PARACETAMOL+FOSFATO DE CODEÍNA DA EUROFARMA

EUROFARMA

Atualizado em 09/12/2014

PARACETAMOL+FOSFATO DE CODEÍNA DA EUROFARMA

Medicamento genérico Lei nº9.787, de 1999

Oral

Comprimidos

USO ADULTO E PEDIÁTRICO
(crianças acima de 3 anos)

Forma Farmacêutica e Apresentação do Paracetamol+Fosfato de Codeína da Eurofarma

Embalagem contendo 12 comprimidos contendo 500 mg de paracetamol e 30 mg de fosfato de codeína.

Composição do Paracetamol+Fosfato de Codeína da Eurofarma

Cada comprimido contém:
paracetamol .................... 500 mg
fosfato de codeína hemiidratada* .................... 30,96 mg
excipientes**q.s.p. .................... 1 comprimido

* cada 30,96 mg de fosfato de codeína hemiidratada equivalem a 30 mg de fosfato de codeína.

**Excipientes: amido, povidona, crospovidona, ácido esteárico, benzoato de sódio, bissulfito de sódio, estearato de magnésio, dióxido de silício, celulose microcristalina

Informações ao Paciente do Paracetamol+Fosfato de Codeína da Eurofarma

AÇÃO ESPERADA DO MEDICAMENTOParacetamol + fosfato de codeína é uma combinação de dois analgésicos1, codeína e paracetamol, que proporciona alívio de dores de intensidade leve a intensa.

CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO
Conservar em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC).
Proteger da luz e umidade.

PRAZO DE VALIDADE
O prazo de validade do medicamento encontra-se impresso na embalagem externa. Não utilize este medicamento após a data de validade.

GRAVIDEZ2 E LACTAÇÃO3
Informe seu médico a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após o seu término.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Informar ao médico se está amamentando.
Não tendo sido ainda estabelecida sua completa segurança de uso por mulheres grávidas e em fase de lactação3, não se recomenda o seu uso nestas duas condições.

CUIDADOS DE ADMINISTRAÇÃO
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

REAÇÕES ADVERSAS
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.

Caso ocorra alguma reação inesperada e desagradável, como tontura4, diarréia5, náuseas6, vômito7, cólicas8 abdominais, coceira ou alergia9, o seu médico deve ser avisado.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

INGESTÃO CONCOMITANTE COM OUTRAS SUBSTÂNCIAS
Não se recomenda o uso de paracetamol + fosfato de codeína junto com álcool.

CONTRAINDICAÇÕES
O uso deste medicamento é contraindicado em caso de hipersensibilidade conhecida ao paracetamol, fosfato de codeína e/ou demais componentes da formulação.
Não se recomenda o seu uso para crianças abaixo de 3 anos.
Paracetamol + fosfato de codeína deve ser administrado com cuidado a pessoas idosas e debilitadas e àquelas com doenças graves no fígado10 e rins11.

PRECAUÇÕES
Não use outro produto que contenha paracetamol.
Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento
.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE12.

Informações Técnicas do Paracetamol+Fosfato de Codeína da Eurofarma

Características do Paracetamol+Fosfato de Codeína da Eurofarma

Paracetamol + fosfato de codeína é um comprimido oblongo branco com vinco em uma das faces. Esse medicamento combina os efeitos analgésicos1 de uma substância química com ação central, a codeína com os do paracetamol, com uma ação predominantemente periférica.
Ambos os compostos são bem absorvidos por via oral e sua meia vida de eliminação varia de 1 a 4 horas para o paracetamol e de 2,5 a 3 horas para a codeína.
A distribuição é uniforme a quase todos os tecidos do organismo.

Indicações do Paracetamol+Fosfato de Codeína da Eurofarma

Paracetamol + fosfato de codeína é indicado para o alívio de dores de grau moderado a intenso, como nas decorrentes de traumatismo13 (entorses14, luxações, contusões, distensões, fraturas), pós-operatório, pós-extração dentária, neuralgia15, lombalgia16, dores de origem articular e condições similares.

Contraindicações do Paracetamol+Fosfato de Codeína da Eurofarma

O USO DESTE MEDICAMENTO É CONTRAINDICADO EM CASO DE HIPERSENSIBILIDADE CONHECIDA AO PARACETAMOL, FOSFATO DE CODEÍNA E/OU DEMAIS COMPONENTES DA FORMULAÇÃO.

Precauções e Advertências do Paracetamol+Fosfato de Codeína da Eurofarma

A CODEÍNA PODE INDUZIR DEPENDÊNCIA DO TIPO MORFÍNICO E PORTANTO, APRESENTA POTENCIAL PARA PROVOCAR O HÁBITO.
NÃO USE OUTRO PRODUTO QUE CONTENHA PARACETAMOL.
DURANTE O TRATAMENTO, O PACIENTE NÃO DEVE DIRIGIR VEÍCULOS OU OPERAR MÁQUINAS, POIS SUA HABILIDADE E ATENÇÃO PODEM ESTAR PREJUDICADAS.
NOS CASOS DE TRAUMA CRANIANO OU OUTRAS LESÕES17 INTRACRANIANAS, OU QUANDO HÁ UM AUMENTO PRÉVIO DA PRESSÃO INTRACRANIANA OS EFEITOS DE DEPRESSÃO RESPIRATÓRIA CARACTERÍSTICOS DOS NARCÓTICOS PODEM SER INTENSIFICADOS. OS ANALGÉSICOS1 DO TIPO NARCÓTICO PODEM PROVOCAR EFEITOS COLATERAIS18 QUE CHEGAM A MASCARAR O QUADRO CLÍNICO DECORRENTE DE TRAUMAS CRANIANOS.
A ADMINISTRAÇÃO DESTE PRODUTO ASSIM COMO DE OUTROS ANALGÉSICOS1 NARCÓTICOS PODE MASCARAR O DIAGNÓSTICO19 OU A EVOLUÇÃO DE PACIENTES COM QUADROS DE ABDOME AGUDO20.  
PARACETAMOL + FOSFATO DE CODEÍNA DEVE SER ADMINISTRADO COM CAUTELA EM PACIENTES IDOSOS OU DEBILITADOS, E EM PACIENTES PORTADORES DE INSUFICIÊNCIAS HEPÁTICA21 OU RENAL22, DOENÇA DE ADDISON OU HIPERTROFIA23 PROSTÁTICA.
GRAVIDEZ2 E LACTAÇÃO3: PARACETAMOL + FOSFATO DE CODEÍNA ENQUADRA-SE NA CATEGORIA C DE RISCO NA GRAVIDEZ2, PORTANTO, ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADO POR MULHERES GRÁVIDAS SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA OU DO CIRURGIÃO-DENTISTA.
O EMPREGO DE PARACETAMOL + FOSFATO DE CODEÍNA NÃO É RECOMENDADO DURANTE A GRAVIDEZ2 E LACTAÇÃO3, UMA VEZ QUE A SEGURANÇA DE SEU USO POR MULHERES GRÁVIDAS E LACTANTES24 AINDA NÃO FOI ESTABELECIDA.
USO PEDIÁTRICO: A SEGURANÇA E A EFICÁCIA DA ADMINISTRAÇÃO DE PARACETAMOL + FOSFATO DE CODEÍNA EM CRIANÇAS ABAIXO DE 3 ANOS DE IDADE
AINDA NÃO FOI ESTABELECIDA, PORTANTO, SEU USO NÃO É RECOMENDADO.

Interações Medicamentosas do Paracetamol+Fosfato de Codeína da Eurofarma

O EMPREGO CONCOMITANTE DE PARACETAMOL + FOSFATO DE CODEÍNA COM OUTROS DEPRESSORES DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL25 (POR EX.: OUTROS ANALGÉSICOS1 NARCÓTICOS, TRANQUILIZANTES, SEDATIVOS, HIPNÓTICOS E ÁLCOOL) PODERÁ PROVOCAR UM EFEITO DEPRESSIVO POTENCIALIZADO OU ADITIVO. NESTES CASOS, A DOSE DE UMA OU AMBAS AS DROGAS DEVERÁ SER REDUZIDA.O USO DE INIBIDORES DA M.A.O. OU ANTIDEPRESSIVOS TRICÍCLICOS COM PREPARAÇÕES DE CODEÍNA PODE PROVOCAR AUMENTO DO EFEITO ANTIDEPRESSIVO OU DA CODEÍNA.
ANTICOLINÉRGICOS E CODEÍNA, QUANDO USADOS CONCOMITANTEMENTE, PODEM PRODUZIR ÍLEO PARALÍTICO26.

Reações Adversas e Alterações de Exames Laboratoriais do Paracetamol+Fosfato de Codeína da Eurofarma

OS EFEITOS COLATERAIS18 MAIS FREQÜENTES OBSERVADOS INCLUEM TONTURA4, SEDAÇÃO27, NÁUSEA28 E VÔMITO7. ESTES EFEITOS SE MANIFESTAM DE FORMA MAIS PROEMINENTE EM PACIENTES AMBULATORIAIS DO QUE EM PACIENTES HOSPITALIZADOS. TAMBÉM PODE OCORRER EM RAROS CASOS: EUFORIA, DISFORIA29, CONSTIPAÇÃO30 E PRURIDO31. ALGUNS DESSES EFEITOS COLATERAIS18 PODEM SER ALIVIADOS SE O PACIENTE PERMANECER DEITADO.

Posologia do Paracetamol+Fosfato de Codeína da Eurofarma

Medicamento de uso oral.A dose deve ser ajustada de acordo com a intensidade da dor e a resposta do paciente. De modo geral, de acordo com o processo doloroso, recomenda-se 1 comprimido a cada 4 horas.
Nas dores de grau mais intenso (como por exemplo, as decorrentes de determinados pós-operatórios, traumatismos graves, neoplasias32) recomendam-se 2 comprimidos a cada 4 horas, não ultrapassando o máximo de 8 comprimidos em um período de 24 horas.

Superdosagem do Paracetamol+Fosfato de Codeína da Eurofarma

O paracetamol em doses maciças pode causar hepatotoxicidade33 em alguns pacientes. Em caso de suspeita de ingestão de doses elevadas de paracetamol + fosfato de codeína deve-se procurar imediatamente um serviço médico de urgência34.
A intoxicação por paracetamol em crianças parece ser menos freqüente que em adultos, pois há evidência de que as crianças são menos vulneráveis que os adultos em relação à hepatotoxicidade33. Isso pode ser devido a diferenças relativas à idade quanto ao metabolismo35 do paracetamol. Apesar dessas diferenças, devem ser tomadas as medidas necessárias em caso de superdose em crianças, da mesma forma que para adultos.
Os sintomas36 iniciais que se seguem a uma dose com potencial hepatotóxico podem incluir: náusea28, vômito7, diaforese37 e mal estar geral. Hipotensão arterial38, arritmia39 cardíaca, icterícia40, insuficiência renal41 e hepática21 também são observados.
Os sinais42 clínicos e laboratoriais sugestivos de hepatotoxicidade33 podem não aparecer antes de decorridas 48 a 72 horas após a ingestão.
As primeiras medidas a serem tomadas nos casos de superdose de paracetamol incluem lavagem gástrica43 ou indução ao vômito7 com xarope de ipeca. Se houver ingestão de dose igual ou maior que 150 mg/kg ou se a dose for desconhecida, deve se tentar obter uma dosagem de paracetamol plasmático logo que possível, porém não antes de decorridas 4 horas após a ingestão. Se esses valores estiverem na faixa tóxica devem ser feitos exames para avaliação da função hepática21, repetindo-os com intervalos de 24 horas até normalização. O antídoto44 para os casos de intoxicação por paracetamol é a n-acetilcisteína45 que deve ser administrada logo que possível e dentro do período de 16 horas após a ingestão para que os resultados sejam ideais.
A n-acetilcisteína45 a 20% deve ser administrada após diluição a 5% em suco de fruta ou refrigerante.
A dose inicial de ataque recomendada é de 140 mg/kg seguindo-se doses de 70 mg/kg a intervalos de 4 horas.
Se ocorrer vômitos46, a dose deverá ser repetida. Após a recuperação não há seqüelas nem alterações da função hepática21.
A codeína em superdosagem provoca depressão respiratória, sonolência progressiva, flacidez da musculatura esquelética, algumas vezes bradicardia47 e hipotensão48 e nas formas mais graves pode determinar o colapso49 circulatório.
O tratamento primário deve manter os sinais vitais50 restabelecendo adequadamente a respiração através de ventilação51 controlada e assistida. Antagonistas narcóticos, tipo naloxona, poderão ser empregados, mantendo o paciente sob cuidadoso acompanhamento nos casos de depressão cardiovascular e respiratório clinicamente importantes. Esvaziamento gástrico pode ser útil para remoção dos agentes não absorvidos.

Pacientes Idosos do Paracetamol+Fosfato de Codeína da Eurofarma

Paracetamol + fosfato de codeína deve ser administrado com cuidado a pessoas idosas e debilitadas e àquelas com doenças graves no fígado10 e rins11.

Lote, data de fabricação e validade: vide embalagem externa.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA

MS - 1. 0043.1030

Farm. Resp.:
Dra. Sônia Albano Badaró - CRF-SP: 19.258

EUROFARMA LABORATÓRIOS LTDA
Av. Ver. José Diniz, 3.465 - São Paulo - SP
CNPJ: 61.190.096/0001-92
Indústria Brasileira


PARACETAMOL+FOSFATO DE CODEÍNA DA EUROFARMA - Laboratório

EUROFARMA
Av. Ver. José Diniz, 3465 - Campo Belo
São Paulo/SP - CEP: 04603-003
Tel: 0800-704-3876
Email: euroatende@eurofarma.com.br
Site: http://www.eurofarma.com.br/

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Complementos

1 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
4 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
5 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
6 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
7 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
8 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
9 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
10 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
11 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
12 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
13 Traumatismo: Lesão produzida pela ação de um agente vulnerante físico, químico ou biológico e etc. sobre uma ou várias partes do organismo.
14 Entorses: É a torção de uma articulação, com lesão dos ligamentos (estrutura que sustenta as articulações).
15 Neuralgia: Dor aguda produzida pela irritação de um nervo. Caracteriza-se por ser muito intensa, em queimação, pulsátil ou semelhante a uma descarga elétrica. Suas causas mais freqüentes são infecção, lesão metabólica ou tóxica do nervo comprometido.
16 Lombalgia: Dor produzida na região posterior inferior do tórax. As pessoas com lombalgia podem apresentar contraturas musculares, distensões dos ligamentos da coluna, hérnias de disco, etc. É um distúrbio benigno que pode desaparecer com uso de antiinflamatórios e repouso.
17 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
18 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
19 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
20 Abdome agudo: Dor abdominal, em geral de início súbito, progressiva que costuma associar-se a doenças de resolução cirúrgica. Necessita de avaliação médica urgente. Algumas causas de abdome agudo são apendicite, colecistite, pancreatite, etc.
21 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
22 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
23 Hipertrofia: 1. Desenvolvimento ou crescimento excessivo de um órgão ou de parte dele devido a um aumento do tamanho de suas células constituintes. 2. Desenvolvimento ou crescimento excessivo, em tamanho ou em complexidade (de alguma coisa). 3. Em medicina, é aumento do tamanho (mas não da quantidade) de células que compõem um tecido. Pode ser acompanhada pelo aumento do tamanho do órgão do qual faz parte.
24 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
25 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
26 Íleo paralítico: O íleo adinâmico, também denominado íleo paralítico, reflexo, por inibição ou pós-operatório, é definido como uma atonia reflexa gastrintestinal, onde o conteúdo não é propelido através do lúmen, devido à parada da atividade peristáltica, sem uma causa mecânica. É distúrbio comum do pós-operatório podendo-se afirmar que ocorre após toda cirurgia abdominal, como resposta “fisiológica“ à intervenção, variando somente sua intensidade, afetando todo o aparelho digestivo ou parte dele.
27 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
28 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
29 Disforia: Estado caracterizado por ansiedade, depressão e inquietude.
30 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
31 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
32 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
33 Hepatotoxicidade: É um dano no fígado causado por substâncias químicas chamadas hepatotoxinas.
34 Urgência: 1. Necessidade que requer solução imediata; pressa. 2. Situação crítica ou muito grave que tem prioridade sobre outras; emergência.
35 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
36 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
37 Diaforese: Sudação, transpiração intensa.
38 Hipotensão arterial: Diminuição da pressão arterial abaixo dos valores normais. Estes valores normais são 90 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 50 milímetros de pressão diastólica.
39 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
40 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
41 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
42 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
43 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
44 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
45 Acetilcisteína: Derivado N-acetil da cisteína. É usado como um agente mucolítico para reduzir a viscosidade das secreções mucosas.
46 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
47 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
48 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
49 Colapso: 1. Em patologia, é um estado semelhante ao choque, caracterizado por prostração extrema, grande perda de líquido, acompanhado geralmente de insuficiência cardíaca. 2. Em medicina, é o achatamento conjunto das paredes de uma estrutura. 3. No sentido figurado, é uma diminuição súbita de eficiência, de poder. Derrocada, desmoronamento, ruína. 4. Em botânica, é a perda da turgescência de tecido vegetal.
50 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
51 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.

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