Clortalil

EMS S/A

Atualizado em 08/12/2014

Clortalil

Clortalidona

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Clortalil

Comprimidos de 12,5 mg: embalagens contendo 10, 30, 42, 60, 90* e 120* comprimidos.Comprimidos de 25 mg: embalagens contendo 10, 30, 42, 60, 90* e 120* comprimidos.
Comprimidos de 50 mg: embalagens contendo 10, 20, 30 e 60, 90* e 120* comprimidos.
*embalagem fracionável
Uso Adulto
Uso Oral

Composição de Clortalil

Cada comprimido de 12,5 mg contém:
clortalidona....................12,5 mg
excipiente* q.s.p....................1 comprimido
*talco, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, celulose microcristalina, dióxido de silício, óxido de ferro vermelho.

Cada comprimido de 25 mg contém:
clortalidona....................25 mg
excipiente* q.s.p....................1 comprimido
*talco, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, celulose microcristalina, dióxido de silício, óxido de ferro vermelho, óxido de
ferro amarelo.
Cada comprimido de 50 mg contém:
clortalidona....................50 mg
excipiente* q.s.p....................1 comprimido
* talco, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, celulose microcristalina, dióxido de silício, oxido de ferro amarelo.

Informações ao Paciente de Clortalil

Ação esperada do medicamento: a clortalidona, substância ativa do Clortalil® é um diurético1 com ação prolongada.

É indicada nos casos de:Hipertensão arterial2; como terapia primária ou em combinação com outros agentes anti-hipertensivos;
Insuficiência cardíaca congestiva3 estável de grau leve a moderado;
Edema4 de origem específica;
Tratamento profilático de cálculo5 de oxalato de cálcio recorrente.

Cuidados de armazenamento: manter à temperatura ambiente (15°C a 30°C). Proteger da luz e manter em lugar seco.
Prazo de validade: o número de lote e as datas de fabricação e validade estão impressos no cartucho do medicamento.
Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.
Gravidez6 e lactação7: informe seu médico a ocorrência de gravidez6 na vigência do tratamento ou após o seu término.
Informe ao médico se está amamentando.
Cuidados de administração: se você se esquecer de tomar uma dose, faça-o assim que você perceber o esquecimento; porém, se já estiver próximo ao horário da dose seguinte, não tome a dose que você esqueceu e retorne ao seu esquema de tratamento;
não tome a dose dobrada (os dois comprimidos de uma única vez). Clortalil® deve ser ingerido de preferência pela manhã, com o auxílio de um líquido junto com algum alimento. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Interrupção do tratamento: não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Reações adversas: informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. De modo geral, a clortalidona é bem tolerada.
Entretanto, podem ocorrer algumas reações desagradáveis, na maioria transitórias e que tendem a desaparecer sem a interrupção do tratamento.
As reações adversas mais comuns são: coceira, reações alérgicas na pele8, tontura9 ao se levantar quando se está sentado ou deitado, problemas de estômago10 e de intestino, fraqueza ou cansaço, perda de apetite e impotência11. Caso ocorra qualquer reação desagradável durante o tratamento, procure seu médico, ele lhe dará a orientação adequada.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias: se estiver utilizando qualquer outro medicamento ou se tiver qualquer outra doença, avise ao seu médico. Evite a ingestão de álcool, pois o álcool pode fazer sua pressão aumentar ou diminuir e aumenta a possibilidade de tonturas12 ou fraqueza.
Contra-indicações e precauções: se você tem doença do fígado13 ou dos rins14, problemas circulatórios, diabetes15, baixos níveis de potássio no sangue16 ou altos níveis de colesterol17, seu médico deve ser avisado. Não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que estejam amamentando; pacientes que apresentam alergia18 à clortalidona, a outros diuréticos19 similares ou a qualquer componente da fórmula (excipientes); pacientes com doença grave dos rins14 ou do fígado13, supressão na eliminação da urina20, gota21, níveis sangüíneos de potássio ou de sódio muito baixos ou níveis sangüíneos de cálcio muito altos.
Recomenda-se cuidado aos pacientes que dirigem veículos ou operam máquinas, pois sua capacidade de reação pode ser afetada, especialmente no início do tratamento.
Nos pacientes idosos a eliminação da clortalidona é mais lenta.

NÃO TOME MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE22.

Informações Técnicas de Clortalil

Características de Clortalil

A clortalidona, substância ativa de Clortalil®, é um diurético1 do grupo dos benzotiadiazínicos (tiazidas) com ação prolongada.A tiazida e diuréticos19 semelhantes à tiazida agem principalmente na porção proximal23 do túbulo contorcido distal24, inibindo a reabsorção de NaCl (antagonizando o co- transporte de Na+ e Cl - ) e promovendo reabsorção de Ca++ (mecanismo des conhecido) .
O aumento de liberação de Na+ e água para o túbulo coletor cortical e/ou o aumento da velocidade do fluxo conduz a um aumento da secreção e excreção de K+ e H+. Em indivíduos com função renal25 normal, a diurese26 é induzida após a administração de 12,5 mg de clortalidona. O aumento resultante na excreção urinária de sódio e cloro e o aumento menos pronunciado de potássio urinário são dose-dependentes e ambos ocorrem em pacientes normais e edemaciados27.
O efeito diurético1 inicia-se após 2 a 3 horas, atinge o máximo após 4 a 24 horas e pode persistir por 2 a 3 dias. Inicialmente, a diurese26 induzida por tiazídicos conduz à diminuição do volume plasmático, do débito cardíaco28 e da pressão arterial29 sistêmica.
O sistema renina-angiotensina-aldosterona pode ser ativado. Em indivíduos hipertensos, a clortalidona reduz levemente a pressão arterial29. Na administração contínua, o efeito hipotensor se mantém, provavelmente em função da redução da resistência periférica30;
o débito cardíaco28 retorna aos valores de pré-tratamento, o volume plasmático permanece um pouco reduzido e a atividade da renina plasmática pode ser elevada. Na administração crônica, o efeito anti-hipertensivo da clortalidona é dose-dependente entre 12,5 e 50 mg/dia.
Aumentos de dose acima de 50 mg aumentam as complicações metabólicas e raramente apresentam benefícios terapêuticos.
Como ocorre com outros diuréticos19, quando a clortalidona é administrada em monoterapia, o controle da pressão arterial29 é atingido em cerca de metade dos pacientes com hipertensão31 de leve a moderada. Em geral, os idosos e os negros respondem bem a diuréticos19 administrados como terapia primária.
Estudos clínicos randomizados realizados em pacientes idosos demonstram que o tratamento da hipertensão31 ou predominantemente da hipertensão31 sistólica, em pacientes em idade mais avançada, com baixas doses de diuréticos19 tiazídicos, inclusive clortalidona, reduz os acidentes cerebrovasculares (derrames), a morbidade32 e a mortalidade33 cardiovascular coronariana e total. O tratamento combinado com outros anti-hipertensivos potencializa o efeito de redução da pressão arterial29.
Em grande proporção de pacientes que não respondem adequadamente à monoterapia, consegue-se uma diminuição adicional da pressão arterial29. Em virtude de diuréticos19 tiazídicos, inclusive da clortalidona, reduzirem a excreção de Ca++, estes têm sido utilizados para prevenir a formação recorrente de cálculo5 renal25 de oxalato de cálcio. Os diuréticos19 tiazídicos têm demonstrado ser benéficos no diabetes insipidus34 nefrogênico. O mecanismo de ação não está elucidado.
Farmacocinética:
Absorção e concentração plasmática: a biodisponibilidade de uma dose oral de 50 mg de clortalidona é de aproximadamente 64% e picos de concentração sangüínea são obtidos após 8 a 12 horas. Para doses de 25 e 50 mg, os valores médios de Cmáx são 1,5 mcg/ml (4,4 mcmol/l) e 3,2 mcg/ml (9,4 mcmol/l), respectivamente. Para doses de até 100 mg há um aumento proporcional da AUC.
Em doses diárias repetidas de 50 mg, concentrações sangüíneas de steady-state (estado de equilíbrio) de 7,2 mcg/ml (21,2 mcmol/l), medidas no fim do intervalo de dose de 24 horas, são atingidas após 1 a 2 semanas.
Distribuição: no sangue16, somente uma pequena fração de clortalidona está livre, em função de extensivo acúmulo nos eritrócitos35 e ligação às proteínas36 plasmáticas. Pelo elevado grau de ligação de grande afinidade à anidrase carbônica dos eritrócitos35, durante o tratamento com doses de 50 mg, somente 1,4% da quantidade total de clortalidona no sangue16 total foi encontrada no plasma37 no " steady-state"  (estado de equilíbrio), in vitro, a ligação da clortalidona às proteínas36 plasmáticas é de cerca de 76%, e a principal
proteína de ligação é a albumina38. A clortalidona atravessa a barreira placentária e passa para o leite materno. Em mães tratadas com doses diárias de 50 mg de clortalidona antes e depois do parto, os níveis de clortalidona no sangue fetal39 total são cerca de 15% daqueles encontrados no sangue16 materno. As concentrações de clortalidona no líquido amniótico40 e no leite materno correspondem a aproximadamente 4% do nível sangüíneo materno.
Metabolismo41: o metabolismo41 e a excreção na bile42 constituem vias de eliminação menos importantes. Em 120 horas, cerca de 70% da dose administrada é excretada na urina20 e nas fezes, principalmente na forma inalterada.
Eliminação: a clortalidona é eliminada do sangue16 total e do plasma37 com uma meia-vida de eliminação média de 50 horas. A meia-vida de eliminação não se altera após administração crônica. A maior parte da clortalidona absorvida é excretada pelos rins14, com um clearance (depuração) plasmático renal25 médio de 60 ml/min.
Grupo de pacientes especiais: a disfunção renal25 não altera a farmacocinética da clortalidona, sendo mais provável que a afinidade do fármaco43 pela anidrase carbônica dos eritrócitos35 seja o fator limitante na taxa de eliminação do fármaco43 do sangue16 ou do plasma37.
Nenhum ajuste de dose é necessário para pacientes44 com função renal25 prejudicada. Em pacientes idosos, a eliminação é mais lenta do que em adultos jovens sadios, embora a absorção seja a mesma. Portanto, indica-se controle médico rigoroso quando pacientes de idade avançada são tratados com clortalidona.
Experiência pré-clínica  os testes para indução mutagênica em bactérias ou em células45 de mamíferos cultivadas foram negativos.
Para altas doses citotóxicas, aberrações cromossômicas foram induzidas em cultura de células45 de ovário46 de hamster chinês. No entanto, testes para a capacidade de induzir reconstituição no DNA em hepatócitos de rato ou em micronúcleos de medula óssea47 de rato ou fígado13 de rato não revelaram qualquer evidência de indução de lesão48 cromossômica. Portanto, os resultados dos ensaios em células45 de ovário46 de hamster, demonstraram que tais danos são considerados originar-se mais da citotoxicidade que da genotoxicidade. Conclui-se que a clortalidona não apresenta risco de mutagenicidade aos seres humanos. Não foram realizados estudos de carcinogenicidade a longo prazo com a clortalidona. Estudos de teratogenicidade em ratos e coelhos não revelaram qualquer potencial teratogênico49.

Indicações de Clortalil

Clortalil® está indicado para:
1. Hipertensão arterial2 essencial, nefrogênica ou sistólica isolada; como terapia primária ou em combinação com outros agentes anti-hipertensivos.

2. Insuficiência cardíaca congestiva3 estável de grau leve a moderado (classe funcional II ou III da New York Heart Association, NYHA).

3. Edema4 de origem específica:
Edema4 decorrente de insuficiência50 venosa periférica (crônica); terapia de curto prazo, se medidas físicas provarem ser insuficientes;
Ascite51 decorrente de cirrose52 hepática53 em pacientes estáveis sob controle rigoroso;
Edema4 decorrente de síndrome nefrótica54.

4. Tratamento profilático de cálculo5 de oxalato de cálcio recorrente, em pacientes com hipercalciúria55 normocalcêmica idiopática56.

Contra-Indicações de Clortalil

A clortalidona é contra-indicada em casos de:Anúria57, insuficiência hepática58 grave e insuficiência renal59 grave (clearance (depuração) de creatinina60 menor do que 30 ml/min).
Hipersensibilidade à clortalidona, a outros derivados sulfonamídicos ou a qualquer um dos excipientes.
Hipocalemia61 refratária ou condições que envolvam perda aumentada de potássio, hiponatremia62 e hipercalcemia.
Hiperuricemia sintomática63 (história de gota21 ou cálculo5 de ácido úrico).
Hipertensão31 durante a gravidez6.

Precauções e Advertências de Clortalil

Advertências  Clortalil® deve ser usado com cautela em pacientes com função hepática53 comprometida ou doença hepática53 progressiva, uma vez que, pequenas alterações no balanço hidroeletrolítico64, causadas pelos diuréticos19 tiazídicos, podem precipitar coma65 hepático, especialmente em cirrose52 hepática53 (ver Contra-indicações). Clortalil® deve ser usado com cautela também em pacientes com doença renal25 grave. Os diuréticos19 tiazídicos podem precipitar azotemia nesses pacientes, e os efeitos de administrações repetidas
podem ser cumulativos.

Precauções Eletrólitos66: o tratamento com diuréticos19 tiazídicos tem sido associado com distúrbios eletrolíticos, como hipocalemia61, hipomagnesemia, hipercalcemia e hiponatremia62. Hipocalemia61 pode sensibilizar o coração67 ou aumentar sua resposta aos efeitos tóxicos dos digitálicos. Como ocorre com todos os diuréticos19 tiazídicos, a perda urinária de potássio induzida pela clortalidona é dose-dependente
e sua extensão varia de indivíduo para indivíduo. Com doses de 25 a 50mg/dia, a concentração sérica de potássio diminui em média 0,5 mmol/l68. Para tratamento crônico69, as concentrações séricas de potássio devem ser monitoradas no início do tratamento e após 3 a 4 semanas. Depois disso, se o balanço de potássio não for perturbado por fatores adicionais (por ex.: vômito70, diarréia71, alteração na função renal25, etc.), devem ser feitos controles a cada 4 a 6 meses. Se necessário Clortalil® pode ser combinado com suplementos orais de potássio ou com um diurético1 poupador de potássio (por ex.: triantereno). Nos casos de tratamento combinado, o potássio sérico deve ser monitorado. Se ocorrer hipocalemia61 acompanhada por sinais72 clínicos (por ex.: fraqueza muscular, paresia73 e alteração no ECG), Clortalil® deve ser descontinuado. Em pacientes que também recebem inibidores da ECA, deve-se evitar o tratamento combinado de Clortalil® com sais de potássio ou com diuréticos19 poupadores de potássio. A monitoração dos eletrólitos66 séricos está
particularmente indicada em pacientes idosos, em pacientes com ascite51 decorrente de cirrose52 hepática53 e em pacientes com edema4 secundário à síndrome nefrótica54, sendo que nesta, Clortalil® deve ser usado somente sob controle rigoroso, em pacientes normocalêmicos e sem sinais72 de depleção74 de volume.
Efeitos metabólicos: a clortalidona pode aumentar o nível sérico de ácido úrico, mas crises de gota21 são raramente observadas durante o tratamento crônico69. Embora a tolerância à glicose75 possa ser afetada de maneira adversa, em pacientes sob tratamento, diabetes mellitus76 ocorre muito raramente. Em pacientes submetidos a tratamento de longo prazo com tiazidas e diuréticos19 semelhantes à tiazida, foram relatados aumentos pequenos e parcialmente reversíveis nas concentrações plasmáticas de colesterol17 total,
triglicérides77 ou lipoproteínas de baixa densidade. A importância clínica desses achados encontra-se em discussão. A clortalidona não deve ser usada como fármaco43 de primeira linha para tratamento de longo prazo em pacientes com diabetes mellitus76 evidente ou em pacientes que recebem terapia para hipercolesterolemia78 (dieta ou terapia combinada79).
Outros efeitos: o efeito anti-hipertensivo dos inibidores da ECA é potencializado por agentes que aumentam a atividade da renina plasmática (diuréticos19). Recomenda-se que a dose de diurético1 seja reduzida ou que o mesmo seja retirado por 2 ou 3 dias e/ou que a terapia com inibidores de ECA comece com baixa dosagem.
Gravidez6 e lactação7  a clortalidona, assim como outros diuréticos19, pode causar hipoperfusão placentária. Os diuréticos19 tiazídicos entram na circulação80 fetal e podem causar distúrbios eletrolíticos. Foi relatada trombocitopenia81 neonatal com o uso de tiazídicos e diuréticos19 correlatos. Portanto, Clortalil® não deve ser usado durante a gestação, a menos que não haja alternativa mais segura.
A clortalidona passa para o leite materno. Por razões de segurança, deve-se evitar o uso de Clortalil® em lactantes82.
Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas  Clortalil® especialmente no início do tratamento, pode prejudicar as reações do paciente, como, por exemplo, quando dirigir veículos e/ou operar máquinas.

Interações Medicamentosas de Clortalil

Os diuréticos19 aumentam o nível de lítio no sangue16; portanto, esse nível deve ser monitorado em pacientes sob terapia concomitante de clortalidona com lítio. Onde o tratamento com lítio induziu poliúria83, os diuréticos19 podem exercer um efeito antidiurético paradoxal84.Os diuréticos19 potencializam a ação dos derivados do curare e dos fármacos anti-hipertensivos (por ex.: guanetidina, metildopa, betabloqueadores, vasodilatadores, antagonistas de cálcio e inibidores da ECA).
O efeito hipocalêmico dos diuréticos19 pode ser aumentado por corticosteróides, ACTH, beta2-agonistas, anfotericina e carbenoxolona.
Pode ser necessário reajustar a dosagem de insulina85 e de agentes antidiabéticos orais86.
Hipocalemia61 ou hipomagnesemia induzida por tiazida pode favorecer a ocorrência de arritmias87 cardíacas induzidas por digitálicos (ver Precauções).
A administração concomitante de certos medicamentos antiinflamatórios não-esteróides (por ex.: indometacina) pode reduzir a atividade diurética e anti-hipertensiva dos diuréticos19, tendo ocorrido casos isolados de deterioração da função renal25 em pacientes predispostos.
A administração concomitante de diuréticos19 tiazídicos pode aumentar a incidência88 de reações de hipersensibilidade ao alopurinol, aumentar o risco de reação adversa causada por amantadina, aumentar o efeito hiperglicêmico do diazóxido, reduzir a excreção renal25 de agentes citotóxicos89 (ex.: ciclofosfamida e metotrexato) e potencializar seu efeito mielossupressor.
A biodisponibilidade de diuréticos19 tiazídicos pode ser aumentada por agentes anticolinérgicos (atropina, biperideno), aparentemente em função de uma diminuição da motilidade gastrintestinal e da taxa de esvaziamento gástrico.
A absorção de diuréticos19 tiazídicos é prejudicada pela presença de resinas de troca aniônica como a colestiramina. Pode-se esperar uma diminuição do efeito farmacológico.
A administração concomitante de diuréticos19 tiazídicos com vitamina90 D ou sais de cálcio pode potencializar o aumento do cálcio sérico por aumentar a reabsorção tubular do cálcio.
O tratamento concomitante com ciclosporina pode aumentar o risco de hiperuricemia e complicações do tipo gota21.
Ingestão concomitante com outras substâncias: o paciente deve evitar a ingestão de álcool, pois o álcool pode levar ao aumento ou à diminuição da pressão arterial29 e aumentar a possibilidade de tonturas12 ou fraqueza.

Reações Adversas de Clortalil

Estimativa de freqüência: muito raras < 0,01%; raras - 0,01% a < 0,1%; incomuns - 0,1% a < 1%; comuns - 1% a < 10%; muito comuns - 10%.

Distúrbios eletrolíticos e metabólicos:
Muito comuns: principalmente em doses mais elevadas, hipocalemia61, hiperuricemia e aumento dos lipídios sangüíneos.
Comuns: hiponatremia62, hipomagnesemia e hiperglicemia91.
Raras: hipercalcemia, glicosúria92, piora do estado metabólico de diabetes15 e gota21.
Muito rara: alcalose93 hipoclorêmica.

Pele8:
Comuns: urticária94 e outras formas de rash95 (erupção96) cutâneo97.
Rara: fotossensibilização.

Fígado13:
Raras: colestase98 intra-hepática53 ou icterícia99.

Sistema cardiovascular100:
Comuns: hipotensão101 postural, que pode ser agravada pelo álcool, anestésicos ou sedativos.
Rara: arritmias87 cardíacas.

Sistema nervoso central102:
Comuns: vertigem103.
Raras: parestesia104 e cefaléia105.

Trato gastrintestinal:
Comuns: perda de apetite e distúrbios gastrintestinais leves.
Raras: náuseas106 leves e vômitos107, dor gástrica, constipação108 e diarréia71.
Muito rara: pancreatite109.

Sangue16:
Raras: trombocitopenia81, leucopenia110, agranulocitose111 e eosinofilia112.

Outros:
Comum: impotência11.
Rara: distúrbios da visão113.
Muito raras: edema pulmonar114 idiossincrásico (distúrbios respiratórios), nefrite115 intersticial116 alérgica e vasculite117.

Posologia de Clortalil

Como ocorre com todos os diuréticos19, a terapia deve ser iniciada com a menor dose possível. Essa dose deve ser estabelecida de acordo com a resposta individual do paciente para se obter o benefício terapêutico máximo, enquanto se mantêm os efeitos colaterais118 em nível mínimo.Recomenda-se uma dose única diária ou em dias alternados, administrada pela manhã, com alimento.
Hipertensão31: a variação da dose clinicamente eficaz é de 12,5 a 50 mg/dia. As doses iniciais recomendadas são de 12,5 ou 25 mg/dia, sendo a última suficiente para produzir o efeito hipotensivo máximo na maioria dos pacientes. O efeito total é atingido após 3 a 4 semanas para uma determinada dose. Se a redução da pressão arterial29 for inadequada com 25 ou 50 mg/dia, recomenda-se um tratamento combinado com outros anti-hipertensivos, tais como beta-bloqueadores, reserpina e inibidores da ECA.
Insuficiência cardíaca congestiva3 estável (classe funcional II ou III): a dose inicial recomendada é de 25 a 50 mg/dia; em casos graves, pode-se aumentar a dose até 100 a 200 mg/dia. A dose usual de manutenção é a menor dose efetiva, por exemplo, 25 a 50 mg diariamente ou em dias alternados. Se a resposta for inadequada, pode-se adicionar ao tratamento um digitálico, um inibidor da ECA ou ambos.
Edema4 de origem específica: a menor dose eficaz é identificada por titulação e administrada somente durante períodos limitados.
Recomenda-se que as doses não devem exceder a 50 mg/dia.
Tratamento profilático do cálculo5 de oxalato de cálcio recorrente em hipercalciúria55 normocalcêmica: na maioria dos casos a dose profilática ótima é 25 mg/dia. A eficácia não aumenta com doses acima de 50 mg/dia.

Pacientes idosos e pacientes com insuficiência renal59: a menor dose padrão efetiva da clortalidona é também recomendada a pacientes com insuficiência renal59 leve e a pacientes idosos. Nos pacientes idosos, a eliminação de clortalidona é mais lenta do que em jovens adultos sadios, embora a absorção seja a mesma. Portanto, recomenda-se rigorosa observação médica quando pacientes em idade avançada forem tratados com clortalidona.
A clortalidona e os diuréticos19 tiazídicos perdem seu efeito diurético1 quando o clearance (depuração) de creatinina60 é < 30 mL/min.

Crianças
A menor dose eficaz também deve ser usada em crianças. Por exemplo, tem-se utilizado uma dose inicial de 0,5 a 1 mg/kg/48 horas
e uma dose máxima de 1,7 mg/kg/48 horas.

Superdosagem de Clortalil

Sinais72 e sintomas119: na intoxicação decorrente de superdosagem podem ocorrer os seguintes sinais72 e sintomas119: vertigem103, náusea120, sonolência, hipovolemia121, hipotensão101 e distúrbios eletrolíticos associados a arritmias87 cardíacas e espasmos122 musculares.

Tratamento: indução de vômito70 ou lavagem gástrica123 e administração de carvão ativado, se o paciente estiver consciente. Pode ser indicada a reposição hidroeletrolítica intravenosa.

Pacientes idosos
A menor dose padrão efetiva de clortalidona é também recomendada a pacientes idosos (ver Farmacocinética). Nos pacientes idosos, a eliminação de clortalidona é mais lenta do que em jovens adultos sadios, embora a absorção seja a mesma. Portanto, recomenda-se rigorosa observação médica quando pacientes em idade avançada forem tratados com clortalidona.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Reg. MS: nº 1.0235.0347
Farm. Resp.: Dr. Mauricio Artur Saft
CRF-SP nº 21.864

SAC: 0800-191222
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Clortalil - Laboratório

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Rod. Jornalista F. A. Proença, km 08. Bairro Chácara Assay.
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Complementos

1 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
2 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
3 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
4 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
5 Cálculo: Formação sólida, produto da precipitação de diferentes substâncias dissolvidas nos líquidos corporais, podendo variar em sua composição segundo diferentes condições biológicas. Podem ser produzidos no sistema biliar (cálculos biliares) e nos rins (cálculos renais) e serem formados de colesterol, ácido úrico, oxalato de cálcio, pigmentos biliares, etc.
6 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
7 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
8 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
9 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
10 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
11 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
12 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
13 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
14 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
15 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
16 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
17 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
18 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
19 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
20 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
21 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
22 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
23 Proximal: 1. Que se localiza próximo do centro, do ponto de origem ou do ponto de união. 2. Em anatomia geral, significa o mais próximo do tronco (no caso dos membros) ou do ponto de origem (no caso de vasos e nervos). Ou também o que fica voltado para a cabeça (diz-se de qualquer formação). 3. Em botânica, o que fica próximo ao ponto de origem ou à base. 4. Em odontologia, é o mais próximo do ponto médio do arco dental.
24 Distal: 1. Que se localiza longe do centro, do ponto de origem ou do ponto de união. 2. Espacialmente distante; remoto. 3. Em anatomia geral, é o mais afastado do tronco (diz-se de membro) ou do ponto de origem (diz-se de vasos ou nervos). Ou também o que é voltado para a direção oposta à cabeça. 4. Em odontologia, é o mais distante do ponto médio do arco dental.
25 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
26 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
27 Edemaciados: Em que se formou edema ou inchaço.
28 Débito cardíaco: Quantidade de sangue bombeada pelo coração para a aorta a cada minuto.
29 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
30 Resistência periférica: A resistência periférica é a dificuldade que o sangue encontra em passar pela rede de vasos sanguíneos. Ela é representada pela vasocontratilidade da rede arteriolar especificamente, sendo este fator importante na regulação da pressão arterial diastólica. A resistência é dependente das fibras musculares na camada média dos vasos, dos esfíncteres pré-capilares e de substâncias reguladoras da pressão como a angiotensina e a catecolamina.
31 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
32 Morbidade: Morbidade ou morbilidade é a taxa de portadores de determinada doença em relação à população total estudada, em determinado local e em determinado momento.
33 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
34 Diabetes insipidus: Condição caracterizada por micções freqüentes e volumosas, sede excessiva e sensação de fraqueza. Esta condição pode ser causada por um defeito na glândula pituitária ou no rim. Na diabetes insipidus os níveis de glicose estão normais.
35 Eritrócitos: Células vermelhas do sangue. Os eritrócitos maduros são anucleados, têm forma de disco bicôncavo e contêm HEMOGLOBINA, cuja função é transportar OXIGÊNIO. Sinônimos: Corpúsculos Sanguíneos Vermelhos; Corpúsculos Vermelhos Sanguíneos; Corpúsculos Vermelhos do Sangue; Glóbulos Vermelhos; Hemácias
36 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
37 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
38 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
39 Sangue Fetal: Sangue do feto. A troca de nutrientes e de resíduos entre o sangue fetal e o materno ocorre através da PLACENTA. O sangue do cordão é o sangue contido nos vasos umbilicais (CORDÃO UMBILICAL) no momento do parto.
40 Líquido amniótico: Fluido viscoso, incolor ou levemente esbranquiçado, que preenche a bolsa amniótica e envolve o embrião durante toda a gestação, protegendo-o contra infecções e choques mecânicos e térmicos.
41 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
42 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
43 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
44 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
45 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
46 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
47 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
48 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
49 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
50 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
51 Ascite: Acúmulo anormal de líquido na cavidade peritoneal. Pode estar associada a diferentes doenças como cirrose, insuficiência cardíaca, câncer de ovário, esquistossomose, etc.
52 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
53 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
54 Síndrome nefrótica: Doença que afeta os rins. Caracteriza-se pela eliminação de proteínas através da urina, com diminuição nos níveis de albumina do plasma. As pessoas com síndrome nefrótica apresentam edema, eliminação de urina espumosa, aumento dos lipídeos do sangue, etc.
55 Hipercalciúria: Eliminação de quantidade anormalmente grande de cálcio na urina.
56 Idiopática: 1. Relativo a idiopatia; que se forma ou se manifesta espontaneamente ou a partir de causas obscuras ou desconhecidas; não associado a outra doença. 2. Peculiar a um indivíduo.
57 Anúria: Clinicamente, a anúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas.
58 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
59 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
60 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
61 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
62 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
63 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
64 Hidroeletrolítico: Aproximadamente 60% do peso de um adulto são representados por líquido (água e eletrólitos). O líquido corporal localiza-se em dois compartimentos, o espaço intracelular (dentro das células) e o espaço extracelular (fora das células). Os eletrólitos nos líquidos corporais são substâncias químicas ativas. Eles são cátions, que carregam cargas positivas, e ânions, que transportam cargas negativas. Os principais cátions são os íons sódio, potássio, cálcio, magnésio e hidrogênio. Os principais ânions são os íons cloreto, bicarbonato, fosfato e sulfato.
65 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
66 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
67 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
68 Mmol/L: Milimols por litro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
69 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
70 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
71 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
72 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
73 Paresia: Diminuição da força em um ou mais grupos musculares. É um grau menor de paralisia.
74 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
75 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
76 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
77 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
78 Hipercolesterolemia: Aumento dos níveis de colesterol do sangue. Está associada a uma maior predisposição ao desenvolvimento de aterosclerose.
79 Terapia combinada: Uso de medicações diferentes ao mesmo tempo (agentes hipoglicemiantes orais ou um agente hipoglicemiante oral e insulina, por exemplo) para administrar os níveis de glicose sangüínea em pessoas com diabetes tipo 2.
80 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
81 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
82 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
83 Poliúria: Diurese excessiva, pode ser um sinal de diabetes.
84 Paradoxal: Que contém ou se baseia em paradoxo(s), que aprecia paradoxo(s). Paradoxo é o pensamento, proposição ou argumento que contraria os princípios básicos e gerais que costumam orientar o pensamento humano, ou desafia a opinião consabida, a crença ordinária e compartilhada pela maioria. É a aparente falta de nexo ou de lógica; contradição.
85 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
86 Antidiabéticos orais: Quaisquer medicamentos que, administrados por via oral, contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais. Eles podem ser um hipoglicemiante, se forem capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados, ou um anti-hiperglicemiante, se agirem impedindo a elevação da glicemia após uma refeição.
87 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
88 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
89 Citotóxicos: Diz-se das substâncias que são tóxicas às células ou que impedem o crescimento de um tecido celular.
90 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
91 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
92 Glicosúria: Presença de glicose na urina.
93 Alcalose: Desequilíbrio do meio interno, produzido por uma diminuição na concentração de íons hidrogênio ou aumento da concentração de bases orgânicas nos líquidos corporais.
94 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
95 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
96 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
97 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
98 Colestase: Retardamento ou interrupção do fluxo nos canais biliares.
99 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
100 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
101 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
102 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
103 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
104 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
105 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
106 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
107 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
108 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
109 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
110 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
111 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
112 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
113 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
114 Edema pulmonar: Acúmulo anormal de líquidos nos pulmões. Pode levar a dificuldades nas trocas gasosas e dificuldade respiratória.
115 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
116 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
117 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
118 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
119 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
120 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
121 Hipovolemia: Diminuição do volume de sangue secundário a hemorragias, desidratação ou seqüestro de sangue para um terceiro espaço (p. ex. peritônio).
122 Espasmos: 1. Contrações involuntárias, não ritmadas, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosas ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
123 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.

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