CIPROFLOXACINA BIOSINTÉTICA

BIOSINTETICA

Atualizado em 08/12/2014

Composição da Ciprofloxacina Biosintética

cada comprimido de 250 mg contém: cloridrato deciprofloxacina monoidratada (equivalente a 250 mg de Ciprofloxacina base) 291 mg; excipiente q.s.p. 1 comprimido. Cada comprimido de 500 mg contém: cloridrato de ciprofloxacina monoidratada (equivalente a 500 mg de Ciprofloxacina base) 582 mg; excipiente q.s.p. 1 comprimido. Cada frasco-ampola contém: ciprofloxacina sob a forma de lactato1 200 mg; veículo q.s.p. 100 ml.

Posologia e Administração da Ciprofloxacina Biosintética

formas orais: indicações/dose diária (individual no adulto): cistite2 2 x 250 mg. Infecções3 das vias aéreas e urinárias, renais do trato gastrintestinal (incluindo febre tifóide4) 2 x 250 mg a 500 mg, segundo a gravidade da infecção5. Outras infecções3 (p. ex.: infecções3 das vias respiratórias, otorrinolaringológicas, maxilofaciais, odontológicas, oftalmológicas, dos órgãos genitais masculino e feminino, das vias biliares6, dos tecidos moles, dos ossos e articulações7, sépsis, peritonite8, risco de infecção5 em pacientes com neutropenia9, esterilização intestinal seletiva em pacientes imunossuprimidos): 2 x 500 mg. Esta dose pode ser aumentada até 2 x 750 mg, dependendo da gravidade da infecção5. Forma injetável: indicações/dose diária (individual no adulto): infecções3 das vias urinárias inferiores e superiores e infecções3 renais: 2 x 100 mg. Gonorréia10: uma dose única de 100 mg. Outras infecções3 (p. ex.: vias aéreas, otorrinolaringológicas, oftalmológicas, maxilofaciais, das vias urinárias e renais, dos órgãos genitais masculino e feminino, do trato gastrintestinal das vias biliares6, dos tecidos moles, dos ossos e articulações7, ginecológicas e obstétricas, septicemia11, meningite12, peritonite8, infecções3 ou risco iminente de infecções3 (profilaxia) em pacientes imunossuprimidos (p. ex.: terapêuticas com agentes imunossupressores ou em situação de neutropenia9): 2 x 200 mg. Nos casos de infecção5 severa (p. ex.: infecções3 recidivantes13 em pacientes com mucoviscidose14, infecções3 abdominais graves, osteomielite15 e infecções3 articulares) causada por Pseudomonas, Staphylococcus ou Streptococcus, a dose pode ser aumentada para 2 x 750 mg. Os casos de gonorréia10 aguda, em pacientes de ambos os sexos e cistite2 aguda não complicada em mulheres, podem ser tratados com uma dose única de 250 mg oral ou 100 mg, endovenosa. Nos pacientes idosos a dose deve ser reduzida ao mínimo, em função da gravidade do quadro infeccioso e do clearance de creatinina16. Ciprofloxacina Biosintética não é o antibiótico de escolha para o tratamento das pneumonias por pneumococos em pacientes ambulatoriais. No entanto é indicado nas pneumonias causadas por Klebsiella, Enterobacter, Proteus, Pseudomonas, Hae mophlilus, Branhamella, Legionella e Staphylococcus. Em relação às infecções3 otorrinolaringológicas, Ciprofloxacina Biosintética está indicado na otite média17 e nas infecções3 dos seios paranasais18 (sinusite19), quando causadas por agentes Gram-negativos, incluindo Pseudomonas e Staphylococcus. Na infecção5 do trato urinário20, provocada por Chlamydia, a dose diária deve ser aumentada para 2 x 750 mg. Pacientes em CAPD com peritonite8, a dose diária recomendada é de 500 mg 4 vezes ao dia, ou 50 mg/l dialisado, intraperitonealmente, 4 vezes ao dia. Nas infecções3 do trato urinário20 não complicada ou do trato gastrintestinal, pode-se administrar até 500 mg em dose única diária. Pacientes idosos: pacientes com idade avançada, em geral, deverão receber doses mais baixas possíveis, de acordo com o quadro clínico. Posologia nas insuficiências renal21 e hepática22: em caso de insuficiência hepática23, normalmente não há necessidade de ajuste na posologia. No caso do clearance de creatinina16 ser inferior a 20 ml/min ou creatinina16 sérica > 3 mg/100 ml, deve-se administrar metade da dose diária recomendada em uma única tomada ou reparti-la em duas tomadas. Nos pacientes com insuficiência renal24 e hepática22 associadas, o mesmo esquema posológico deve ser observado, além da eventual determinação das concentrações séricas de Ciprofloxacina Biosintética. Pacientes com insuficiência renal24 em hemodiálise25 devem receber metade da dose diária recomendada em uma única administração, após a diálise26. Pacientes com insuficiência hepática23 isolada não necessitam de alterações na posologia. Adolescentes e crianças: Ciprofloxacina pode causar alterações nas articulações7 (artropatia27) que suportam o peso em animais jovens. Ainda que não se conheça relação alguma com o homem, não se recomenda seu emprego em crianças e adolescentes em crescimento. Quando o benefício do emprego de Ciprofloxacina for considerado superior ao risco potencial (p. ex.: na fibrose cística28), a dose a se empregar pode ser de 7,5-15 mg/kg/dia, para forma oral e 5-10 mg/kg/dia (via i.v.), para forma injetável, dependendo da gravidade da infecção5 e do peso do paciente, administrados a cada 12 horas. A duração do tratamento depende da gravidade da infecção5. Geralmente pode ser de 7 a 14 dias e deve ser mantida durante 2 dias depois dos sintomas29 terem desaparecido. No caso de infecções3 osteoarticulares a terapia pode prolongar-se até 4 ou 6 semanas. A média de tratamento para a diarréia30 infecciosa é de 500 mg a cada 12 horas de 5 a 7 dias. Instruções de uso: os comprimidos devem ser deglutidos com líquido, independentemente das refeições (preferencialmente 2 horas após haver comido); a administração em jejum acelera a absorção. Se o paciente não pode ingerir o comprimido, dado a severidade da infecção5 ou por outras razões, é aconselhável iniciar a terapêutica31 com Ciprofloxacina endovenosa. A administração endovenosa deve ser feita durante aproximadamente 30 minutos. Ciprofloxacina Biosintética solução em frasco para infusão pode ser administrada diretamente ou após prévia diluição. A duração do tratamento depende da gravidade do caso, bem como do curso clínico e bacteriológico do mesmo, sendo em média de 5 a 10 dias nos casos de infecções3 agudas. Em regra, o tratamento deve prosseguir regularmente pelo menos durante 3 dias após o desaparecimento da febre32 e dos sintomas29 clínicos. Nas infecções3 simples das vias urinárias inferiores é suficiente um tratamento de três dias. No caso de osteomielite15 recomenda-se no máximo 2 meses de tratamento. As infecções3 estreptocócicas devem ser tratadas por pelo menos 10 dias sob risco de complicações posteriores. O mesmo se aplica às infecções3 por Chlamydia. Decorridos alguns dias, o tratamento inicial por via endovenosa poderá prosseguir por via oral. Ciprofloxacina Biosintética somente deve ser administrada duas vezes ao dia: pela manhã e à noite, exceto em casos especiais, quando, a critério médico, poderá ser administrada de 8 em 8 horas. Compatibilidade e estabilidade: Ciprofloxacina Biosintética é compatível, por exemplo, com soro33 fisiológico34, solução de Ringer e Ringer lactato1, solução de glicose35 5% e 10%, com solução de frutose36 a 10% e solução de glicose35 a 5%, com cloreto de sódio a 0,225% ou cloreto de sódio a 0,45%. Após diluição numa solução aquosa, Ciprofloxacina Biosintética é estável por pelo menos durante 14 dias à temperatura ambiente. Entretanto, após a abertura dos frascos a estabilidade da solução é limitada por fatores microbiológicos37 e higiênicos, portanto sua utilização deve ser imediata. A atividade da Ciprofloxacina não é afetada pelo pH de 1,2 a 12,2. Ciprofloxacina Biosintética é fotossensível, de maneira que os frascos só deverão ser retirados da caixa imediatamente antes do seu uso. As soluções de Ciprofloxacina Biosintética são compatíveis com todas as soluções de medicamentos que são física ou quimicamente instáveis no pH de Ciprofloxacina Biosintética (p. ex.: penicilinas, solução de heparina), especialmente quando combinada com soluções alcalinas (pH da solução de infusão de Ciprofloxacina Biosintética: 3,9-4,5). - Superdosagem: não se dispõe de informação relativa à sobredosificação. Os níveis séricos de Ciprofloxacina diminuem mediante diálise26 (porém a diálise26 remove menos de 10%).

Precauções da Ciprofloxacina Biosintética

tanto a atividade bactericida como bacteriostática estão reduzidas na presença do íon38 magnésio e de acidose39. Estas condições reduzem a atividade da Ciprofloxacina na urina40. Este fato deve ser levado em conta quando do uso de substâncias ou de processos mórbidos, que produzam estas condições. Existe resistência cruzada com o ácido nalidíxico e outras quinolonas, porém é raro com as drogas antibacterianas, não quinolônicas. Somente em raras ocasiões se observa cristalúria relacionada com o emprego de Ciprofloxacina. Os pacientes que utilizam Ciprofloxacina injetável deverão estar bem hidratados, bebendo muito líquido e deve-se evitar uma alcalinidade excessiva da urina40. Recomenda-se cuidado especial em pacientes idosos e naqueles com enfermidade prévia do S.N.C. (história de epilepsia41, convulsões, acidentes cerebrovasculares, baixo limiar convulsivo, história de crise convulsiva recente; isquemia42 cerebral recente, alterações estruturais cerebrais). Nestes pacientes, Ciprofloxacina Biosintética só deve ser utilizada após considerar-se cuida-dosamente a relação risco-benefício, uma vez que estes pacientes têm maior suscetibilidade para desenvolver efeitos secundários no sistema nervoso central43. Recomenda-se, ainda, que somente seja administrado nos casos de acidente vascular cerebral44 após terapêutica31 anticonvulsivante adequada ter sido instituída. Este medicamento pode alterar a capacidade de reação ao conduzir automóvel ou operar máquinas. Durante o tratamento, o paciente deve abster-se do álcool, uma vez que a Ciprofloxacina quando se associa ao álcool pode alterar a performance psicomotora45, motivo pelo qual se adverte para não conduzir veículos. - Gravidez46 e lactação47: Ciprofloxacina atravessa a barreira placentária. Por esse motivo, recomenda-se que somente seja administrada durante a gravidez46 se o benefício esperado justificar o risco potencial para o feto48. Não se recomenda a administração em mulheres durante o período de amamentação49, pois a ciprofloxacina é excretada no leite materno. Interações: observa-se uma elevação dos níveis séricos de teofilina posteriormente à administração conjunta com outras quinolonas. Por isso, recomenda-se precaução quando Ciprofloxacina é administrada em combinação com teofilina, podendo ser necessária a redução das doses de teofilina. Pode aumentar os níveis séricos de cafeína. Não se recomenda a administração em um período de 1 a 2 horas após a ingestão de antiácidos50 com hidróxido de magnésio e/ou alumínio, para evitar sua interferência na absorção (ciprofloxacina pode ter sua concentração reduzida abaixo da terapêutica31). A absorção de Ciprofloxacina pode ser reduzida pelo uso concomitante de alguns agentes citotóxicos51. Pode ocorrer uma redução marcante no nível sérico de Ciprofloxacina quando administrada com didanosina. Preparações férricas, tais como, fumarato férrico, gluconato e sulfato, podem reduzir a absorção de Ciprofloxacina. Azlocilina reduz o clearance de Ciprofloxacina. Alimentação pode reduzir a biodisponibilidade de Ciprofloxacina. Sulcrafato pode causar uma redução na absorção de Ciprofloxacina. Pode ocorrer aumento dos efeitos colaterais52 e, principalmente, sangramento em alguns pacientes usando warfarina e Ciprofloxacina. Ciprofloxacina reduz a perda de metoprolol do corpo, mas, provavelmente, sem importância clínica. Ciprofloxacina aparentemente afeta a segurança de contraceptivos orais. Ciprofloxacina pode reduzir o clearance corporal de diazepam. Quando administrado conjuntamente com anticolinesterases, pode ocorrer piora dos sintomas29 de miastenia53 grave.

Reações Adversas da Ciprofloxacina Biosintética

gastrintestinais: anorexia54, náuseas55, vômitos56, dores abdominais, dispepsia57, flatulência e diarréia30. No caso de diarréia30 severa e mantida, durante ou após a terapia, não se deve descartar a possibilidade de uma colite58 pseudomembranosa, a qual necessita de interferência médica imediata. A terapia com Ciprofloxacina deve ser interrompida e deve-se introduzir medicação apropriada (p. ex.: vancomicina 4 x 250 mg por dia). S.N.C.: tonturas59, cefaléia60, insônia, irritabilidade, cansaço, estado de excitação e tremores. Mais raramente: sudorese61, ataxia62, angústia, crises convulsivas, depressão, alucinações63, transtornos visuais, desequilíbrio, pesadelo, confusão mental, alterações do paladar64 e do olfato, disestesia65 e reações psicóticas. Essas reações, em geral, manifestam-se logo após a primeira administração. Nestes casos deve-se suspender imediatamente o tratamento e informar ao médico. Hipersensibilidade: exantemas66, erupção67 cutânea68, eritema69 e, mais raramente, prurido70, febre32 e edema71 da laringe72 e facial. Em casos muito raros: reação anafilática73 (p. ex.: edema71 de língua74, de glote75, dispnéia76 e choque77 grave). Nestes casos a terapia deve ser imediatamente interrompida e instituído tratamento adequado. Raramente foram observadas petéquias78, vesículas79 hemorrágicas80 e pápulas81 com crosta como expressão de vasculite82, síndrome de Stevens-Johnson83 e hepatite84; muito raramente: alterações hepáticas85 severas incluindo necrose86 hepatocelular. Fototoxicidade ou fotoa-lergia (p. ex.: exantema87 bolhoso em locais expostos à luz). Cardiovasculares: são raras: pode-se observar taquicardia88 paroxística, síncope89, rubor, lipotimia90 e enxaqueca91. Hematológicas: eosinofilia92, leucocitose93, leucopenia94, anemia95. Mais raramente trombocitopenia96, trombocitose97 e alterações do tempo de protrombina98. Efeitos sobre os rins99: lesão100 tubular renal21, nefrite101 intersticial102 e alterações da função renal21, podendo progredir para insuficiência renal24 transitória, foram observadas em casos extremamente raros. Laboratoriais: pode-se observar um aumento transitório das transaminases, fosfatase alcalina103, creatinina16 e bilirrubina104 séricas, hiperglicemia105 e, em casos isolados, cristalúria e hematúria106. Local: na forma injetável muito raramente pode provocar flebite107. Outros efeitos colaterais52 que podem ocorrer com a Ciprofloxacina: fotofobia108, choque anafilático109, petéquias78, vasculites, hiperglicemia105, dores musculares, dores articulares, mialgias110, tendinite111 e alteração transitória da acuidade auditiva, especialmente para ruídos de alta freqüência.

Contra-Indicações da Ciprofloxacina Biosintética

em pacientes com hipersensibilidade à Ciprofloxacina ou a outras quinolonas. Ciprofloxacina Biosintética não deve ser utilizada na gravidez46 e aleitamento ou em crianças e adolescentes em fase de crescimento.

Indicações da Ciprofloxacina Biosintética

tratamento dos processos infecciosos sensíveis à Ciprofloxacina. No tratamento e profilaxia de diversas infecções3 em pacientes imunodeprimidos.

Apresentação da Ciprofloxacina Biosintética

comprimidos de 250 e 500 mg: embalagem com 10 comprimidos; solução injetável: embalagem com frasco-ampola de 200 mg/100 ml.


CIPROFLOXACINA BIOSINTÉTICA - Laboratório

BIOSINTETICA
Rua Periquito, 236 - Vl. Uberabinha
São Paulo/SP - CEP: 04514-050
Tel: 55 (011) 5561-2614
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Complementos

1 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
2 Cistite: Inflamação ou infecção da bexiga. É uma das infecções mais freqüentes em mulheres, e manifesta-se por ardor ao urinar, urina escura ou com traços de sangue, aumento na freqüência miccional, etc.
3 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
4 Febre tifóide: Infecção produzida por uma bactéria chamada Salmonella tiphy, adquirida através de alimentos contaminados e caracterizada por febre persistente, aumento do tamanho dos tecidos linfáticos (baço, gânglios linfáticos, etc.) e erupções cutâneas. Sem tratamento adequado pode ser muito grave.
5 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
6 Vias biliares: Conjunto de condutos orgânicos que conectam o fígado e a vesícula biliar ao duodeno. Sua função é conduzir a bile produzida no fígado, para ser armazenada na vesícula biliar e posteriormente ser liberada no duodeno.
7 Articulações:
8 Peritonite: Inflamação do peritônio. Pode ser produzida pela entrada de bactérias através da perfuração de uma víscera (apendicite, colecistite), como complicação de uma cirurgia abdominal, por ferida penetrante no abdome ou, em algumas ocasiões, sem causa aparente. É uma doença grave que pode levar pacientes à morte.
9 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
10 Gonorreia: Infecção bacteriana que compromete o trato genital, produzida por uma bactéria chamada Neisseria gonorrhoeae. Produz uma secreção branca amarelada que sai pela uretra juntamente com ardor ao urinar. É uma causa de infertilidade masculina.Em mulheres, a infecção pode não ser aparente. Se passar despercebida, pode se tornar crônica e ascender, atingindo os anexos uterinos (trompas, útero, ovários) e causar Doença Inflamatória Pélvica e mesmo infertilidade feminina.
11 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
12 Meningite: Inflamação das meninges, aguda ou crônica, quase sempre de origem infecciosa, com ou sem reação purulenta do líquido cefalorraquidiano. As meninges são três membranas superpostas (dura-máter, aracnoide e pia-máter) que envolvem o encéfalo e a medula espinhal.
13 Recidivantes: Característica da doença que recidiva, que acontece de forma recorrente ou repetitiva.
14 Mucoviscidose: Doença genética autossômica recessiva que promove alteração de glândulas exócrinas do organismo. Caracterizada por infecções crônicas das vias aéreas, que leva ao desenvolvimento de bronquiectasias, insuficiência pancreática exócrina, disfunções intestinais, anormalidades das glândulas sudoríparas e disfunção genitourinária.
15 Osteomielite: Infecção crônica do osso. Pode afetar qualquer osso da anatomia e produzir-se por uma porta de entrada local (fratura exposta, infecção de partes moles) ou por bactérias que circulam através do sangue (brucelose, tuberculose, etc.).
16 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
17 Otite média: Infecção na orelha média.
18 Seios paranasais: Seios paranasais são cavidades preenchidas de ar localizadas no interior dos ossos do crânio e da face, que se comunicam com a cavidade nasal.
19 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
20 Trato Urinário:
21 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
22 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
23 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
24 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
25 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
26 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
27 Artropatia: Comprometimento patológico de uma artculação.
28 Fibrose cística: Doença genética autossômica recessiva que promove alteração de glândulas exócrinas do organismo. Caracterizada por infecções crônicas das vias aéreas, que leva ao desenvolvimento de bronquiectasias, insuficiência pancreática exócrina, disfunções intestinais, anormalidades das glândulas sudoríparas e disfunção genitourinária.
29 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
30 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
31 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
32 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
33 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
34 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
35 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
36 Frutose: Açúcar encontrado naturalmente em frutas e mel. A frutose encontrada em alimentos processados é derivada do milho. Contém quatro calorias por grama.
37 Microbiológicos: Referente à microbiologia, ou seja, à especialidade biomédica que estuda os microrganismos patogênicos, responsáveis pelas doenças infecciosas, englobando a bacteriologia (bactérias), virologia (vírus) e micologia (fungos).
38 Íon: Átomo ou grupo atômico eletricamente carregado.
39 Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
40 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
41 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
42 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
43 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
44 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
45 Psicomotora: Própria ou referente a qualquer resposta que envolva aspectos motores e psíquicos, tais como os movimentos corporais governados pela mente.
46 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
47 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
48 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
49 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
50 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
51 Citotóxicos: Diz-se das substâncias que são tóxicas às células ou que impedem o crescimento de um tecido celular.
52 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
53 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
54 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
55 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
56 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
57 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
58 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
59 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
60 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
61 Sudorese: Suor excessivo
62 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
63 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
64 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
65 Disestesia: Distúrbio da sensibilidade superficial tátil.
66 Exantemas: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
67 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
68 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
69 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
70 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
71 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
72 Laringe: É um órgão fibromuscular, situado entre a traqueia e a base da língua que permite a passagem de ar para a traquéia. Consiste em uma série de cartilagens, como a tiroide, a cricóide e a epiglote e três pares de cartilagens: aritnoide, corniculada e cuneiforme, todas elas revestidas de membrana mucosa que são movidas pelos músculos da laringe. As dobras da membrana mucosa dão origem às pregas vocais.
73 Reação anafilática: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
74 Língua:
75 Glote: Aparato vocal da laringe. Consiste das cordas vocais verdadeiras (pregas vocais) e da abertura entre elas (rima da glote).
76 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
77 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
78 Petéquias: Pequenas lesões da pele ou das mucosas, de cor vermelha ou azulada, características da púrpura. São lesões hemorrágicas, que não desaparecem à pressão, cujo tamanho não ultrapassa alguns milímetros.
79 Vesículas: Lesões papulares preenchidas com líquido claro.
80 Hemorrágicas: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
81 Pápulas: Lesões firmes e elevadas, com bordas nítidas e diâmetro que varia de 1 a 5 milímetros (até 1 centímetro, segundo alguns autores).
82 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
83 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
84 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
85 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
86 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
87 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
88 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
89 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
90 Lipotimia: Perda temporária da consciência produzida por um déficit súbito da circulação cerebral. Em geral são quadros benignos a menos que sejam produzidos por arritmias cardíacas, em cujo caso necessitam de diagnóstico e tratamento específico.
91 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
92 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
93 Leucocitose: É o aumento no número de glóbulos brancos (leucócitos) no sangue, geralmente maior que 8.000 por mm³. Ocorre em diferentes patologias como em resposta a infecções ou processos inflamatórios. Entretanto, também pode ser o resultado de uma reação normal em certas condições como a gravidez, a menstruação e o exercício muscular.
94 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
95 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
96 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
97 Trombocitose: É o número excessivo de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitopenia. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é superior a 750.000/mm³ (e particularmente acima de 1.000.000/mm³) justifica-se investigação e intervenção médicas. Quanto à origem, pode ser reativa ou primária (provocada por doença mieloproliferativa). Apesar de freqüentemente ser assintomática (particularmente quando se origina como uma reação secundária), pode provocar uma predisposição para a trombose.
98 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
99 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
100 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
101 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
102 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
103 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
104 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
105 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
106 Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
107 Flebite: Inflamação da parede interna de uma veia. Pode ser acompanhada ou não de trombose da mesma.
108 Fotofobia: Dor ocular ou cefaléia produzida perante estímulos visuais. É um sintoma freqüente na meningite, hemorragia subaracnóidea, enxaqueca, etc.
109 Choque anafilático: Reação alérgica grave, caracterizada pela diminuição da pressão arterial, taquicardia e distúrbios gerais da circulação, acompanhado ou não de edema de glote. Necessita de tratamento urgente. Pode surgir por exposição aos mais diversos alérgenos.
110 Mialgias: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
111 Tendinite: Inflamação de um tendão. Produz-se em geral como conseqüência de um traumatismo. Existem doenças imunológicas capazes de produzir tendinite entre outras alterações.

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