ESMERON

ORGANON

Atualizado em 08/12/2014

Composição de Esmeron

cada ml contém: brometo de rocurônio 10 mg;veículo q.s.p. 1 ml. Veículo: acetato de sódio, cloreto de sódio, ácido acético e água para injeção1.

Posologia e Administração de Esmeron

assim como outros agentes bloqueadores neuromusculares, a dose de Esmeron deve ser individualizada para cada paciente. Para definir a dose, deve-se levar em consideração o tipo de anestesia2 utilizada, a duração prevista da cirurgia, a possível interação com outros medicamentos administrados antes e/ou durante a anestesia2 e o estado do paciente. Recomenda-se o emprego de uma técnica adequada para controlar o bloqueio neuromuscular e sua recuperação. Os anestésicos inalatórios potencializam o efeito do bloqueio neuromuscular de Esmeron. No entanto, esta potencialização torna-se clinicamente relevante durante a anestesia2 quando os agentes voláteis alcançam as concentrações tissulares requeridas para a referida interação. Conseqüentemente, durante procedimentos mais prolongados (tempo superior a 1 hora) sob anestesia2 inalatória (vide Interações medicamentosas e outras formas de interação), os ajustes de dose de Esmeron devem ser feitos pela administração de doses menores em intervalos menos freqüentes ou pelo uso de doses de infusão mais baixas de Esmeron. As doses apresentadas a seguir podem servir de diretriz para intubação endotraqueal e relaxamento muscular em procedimentos cirúrgicos de curta a longa duração em adultos. Intubação endotraqueal: a dose brometo de rocurônio para intubação é de 0,6 mg/kg de peso corporal. Dose de manutenção: a dose de brometo de rocurônio recomendada para manutenção é de 0,15 mg/kg de peso corporal. Em caso de anestesia2 inalatória de longa duração, a dose de brometo de rocurônio deve ser reduzida para 0,075 - 0,1 mg/kg de peso corporal. As doses de manutenção devem ser administradas preferencialmente quando a transmissão neuromuscular tenha se recuperado em 25%. Infusão contínua: caso Esmeron seja administrado por infusão contínua, a dose inicial recomendada é de 0,6 mg/kg de peso corporal de brometo de rocurônio, iniciando-se a administração por infusão após o início da recuperação do bloqueio neuromuscular. A taxa de infusão deve ser ajustada de modo a manter uma resposta da transmissão neuromuscular de 10%. Em adultos sob anestesia2 intravenosa, a taxa de infusão requerida para manter o bloqueio neuromuscular a este nível está entre 5 - 10 mg/kg/min, e sob anestesia2 inalatória a taxa de infusão varia entre 5 - 6 mg/kg/min. É essencial o controle contínuo do bloqueio neuromuscular, uma vez que os requisitos da taxa de infusão variam de um paciente para outro e com o tipo de anestesia2 utilizada. Doses na pediatria: crianças (1 - 14 anos) e lactentes3 (1 - 12 meses) sob anestesia2 com halotano apresentam sensibilidade a Esmeron semelhante a dos adultos. O início de ação é mais rápido em lactentes3 e crianças do que em adultos. A duração clínica é mais curta em crianças do que em adultos. Até o momento não há dados disponíveis para sustentar o uso de Esmeron em neonatos4 (0 - 1 mês). Doses em pacientes geriátricos e pacientes com alterações hepáticas5 e/ou das vias biliares6 e/ou insuficiência renal7: a dose para intubação de pacientes geriátricos e pacientes com alterações hepáticas5 e/ou das vias biliares6 e/ou insuficiência renal7 é de 0,6 mg/kg de peso corporal de brometo de rocurônio. Independentemente da técnica anestésica aplicada, recomenda-se para tais pacientes uma dose de manutenção de brometo de rocurônio de 0,075 - 0,1 mg/kg de peso corporal, com uma velocidade de infusão de 5 - 6 mg/kg/min (vide Infusão contínua). Doses em pacientes obesos e com excesso de peso: ao utilizar Esmeron em pacientes com excesso de peso ou obesos (definidos como pacientes com peso corporal superior a 30% ou mais em relação ao peso corporal ideal), as doses devem ser reduzidas em função do peso corporal ideal. Administração: uma vez que Esmeron não contém conservantes, os frascos devem ser abertos imediatamente antes da administração. Esmeron deve ser administrado por via intravenosa, tanto por injeção1 em bolo quanto por infusão contínua. Em estudos de compatibilidade, Esmeron, em concentrações nominais de 0,5 mg/ml e 2,0 mg/ml, demonstrou ser compatível com as seguintes soluções de infusão: NaCl a 0,9%; glicose8 a 5%; soro9 glicofisiológico (glicose8 a 5% em soro9 fisiológico10); água para injeção1; solução de Ringer lactato11; Haemacel. A administração deve ser feita imediatamente após a mistura, devendo se completar dentro das 24 horas seguintes. As soluções não utilizadas devem ser descartadas. Esmeron pode ser injetado em uma linha de infusão contínua contendo soluções intravenosas dos seguintes fármacos: adrenalina12, alcurônio, alfentanil, aminofilina, atracúrio, atropina, ceftazidima, cefuroxima, cimetidina, clemastina, clindamicina, clometiazol, clonazepam, clonidina, danaparóide, dobutamina, dopamina13, deidrobenzoperidol, efedrina, ergometrina, esmolol, etomidato, fentanil, flucitosina, galamina, gentamicina, glicose8 a 40%, brometo de glicopirrônio, heparina, isoprenalina, cetamina, labetalol, lidocaína, manitol a 20%, metoclopramida, metoprolol, metronidazol, midazolam, milrinona, morfina, nifedipina, nimodipina, nitroglicerina, noradrenalina14, oxitocina15, pancurônio, petidina, pipecurônio, cloreto de potássio, prometazina, propranolol, propofol, ranitidina, salbutamol16, carbonato de sódio, nitroprussiato, sulfentanil, succinilcolina, vecurônio e verapamil, assim como Geloplasma e Thalamonal. Foi documentada incompatibilidade física de Esmeron quando adicionado a soluções que contêm os seguintes fármacos: anfotericina, amoxicilina, azatioprina, cefazolina, cloxacilina, dexametasona, diazepam, enoximona, eritromicina, famotidina, furosemida, succinato sódico de hidrocortisona, insulina17, meto-hexital, metilprednisolona, succinato sódico de prednisolona, tiopental, trimetoprim e vancomicina. Esmeron é incompatível com Intralipídeo. - Superdosagem: em caso de superdosagem e prolongamento do bloqueio neuromuscular, o paciente deve continuar a receber suporte ventilatório e deve-se administrar um inibidor da acetilcolinesterase (por ex., neostigmina, edofrônio, piridostigmina) em doses adequadas, até que se inicie a recuperação espontânea. Quando a administração de agentes inibidores da acetilcolinesterase não reverter os efeitos neuromusculares de Esmeron, deve-se continuar com a ventilação18 até que a respiração espontânea seja restaurada. A administração de doses repetidas de inibidores da acetilcolinesterase pode ser perigosa.

Precauções de Esmeron

uma vez que Esmeron provoca paralisia19 da musculatura respiratória, pacientes tratados com este medicamento devem receber ventilação18 mecânica até que haja restauração adequada da respiração espontânea. Foram descritas reações anafiláticas20 aos agentes bloqueadores neuromusculares em geral. Ainda que estas reações tenham sido observadas muito raramente com Esmeron, deve-se tomar sempre as precauções necessárias para tratar tais reações caso elas se manifestem (vide Reações adversas). Níveis de dose de brometo de rocurônio superiores a 0,9 mg/kg de peso corporal podem aumentar a freqüência cardíaca; este efeito pode antagonizar a bradicardia21 produzida por outros agentes anestésicos ou por estimulação vagal. Até o momento, não se dispõe de dados que justifiquem o uso de Esmeron na Unidade de Terapia Intensiva22. Em geral, foram relatados bloqueios neuromusculares prolongados após o uso de relaxantes musculares por longos períodos na Unidade de Terapia Intensiva22. Durante o bloqueio neuromuscular contínuo, é essencial que os pacientes recebam analgesia e sedação23 adequadas, e que a transmissão neuromuscular seja monitorada durante todo o tempo. Além disto, os relaxantes neuromusculares devem ser administrados em doses cuidadosamente ajustadas, suficientes para a manutenção de um nível de bloqueio abaixo do total e sob a supervisão de médicos experientes, familiarizados com suas ações e com as técnicas apropriadas de monitorização neuromuscular. Uma vez que Esmeron é sempre utilizado com outros agentes e devido à possibilidade de ocorrência de hipertermia maligna durante a anestesia2, mesmo na ausência de agentes sabidamente indutores, antes do início de qualquer anestesia2, os médicos devem estar familiarizados com os sinais24 iniciais, com o diagnóstico25 confirmatório e com o tratamento da hipertermia maligna. As condições descritas a seguir podem influenciar a farmacocinética e/ou a farmacodinâmica de Esmeron. Doença hepática26 e/ou do trato biliar27 e insuficiência renal7: Esmeron deve ser usado com cuidado em pacientes com doença hepática26 e/ou biliar e/ou insuficiência renal7 clinicamente significativas, pois o rocurônio é excretado na urina28 (até aproximadamente 30% dentro de 12 - 24 horas) e espera-se que seja também parcialmente excretado na bile29. Neste grupo de pacientes foi observado prolongamento da ação com doses de 0,6 mg de brometo de rocurônio por kg de peso corpóreo. Tempo de circulação30 prolongado: condições associadas a tempo de circulação30 prolongado, tais como doença cardiovascular, idade avançada e estado edematoso levando a um aumento do volume de distribuição, podem contribuir para um início de ação mais lento. Doença neuromuscular: assim como outros agentes bloqueadores neuromusculares, Esmeron deve ser utilizado com extremo cuidado em pacientes com doença neuromuscular ou após poliomielite31, pois a resposta a agentes bloqueadores neuromusculares pode ser consideravelmente alterada nestes casos. A magnitude e a direção desta alteração podem variar muito. Em pacientes com miastenia32 grave ou com síndrome33 miastênica (Eaton-Lambert), pequenas doses de Esmeron podem ter efeitos acentuados, por isso Esmeron deve ser titulado até se obter a resposta desejada nestes pacientes. Hipotermia34: em cirurgias sob condições hipotérmicas, o efeito bloqueador neuromuscular de Esmeron é aumentado e sua duração prolongada. Obesidade35: assim como outros agentes bloqueadores neuromusculares, Esmeron pode apresentar um prolongamento na duração e na recuperação espontânea em pacientes obesos. Condições que podem aumentar os efeitos de Esmeron: hipocalemia36 (por ex., após vômito37 e diarréia38 graves e terapia diurética), hipermagnesemia, hipocalcemia39 (após transfusões maciças), hipoproteinemia, desidratação40, acidose41, hipercapnia42 e caquexia43. Distúrbios eletrolíticos graves, alteração do pH sangüíneo ou desidratação40 devem ser corrigidos quando possível. - Interações medicamentosas e outras formas de interação: foi demonstrado que as drogas abaixo descritas influenciam a magnitude e/ou a duração da ação de agentes bloqueadores neuromusculares não despolarizantes. Aumento do efeito: anestésicos: halotano, éter, enflurano, isoflurano, metoxiflurano, ciclopropano; altas doses de tiopental, meto-hexital, cetamina, fentanil, gama-hidroxibutirato, etomidato e propofol. Outros agentes bloqueadores neuromusculares não despolarizantes. Administração prévia de succinilcolina. Outras drogas: antibióticos: aminoglicosídeos e polipetídeos, acilaminopenicilínicos, altas doses de metronidazol; diuréticos44, agentes bloqueadores beta-adrenérgicos45, tiamina, agentes inibidores da MAO46, quinidina, protamina, agentes bloqueadores alfa-adrenérgicos45, sais de magnésio. Diminuição do efeito: neostigmina, edofrônio, piridostigmina, derivados da aminopiridina; administração prévia crônica de corticosteróides, fenitoína ou carbamazepina; noradrenalina14, azatioprina (somente efeitos transitórios e limitados), teofilina e cloreto de cálcio. - Nota: doses únicas dos antibióticos netilmicina, cefuroxima, metronidazol e a combinação de cefuroxima e metronidazol não potencializam o efeito de Esmeron. - Gravidez47 e lactação48: não há dados disponíveis sobre o uso de Esmeron durante a gravidez47 humana para se avaliar potenciais danos ao feto49. Esmeron deve ser administrado a pacientes gestantes somente quando o médico julgar que os benefícios superam os potenciais riscos. Em pacientes recebendo sulfato de magnésio, a dose de Esmeron deve ser reduzida e titulada cuidadosamente contra a resposta de transmissão neuromuscular. Não há dados sobre o uso de Esmeron durante a lactação48 em humanos. Esmeron só deve ser administrado a mulheres que amamentam quando os benefícios para a paciente suplantarem o risco potencial para o lactente50. - Efeitos sobre a habilidade de dirigir e utilizar máquinas: não se recomenda o uso de máquinas potencialmente perigosas, nem a direção de automóveis, dentro de um período de 24 horas após a completa recuperação da ação bloqueadora neuromuscular de Esmeron.

Reações Adversas de Esmeron

foram relatadas reações anafiláticas20 a agentes bloqueadores neuromusculares em geral. Embora estas tenham sido observadas muito raramente com Esmeron, sempre devem ser tomadas precauções para o tratamento de tais reações, caso elas ocorram. Em particular no caso de reações anafiláticas20 anteriores a agentes bloqueadores neuromusculares, deve-se ter cuidado especial, pois foram relatados casos de reações alérgicas cruzadas entre agentes bloqueadores neuromusculares. Liberação de histamina51 e reações histaminóides: uma vez que os agentes bloqueadores neuromusculares são sabidamente capazes de induzir a liberação de histamina51, tanto local quanto sistemicamente, a possibilidade de ocorrência de reações pruriginosas52 e eritematosas53 no local da injeção1 e/ou reações histamínicas (anafilóides) generalizadas, tais como, broncospasmo e alterações cardiovasculares, deve ser sempre levada em consideração quando se administra tais drogas. Embora tenham sido observados pequenos aumentos nos níveis plasmáticos médios de histamina51 após a administração rápida em bolo de doses de 0,3 a 0,9 mg de brometo de rocurônio por kg de peso, não foram relatados taquicardia54, hipotensão55 ou outros sinais24 clínicos significativos de liberação de histamina51 associados à administração de Esmeron.

Contra-Indicações de Esmeron

é contra-indicado a pacientes que tenham manifestado alergia56 ao rocurônio ou ao íon57 brometo.

Indicações de Esmeron

adjuvante à anestesia2 geral para facilitar a intubação endotraqueal e para relaxar a musculatura esquelética durante as intervenções cirúrgicas.

Apresentação de Esmeron

50 mg: embalagens com 12 frascos-ampola de 5 ml (10 mg/ml); 100 mg: embalagens com 10 frascos-ampola de 10 mg (100 mg/ml).


ESMERON - Laboratório

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Complementos

1 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
2 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
3 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
4 Neonatos: Refere-se a bebês nos seus primeiros 28 dias (mês) de vida. O termo “recentemente-nascido“ refere-se especificamente aos primeiros minutos ou horas que se seguem ao nascimento. Esse termo é utilizado para enfocar os conhecimentos e treinamento da ressuscitação imediatamente após o nascimento e durante as primeiras horas de vida.
5 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
6 Vias biliares: Conjunto de condutos orgânicos que conectam o fígado e a vesícula biliar ao duodeno. Sua função é conduzir a bile produzida no fígado, para ser armazenada na vesícula biliar e posteriormente ser liberada no duodeno.
7 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
8 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
9 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
10 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
11 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
12 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
13 Dopamina: É um mediador químico presente nas glândulas suprarrenais, indispensável para a atividade normal do cérebro.
14 Noradrenalina: Mediador químico do grupo das catecolaminas, liberado pelas fibras nervosas simpáticas, precursor da adrenalina na parte interna das cápsulas das glândulas suprarrenais.
15 Oxitocina: Hormônio produzido pelo hipotálamo e armazenado na hipófise posterior (neuro-hipófise). Tem a função de promover as contrações uterinas durante o parto e a ejeção do leite durante a amamentação.
16 Salbutamol: Fármaco padrão para o tratamento da asma. Broncodilatador. Inibidor do trabalho de parto prematuro.
17 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
18 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
19 Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
20 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
21 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
22 Terapia intensiva: Tratamento para diabetes no qual os níveis de glicose são mantidos o mais próximo do normal possível através de injeções freqüentes ou uso de bomba de insulina, planejamento das refeições, ajuste em medicamentos hipoglicemiantes e exercícios baseados nos resultados de testes de glicose além de contatos freqüentes entre o diabético e o profissional de saúde.
23 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
24 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
25 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
26 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
27 Trato Biliar: Os DUCTOS BILIARES e a VESÍCULA BILIAR.
28 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
29 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
30 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
31 Poliomielite: Doença viral que afeta as raízes anteriores dos nervos motores, produzindo paralisia especialmente em crianças pequenas e adolescentes. Sua incidência tem diminuído muito graças ao descobrimento de uma vacina altamente eficaz (Sabin), e de seu uso difundido no mundo inteiro.
32 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
33 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
34 Hipotermia: Diminuição da temperatura corporal abaixo de 35ºC.Pode ser produzida por choque, infecção grave ou em estados de congelamento.
35 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
36 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
37 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
38 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
39 Hipocalcemia: É a existência de uma fraca concentração de cálcio no sangue. A manifestação clínica característica da hipocalcemia aguda é a crise de tetania.
40 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
41 Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
42 Hipercapnia: É a presença de doses excessivas de dióxido de carbono no sangue.
43 Caquexia: Estado de involução geral caracterizado por perda de peso, astenia e incapacidade de desempenhar atividades mínimas. Pode acompanhar estados terminais das doenças crônicas (SIDA, insuficiência cardíaca, insuficiência respiratória). Também se pode aplicar este termo a um órgão determinado, quando o mesmo se encontra afetado por um transtorno incapacitante terminal (caquexia cardíaca).
44 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
45 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
46 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
47 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
48 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
49 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
50 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
51 Histamina: Em fisiologia, é uma amina formada a partir do aminoácido histidina e liberada pelas células do sistema imunológico durante reações alérgicas, causando dilatação e maior permeabilidade de pequenos vasos sanguíneos. Ela é a substância responsável pelos sintomas de edema e irritação presentes em alergias.
52 Pruriginosas: Relativas a ou próprias de prurido, que coçam, que causam coceira ou comichão. Em medicina, é o que produz prurido; prurientes, prurígenas.
53 Eritematosas: Relativas a ou próprias de eritema. Que apresentam eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
54 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
55 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
56 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
57 Íon: Átomo ou grupo atômico eletricamente carregado.

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