Meguanin

UCI FARMA

Atualizado em 09/12/2014

Meguanin

Cloridrato de metformina1

Apresentações de Meguanin

Meguanin 500: caixa contendo 30 comprimidos.Meguanin 850: caixa contendo 30 comprimidos.
Comprimidos - Uso oral
USO ADULTO

Composição de Meguanin

Cada comprimido contém:
Meguanin 500
Cloridrato de metformina1 500 mg
Excipiente* q.s.p. 1 comprimido
Meguanin 850
Cloridrato de metformina1 850 mg.
Excipiente* q.s.p. 1 comprimido.
*(polivinilpirrolidona)

Informações ao Paciente de Meguanin

· MEGUANIN® é um medicamento utilizado no tratamento do diabetes2 para controle da glicose3 sangüínea.· O tratamento inicial do diabetes tipo 24 (não-dependente de insulina5) deve ser dietético, acompanhado com o aumento da atividade física. Como a maioria dos diabéticos tipo 2 são obesos, recomenda-se uma alimentação com reduzido teor calórico. Quando estas medidas são insuficientes, persistindo a hiperglicemia6, mesmo com a diminuição do peso corpóreo, é indicada a associação de medicamentos para controle da glicemia7.
· MEGUANIN® deve ser conservado em lugar seco, fresco (entre 15 a 30o C) e protegido da luz, na sua embalagem original até o término de seu uso.
· O número do lote, as datas de fabricação e validade estão carimbados no cartucho do produto.
· Não utilize o medicamento com prazo de validade vencido.
· Para a administração correta de MEGUANIN®, leia atentamente o item Instruções de Uso, contido na parte final desta bula.
· MEGUANIN® não deve ser utilizado por pacientes alérgicos à metformina1, com insuficiência renal8 ou hepática9, doenças cardíacas ou pulmonares, infecções10, desidratação11.
· Durante o tratamento com MEGUANIN®, deve-se evitar a ingestão de bebidas alcoólicas.
. O uso de MEGUANIN® em crianças não é recomendado.
. O tratamento com MEGUANIN® deve ser interrompido dois ou três dias antes de cirurgias ou exames radiológicos contrastados, como urografia12 excretora e angiografia13, devendo ser reiniciado após o paciente ter readquirido o controle da função renal14.
. MEGUANIN® pode causar náusea15, vômito16, dor abdominal, gases intestinais, diarréia17, diminuição do apetite, paladar18 metálico. Geralmente, esses sintomas19 desaparecem durante os primeiros dias de tratamento.
. Se houver aumento da freqüência respiratória, dores musculares, malestar, sonolência, interrompa o uso de MEGUANIN® e procure orientação médica imediatamente.
. Durante o tratamento prolongado com MEGUANIN® é necessária a realização, a cada três meses, de testes laboratoriais para avaliação da glicose3, hemoglobina glicosilada20, função renal14 e outros componentes do sangue21.
· MEGUANIN® somente deve ser utilizado durante a gravidez22 e amamentação23 com orientação médica.
· Informe ao médico a ocorrência de gravidez22 durante o tratamento ou após o seu término.
· Informe ao médico sobre os medicamentos que está utilizando.
· Obedeça a posologia indicada pelo médico e não interrompa o tratamento sem o seu conhecimento.
· Informe imediatamente ao médico se ocorrerem reações indesejáveis.
NÃO TOME MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE24.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Informações Técnicas de Meguanin

A metformina1 é um fármaco25 antidiabético pertencente à classe das biguanidas26. É utilizada principalmente no tratamento do diabetes mellitus27 tipo 2 (não insulino-dependente).
Age por diversos mecanismos periféricos, aumentando a sensiblidade do organismo à ação insulínica, diminuindo a hiperglicemia6 consideravelmente. Reduz a absorção intestinal de glicose3, inibe a produção hepática9 de glicose3 e, principalmente, aumenta a captação periférica de glicose3.
A metformina1 reduz a hiperglicemia6 sem aumentar a secreção de insulina5, não causando hipoglicemia28 ou hiperinsulinemia29. Não possui efeitos sobre a secreção de glucagon30, cortisol, hormônio31 do crescimento ou somatostatina.
Devido à ação anorexígena da metformina1, tem-se observado uma redução do peso em pacientes diabéticos obesos.
O nível elevado de insulina5 no plasma32 tem sido associado com diversos fatores de risco para doenças cardiovasculares33. Pacientes tratados com metformina1 mostram melhora em todos os parâmetros glicêmicos (glicemia7 em jejum, glicemia pós-prandial34 e hemoglobina glicosilada20), estabilização ou diminuição do peso corpóreo e a tendência para melhorar o perfil lipídico35, principalmente quando os valores encontram-se elevados.
A metformina1 é absorvida pelo trato gastrintestinal, principalmente no intestino delgado36. Após a administração oral de 500 mg de metformina1 a concentração plasmática máxima é de 1,03 mcg/ ml, alcançada em 2,7 horas. A presença de alimentos prolonga o tempo de absorção da metformina1.
Liga-se muito pouco a proteínas37 plasmáticas e sua fração livre representa 90% da concentração sérica.
A biodisponibilidade após a administração de 500 mg de metformina1 é de aproximadamente 50 a 60%.
A meia-vida de eliminação sérica é de aproximadamente 6,2 horas. É eliminada na forma inalterada, por via renal14, sem metabolização hepática9. A depuração renal14 é aproximadamente 3,5 vezes maior que o clearance de creatinina38, indicando que a metformina1 é eliminada principalmente por secreção tubular.

Indicações de Meguanin

MEGUANIN® é indicado no tratamento do diabetes mellitus27 tipo 2 (não insulino-dependente) quando o tratamento dietético isolado tiver sido insuficiente. É especialmente útil em pacientes obesos, nos quais a metformina1 freqüentemente provoca diminuição de peso.MEGUANIN® também é indicado para pacientes39 que não respondem à terapia com sulfoniluréias40. A terapia associada de metformina1 com sulfoniluréias40 pode ser utilizada em pacientes que não alcançam o controle glicêmico com o uso isolado dos fármacos.
Em pacientes com diabetes mellitus27 tipo 1 que não estão adequadamente controlados, MEGUANIN® também pode ser adicionado ao regime terapêutico para melhorar o controle glicêmico e diminuir a dose diária de insulina5. Pacientes com diabetes mellitus27 tipo 1 devem receber insulina5, o tratamento isolado com metformina1 é contra-indicado.

Contra-Indicações de Meguanin

Em casos de hipersensibilidade à metformina1 ou a qualquer componente da fórmula. Em situações clínicas como insuficiência renal8 (creatinina38 maior ou igual a 1,5 mg/dl41), insuficiência hepática42 grave, acidose43 láctica44, insuficiência cardíaca congestiva45, infarto do miocárdio46, doenças pulmonares crônicas, cirurgia, septicemia47, desidratação11, hipoxemia48, alcoolismo agudo49 ou crônico50. Complicações agudas do diabetes2, como acidose metabólica51, cetoacidose diabética52, coma53 hiper-osmolar hiperglicêmico, infecção54, gangrena55. Qualquer outra condição que predisponha à acidose43 láctica44.
O uso isolado de metformina1 no diabetes mellitus27 tipo 1 é contra-indicado. Neste caso, os pacientes devem receber insulina5. A metformina1 pode ser associada à insulina5 para melhora do controle glicêmico.

Precauções de Meguanin

A terapia com metformina1 deve ser interrompida dois ou três dias antes de cirurgias ou exames radiológicos contrastados, como urografia12 excretora e angiografia13, devendo ser reiniciada após o paciente ter readquirido o controle da função renal14. Em pacientes com quadro clínico de acidose metabólica51 sem evidências de cetoacidose, deve-se suspeitar de acidose43 láctica44. Neste caso, deve-se suspender imediatamente uso da metformina1 e encaminhar o paciente para o tratamento hospitalar em regime suportivo e intensivo, voltado para correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos secundários.Recomenda-se a monitorização, no mínimo anual, da função renal14 nos pacientes em tratamento prolongado com metformina1 devido a eliminação do fármaco25 ocorrer quase completamente por via renal14.
Pode ocorrer diminuição na absorção da vitamina56 B12 nos pacientes em tratamento prolongado com metformina1. Portanto, recomenda-se avaliação periódica dos níveis desta vitamina56 e suplementação57, se necessário.
A metformina1 quando utilizada isoladamente não causa hipoglicemia28, porém quando em terapia combinada58 com sulfoniluréia ou insulina5, o nível de glicose sangüínea59 deve ser monitorizado. Recomenda-se a medição (leitura visual com fitas reagentes) diária da glicose3 sangüínea. A avaliação laboratorial da hemoglobina glicosilada20 deve ser realizada a cada três meses consecutivos de tratamento.
A metformina1 é eficaz no controle hiperglicêmico em pacientes diabéticos, mas não reduz a glicemia7 em pacientes não-diabéticos.
Insuficiência renal8 e/ou hepática9: o uso de metformina1 em pacientes com insuficiência renal8 (creatinina38 maior ou igual a 1,5 mg/dl41) ou insuficiência hepática42 grave é contra-indicado devido estas condições predisporem a elevação do nível de lactato60 e conseqüentes complicações da acidose43 láctica44.
Gravidez22 e lactação61: estudos realizados com metformina1 em animais não demonstraram potencial teratogênico62. No entanto, como não há estudos clínicos adequados com a utilização do fármaco25 na gestação humana, a metformina1 somente deve ser administrada durante a gravidez22 se os benefícios justificarem os potenciais riscos para o feto63. O tratamento deve ser realizado sob criteriosa avaliação e estrito acompanhamento médico.
Não é conhecido se a metformina1 é eliminada no leite materno. A administração deve ser cautelosa e sob orientação médica quando a metformina1 for utilizada durante a lactação61.
Pediatria: não está estabelecida a segurança e a eficácia do uso da metformina1 em crianças.
Idosos: pacientes com função renal14 e hepática9 normais devem seguir a posologia indicada para adultos. Pacientes com idade avançada não devem utilizar a dose diária máxima de metformina1 devido a um possível funcionamento renal14 diminuído.

Reações Adversas de Meguanin

MEGUANIN® é um fármaco25 bem tolerado, apresentando baixa incidência64 de efeitos colaterais65. Geralmente, os efeitos adversos são leves e transitórios não causando a suspensão da terapia.
Os efeitos adversos freqüentemente observados são náusea15, vômito16, dor abdominal, flatulência, diarréia17, anorexia66, diminuição do peso corpóreo, paladar18 metálico. Estes sintomas19 podem ser minimizados iniciando-se o tratamento com uma baixa dose de metformina1, administrada durante as refeições, e aumento gradual da dose diária.
Foram relatados casos de diminuição do nível plasmático de vitamina56 B12 e ácido fólico durante a terapia prolongada com metformina1.
Raros casos de acidose43 láctica44 forma associados com o uso de metformina1, porém, a quase totalidade dos relatos envolviam pacientes com contra-indicações ao tratamento ou com ingestão de doses elevadas do fármaco25.

Interações Medicamentosas de Meguanin

Amilorida, cimetidina, digoxina, furosemida, nifedipina, procainamida, quinidina, quinina, ranitidina, triantereno, trimetropima, vancomicina: a administração concomitante eleva a concentração plasmática da metformina1.Varfarina e outros anticoagulantes67 cumarínicos: a administração associada com metformina1 pode diminuir a concentração plasmática do anticoagulante68. Pode ser necessário ajuste da dose dos fármacos.
Barbitúricos, fenotiazínicos, salicilatos, bebidas alcoólicas: podem potencializar o risco de acidose43 láctica44, quando utilizados com metformina1.
Corticosteroides, anovulatórios, sulfoniluréias40, insulina5: a administração associada com metformina1 pode alterar os níveis glicêmicos. Pode ser necessário o ajuste da dose dos fármacos.
Meios de contrastes iodados: a utilização parenteral de meios de contrastes iodados podem levar à insuficiência renal8 aguda, a qual tem sido associada com acidose43 láctica44 em pacientes em uso de metformina1. Portanto, a terapia com metformina1 deve ser interrompida dois ou três dias antes de cirurgias ou exames radiológicos contrastados, como urografia12 excretora e angiografia13, devendo ser reiniciada após o paciente ter readquirido o controle da função renal14.

Posologia e Administração de Meguanin

A posologia recomendada de MEGUANIN® poderá ser alterada por orientação médica. Não há esquema terapêutico fixo para o controle da hiperglicemia6 no diabetes mellitus27. A dose de MEGUANIN® deve ser individualizada, baseando-se na mínima ocorrência de efeitos adversos e obtenção máxima de eficácia.
Diabetes mellitus27 tipo 2
Tratamento inicial - MEGUANIN® 500 mg: 1 comprimido de 500 mg, duas vezes ao dia (a cada 12 horas). Se necessário, a dose pode ser aumentada gradualmente (1 comprimiddo a cada semana) até uma dose máxima de 5 comprimidos ao dia, administrados em três doses diárias. Tratamento de manutenção - MEGUANIN® 850 mg: 1 comprimido de 850 mg, duas vezes ao dia (a cada 12 horas). Se necessário, a dose pode ser aumentada gradualmente até uma dose máxima de 3 comprimidos ao dia, administrados em três doses diárias.
Durante o tratamento com MEGUANIN®, principalmente no início, recomenda-se a medição (leitura visual com fitas reagentes) diária da glicose3 sangüínea. A avaliação laboratorial da hemoglobina glicosilada20 deve ser realizada a cada três meses consecutivos de tratamento.
A ação de MEGUANIN® é progressiva e a avaliação de sua eficácia deve ser feita somente após 3 a 4 semanas de tratamento. Se não houver resposta após 4 semanas de monoterapia com a dose máxima de metformina1, deve ser considerada a adição gradual de uma sulfoniluréia, avaliando-se e ajustando as doses dos fármacos até a obtenção da maior eficácia terapêutca com a menor dose diária possível.
A dose diária máxima não deve exceder a 2550 mg de metformina1.
Diabetes mellitus27 tipo 1
Em pacientes com diabetes mellitus27 tipo 1 MEGUANIN® também pode ser adicionado ao regime terapêutico para melhorar o controle glicêmico e diminuir a dose diária de insulina5.
A posologia recomendada é a mesma para pacientes39 com diabetes mellitus27 tipo 2, com a medição (leitura visual com fitas reagentes) diária da glicose3 sangüínea para adequação da dose de insulina5.
Pacientes com diabetes mellitus27 tipo 1 devem receber insulina5, o tratamento isolado com metformina1 é contra-indicado.
Idosos: pacientes com função renal14 e hepática9 normais devem seguir a posologia indicada para adultos. Pacientes com idade avançada não devem utilizar a dose máxima diária de metformina1. Pediatria: não está estabelecida a segurança e a eficácia do uso da metformina1 em crianças.

Instruções de Uso de Meguanin

MEGUANIN® deve ser ingerido durante as refeições, se necessário, com o auxílio de água, leite ou suco de frutas; preferencialmente no café da manhã, almoço e jantar.Os comprimidos de MEGUANIN® podem ser triturados ou mastigados antes da ingestão.

Superdosagem de Meguanin

Os principais sintomas19 de intoxicação são irritação gastrintestinal, acidose metabólica51, hipovolemia69, acidose43 láctica44, convulsões, depressão respiratória, oligúria70, anúria71 e hipoglicemia28 com sintomas19 que incluem astenia72, confusão, palpitações73, transpiração74 e vômitos75.
O prognóstico76 é favorável quando se estabelece uma hemodiálise77 que reduza rapidamente a hiperlactacidemia e a eliminação da metformina1. Contudo, as hiperlactacidemias de origem anóxica complicando um estado de choque78, uma insuficiência respiratória79 ou hepática9, associadas a uma taxa normal ou ligeiramente elevada de metformina1 são de difícil reversão. Os episódios leves respondem à administração oral de glicose3 ou açúcar80 e ao repouso. A correção da hipoglicemia28 moderadamente grave pode ser obtida mediante a administração intramuscular ou subcutânea81 de glucagon30. Se o paciente estiver em coma53, é necessária a administração intravenosa de solução de dextrose82.
A realização imediata de lavagem gástrica83 e administração de solução de bicarbonato são procedimentos eficazes. A aplicação de medidas adicionais depende da sintomatologia do paciente.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Farmacêutica Responsável: Dra. Dirce de Paula Zanetti.
CRF-SP nº 7758
Registro MS nº 1.0550.0148

Meguanin - Laboratório

UCI FARMA
Rua do Cruzeiro, 374
São Bernardo do Campo/SP - CEP: 09725-310
Tel: (011)414-2022
Fax: (011)448-5253

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Complementos

1 Metformina: Medicamento para uso oral no tratamento do diabetes tipo 2. Reduz a glicemia por reduzir a quantidade de glicose produzida pelo fígado e ajudando o corpo a responder melhor à insulina produzida pelo pâncreas. Pertence à classe das biguanidas.
2 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
3 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
4 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
5 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
6 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
7 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
8 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
9 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
10 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
11 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
12 Urografia: Método de diagnóstico radiológico que utiliza uma substância de contraste para visualizar a anatomia interna das vias excretoras do rim.
13 Angiografia: Método diagnóstico que, através do uso de uma substância de contraste, permite observar a morfologia dos vasos sangüíneos. O contraste é injetado dentro do vaso sangüíneo e o trajeto deste é acompanhado através de radiografias seriadas da área a ser estudada.
14 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
15 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
16 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
17 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
18 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
19 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
20 Hemoglobina glicosilada: Hemoglobina glicada, hemoglobina glicosilada, glico-hemoglobina ou HbA1C e, mais recentemente, apenas como A1C é uma ferramenta de diagnóstico na avaliação do controle glicêmico em pacientes diabéticos. Atualmente, a manutenção do nível de A1C abaixo de 7% é considerada um dos principais objetivos do controle glicêmico de pacientes diabéticos. Algumas sociedades médicas adotam metas terapêuticas mais rígidas de 6,5% para os valores de A1C.
21 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
22 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
23 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
24 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
25 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
26 Biguanidas: Classe de medicamento oral usado para tratar diabetes tipo 2. Diminui a glicemia por reduzir a quantidade de glicose produzida pelo fígado e por ajudar o corpo a responder melhor à insulina. Aumenta a sensibilidade da insulina nos tecidos periféricos, principalmente no fígado.
27 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
28 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
29 Hiperinsulinemia: Condição em que os níveis de insulina no sangue estão mais altos que o normal. Causada pela superprodução de insulina pelo organismo. Relacionado à resistência insulínica.
30 Glucagon: Hormônio produzido pelas células-alfa do pâncreas. Ele aumenta a glicose sangüínea. Uma forma injetável de glucagon, disponível por prescrição médica, pode ser usada no tratamento da hipoglicemia severa.
31 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
32 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
33 Doenças cardiovasculares: Doença do coração e vasos sangüíneos (artérias, veias e capilares).
34 Glicemia pós-prandial: Teste de glicose feito entre 1 a 2 horas após refeição.
35 Perfil lipídico: Exame laboratorial que mede colesterol total, triglicérides, HDL. O LDL é calculado por estes resultados. O perfil lipídico é uma das medidas de risco para as doenças cardiovasculares.
36 Intestino delgado: O intestino delgado é constituído por três partes: duodeno, jejuno e íleo. A partir do intestino delgado, o bolo alimentar é transformado em um líquido pastoso chamado quimo. Com os movimentos desta porção do intestino e com a ação dos sucos pancreático e intestinal, o quimo é transformado em quilo, que é o produto final da digestão. Depois do alimento estar transformado em quilo, os produtos úteis para o nosso organismo são absorvidos pelas vilosidades intestinais, passando para os vasos sanguíneos.
37 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
38 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
39 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
40 Sulfoniluréias: Classe de medicamentos orais para tratar o diabetes tipo 2 que reduz a glicemia por ajudar o pâncreas a fabricar mais insulina e o organismo a usar melhor a insulina produzida.
41 Mg/dL: Miligramas por decilitro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
42 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
43 Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
44 Láctica: Diz-se de ou ácido usado como acidulante e intermediário químico; lática.
45 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
46 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
47 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
48 Hipoxemia: É a insuficiência de oxigênio no sangue.
49 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
50 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
51 Acidose metabólica: A acidose metabólica é uma acidez excessiva do sangue caracterizada por uma concentração anormalmente baixa de bicarbonato no sangue. Quando um aumento do ácido ultrapassa o sistema tampão de amortecimento do pH do organismo, o sangue pode acidificar-se. Quando o pH do sangue diminui, a respiração torna-se mais profunda e mais rápida, porque o corpo tenta liberar o excesso de ácido diminuindo o volume do anidrido carbônico. Os rins também tentam compensá-lo por meio da excreção de uma maior quantidade de ácido na urina. Contudo, ambos os mecanismos podem ser ultrapassados se o corpo continuar a produzir excesso de ácido, o que conduz a uma acidose grave e ao coma. A gasometria arterial é essencial para o seu diagnóstico. O pH está baixo (menor que 7,35) e os níveis de bicarbonato estão diminuídos (<24 mmol/l). Devido à compensação respiratória (hiperventilação), o dióxido de carbono está diminuído e o oxigênio está aumentado.
52 Cetoacidose diabética: Complicação aguda comum do diabetes melito, é caracterizada pela tríade de hiperglicemia, cetose e acidose. Laboratorialmente se caracteriza por pH arterial 250 mg/dl, com moderado grau de cetonemia e cetonúria. Esta condição pode ser precipitada principalmente por infecções, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular encefálico, trauma e tratamento inadequado do diabetes. Os sinais clínicos da cetoacidose são náuseas, vômitos, dor epigástrica (no estômago), hálito cetônico e respiração rápida. O não-tratamento desta condição pode levar ao coma e à morte.
53 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
54 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
55 Gangrena: Morte de um tecido do organismo. Na maioria dos casos é causada por ausência de fluxo sangüíneo ou infecção. Pode levar à amputação do local acometido.
56 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
57 Suplementação: Que serve de suplemento para suprir o que falta, que completa ou amplia.
58 Terapia combinada: Uso de medicações diferentes ao mesmo tempo (agentes hipoglicemiantes orais ou um agente hipoglicemiante oral e insulina, por exemplo) para administrar os níveis de glicose sangüínea em pessoas com diabetes tipo 2.
59 Nível de glicose sangüínea: Quantidade de glicose em uma amostra de sangue. É medida em miligramas por decilitros ou mg/dL.
60 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
61 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
62 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
63 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
64 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
65 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
66 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
67 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
68 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
69 Hipovolemia: Diminuição do volume de sangue secundário a hemorragias, desidratação ou seqüestro de sangue para um terceiro espaço (p. ex. peritônio).
70 Oligúria: Clinicamente, a oligúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas ou menor de 30 ml/hora.
71 Anúria: Clinicamente, a anúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas.
72 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
73 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
74 Transpiração: 1. Ato ou efeito de transpirar. 2. Em fisiologia, é a eliminação do suor pelas glândulas sudoríparas da pele; sudação. Ou o fluido segregado pelas glândulas sudoríparas; suor. 3. Em botânica, é a perda de água por evaporação que ocorre na superfície de uma planta, principalmente através dos estômatos, mas também pelas lenticelas e, diretamente, pelas células epidérmicas.
75 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
76 Prognóstico: 1. Juízo médico, baseado no diagnóstico e nas possibilidades terapêuticas, em relação à duração, à evolução e ao termo de uma doença. Em medicina, predição do curso ou do resultado provável de uma doença; prognose. 2. Predição, presságio, profecia relativos a qualquer assunto. 3. Relativo a prognose. 4. Que traça o provável desenvolvimento futuro ou o resultado de um processo. 5. Que pode indicar acontecimentos futuros (diz-se de sinal, sintoma, indício, etc.). 6. No uso pejorativo, pernóstico, doutoral, professoral; prognóstico.
77 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
78 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
79 Insuficiência respiratória: Condição clínica na qual o sistema respiratório não consegue manter os valores da pressão arterial de oxigênio (PaO2) e/ou da pressão arterial de gás carbônico (PaCO2) dentro dos limites da normalidade, para determinada demanda metabólica. Como a definição está relacionada à incapacidade do sistema respiratório em manter níveis adequados de oxigenação e gás carbônico, foram estabelecidos, para sua caracterização, pontos de corte na gasometria arterial: PaO2 50 mmHg.
80 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
81 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
82 Dextrose: Também chamada de glicose. Açúcar encontrado no sangue que serve como principal fonte de energia do organismo.
83 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.

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