CARBOPLATINA Injetável

Pharmacia & Upjohn Ltda.

Atualizado em 03/06/2015

Composição da Carboplatina Injetável

cada ml contém: carboplatina 10 mg, água parainjeção q.s.p. 1 ml.

Posologia e Administração da Carboplatina Injetável

Carboplatina Injetável deve ser utilizado apenas por via intravenosa. A dose recomendada para adultos que não tenham sido anteriormente tratados, e com função renal1 normal, é de 400 mg/m2 administrados por infusão intravenosa única num período de 15 a 60 minutos. O tratamento não deve ser repetido antes de 4 semanas. Em pacientes de grupos de risco, tais como, aqueles sob terapia mielodepressora prévia, com mau estado geral ou pacientes idosos, pode ser necessário reduzir a dose inicial em cerca de 20 a 25%. Recomenda-se a determinação do nadir hematológico através de contagens sangüíneas semanais, para o ajuste de doses subsequentes e estabelecimento do esquema terapêutico com carboplatina. Pacientes com função renal1 alterada: como a carboplatina é excretada pelo rim2 e é nefrotóxica, a dose ótima deve ser determinada pela avaliação freqüente do nadir hematológico e da função renal1. Pacientes com clearance de creatinina3 abaixo de 60 ml/min tem um risco aumentado de mielodepressão grave. Em pacientes com função renal1 prejudicada que receberam carboplatina como agente único, a incidência4 de leucopenia5 grave, neutropenia6 ou trombocitopenia7 se manteve em cerca de 25% quando foram utilizadas as seguintes doses: clearance basal de creatinina3: 41-59 ml/min: 250 mg/m2; 16-40 ml/min: 200 mg/m2. Não há dados suficientes disponíveis para pacientes8 com função renal1 gravemente prejudicada (clearance de creatinina3 abaixo de 15 ml/min) que permitam recomendações de dose nesses casos. As doses recomendadas acima se aplicam ao ciclo inicial de tratamento; doses subsequentes devem ser ajustadas de acordo com a tolerabilidade do paciente e com o grau de mielodepressão. Dose para crianças: não há informações suficientes que permitam recomendações posológicas específicas. Terapia concomitante: a carboplatina tem sido utilizada concomitantemente com outros fármacos antineoplásicos, e a posologia varia de acordo com o protocolo adotado. Deve-se realizar os ajustes de dose necessários, de acordo com o esquema posológico utilizado e com os resultados da monitorização hematológica. A carboplatina interage com o alumínio constituinte de agulhas, seringas e cateteres, levando à formação de um precipitado e/ou perda da potência. Não se deve, portanto, utilizar materiais contendo partes de alumínio que possam entrar em contato com carboplatina na sua preparação ou administração. Antes de sua administração, Carboplatina Injetável pode ser diluída com solução glicosada a 5% para infusão, numa concentração de 0,1 mg/ml. Carboplatina Injetável não contém qualquer tipo de conservante. O produto é acondicionado em frascos-ampola para dose única, e deve-se descartar qualquer resíduo não utilizado. Para reduzir o risco de contaminação microbiana, recomenda-se que a diluição do produto para infusão seja realizada imediatamente antes do uso e que o procedimento de infusão se inicie o mais rapidamente possível após a preparação da solução. A infusão deve ser completada dentro de 24 horas após a preparação, e qualquer resíduo deve ser descartado. Conservação: os frascos-ampola fechados de Carboplatina Injetável devem ser conservados em geladeira, a temperaturas entre 2 e 8ºC, ao abrigo da luz. O produto não deve ser congelado. Os frascos-ampola destinam-se a uso único. Deve-se descartar o restante da solução não utilizada. - Precauções especiais de utilização e manipulação: tal como acontece com todos os agentes antineoplásicos, a preparação das soluções de Carboplatina deve ser efetuada por pessoal treinado, numa área reservada para isso (preferencialmente, uma câmara de fluxo laminar para citotóxicos9). Durante o manipulação da Carboplatina devem ser utilizados: bata protetora, máscara, luvas e proteção adequada dos olhos10. No caso de contato acidental da solução com a pele11 ou mucosas12, a área atingida deve ser imediatamente lavada com água e sabão. Não é recomendável a manipulação de agentes citotóxicos9, como a carboplatina, por mulheres grávidas. Recomenda-se a utilização de seringas Luer-Lock ajustáveis, e de largo diâmetro interno para minimizar a pressão e eventual formação de aerossol. A formação de aerossol pode ser diminuída pela utilização, durante a preparação, de agulha com vácuo. Precauções especiais para eliminação dos materiais utilizados na preparação do produto: os materiais utilizados na preparação das soluções de Carboplatina, ou materiais usados para proteção corporal, devem ser colocados num saco de politeno duplamente selado e incinerados a 1100ºC. Procedimentos em caso de extravasamento: em caso de extravasamento, o acesso à área afetada deve ser restringido. Usar dois pares de luvas (borracha látex), máscara respiratória, bata protetora e óculos de segurança. Limitar a extensão do extravasamento utilizando uma toalha absorvente ou grânulos adsorventes. Pode-se também utilizar ácido sulfúrico 3M com permanganto de potássio 0,3M (2:1) ou hipoclorito de sódio 5%. Reunir o material absorvente/adsorvente e outros resultantes do extravasamento e colocá-los num recipiente de plástico estanque, rotulando-o de acordo com o conteúdo. Os resíduos citotóxicos9 devem ser considerados perigosos ou tóxicos, e claramente rotulados resíduo citotóxico13 para incineração a 1100ºC. Estes resíduos devem ser incinerados a essa temperatura durante, pelo menos, 1 segundo. Lavar o restante da área de extravasamento com quantidade abundante de água. - Superdosagem: não há antídoto14 conhecido para a superdosagem com carboplatina. Nesse caso, o paciente pode necessitar de cuidados devido a complicações relacionadas com mielodepressão e insuficiência hepática15 e renal1. Pode ocorrer diarréia16 e alopecia17. O uso de carboplatina em doses acima das recomendadas tem sido relacionado com perda de visão18.

Reações Adversas da Carboplatina Injetável

mielodepressão: é o efeito adverso mais comum limitante da dose. Relatou-se leucopenia5, trombocitopenia7 e anemia19, mais graves em pacientes previamente tratados (principalmente com a cisplatina) e em pacientes com a função renal1 prejudicada. Pacientes em mau estado geral também apresentaram maior leucopenia5 e trombocitopenia7. Quando a carboplatina é utilizada como terapia única, a toxicidade20 é, em geral, reversível e não cumulativa, embora nos casos mais graves possa ser necessário recorrer à terapia transfusional. Tem sido observada anemia19 com taxa de hemoglobina21 abaixo de 11 g/dl em pacientes com valores basais normais. A incidência4 de anemia19 aumenta com o aumento da exposição à carboplatina. Nefrotoxicidade22: manifesta-se por redução do clearance da creatinina3, aumento dos níveis séricos de creatinina3 e nitrogênio uréico, e elevação do ácido úrico. Esses efeitos são geralmente leves e reversíveis em cerca de metade dos pacientes. Efeitos gastrintestinais: náuseas23 e vômitos24 podem surgir entre 6 e 12 horas após a administração, e geralmente desaparecem dentro de 24 horas. Deve-se utilizar medicação antiemética para o controle adequado desses efeitos. Tem-se relatado também a ocorrência de dor, diarréia16 e constipação25. Hepatotoxicidade26: foram relatadas anormalidades nos testes de função hepática27 em até 30% dos pacientes tratados com carboplatina. Tais alterações são geralmente transitórias, e desaparecem espontaneamente. Alterações significativas nos testes de função hepática27 ocorreram em um número limitado de pacientes que receberam doses elevadas de carboplatina para transplante autólogo de medula óssea28. Ototoxicidade29: tinidos e perda de audição na faixa superior de freqüência. Distúrbios auditivos podem persistir ou piorar durante a terapia com carboplatina. Reações alérgicas: há relatos de reações de hipersensibilidade, erupção30 eritematosa31, febre32, prurido33, urticária34, broncospasmos raros e hipotensão35. Reações do tipo anafilática têm ocorrido minutos após a administração do fármaco36. Neurotoxicidade: neuropatias periféricas foram relatadas pacientes tratados com carboplatina, manifestadas principalmente como parestesias37 e diminuição dos reflexos do tendão38. Parestesias37 preexistentes (especialmente se relacionadas com tratamento prévio com cisplatina) podem agravar-se durante o tratamento com carboplatina. Foram também relatados distúrbios sensoriais (inclusive distúrbios visuais e alterações do paladar39) e sintomas40 do Sistema Nervoso Central41. Distúrbios eletrolíticos: há relatos de hiponatremia42 precoce e diminuição nos níveis séricos de magnésio, cálcio, sódio e potássio, embora não suficientemente grave para produzir sintomas40 clínicos. Outros: alopecia17, astenia43, sintomas40 semelhantes à gripe44 e reações no local da injeção45. Efeitos adversos sobre os sistemas respiratório, cardiovascular e geniturinário, da mucosa46, cutâneos e musculoesqueléticos ocorreram em menos de 5% dos pacientes. Embora tenha ocorrido óbito47 por complicações cardiovasculares (insuficiência cardíaca48, embolia49, acidente vascular cerebral50) em menos de 1% dos pacientes, não está claro se estava relacionado à quimioterapia51 ou às condições gerais do paciente. Houve casos raros de síndrome52 hemolítica-urêmica.

Contra-Indicações da Carboplatina Injetável

a administração de carboplatina está contra-indicada em pacientes com insuficiência renal53 grave, mielodepressão grave e/ou com tumores localizados que sangram. Está também contra-indicada em pacientes com hipersensibilidade à carboplatina ou a outros compostos contendo platina, e em pacientes grávidas ou que estejam amamentando. Advertências: a carboplatina deve apenas ser administrada sob constante supervisão de médicos experientes em terapia citostática e apenas depois de uma cuidadosa avaliação da relação risco/benefício. Devem estar disponíveis os meios adequados para o controle de eventuais complicações que possam surgir. Periodicamente devem ser feitas contagens sangüíneas e testes da função hepática27 e renal1. Deve-se interromper a administração da droga no caso de depressão anormal da medula óssea28 ou funcionamento renal1 ou hepático anormais. Mielodepressão: a mielodepressão (leucopenia5, neutropenia6 e trombocitopenia7) associada com a carboplatina é dependente e limitante da dose, e está intimamente associada com a clearance renal1 do fármaco36. Portanto, pacientes com insuficiência renal53 são mais susceptíveis. Da mesma forma, a mielodepressão, em particular a trombocitopenia7, será mais grave em pacientes com medicação nefrotóxica concomitante, como, por exemplo, antibióticos aminoglicosídeos. O prolongamento da toxicidade20 é mais provável e mais grave em pacientes anteriormente submetidos à quimioterapia51, em pacientes de idade mais avançada ou naqueles que se encontram debilitados. Nestes casos pode ser necessária a redução da dose. O nadir (efeito deteriorante máximo) para as plaquetas54 verifica-se em geral entre os dias 14 e 21 após o tratamento inicial, e, para os leucócitos55, entre os dias 14 e 28. As contagens mínimas devem ser de 50.000/mm3 para as plaquetas54 e de 2.000/mm3 para os leucócitos55. No caso de contagens inferiores deve-se suspender a terapia até que haja recuperação completa, o que ocorre normalmente em 5 a 6 semanas. Nos casos mais graves pode ser necessária uma transfusão56 sangüínea de apoio, uma vez que a anemia19 é cumulativa. Assim, é importante que tanto a avaliação da função renal1 quanto a análise de sangue57 periférico (contagem de leucócitos55, plaquetas54 e hemoglobina21) sejam realizadas antes, durante e após o tratamento com carboplatina. Para assegurar que tenha ocorrido o efeito deteriorante máximo nas células58 sangüíneas, não se devem administrar ciclos sucessivos de tratamento com carboplatina com uma freqüência maior que mensal, sob circunstâncias normais. Nefrotoxicidade22: de modo geral, a toxicidade20 renal1 não é limitante da dose. Ao contrário do que ocorre na terapia com cisplatina, não é necessária a hidratação antes e depois do tratamento, embora alguns pacientes apresentem uma redução na depuração da cretinina. A insuficiência renal53 é mais provável em pacientes que já tenham sofrido nefrotoxicidade22 resultante da quimioterapia51. Neurotoxicidade: devem realizar-se regularmente monitorizações e avaliações neurológicas, antes e após o tratamento. A toxicidade20 neurológica periférica é geralmente rara e branda; entretanto, sua incidência4 é maior em pacientes com idade acima de 65 anos e/ou naqueles previamente tratados com cisplatina. Ototoxicidade29: a ototoxicidade29 é cumulativa e a freqüência e gravidade dos distúrbios auditivos aumenta nos esquemas posológicos com altas doses ou doses repetidas, ou no caso de tratamento prévio com cisplatina (também ototóxica). A função auditiva deve ser monitorada durante o tratamento. A carboplatina pode induzir a náuseas23 e vômitos24, que podem ser mais graves em pacientes previamente tratados com medicamentos emetogênicos. Tem sido relatadas reações alérgicas à carboplatina, que podem ocorrer poucos minutos após a administração do fármaco36. Nestes casos deve proceder-se a um tratamento de apoio adequado. Raramente são relatados distúrbios visuais, incluindo perda de visão18, após o uso de carboplatina, quando pacientes com insuficiência renal53 recebem doses maiores que as recomendadas. Doses muito elevadas de carboplatina (até 5 vezes ou mais a dose recomendada como agente único) podem resultar em alterações graves dos testes de função hepática27 e renal1. Mutagenicidade e carcinogenicidade: a carboplatina pode causar dano fetal quando administrada a mulheres grávidas. Não foi estudado o potencial carcinogênico da carboplatina, embora compostos com mecanismo de ação semelhante tenham sido relatados como carcinogênicos. - Uso na gravidez59: a carboplatina demonstrou ser embriotóxica e mutagênica, e, portanto, não se recomenda sua administração a mulheres grávidas. As mulheres em idade fértil devem utilizar métodos adequados de contracepção60, e a carboplatina deveria ser usada em mulheres com potencial para engravidar apenas se os benefícios esperados superarem o risco potencial. Caso a carboplatina seja utilizada durante a gravidez59, ou se a paciente engravidar durante o tratamento, deverá ser alertada sobre os riscos potenciais para o feto61. Uso durante a amamentação62: não se sabe se a carboplatina é excretada no leite materno. Portanto, como medida de precaução deve-se suspender a amamentação62 durante o tratamento com carboplatina. Uso pediátrico: não foram estabelecidas a segurança e a eficácia em crianças. - Interações medicamentosas e outras: para se evitar um acúmulo de efeitos tóxicos, pode ser necessário ajustar a posologia no caso de administração concomitante com outros fármacos mielodepressores. Deve-se evitar a administração de carboplatina a pacientes medicados com antibióticos aminoglicosídeos ou outros fármacos nefrotóxicos, devido à possibilidade de ocorrer dano à função renal1.

Indicações da Carboplatina Injetável

no tratamento de estados avançados do carcinoma63 de ovário64 de origem epitelial. Está também indicada no tratamento do carcinoma63 de pequenas células58 de pulmão65 e no carcinoma63 espinocelular de cabeça66 e pescoço67.

Apresentação da Carboplatina Injetável

1 frasco-ampola de 5, 15 e 45 ml, contendo, respectivamente, 50 mg, 150 mg e 450 mg de carboplatina.


CARBOPLATINA Injetável - Laboratório

Pharmacia & Upjohn Ltda.
Av. Nações Unidas 12.995 4º andar
São Paulo/SP - CEP: 04578-000
Tel: 55 (011) 5005-4004

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Complementos

1 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
2 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
3 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
4 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
5 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
6 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
7 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
8 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
9 Citotóxicos: Diz-se das substâncias que são tóxicas às células ou que impedem o crescimento de um tecido celular.
10 Olhos:
11 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
12 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
13 Citotóxico: Diz-se das substâncias que são tóxicas às células ou que impedem o crescimento de um tecido celular.
14 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
15 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
16 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
17 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
18 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
19 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
20 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
21 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
22 Nefrotoxicidade: É um dano nos rins causado por substâncias químicas chamadas nefrotoxinas.
23 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
24 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
25 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
26 Hepatotoxicidade: É um dano no fígado causado por substâncias químicas chamadas hepatotoxinas.
27 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
28 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
29 Ototoxicidade: Dano causado aos sistemas coclear e/ou vestibular resultante de exposição a substâncias químicas.
30 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
31 Eritematosa: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
32 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
33 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
34 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
35 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
36 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
37 Parestesias: São sensações cutâneas subjetivas (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) que são vivenciadas espontaneamente na ausência de estimulação.
38 Tendão: Tecido fibroso pelo qual um músculo se prende a um osso.
39 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
40 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
41 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
42 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
43 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
44 Gripe: Doença viral adquirida através do contágio interpessoal que se caracteriza por faringite, febre, dores musculares generalizadas, náuseas, etc. Sua duração é de aproximadamente cinco a sete dias e tem uma maior incidência nos meses frios. Em geral desaparece naturalmente sem tratamento, apenas com medidas de controle geral (repouso relativo, ingestão de líquidos, etc.). Os antibióticos não funcionam na gripe e não devem ser utilizados de rotina.
45 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
46 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
47 Óbito: Morte de pessoa; passamento, falecimento.
48 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
49 Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia.
50 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
51 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
52 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
53 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
54 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
55 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
56 Transfusão: Introdução na corrente sangüínea de sangue ou algum de seus componentes. Podem ser transfundidos separadamente glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma, fatores de coagulação, etc.
57 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
58 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
59 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
60 Contracepção: Qualquer processo que evite a fertilização do óvulo ou a implantação do ovo. Os métodos de contracepção podem ser classificados de acordo com o seu objetivo em barreiras mecânicas ou químicas, impeditivas de nidação e contracepção hormonal.
61 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
62 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
63 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
64 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
65 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
66 Cabeça:
67 Pescoço:

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