Preço de LIVEPAX em Cambridge/SP: R$ 36,19

LIVEPAX

ACHÈ

Atualizado em 09/12/2014

LIVEPAX

levofloxacino

500 mg

Comprimidos revestidos

USO ORAL

USO ADULTO

Forma Farmacêutica e Apresentações de Livepax

Embalagens com 3, 7 e 10 comprimidos revestidos.

Composição

Cada comprimido revestido de Livepax contém 512,46 mg de levofloxacino hemi-hidratado (correspondente a 500 mg de levofloxacino anidro).

Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, hipromelose, estearil fumarato de sódio, álcool polivinílico, macrogol, talco, dióxido de titânio, corante óxido de ferro amarelo e corante óxido de ferro vermelho.

Informações ao Paciente de Livepax


Ação do medicamento

Livepax é um medicamento pertencente ao grupo dos antibióticos indicado para uso oral, no tratamento de infecções1 causadas por germes sensíveis ao levofloxacino.

O levofloxacino administrado pela via oral é rápido e quase completamente absorvido com pico de concentração plasmática obtido aproximadamente em 1,3 horas.

Indicações do medicamento

Livepax é indicado no tratamento de infecções1 bacterianas causadas por agentes sensíveis ao levofloxacino, como:

- infecções1 do trato respiratório superior e inferior, incluindo sinusite2 (causada por Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae ou Moraxella catarrhalis), exacerbações agudas de bronquite crônica3 (causada por Staphylococcus aureus, Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae, Haemophilus parainfluenzae ou Moraxella catarrhalis) e pneumonia4 (causada por Staphylococcus aureus, Streptococcus pneumoniae incluindo cepas5 de drogas multirresistentes [MDRSP*], Haemophilus influenzae, Haemophilus parainfluenzae, Klebsiella pneumoniae, Moraxella catarrhalis, Chlamydia pneumoniae, Legionella pneumophila ou Mycoplasma pneumoniae).

- infecções1 da pele e tecido subcutâneo6 (infecções1 complicadas causadas por Staphylococcus aureus sensíveis à metilcilina, Enterecoccus faecalis, Strepto coccus pyogenes ou Proteus mirabilis. Infecções1 não complicadas [leve a moderada] incluindo abcessos, celulite7, furunculose, impetigo8, erisipela9, piodermia, infecção10 da ferida causadas por Staphylococcus aureus ou Strepto coccus pyogenes).

- infecções1 do trato urinário11 (infecções1 complicadas [leve a moderada] causadas por Enterococcus faecalis, Enterobacter cloacae, Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae, Proteus mirabilis ou Pseudomonas aeruginosa. Infecções1 não complicadas [leve a moderada] causadas por Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae ou Staphylococcus saprophyticus), incluindo pielonefrite12 ([leve a moderada] causada por Escherichia coli);

- osteomielite13;

- septicemia14/bacteremia15 relacionadas às indicações acima;

- infecções1 intra-abdominais;

- prostatite16 causada por Escherichia coli, Enterococcus faecalis, Staphylo coccus epidermidis.

- pneumonia4 nosocomial causada por cepas5 de Staphylococcus aureus sensíveis à meticilina, Pseudomonas aeruginosa, Serratia marcescens, Escheri chia coli, Klebsiella pneumoniae, Haemophillus influenzae ou Streptococcus pneumoniae. Deverá ser avaliada a necessidade da combinação de Livepax com agente contra bacilos Gram-negativos potencialmente resistentes (aminoglicosídeo, piperacilina/tazobactam, carbapenem) e/ou outro contra estafilococos meticilino-resistentes (vancomicina, teicoplanina, linezolida, quinopristina/dalfopristina).

MDRSP* (Streptococcus pneumoniae de drogas multirresistentes) são cepas5 resistentes isoladas de dois ou mais dos seguintes antibióticos: penicilina (Mínima Concentração Inibitória [MCI] >/= 2 μg/mL), segunda geração de cefalosporínicos, por exemplo: cefuroxime, macrolídeos, tetraciclinas e trimetropina/sulfametoxazol.

Riscos do medicamento

Contraindicações

Levofloxacino não deve ser utilizado em:

- pacientes com alergia17 ao levofloxacino, a outras quinolonas ou a quaisquer outros componentes da fórmula do produto;

- pacientes com epilepsia18;

- pacientes com história de problemas no tendão19 relacionadas à administração de fluorquinolona;

- crianças ou adolescentes;

- durante a gravidez20 e

- mulheres lactantes21.

O uso em crianças e adolescentes, durante a gravidez20 e em mulheres lactantes21 está contraindicado porque, a julgar pelos experimentos em animais, o risco de danos causados na cartilagem22 de organismos em crescimento, não pode ser excluído completamente.

Este medicamento é contraindicado na faixa etária pediátrica.

Advertências

Informe seu médico caso você tenha ou já tenha apresentado problemas de saúde23 ou alergias, problemas no tendão19 ou caso você utilize medicamentos para convulsão24.

Pacientes predispostos à convulsão24

Como com qualquer outra quinolona, o levofloxacino deve ser utilizado com extrema cautela em pacientes predispostos à convulsão24.

Estes pacientes podem estar com lesão25 preexistente do sistema nervoso central26, ou em tratamento concomitante com fenbufeno e anti-inflamatórios não-esteroidais similares, ou com fármacos que diminuem o limiar da convulsão24 cerebral, como a teofilina (ver item “Interações medicamentosas”).

Colite27 pseudomembranosa

A ocorrência de diarreia28, particularmente grave, persistente e/ou com sangue29, durante ou após o tratamento com levofloxacino, pode ser indicativa de colite27 pseudomembranosa devido ao microrganismo Clostridium dificile. Na suspeita de colite27 pseudomembranosa, a administração de levofloxacino deve ser interrompida imediatamente.

O tratamento com antibiótico específico apropriado deve ser iniciado imediatamente (por exemplo: vancomicina oral, teicoplamina oral ou metronidazol). Produtos que inibem o peristaltismo30, ou seja, inibem a motilidade gastrintestinal, são contraindicados nesta situação.

Tendinite31

A tendinite31, raramente observada com quinolonas, pode ocasionalmente levar a ruptura envolvendo particularmente o tendão de Aquiles32. Este efeito indesejado pode ocorrer nas 48 horas do início do tratamento e pode ser bilateral. Os pacientes idosos estão mais predispostos à tendinite31. O risco de ruptura de tendão19 pode ficar aumentado na administração concomitante de corticosteroides. Na suspeita de tendinite31, o tratamento com levofloxacino deve ser interrompido imediatamente. O tratamento apropriado (por exemplo: imobilização) deve ser iniciado no tendão19 afetado.

Gravidez20

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Estudos de reprodução33 em animais não levantaram qualquer preocupação específica.

Entretanto, esta contraindicação é baseada na ausência de da dos humanos e devido ao risco de danos em estudos experimentais utilizando fluorquinolonas, incluindo o levofloxacino, nas cartilagens34 de organismos em crescimento.

Amamentação35

Livepax não deve ser utilizado por mulheres que estejam amamentando. Na ausência de dados humanos e devido ao risco de danos demonstrado em estudos experimentais, causados por fluorquinolonas, incluindo o levo floxacino, nas cartilagens34 de organismos em crescimento, esta atitude restritiva é justificada. (Ver item Contraindicações).

Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde23.

Precauções

Pacientes idosos

Não há necessidade de ajuste das doses, desde que esses pacientes não tenham doença nos rins36. (Ver item Advertências – Prolongamento do Intervalo QT).

Crianças e adolescentes

Levofloxacino não deve ser usado em crianças e adolescentes menores de 18 anos em fase de crescimento.

Restrições a grupos de risco

Pacientes com insuficiência37 do fígado38

Não é necessário ajuste de dose, uma vez que levofloxacino não é extensivamente metabolizado pelo fígado38, sendo sua principal via excreção os rins36.

Pacientes com insuficiência37 dos rins36

A dose de levofloxacino deve ser ajustada nos pacientes com insuficiência37 dos rins36, uma vez que o levofloxacino é excretado principalmente pelos rins36.

Prevenção da fotossensibilização

Embora a fotossensibilização seja muito rara com levofloxacino, é recomendado que os pacientes não se exponham desnecessariamente a ex cessiva luz solar direta ou aos raios U.V. artificiais (por exemplo: luz ultravioleta, solarium) a fim de prevenir a fotossensibilização.

Superinfecção39

Como outros antibióticos, o uso de levofloxacino, especialmente se prolongado, pode resultar em um crescimento excessivo de organismos não susceptíveis. É essencial que avaliações repetidas das condições dos pacientes sejam feitas pelo médico que tomará medidas apropriadas caso ocorra superinfecção39 durante o tratamento.

Em caso de suspeita de infecção10 por microrganismo anaeróbio, o uso de levofloxacino deve ser associado ao uso de fármacos anaerobicidas, devido à baixa eficácia em anaeróbios, que são comuns em infecções1 intra-abdominais.

Prolongamento do Intervalo QT

Foram relatados casos muito raros de prolongamento do intervalo QT em pacientes utilizando fluoroquinolonas, incluindo levofloxacino. Deve-se ter precaução quando do uso de fluoroquinolonas, incluindo levofloxacino, em pacientes com fatores de risco conhecidos para o prolongamento do intervalo QT, tais como:

• Idosos;

• Distúrbio eletrolítico (baixos níveis dos íons40 potássio, magnésio);

Síndrome41 QT longo congênito42;

• Doença cardíaca (por exemplo: insuficiência cardíaca43, infarto do miocárdio44, bradicardia45).

• Uso concomitante de medicamentos que são conhecidos por prolongar o intervalo QT (por exemplo: antiarrítmicos classes IA e III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos). (Ver item Pacientes Idosos, Interações Medica mentosas, Reações Adversas, Superdoses).

Pacientes com deficiência na enzima46 glicose47-6-fosfato desidrogenase

Pacientes com defeito ativo ou inativo na atividade da glicose47-6-fosfato desidrogenase podem estar predispostos a reações hemolíticas quando tratados com agentes antibacterianos quinolônicos, e isto tem que ser levado em consideração quando da utilização do levofloxacino.

Hipoglicemia48

Como com todas as quinolonas, foi relatada hipoglicemia48, geralmente em pacientes diabéticos recebendo tratamento concomitante com agentes hipoglicemiantes orais49 (p.ex. glibenclamida) ou com insulina50. Nesses pacientes diabéticos é recomendada monitorização cuidadosa da glicose sanguínea51.

Neuropatia periférica52

Foi relatada neuropatia periférica52 sensorial ou sensorimotora, a qual pode ser de início rápido, em pacientes recebendo fluoroquinolonas, incluindo levofloxacino.

Caso o paciente apresente sintomas53 de neuropatia54, o levofloxacino deve ser suspenso, isso minimizará o possível risco de desenvolvimento de uma condição irreversível.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas

Algumas reações adversas (por exemplo: tontura55/vertigem56, sonolência, distúrbios visuais) podem prejudicar a habilidade dos pacientes em se con centrar e reagir; portanto, podem constituir um risco em situações onde essas habilidades são de extrema importância (por exemplo: dirigir veículos ou operar máquinas).

Abuso e dependência

Provavelmente não há risco de ocorrência de abuso ou dependência com o uso de levofloxacino.

Risco de uso por via de administração não recomendada

Não há estudos dos efeitos de levofloxacino administrado por vias não recomendadas.

Portanto, por segurança e para eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente pela via oral.

Interações medicamentosas

Alimentos

Não existe interação clinicamente significativa de levofloxacino comprimidos com alimentos.

Livepax comprimidos pode, portanto, ser administrado concomitante a alimentos.

Sais de ferro ou antiácidos57 contendo magnésio ou alumínio

É recomendado que preparações contendo cátions bivalentes ou trivalentes como sais de ferro ou antiácidos57 contendo magnésio ou alumínio não sejam administradas duas horas antes ou depois da administração de Livepax comprimidos. Não foi observada interação com carbonato de cálcio.

Sucralfato

A biodisponibilidade de levofloxacino comprimidos é significativamente reduzida na administração concomitante com sucralfato. Caso o paciente esteja recebendo sucralfato e levofloxacino comprimidos, é recomendável administrar o sucralfato 2 horas após a administração de levofloxacino comprimidos.

Teofilina, fenbufeno ou anti-inflamatórios não-esteroidais similares

Nos estudos clínicos, não houve interação farmacocinética com levofloxacino e teofilina. Entretanto, pode ocorrer uma redução pronunciada no limiar da convulsão24 cerebral na administração concomitante de quinolonas e teofilina, fármacos anti-inflamatórios não-esteroidais ou outros agentes que diminuem o limiar da convulsão24. As concentrações de levofloxacino foram cerca de 13% mais altas na presença de fenbufeno do que quando administrados separadamente.

Probenecida e cimetidina

Deve-se ter cautela na administração concomitante de levofloxacino com drogas que afetam a secreção tubular renal58, como probenecida e cimetidina, especialmente em pacientes com insuficiência37 dos rins36. A probenecida e cimetidina causaram um efeito estatisticamente significativo na eliminação do levofloxacino. A eliminação pelos rins36 do levofloxacino foi reduzida pela cimetidina (24%) e probenecida (34%). Isto ocorre porque ambas as drogas são capazes de bloquear a secreção tubular renal58 de levofloxacino. Entretanto, nas doses testadas no estudo, as diferenças cinéticas59 estatisticamente significativas não têm relevância clínica.

Ciclosporina

A meia-vida da ciclosporina é aumentada em 33% quando administrada concomitantemente ao levofloxacino. Não é requerido o ajuste de dose da ciclosporina, uma vez que este aumento não é clinicamente relevante.

Antagonistas da vitamina60 K

Tem-se relatado em pacientes tratados concomitantemente com levofloxacino e antagonistas da vitamina60 K (ex.: varfarina), alteração nos testes de coagulação61 (tempo de protrombina62 corrigido) e/ou sangramento, os quais podem ser graves.

Portanto, os parâmetros de coagulação61 devem ser monitorados em pacientes tratados com antagonistas da vitamina60 K.

Medicamentos conhecidos por prolongar o Intervalo QT

Levofloxacino, como outras fluoroquinolonas, devem ser utilizados com precaução em pacientes recebendo medicamentos conhecidos por prolongar o Intervalo QT (por exemplo: antiarrítmicos classes IA e III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos). (Ver item Advertências- Prolongamento do Intervalo QT).

Outros

Foram conduzidos estudos clínicos farmacológicos para investigar possíveis interações farmacocinéticas entre levofloxacino e algumas drogas comumente prescritas. A farmacocinética do levofloxacino não foi afetada em qualquer proporção clinicamente significante quando esta foi administrada concomitantemente às seguintes drogas: carbonato de cálcio, digoxina, glibenclamida, ranitidina e varfarina (vide Antagonistas da vitamina60 K).

Exames de laboratório

O levofloxacino pode inibir o crescimento do microrganismo Mycobac terium tuberculosis e, portanto, pode fornecer resultados falso-negativos nos diagnósticos bacteriológicos da tuberculose63.

Em pacientes tratados com levofloxacino, a determinação de opioides na urina64 pode apresentar resultados falso-positivos. Pode ser necessário confirmar exames de opioides através de métodos mais específicos.

Modo de uso

ASPECTO FÍSICO

Livepax: comprimido revestido de cor rosa.

Os comprimidos de Livepax devem ser engolidos sem mastigar com suficiente quantidade de líquido.

Os comprimidos podem ser divididos para adaptação da dosagem. Os comprimidos podem ser administrados durante ou entre as refeições.

Os comprimidos de Livepax devem ser administrados pelo menos 2 horas antes ou depois da administração de sais de ferro, antiácidos57 e sucralfato, já que pode ocorrer redução na absorção.

Posologia de Livepax

A dose depende do tipo e severidade da infecção10 e da sensibilidade do patógeno.

As dosagens para adultos são geralmente baseadas no esquema abaixo:

Pacientes com Função Renal58 Normal (Clearance de Creatinina65 (Clcr) > 50 Ml/Min de Livepax


Populações especiais

Idosos

Não há necessidade de ajuste de dose para idosos, além daquela imposta em consideração à função renal58. (vide precauções)

Pacientes com insuficiência37 do fígado38

Não é necessário ajuste de dose, uma vez que Livepax não é extensivamente metabolizado pelo fígado38, sendo sua principal via excreção os rins36.

Pacientes com Insuficiência Renal66 (Clearance de Creatinina65 (Clcr) < 50 Ml/Min de Livepax

De acordo com a gravidade da infecção10, é recomendado o regime de tratamento dependendo do Clearance de creatinina65.

É muito importante que você cumpra exatamente o total de dias de tratamento prescrito.

Conduta necessária caso haja esquecimento de administração.

Caso você se esqueça de tomar uma das doses, tome-a assim que possível, no entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca tome duas doses de uma só vez.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.

Reações adversas

As informações fornecidas abaixo estão baseadas nos dados de estudos clínicos, em 5244 pacientes tratados com levofloxacino e em extensa experiência pós-comercialização. De acordo com as recomendações da CIOMS, têm-se utilizado os seguintes índices de frequência:

Muito Comum: Acima de 10%. Comum: de 1% a 10%. Incomum: de 0,1% a 1%. Raro: de 0,01% a 0,1%. Muito raro: menos que 0,01%. Casos isolados

Reações Anafiláticas67/Anafilactoides, Reações Cutâneas68 de Livepax


Incomum: prurido69, erupção70 cutânea71. Raro: urticária72, broncospasmo/dispneia73. Muito raro: angioedema74, hipotensão75, choque anafilático76/anafilactoide77, fotossensibilização. Casos Isolados: erupções bolhosas graves como Síndrome41 de Steven’s Johnson, necrólise epidermal tóxica (Síndrome41 de Lyell’s) e eritema multiforme78 exsudativo79.

Algumas vezes, as reações anafiláticas67/anafilactoides e mucocutâneas podem ocorrer mesmo após a primeira dose.

Gastrintestinal, Metabolismo80 de Livepax

Comum: náusea81, diarreia28. Incomum: anorexia82, vômito83, dor abdominal, dispepsia84. Raro: diarreia28 com sangue29, que em casos muito raros pode ser indicativa de enterocolite, incluindo colite27 pseudomembranosa. Muito raro: hipoglicemia48, particularmente em pacientes diabéticos.

Neurológica/Psiquiátrica de Livepax


Incomum: cefaleia85, tontura55/vertigem56, sonolência, insônia. Raro: depressão, ansiedade, reações psicóticas (por exemplo: alucinações86), parestesia87, tremor, agitação, confusão, convulsão24. Muito raro: neuropatia periférica52 sensorial ou sensório-motora, distúrbios visuais e auditivos, distúrbios no paladar88 e olfato. Casos isolados: reações psicóticas com comportamentos de autorrisco, incluindo atos ou idealizações suicidas.

Cardiovascular de Livepax

Raro: taquicardia89, hipotensão75. Muito raro: choque90 (anafilático/anafilactoide77). Casos isolados: prolongamento do intervalo QT. (Ver item Advertências - Prolongamento do Intervalo QT e item “Conduta em caso de superdose”).

Músculo-Esquelética de Livepax


Raro: artralgia91, mialgia92, problemas no tendão19 incluindo tendinite31 (por exemplo: tendão de Aquiles32). Muito raro: ruptura do tendão19 (por exemplo: tendão de Aquiles32). Fraqueza muscular, que pode ser de extrema importância em pacientes com miastenia93 grave. Casos isolados: rabdomiólise94.

Problemas No Fígado38 e Nos Rins36 de Livepax

Comum: aumento de enzimas hepáticas95 (por exemplo: TGP/TGO). Incomum: aumentos da bilirrubina96 e creatinina65 sérica. Muito raro: reações hepáticas97 como hepatite98, insuficiência37 aguda dos rins36 (por exemplo: devido à nefrite99 intersticial100). Desconhecida: deficiência hepática101 grave, incluindo casos com deficiência hepática101 aguda, foram relatados com uso de levofloxacino, principalmente em pacientes com doenças graves subjacentes (ex. sépsis).

Problemas Sanguíneos de Livepax


Incomum: eosinofilia102, leucopenia103. Raro: neutropenia104, trombocitopenia105. Muito raro: agranulocitose106. Casos isolados: anemia hemolítica107, pancitopenia108.

Outros de Livepax

Incomum: astenia109, supercrescimento de fungos e proliferação de outros microrganismos resistentes. Muito raro: pneumonite110 alérgica, febre111.

Outros Efeitos Indesejáveis Possivelmente Relacionados à Classe das Fluorquinolonas de Livepax


Muito raro: sintomas53 extrapiramidais e outras alterações na coordenação muscular, vasculite112 de hipersensibilidade e crises de porfiria113 em pacientes com porfiria113.

Conduta em caso de superdose

De acordo com estudos de toxicidade114 em animais, os sinais115 mais importantes após a ocorrência de superdose oral aguda com levofloxacino são: sintomas53 no Sistema Nervoso Central26 como confusão, vertigens116, alterações de consciência e convulsões. Podem ocorrer reações gastrintestinais como náuseas117 e erosões da mucosa118.

Em estudos de farmacologia119 clínica realizados com superdoses foram observados aumento do intervalo QT.

Em caso de superdose acidental, procure imediatamente o seu médico ou atendimento médico de emergência120.

Tratamento

Em caso de superdose, o paciente deve ser observado cuidadosamente (incluindo monitorização do ECG) e tratamento sintomático121 deve ser implementado.

Se ocorrer superdose aguda, deve-se considerar também a lavagem gástrica122 e pode-se utilizar antiácidos57 para a proteção da mucosa118 gástrica.

A hemodiálise123, incluindo diálise peritoneal124 e CAPD (diálise peritoneal124 ambulatorial contínua) não são efetivas em remover o levofloxacino do corpo. Não existe antídoto125 específico.

Cuidados de conservação

O medicamento deve ser armazenado na embalagem original até sua total utilização.

Desde que respeitados os cuidados de armazenamento, o medicamento apresenta uma validade de 24 meses a contar da data de sua fabricação. Não devem ser utilizados medicamentos fora do prazo de validade, pois podem trazer prejuízos à saúde23.

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 - 30°C). Proteger da luz e umidade.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Informações Técnicas Aos Profissionais de Saúde23 de Livepax

Características Farmacológicas de Livepax

Propriedades farmacodinâmicas

Levofloxacino é um agente antibacteriano sintético de amplo espectro pertencente à classe das fluorquinolonas, para administração oral ou intravenosa. O levofloxacino é o enantiômero S(-) (forma levorotatória) da substância ofloxacino racêmica126.

Modo de ação

Como um agente antibacteriano da classe das fluorquinolonas, o levofloxacino age no complexo do DNA girase e topoisomerase IV.

“Breakpoints”

Os pontos de corte preliminares de CIM recomendados pelo NCCLS (Comitê Nacional Americano de Padrões Clínicos Laboratoriais) para levofloxacino, que distinguem os microrganismos susceptíveis dos intermediariamente susceptíveis e bem como dos microrganismos resistentes, são:

O espectro antibacteriano do levofloxacino é listado abaixo (a sensibilidade ao levofloxacino pode variar, dependendo da epidemiologia e do nível de resistência relativo no país).

Microrganismos susceptíveis

Aeróbios Gram-Positivos de Livepax

Corynebacterium diphtheriae, Corynebacterium jeikeium, Enterococcus faecalis, Enterococcus spp, Listeria monocytogenes, Staphy lo coccus coagulase negative methi-S(1), Staphylococcus aureus methi-S, Staphylococcus epidermidis methi-S, Staphylococcus spp (CNS), Streptococci, grupo C e G, Streptococcus agalactiae, Strep tococcus pneumoniae peni-I/S/R, Streptococcus pyoge nes,Viri dans streptococcus peni-S/R.

A suscetibilidade dos microrganismos testados ao levofloxacino é categorizado conforme segue:

Grupo A: resistência não descrita ou ainda incomum (<10%)

Grupo B: resistência ocorre entre 10% - 50%

Grupo C: resistência inerente ou ocorrendo frequentemente (>50%).

Tabela 1: microrganismos aeróbicos Gram-positivos


Aeróbios Gram-Negativos de Livepax

Acinetobacter baumannii, Acinetobacter spp, Actinobacillus actinomycetemcomitans, Citrobacter freundii, Eikenella corrodens,Enterobacter aerogenes, Enterobacter agglomerans, Enterobacter cloacae, Enterobacter spp, Escherichia coli, Gardnerella vaginalis, Haemophilus ducreyi, Haemophilus influenzae ampi-S/R, Haemophilus para-influenzae, Helicobacter pylori, Klebsiella oxytoca, Klebsiella pneumoniae, Klebsiella spp, Moraxella catarrhalis B+ / B-, Morganella morganii, Neisseria gonorrhoeae non PPNG/PPNG, Neisseria meningitidis, Pasteurella canis, Pasteurella dagmatis, Pasteurella multocida, Pasteurella spp, Proteus mirabilis, Proteus vulgaris, Providencia rettgeri, Providencia stuartii, Providencia spp, Pseudomonas aeruginosa, Pseudomonas spp, Salmonella spp, Serratia marcescens, Serratia spp.

Tabela 2: microrganismos aeróbicos Gram-negativos


Anaeróbios de Livepax

Bacteroides fragilis, Bifidobacterium spp, Clostridium perfringens, Fusobacterium spp, Peptostreptococcus, Propionibacterium spp, Veillonella spp.

Tabela 3: microrganismos anaeróbicos


Outros Microrganismos de Livepax

Bartonella spp, Chlamydia pneumoniae, Chlamydia psittaci, Chlamydia trachomatis, Legionella pneumophila, Legionella spp, Mycobacterium spp, Mycobacterium leprae, Mycobacterium tuberculosis, Mycoplasma hominis, Mycoplasma pneumoniae, Rickettsia spp e Ureaplasma urealyticum.

Tabela 4: outros microrganismos

Microrganismos habitualmente com susceptibilidade127 intermediária

Aeróbios Gram-Positivos de Livepax

Corynebacterium urealyticum, Corynebacterium xerosis, Enterococcus faecium, Staphylococcus epidermidis methi-R, Staphylococcus haemolyticus methi-R.

Aeróbios Gram-Negativos de Livepax

Burkholderia cepacia, Campylobacter jejuni/coli

Anaeróbios de Livepax

Bacteroides thetaiotaomicron, Bacteroides vulgatus, Bacteroides ovatus, Prevotella spp e Porphy romonas spp

Microrganismos habitualmente resistentes

Aeróbios Gram-Positivos de Livepax

Corynebacterium jeikeium, Staphylococcus aureus methi–R, Staphylococcus coagulase negative methi-R

Aeróbios Gram-Negativos de Livepax

Alcaligenes xylosoxidans

Anaeróbios de Livepax

Bacteroides thetaiotaomicron

Outros Microrganismos de Livepax

Mycobacterium avium

Resistência

O principal mecanismo de resistência é devido à mutação128 gyr-A.

Foi documentado em 1997 resistência adquirida ao levofloxacino:

Streptococcus pneumoniae: <1% na França

Haemophilus influenzae: raro

Devido ao mecanismo de ação, normalmente não há resistência cruzada entre levofloxacino e outras classes de agentes antibacterianos.

Outras informações

Em infecções1 nosocomiais causadas por Pseudomonas aeruginosa pode ser necessária a terapia combinada129.

Propriedades farmacocinéticas

Farmacocinética em adultos normais

Farmacocinética em pacientes com insuficiência renal66

Absorção

O levofloxacino administrado pela via oral é rápida e quase completamente absorvida com pico de concentração plasmática obtido dentro de 1,3 h (Cmáx: 5,2-6,9 μg/mL após doses únicas de 500 mg de levofloxacino). A biodisponibilidade absoluta é de aproximadamente 100%. O levofloxacino apresenta uma farmacocinética linear variando entre 150-600 mg. O efeito da absorção do levofloxacino é pouco alterado com a ingestão de alimentos.

Distribuição

Aproximadamente 30-40% de levofloxacino está ligado às proteínas130 séricas. Doses múltiplas de 500 mg de levofloxacino, uma vez ao dia, mostraram acumulação insignificante. Há um modesto, mas previsível acúmulo de levofloxacino após doses de 500 mg, duas vezes ao dia. O estado de equilíbrio “steady state” é atingido em período de 3 dias.

Penetração nos tecidos e fluidos corpóreos

Penetração na mucosa118 brônquica e fluido de revestimento epitelial

As concentrações máximas de levofloxacino na mucosa118 brônquica e no fluido de revestimento epitelial após 500 mg por via oral foram de 8,3 μg/g e 10,8 μg/mL, respectivamente com níveis de penetração na mucosa118 brônquica e fluido de revestimento epitelial sérico de 0,9 a 1,8 e 0,8 a 3 respectivamente.

Estas concentrações foram alcançadas em aproximadamente uma hora após a administração.

Penetração nos tecidos pulmonares

As concentrações máximas de levofloxacino no tecido131 pulmonar após 500 mg por via oral foram de aproximadamente 11,3 μg/g e foram alcançadas entre 4-6 horas após a administração com níveis de penetração no plasma132 do tecido131 pulmonar variando entre 2-5. As concentrações nos pulmões133 consequentemente excederam às do plasma132.

Penetração nos fluidos vesiculares

Nos fluidos de vesículas134 as concentrações máximas de levofloxacino de 4,0 e 6,7 μg/mL, foram alcançadas 2 – 4 horas após a administração, após 3 dias de tratamento com doses de 500 mg, uma ou duas vezes ao dia, respectivamente com uma proporção (fluido vesical135/plasma132) de aproximadamente 1.

Penetração no tecido ósseo136

O levofloxacino apresenta boa penetração no tecido131 cortical e poroso, tanto no fêmur137 proximal138 quanto distal139, com níveis de penetração (osso/plasma132) de 0,1 a 3,0. A penetração no osso é rápida, levando-se aproximadamente 2 horas para alcançar a concentração máxima.

Penetração no fluido cérebro140-espinhal

O levofloxacino apresenta baixa penetração no fluido cérebro140-espinhal.

Penetração no tecido131 prostático

Após administração oral de 500 mg de levofloxacino uma vez ao dia durante três dias, as concentrações médias no tecido131 prostático foram 8,7 μg/g, 8,2 μg/g e 2,0 μg/g respectivamente após 2 horas, 6 horas e 24 horas; a concentração média próstata141/ plasma132 foi 1,84.

Concentração urinária

As concentrações urinárias médias, 8 – 12 horas após a administração de uma dose oral única de 150 mg, 300 mg ou 600 mg de levofloxacino foram de 44 μg/mL, 91 μg/mL e 162 μg/mL, respectivamente.

Metabolismo80

O levofloxacino é metabolizado numa proporção muito pequena, sendo os metabólitos142: a desmetillevofloxacino e N-óxido levofloxacino. Menos de 5% da dose desses metabólitos142 são excretados na urina64. O levofloxacino é estereoquimicamente estável e não sofre inversão quiral.

Eliminação

Após administrações orais, o levofloxacino é eliminado de modo relativamente lento do plasma132 (t1/2: 6-8 h). A excreção é principalmente por via renal58 (> 85% da dose administrada).

Diferenças de sexo

As análises separadas de pacientes do sexo masculino e feminino não mostraram nenhuma diferença clínica relevante na farmacocinética do levofloxacino.

Pacientes idosos

Não há diferenças significativas na cinética143 do levofloxacino entre jovens e pacientes idosos, exceto aquelas diferenças associadas ao clearance de creatinina65.

Pacientes com insuficiência renal66

A farmacocinética do levofloxacino é afetada pela insuficiência renal66. Quando a função renal58 está reduzida, a eliminação renal58 e o clearance são diminuídos, e a meia-vida de eliminação é aumentada.


Dados de Segurança Pré-Clínica de Livepax

Toxicidade114 aguda

Os valores da dose letal média (DL 50) obtidos em camundongos e ratos após administração oral de levofloxacino foram de 1500-2000 mg/kg. A administração de 500 mg/Kg, por via oral em macacos induziram poucos efeitos além de vômito83.

Toxicidade114 em doses repetidas

Foram conduzidos estudos com gavagem em ratos e macacos com duração de um e seis meses.

As doses foram de 50, 200, 800 mg/kg/dia e 20, 80, 320 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em ratos e 10, 30, 100 mg/kg/dia e 10, 25, 62,5 mg/kg/dia durante 1 e 6 meses em macacos.

Os sinais115 de reações ao tratamento foram discretos em ratos, com efeitos leves principalmente na dose de 200 mg/kg/dia ou mais, com discreta redução no consumo de alimentos e alteração leve dos parâmetros hematológicos e bioquímicos. Foi concluído nesse estudo que o NOEL (Nível de Efeito Adverso Não Observado) foi de 200 e 20 mg/kg/dia após 1 e 6 meses, respectivamente.

A toxicidade114 após dose oral em macacos foi mínima com redução no peso corpóreo de 100 mg/kg/dia concomitante com salivação, diarreia28 e diminuição do pH urinário em alguns animais nesta dose. Não foi observada toxicidade114 no estudo de 6 meses. Os NOELS foram definidos como sendo 30 e 62,5 mg/kg/dia após 1 e 6 meses, respectivamente.

No estudo de seis meses, o NOEL foi definido como sendo 20 e 62,5 mg/kg/dia em ratos e macacos, respectivamente.

Carcinogenicidade

Não foi observada nenhuma indicação de potencial carcinogênico em estudo de 2 anos, em ratos com administração dietética (0, 10, 30 e 100 mg/kg/dia)

Genotoxicidade

Na ausência de ativação metabólica, o levofloxacino não induziu mutações gênicas em células144 bacterianas ou de mamíferos, porém induziu aberrações cromossômicas em células144 de pulmão145 de hamster chinês in vitro em concentrações iguais ou superiores a 100 μg/mL. Testes in vivo (micronúcleos, alteração de cromátides irmãs, síntese de DNA não programada e testes letais dominantes) não mostraram qualquer potencial genotóxico.

Teratogenicidade

Levofloxacino não foi teratogênico146 em ratos, em doses orais tão altas quanto 810 mg/kg/dia.

Nenhuma teratogenicidade foi observada em coelhos em dose oral de 50 mg/kg/dia

Toxicidade114 reprodutiva

O levofloxacino não causou dano na fertilidade ou no desenvolvimento reprodutivo em ratos com doses orais tão altas quanto 360 mg/kg/dia. O levofloxacino não apresentou efeito na fertilidade, e seu único efeito no feto147 foi a maturação retardada como resultado de toxicidade114 materna.

Fototoxicidade

Estudos em ratos após administração oral mostraram que o levofloxacino apresenta atividade fototóxica apenas em doses muito elevadas. O levofloxacino não demonstrou qualquer potencial genotóxico nos ensaios de fotomutagenicidade e reduziu o potencial de desenvolvimento de tumor148 nos ensaios de fotocarcinogenicidade.

Toxicidade114 nas articulações149

Em comum com outras fluorquinolonas, o levofloxacino mostrou efeito na cartilagem22 (vesículas134 e cavidades) em ratos e cães. Estes efeitos foram mais característicos em animais jovens.

Resultados de Eficácia de Livepax


A eficácia de levofloxacino foi comprovada nos seguintes estudos:

Levofloxacino 500 mg: (DAVIS, R. 1994) “Levofloxacin: a review of its antibacterial activity, pharmacokinetics and therapeutic efficacy.” “A multicenter, randomized study comparing the efficacy and safety of intravenous and/or oral levoloxacin versus ceftriaxone and /or cefuroxime axetil in treatment of adults with community-acquired pneumonia4.” (FILE, T. M. 1997); “Levofloxacin in the treatment of community acquired pneumonia4.” (FILE, T.M. 1998); “Comparative in-vitro activity of levofloxacin against isolates of bacteria150 from adult patients with community-acquired lower respiratory tract infections.”

(CASELLAS, J.M. 1999); “Penetration of levofloxacin into lung tissue after oral administration to subjects undergoing lung biopsy or lobectomy.” (LEE, L. J. 1998); “Levofloxacina: una nueva generación de quinolonas para infecciones respiratórias.” (STAMBOULIAN, D. 1997); “A comparison of levofloxacin (LVFX) QD and amoxicillin-clavulanate (Amox/Clav) TID for the treatment of acute bacterial sinusitis.” (ADELGLASS, J. 1996).

Outros estudos também demonstraram a eficácia de levofloxacino: “Multicenter, randomized study comparing efficacy and safety of oral levofloxacin and cefaclor in treatment of acute bacterial exacerbations of chronic bronchitis.” (Habib, M.P. 1998); “A controlled trial of levofloxacin and lomefloxacin in the treatment of complicated urinary tract infection.” (Klimberg, I.W. 1998); “Levofloxacin versus ciprofloxacin versus lomefloxacin in acute pyelonephritis.” (Richard, G.A. 1998); “Sparfloxacin and levofloxacin.” (Anon 1997); “Open-label assessment of levofloxacin for the treatment of acute bacterial sinusitis in adults.” (Sydnor. T.A. 1998); “A multicentre, double-blind, randomised study comparing the efficacy and safety of oral levofloxacin versus ciprofloxacin in the treatment of uncomplicated skin and skin structure infections.” (Nicodemo, A.C. 1998).

Indicações de Livepax

Livepax é indicado no tratamento de infecções1 bacterianas causadas por agentes sensíveis ao levofloxacino, como:

- infecções1 do trato respiratório superior e inferior, incluindo sinusite2 (causada por Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae ou Moraxella catarrhalis), exacerbações agudas de bronquite crônica3 (causada por Staphylococcus aureus, Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae, Haemophilus parainfluenzae ou Moraxella catarrhalis) e pneumonia4 (causada por Staphylococcus aureus, Streptococcus pneumoniae incluindo cepas5 de drogas multirresistentes [MDRSP*], Haemophilus influenzae, Haemophilus parainfluenzae, Klebsiella pneumoniae, Moraxella catarrhalis, Chlamydia pneumoniae, Legionella pneumophila ou Mycoplasma pneumoniae).

- infecções1 da pele e tecido subcutâneo6 (infecções1 complicadas causadas por Staphylococcus aureus sensíveis à meticilina, Enterococcus faecalis, Streptococcus pyogenes ou Proteus mirabilis. Infecções1 não complicadas [leve a moderada] incluindo abscessos151, celulite7, furunculose, impetigo8, erisipela9, piodermia, infecção10 da ferida causadas por Staphylococcus aureus ou Streptococcus pyogenes).

- infecções1 do trato urinário11 (infecções1 complicadas [leve a moderada] causadas por Enterococcus faecalis, Enterobacter cloacae, Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae, Proteus mirabilis ou Pseudomonas aeruginosa. Infecções1 não complicadas [leve a moderada] causadas por Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae ou Staphylococcus saprophyticus), incluindo pielonefrite12 ([leve a moderada] causada por Escherichia coli);

- osteomielite13;

- septicemia14/bacteremia15 relacionadas às indicações acima;

- infecções1 intra-abdominais;

- prostatite16 causada por Escherichia coli, Enterococcus faecalis, Staphylococcus epidermidis.

- pneumonia4 nosocomial causada por cepas5 de Staphylococcus aureus sensíveis à meticilina, Pseudomonas aeruginosa, Serratia marcescens, Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae, Haemophillus influenzae ou Streptococcus pneumoniae. Deverá ser avaliada a necessidade da combinação de levofloxacino com agente contra bacilos Gram-negativos potencialmente resistentes (aminoglicosídeo, piperacilina/tazobactam, carbapenem) e/ou outro contra estafilococos meticilinoresistentes (vancomicina, teicoplanina, linezolida, quinopristina/dalfopristina).

MDRSP* (Streptococcus pneumoniae de drogas multirresistentes) são cepas5 resistentes isoladas de dois ou mais dos seguintes antibióticos: penicilina (Mínima Concentração Inibitória [MCI] >/= 2 μg/mL), segunda geração de cefalosporínicos, por exemplo: cefuroxime, macrolídeos, tetraciclinas e trimetropina/sulfametoxazol.

Contraindicações de Livepax


Livepax não deve ser utilizado em:

- pacientes com hipersensibilidade ao levofloxacino, a outras quinolonas ou a quaisquer outros componentes da fórmula do produto;

- pacientes com epilepsia18;

- pacientes com história de problemas no tendão19 relacionadas à administração de fluorquinolona;

- crianças ou adolescentes;

- durante a gravidez20 e

- mulheres lactantes21.

O uso em crianças e adolescentes, durante a gravidez20 e em mulheres lactantes21 está contraindicado porque, a julgar pelos experimentos em animais, o risco de danos causados na cartilagem22 de organismos em crescimento, não pode ser excluído completamente.

Modo de Usar e Cuidados de Conservação Depois de Aberto de Livepax

Os comprimidos de Livepax devem ser engolidos sem mastigar com suficiente quantidade de líquido.

Os comprimidos podem ser divididos para adaptação da dosagem. Os comprimidos podem ser administrados durante ou entre as refeições.

Os comprimidos de Livepax devem ser administrados pelo menos 2 horas antes ou depois da administração de sais de ferro, antiácidos57 e sucralfato, já que pode ocorrer redução na absorção.

O medicamento deve ser armazenado na embalagem original até sua total utilização.

Desde que respeitados os cuidados de armazenamento, o medicamento apresenta uma validade de 24 meses a contar da data de sua fabricação. Não devem ser utilizados medicamentos fora do prazo de validade, pois podem trazer prejuízos à saúde23.

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 - 30°C). Proteger da luz e umidade.

Posologia de Livepax


A dose depende do tipo e severidade da infecção10 e da sensibilidade do patógeno.

As dosagens para adultos são geralmente baseadas no esquema abaixo:

Pacientes com Função Renal58 Normal (Clearance de Creatinina65 (Clcr) > 50 Ml/Min de Livepax

Populações especiais

Idosos

Não há necessidade de ajuste de dose para idosos, além daquela imposta em consideração à função renal58. (vide precauções)

Pacientes com insuficiência37 do fígado38

Não é necessário ajuste de dose, uma vez que Livepax não é extensivamente metabolizado pelo fígado38, sendo sua principal via excreção a renal58.

Pacientes com Insuficiência Renal66 (Clearance de Creatinina65 (Clcr) < 50 Ml/Min de Livepax


De acordo com a gravidade da infecção10, é recomendado o regime de tratamento dependendo do Clearance de creatinina65

Conduta necessária caso haja esquecimento de administração.

Caso o paciente esqueça de tomar uma dose, ele deverá tomá-la assim que possível, no entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte o paciente deverá esperar por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo.

Advertências de Livepax

Pacientes predispostos à convulsão24

Como com qualquer outra quinolona, o Livepax deve ser utilizado com extrema cautela em pacientes predispostos à convulsão24.

Estes pacientes podem estar com lesão25 preexistente do sistema nervoso central26, ou em tratamento concomitante com fenbufeno e anti-inflamatórios não-esteroidais similares ou com fármacos que diminuem o limiar da convulsão24 cerebral, como a teofilina (ver item “Interações medicamentosas”).

Colite27 pseudomembranosa

A ocorrência de diarreia28, particularmente grave, persistente e/ou com sangue29, durante ou após o tratamento com levofloxacino pode ser indicativa de colite27 pseudomembranosa devido a Clostridium dificile. Na suspeita de colite27 pseudomembranosa, a administração de levofloxacino deve ser interrompida imediatamente.

O tratamento com antibiótico específico apropriado deve ser iniciado imediatamente (por exemplo: vancomicina oral, teicoplanina oral ou metronidazol). Produtos que inibem o peristaltismo30 são contraindicados nesta situação.

Tendinite31

A tendinite31, raramente observada com quinolonas, pode ocasionalmente levar a ruptura envolvendo particularmente o tendão de Aquiles32. Este efeito indesejado pode ocorrer nas 48 horas do início do tratamento e pode ser bilateral. Os pacientes idosos estão mais predispostos à tendinite31. O risco de ruptura de tendão19 pode ficar aumentado na administração concomitante de corticosteroides. Na suspeita de tendinite31, o tratamento com levofloxacino deve ser interrompido imediatamente.

O tratamento apropriado (por exemplo: imobilização) deve ser iniciado no tendão19 afetado.

Gravidez20

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Categoria de risco na gravidez20: categoria C

Estudos de reprodução33 em animais não levantaram qualquer preocupação específica. Entretanto, esta contraindicação é baseada na ausência de dados humanos e devido ao risco de danos em estudos experimentais utilizando fluorquinolonas, incluindo o levofloxacino, nas cartilagens34 de organismos em crescimento.

Lactação152

Levofloxacino não deve ser utilizado por mulheres lactantes21. Na ausência de dados humanos e devido ao risco de danos demonstrado em estudos experimentais, causados por fluorquinolonas, incluindo o levofloxacino, nas cartilagens34 de organismos em crescimento, esta atitude restritiva é justificada.

(Ver itens Contraindicações e Dados de segurança pré-clínica).

Precauções

Uso em Idosos, Crianças e Outros Grupos de Risco de Livepax


Idosos

Não há necessidade de ajuste das doses, desde que esses pacientes não tenham alterações na função renal58. (Ver item Advertências - Prolongamento do Intervalo QT).

Crianças e adolescentes

O uso em crianças e adolescentes menores de 18 anos está contraindicado devido ao risco de danos causados na cartilagem22 de organismos em crescimento, o que não pode ser excluído completamente, considerando os experimentos em animais.

Restrições a grupos de risco

Pacientes com insuficiência37 do fígado38

Não é necessário ajuste de dose, uma vez que levofloxacino não é extensivamente metabolizado pelo fígado38, sendo sua principal via excreção a renal58.

Pacientes com insuficiência renal66

A dose de levofloxacino deve ser ajustada nos pacientes com insuficiência renal66, uma vez que o levofloxacino é excretado principalmente pelos rins36.

Prevenção da fotossensibilização

Embora a fotossensibilização seja muito rara com levofloxacino, é recomendado que os pacientes não se exponham desnecessariamente a excessiva luz solar direta ou aos raios U.V. artificiais (por exemplo: luz ultravioleta, solarium) a fim de prevenir a fotossensibilização.

Superinfecção39

Como outros antibióticos, o uso de levofloxacino, especialmente se prolongado, pode resultar em um crescimento excessivo de organismos não susceptíveis. Avaliações repetidas das condições dos pacientes são essenciais. Devem ser tomadas medidas apropriadas, caso ocorra superinfecção39 durante o tratamento.

Prolongamento do Intervalo QT

Foram relatados casos muito raros de prolongamento do intervalo QT em pacientes utilizando fluoroquinolonas, incluindo levofloxacino. Deve-se ter precaução quando do uso de fluoroquinolonas, incluindo levofloxacino, em pacientes com fatores de risco conhecidos para o prolongamento do intervalo QT, tais como:

• Idosos

• Distúrbio eletrolítico (hipocalemia153, hipomagnesemia).

Síndrome41 QT longo congênito42

• Doença cardíaca (por exemplo: insuficiência cardíaca43, infarto do miocárdio44, bradicardia45).

• Uso concomitante de medicamentos que são conhecidos por prolongar o Intervalo QT (por exemplo: antiarrítmicos classes IA e III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos). (Ver item Pacientes Idosos, Interações Medicamentosas, Reações Adversas, Superdoses).

Pacientes com deficiência na enzima46 glicose47-6-fosfato desidrogenase

Pacientes com defeito latente ou atual na atividade da glicose47-6-fosfato desidrogenase podem estar predispostos a reações hemolíticas quando tratados com agentes antibacterianos quinolônicos, e isto tem que ser levado em consideração quando da utilização do levofloxacino.

Hipoglicemia48

Como com todas as quinolonas, foi relatada hipoglicemia48, geralmente em pacientes diabéticos recebendo tratamento concomitante com agentes hipoglicemiantes orais49 (p.ex. glibenclamida) ou com insulina50.

Nesses pacientes diabéticos é recomendada monitorização cuidadosa da glicose sanguínea51.

Neuropatia periférica52

Foi relatada neuropatia periférica52 sensorial ou sensorimotora, a qual pode ser de início rápido, em pacientes recebendo fluoroquinolonas, incluindo levofloxacino.

Caso o paciente apresente sintomas53 de neuropatia54, o levofloxacino deve ser suspenso, isso minimizará o possível risco de desenvolvimento de uma condição irreversível.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas

Algumas reações adversas (por exemplo: tontura55/vertigem56, sonolência, distúrbios visuais) podem prejudicar a habilidade dos pacientes em se concentrar e reagir; portanto, podem constituir um risco em situações onde essas habilidades são de extrema importância (por exemplo: dirigir veículos ou operar máquinas).

Abuso e dependência

Provavelmente não há risco de ocorrência de abuso ou dependência com o uso de levofloxacino.

Risco de uso por via de administração não recomendada

Não há estudos dos efeitos de levofloxacino administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente pela via oral.

Interações Medicamentosas de Livepax

Alimentos

Não existe interação clinicamente significativa de levofloxacino comprimidos com alimentos. Levofloxacino comprimidos pode, portanto, ser administrado concomitante a alimentos (ver item Propriedades farmacocinéticas).

Sais de ferro ou antiácidos57 contendo magnésio ou alumínio

É recomendado que preparações contendo cátions bivalentes ou trivalentes como sais de ferro ou antiácidos57 contendo magnésio ou alumínio não sejam administradas duas horas antes ou depois da administração de levofloxacino comprimidos. Não foi observada interação com carbonato de cálcio.

Sucralfato

A biodisponibilidade de levofloxacino comprimidos é significativamente reduzida na administração concomitante com sucralfato. Caso o paciente esteja recebendo sucralfato e levofloxacino comprimidos, é recomendável administrar o sucralfato 2 horas após a administração de levofloxacino comprimidos.

Teofilina, fenbufeno ou anti-inflamatórios não-esteroidais similares

Nos estudos clínicos, não houve interação farmacocinética com levofloxacino e teofilina. Entretanto, pode ocorrer uma redução pronunciada no limiar da convulsão24 cerebral na administração concomitante de quinolonas e teofilina, fármacos anti-inflamatórios não-esteroidais ou outros agentes que diminuem o limiar da convulsão24. As concentrações de levofloxacino foram cerca de 13% mais altas na presença de fenbufeno do que quando administrados separadamente.

Probenecida e cimetidina

Deve-se ter cautela na administração concomitante de levofloxacino com drogas que afetam a secreção tubular renal58, como probenecida e cimetidina, especialmente em pacientes com insuficiência renal66. A probenecida e cimetidina causaram um efeito estatisticamente significativo na eliminação do levofloxacino. O clearance renal58 do levofloxacino foi reduzido pela cimetidina (24%) e probenecida (34%). Isto ocorre porque ambas as drogas são capazes de bloquear a secreção tubular renal58 de levofloxacino. Entretanto, nas doses testadas no estudo, as diferenças cinéticas59 estatisticamente significativas não têm relevância clínica.

Ciclosporina

A meia-vida da ciclosporina é aumentada em 33% quando administrada concomitantemente a levofloxacino.

Não é requerido o ajuste de dose da ciclosporina, uma vez que este aumento não é clinicamente relevante.

Antagonistas da vitamina60 K

Tem-se relatado em pacientes tratados concomitantemente com levofloxacino e antagonistas da vitamina60 K (ex.: varfarina), alteração nos testes de coagulação61 (tempo de protrombina62 corrigido) e/ou sangramento, os quais podem ser graves.

Portanto, os parâmetros de coagulação61 devem ser monitorados em pacientes tratados com antagonistas da vitamina60 K.

Medicamentos conhecidos por prolongar o Intervalo QT

Levofloxacino, como outras fluoroquinolonas, deve ser utilizado com precaução em pacientes recebendo medicamentos conhecidos por prolongar o Intervalo QT (por exemplo: antiarrítmicos classes IA e III, antidepressivos tricíclicos, macrolídeos). (Ver item Advertências - Prolongamento do Intervalo QT).

Outros

Foram conduzidos estudos clínicos farmacológicos para investigar possíveis interações farmacocinéticas entre levofloxacino e algumas drogas comumente prescritas. A farmacocinética do levofloxacino não foi afetada em qualquer proporção clinicamente significante quando esta foi administrada concomitantemente às seguintes drogas: carbonato de cálcio, digoxina, glibenclamida, ranitidina e varfarina.

Testes laboratoriais

O levofloxacino pode inibir o crescimento do microrganismo Mycobacterium tuberculosis e, portanto, pode fornecer resultados falso-negativos nos diagnósticos bacteriológicos da tuberculose63.

Em pacientes tratados com levofloxacino, a determinação de opioides na urina64 pode apresentar resultados falso-positivos. Pode ser necessário confirmar exames de opioides através de métodos mais específicos.

Reações Adversas a Medicamentos de Livepax


As informações fornecidas abaixo estão baseadas nos dados de estudos clínicos, em 5244 pacientes tratados com levofloxacino e em extensa experiência pós-comercialização. De acordo com as recomendações da CIOMS, têm-se utilizado os seguintes índices de frequência:

Muito Comum: Acima de 10%. Comum: de 1% a 10%. Incomum: de 0,1% a 1%. Raro: de 0,01% a 0,1%. Muito raro: menos que 0,01%. Casos isolados

Reações Anafiláticas67/Anafilactoides, Reações Cutâneas68 de Livepax

Incomum: prurido69, erupção70 cutânea71. Raro: urticária72, broncoespasmo154/dispneia73. Muito raro: angioedema74, hipotensão75, choque anafilático76/anafilactoide77, fotossensibilização. Casos Isolados: erupções bolhosas graves como Síndrome41 de Steven’s Johnson, necrólise epidermal tóxica (Síndrome41 de Lyell’s) e eritema multiforme78 exsudativo79.

Algumas vezes, as reações anafiláticas67/anafilactoides e mucocutâneas podem ocorrer mesmo após a primeira dose.

Gastrointestinal, Metabolismo80 de Livepax


Comum: náusea81, diarreia28. Incomum: anorexia82, vômito83, dor abdominal, dispepsia84. Raro: diarreia28 com sangue29, que em casos muito raros pode ser indicativa de enterocolite, incluindo colite27 pseudomembranosa. Muito raro: hipoglicemia48, particularmente em pacientes diabéticos.

Neurológica/Psiquiátrica de Livepax

Incomum: cefaleia85, tontura55/vertigem56, sonolência, insônia. Raro: depressão, ansiedade, reações psicóticas (por exemplo: alucinações86), parestesia87, tremor, agitação, confusão, convulsão24. Muito raro: sensorial neuropatia periférica52 sensorial ou sensoriomotor, distúrbios visuais e auditivos, distúrbios no paladar88 e olfato. Casos isolados: reações psicóticas com comportamentos de autorrisco, incluindo atos ou idealizações suicidas.

Cardiovascular de Livepax


Raro: taquicardia89, hipotensão75. Muito raro: choque90 (anafilático/anafilactoide77). Casos isolados: prolongamento do intervalo QT. (Ver item Advertências - Prolongamento do Intervalo QT e item “Superdose”).

Músculo-Esquelética de Livepax

Raro: artralgia91, mialgia92, problemas no tendão19 incluindo tendinite31 (por exemplo: tendão de Aquiles32). Muito raro: ruptura do tendão19 (por exemplo: tendão de Aquiles32). Fraqueza muscular, que pode ser de extrema importância em pacientes com miastenia93 grave. Casos isolados: rabdomiólise94.

Problemas Hepáticos e Renais de Livepax


Comum: aumento de enzimas hepáticas95 (por exemplo: TGP/TGO). Incomum: aumentos da bilirrubina96 e creatinina65 sérica. Muito raro: reações hepáticas97 como hepatite98, insuficiência renal66 aguda (por exemplo: devido a nefrite99 intersticial100). Desconhecida: deficiência hepática101 grave, incluindo casos com deficiência hepática101 aguda, foram relatados com uso de levofloxacino, principalmente em pacientes com doenças graves subjacentes (ex. sépsis).

Problemas Sanguíneos de Livepax

Incomum: eosinofilia102, leucopenia103. Raro: neutropenia104, trombocitopenia105. Muito raro: agranulocitose106. Casos isolados: anemia hemolítica107, pancitopenia108.

Outros de Livepax


Incomum: astenia109, supercrescimento de fungos e proliferação de outros microrganismos resistentes. Muito raro: pneumonite110 alérgica, febre111.

Outros Efeitos Indesejáveis Possivelmente Relacionados à Classe das Fluorquinolonas de Livepax

Muito raro: sintomas53 extrapiramidais e outras alterações na coordenação muscular, vasculite112 de hipersensibilidade e crises de porfiria113 em pacientes com porfiria113.

Superdose de Livepax


Sintomas53

De acordo com estudos de toxicidade114 em animais, os sinais115 mais importantes após a ocorrência de superdose oral aguda com levofloxacino são: sintomas53 no Sistema Nervoso Central26 como confusão, vertigens116, alterações de consciência e convulsões. Podem ocorrer reações gastrintestinais como náuseas117 e erosões da mucosa118.

Em estudos de farmacologia119 clínica realizados com uma dose supraterapêutica foram observados aumento do intervalo QT.

Tratamento

Em caso de superdose, o paciente deve ser observado cuidadosamente (incluindo monitorização do ECG) e tratamento sintomático121 deve ser implementado.

Se ocorrer superdose aguda, deve-se considerar também a lavagem gástrica122 e pode-se utilizar antiácidos57 para a proteção da mucosa118 gástrica.

A hemodiálise123, incluindo diálise peritoneal124 e CAPD (diálise peritoneal124 ambulatorial contínua) não são efetivas em remover o levofloxacino do corpo. Não existe antídoto125 específico.

Armazenagem de Livepax


Livepax deve ser armazenado na embalagem original até sua total utilização.

Desde que respeitados os cuidados de armazenamento, o medicamento apresenta uma validade de 24 meses a contar da data de sua fabricação. Não devem ser utilizados medicamentos fora do prazo de validade, pois podem trazer prejuízos à saúde23.

Conservar em temperatura ambiente (entre 15 - 30°C). Proteger da luz e umidade.

MS - 1.0573.0453

Farmacêutica Responsável: Gabriela Mallmann - CRF-SP nº 30.138

Fabricado por:

Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.

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LIVEPAX - Laboratório

ACHÈ
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Complementos

1 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
2 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
3 Bronquite crônica: Inflamação persistente da mucosa dos brônquios, em geral produzida por tabagismo, e caracterizada por um grande aumento na produção de muco bronquial que produz tosse e expectoração durante pelo menos três meses consecutivos durante dois anos.
4 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
5 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
6 Pele e Tecido Subcutâneo: Revestimento externo do corpo composto por PELE, seus acessórios (CABELO, UNHAS, GLÂNDULAS SEBÁCEAS e GLÂNDULAS SUDORÍPARAS) e seus ductos.
7 Celulite: Inflamação aguda das estruturas cutâneas, incluindo o tecido adiposo subjacente, geralmente produzida por um agente infeccioso e manifestada por dor, rubor, aumento da temperatura local, febre e mal estar geral.
8 Impetigo: Infecção da pele e mucosas, produzida por uma bactéria chamada Estreptococo, e caracterizada pela presença de lesões avermelhadas, com formação posterior de bolhas que contém pus e que, ao romper-se, deixam uma crosta cor de mel. Pode ser transmitida por contato entre as pessoas, como em creches.
9 Erisipela: Infecção cutânea que afeta a derme e o tecido celular subcutâneo, produzida por uma bactéria denominada estreptococo e que se manifesta por febre, aumento da temperatura local, dor e espessamento da pele afetada.
10 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
11 Trato Urinário:
12 Pielonefrite: Infecção dos rins produzida em geral por bactérias. A forma de aquisição mais comum é por ascensão de bactérias através dos ureteres, como complicação de uma infecção prévia de bexiga. Seus sintomas são febre, dor lombar, calafrios, eliminação de urina turva ou com traços de sangue, etc. Deve ser tratada cuidadosamente com antibióticos pelo risco de lesão permanente dos rins, com perda de função renal.
13 Osteomielite: Infecção crônica do osso. Pode afetar qualquer osso da anatomia e produzir-se por uma porta de entrada local (fratura exposta, infecção de partes moles) ou por bactérias que circulam através do sangue (brucelose, tuberculose, etc.).
14 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
15 Bacteremia: Presença de bactérias no sangue, porém sem que as mesmas se multipliquem neste. Quando elas se multiplicam no sangue chamamos “septicemia”.
16 Prostatite: Quadro de inflamação da próstata.
17 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
18 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
19 Tendão: Tecido fibroso pelo qual um músculo se prende a um osso.
20 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
21 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
22 Cartilagem: Tecido resistente e flexível, de cor branca ou cinzenta, formado de grandes células inclusas em substância que apresenta tendência à calcificação e à ossificação.
23 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
24 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
25 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
26 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
27 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
28 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
29 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
30 Peristaltismo: Conjunto das contrações musculares dos órgãos ocos, provocando o avanço de seu conteúdo; movimento peristáltico, peristalse.
31 Tendinite: Inflamação de um tendão. Produz-se em geral como conseqüência de um traumatismo. Existem doenças imunológicas capazes de produzir tendinite entre outras alterações.
32 Tendão de Aquiles:
33 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
34 Cartilagens: Tecido resistente e flexível, de cor branca ou cinzenta, formado de grandes células inclusas em substância que apresenta tendência à calcificação e à ossificação.
35 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
36 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
37 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
38 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
39 Superinfecção: Geralmente ocorre quando os antibióticos alteram o equilíbrio do organismo, permitindo o crescimento de agentes oportunistas, como os enterococos. A superinfecção pode ser muito difícil de tratar, porque é necessário optar por antibióticos eficazes contra todos os agentes que podem causá-la.
40 Íons: Átomos ou grupos atômicos eletricamente carregados.
41 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
42 Congênito: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
43 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
44 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
45 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
46 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
47 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
48 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
49 Hipoglicemiantes orais: Medicamentos usados por via oral em pessoas com diabetes tipo 2 para manter os níves de glicose próximos ao normal. As classes de hipoglicemiantes são: inibidores da alfaglicosidase, biguanidas, derivados da fenilalanina, meglitinides, sulfoniluréias e thiazolidinediones.
50 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
51 Glicose sanguínea: Também chamada de açúcar no sangue, é o principal açúcar encontrado no sangue e a principal fonte de energia para o organismo.
52 Neuropatia periférica: Dano causado aos nervos que afetam os pés, as pernas e as mãos. A neuropatia causa dor, falta de sensibilidade ou formigamentos no local.
53 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
54 Neuropatia: Doença do sistema nervoso. As três principais formas de neuropatia em pessoas diabéticas são a neuropatia periférica, neuropatia autonômica e mononeuropatia. A forma mais comum é a neuropatia periférica, que afeta principalmente pernas e pés.
55 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
56 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
57 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
58 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
59 Cinéticas: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
60 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
61 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
62 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
63 Tuberculose: Doença infecciosa crônica produzida pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Produz doença pulmonar, podendo disseminar-se para qualquer outro órgão. Os sintomas de tuberculose pulmonar consistem em febre, tosse, expectoração, hemoptise, acompanhada de perda de peso e queda do estado geral. Em países em desenvolvimento (como o Brasil) aconselha-se a vacinação com uma cepa atenuada desta bactéria (vacina BCG).
64 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
65 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
66 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
67 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
68 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
69 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
70 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
71 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
72 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
73 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
74 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
75 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
76 Choque anafilático: Reação alérgica grave, caracterizada pela diminuição da pressão arterial, taquicardia e distúrbios gerais da circulação, acompanhado ou não de edema de glote. Necessita de tratamento urgente. Pode surgir por exposição aos mais diversos alérgenos.
77 Anafilactoide: Diz-se de reação semelhante à da anafilaxia, porém sem participação de imunoglobulinas.
78 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
79 Exsudativo: 1. Inerente ou pertencente à exsudação. Ação de exsudar, suar, transpirar. 2. Líquido que, saindo pelos poros da superfície de um vegetal ou de um animal, torna-se espesso ou viscoso nessa superfície.
80 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
81 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
82 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
83 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
84 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
85 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
86 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
87 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
88 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
89 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
90 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
91 Artralgia: Dor em uma articulação.
92 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
93 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
94 Rabdomiólise: Síndrome caracterizada por destruição muscular, com liberação de conteúdo intracelular na circulação sanguínea. Atualmente, a rabdomiólise é considerada quando há dano secundário em algum órgão associado ao aumento das enzimas musculares. A gravidade da doença é variável, indo de casos de elevações assintomáticas de enzimas musculares até situações ameaçadoras à vida, com insuficiência renal aguda ou distúrbios hidroeletrolíticos. As causas da rabdomiólise podem ser classificadas em quatro grandes grupos: trauma ou lesão muscular direta, excesso de atividade muscular, defeitos enzimáticos hereditários ou outras condições clínicas.
95 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
96 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
97 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
98 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
99 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
100 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
101 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
102 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
103 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
104 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
105 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
106 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
107 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
108 Pancitopenia: É a diminuição global de elementos celulares do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas).
109 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
110 Pneumonite: Inflamação dos pulmões que compromete principalmente o espaço que separa um alvéolo de outro (interstício pulmonar). Pode ser produzida por uma infecção viral ou lesão causada por radiação ou exposição a diferentes agentes químicos.
111 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
112 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
113 Porfiria: Constituem um grupo de pelo menos oito doenças genéticas distintas, além de formas adquiridas, decorrentes de deficiências enzimáticas específicas na via de biossíntese do heme, que levam à superprodução e acumulação de precursores metabólicos, para cada qual correspondendo um tipo particular de porfiria. Fatores ambientais, tais como: medicamentos, álcool, hormônios, dieta, estresse, exposição solar e outros desempenham um papel importante no desencadeamento e curso destas doenças.
114 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
115 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
116 Vertigens: O termo vem do latim “vertere” e quer dizer rodar. A definição clássica de vertigem é alucinação do movimento. O indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente.
117 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
118 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
119 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
120 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
121 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
122 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
123 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
124 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.
125 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
126 Racêmica: Que não desvia o plano da luz polarizada (diz-se de isômero óptico).
127 Susceptibilidade: 1. Ato, característica ou condição do que é suscetível. 2. Capacidade de receber as impressões que põem em exercício as ações orgânicas; sensibilidade. 3. Disposição ou tendência para se ofender e se ressentir com (algo, geralmente sem importância); delicadeza, melindre. 4. Em física, é o coeficiente de proporcionalidade entre o campo magnético aplicado a um material e a sua magnetização.
128 Mutação: 1. Ato ou efeito de mudar ou mudar-se. Alteração, modificação, inconstância. Tendência, facilidade para mudar de ideia, atitude etc. 2. Em genética, é uma alteração súbita no genótipo de um indivíduo, sem relação com os ascendentes, mas passível de ser herdada pelos descendentes.
129 Terapia combinada: Uso de medicações diferentes ao mesmo tempo (agentes hipoglicemiantes orais ou um agente hipoglicemiante oral e insulina, por exemplo) para administrar os níveis de glicose sangüínea em pessoas com diabetes tipo 2.
130 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
131 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
132 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
133 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
134 Vesículas: Lesões papulares preenchidas com líquido claro.
135 Vesical: Relativo à ou próprio da bexiga.
136 Tecido Ósseo: TECIDO CONJUNTIVO especializado, principal constituinte do ESQUELETO. O componente celular básico (principle) do osso é constituído por OSTEOBLASTOS, OSTEÓCITOS e OSTEOCLASTOS, enquanto COLÁGENOS FIBRILARES e cristais de hidroxiapatita formam a MATRIZ ÓSSEA.
137 Fêmur: O mais longo e o maior osso do esqueleto; está situado entre o quadril e o joelho. Sinônimos: Trocanter
138 Proximal: 1. Que se localiza próximo do centro, do ponto de origem ou do ponto de união. 2. Em anatomia geral, significa o mais próximo do tronco (no caso dos membros) ou do ponto de origem (no caso de vasos e nervos). Ou também o que fica voltado para a cabeça (diz-se de qualquer formação). 3. Em botânica, o que fica próximo ao ponto de origem ou à base. 4. Em odontologia, é o mais próximo do ponto médio do arco dental.
139 Distal: 1. Que se localiza longe do centro, do ponto de origem ou do ponto de união. 2. Espacialmente distante; remoto. 3. Em anatomia geral, é o mais afastado do tronco (diz-se de membro) ou do ponto de origem (diz-se de vasos ou nervos). Ou também o que é voltado para a direção oposta à cabeça. 4. Em odontologia, é o mais distante do ponto médio do arco dental.
140 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
141 Próstata: Glândula que (nos machos) circunda o colo da BEXIGA e da URETRA. Secreta uma substância que liquefaz o sêmem coagulado. Está situada na cavidade pélvica (atrás da parte inferior da SÍNFISE PÚBICA, acima da camada profunda do ligamento triangular) e está assentada sobre o RETO.
142 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
143 Cinética: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
144 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
145 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
146 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
147 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
148 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
149 Articulações:
150 Bactéria: Organismo unicelular, capaz de auto-reproduzir-se. Existem diferentes tipos de bactérias, classificadas segundo suas características de crescimento (aeróbicas ou anaeróbicas, etc.), sua capacidade de absorver corantes especiais (Gram positivas, Gram negativas), segundo sua forma (bacilos, cocos, espiroquetas, etc.). Algumas produzem infecções no ser humano, que podem ser bastante graves.
151 Abscessos: Acumulação de pus em uma cavidade formada acidentalmente nos tecidos orgânicos, ou mesmo em órgão cavitário, em consequência de inflamação seguida de infecção.
152 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
153 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
154 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.

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