TRIATEC D

Sanofi Aventis Farmacêutica Ltda

Atualizado em 09/12/2014

Esta bula é continuamente atualizada. Favor proceder à sua leitura antes de utilizar o medicamento.

Comprimido sulcado - embalagens com 30 unidades

USO ADULTO

Composição de Triatec D

5 mg - cada comprimido sulcado contém:

Ramipril....................5 mgHidroclorotiazida....................25 mg
Excipientes q.s.p....................1 comprimido

(ácido estearil fumárico, hidroxipropilmetilcelulose)
                                                                                                             

Informações ao Paciente de Triatec D

Ação esperada do medicamento: TRIATEC D é um produto utilizado para promover a diminuição dos níveis elevados da pressão.

Cuidados de armazenamento: Na sua embalagem original, TRIATEC D deve ser conservado em local fresco, em temperatura abaixo de  25ºC.

Prazo de validade: Vide cartucho. Ao adquirir o medicamento confira sempre o prazo de validade impresso na embalagem externa do produto. Nenhum medicamento deve ser utilizado após o término do seu prazo de validade, pois pode ser ineficaz e prejudicial para sua saúde1.

Gravidez2 e lactação3: Informe seu médico a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após o seu término. TRIATEC D não deve ser utilizado durante o aleitamento.

Cuidados de administração: Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Aconselha-se deglutir4 TRIATEC D com água em abundância antes, durante ou após o café da manhã.

Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

Reações adversas: Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis tais como: náuseas5, tontura6, cefaléia7 ou outros sintomas8 que possam estar associados aos efeitos do medicamento (vide Informações Técnicas - Reações Adversas).

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias: O médico deve ter conhecimento de outras medicações que o paciente possa estar tomando. Não se deve ingerir bebidas alcoólicas durante o tratamento. TRIATEC D pode interferir na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas com segurança (vide Informações Técnicas - Interações Medicamentosas).

Contra-Indicações e Precauções: Para casos em que o produto é contra-indicado e para as precauções que devem ser seguidas, vide  Informações Técnicas.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE1.
                                                                                                           

Informações Técnicas de Triatec D

Ramipril é um potente antagonista9 da enzima10 conversora de angiotensina, de longa duração. É um pró-fármaco11 absorvido pelo trato gastrintestinal e hidrolizado no fígado12, onde é convertido em seu metabólito13 ativo, o ramiprilato. É um eficaz inibidor da enzima10  dipeptidilcarboxipeptidase I (enzima10 de conversão da angiotensina , ECA, ou cininase II). A hidroclorotiazida é um diurético14 tiazídico.

O efeito pico de uma dose única de TRIATEC D se manifesta 6 horas após a ingestão do produto.

Estudos clínicos mostraram que o tratamento da hipertensão15 com a associação ramipril/hidroclorotiazida pode ser mais eficaz do  que a monoterapia. A ação complementar dos dois componentes promove a possibilidade da redução da dose de ramipril e hidroclorotiazida que poderia, de outro modo, ser necessária em monoterapia, diminuindo assim o risco de efeitos colaterais16. A diminuição dos níveis plasmáticos de potássio e o aumento dos níveis de ácido úrico, triglicérides17, colesterol18 e glicose19 e sintomas8 decorrentes do tratamento com hidroclorotiazida podem ser atenuados ou revertidos por ramipril. Estas alterações metabólicas podem aumentar o risco distúrbios cardiovasculares, contribuindo no processo da aterosclerose20, efeitos indesejáveis que se contrapõem aos benefícios da diminuição da pressão arterial21.                                                                                                              

Indicações de Triatec D

Hipertensão arterial22 em pacientes nos quais o uso da associação ramipril/hidroclorotiazida esteja indicado.
                                                                                                               

Contra-Indicações de Triatec D

TRIATEC D não deve ser utilizado em casos de:

. hipersensibilidade ao ramipril, à hidroclorotiazida, a outros diuréticos23 tiazídicos, a sulfonamidas ou a lgum dos excipientes da fórmula;

. pacientes com história de edema angioneurótico24 (risco de desencadeamento de um edema angioneurótico24 com risco de vida; veja também "Reações Adversas");

. paciente com comprometimento severo da função renal25, com "clearance" de creatinina26 menor que 30 ml/min/1,73 m2 de área de superfície corpórea e em pacientes sob diálise27 (ineficácia da hidroclorotiazida);

. estenose28 (hemodinamicamente relevante) bilateral da artéria renal29 ou unilateral em rim30 único (risco de vida decorrente da diminuição da pressão arterial21 e de insuficiência renal31);

. redução (hemodinamicamente relevante) do influxo ventricular esquerdo ou obstrução à saída do fluxo - por exemplo, estenose28 da válvula mitral ou aórtica - (risco de vida decorrente da diminuição da pressão arterial21 e de insuficiência renal31);

. distúrbios significantes no conteúdo eletrolítico corpóreo que poderiam piorar após tratamento com TRIATEC D (ex: hipopotassemia32, hiponatremia33 ou hipercalcemia - risco de vida decorrente da diminuição da pressão arterial21, insuficiência renal31 e deterioração do balanço eletrolítico);

. comprometimento severo da função hepática34 (risco de desequilíbrio do balanço hidro-salino);

. gravidez2;

. aleitamento.

Reações de hipersensibilidade com risco de vida, de rápido início e similares a processos alérgicos (tipo anafilactóide), algumas vezes progredindo para choque35 circulatório, têm sido descritas no curso de diálise27 com certos tipos de membranas de alto fluxo (ex. membranas de poliacrilonitrila) durante terapia com inibidores da ECA (veja também as instruções do fabricante das membranas). O uso concomitante de TRIATEC D e tais membranas, como por exemplo em diálise27 de urgência36 ou hemofiltração, deve ser evitado através da utilização de outras membranas ou mudança da terapia para uma outra sem inibidores da ECA.

Reações similares têm sido observadas durante aferese de lipoproteínas de baixa densidade com sulfato de dextran.

Desta forma, este método não deve ser usado em pacientes tratados com inibidores da ECA.                                                                                                          

Precauções e Advertências de Triatec D

O tratamento com TRIATEC D requer supervisão médica regular.

Geralmente recomenda-se que quadros de desidratação37, hipovolemia38 ou depleção39 salina sejam corrigidos antes do início da terapia; entretanto, em pacientes com insuficiência cardíaca40 concomitante, isto deve ser cuidadosamente analisado em relação ao risco de sobrecarga de volume. Quando essas condições tornarem-se clinicamente relevantes, o tratamento com TRIATEC D somente deverá ser iniciado ou continuado se medidas apropriadas forem tomadas concomitantemente para prevenir uma excessiva redução na pressão arterial21 e deterioração da funcão renal25.

No início ou também no decorrer do tratamento, os seguintes grupos de pacientes devem ser monitorados com particular cuidado devido a uma probabilidade aumentada de uma pronunciada e indesejável diminuição na pressão sangüínea41 e, possivelmente, subsequënte deterioração da função renal25:

. pacientes com hipertensão arterial22 severa e, particularmente, maligna;

. pacientes com insuficiência cardíaca40 concomitante e, particularmente, severa;

. pacientes nos quais exista ou possa se desenvolver uma deficiência de sal ou líquidos (ex: como resultado da ingestão inadequada de líquidos ou de sal, ou como resultado de diarréia42, vômitos43 ou sudorese44 excessiva em casos onde a reposição de sal e líquidos é inadequada);

. pacientes tratados previamente com fármacos que promovem a eliminação de líquidos (diuréticos23);

. pacientes com estenose28 da artéria renal29 hemodinamicamente relevante.

Uma monitoração cuidadosa também é particularmente necessária em pacientes que estariam sob risco devido a uma indesejável redução acentuada na pressão arterial21 (ex: pacientes com estenose28 de artérias45 coronarianas ou artérias45 cerebrais hemodinamicamente relevante).

Para se avaliar a extensão de uma diminuição aguda na pressão sangüínea41 e, se necessário, tomar medidas corretivas, deve-se medir a pressão arterial21 repetidamente, geralmente após a dose inicial e após cada aumento da dose de TRIATEC D, até que diminuições agudas posteriores de relevância não sejam mais esperadas.

No caso de uma diminuição excessiva na pressão sangüínea41, pode ser necessário deitar-se o paciente numa superfície plana com as pernas elevadas, com administração de líquidos ou volume e outras medidas pertinentes.

Recomenda-se que a função renal25 seja monitorada, especialmente nas primeiras semanas de tratamento. Em particular, uma monitoração cuidadosa é necessária nos pacientes com doenças vasculares46 renais (ex: estenose28 de artéria renal29 ainda hemodinamicamente irrelevante ou estenose28 da artéria renal29 unilateral hemodinamicamente relevante), em pacientes com distúrbios pré-existentes da função renal25 e em pacientes portadores de transplante renal25.

O tratamento com TRIATEC D requer monitoração regular dos níveis plasmáticos de sódio, potássio, ácido úrico e glicose19.

É necessária uma monitoração mais freqüente do potássio sérico em pacientes com comprometimento da função renal25; a monitoração deve ser muito mais freqüente ainda em pacientes tratados concomitantemente com diuréticos23 poupadores de potássio (ex: espironolactona, amilorida, etc) e com suplementações de potássio.

Recomenda-se que a contagem das células47 brancas seja monitorada de forma que uma possível redução excessiva nas células47 brancas (leucopenia48) possa ser detectada. Uma monitoração mais freqüente é recomendada na fase inicial do tratamento em grupos de risco citados no item "Reações Adversas".

Os elementos figurados do sangue49 devem ser checados quando surgirem possíveis sinais50 de imunodeficiência51 leucopenia48-induzida (ex: febre52, aumento de nódulos linfáticos, amigdalite). Devem ser checados também possíveis sinais50 de tendência a sangramentos, devido a uma excessiva redução nas plaquetas53: lesões54 puntiformes castanho-avermelhada (petéquias55) ou áreas de descoloração marrom-avermelhada (algumas vezes parecidas com exantema56 cutâneo57) na pele58 ou membranas mucosas59 (púrpuras60), ou sangramento da gengiva que é de difícil controle.

No caso de edema61 da região facial (ex: lábios, pálpebras62) ou da língua63, ou em casos de dificuldade na deglutição64 ou respiração, deve ser considerada a possibilidade de edema angioneurótico24. Este fato deve ser comunicado imediatamente ao médico e o paciente deve suspender a ingestão de TRIATEC D. O edema angioneurótico24 da língua63, garganta65 e laringe66 (possíveis sintomas8: dificuldade de deglutir4 ou respirar) pode tornar-se um risco de vida e necessita de medidas de emergência67.

Não se dispõe de experiência suficiente com relação ao uso de TRIATEC D em crianças.

Gravidez2 e lactação3: TRIATEC D não deve ser administrado durante a gravidez2. Portanto, a presença de gravidez2 deve ser excluída antes de se iniciar o tratamento com este produto.

A gravidez2 deve ser evitada nos casos onde a mudança para um outro tratamento sem inibidores da ECA e diuréticos23 não seja possível. Caso contrário, existirá um risco de dano ao feto68.

Se o tratamento com TRIATEC D for necessário durante a lactação3, a paciente não deverá amamentar para prevenir a ingestão pelo recém-nascido de pequenas quantidades de ramipril e hidroclorotiazida com o leite materno.
                                                                                                             

Interações Medicamentosas de Triatec D

As seguintes interações com outras substâncias ou materiais devem ser consideradas quando da utilização concomitantemente de  TRIATEC D:

Agentes anti-hipertensivos e outras substâncias com potencial anti-hipertensivo (ex.: nitratos, antidepressivos tricíclicos, anestésicos): a potencialização do efeito anti-hipertensivo tem que ser levada em consideração (a respeito de diuréticos23 veja também "Precauções", "Reações Adversas" e "Posologia").

Sal: possível atenuação do efeito anti-hipertensivo pela ingestão aumentada de sal na dieta.

Certos fármacos para controle da dor e inflamação69 (compostos anti-inflamatórios não-esteróides - ácido acetilsalicílico e indometacina): possível atenuação do efeito anti-hipertensivo, bem como desenvolvimento de insuficiência renal31 aguda.

Aminas pressoras (ex.: adrenalina70): possível atenuação do efeito das aminas pressoras.

Corticosteróides,, carbenoxolonas, grandes quantidades de alcaçuz, o uso prolongado de laxantes71 e outros agentes espoliadores de potássio: podem levar ao desenvolvimento de hipopotassemia32.

Sais de potássio, diuréticos23 poupadores de potássio, heparina: possível aumento na concentração sérica de potássio (veja  "Precauções).

Digitálicos: possível intensificação da toxicidade72 dos digitálicos como resultado de alterações nas concentrações eletrolíticas (ex.: hipopotassemia32, hipomagnesemia).

Lítio: redução da excreção de sais de lítio. Isto pode levar a níveis séricos elevados de lítio e risco aumentado de efeitos cardiotóxicos do lítio.

Alopurinol, imunossupressores, corticosteróides, procainamida, citostáticos73 e outras substâncias que podem alterar o quadro hematológico: possibilidade aumentada de alterações nos elementos figurados do sangue49.

Metildopa: possível hemodiálise74.

Agentes antidiabéticos (medicamentos hipoglicemiantes75 tais como insulina76 e derivados da sulfoniluréia): possível atenuação do efeito dos antidiabéticos.

Administração enteral de substâncias trocadoras de íons77 tais como a colestiramina: absorção reduzida da hidroclorotiazida.

Relaxantes musculares do tipo curare: possível intensificação ou prolongamento do efeito relaxante muscular.

Álcool: ramipril pode potencializar o efeito do álcool.

Membranas de diálise27 de alto-fluxo, sulfato de dextran: reações anafilactóides de hipersensibilidade com risco de vida, algumas vezes progredindo para choque35, foram descritas no curso de diálises com certos tipos de membranas de alto-fluxo (ex.: membranas de poliacrilonitrila) durante terapia com inibidores da ECA. Reações similares têm sido observadas durante aferese de lipoproteínas de baixa densidade com sulfato de dextran (veja também "Contra-Indicações").

Teste de função paratireoideana: a hidroclorotiazida estimula a reabsorção renal25 de cálcio e pode levar à hipercalcemia. Isto deve ser considerado quando da condução de testes de função paratireoideana.                                                                                                                

 reações Adversas de Triatec D

As seguintes reações adversas têm sido observadas durante a terapia com TRIATEC D, seus constituintes ramipril e hidroclorotiazida, outros inibidores da ECA ou diuréticos23 semelhantes, podendo, portanto, ocorrer. Por favor, comunique seu médico caso ocorra algum evento desagradável.


Pressão sangüínea41

No início do tratamento em particular, sintomas8 como "cabeça78 leve" (zonzeira), algumas vezes acompanhado de distúrbios da concentração, bem como fadiga79, fraqueza e tontura6 podem ocorrer como resultado de vasodilatação (dilatação de vasos sangüíneos80 pequenos) ou como resultado da redução da pressão sangüínea41 elevada a níveis desejados.

Outros sintomas8, incluindo taquicardia81, palpitações82, transtornos circulatórios (como fraqueza e sensação de desmaio por exemplo) na posição ereta (distúrbio ortostático de regulação), náuseas5, sudorese44, tinido, distúrbios da audição e da visão83, cefaléia7, ansiedade e sonolência, podem sobrevir seguindo uma excessiva redução da pressão sangüínea41. Assim, uma perda temporária da consciência (síncope84) também pode ocorrer.

Em raras ocasiões, arritmias85 cardíacas podem ocorrer, podendo ser causadas, por exemplo, por uma excessiva redução na pressão arterial21 ou alterações no equilíbio eletrolítico.

Uma indesejável diminuição pronunciada na pressão sangüínea41 pode ocorrer particularmente após a dose inicial e após cada aumento de dose de TRIATEC D.

Uma pronunciada diminuição da pressão sangüínea41, algumas vezes progredindo para choque35 circulatório com risco de vida, pode ser mais provável em pacientes com:

. hipertensão arterial22 severa e, particularmente, maligna;

. insuficiência cardíaca40 concomitante e, particularmente, severa;

. terapia diurética prévia;

. depleção39 de líquidos ou sal;

. estenose28 da artéria renal29 hemodinamicamente relevante.

Os distúrbios de perfusão devido à estenose28 de vasos sangüíneos80 podem ser exacerbados durante o tratamento com TRIATEC D. Particularmente como resultado de uma excessiva diminuição da pressão sangüínea41, pode ocorrer insuficiência86 de perfusão do músculo cardíaco87 ou do cérebro88 (isquemia89 miocárdica ou cerebral), principalmente nos pacientes com doença arterial coronariana ou estenoses90 hemodinamicamente relevantes de artérias45 nutridoras do cérebro88. Isto pode ser complicado por angina91 de peito92 ou infarto do miocárdio93 e por uma perda transitória da função cerebral (ataque isquêmico94 transitório) ou apoplexia95.

Uma vez restabelecida uma adequada pressão sangüínea41 e um equilíbrio hídrico, o tratamento com TRIATEC D pode, geralmente, ser continuado.

Rins96 e balanço salino

Durante o tratamento com TRIATEC D, pode existir uma deterioração na função renal25, sob certas circunstâncias progredindo para uma insuficiência renal31 aguda com risco de vida. Isto se aplica, particularmente, nos pacientes com doenças dos vasos sangüíneos80 dos rins96 (doença renovascular: estenose28 da artéria renal29 hemodinamicamente relevante), em pacientes com transplante renal25 e em associação com uma diminuição mais pronunciada na pressão arterial21, principalmente nos pacientes com insuficiência cardíaca40 concomitante.

Em casos isolados, uma nefrite97 intersticial98 pode desenvolver-se durante terapia com a hidroclorotiazida.

Os níveis séricos de creatinina26 e uréia99 (substâncias eliminadas pelo rim30) podem aumentar como sinal100 de comprometimento da função renal25.

A existência prévia da excreção urinária pronunciada de proteínas101 (proteinúria102) pode ser deteriorada sob tratamento com TRIATEC D. Entretanto, a excreção de proteínas101 pelo rim30 pode ser diminuída, particularmente, em pacientes com doenças renais decorrentes do diabete (nefropatia103 diabética).

TRIATEC D pode causar ou contribuir para um declínio na concentração sérica de sódio, principalmente quando associado a um regime de restrição de sal. A hidroclorotiazida pode contribuir ou levar ao desenvolvimento de hipocloremia, hipomagnesemia como, também, hipercalcemia. Além disso, TRIATEC D pode contribuir para o desenvolvimento ou agravamento de uma alcalose104 metabólica.

O componente ramipril pode levar ou contribuir para uma aumento na concentração de potássio sérico, enquanto o componente hidroclorotiazida pode levar ou contribuir para um declínio de tal concentração. Assim, é possível, durante terapia com TRIATEC D, ocorrer tanto aumento como diminuição nos níveis de potássio através da ação de ambos constituintes, sendo o aumento de potássio encontrado principalmente nos pacientes com comprometimento da função renal25 (por exemplo devido à nefropatia103 diabética) ou nos casos onde diuréticos23 poupadores de potássio ou suplementos de potássio são administrados concomitantemente.

Sinais50 gerais de distúrbios no balanço eletrolítico incluem: cansaço, cefaléia7, tonturas105, sonolência, confusão, apatia106, cãimbra muscular, tetania107 (hiperexcitabilidade dos nervos e músculos108 como por exemplo cãimbras nas mãos109 e planta dos pés), além de fraqueza muscular, distúrbios gastrintestinais e sede intensificada.

Particularmente no começo do tratamento, pode ocorrer uma poliúria110 transitória. Isto pode ser a expressão do efeito diurético14 da hidroclorotiazida como também uma compensação cardíaca (melhora no desempenho cardíaco). TRIATEC D pode, assim, levar ou contribuir para o desenvolvimento de uma depleção39 de líquidos, particularmente em pacientes idosos - especialmente quando uma perda líquidos (ex.: resultante de vômito111 ou diarréia42) não for compensada por uma adequada reposição oral (veja "Precauções"). Isto pode levar, subseqüentemente, a um aumento na concentração do sangue49 (hemoconcentração112) ou, em casos severos, a uma tendência aumentada de desenvolvimento de coágulo113 (trombose114).

Pele58 e vasos sangüíneos80, reações anafiláticas115

O edema angioneurótico24 ocorre raramente durante tratamento com TRIATEC D. O edema61 ocorre devido à inibição da ECA e necessita imediata interrupção do tratamento com TRIATEC.

Outros inibidores da ECA também não deverão ser usados em tais casos.

O edema angioneurótico24 pode se manifestar, por exemplo, através de edema61 das extremidades, face116 (pálpebra, lábio117), língua63, garganta65 e laringe66 (perceptível como, por exemplo, dificuldade em deglutir4 ou respirar). O edema angioneurótico24 da língua63, garganta65 ou laringe66 pode levar a um risco de vida e necessitar atendimento imediato.

Edemas118 não-angioneuróticos mais leves, por exemplo, envolvendo o tornozelo, também podem ocorrer.

Além disso, as seguintes reações cutâneas119 e mucosas59 podem ocorrer, por exemplo, como manifestações de uma reação alérgica120: rubor de regiões da pele58 acompanhadas de sensação de calor, conjuntivite121, prurido122, urticária123; raramente outras reações de pele58 ou mucosas59 (exantema56 e enantema maculopapular124 e liquenóide, eritema multiforme125), pronunciada queda de cabelos (alopécia126), hipersensibilidade da pele58 à luz e precipitação ou intensificação do fenômeno de Raynaud127 (distúrbios da circulação128 caracterizados por palidez dos dedos das mãos109 ou dos pés) também podem ocorrer.

Com outros inibidores da ECA, outros tipos de reações de pele58 e mucosas59 (exantema56 e enantema penfigóide ou tipo psoriático), e perda das unhas129 (onicólise130) têm sido observados. Reações anafiláticas115 à hidroclorotiazida, potencialmente com risco de vida, são possíveis.

No caso de ocorrer prurido122 com urticária123, o paciente deverá avisar imediatamente o médico.

A possibilidade e severidade de reações anafiláticas115 e anafilactóides (algumas vezes, reações com risco de vida, alergias de rápida instalação e do tipo alérgico) podem estar aumentadas sob a influência dos inibidores da ECA. Isto deve ser considerado quando é conduzida a dessensibilização131.

Trato respiratório

Devido possivelmente à inibição da ECA, uma tosse seca (não produtiva) irritativa ocorre freqüentemente. Esta é freqüentemente pior à noite e quando o paciente está deitado e ocorre mais freqüentemente em mulheres e não fumantes. Em alguns casos, obtém-se resultado através da mudança para outro inibidor da ECA. Entretanto, a tosse pode levar os pacientes a interromper o uso de quaisquer inibidores da ECA.

Também possivelmente devido à inibição da ECA, pode ocorrer coriza132 (rinite133), sinusite134, bronquite e, especialmente em pacientes com tosse irritativa, broncospasmo.

A administração de hidroclorotiazida pode induzir pneumonite135 e edema pulmonar136, presumivelmente devido a uma reação alérgica120.

O paciente deverá avisar imediatamente seu médico caso ocorra dificuldade ou piora da respiração.

Trato digestivo

O tratamento com TRIATEC D pode se associar a sintomas8 do trato digestivo, como por exemplo boca137 seca, irritação ou inflamação69 da mucosa138 oral, distúrbios digestivos, constipação139, diarréia42, náusea140 e vômitos43, epigastralgia141 tipo gastrite142, desconforto abdominal superior (algumas vezes com aumento de enzimas pancreáticas), pancreatite143, aumento nas enzimas hepáticas144 e/ou bilirrubina145 séricas, icterícia146 devida à excreção comprometida do pigmento biliar (icterícia146 colestática), outras formas de comprometimento da função hepática34 e, em alguns casos com risco de vida, hepatite147.

Sangue49

As seguintes alterações nos elementos figurados do sangue49 podem ocorrer: uma redução leve a severa no número de células47 vermelhas e teor de hemoglobina148 - em situações isoladas também devido a anemia hemolítica149, contagem de plaquetas53 e de células47 brancas, mas em algumas ocasiões, envolvendo somente determinadas células47 brancas  (neutropenia150), agranulocitose151, depressão da medula óssea152 e pancitopenia153.

Tais alterações dos elementos figurados do sangue49 que, algumas vezes, trazem risco de vida, são mais prováveis de ocorrer em pacientes com função renal25 comprometida, em pacientes com doença do tecido conectivo154 concomitante (lupus155 eritematoso156 ou esclerodermia) ou em pacientes tratados com outros fármacos que podem causar alterações nos elementos do sangue49 ( vide "Precauções " e "Interações").

Outras Reações Adversas

Distúrbios do balanço eletrolítico, alterações visuais, cefaléia7, nervosismo, agitação, tremor, distúrbio do sono, confusão, perda de apetite, depressão, ansiedade, parestesias157, mudança do paladar158 (sabor metálico), redução do paladar158 e, algumas vezes até perda do paladar158, cãimbras musculares e - como é geralmente possível em casos não freqüentes de pressão sangüínea41 diminuída e como uma possível conseqüência de outras reações adversas - impotência159 e diminuição da libido160 podem ocorrer.

Podem ocorrer inflamação69 dos vasos sangüíneos80 (vasculite161), mialgia162 e artralgia163, febre52 e eosinofilia164. Níveis elevados de anticorpos165 antinucleares têm sido observados com outros inibidores da ECA. Numa relação temporal com a administração de hidroclorotiazida, tem sido descrito o desenvolvimento de lupus155 eritematoso156 sistêmico166.

Durante o tratamento com a hidroclorotiazida - e, por conseqüência, com TRIATEC D - pode ocorrer aumento na concentração sangüínea de ácido úrico. Isto pode levar a crises de gota167, principalmente naqueles pacientes nos quais os níveis de ácido úrico já são elevados.

A hidroclorotiazida pode diminuir a tolerância à glicose19, podendo levar a uma deterioração das condições metabólicas em pacientes diabéticos. Um distúrbio latente prévio do metabolismo168 da glicose19 pode, assim, tornar-se manifesto pela primeira vez.

A hidroclorotiazida pode causar um aumento nos níveis de colesterol18 e triglicérides17.

Se forem notadas quaisquer reações adversas, informe imediatamente o médico.

A redução da pressão sangüínea41 pode prejudicar a habilidade dos pacientes em se concentrar e reagir, como por exemplo, a habilidade de dirigir, atravessar ruas com segurança e operar máquinas. Tais manifestações ocorrem principalmente no início do tratamento ou após consumo de álcool.
                                                                                                         

Posologia de Triatec D

A posologia é baseada no efeito anti-hipertensivo desejado e na tolerabilidade dos pacientes ao fármaco11. A terapia com TRIATEC D é geralmente a longo prazo. A duração do tratamento é determinada pelo médico.

A seguinte posologia aplica-se quando da ausência de situações especiais definidas abaixo:

TRIATEC D 2,5 mg

A posologia inicial usual é de 1 comprimido de TRIATEC D diariamente,. Se necessário, a dose poderá ser aumentada em intervalos de 2 a 3 semanas, até um máximo permitido de 4 comprimidos ao dia.

Na maioria dos casos, a pressão sangüínea41 será reduzida suficientemente após 1 a 2 comprimidos de TRIATEC D 2,5 mg por dia.

TRIATEC D 5 mg

A posologia inicial usual é de 1/2 comprimido de TRIATEC D diariamente. Se necessário, a dose poderá ser aumentada em intervalos de 2 a 3 semanas, até um máximo permitido de 2 comprimidos ao dia. Na maioria dos casos, a pressão sangüínea41 será reduzida suficientemente após 1/2 a 1 comprimido de TRIATEC D 5 mg por dia.

Situações especiais:

. Posologia em pacientes tratados previamente com diuréticos23

Nos pacientes tratados previamente com diuréticos23, deve-se tomar o cuidado de descontinuá-lo no mínimo 2 a 3 dias ou mais (dependendo da duração da ação do diurético14) antes de se iniciar o tratamento com TRIATEC D, ou que seja, deve-se pelo menos reduzir gradativamente a dose deste.

O médico decidirá, em cada caso individualmente, se a descontinuação ou redução da dose é possível e em quanto tempo deverá ocorrer.

Se a descontinuação não for possível, o tratamento deverá ser iniciado com a dose mínima de ramipril (1,25 mg/dia de TRIATEC) em monoterapia. Subseqüentemente, deve-se proceder à mudança para uma dose inicial não superior a 1 comprimido de TRIATEC D 2,5 mg ou 1/2 comprimido de TRIATEC D 5 mg.

. Posologia em pacientes com insuficiência renal31

"Clearance" de creatinina26 entre 60 e 30 ml/min/1,73 m2 de área de superfície corpórea: o tratamento deve começar com ramipril (TRIATEC ) isoladamente em dose diária de 1,25 mg. Após o gradual aumento da dose de ramipril, a terapêutica169 com TRIATEC D é iniciada com uma dose diária de 1 comprimido de TRIATEC D 2,5 mg ou 1/2 comprimido de TRIATEC D 5 mg, administrada uma vez ao dia. A dose diária máxima permitida nesses pacientes é de 2 comprimidos de TRIATEC D 2,5 mg ou 1 comprimido de TRIATEC D 5 mg.

Quando não for possível a obtenção do "clearance" de creatinina26, ele pode ser calculado baseado no nível de creatinina26 sérica aplicando-se a seguinte fórmula (equação de Cockcroft):

"Clearance" de creatinina26 (ml/min)=  

Homem: Peso corpóreo (Kg) x (140 - idade em anos)                        72 x creatinina26 sérica (mg/dl170)

Mulher: Multiplique o produto da equação acima por 0,85.

Administração

TRIATEC D deve ser deglutido inteiro com uma quantidade suficiente de líquido (aproximadamente, meio copo de água).

TRIATEC D pode ser ingerido antes, durante ou após as refeições.

Geralmente, recomenda-se que TRIATEC D, de acordo com a prescrição, seja ingerido no café-da-manhã em dose única diária.
                                                                                                               

Superdosagem de Triatec D

Espera-se em caso de superdosagem uma hipotensão171 excessiva, podendo ser necessário infusão intravenosa de solução fisiológica172 e/ou angiotensina II.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

TRIATEC D - Laboratório

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Complementos

1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
4 Deglutir: Passar (o bolo alimentar) da boca para o esôfago e, a seguir, para o estômago.
5 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
6 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
7 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
8 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
9 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
10 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
11 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
12 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
13 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
14 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
15 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
16 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
17 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
18 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
19 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
20 Aterosclerose: Tipo de arteriosclerose caracterizado pela formação de placas de ateroma sobre a parede das artérias.
21 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
22 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
23 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
24 Edema angioneurótico: Ataques recidivantes de edema transitório que aparecem subitamente em áreas da pele, membranas mucosas e ocasionalmente nas vísceras, geralmente associadas com dermatografismo, urticária, eritema e púrpura.
25 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
26 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
27 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
28 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
29 Artéria Renal: Ramo da aorta abdominal que irriga os rins, glândulas adrenais e ureteres.
30 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
31 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
32 Hipopotassemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
33 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
34 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
35 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
36 Urgência: 1. Necessidade que requer solução imediata; pressa. 2. Situação crítica ou muito grave que tem prioridade sobre outras; emergência.
37 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
38 Hipovolemia: Diminuição do volume de sangue secundário a hemorragias, desidratação ou seqüestro de sangue para um terceiro espaço (p. ex. peritônio).
39 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
40 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
41 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
42 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
43 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
44 Sudorese: Suor excessivo
45 Artérias: Os vasos que transportam sangue para fora do coração.
46 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
47 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
48 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
49 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
50 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
51 Imunodeficiência: Distúrbio do sistema imunológico que se caracteriza por um defeito congênito ou adquirido em um ou vários mecanismos que interferem na defesa normal de um indivíduo perante infecções ou doenças tumorais.
52 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
53 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
54 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
55 Petéquias: Pequenas lesões da pele ou das mucosas, de cor vermelha ou azulada, características da púrpura. São lesões hemorrágicas, que não desaparecem à pressão, cujo tamanho não ultrapassa alguns milímetros.
56 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
57 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
58 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
59 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
60 Púrpuras: Lesões hemorrágicas de cor vinhosa, que não desaparecem à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
61 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
62 Pálpebras:
63 Língua:
64 Deglutição: Passagem dos alimentos desde a boca até o esôfago; ação ou efeito de deglutir; engolir. É um mecanismo em parte voluntário e em parte automático (reflexo) que envolve a musculatura faríngea e o esfíncter esofágico superior.
65 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
66 Laringe: É um órgão fibromuscular, situado entre a traqueia e a base da língua que permite a passagem de ar para a traquéia. Consiste em uma série de cartilagens, como a tiroide, a cricóide e a epiglote e três pares de cartilagens: aritnoide, corniculada e cuneiforme, todas elas revestidas de membrana mucosa que são movidas pelos músculos da laringe. As dobras da membrana mucosa dão origem às pregas vocais.
67 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
68 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
69 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
70 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
71 Laxantes: Medicamentos que tratam da constipação intestinal; purgantes, purgativos, solutivos.
72 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
73 Citostáticos: Diz-se de substâncias que inibem o crescimento ou a reprodução das células.
74 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
75 Hipoglicemiantes: Medicamentos que contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
76 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
77 Íons: Átomos ou grupos atômicos eletricamente carregados.
78 Cabeça:
79 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
80 Vasos sangüíneos: Órgãos em forma de tubos que se ramificam por todo o organismo. Existem três tipos principais de vasos sangüíneos que são as artérias, veias e capilares.
81 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
82 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
83 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
84 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
85 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
86 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
87 Músculo Cardíaco: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo.
88 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
89 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
90 Estenoses: Estreitamentos patológicos de um conduto, canal ou orifício.
91 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
92 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
93 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
94 Isquêmico: Relativo à ou provocado pela isquemia, que é a diminuição ou suspensão da irrigação sanguínea, numa parte do organismo, ocasionada por obstrução arterial ou por vasoconstrição.
95 Apoplexia: Afecção cerebral que surge inesperadamente, acompanhada de privação do uso dos sentidos e/ou suspensão do movimento; por outras palavras, serve de designação genérica das afecções produzidas pela formação rápida de um derrame sangüíneo ou acidente oclusivo no interior de um órgão. Os sintomas e sinais podem variar desde uma simples cefaléia até um quadro mais grave. O termo está atualmente em desuso, devendo ser substituído por acidente vascular cerebral.
96 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
97 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
98 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
99 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
100 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
101 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
102 Proteinúria: Presença de proteínas na urina, indicando que os rins não estão trabalhando apropriadamente.
103 Nefropatia: Lesão ou doença do rim.
104 Alcalose: Desequilíbrio do meio interno, produzido por uma diminuição na concentração de íons hidrogênio ou aumento da concentração de bases orgânicas nos líquidos corporais.
105 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
106 Apatia: 1. Em filosofia, para os céticos e os estoicos, é um estado de insensibilidade emocional ou esmaecimento de todos os sentimentos, alcançado mediante o alargamento da compreensão filosófica. 2. Estado de alma não suscetível de comoção ou interesse; insensibilidade, indiferença. 3. Em psicopatologia, é o estado caracterizado por indiferença, ausência de sentimentos, falta de atividade e de interesse. 4. Por extensão de sentido, é a falta de energia (física e moral), falta de ânimo; abatimento, indolência, moleza.
107 Tetania: Espasmos e contraturas dos músculos das mãos e pés, e menos freqüentemente dos músculos da face, da laringe (cordas vocais) e da coluna vertebral. Inicialmente, são indolores; mas tendem a tornar-se cada vez mais dolorosos. É um sintoma de alterações bioquímicas do corpo humano e não deve ser confundida com o tétano, que é uma infecção. A causa mais comum é a hipocalcemia (nível baixo de cálcio no sangue). Outras causas incluem hipocalemia (nível baixo de potássio no sangue), hiperpnéia (frequência respiratória anormalmente profunda e rápida, levando a baixos níveis de dióxido de carbono), ou mais raramente de hipoparatiroidismo (atividade diminuída das glândulas paratiróides). Recentemente, considera-se que a hipomagnesemia (nível baixo de magnésio no sangue) é também um dos fatores causais desta situação clínica.
108 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
109 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
110 Poliúria: Diurese excessiva, pode ser um sinal de diabetes.
111 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
112 Hemoconcentração: Concentração sanguínea ou aumento do hematócrito maior do que 20%.
113 Coágulo: 1. Em fisiologia, é uma massa semissólida de sangue ou de linfa. 2. Substância ou produto que promove a coagulação do leite.
114 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
115 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
116 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
117 Lábio: Cada uma das duas margens carnudas e altamente irrigadas da boca.
118 Edemas: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
119 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
120 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
121 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
122 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
123 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
124 Maculopapular: Erupção cutânea que se caracteriza pelo aparecimento de manchas e de pápulas de tonalidade avermelhada, geralmente observada no sarampo ou na rubéola.
125 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
126 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
127 Fenômeno de Raynaud: O fenômeno de Raynaud (ou Raynaud secundário) ocorre subsequentemente a um grande grupo de doenças, como artrite, vasculite, esclerodermia, dentre outras. Esta forma de Raynaud pode progredir para necrose e gangrena dos dedos.
128 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
129 Unhas: São anexos cutâneos formados por células corneificadas (queratina) que formam lâminas de consistência endurecida. Esta consistência dura, confere proteção à extremidade dos dedos das mãos e dos pés. As unhas têm também função estética. Apresentam crescimento contínuo e recebem estímulos hormonais e nutricionais diversos.
130 Onicólise: Destruição da unha devido a infecções micóticas, bacterianas ou por processos tóxicos.
131 Dessensibilização: É uma maneira de parar ou diminuir a resposta a reações alérgicas a algumas coisas. Por exemplo, se uma pessoa apresenta uma reação alérgica a alguma substância, o médico dá a esta pessoa uma pequena quantidade desta substância para aumentar a sua tolerância e vai aumentando esta quantidade progressivamente. Após um período de tempo, maiores doses são oferecidas antes que a dose total seja dada. É uma maneira de ajudar o organismo a prevenir as reações alérgicas.
132 Coriza: Inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo.
133 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
134 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
135 Pneumonite: Inflamação dos pulmões que compromete principalmente o espaço que separa um alvéolo de outro (interstício pulmonar). Pode ser produzida por uma infecção viral ou lesão causada por radiação ou exposição a diferentes agentes químicos.
136 Edema pulmonar: Acúmulo anormal de líquidos nos pulmões. Pode levar a dificuldades nas trocas gasosas e dificuldade respiratória.
137 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
138 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
139 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
140 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
141 Epigastralgia: Dor na região epigástrica, ou seja, na parte mediana superior da parede abdominal, que corresponde em profundidade, aproximadamente, ao estômago e ao lobo esquerdo do fígado.
142 Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
143 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
144 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
145 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
146 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
147 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
148 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
149 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
150 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
151 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
152 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
153 Pancitopenia: É a diminuição global de elementos celulares do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas).
154 Tecido conectivo: Tecido que sustenta e conecta outros tecidos. Consiste de CÉLULAS DO TECIDO CONJUNTIVO inseridas em uma grande quantidade de MATRIZ EXTRACELULAR.
155 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
156 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
157 Parestesias: São sensações cutâneas subjetivas (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) que são vivenciadas espontaneamente na ausência de estimulação.
158 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
159 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
160 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
161 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
162 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
163 Artralgia: Dor em uma articulação.
164 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
165 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
166 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
167 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
168 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
169 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
170 Mg/dL: Miligramas por decilitro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
171 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
172 Fisiológica: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
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