FUROSETRON

ARISTON

Atualizado em 08/12/2014

FUROSETRON®
Furosemida
20 mg - 40 mg

Forma Farmacêutica e Apresentação de Furosetron

Solução injetável: Embalagem com 50 ampolas.
Comprimidos: Embalagem com 20 comprimidos.
USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Composição de Furosetron

Cada ampola contém:
Furosemida .................... 20 mg
Água para injeção1, estéril e apirogênica q.s.p. .................. 2 ml
Cada comprimido contém:
Furosemida .................... 40 mg
Excipiente q.s.p. .................... 1 comprimido

Informações ao Paciente de Furosetron

·     O produto deve ser mantido em local fresco, seco e protegido da luz.·    Ao adquirir um medicamento, verifique o prazo de validade na embalagem. O produto mantém sua estabilidade, desde que sejam
·    observados os cuidados de conservação indicados. Não utilize medicamentos após vencido o prazo de validade.
·    Informe seu médico a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando.
·    O produto é contra-indicado para pacientes3 hipersensíveis à furosemida ou às sulfonamidas.
·    Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
·    Informe imediatamente seu médico caso ocorram reações desagradáveis com o uso do produto.
·    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
·    Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando antes do início, ou durante o tratamento.
·    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE4.

Informações Técnicas de Furosetron

Características de Furosetron

A furosemida é um diurético5 potente; inibe primariamente a absorção de sódio e cloreto não somente nos túbulos proximal6 e distal7 como também na alça de Henle8. A sua atuação no túbulo distal7 é independente de qualquer efeito inibitório da anidrase carbônica e aldosterona; a ação salidiurética da furosemida é proporcional à dose. A diurese9 inicia-se 1 hora após a administração oral, com efeito máximo dentro da primeira ou segunda hora e duração do efeito de 6 a 8 horas. Após a administração endovenosa a diurese9 inicia-se dentro de 5 minutos e um pouco mais tarde após a administração intramuscular; o efeito máximo ocorre em meia hora e a duração do efeito é de aproximadamente 2 horas. A ligação da furosemida às proteínas10 plasmáticas é alta; o seu principal produto de biotransformação é o glicuronato de furosemida.

Indicações de Furosetron

No tratamento de edema11 associada à insuficiência cardíaca congestiva12, cirrose13 hepática14, disfunções renais incluindo síndrome nefrótica15.
No edema pulmonar16 agudo17, pode-se utilizar a furosemida por via endovenosa como terapia adjuvante.
No tratamento da hipertensão18, por via oral isoladamente ou em combinação com outros anti-hipertensivos.

Contra-Indicações de Furosetron

Na encefalopatia19 hepática14; nos pacientes com hipersensibilidade à furosemida ou sulfonamidas; obstrução das vias urinárias nos casos de oligúria20; na hipovolemia21 ou desidratação22; nas associações com cefaloridinas; na insuficiência renal23 com anúria24.

Precauções e Advertências de Furosetron

A diurese9 excessiva pode ocasionar desidratação22 e redução do volume sangüíneo com consequente colapso25 e possível trombose26 e embolia27 vascular28, principalmente em pacientes geriátricos. Todo tratamento com diuréticos29 exige avaliação constante do equilíbrio hidro-eletrolítico (sódio e potássio). Nos pacientes cirróticos, avaliar a calemia, natremia e função renal30. A calemia deve ser controlada na administração concomitante de digitálicos, antiarrítmicos do tipo quinidina, corticosteróides e laxantes31. Nos casos de hipocalemia32 ou nos pacientes desnutridos, pode ser necessária a administração de potássio. A avaliação periódica da glicemia33 e glicosúria34 é recomendada nos diabéticos ou nos suspeitos de diabetes35 latente. O aumento da uricemia pode favorecer um acesso de gota36.
Pode ocorrer exacerbação ou ativação de lupus37 eritematoso38 sistêmico39. Do mesmo modo que outros medicamentos, os pacientes devem ser observados regularmente para possíveis ocorrências de discrasias sangüíneas40, lesões41 hepáticas42 ou outras reações idiossincráticas.
Gravidez2: não se recomenda.
Lactação43: a furosemida passa para o leite materno.
Uso pediátrico: foram relatadas calcificações renais em recém-nascidos excessivamente prematuros tratados com furosemida endovenosa. A administração concomitante de clortiazida pode diminuir a hipercalciúria44 e dissolver alguns cálculos.
Em pacientes portadores de cirrose13 hepática14 e ascites, a terapia com furosemida deve ser iniciada em hospitais. No coma45 hepático e nos estados de depleção46 de eletrólitos47 deve-se restabelecer as condições básicas do paciente antes do início do tratamento com furosemida. A súbita alteração de fluídos e do balanço eletrolítico em pacientes com cirrose13 pode precipitar o coma45 hepático. A administração de cloreto de potássio e, se necessário, de um antagonista48 da aldosterona é útil na prevenção da hipocalemia32 e alcalose49 metabólica. Se ocorrer aumento da azotemia e oligúria20 durante o tratamento de afecções50 renais severas progressivas, a administração de furosemida deve ser interrompida. O aparecimento de zumbidos ou a diminuição reversível ou irreversível da audição devidos à ototoxicidade51 da furosemida geralmente são associados à injeção1 rápida, disfunção renal30 severa, doses excessivas ou associações com antibióticos aminoglicosídeos, ácido etacrínico ou outros medicamentos ototóxicos. No caso de utilização de altas doses por via parenteral, recomenda-se a infusão endovenosa lenta.

Interações Medicamentosas de Furosetron

Associações com cefaloridina pode aumentar sua nefrotoxidade, com ácido tienílico pode ocorrer risco de insuficiência renal23 aguda; com lítio ocorre um aumento da litiemia com sinais52 de superdosagem.Pode ocorrer risco de insuficiência renal23 aguda nos pacientes desidratados quando usado com anti-inflamatórios não esteróides.
Os antiácidos53 diminuem a absorção digestiva do diurético5. Administrá-los após 2 horas da ingestão da furosemida.
A indometacina diminui o efeito da furosemida. A furosemida potencializa a ação de antiarrítmicos, cardiotônicos e hipertensores.

Reações Adversas de Furosetron

Muito raramente podem ocorrer reações cutâneas54, leucopenia55 e trombopenia. Na insuficiência hepática56 pode ocorrer encefalopatia19 hepática14. As perturbações hidro-eletrolíticas manifestam-se por desidratação22, hiperazotemia, hiponatremia57 e hipovolemia21, acompanhada de hipotensão58 ortostática, que pode ser potencializada com a utilização de álcool, barbitúricos e narcóticos. Pode ocorrer hipocalemia32 associada ou não à alcalose49 metabólica. A hipocalemia32 pode ser perigosa nas insuficiências cardíacas, principalmente nos pacientes em tratamento com antiarrítmicos quinidínicos. Pode ocorrer elevação de glicemia33 e também diminuição da capacidade auditiva.

Posologia de Furosetron

VIA ORAL: a posologia deve ser individualizada a critério médico, para administração diária ou em dias alternados. De modo geral, recomenda-se a seguinte posologia:Adultos:
Hipertensão arterial59: moderada: 1/2 comprimido ao dia.
mediana: 1 a 2 comprimidos ao dia.
Edemas60: moderados: 1/2 a 1 comprimido ao dia.
graves: 2 a 3 comprimidos ao dia.
Crianças: 1 a 2 mg/kg de peso corporal ao dia.
VIA PARENTERAL: a posologia deve ser individualizada a critério médico. De modo geral recomenda-se a seguinte posologia:
Adultos:
A terapia parenteral endovenosa ou intramuscular deve ser reservada para situações nas quais não seja possível a utilização da terapia oral ou para situações clínicas de emergência61.
Edemas60: dose inicial única de 20 a 40 mg (intramuscular ou endovenosa).A injeção1 endovenosa deve ser feita lentamente (1 a 2 minutos). Se necessário, pode-se repetir a dose inicial ou uma dose maior após 2 horas. Pode-se aumentar a dose de 20 mg e administrar de 2 em 2 horas até que o efeito diurético5 desejado tenha sido obtido. A dose de manutenção individualizada deve então ser administrada 1 ou 2 vezes ao dia.
Edema pulmonar16 agudo17: dose inicial de 40 mg administrados lentamente por via endovenosa (aproximadamente 2 minutos). Se não ocorrer uma resposta satisfatória em 1 hora, a dose pode ser aumentada para 80 mg injetados também lentamente por via endovenosa. Se necessário, administrar concomitantemente digitálicos, oxigênio, etc.
Crianças: dose inicial de 1 mg/kg de peso corporal (intramuscular ou endovenosa) lenta e cuidadosamente injetados. Se não ocorrer resposta satisfatória, a dosagem pode ser aumentada de 1mg/kg, administrados de 2 em 2 horas até obter-se o efeito desejado. A dose máxima recomendada é de 6 mg/kg de peso corporal.

Superdosagem de Furosetron

O principal efeito da superdosagem é a ocorrência de hipovolemia21 com problemas eletrolíticos. O tratamento consiste no retorno do equilíbrio hidro-eletrolítico, compensando as perdas. Os efeitos adversos são exacerbados com dosagens excessivas.

Pacientes Idosos de Furosetron

Os pacientes idosos podem ser mais sensíveis aos efeitos hipotensores e eletrolíticos. Os pacientes de idade mais avançada tem um risco maior de apresentar colapso25 circulatório e problemas tromboembólicos.
M.S. 1.0270.0051
Farm. Resp.: Dra. Eliana de Paula Dias Oriolo - CRF-SP 6704
Ariston Indústrias Químicas e Farmacêuticas Ltda.
Rua Adherbal Stresser, 84 - Jardim Arpoador
São Paulo - SP - CEP 05566-000
Serviço ao Consumidor Ariston: 0800-55-6222
C.N.P.J. 61.391.769/0001-72 - Indústria Brasileira
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Lote, fabricação e validade: vide embalagem

FUROSETRON - Laboratório

ARISTON
Rua Adherbal Stresser, 84
São Paulo/SP - CEP: 05566-000
Tel: (011 )810-1079
Fax: (011 )810-2894
Site: http://www.ariston.com.br/

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Complementos

1 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
4 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
5 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
6 Proximal: 1. Que se localiza próximo do centro, do ponto de origem ou do ponto de união. 2. Em anatomia geral, significa o mais próximo do tronco (no caso dos membros) ou do ponto de origem (no caso de vasos e nervos). Ou também o que fica voltado para a cabeça (diz-se de qualquer formação). 3. Em botânica, o que fica próximo ao ponto de origem ou à base. 4. Em odontologia, é o mais próximo do ponto médio do arco dental.
7 Distal: 1. Que se localiza longe do centro, do ponto de origem ou do ponto de união. 2. Espacialmente distante; remoto. 3. Em anatomia geral, é o mais afastado do tronco (diz-se de membro) ou do ponto de origem (diz-se de vasos ou nervos). Ou também o que é voltado para a direção oposta à cabeça. 4. Em odontologia, é o mais distante do ponto médio do arco dental.
8 Alça de Henle: Porção do tubo renal (em forma de U), na MEDULA RENAL, constituída por uma alça descendente e uma ascendente. Situada entre o TÚBULO RENAL PROXIMAL e o TÚBULOS RENAL DISTAL.
9 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
10 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
11 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
12 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
13 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
14 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
15 Síndrome nefrótica: Doença que afeta os rins. Caracteriza-se pela eliminação de proteínas através da urina, com diminuição nos níveis de albumina do plasma. As pessoas com síndrome nefrótica apresentam edema, eliminação de urina espumosa, aumento dos lipídeos do sangue, etc.
16 Edema pulmonar: Acúmulo anormal de líquidos nos pulmões. Pode levar a dificuldades nas trocas gasosas e dificuldade respiratória.
17 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
18 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
19 Encefalopatia: Qualquer patologia do encéfalo. O encéfalo é um conjunto que engloba o tronco cerebral, o cerebelo e o cérebro.
20 Oligúria: Clinicamente, a oligúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas ou menor de 30 ml/hora.
21 Hipovolemia: Diminuição do volume de sangue secundário a hemorragias, desidratação ou seqüestro de sangue para um terceiro espaço (p. ex. peritônio).
22 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
23 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
24 Anúria: Clinicamente, a anúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas.
25 Colapso: 1. Em patologia, é um estado semelhante ao choque, caracterizado por prostração extrema, grande perda de líquido, acompanhado geralmente de insuficiência cardíaca. 2. Em medicina, é o achatamento conjunto das paredes de uma estrutura. 3. No sentido figurado, é uma diminuição súbita de eficiência, de poder. Derrocada, desmoronamento, ruína. 4. Em botânica, é a perda da turgescência de tecido vegetal.
26 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
27 Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia.
28 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
29 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
30 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
31 Laxantes: Medicamentos que tratam da constipação intestinal; purgantes, purgativos, solutivos.
32 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
33 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
34 Glicosúria: Presença de glicose na urina.
35 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
36 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
37 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
38 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
39 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
40 Discrasias sangüíneas: Qualquer alteração envolvendo os elementos celulares do sangue, glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.
41 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
42 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
43 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
44 Hipercalciúria: Eliminação de quantidade anormalmente grande de cálcio na urina.
45 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
46 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
47 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
48 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
49 Alcalose: Desequilíbrio do meio interno, produzido por uma diminuição na concentração de íons hidrogênio ou aumento da concentração de bases orgânicas nos líquidos corporais.
50 Afecções: Quaisquer alterações patológicas do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
51 Ototoxicidade: Dano causado aos sistemas coclear e/ou vestibular resultante de exposição a substâncias químicas.
52 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
53 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
54 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
55 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
56 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
57 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
58 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
59 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
60 Edemas: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
61 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.

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