Preço de Gingilone em Woodbridge/SP: R$ 18,21

Bula do paciente Bula do profissional

Gingilone
(Bula do profissional de saúde)

COSMED INDUSTRIA DE COSMETICOS E MEDICAMENTOS S.A.

Atualizado em 28/01/2021

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO:

Gingilone®
acetato de hidrocortisona + sulfato de neomicina + troxerrutina + ácido ascórbico +benzocaína
Pomada 5 mg + 5 mg + 20 mg + 0,5 mg + 2 mg

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Pomada bucal
Embalagem contendo 1 bisnaga com 10 g

VIA DE ADMINISTRAÇÃO: BUCAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 2 ANOS

COMPOSIÇÃO

Cada grama1 da pomada contém:

acetato de hidrocortisona (equivalente a 4,48 mg de hidrocortisona) 5 mg
sulfato de neomicina (equivalente a 3,5 mg de neomicina) 5 mg
troxerrutina 20 mg
ácido ascórbico 0,5 mg
benzocaína 2 mg
excipientes q.s.p. 1 g

Excipientes: mentol, essência de hortelã, essência de anis, edetato dissódico, metabissulfito de sódio, sacarina2 sódica, glicerol, macrogol 400, macrogol 4000, clorobutanol hidratado, sorbitol3, povidona, álcool etílico e água.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE4:

INDICAÇÕES

Gingilone® é indicado na fase aguda das infecções5 bucais por microrganismos sensíveis à neomicina; estomatites, aftas, lesões6 da mucosa7 bucal, lingual, gengival e hemorragia8 gengival.

RESULTADOS DE EFICÁCIA

Acetato de hidrocortisona

A hidrocortisona, principal glicocorticoide secretado pelo córtex adrenal, é administrada na forma de álcool livre ou na forma esterificada, oralmente, parenteralmente, por injeção9 local ou aplicada dermatologicamente, no controle de várias doenças, onde os corticosteroides são indicados. A hidrocortisona tem sido mais utilizada do que a cortisona, pois é farmacologicamente ativa, sendo que a cortisona deve ser convertida no fígado10 para hidrocortisona.1

Logo após a síntese da hidrocortisona em 1951, os esteroides tópicos foram reconhecidos como agentes eficazes no tratamento das doenças de pele11. Novos glicocorticoides halogenados com potência muito maior foram sintetizados em meados da década de 1950. Com o desenvolvimento de veículos adequados, esses agentes se tornaram rapidamente o alicerce do tratamento de muitas doenças cutâneas12 inflamatórias. Tais doenças respondem à administração tópica ou intralesional13 de glicocorticoides. A absorção varia entre as diferentes regiões da superfície corporal; o esteroide a ser utilizado é escolhido com base em sua potência, no local do acometimento e na gravidade da doença cutânea14. Em geral, a hidrocortisona ou um equivalente, é o esteroide mais potente utilizado na face15 ou áreas de oclusão, como axila ou virilha.2

Para promover a cicatrização da úlcera16 aftosa, os glicocorticoides, tanto topicamente como oralmente, são o suporte principal de terapia.3

Para aplicação tópica, no tratamento de várias doenças da pele11, o acetato de hidrocortisona, é geralmente aplicado na forma de cremes, pomadas ou loções. As concentrações geralmente variam de 0,1 a 2,5%.1 Quando aplicada topicamente, particularmente em grandes áreas, quando a pele11 está fissurada, o corticosteroide pode ser absorvido em quantidades suficientes para causar efeitos sistêmicos17.1

A hidrocortisona administrada topicamente apresenta menos reações adversas na pele11 e é menos responsável por causar supressão adrenal do que a maioria dos corticosteroides tópicos mais potentes.1 Quando a região afetada é passível de ser tratada por aplicações tópicas, pode ser preferível administrar os corticosteroides dermatologicamente. Beneficia-se da vantagem de se obter concentrações locais de esteroides relativamente elevadas que produzem efeitos locais e reduzem os efeitos sistêmicos17 indesejáveis. Entretanto, se os esteroides forem aplicados dermatologicamente durante longos períodos, a absorção através da pele11 ou mucosas18 pode provocar efeitos sistêmicos17. A administração de quantidades excessivas de hidrocortisona está associada ao adelgaçamento do tecido subcutâneo19 e formação de rupturas das fibras elásticas20. Assim, deve-se prescrever a menor dose eficaz pelo menor tempo possível.4 Em um estudo realizado por Canpolat et al, foi comparado a eficácia de hidrocortisona creme, combinada com mupirocina ou hidrocortisona isolada na forma de pomada emoliente, para o tratamento de dermatite21 atópica leve ou moderada em bebês22 de 6 meses a 2 anos de idade. Um total de 83 pacientes com dermatite21 atópica leve ou moderada foram distribuídos aleatoriamente para receber hidrocortisona, hidrocortisona + mupirocina ou pomada emoliente duas vezes por dia em uma semana e seguidos por 8 semanas em um estudo cego. No final do estudo, 65% (17 de 26) dos pacientes foram tratados com sucesso com pomada de hidrocortisona baseado nos escores SCORAD (ferramenta clínica utilizada para avaliar a extensão e severidade do eczema23) e EASI (índice de área de eczema23 e severidade). Monoterapia com pomada de hidrocortisona é o principal tratamento em bebês22 com dermatite21 atópica leve ou moderada.5

De acordo com o painel “Recomendações com relação à eficácia e segurança da Hidrocortisona – 44 FR 69768 a 69813 - 69824” publicado pelo FDA em 04 de Dezembro de 1979, o acetato de hidrocortisona é seguro e eficaz para uso como antipruriginoso sem prescrição médica. Esse documento confirmou que 0,5, 1 e 2% de hidrocortisona, em diferentes tipos de veículos, é reconhecido como seguro e eficaz. 6 Quijano D e Rodríguez M. realizaram um estudo onde avaliaram a eficácia de corticosteroides dermatológicos quando comparados com placebo24, na diminuição da evolução clínica e recorrência25 da estomatite26 aftosa. O critério de inclusão e os bancos de dados de revisão literária foram definidos utilizando-se a MEDLINE, Lilacs, SciELO e EMBASE. A qualidade dos estudos foi avaliada utilizando- se a escala Jadad. Os dados foram resumidos por dois avaliadores independentes e uma análise dos resultados foi coletada. Os estudos mostraram que, em média, o tempo para cura das úlceras27 foi menor ao utilizar corticosteroides dermatológicos quando comparado com placebo24. Ao avaliar a dor, os resultados foram a favor do tratamento ativo.7

Neomicina

A neomicina é um antibiótico aminoglicosídeo que é ativo contra muitas cepas28 de bactérias Gram negativas, apesar de não ser ativo contra Pseudomonas spp., e é também ativo contra muitas cepas28 de Staphylococcus aureus. Não é utilizado parenteralmente ou sistemicamente devido à sua toxicidade29, mas é aplicado dermatologicamente na forma de sulfato ou undecanoato no tratamento de infecções5 do ouvido, olhos30 e pele11.1

O sulfato de neomicina está disponível para administração tópica. Hoje, a neomicina está disponível em muitos produtos nas formas farmacêuticas de cremes, pomadas e diversas outras, tanto isolada quanto em combinação com polimixina, bacitracina, outros antibióticos e uma variedade de corticosteroides. O sulfato de neomicina não deve ser utilizado topicamente em doses acima de 1 g diário. O uso local prolongado deve ser evitado, pois pode levar a uma sensibilidade da pele11 e possível sensibilidade cruzada a outros aminoglicosídeos. Os antibióticos tópicos oferecem uma alternativa aos agentes orais e parenterais em certas condições e apresentam certas vantagens como, por exemplo, facilidade de uso, poucas reações adversas, concentrações mais altas do fármaco31 na área afetada, risco mais baixo de desenvolvimento de resistência bacteriana e economia. Os objetivos da terapia antimicrobiana tópica são os de controlar a colonização bacteriana, prevenindo assim o desenvolvimento de infecções5 invasivas, profilaxia e tratamento de infecções5 por ferimento, piodermites, infecções5 secundárias à queimadura, acne32 e erradicação de Staphylococcus aureus nasal. Os antibióticos tópicos de escolha incluem entre eles a neomicina.8

De acordo com Palmieri TL, mais de 440.000 crianças/ano recebem atendimento médico para ferimentos de queimadura nos Estados Unidos. Infecções5 por ferimento de queimadura são as principais fontes de morbidade33 e mortalidade34 nesses pacientes. Ferimentos infectados demoram mais para desaparecerem e acabam também levando às infecções5 sistêmicas. Tratamento apropriado minimiza a extensão da lesão35 por queimadura, enquanto que o tratamento inapropriado pode aumentar o tamanho e/ou aprofundar a lesão35. Os agentes antibióticos tópicos, tal como a neomicina, têm demonstrado ser efetivos na diminuição das infecções5 relacionadas às feridas e a morbidade33 nas feridas por queimaduras quando utilizados adequadamente.9

Os antibióticos locais demostraram bom desempenho na eliminação de infecções5 bacterianas secundárias das úlceras27 aftosas recorrentes, redução da sintomatologia, aceleração da cicatrização e uma resposta muito significativa na diminuição da quantidade de recidivas36.10

Troxerrutina

Os bioflavonoides, alguns flavonoides relacionados, como por exemplo, hesperidina e rutina, e seus derivados são conhecidos por aumentar a função capilar37 reduzindo o extravasamento sanguíneo anormal. Eles são geralmente administrados para aliviar o dano capilar37 e insuficiência38 venosa e o consequente edema39 local.1

Nas últimas décadas diversos tratamentos farmacológicos têm sido utilizados no tratamento da insuficiência38 venosa crônica, dentre eles destacamos a terapia com troxerrutina, medicamento que apresenta uma ação venoativa e é amplamente usado na Europa desde 1971. Seu uso está associado principalmente com a melhora do tônus venoso e a permeabilidade40 capilar37.11

Celik et al, estudou os efeitos do tratamento local com troxerrutina e heparinoide em um modelo de necrose41 em enxerto42. Foram utilizados três grupos de 10 ratos albinos Wistar. O grupo controle foi tratado diariamente com solução salina, o grupo secundário foi tratado com heparinoide tópico43 e o terceiro grupo com troxerrutina tópica. A quantidade de necrose41 foi medida em todos os grupos no final do 17º dia. Foram realizados cortes nos tecidos para análise histológica44 e para avaliação da expressão do fator de crescimento endotelial. A avaliação dos níveis plasmáticos de óxido nítrico foi também realizada em cada animal por punção cardíaca. Os braços de tratamento exibiram significativa redução nas áreas de necrose41 no enxerto42, comparadas com o grupo controle (p<0.001), mas foi similar entre os grupos de tratamento (p=0.60). O nível médio de densidade de colágeno45, organização de colágeno45, granulação46 de tecido47 e demarcação foram similares em todos os ratos. Os resultados sugerem que a troxerrutina e o heparinoide efetivamente reduziram a necrose41 no enxerto42 e aumentaram a sobrevida48 do enxerto42. Os efeitos observados devem estar relacionados aos seus efeitos antioxidantes, antiedermatogênico e atividades na permeabilidade40 capilar37 e transudação. Em diversos estudos clínicos em amplas áreas da Medicina, a eficácia e a boa tolerabilidade da troxerrutina foi estabelecida.12

Em um estudo clínico duplo cego e comparado com placebo24, os pesquisadores buscaram avaliar as mudanças promovidas por um tratamento com troxerrutina nas anormalidades reológicas em 60 mulheres com insuficiência38 venosa dos membros inferiores e varicosidade vulvar. Como resultado, após um mês de tratamento, os investigadores observaram que o tratamento com troxerrutina está associado com uma melhora significativa dos parâmetros clínicos e reológicos relacionados à insuficiência38 venosa. Por fim, os pesquisadores relatam que estes resultados continuaram após quatro meses de tratamento.13

Benzocaína

Benzocaína é um anestésico de superfície do tipo éster com baixa toxicidade29 sistêmica. É usada, frequentemente, em combinação com outros medicamentos como analgésicos49, antissépticos50, agentes antibacterianos e antifúngicos e antipruriginosos51, para o alívio temporário da dor, associado com condições dentais, faringite52, hemorroidas53, prurido54 anal, e dor no ouvido. Tem sido usada para alívio da dor em pequenos cortes, raspagens, queimaduras e queimaduras de sol, dores musculares, tensões e torcicolos.16

Benzocaína é utilizada em cremes, pomadas, loções, soluções, sprays, géis, e supositórios em concentrações de até 20% para anestesia55 tópica.1

Pode ser aplicada diretamente nos ferimentos e superfícies ulceradas, onde permanece localizada durante longos períodos e exerce uma ação anestésica prolongada. Quimicamente, é um éster do ácido paraminobenzóico sem o grupo amino terminal encontrado nos anestésicos locais. A benzocaína é estruturalmente semelhante à procaína, com a diferença de não ter o grupo dietilamino terminal. É incorporada num grande número de preparações tópicas. Relatou-se que a benzocaína causa metahemoglobulinemia; consequentemente, as recomendações da posologia devem ser seguidas cuidadosamente.2

Alguns anestésicos locais podem ser utilizados topicamente na cavidade bucal para produzir anestesia55 superficial. Esses tipos de anestésicos preparam a mucosa7 aliviando o efeito doloroso de uma punção; também se empregam para controlar o reflexo nauseante na tomada de impressões, na realização de radiografias na parte posterior em pacientes com reflexo nauseante excessivo; aliviar temporariamente a dor das aftas, ulcerações56, decúbitos por próteses, gengivites, como anestesia55 intrapulpar, alívio passageiro da dor de dente57, extração de resto de raízes dentais, de dentes temporários muito reabsorvidos, em casos de hiperestesias dentais, etc. Os métodos de aplicação mais comuns são: aplicação tópica de pomadas, nebulizadores ou pistolas ejetoras e refrigeração.14

A anestesia55 local produz uma sensação de perda sensorial reversível em uma parte do organismo e bloqueia reversivelmente a condução de impulso nervoso ao longo das fibras nervosas e outras membranas excitáveis. Todos os anestésicos locais são medicamentos estabilizadores de membrana; eles diminuem reversivelmente a porção de depolarização e repolarização de membranas excitáveis. Os principais agentes anestésicos locais para anestesia55 da pele11 são a benzocaína, prilocaína e lidocaína, que são comercializados na forma de pomadas e cremes ou como bioadesivos, com diferentes composições para adultos e crianças. Anestésicos dermatológicos diminuem a ansiedade, a dor e o desconforto durante procedimentos cutâneos e fornecem analgesia efetiva com rápida eficácia, duração prolongada e mínimas reações adversas.15

Ácido ascórbico

Há muito tempo o papel do ácido ascórbico (AA) tem sido reconhecido no metabolismo58 do tecido conjuntivo59, sobretudo a partir do século 16, quando o escorbuto60 começou a ser prevenido com sumo de frutas cítricas. As primeiras publicações referentes ao uso tópico43 da vitamina61 C, inicialmente em cobaias, datam da década de 1960. Entretanto, só mais recentemente tem-se dado valor a essa via de aplicação.16 A vitamina61 C (ácido ascórbico) é uma vitamina61 hidrossolúvel e termolábil. Os seres humanos e outros primatas, bem como a cobaia, são os únicos mamíferos incapazes de sintetizar o AA. Neles, a deficiência, geneticamente determinada, da gulonolactona oxidase impede a síntese do ácido L-ascórbico a partir da glicose62. É essencial para a formação das fibras colágenas existentes em praticamente todos os tecidos do organismo humano (derme63, cartilagem64 e ossos).16

O ácido L-ascórbico é vital para o funcionamento das células65, e isso é particularmente evidente no tecido conjuntivo59, durante a formação do colágeno45. Na pele11, colágenos tipos I e III contribuem com 85 a 90% e 8 a 11% do colágeno45 total sintetizado, respectivamente. O AA é cofator para duas enzimas essenciais na biossíntese do colágeno45. A lisil e a prolil hidroxilases catalisam a hidroxilação dos resíduos prolil e lisil nos polipeptídeos colágenos, e essas modificações pós-translacionais permitem a formação e estabilização do colágeno45 de tripla hélice, e sua subsequente secreção no espaço extracelular66 como pró-colágeno45. O pró-colágeno45 é então transformado em tropo-colágeno45, e finalmente fibras colágenas são formadas por um rearranjo espacial espontâneo das moléculas tropo-colágenas. Consequentemente, a hidroxilação é uma fase crítica na biossíntese de colágeno45, uma vez que regula a formação da tripla hélice, da excreção do pró-colágeno45 e das ligações cruzadas do tropo-colágeno45. A lisil e a prolil hidroxilase são enzimas férricas. A vitamina61 C, como cofator, previne a oxidação do ferro e, portanto, protege as enzimas contra a auto inativação. Dessa forma, promove a síntese de uma trama colágena madura e normal por meio da perfeita manutenção da atividade das enzimas lisil e propil hidroxilases. Além de atuar como importante cofator para as enzimas já citadas tem sido demonstrado que a vitamina61 C regula também a síntese de colágeno45 tipo I e III, pelos fibroblastos67 dérmicos humanos. Trabalho recente demonstrou que, embora a capacidade proliferativa e a síntese de colágeno45 sejam idade-dependentes, o ácido ascórbico é capaz de estimular a proliferação celular, bem como a síntese de colágeno45 pelos fibroblastos67 dérmicos, independente da idade do paciente. O AA foi capaz de corrigir a capacidade proliferativa reduzida dos fibroblastos67 dérmicos de indivíduos idosos (78-93 anos), assim como aumentar a síntese de colágeno45 em quantidades similares aos de células65 de recém-natos (três a oito dias de vida). Esses resultados sugerem que os níveis basais reduzidos da síntese de colágeno45 em “células velhas” não são devidos a níveis reduzidos de RNA-m dos colágenos I e III, mas sim a eventos reguladores pós-translacionais. Sendo assim, uma vez que o AA é capaz de superar a proliferação diminuída dos fibroblastos67 dérmicos na pele11 envelhecida e, ao mesmo tempo, induzir a síntese de colágeno45 tipos I e III, ele deve se mostrar vantajoso e benéfico no processo de cicatrização.16

Em adição a seus efeitos antioxidantes, o AA é importante na cicatrização das feridas, essencial na síntese de colágeno45, atuando como cofator para as enzimas lisil e propil hidroxilases, e estimulando a transcrição dos genes do colágeno45. Tem sido utilizado também como clareador cutâneo68, inibindo a tirosinase. Provê suplemento seguro e efetivo de armazenamento nos tecidos, melhorando a foto proteção e aumentando as defesas antioxidantes.16

Referências bibliográficas:

  1. Martindale W. Martindale, The Extra Pharmacopoeia. 31nd ed. London: Royal Pharmaceutical Society, 1996.
  2. Brunton LL, Chabner BA, Knollmann BC. As bases farmacológicas da terapêutica69 de Goodman e Gilman. 10 ed. Rio de Janeiro: Mc Graw Hill, 2003.
  3. Melamed F. Aphthous stomatitis. Proceedings of UCLA HealthCare. Spring 2001,5:45–47. Disponível em: http://www.med.ucla.edu/modules/wfsection/article.php
  4. Berkow R, Fletcher AJ (edit). Manual Merck de medicina. 15 ed. São Paulo: Roca, 1989. p. 2772-4.
  5. Canpolat F, Erkoço_lu M, Tezer H, et al. Hydrocortisone acetate alone or combined with mupirocin for atopic dermatitis in infants under two years of age - a randomized double blind pilot trial. Eur Rev Med Pharmacol Sci. 2012;16(14):1989-93.
  6. Recommendations regarding the safety and effectiveness of hydrocortisone. Advisory Review Panel on OTC Topical Analgesic, Antirheumatic, Otic, Burn and Sunburn Prevention and Treatment Drug Products – 44 FR 69768 at 69813 – 69824, December 4, 1979.
  7. Quijano D, Rodríguez M. Topical corticosteroids in recurrent aphthous stomatitis: systematic review. Acta Otorrinolaringol Esp. 2008;59(6):298-307.
  8. Cesur S. Topical antibiotics and clinical use. Mikrobiyol Bul. 2002;36(3-4):353-61.
  9. Palmieri TL, Greenhalgh DG. Topical treatment of pediatric patients with burns: a practical guide. M J Clin Dermatol. 2002;3(8):529-34.
  10. Coelho K, Araujo CS. Tratamento de ulcerações56 aftosas recorrentes: uma revisão bibliográfica. Publ UEPG Ci. Biol. Saúde4 2005;11(3/4):39-45.
  11. Bruppacher R, Rieckemann B, Naser-hijazi B, et al. Evaluation of the safety of a coumarin-troxerutin combination. Pharmacoepidemiol Drug Saf. 1998;7 Suppl 1:S37-40.
  12. Celik A, Ersoy OF, Ozkan N, et al. Comparison of the effects of troxerutin and heparinoid on flap necrosis. J Plast Reconstr Aesthet Surg. 2010;63(5):875-83.
  13. Marhic C. Clinical and rheological efficacy of troxerutin in obstetric gynecology. Rev Fr Gynecol Obstet. 1991;86(2 Pt 2):209-12.
  14. Pipa-Vallejo A, García-Pola-Vallejo MJ. Local anesthetics in dentistry. Med Oral Patol Oral Cir Bucal. 2004;9(5):440-3.
  15. Cantisani C, Macaluso L, Frascani F, et al. New Patents on Topical Anesthetics. Recent Pat Inflamm Allergy Drug Discov. 2014.
  16. Manela-Azulay M, Lacerda CAM, Perez MA, et al. Vitamina61 C. An Bras Dermatol. 2003;78(3):265- 274.

CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS

O acetato de hidrocortisona é um esteroide adrenocortical que inibe a resposta inflamatória induzida por agentes de natureza mecânica, química ou imunológica.

O sulfato de neomicina é um antibiótico bactericida70 eficaz contra microrganismos Gram-positivos e Gram-negativos.

A troxerrutina é um derivado sintético da rutina que reduz a fragilidade e a permeabilidade40 capilar37.

O ácido ascórbico é essencial na síntese e manutenção da integridade do colágeno45, para o processo de cicatrização e para a síntese de outros constituintes orgânicos de diversos tecidos, o endotélio71 capilar37, entre outros.

A benzocaína possui suave ação anestésica tópica, para alívio do desconforto local.

CONTRAINDICAÇÕES

Gingilone® é contraindicado nos pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Lesões6 tuberculosas, micóticas ou virais (herpes simples, vaccínia, varicela72) da mucosa7 oral.

Este medicamento é contraindicado para menores de 2 anos.

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

Populações especiais

Pacientes idosos: considerando-se que efeitos colaterais73 ocorrem em maior proporção em pessoas idosas, deve-se dar atenção especial à segurança ao se administrar qualquer medicamento a esses pacientes.

Gravidez74 

A segurança do uso de corticosteroides dermatológicos durante a gravidez74 ainda não foi estabelecida de modo definitivo. O uso prolongado de antibióticos pode favorecer o aparecimento de infecções5 secundárias por bactérias não sensíveis ou fungos. Atenção para o modo de usar o produto.

Categoria de risco C: Os estudos em animais revelaram risco, mas não existem estudos disponíveis realizados em mulheres grávidas.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Não são conhecidas interações com outros medicamentos.

CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO

Cuidados de conservação

Evitar local quente (temperatura entre 30 e 40°C). Proteger da luz.

Prazo de validade: 24 meses Número de lote, data de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas do produto

Gingilone® apresenta-se como pomada homogênea, amarelo-limão e mentolada.

Antes de usar, observar o aspecto do medicamento.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

POSOLOGIA E MODO DE USAR

Friccione uma pequena quantidade de pomada no local afetado, 3 a 6 vezes por dia, ou a critério médico ou odontológico. Utilizar o medicamento até o alívio dos sintomas75. Caso não haja melhora da sintomatologia em aproximadamente 1 semana de tratamento, procurar orientação médica.

REAÇÕES ADVERSAS

O uso prolongado de corticosteroides, mesmo que por via dermatológica, sob certas circunstâncias pode originar os efeitos sistêmicos17 desses, podendo ocorrer desequilíbrio eletrolítico, com retenção de sódio e líquidos, edema39 e hipertensão arterial76, além de aumento da excreção de potássio, hipercalcemia e alcalose77.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA ou à Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

SUPERDOSE

Ainda não foram descritos casos de superdose.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA
 

Registro M.S. nº 1.7817.0772
Farm. Responsável: Luciana Lopes da Costa - CRF-GO nº 2.757

Registrado por:
Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.
Avenida Ceci, nº 282, Módulo I - Tamboré - Barueri - SP - CEP 06460-120
C.N.P.J.: 61.082.426/0002-07
Indústria Brasileira

Fabricado por:
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VPR 1 - Quadra 2-A - Módulo 4 - DAIA - Anápolis - GO - CEP 75132-020


SAC 0800 97 99 900

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Grama: 1. Designação comum a diversas ervas da família das gramíneas que formam forrações espontâneas ou que são cultivadas para criar gramados em jardins e parques ou como forrageiras, em pastagens; relva. 2. Unidade de medida de massa no sistema c.g.s., equivalente a 0,001 kg . Símbolo: g.
2 Sacarina: Adoçante sem calorias e sem valor nutricional.
3 Sorbitol: Adoçante com quatro calorias por grama. Substância produzida pelo organismo em pessoas com diabetes e que pode causar danos aos olhos e nervos.
4 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
5 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
6 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
7 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
8 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
9 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
10 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
11 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
12 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
13 Intralesional: Dentro da lesão.
14 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
15 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
16 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
17 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
18 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
19 Tecido Subcutâneo: Tecido conectivo frouxo (localizado sob a DERME), que liga a PELE fracamente aos tecidos subjacentes. Pode conter uma camada (pad) de ADIPÓCITOS, que varia em número e tamanho, conforme a área do corpo e o estado nutricional, respectivamente.
20 Fibras Elásticas: Tecido conectivo constituído principalmente por fibras elásticas. Estas, têm dois components
21 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
22 Bebês: Lactentes. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
23 Eczema: Afecção alérgica da pele, ela pode ser aguda ou crônica, caracterizada por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
24 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
25 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
26 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
27 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
28 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
29 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
30 Olhos:
31 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
32 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
33 Morbidade: Morbidade ou morbilidade é a taxa de portadores de determinada doença em relação à população total estudada, em determinado local e em determinado momento.
34 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
35 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
36 Recidivas: 1. Em medicina, é o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura mais ou menos longo; recorrência. 2. Em direito penal, significa recaída na mesma falta, no mesmo crime; reincidência.
37 Capilar: 1. Na medicina, diz-se de ou tubo endotelial muito fino que liga a circulação arterial à venosa. Qualquer vaso. 2. Na física, diz-se de ou tubo, em geral de vidro, cujo diâmetro interno é diminuto. 3. Relativo a cabelo, fino como fio de cabelo.
38 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
39 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
40 Permeabilidade: Qualidade dos corpos que deixam passar através de seus poros outros corpos (fluidos, líquidos, gases, etc.).
41 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
42 Enxerto: 1. Na agricultura, é uma operação que se caracteriza pela inserção de uma gema, broto ou ramo de um vegetal em outro vegetal, para que se desenvolva como na planta que o originou. Também é uma técnica agrícola de multiplicação assexuada de plantas florais e frutíferas, que permite associar duas plantas diferentes, mas gerações próximas, muito usada na produção de híbridos, na qual uma das plantas assegura a nutrição necessária à gema, ao broto ou ao ramo da outra, cujas características procura-se desenvolver; enxertia. 2. Na medicina, é a transferência especialmente de células ou de tecido (por exemplo, da pele) de um local para outro do corpo de um mesmo indivíduo ou de um indivíduo para outro.
43 Tópico: Referente a uma área delimitada. De ação limitada à mesma. Diz-se dos medicamentos de uso local, como pomadas, loções, pós, soluções, etc.
44 Histológica: Relativo à histologia, ou seja, relativo à disciplina biomédica que estuda a estrutura microscópica, composição e função dos tecidos vivos.
45 Colágeno: Principal proteína fibrilar, de função estrutural, presente no tecido conjuntivo de animais.
46 Granulação: 1. Aglomerado de grânulos. 2. Em medicina, é o conjunto de grânulos vermelhos, constituindo uma massa arredondada de vasos capilares e fibroblastos, que se forma na base de uma ulceração ou o processo formativo dessa massa. 3. Em química, é o processo de conversão de uma substância metálica em grãos pelo rápido resfriamento de um filete de sua massa fundida ao imergir em um líquido à temperatura ambiente.
47 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
48 Sobrevida: Prolongamento da vida além de certo limite; prolongamento da existência além da morte, vida futura.
49 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
50 Antissépticos: Que ou os que impedem a contaminação e combatem a infecção.
51 Antipruriginosos: Relativos a ou próprios de prurido, que coçam, que causam coceira ou comichão. Em medicina, é o que produz prurido; prurientes, prurígenos.
52 Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos ou não.
53 Hemorróidas: Dilatações anormais das veias superficiais que se encontram na última porção do intestino grosso, reto e região perianal. Pode produzir sangramento junto com a defecação e dor.
54 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
55 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
56 Ulcerações: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
57 Dente: Uma das estruturas cônicas duras situadas nos alvéolos da maxila e mandíbula, utilizadas na mastigação e que auxiliam a articulação. O dente é uma estrutura dérmica composta de dentina e revestida por cemento na raiz anatômica e por esmalte na coroa anatômica. Consiste numa raiz mergulhada no alvéolo, um colo recoberto pela gengiva e uma coroa, a parte exposta. No centro encontra-se a cavidade bulbar preenchida com retículo de tecido conjuntivo contendo uma substância gelatinosa (polpa do dente) e vasos sangüíneos e nervos que penetram através de uma abertura ou aberturas no ápice da raiz. Os 20 dentes decíduos ou dentes primários surgem entre o sexto e o nono e o vigésimo quarto mês de vida; sofrem esfoliação e são substituídos pelos 32 dentes permanentes, que aparecem entre o quinto e sétimo e entre o décimo sétimo e vigésimo terceiro anos. Existem quatro tipos de dentes
58 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
59 Tecido conjuntivo: Tecido que sustenta e conecta outros tecidos. Consiste de CÉLULAS DO TECIDO CONJUNTIVO inseridas em uma grande quantidade de MATRIZ EXTRACELULAR.
60 Escorbuto: Doença aguda ou crônica causada pela carência de vitamina C, caracterizada por hemorragias, alteração das gengivas e queda da resistência às infecções.
61 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
62 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
63 Derme: Camada interna das duas principais camadas da pele. A derme é formada por tecido conjuntivo, vasos sanguíneos, glândulas sebáceas e sudoríparas, nervos, folículos pilosos e outras estruturas. É constituída por uma fina camada superior que é a derme papilar e uma camada mais grossa, mais baixa, que é a derme reticular.
64 Cartilagem: Tecido resistente e flexível, de cor branca ou cinzenta, formado de grandes células inclusas em substância que apresenta tendência à calcificação e à ossificação.
65 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
66 Espaço Extracelular: Espaço intersticial entre células, preenchido pelo líquido intersticial, bem como, por substâncias amorfas e fibrosas. Para os organismos com uma PAREDE CELULAR, o espaço extracelular, abrange tudo externo à MEMBRANA CELULAR incluindo o PERIPLASMA e a parede celular.
67 Fibroblastos: Células do tecido conjuntivo que secretam uma matriz extracelular rica em colágeno e outras macromoléculas.
68 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
69 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
70 Antibiótico bactericida: Destrói a parede bacteriana, eliminando a bactéria.
71 Endotélio: Camada de células que reveste interiormente os vasos sanguíneos e os vasos linfáticos.
72 Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. É contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.
73 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
74 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
75 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
76 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
77 Alcalose: Desequilíbrio do meio interno, produzido por uma diminuição na concentração de íons hidrogênio ou aumento da concentração de bases orgânicas nos líquidos corporais.
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