Valerato de Betametasona - pomada

MEDLEY

Atualizado em 09/12/2014

Valerato de Betametasona

Forma Farmacêutica e Apresentações do Valerato de Betametasona - Pomada

Pomada: bisnagas de 15 ou 30 g.

USO PEDIÁTRICO OU ADULTO

USO TÓPICO1

Composição do Valerato de Betametasona - Pomada

Cada g da pomada contém:

Betametasona (equivalente a 1,215 mg de  valerato de betametasona)    1,0  mg (0,1 %)
Veículo q.s.p.      1  g
(óleo mineral e vaselina sólida)

Informações ao Paciente do Valerato de Betametasona - Pomada

Ação esperada do medicamento: Desaparecimento ou controle da lesão2 inflamatória da pele3. O alívio dos sintomas4 e sinais5 da inflamação6, como prurido7 (coceira), calor, dor, vermelhidão, edema8 (inchação), ocorre logo após as primeiras aplicações, desde que feitas de forma adequada.Cuidados de armazenamento: Conservar o medicamento em temperatura ambiente (entre 15 e 30 º ). Após a sua aplicação, manter a bisnaga bem fechada a fim de preservar a sua estabilidade.
Prazo de validade: 24 meses. Não utilize o medicamento se o seu prazo de validade estiver vencido, o que pode ser verificado na embalagem externa do produto.
Gravidez9 e Lactação10: Informe seu médico a ocorrência de gravidez9 durante o tratamento ou após o seu término. Informe seu médico se está amamentando.
Cuidados de administração: Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, o número de aplicações e a duração do tratamento. Aplicar, friccionando suavemente, pequena quantidade sobre a área afetada, duas ou três vezes ao dia, até a obtenção da melhora, quando então as aplicações poderão ser reduzidas para uma ao dia ou ainda uma em dias alternados. O produto não deve ser aplicado nos seios11 antes da amamentação12.
Interrupção do tratamento: Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Reações adversas: Informe seu  médico o aparecimento de reações desagradáveis, como por exemplo, aparecimento ou aumento de prurido7 (coceira), vermelhidão ou edema8 (inchação) no local da aplicação ou piora da lesão2.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Contra-indicações e Precauções: Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja  usando, antes do início, ou durante o tratamento. Como qualquer outro produto contendo corticosteróides, o produto está contra-indicado nas doenças da pele3 produzidas por vírus13, como herpes simples, varicela14 (catapora15) e vacínia. Está contra-indicado também em afecções16 da pele3 em crianças com menos de 1 ano de idade, inclusive dermatite17 amoniacal (erupção18 na pele3 produzida pela amônia da urina19 acumulada na fralda), e em pessoas alérgicas a qualquer substância da fórmula.
O uso prolongado e/ou intensivo na pele3 de preparações contendo corticosteróides altamente ativos pode causar alterações locais, como estrias, adelgaçamento da pele3, dilatações de vasos sangüíneos20 superficiais, principalmente quando em curativo oclusivo ou em dobras da pele3, como axilas e virilhas. Aconselha-se precaução no uso de esteróides tópicos na psoríase21. A administração tópica prolongada de corticosteróides em animais prenhes pode causar anormalidades no desenvolvimento fetal. Até o momento não se sabe se tais anormalidades podem também ocorrer no ser humano, contudo, os esteróides tópicos não devem ser usados extensivamente na gravidez9, isto é, em grandes quantidades por tempo prolongado.

NÃO USE REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE22.

Informações Técnicas do Valerato de Betametasona - Pomada

Características: O produto contém valerato de betametasona, corticosteróide dotado de grande atividade antiinflamatória e antipruriginosa. Foi desenvolvido para tratamento das dermatoses inflamatórias responsivas à corticoterapia tópica. A pomada, por ser mais emoliente, é mais apropriada para as lesões23 secas. O componente ativo valerato de betametasona é um corticosteróide sintético. Como  outros corticosteróides tópicos, o valerato de betametasona tem propriedades  antiinflamatória, antiprurítica e vasoconstritora. O mecanismo de ação da atividade antiinflamatória dos esteróides tópicos ainda não está claro. Porém, supõe-se que eles atuam através da indução das proteínas24 inibitórias da fosfolipase A2, coletivamente chamadas lipocortinas. Pressupõe-se que essas proteínas24 controlam a biossíntese de potentes mediadores da inflamação6 como por exemplo as prostaglandinas25 e leucotrienos26 inibindo a liberação dos precursores do ácido aracdônico. O ácido aracdônico é liberado a partir das membranas fosfolipídicas pela fosfolipase A2 .

Farmacocinética: Os corticosteróides tópicos podem ser absorvidos através da pele3 saudável e intacta. A extensão da absorção percutânea de corticosteróides tópicos é determinada por vários fatores incluindo o veículo da formulação e a integridade da barreira epidérmica. Oclusão, inflamação6 e/ou outros processos patológicos da pele3 também podem aumentar a absorção percutânea. Uma vez absorvidos através da pele3, corticosteróides tópicos têm farmacocinética similar aos corticosteróides administrados sistemicamente. São metabolizados primariamente no fígado27, e são excretados pelos rins28. Alguns corticosteróides e seus metabólitos29 também são excretados pela bile30.

- INDICAÇÕES:

O produto proporciona resposta satisfatória e rápida nas dermatoses inflamatórias para as quais já está estabelecido o emprego da corticoterapia tópica. Dentre as indicações incluem-se: eczema31, inclusive atópico, infantil, discóide, eczema31 de estase32 e prurido7; psoríase21, exceto a psoríase21 em placas33 disseminada; neurodermatoses, incluindo líquen simples, líquen plano; dermatite17 seborréica, intertrigo34, dermatites de contato, lúpus35 eritematoso36 discóide; eritroderma generalizado.
O efeito antiinflamatório do produto é igualmente útil para controle de picadas de inseto, queimadura solar, sudâmina, prurido7 anovulvar, miliária rubra e como terapêutica37 coadjuvante38 na otite externa39.

Contra-Indicações do Valerato de Betametasona - Pomada

Hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula.
Acne40 rosácea e vulgar, dermatite17 perioral. Infecções41 cutâneas42 causadas por vírus13.
O produto não é indicado no tratamento de lesões23 primárias da pele3 por infecções41 causadas por bactérias ou fungos.
Dermatoses em crianças abaixo de um ano de idade, incluindo dermatite17 comum e dermatite17 amoniacal.

- PRECAUÇÕES:

A decisão de instituir a terapia com corticosteróides sempre requer uma cuidadosa consideração dos riscos e benefícios relativos em cada paciente. O uso de corticosteróides tópicos em grandes quantidades, por longo prazo e/ou em áreas extensas do corpo oferece risco de supressão adrenal, principalmente em crianças. A face43, mais do que outras áreas do corpo, pode mostrar alterações atróficas44 após o tratamento com corticosteróides tópicos potentes, fato que se deve ter em mente ao tratar condições do tipo de psoríase21, lúpus35 eritematoso36 discóide e eczema31 agudo45 severo. Eczemas46 faciais brandos respondem usualmente ao tratamento com hidrocortisona tópica. Se aplicado nas pálpebras47 deve-se ter cuidado para assegurar que o produto não entre em contato com os olhos48, pois isto pode resultar em glaucoma49. A administração tópica de corticosteróides a animais prenhes pode causar anormalidade no desenvolvimento fetal. Embora a relevância deste achado não tenha sido estabelecida para a espécie humana, não é aconselhável o emprego de corticosteróides tópicos em grandes quantidades ou a longo prazo, no decorrer da gestação. Nos tratamentos oclusivos, a pele3 deve ser adequadamente limpa antes da aplicação de novo curativo oclusivo, a fim de evitar infecção50 bacteriana induzida pela oclusão. Caso a mesma se desenvolva, instituir antibioticoterapia adequada. Qualquer disseminação infecciosa requer administração sistêmica de antimicrobianos ou interrupção da corticoterapia tópica. Os corticosteróides podem ser perigosos na psoríase21 por uma série de razões, que incluem recidivas51, rebotes, desenvolvimento de tolerância, risco de psoríase21 pustular generalizada e ocorrência de toxicidade52 local ou sistêmica devido à deficiência na função de barreira da pele3. A presença de algumas doenças podem afetar o uso de corticosteróides tópicos. Pacientes que possuem glaucoma49 ou catarata53: os corticosteróides podem agravar o problema principalmente quando concentrações altas são usadas na área dos olhos48. Pacientes com diabetes mellitus54: o uso prolongado de corticosteróides podem causar uma perda do controle de diabetes55 pelo aumento de glicose56 no sangue57 e na urina19. Tuberculose58: corticosteróides podem agravar as infecções41 já existentes ou provocar novas infecções41.

Interações Medicamentosas do Valerato de Betametasona - Pomada


Não há relatos de interações medicamentosas de corticosteróides tópicos utilizando o produto de maneira adequada.

Reações Adversas do Valerato de Betametasona - Pomada

O produto é geralmente bem tolerado. Caso se revelem sinais5 de hipersensibilidade, interromper a aplicação imediatamente. O tratamento intenso e prolongado com preparações de corticosteróides potentes pode determinar alterações atróficas44 da pele3, tais como estrias, adelgaçamento da pele3 e dilatação dos vasos superficiais, especialmente quando se utiliza tratamento oclusivo ou aplicação sobre dobras da pele3.
Existem relatos de alterações na pigmentação e hipertricoses com esteróides tópicos. A exemplo de outros corticóides tópicos, o tratamento de áreas extensas ou o uso de grandes quantidades pode provocar absorção sistêmica suficiente para produzir sinais5 de hipercorticoidismo, especialmente em crianças, e sob tratamento oclusivo. O uso de fraldas em crianças pode atuar como um curativo oclusivo.
Absorção sistêmica de corticosteróides tópicos pode provocar supressão reversível no eixo hipotalâmico-pituitário-adrenal com grande possibilidade de ocorrer insuficiência59 glicocorticosteróide após a término do tratamento. Manifestações da síndrome de Cushing60, hiperglicemia61 e glicosúria62 também podem ocorrer  em alguns pacientes durante o tratamento.

Alterações em Exames Laboratoriais do Valerato de Betametasona - Pomada


. Função da adrenal é avaliada pela estimulação da corticotropina (ACTH), medida através do cortisol ou 17 hidrocorticóides livres na urina19 por 24 horas, ou pela medida de cortisol plasmático e da função do eixo hipotalâmico-pituitário-adrenal (HPA): pode ocorrer decréscimo se ocorrer absorção significante de corticosteróide, especialmente em crianças.
. Contagem total de eosinófilos63: ocorre um decréscimo caso diminua a concentração plasmática de cortisol.
. Glicose56: concentrações na urina19 e no sangue57 podem aumentar se ocorrer absorção significativa de corticosteróide, devido a atividade hiperglicêmica dos corticosteróides.

Posologia e Modo de Usar do Valerato de Betametasona - Pomada

O produto deve ser aplicado suavemente, em pequena quantidade, sobre a área afetada, duas ou três vezes ao dia, até que haja melhora. A partir de então, de um modo geral, uma aplicação ao dia ou em dias alternados será suficiente.

- SUPERDOSAGEM:

A superdosagem aguda é muito improvável de ocorrer, porém, caso ocorra, o tratamento consiste na diluição com fluidos. No caso de superdosagem crônica ou pelo uso inadequado, pode surgir hipercorticoidismo e nesta situação o esteróide tópico1 deve ser descontinuado ou ser retirado gradativamente.
 

Pacientes Idosos do Valerato de Betametasona - Pomada


Como a pele3 das pessoas idosas é mais delgada em função da idade, alguns efeitos colaterais64 são mais favoráveis de ocorrer nesses pacientes. Dessa forma, corticosteróides tópicos devem ser usados com pouca freqüência, por períodos curtos, ou sob rigorosa supervisão médica em pacientes idosos. O uso de corticosteróides tópicos de baixa potência podem ser necessários para alguns pacientes.



VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA


Valerato de Betametasona - pomada - Laboratório

MEDLEY
Rua Macedo Costa, 55
Campinas/SP - CEP: 13080-180
Tel: (19 )744-8324
Fax: (019) 744-8227
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Complementos

1 Tópico: Referente a uma área delimitada. De ação limitada à mesma. Diz-se dos medicamentos de uso local, como pomadas, loções, pós, soluções, etc.
2 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
3 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
4 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
5 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
6 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
7 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
8 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
9 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
10 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
11 Seios: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
12 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
13 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
14 Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. É contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.
15 Catapora: Doença infecciosa aguda, comum na infância, também chamada de varicela. Ela é provocada por vírus e caracterizada por febre e erupção maculopapular rápida, seguida de erupção de vesículas eritematosas muito pruriginosas.
16 Afecções: Quaisquer alterações patológicas do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
17 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
18 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
19 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
20 Vasos sangüíneos: Órgãos em forma de tubos que se ramificam por todo o organismo. Existem três tipos principais de vasos sangüíneos que são as artérias, veias e capilares.
21 Psoríase: Doença imunológica caracterizada por lesões avermelhadas com descamação aumentada da pele dos cotovelos, joelhos, couro cabeludo e costas juntamente com alterações das unhas (unhas em dedal). Evolui através do tempo com melhoras e pioras, podendo afetar também diferentes articulações.
22 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
23 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
24 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
25 Prostaglandinas: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
26 Leucotrienos: É qualquer um dos metabólitos dos ácidos graxos poli-insaturados, especialmente o ácido araquidônico, que atua como mediador em processos alérgicos e inflamatórios.
27 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
28 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
29 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
30 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
31 Eczema: Afecção alérgica da pele, ela pode ser aguda ou crônica, caracterizada por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
32 Estase: 1. Estagnação do sangue ou da linfa. 2. Incapacidade de agir; estado de impotência.
33 Placas: 1. Lesões achatadas, semelhantes à pápula, mas com diâmetro superior a um centímetro. 2. Folha de material resistente (metal, vidro, plástico etc.), mais ou menos espessa. 3. Objeto com formato de tabuleta, geralmente de bronze, mármore ou granito, com inscrição comemorativa ou indicativa. 4. Chapa que serve de suporte a um aparelho de iluminação que se fixa em uma superfície vertical ou sobre uma peça de mobiliário, etc. 5. Placa de metal que, colocada na dianteira e na traseira de um veículo automotor, registra o número de licenciamento do veículo. 6. Chapa que, emitida pela administração pública, representa sinal oficial de concessão de certas licenças e autorizações. 7. Lâmina metálica, polida, usualmente como forma em processos de gravura. 8. Área ou zona que difere do resto de uma superfície, ordinariamente pela cor. 9. Mancha mais ou menos espessa na pele, como resultado de doença, escoriação, etc. 10. Em anatomia geral, estrutura ou órgão chato e em forma de placa, como uma escama ou lamela. 11. Em informática, suporte plano, retangular, de fibra de vidro, em que se gravam chips e outros componentes eletrônicos do computador. 12. Em odontologia, camada aderente de bactérias que se forma nos dentes.
34 Intertrigo: Infecção da pele que recobre diferentes pregas da superfície corporal. Pode ser ocasionada por fungos ou bactérias e freqüentemente localiza-se entre os dedos (pé de atleta), no sulco submamário, axilas, pregas interglúteas, etc.
35 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
36 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
37 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
38 Coadjuvante: Que ou o que coadjuva, auxilia ou concorre para um objetivo comum.
39 Otite externa: Infecção do ouvido que acomete a região da orelha externa, revestida por pele e constituída pelo pavilhão auricular e o conduto auditivo externo, o qual termina numa membrana chamada tímpano.
40 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
41 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
42 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
43 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
44 Atróficas: Relativas à atrofia, atrofiada. Que atrofiam; que minguam, atrofiadoras, atrofiantes. Que se tornam mais debilitadas e menos intensas.
45 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
46 Eczemas: Afecções alérgicas da pele, elas podem ser agudas ou crônicas, caracterizadas por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
47 Pálpebras:
48 Olhos:
49 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
50 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
51 Recidivas: 1. Em medicina, é o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura mais ou menos longo; recorrência. 2. Em direito penal, significa recaída na mesma falta, no mesmo crime; reincidência.
52 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
53 Catarata: Opacificação das lentes dos olhos (opacificação do cristalino).
54 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
55 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
56 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
57 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
58 Tuberculose: Doença infecciosa crônica produzida pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Produz doença pulmonar, podendo disseminar-se para qualquer outro órgão. Os sintomas de tuberculose pulmonar consistem em febre, tosse, expectoração, hemoptise, acompanhada de perda de peso e queda do estado geral. Em países em desenvolvimento (como o Brasil) aconselha-se a vacinação com uma cepa atenuada desta bactéria (vacina BCG).
59 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
60 Síndrome de Cushing: A síndrome de Cushing, hipercortisolismo ou hiperadrenocortisolismo, é um conjunto de sinais e sintomas que indicam excesso de cortisona (hormônio) no sangue. Esse hormônio é liberado pela glândula adrenal (também conhecida como suprarrenal) em resposta à liberação de ACTH pela hipófise no cérebro. Níveis elevados de cortisol (ou cortisona) também podem ocorrer devido à administração de certos medicamentos, como hormônios glicocorticoides. A síndrome de Cushing e a doença de Cushing são muito parecidas, já que o que a causa de ambas é o elevado nível de cortisol no sangue. O que difere é a origem dessa elevação. A doença de Cushing diz respeito, exclusivamente, a um tumor na hipófise que passa a secretar grande quantidade de ACTH e, consequentemente, há um aumento na liberação de cortisol pelas adrenais. Já a síndrome de Cushing pode ocorrer, por exemplo, devido a um tumor presente nas glândulas suprarrenais ou pela administração excessiva de corticoides.
61 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
62 Glicosúria: Presença de glicose na urina.
63 Eosinófilos: Eosinófilos ou granulócitos eosinófilos são células sanguíneas responsáveis pela defesa do organismo contra parasitas e agentes infecciosos. Também participam de processos inflamatórios em doenças alérgicas e asma.
64 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.

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