérica (usualmente menores ou transitórios), especialmente quando o benazepril foi administrado com um diurético2. Pode ser necessária a redução da dosagem de LOTENSIN H. A avaliação do paciente hipertenso deve sempre incluir a avaliação da função renal27 (vide "Contra-indicações" e "Posologia").
Agranulocitose73 / Neutropenia74:
Outro inibidor da ECA,  o captopril, tem demonstrado causar agranulocitose73 e depressão da medula óssea75. Tais efeitos ocorrem com maior freqüência em pacientes com insuficiência renal43, especialmente se apresentam também doença vascular31 do colágeno76, tais como lúpus77 eritematoso78 sistêmico79 ou escleroderma. Não há dados suficientes, a partir dos estudos clínicos com benazepril, para demonstrar se este causa ou não incidência62 semelhante de agranulocitose73. O acompanhamento da contagem das células80 brancas sangüíneas deve ser considerado em pacientes com doença vascular31 do colágeno76, especialmente se a doença estiver associada com distúrbio de função renal27.
Morbidade81 e mortalidade82 fetal/neonatal:
Os inibidores da ECA podem causar morbidade81 e mortalidade82 fetal e neonatal, quando administrados a mulheres grávidas. Há vários relatos na literatura mundial. Quando for confirmada a gravidez4, o inibidor da ECA (incluindo-se LOTENSIN H) deve ser descontinuado o mais breve possível.
A utilização de inibidores da ECA durante o segundo e o terceiro trimestres de gravidez4 tem sido associada com patologia83 fetal e neonatal, incluindo-se hipotensão64, hipoplasia84 neonatal do crânio85, anúria49, insuficiência renal43 reversível ou irreversível e morte. Oligoidrâmnio, presumivelmente causado por insuficiência86 da função renal27 fetal, foi também relatado. O oligoidrâmnio nesses casos tem sido associado a contratura dos membros do feto87, deformação craniofacial e desenvolvimento de pulmão88 hipoplásico. Prematuridade, retardo no crescimento intra-uterino e  ductus arteriosus89  persistente foram também relatados, entretanto não está clara a correlação com a exposição a inibidores da ECA.
Esses efeitos adversos parecem não ter ocorrido após exposição intra-uterina a inibidores da ECA durante o primeiro trimestre de gravidez4. Isso deve ser claramente exposto a mulheres que utilizaram inibidores da ECA somente durante o primeiro trimestre da gestação. Se a paciente engravidar durante o tratamento, o médico deve descontinuar o benazepril o mais breve possível.
A exposição intra-uterina a diuréticos28 tiazídicos está associada com trombocitopenia90 fetal ou neonatal e pode estar associada a outras reações adversas que ocorrem em adultos.
Hepatite91 e insuficiência hepática50:
Há relatos raros de hepatite91 predominantemente colestática e casos isolados de insuficiência hepática50 aguda, algumas delas fatais, em pacientes tratados com inibidores da ECA. O mecanismo não está esclarecido. Os pacientes em tratamento com inibidores da ECA que desenvolverem icterícia92 ou elevação acentuada das enzimas hepáticas93 devem interromper o uso do inibidor da ECA e estar sob observação médica.
Função hepática45 reduzida:
LOTENSIN H deve ser utilizado com cautela em pacientes com função hepática45 reduzida ou com doença hepática45 progressiva, já que pequenas alterações no balanço hídrico e de eletrólitos94 podem desencadear coma95 hepático (vide "Insuficiência hepática50").
Lúpus77 eritematoso78 sistêmico79:
Há relatos de que os diuréticos28 tiazídicos exacerbam ou ativam o lúpus77 eritematoso78 sistêmico79.
Precauções
Alteração de eletrólitos94 plasmáticos:
Foram observados,  raramente, níveis plasmáticos elevados de potássio durante o tratamento com inibidores da ECA. O tratamento com diuréticos28 tiazídicos está associado com hipopotassemia51, hiponatremia52 e alcalose96 hipoclorêmica. Essas alterações causam algumas vezes um ou mais dos seguintes sintomas7: boca97 seca, sede, fraqueza, sonolência, agitação, dores ou cãibras musculares, fadiga98 muscular, hipotensão64, oligúria70, taquicardia99 e náusea100. A hipopotassemia51 pode também sensibilizar ou exacerbar a resposta cardíaca aos efeitos tóxicos dos digitálicos. O risco de hipopotassemia51 é maior em pacientes que sofrem de cirrose46 hepática45, pacientes com diurese30 rápida, pacientes nos quais a administração oral de eletrólitos94 seja inadequada e pacientes que recebem simultaneamente tratamento com corticóides ou ACTH. A determinação inicial e periódica dos eletrólitos94 plasmáticos, para detecção de desequilíbrio eletrolítico, deve ser efetuada a intervalos adequados.
O tratamento com sais de potássio ou com diuréticos28 poupadores de potássio deve ser evitado em pacientes que estejam utilizando um inibidor da ECA e diurético2 tiazídico, incluindo-se LOTENSIN H, a não ser que se considere necessário (vide "Interações").
A excreção de cálcio é reduzida pelos tiazídicos. Alterações patológicas na glândula101 paratireóide com  hipercalcemia e  hipofosfatemia foram observadas em poucos pacientes durante tratamento prolongado com diuréticos28 tiazídicos. Se ocorrer hipercalcemia, é necessário um diagnóstico102 posterior de esclarecimento. As complicações normais do hiperparatireoidismo, tais como litíase103 renal27, reabsorção óssea e úlcera péptica104, não foram observadas.
Os tiazídicos aumentam a excreção renal27 de magnésio, o que pode resultar em hipomagnesemia.
Outras alterações metabólicas:
Em altas doses, os diuréticos28 tiazídicos podem reduzir a tolerância à glicose105 e elevar os níveis plasmáticos de colesterol106, triglicérides107 e ácido úrico.
Tosse:
Tosse persistente não-produtiva tem sido relacionada à utilização de inibidores da ECA, presumivelmente pela inibição da degradação de bradicinina25 endógena. Essa tosse sempre desaparece com a interrupção da terapia. A tosse induzida por inibidores da ECA deve ser considerada no diagnóstico102 diferencial de tosse.
Cirurgia/anestesia108:
Antes de cirurgias, o anestesista deve ser informado de que o paciente está utilizando um inibidor da ECA. Durante a anestesia108 com agentes que induzam a hipotensão64, os inibidores da ECA podem bloquear a formação da angiotensina II secundária à liberação compensatória de renina. A hipotensão64 decorrente desse mecanismo pode ser corrigida por expansão de volume.
Estenose71 mitral ou aórtica:
Assim como com todos os outros vasodilatadores, deve-se ter cuidado especial com pacientes portadores de estenose71 mitral ou aórtica.

Efeitos Sobre a Habilidade de Dirigir Veículos e Operar Máquinas de Lotensin H

Assim como com outros medicamentos anti-hipertensivos, recomenda-se cautela ao dirigir veículos e operar máquinas.

Gravidez4 e Lactação15 de Lotensin H

O uso de LOTENSIN H é contra-indicado durante a gravidez4 (vide "Advertências -  Morbidade81 e mortalidade82 fetal/neonatal " e "Contra-indicações").A hidroclorotiazida atravessa a placenta, e as concentrações atingidas na veia umbilical se aproximam às do plasma38 materno. O fármaco109 se acumula no líquido amniótico110, atingindo concentrações até 19 vezes maiores que as da veia umbilical.
O benazepril e o benazeprilato são excretados no leite materno, mas suas concentrações máximas foram de apenas 0,3% das concentrações medidas no plasma38. A fração de benazeprilato que atinge a circulação111 sistêmica da criança pode ser negligenciável. A hidroclorotiazida é excretada no leite materno, o que pode impedir a lactação15.  Não é recomendada a utilização de LOTENSIN H em mães que estejam amamentando .

Dados de Segurança Pré-Clínica de Lotensin H

No coelho, não foram observados efeitos teratogênicos112 em doses de até 10 mg/kg. No rato não foram detectados efeitos relacionados ao tratamento em fêmeas prenhes e em neonatos113 durante o período pré e pós-natal. Os componentes individuais, cloridrato de benazepril e hidroclorotiazida foram avaliados separadamente. Com o benazepril, não foram observados efeitos teratogênicos112 em camundongos tratados com até 150 mg/kg/dia, em ratos tratados com até 500 mg/kg/dia e em coelhos tratados com até 5 mg/kg/dia. A hidroclorotiazida não foi teratogênica114 em ratos (até 1000 mg/kg) ou camundongos (até 3000 mg/kg).
Mutagenicidade:
Em uma série de estudos  in vitro  e  in vivo,  não foi detectado potencial mutagênico.
Carcinogenicidade:
Não foram efetuados estudos de carcinogenicidade com LOTENSIN H. Os componentes individuais, cloridrato de benazepril e hidroclorotiazida, foram avaliados separadamente. Não foram observadas evidências de efeito de geração de tumores, quando o benazepril foi administrado a ratos ou a camundongos em doses de até 150 mg/kg/dia (250 vezes a dose máxima recomendada para humanos). De acordo com os dados experimentais disponíveis, a hidroclorotiazida não revelou evidência de atividade carcinogênica (em camundongos, foram observados tumores hepatocelulares somente em machos tratados com altas doses; entretanto, essa incidência62 não excede aos níveis historicamente observados em grupos de controle).

Interações Medicamentosas de Lotensin H

O uso concomitante de diuréticos28 poupadores de potássio (ex.: espironolactona, triamtereno e amilorida), suplementos de potássio ou substitutos do sal que contenham potássio, não são recomendados, uma vez que podem  aumentar o risco de hiperpotassemia. Entretanto, se a co-medicação for considerada necessária, aconselha-se a monitorização do potássio sérico.Foram relatados níveis séricos de lítio aumentados e sintomas7 de toxicidade115 com lítio em pacientes que utilizavam inibidores da ECA durante tratamento com lítio. Como o  clearance  renal27 do lítio é reduzido pelos diuréticos28 tiazídicos, o risco de toxicidade115 com lítio é conseqüentemente maior quando se associa  diurético2 tiazídico a inibidor da ECA, assim como ocorre em LOTENSIN H. Deve-se ter cautela quando esses fármacos forem administrados simultaneamente e recomenda-se a monitorização freqüente dos níveis séricos de lítio.
Os tiazídicos potencializam a ação dos derivados do curare e de fármacos anti-hipertensivos (ex.: guanetidina, metildopa, beta-bloqueadores, vasodilatadores, antagonistas do cálcio e inibidores da ECA).
O efeito hipopotassemiante dos diuréticos28 pode ser aumentado por corticóides, ACTH, anfotericina e carbenoxalona (vide "Precauções").
A hipopotassemia51 ou a hipomagnesemia induzidas por tiazídicos pode ocorrer como efeitos não desejados, favorecendo o início de arritmia116 cardíaca induzida por digitálicos (vide "Precauções").
Pode se tornar necessário um reajuste na dosagem de insulina117 ou de agentes antidiabéticos orais118.
O efeito diurético2, natriurético e anti-hipertensivo dos diuréticos28 tiazídicos pode ser reduzido pela administração concomitante de agentes antiinflamatórios não-esteróides. Em alguns pacientes, o efeito anti-hipertensivo do inibidor da ECA pode ser reduzido, quando este é administrado concomitantemente com a indometacina. Em um estudo clínico controlado, a indometacina não interferiu com o efeito anti-hipertensivo do benazepril.
A absorção da hidroclorotiazida é reduzida na presença de resinas de trocaaniônica. Doses isoladas de resinas de colestiramina ou de colestipol ligam-se à hidroclorotiazida e reduzem sua absorção do trato gastrointestinal em até 85% e 43%, respectivamente.
A co-administração de diuréticos28 tiazídicos pode aumentar a incidência62 de reações de hipersensibilidade ao alopurinol, pode aumentar o risco de reações adversas causadas pela amantadina, pode reforçar o efeito hiperglicêmico do diazóxido e pode reduzir a excreção renal27 de fármacos citotóxicos119 (ex.: ciclofosfamida e metotrexato) e potencializar seus efeitos mielossupressores.
A biodisponibilidade de diuréticos28 do tipo tiazídico pode ser aumentada por agentes anticolinérgicos (ex.: atropina e biperideno), por causa, aparentemente, da redução na motilidade gastrointestinal e da velocidade de esvaziamento estomacal.
A administração de diuréticos28 tiazídicos com vitamina120 D ou com sais de cálcio pode potencializar o aumento do cálcio sérico.
O tratamento concomitante com ciclosporina pode aumentar o risco de hiperuricemia e complicações do tipo gota121.
Há relatos na literatura de anemia hemolítica122 ocorrida com o uso concomitante de hidroclorotiazida e metildopa.

Reações Adversas de Lotensin H

Estimativas de freqüência: muito rara < 0,01%, rara  0,01% a < 0,1%; incomum  0,1% a < 1%; comum  1% a < 10%; muito comum  10%.
As reações adversas ocorridas com LOTENSIN H são as mesmas relatadas com o benazepril ou com a hidroclorotiazida e foram normalmente leves e transitórias. As reações adversas relatadas com LOTENSIN H estão indicadas a seguir:
Sistema cardiovascular123
Comuns: palpitações124 e sintomas7 ortostáticos; raras: hipotensão64 sintomática53, dores no peito125.
Trato gastrintestinal
Comuns: distúrbios gastrintestinais não-específicos; raras: diarréia67, constipação126, náusea100, vômito127 e dores abdominais.
Pele10
Comum:  rash128  cutâneo129, vermelhidão, prurido130, fotossensibilidade.
Sistema urogenital131
Comum: micção132 freqüente; raras: hipopotassemia51, aumento do nitrogênio uréico sangüíneo e aumento de creatinina44 sérica, que foram reversíveis com a interrupção da terapia. Essas reações são de ocorrência mais provável em pacientes com estenose71 da artéria renal72 (vide "Advertências"); muito rara: hiponatremia52.
Efeitos metabólicos
Rara: aumento nos níveis de ácido úrico do sangue133.
Trato respiratório
Comuns: tosse e sintomas7 no trato respiratório.
Sistema nervoso central134 (SNC135)
Comuns: cefaléia136, vertigens137 e fadiga98; raras: sonolência, insônia, nervosismo, vertigem138, ansiedade e parestesia139.
Órgãos dos sentidos
Muito raras: zumbido e distúrbios do sentido do paladar140 (disgeusia).
Reações alérgicas e imunes
Raras: angioedema48 e edema59 dos lábios e/ou da face55 (vide "Advertências").
Sistema musculoesquelético
Raras: artralgia141, artrite142, mialgia143 e dores musculoesqueléticas.
Valores laboratoriais
Pequenas elevações do nitrogênio uréico sangüíneo (BUN) e da creatinina44 sérica, reversíveis com a descontinuação da terapia, foram observadas em pacientes tratados com a associação de benazepril 20 mg mais hidroclorotiazida 25 mg ou em doses maiores (vide "Precauções"). Uma pequena redução no potássio sérico médio foi observada em alguns estudos clínicos e apenas 0,2% dos pacientes tratados com LOTENSIN H desenvolveram hipopotassemia51 (mais que 0,5 nmol/l abaixo da faixa normal). Hiponatremia52, elevação do ácido úrico e redução da hemoglobina144 foram também relatados em pacientes tratados com LOTENSIN H.
Benazepril  - Há maior experiência pós- marketing  com benazepril e/ou outros inibidores da ECA em monoterapia, e foram relatadas as seguintes reações adversas adicionais:
Raras: angina145 de peito125, arritmias146, hepatite91 (predominantemente colestática) e icterícia92 colestática (vide "Advertências"). Há relatos raros de pênfigo em pacientes tratados com inibidores da ECA; muito raras: infarto do miocárdio147, pancreatite148, distúrbio de função renal27, trombocitopenia90 (vide "Advertências"); Síndrome de Stevens-Johnson149 e anemia hemolítica122.
Hidroclorotiazida  - A hidroclorotiazida é extensivamente prescrita há muitos anos, algumas vezes em doses maiores que as contidas em LOTENSIN H. As seguintes reações adversas foram relatadas em pacientes tratados com diuréticos28 tiazídicos isoladamente, incluindo-se a hidroclorotiazida:
- Distúrbios metabólicos e eletrólitos94: vide "Precauções".
- Outros - Comuns: urticária150 e outras formas de  rash128 , perda de apetite, náusea100 moderada e vômito127, impotência151 e hipotensão64 postural, que pode ser agravada por álcool, anestésicos ou sedativos; Raras: fotossensibilização, dor abdominal, constipação126, diarréia67, desconforto gastrintestinal, colestase152 intra-hepática45 ou icterícia92, arritmia116 cardíaca, cefaléia136, vertigem138 ou tontura6, distúrbios do sono, depressão, parestesia139, distúrbios da visão153, especialmente nas primeiras semanas de tratamento e trombocitopenia90, algumas vezes com púrpura154. Muito raras: vasculite155 necrosante156 e necrose157 epidérmica tóxica, reações cutâneas158 tipo lúpus77 eritematoso78, reativação de lúpus77 eritematoso78 cutâneo129, depressão da medula óssea75, anemia hemolítica122, reações de hipersensibilidade, sofrimento respiratório, incluindo-se pneumonite159 e edema pulmonar160.

Posologia de Lotensin H

Terapia de primeira linha - A dose inicial recomendada para pacientes161 com hipertensão26 leve a moderada é de um comprimido ao dia de LOTENSIN H 5/6,25. Se a pressão arterial22 não puder ser mantida sob controle com tal dosagem, a mesma pode ser aumentada em intervalos de 3 a 4 semanas para até 20/25 mg uma vez ao dia. Em pacientes com hipertensão26 grave ou de difícil controle, pode ser considerada a utilização de benazepril 20 mg mais hidroclorotiazida 25 mg duas vezes ao dia. Se a redução da pressão arterial22 for ainda inadequada, pode ser administrado um fármaco109 anti-hipertensivo adicional. Não é recomendada a administração concomitante de outro diurético2.Terapia de segunda linha - Em pacientes que não respondem adequadamente à monoterapia com inibidores da ECA, pode-se obter uma substancial redução da pressão arterial22 com a mudança do tratamento para LOTENSIN H. Pacientes que utilizam 10 mg de Lotensin uma vez ao dia podem mudar  para LOTENSIN H 10/12,5 mg uma vez ao dia.
Pacientes que já fazem uso da hidroclorotiazida ou de outro diurético2 tiazídico, sem atingir o controle adequado da pressão arterial22, podem obter uma substancial redução da pressão arterial22 com a mudança do tratamento para LOTENSIN H. Em tais pacientes, o diurético2 deve ser descontinuado ao menos 3 dias antes de se iniciar o tratamento com LOTENSIN H. Os pacientes que faziam uso de 25 ou 50 mg de hidroclorotiazida ao dia devem iniciar com LOTENSIN H 10/12,5 mg, sendo em seguida a dosagem ajustada de acordo com a necessidade.
Pacientes nos quais a pressão arterial22 esteja adequadamente controlada com 25 mg de hidroclorotiazida ao dia, mas que têm perda de potássio com tal posologia, podem atingir o controle equivalente da pressão arterial22, sem distúrbios  eletrolíticos, se o tratamento for alterado para LOTENSIN H 5/6,25 mg. Os níveis de potássio devem, todavia, ser monitorizados (vide "Precauções").
Terapia de reposição  - A combinação livre de benazepril e hidroclorotiazida, administrada em comprimidos separados, pode ser substituída por LOTENSIN H. Se já for obtida uma redução adequada da pressão arterial22 com a combinação livre, o tratamento pode ser alterado para LOTENSIN H com a mesma dosagem de benazepril.
Utilização em pacientes idosos e na insuficiência renal43
Em estudos clínicos, não foram observadas diferenças em eficácia ou segurança entre pacientes idosos ou mais jovens tratados com LOTENSIN H. A dose usual de LOTENSIN H, definida de acordo com a resposta clínica, é recomendada para pacientes161 com  clearance  de creatinina44 > 30 mL/min (creatinina44 plasmática cerca de < 3 mg/dL162 ou 265 mol/L). A dose deve ser determinada cuidadosamente em pacientes idosos e/ou com insuficiência renal43 moderada ( clearance  de creatinina44 de 30 a 60 mL/min - vide "Farmacocinética" da hidroclorotiazida). Em pacientes com insuficiência renal43 severa ( clearance  de creatinina44  30 mL/min) e que necessitem de tratamento com um diurético2, é preferível administrar o benazepril com um diurético2 de alça, em lugar de um diurético2 tiazídico. LOTENSIN H não é recomendado, portanto, a pacientes com insuficiência renal43 severa  (vide "Advertências").
Crianças
A segurança e a eficácia de LOTENSIN H em crianças não foram estabelecidas.

Superdosagem de Lotensin H

Sinais58 e sintomas7
Não há dados específicos disponíveis sobre o tratamento de superdosagem com LOTENSIN H.
Em envenenamentos causados por uma superdosagem de hidroclorotiazida, podem ocorrer os seguintes sinais58 e sintomas7: vertigem138, náusea100, sonolência, hipovolemia163, hipotensão64 e alterações  eletrolíticas associadas a arritmias146 cardíacas e espasmos164 musculares. Não há experiências de superdosagem com benazepril. O principal sinal165 esperado de uma superdosagem deve ser uma acentuada hipotensão64.
Tratamento
Não há antídotos específicos tanto para a hidroclorotiazida como para o benazepril. O tratamento deve ser sintomático166 e de suporte. Se a ingestão for recente, deve-se induzir vômito127 ou efetuar uma lavagem gástrica167. Pode ser administrado carvão ativado para reduzir a absorção. As pernas do paciente devem ser mantidas em posição elevada e as perdas de líquido e de eletrólitos94 devem ser repostas. Monitorizar a função renal27 do paciente, até que sua condição retorne ao normal.
Embora o metabólito34 ativo benazeprilato seja pouco dialisável, tal prática deve ser considerada em pacientes com superdosagem com insuficiência renal43 agravada, de modo a manter a eliminação normal (vide "Precauções"). Em caso de hipotensão64 pronunciada, administrar a terapia adequada.

ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E EMBORA AS PESQUISAS REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

LOTENSIN H - Laboratório

NOVARTIS
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Complementos

1 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
2 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
3 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
4 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
5 Cabeça:
6 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
7 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
8 Gripe: Doença viral adquirida através do contágio interpessoal que se caracteriza por faringite, febre, dores musculares generalizadas, náuseas, etc. Sua duração é de aproximadamente cinco a sete dias e tem uma maior incidência nos meses frios. Em geral desaparece naturalmente sem tratamento, apenas com medidas de controle geral (repouso relativo, ingestão de líquidos, etc.). Os antibióticos não funcionam na gripe e não devem ser utilizados de rotina.
9 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
10 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
11 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
12 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
13 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
14 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
15 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
16 Inchaço: Inchação, edema.
17 Olhos:
18 Língua:
19 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
20 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
21 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
22 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
23 Vasoconstrição: Diminuição do diâmetro dos vasos sanguíneos.
24 Débito cardíaco: Quantidade de sangue bombeada pelo coração para a aorta a cada minuto.
25 Bradicinina: É um polipeptídio plasmático que tem função vasodilatadora e que se forma em resposta à presença de toxinas ou ferimentos no organismo.
26 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
27 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
28 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
29 Distal: 1. Que se localiza longe do centro, do ponto de origem ou do ponto de união. 2. Espacialmente distante; remoto. 3. Em anatomia geral, é o mais afastado do tronco (diz-se de membro) ou do ponto de origem (diz-se de vasos ou nervos). Ou também o que é voltado para a direção oposta à cabeça. 4. Em odontologia, é o mais distante do ponto médio do arco dental.
30 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
31 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
32 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
33 Pressão arterial diastólica: É a pressão mais baixa detectada no sistema arterial sistêmico, observada durante a fase de diástole do ciclo cardíaco. É também denominada de pressão mínima.
34 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
35 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
36 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
37 Eritrócitos: Células vermelhas do sangue. Os eritrócitos maduros são anucleados, têm forma de disco bicôncavo e contêm HEMOGLOBINA, cuja função é transportar OXIGÊNIO. Sinônimos: Corpúsculos Sanguíneos Vermelhos; Corpúsculos Vermelhos Sanguíneos; Corpúsculos Vermelhos do Sangue; Glóbulos Vermelhos; Hemácias
38 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
39 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
40 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
41 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
42 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
43 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
44 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
45 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
46 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
47 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
48 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
49 Anúria: Clinicamente, a anúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas.
50 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
51 Hipopotassemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
52 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
53 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
54 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
55 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
56 Glote: Aparato vocal da laringe. Consiste das cordas vocais verdadeiras (pregas vocais) e da abertura entre elas (rima da glote).
57 Laringe: É um órgão fibromuscular, situado entre a traqueia e a base da língua que permite a passagem de ar para a traquéia. Consiste em uma série de cartilagens, como a tiroide, a cricóide e a epiglote e três pares de cartilagens: aritnoide, corniculada e cuneiforme, todas elas revestidas de membrana mucosa que são movidas pelos músculos da laringe. As dobras da membrana mucosa dão origem às pregas vocais.
58 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
59 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
60 Injeção subcutânea: Injetar fluido no tecido localizado abaixo da pele, o tecido celular subcutâneo, com uma agulha e seringa.
61 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
62 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
63 Dessensibilização: É uma maneira de parar ou diminuir a resposta a reações alérgicas a algumas coisas. Por exemplo, se uma pessoa apresenta uma reação alérgica a alguma substância, o médico dá a esta pessoa uma pequena quantidade desta substância para aumentar a sua tolerância e vai aumentando esta quantidade progressivamente. Após um período de tempo, maiores doses são oferecidas antes que a dose total seja dada. É uma maneira de ajudar o organismo a prevenir as reações alérgicas.
64 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
65 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
66 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
67 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
68 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
69 Fisiológica: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
70 Oligúria: Clinicamente, a oligúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas ou menor de 30 ml/hora.
71 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
72 Artéria Renal: Ramo da aorta abdominal que irriga os rins, glândulas adrenais e ureteres.
73 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
74 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
75 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
76 Colágeno: Principal proteína fibrilar, de função estrutural, presente no tecido conjuntivo de animais.
77 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
78 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
79 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
80 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
81 Morbidade: Morbidade ou morbilidade é a taxa de portadores de determinada doença em relação à população total estudada, em determinado local e em determinado momento.
82 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
83 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
84 Hipoplasia: Desenvolvimento defeituoso ou incompleto de tecido ou órgão, geralmente por diminuição do número de células, sendo menos grave que a aplasia.
85 Crânio: O ESQUELETO da CABEÇA; compreende também os OSSOS FACIAIS e os que recobrem o CÉREBRO. Sinônimos: Calvaria; Calota Craniana
86 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
87 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
88 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
89 Ductus Arteriosus: Vaso sangüíneo fetal que conecta a artéria pulmonar à aorta descendente.
90 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
91 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
92 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
93 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
94 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
95 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
96 Alcalose: Desequilíbrio do meio interno, produzido por uma diminuição na concentração de íons hidrogênio ou aumento da concentração de bases orgânicas nos líquidos corporais.
97 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
98 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
99 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
100 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
101 Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
102 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
103 Litíase: Estado caracterizado pela formação de cálculos em diferentes regiões do organismo. A composição destes cálculos e os sintomas que provocam variam de acordo com sua localização no organismo (vesícula biliar, ureter, etc.).
104 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
105 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
106 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
107 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
108 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
109 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
110 Líquido amniótico: Fluido viscoso, incolor ou levemente esbranquiçado, que preenche a bolsa amniótica e envolve o embrião durante toda a gestação, protegendo-o contra infecções e choques mecânicos e térmicos.
111 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
112 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
113 Neonatos: Refere-se a bebês nos seus primeiros 28 dias (mês) de vida. O termo “recentemente-nascido“ refere-se especificamente aos primeiros minutos ou horas que se seguem ao nascimento. Esse termo é utilizado para enfocar os conhecimentos e treinamento da ressuscitação imediatamente após o nascimento e durante as primeiras horas de vida.
114 Teratogênica: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
115 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
116 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
117 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
118 Antidiabéticos orais: Quaisquer medicamentos que, administrados por via oral, contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais. Eles podem ser um hipoglicemiante, se forem capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados, ou um anti-hiperglicemiante, se agirem impedindo a elevação da glicemia após uma refeição.
119 Citotóxicos: Diz-se das substâncias que são tóxicas às células ou que impedem o crescimento de um tecido celular.
120 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
121 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
122 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
123 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
124 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
125 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
126 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
127 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
128 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
129 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
130 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
131 Urogenital: Na anatomia geral, é a região relativa aos órgãos genitais e urinários; geniturinário.
132 Micção: Emissão natural de urina por esvaziamento da bexiga.
133 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
134 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
135 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
136 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
137 Vertigens: O termo vem do latim “vertere” e quer dizer rodar. A definição clássica de vertigem é alucinação do movimento. O indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente.
138 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
139 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
140 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
141 Artralgia: Dor em uma articulação.
142 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
143 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
144 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
145 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
146 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
147 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
148 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
149 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
150 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
151 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
152 Colestase: Retardamento ou interrupção do fluxo nos canais biliares.
153 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
154 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
155 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
156 Necrosante: Que necrosa ou que sofre gangrena; que provoca necrose, necrotizante.
157 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
158 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
159 Pneumonite: Inflamação dos pulmões que compromete principalmente o espaço que separa um alvéolo de outro (interstício pulmonar). Pode ser produzida por uma infecção viral ou lesão causada por radiação ou exposição a diferentes agentes químicos.
160 Edema pulmonar: Acúmulo anormal de líquidos nos pulmões. Pode levar a dificuldades nas trocas gasosas e dificuldade respiratória.
161 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
162 Mg/dL: Miligramas por decilitro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
163 Hipovolemia: Diminuição do volume de sangue secundário a hemorragias, desidratação ou seqüestro de sangue para um terceiro espaço (p. ex. peritônio).
164 Espasmos: 1. Contrações involuntárias, não ritmadas, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosas ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
165 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
166 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
167 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.

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