MINIDIAB

PFIZER

Atualizado em 09/12/2014

Minidiab®

(Glipizida1)

PARTE I

Identificação do Produto de Minidiab

Nome: Minidiab®Nome genérico: glipizida1

Forma Farmacêutica e Apresentação de Minidiab


Minidiab® 5 mg em embalagem contendo 30 comprimidos.
USO ADULTO
USO ORAL

Composição de Minidiab

Cada comprimido de Minidiab® contém 5 mg de glipizida1.
Excipientes: amido de milho, celulose microcristalina, lactose2 granulada, estearato de
magnésio e ácido esteárico.

PARTE II

Informações ao Paciente de Minidiab


Minidiab® (glipizida1) é indicado no tratamento de diabetes melito3 tipo 2 (antes
conhecido como diabetes4 não dependente de insulina5 ou diabetes4 do adulto) como
adjuvante à dieta, quando o tratamento dietético isolado tiver falhado.
Minidiab® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30º C), protegido
da luz e umidade.
O prazo de validade está indicado na embalagem externa do produto. Não use
medicamento com o prazo de validade vencido, pode ser perigoso para sua saúde6.
O produto é contra-indicado a mulheres grávidas ou que estejam amamentando.
Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez7 na vigência do tratamento ou após o
seu término.
Informe ao seu médico se estiver amamentando.
Minidiab® deve ser administrado pouco antes da refeição.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a
duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Minidiab® pode interagir com vários outros medicamentos, como miconazol,
antiinflamatórios não hormonais, fluconazol, salicilatos, beta-bloqueadores, inibidores
da enzima8 conversora da angiotensina, cimetidina, sulfonamidas, cloranfenicol,
probenicida, cumarínicos, fibratos, danazol, fenotiazidas, corticosteróides, agentes
simpaticomiméticos, progestágenos, tiazidas e outros diuréticos9, medicamentos para
distúrbios da tireóide, estrógenos, contraceptivos orais, fenitoína, ácido nicotínico,
bloqueadores do canal de cálcio e isoniazida.
Minidiab® pode interagir com álcool. Não ingerir álcool durante o tratamento.
É muito importante informar ao seu médico caso esteja usando outros medicamentos
antes do início ou durante o tratamento com Minidiab®.
Informe ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o
tratamento com Minidiab®, tais como náusea10, vômitos11, diarréia12, constipação13, dor de
estômago14, reações alérgicas da pele15, confusão, tontura16, sonolência, dor de cabeça17,
tremores, distúrbios visuais e icterícia18 (coloração amarelada da pele15). Minidiab® pode
causar alterações no número de células19 de defesa do sangue20, anemia21 e diminuição
das plaquetas22 (componentes do sangue20 que participam da coagulação23) e alterações
leves a moderadas em testes laboratoriais (TGO, DHL, fosfatase alcalina24, uréia25 e
creatinina26). Minidiab® pode causar, também, diminuição dos níveis de sódio no
sangue20.
Minidiab® é contra-indicado a pacientes com hipersensibilidade à glipizida1, outras
sulfoniluréias27 ou sulfonamidas ou a qualquer componente da fórmula. Também está
contra-indicado nos casos de diabetes melito3 tipo 1, cetoacidose diabética28, coma29
diabético, estados de insuficiência hepática30 ou renal31 graves, no decurso de doenças
infecciosas e febris, por ocasião de traumas graves e intervenções cirúrgicas,
gravidez7, lactação32 e quando houver complicações gangrenosas.
Informe ao seu médico se você é portador de doença hepática33 ou renal31.
É importante que você siga as orientações dietéticas, tenha um programa regular de
exercícios e realize testes regulares de açúcar34 no sangue20 e na urina35, conforme
orientado pelo seu médico.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER
PERIGOSO PARA SUA SAÚDE6.

PARTE III

Informações Técnicas de Minidiab

A glipizida1 possui uma atividade hipoglicemiante36 maior que a das sulfoniluréias27 clássicas,
com uma toxicidade37, testada em diversas espécies de animais de laboratório, nitidamente
inferior.
A baixa toxicidade37 da glipizida1 nas diversas espécies animais é confirmada na boa
tolerabilidade pelo homem e também pelo fato da glipizida1 ser um composto nãohalogenado.
A glipizida1 apresenta um índice terapêutico muito favorável, garantindo uma
terapia com reduzidos efeitos colaterais38.
Tal como as outras sulfoniluréias27 hipoglicemiantes39, a glipizida1 age estimulando a secreção
de insulina5 pelas células19 beta das ilhotas de Langerhans40, com conseqüente aumento dos
níveis plasmáticos de insulina5. O produto é absorvido rapidamente e, já meia hora após a
administração oral de 2,5 mg do produto, pode-se observar uma evidente diminuição da
glicemia41. No diabético, a compensação metabólica é obtida com doses baixas e também
com uma única administração diária.

Indicações de Minidiab


Minidiab® (glipizida1) é indicado no tratamento de diabetes melito3 tipo 2 como adjuvante à
dieta, quando o tratamento dietético isolado tiver falhado.

Contra-Indicações de Minidiab

Minidiab® (glipizida1) é contra-indicado a pacientes com hipersensibilidade à glipizida1,
outras sulfoniluréias27 ou sulfonamidas ou a qualquer componente da fórmula. Também
está contra-indicado nos casos de diabetes melito3 tipo 1, cetoacidose diabética28, coma29
diabético, estados de insuficiência hepática30 ou renal31 graves, no decurso de doenças
infecciosas e febris, por ocasião de traumas graves e intervenções cirúrgicas,
gravidez7, lactação32 e quando houver complicações gangrenosas.

Advertências e Precauções de Minidiab

Gerais
O emprego de Minidiab® (glipizida1) nunca deve prescindir dos controles da glicemia41 e da
glicosúria42 e do tratamento diabético.
Hipoglicemia43

Todos os fármacos da classe das sulfoniluréias27 são capazes de produzir hipoglicemia43 grave.
A seleção adequada de paciente, dose e instruções são importantes para evitar os episódios
hipoglicêmicos. A ingestão oportuna e regular de carboidratos também é importante para se
evitar a hipoglicemia43 que ocorre quando há o atraso de refeições ou quantidade insuficiente
de alimentos é ingerida ou a ingestão de carboidratos é desbalanceada. A insuficiência renal44
ou hepática33 pode causar a elevação dos níveis sangüíneos de glipizida1 e a última pode
diminuir a capacidade gluconeogênica, sendo que ambas aumentam o risco de reações
hipoglicêmicas sérias. Pacientes idosos, debilitados ou desnutridos ou aqueles com
insuficiência45 adrenal ou hipofisária são, particularmente, susceptíveis à ação hipoglicêmica
de fármacos redutores de glicose46. Pode ser difícil identificar hipoglicemia43 em idosos ou em
pacientes que tomam bloqueadores beta-adrenérgicos47 (vide "Interações Medicamentosas").
A hipoglicemia43 ocorre mais comumente quando a ingestão calórica é deficiente após a
realização de exercícios físicos prolongados ou intensos, quando se ingere álcool ou
quando outros fármacos redutores de glicose46 são utilizados.
Perda do controle de glicose46 sangüínea
Quando um paciente estabilizado em um esquema de tratamento para diabetes4 é exposto a
situações de estresse tais como febre48, trauma, infecção49 ou cirurgia, pode ocorrer perda de
controle. Nessas situações, pode ser necessária a interrupção da administração de glipizida1
e administrar insulina5.
A eficácia de qualquer hipoglicemiante36 oral, incluindo glipizida1, na diminuição da glicose46
sangüínea para um nível desejado diminui em muitos pacientes após um período de tempo,
que pode ser devido à progressão da gravidade do diabetes4 ou à diminuição da resposta ao
fármaco50. Esse fenômeno é conhecido como falha secundária, diferentemente da falha
primária, em que o fármaco50 é ineficaz em um paciente individual quando administrado pela
primeira vez. O ajuste adequado de dose e a aderência à dieta devem ser considerados
antes de classificar um paciente como falha secundária.
Doença hepática33 e renal31
A farmacocinética e/ou farmacodinâmica da glipizida1 podem ser afetadas em pacientes com
função hepática33 ou renal31 prejudicada. Se hipoglicemia43 ocorrer nesses pacientes, ela pode
ser prolongada e manejo clínico apropriado deve ser instituído.
Informações ao paciente
Os pacientes devem ser informados sobre os riscos potenciais, as vantagens de glipizida1 e
as terapias alternativas. Eles devem também ser informados sobre a importância da
aderência às instruções de dieta, ao programa regular de exercícios e aos testes regulares
de glicosúria42 e/ou glicemia41.
O risco de hipoglicemia43, seus sintomas51 e tratamento, e condições que predispõem o seu
desenvolvimento devem ser explicados aos paciente e aos membros familiares
responsáveis. As falhas primária e secundária também devem ser explicadas.
Testes laboratoriais
A glicemia41 e a glicosúria42 devem ser monitoradas periodicamente. A medida de hemoglobina52
glicosilada pode ser útil.
Uso durante a Gravidez7
A glipizida1 é contra-indicada na gravidez7.
A glipizida1 foi levemente fetotóxica em estudos reprodutivos de ratos. Nenhum efeito
teratogênico53 foi observado em ratos ou coelhos.
Hipoglicemia43 grave e prolongada (4 a 10 dias) foi relatada em neonatos54 de mães que
receberam sulfoniluréias27 durante o parto.
Os níveis de glicose46 sangüínea anormais durante a gravidez7 estão associados com uma
incidência55 aumentada de anormalidades congênitas56. Muitos especialistas recomendam que
a insulina5 seja utilizada durante a gravidez7 para que se mantenha os níveis próximos dos
normais.
Uso durante a Lactação32
Não existem dados sobre a excreção da glipizida1 no leite materno. Portanto, a glipizida1 é
contra-indicada na lactação32.
Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas
O efeito da glipizida1 na capacidade para dirigir ou operar máquinas não foi estudado.
Entretanto, não há evidência de que a glipizida1 possa afetar essas capacidades. Os
pacientes devem ser alertados quanto aos sintomas51 de hipoglicemia43 e ser cuidadosos ao
dirigir e utilizar máquinas, especialmente quando a estabilização ótima não foi atingida, por
exemplo, durante a troca de outros medicamentos ou sua utilização irregular.

Interações Medicamentosas de Minidiab

A atividade hipoglicemiante36 das sulfoniluréias27 pode ser aumentada por dicumarol e
derivados e por inibidores da monoaminoxidase57, sulfonamidas, fenilbutazona e derivados,
cloranfenicol, ciclofosfamida, probenecida, feniramidol e salicilatos. O efeito hipoglicemiante36
pode ser reduzido pelo uso concomitante de adrenalina58, corticosteróides, anticoncepcionais
orais e diuréticos9 tiazídicos. Deve-se ter cuidado também quando são administrados
concomitantemente com beta-bloqueadores.

Os seguintes medicamentos podem aumentar o efeito hipoglicêmico:

Combinações desaconselháveis
Miconazol: aumento do efeito hipoglicêmico, levando, possivelmente, a sintomas51 de
hipoglicemia43 ou, até mesmo, coma29.
Antiinflamatórios não-esteróides (exemplo, fenilbutazona): aumento no efeito hipoglicêmico
de sulfoniluréias27 (deslocamento de sulfoniluréia ligada a proteínas59 plasmáticas e/ou
diminuição na eliminação de sulfoniluréias27).
Álcool: aumento da reação hipoglicêmica que pode levar ao coma29 hipoglicêmico.
Combinações que necessitam de precaução
Fluconazol: aumento da meia-vida de sulfoniluréia, possivelmente, levando ao aparecimento
de sintomas51 de hipoglicemia43.
Salicilatos (ácido acetilsalicílico): aumento do efeito hipoglicêmico com altas doses de ácido
acetilsalicílico (ação hipoglicêmica de ácido acetilsalicílico).
Beta-bloqueadores: todos os beta-bloqueadores mascaram alguns dos sintomas51
hipoglicêmicos, isto é, palpitações60 e taquicardia61. A maioria dos beta-bloqueadores nãocardioseletivos
aumentam a incidência55 e a gravidade da hipoglicemia43.
Inibidores da enzima8 conversora da angiotensina: a utilização desses medicamentos pode
levar a um efeito hipoglicêmico aumentado em pacientes diabéticos tratados com
sulfoniluréias27.
Cimetidina: o uso de cimetidina pode estar associado com a redução da glicose46 sangüínea
pós-prandial em pacientes tratados com glipizida1.
A ação hipoglicêmica de sulfoniluréias27, em geral, pode também ser potencializada pelos
inibidores de monoaminoxidase e fármacos que têm alta ligação a proteínas59, tais como
sulfonamidas, cloranfenicol, probenecida, cumarínicos e fibratos.
Quando esses fármacos são administrados (ou descontinuados) em pacientes que recebem
glipizida1, o paciente deve ser observado cuidadosamente quanto à hipoglicemia43 (ou perda
de controle).

Os seguintes medicamentos podem levar à hiperglicemia62:

Combinações desaconselháveis
Danazol: efeito diabetogênico63 de danazol. Se não puder evitar o seu uso, alertar o paciente
e intensificar a auto-monitoração de glicose46 sangüínea e urinária. Possivelmente, ajustar a
posologia do agente antidiabético durante o tratamento com danazol e após a sua
descontinuação.
Combinações que necessitam de precauções
Fenotiazidas (exemplo, clorpromazina) em altas doses (> 100 mg por dia de clorpromazina):
elevação da glicose46 sangüínea (redução da liberação de insulina5).
Corticosteróides: elevação da glicose46 sangüínea.
Simpatomiméticos (exemplo, ritodrina, salbutamol64, terbutalina): elevação da glicose46
sangüínea devido à estimulação de beta-2-adrenoceptor.
Progestágenos: efeitos diabetogênicos de progestágenos em altas doses. Alertar o paciente
e intensificar a auto-monitoração de glicose46 sangüínea e urinária. Possivelmente, ajustar a
posologia do agente antidiabético durante o tratamento com neurolépticos65, corticóides ou
progestágenos e após a sua descontinuação.
Outros fármacos que podem produzir hiperglicemia62 e levam à perda de controle glicêmico
incluem as tiazidas e outros diuréticos9, produtos que interferem no metabolismo66 da tireóide,
estrógenos, contraceptivos orais, fenitoína, ácido nicotínico, fármacos bloqueadores do
canal de cálcio e isoniazida.
Quando tais medicamentos forem descontinuados de um paciente que faz uso de glipizida1,
este deve ser observado atentamente quanto à hiperglicemia62.

Reações Adversas de Minidiab


A maioria dos eventos adversos foram relacionados à dose, transitórios e responderam à
redução de dose ou interrupção do uso do medicamento. Entretanto, a experiência clínica
até então mostrou que, como com outras sulfoniluréias27, alguns efeitos colaterais38 associados
com hipersensibilidade podem ser graves e houve relato de mortes em alguns casos.
Hipoglicemia43: vide "Advertência e Precauções" e "Superdosagem".
Gastrintestinais: náusea10, vômito67, diarréia12, constipação13 e gastralgia68 que parecem ser
relacionados à dose e geralmente desaparecem com divisão ou redução da dose.
Dermatológicas: reações alérgicas da pele15 incluindo eritema69, reações maculopapulares ou
morbiliformes, urticária70, exantema71, prurido72 e eczema73. Essas reações freqüentemente
desaparecem com a continuidade da terapia. Entretanto, se houver persistência, o fármaco50
deve ser descontinuado. Foram relatadas reações de fotosensibilidade com outras
sulfoniluréias27.
Outras: confusão, tontura16, sonolência, dor de cabeça17, tremores e distúrbios visuais foram
freqüentemente relatados em pacientes tratados com glipizida1. Geralmente são transitórios
e não necessitam da interrupção da terapia; entretanto, eles podem ser, também, sintomas51
de hipoglicemia43.
Testes laboratoriais: o padrão de anormalidades de testes laboratoriais observado com
glipizida1 é similar ao de outras sulfoniluréias27. Alterações ocasionais leves a moderadas de
TGO, DHL, fosfatase alcalina24, uréia25 e creatinina26 foram notados. A relação dessas
anormalidades com a glipizida1 é incerta e raramente estiveram associadas com sintomas51
clínicos.
Distúrbios hepáticos: icterícia18 colestática, função hepática33 prejudicada e hepatite74.
Descontinuar o tratamento no caso de icterícia18 colestática.
Reações hematológicas: leucopenia75, agranulocitose76, trombocitopenia77, anemia hemolítica78,
anemia21 aplástica, pancitopenia79 e eosinofilia80.
Reações metabólicas: porfiria81 hepática33 e porfiria81 cutânea82 tardia. Reações parecidas com
as de dissulfiram foram relatadas muito raramente.
Reações endócrinas: hiponatremia83.

Posologia de Minidiab

Aconselha-se iniciar a terapêutica84 com Minidiab® (glipizida1) na dose de 1 comprimido ao
dia, antes da primeira refeição, passando depois, baseado no efeito antidiabético
conseguido, para a dose de manutenção que, em regra, está compreendida entre ½ e 3
comprimidos ao dia.
Doses diárias de até 3 comprimidos (15 mg) podem ser administradas de uma só vez.
Doses mais elevadas deverão ser fracionadas em duas vezes ao dia, administradas sempre
antes das refeições. Doses maiores do que 30 mg não são recomendadas.
Como com outros agentes hipoglicêmicos da classe das sulfoniluréias27, nenhum período de
transição é necessário quando os pacientes são transferidos para a glipizida1. Pacientes que
utilizaram sulfoniluréias27 de meia-vida longa (exemplo, clorpropamida85) devem ser observados
cuidadosamente (1-2 semanas) quanto à hipoglicemia43, pois pode ocorrer a sobreposição
potencial dos efeitos dos fármacos.
Quando, nos pacientes tratados com antidiabéticos orais86, o tratamento anterior é substituído
pelo Minidiab®, a posologia dependerá do estado clínico-metabólico do paciente e do
tratamento anterior.

Superdosagem de Minidiab


Não há nenhuma experiência bem documentada com a superdosagem de glipizida1. A
superdosagem com sulfoniluréias27, incluindo glipizida1, pode produzir hipoglicemia43. Sintomas51
hipoglicêmicos leves, sem perda de consciência ou achados neurológicos devem ser
tratados ativamente com glicose46 oral e ajustes de posologia e/ou padrões de refeições. O
acompanhamento cuidadoso deve continuar até que o médico tenha certeza de que o
paciente esteja fora de perigo. Reações hipoglicêmicas graves com coma29, convulsões ou
alterações neurológicas ocorrem com pouca freqüência, mas necessitam de imediata
hospitalização.

PARTE IV

MS - 1.0216.0136
Farmacêutico Responsável: José Francisco Bomfim - CRF-SP nº 7009
Produto fabricado e embalado por:
Pharmacia Argentina S.A.
Buenos Aires - Argentina
Distribuído por:
LABORATÓRIOS PFIZER LTDA
Av. Monteiro Lobato, 2.270
CEP 07190-001 - Guarulhos - SP
CNPJ nº 46.070.868/0001-69
Indústria Brasileira.
S.A.C. Linha Pfizer: 0800 16 7575
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

Número do lote e data de fabricação: vide embalagem externa.

MINIDIAB - Laboratório

PFIZER
Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
Guarulhos/SP - CEP: 07112-070
Tel: 0800-16-7575
Site: http://www.pfizer.com.br
CNPJ n° 46.070.868/0001-69

Ver outros medicamentos do laboratório "PFIZER"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Glipizida: Medicamento de uso oral para tratamento do diabetes tipo 2. Estimula a secreção de insulina ligando-se a um receptor específico na célula beta do pâncreas que determina fechamento dos canais de potássio (K+) dependentes de ATP (adenosina-trifosfato), resultando em despolarização da célula. Pertence à classe das sulfoniluréias.
2 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
3 Diabetes melito: Condição caracterizada por hiperglicemia resultante da inabilidade do organismo para usar a glicose sangüínea para produzir energia. No diabetes tipo 1, o pâncreas não mais produz insulina. Assim, a glicose não pode entrar nas células para ser usada como energia. No diabetes tipo 2, o pâncreas também não produz quantidade suficiente de insulina, ou então o organismo não é capaz de usar corretamente a insulina produzida.
4 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
5 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
6 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
7 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
8 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
9 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
10 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
11 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
12 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
13 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
14 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
15 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
16 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
17 Cabeça:
18 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
19 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
20 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
21 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
22 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
23 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
24 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
25 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
26 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
27 Sulfoniluréias: Classe de medicamentos orais para tratar o diabetes tipo 2 que reduz a glicemia por ajudar o pâncreas a fabricar mais insulina e o organismo a usar melhor a insulina produzida.
28 Cetoacidose diabética: Complicação aguda comum do diabetes melito, é caracterizada pela tríade de hiperglicemia, cetose e acidose. Laboratorialmente se caracteriza por pH arterial 250 mg/dl, com moderado grau de cetonemia e cetonúria. Esta condição pode ser precipitada principalmente por infecções, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular encefálico, trauma e tratamento inadequado do diabetes. Os sinais clínicos da cetoacidose são náuseas, vômitos, dor epigástrica (no estômago), hálito cetônico e respiração rápida. O não-tratamento desta condição pode levar ao coma e à morte.
29 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
30 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
31 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
32 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
33 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
34 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
35 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
36 Hipoglicemiante: Medicamento que contribui para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capaz de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
37 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
38 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
39 Hipoglicemiantes: Medicamentos que contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
40 Ilhotas de Langerhans: Estruturas microscópicas irregulares constituídas por cordões de células endócrinas espalhadas pelo PÂNCREAS entre os ácinos exócrinos. Cada ilhota é circundada por fibras de tecido conjuntivo e penetrada por uma rede de capilares. Há quatro tipos principais de células. As células beta, mais abundantes (50-80 por cento) secretam INSULINA. As células alfa (5-20 por cento) secretam GLUCAGON. As células PP (10-35 por cento) secretam o POLIPEPTÍDEO PANCREÁTICO. As células delta (aproximadamente 5 por cento) secretam SOMATOSTATINA.
41 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
42 Glicosúria: Presença de glicose na urina.
43 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
44 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
45 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
46 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
47 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
48 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
49 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
50 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
51 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
52 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
53 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
54 Neonatos: Refere-se a bebês nos seus primeiros 28 dias (mês) de vida. O termo “recentemente-nascido“ refere-se especificamente aos primeiros minutos ou horas que se seguem ao nascimento. Esse termo é utilizado para enfocar os conhecimentos e treinamento da ressuscitação imediatamente após o nascimento e durante as primeiras horas de vida.
55 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
56 Congênitas: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
57 Inibidores da monoaminoxidase: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
58 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
59 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
60 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
61 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
62 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
63 Diabetogênico: Que causa diabetes.Alguns medicamentos causam aumento da glicemia resultando em diabetes. Por exemplo, os glicocorticóides.
64 Salbutamol: Fármaco padrão para o tratamento da asma. Broncodilatador. Inibidor do trabalho de parto prematuro.
65 Neurolépticos: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
66 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
67 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
68 Gastralgia: Dor no estômago; cólica gástrica, gastrodinia.
69 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
70 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
71 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
72 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
73 Eczema: Afecção alérgica da pele, ela pode ser aguda ou crônica, caracterizada por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
74 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
75 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
76 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
77 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
78 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
79 Pancitopenia: É a diminuição global de elementos celulares do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas).
80 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
81 Porfiria: Constituem um grupo de pelo menos oito doenças genéticas distintas, além de formas adquiridas, decorrentes de deficiências enzimáticas específicas na via de biossíntese do heme, que levam à superprodução e acumulação de precursores metabólicos, para cada qual correspondendo um tipo particular de porfiria. Fatores ambientais, tais como: medicamentos, álcool, hormônios, dieta, estresse, exposição solar e outros desempenham um papel importante no desencadeamento e curso destas doenças.
82 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
83 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
84 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
85 Clorpropamida: Medicação de uso oral para tratamento do diabetes tipo 2. Reduz a glicemia ajudando o pâncreas a produzir mais insulina e o corpo a usar melhor a insulina produzida. Pertence à classe dos medicamentos chamada sulfoniluréias.
86 Antidiabéticos orais: Quaisquer medicamentos que, administrados por via oral, contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais. Eles podem ser um hipoglicemiante, se forem capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados, ou um anti-hiperglicemiante, se agirem impedindo a elevação da glicemia após uma refeição.
Artigos relacionados

Tem alguma dúvida sobre MINIDIAB?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.