PARENZYME ANALGESICO

MEDLEY

Atualizado em 09/12/2014

PARENZYMEâ ANALGÉSICO1
Tripsina - Quimotripsina - Paracetamol

Antiinflamatório/Analgésico1

Forma Farmacêutica e Apresentação de Parenzyme Analgesico1

Drágeas2: Caixa com 18.

USO ADULTO

Composição de Parenzyme Analgesico1


Cada drágea3 de revestimento entérico contém:
Tripsina    41.200 U.N.F.
Alfa-quimotripsina      8.230 U.N.F.
Paracetamol         300 mg

As enzimas encontram-se dentro de uma cobertura entérica especial que permite a passagem intacta pelo estômago4 seguida de desintegração no trato intestinal superior.

Informações ao Paciente de Parenzyme Analgesico1

Conservar em lugar fresco e ao abrigo da luz.Prazo de validade: 2 anos.
Não use o medicamento com prazo de validade vencido.

PARENZYME ANALGÉSICO1 possui ação antiinflamatória e analgésica. As drágeas2 devem ser engolidas inteiras, sem mastigar.
Se ocorrerem reações adversas, consulte um médico. Podem ocorrer reações alérgicas (raramente choque anafilático5), náuseas6, vômitos7 e raras reações sanguíneas. Evite tomar outros medicamentos durante o tratamento (vide item Interações Medicamentosas).
Este medicamento está contra-indicado em pessoas com alergia8 aos componentes da fórmula ou com problema grave de fígado9 e deve ser usado com cuidado em pessoas com hemofilia10, problemas de fígado9 ou de rim11.
Siga corretamente o modo de usar; não desaparecendo os sintomas12 procure orientação médica.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE13.

Indicações de Parenzyme Analgesico1

Usado isoladamente, em casos moderados, para o alívio da inflamação14, do edema15 e da dor,  relacionados com:
 ·    Traumatismos acidentais (contusões, lacerações);
·    Reações tissulares pós-operatórias (cirurgia bucal e odontológica, após extrações dentárias, procedimentos cirúrgicos em geral, episiotomia16, operações de cabeça17 e pescoço18, inclusive nas rinoplastias).

Propriedades de Parenzyme Analgesico1

PARENZYME ANALGÉSICO1 é uma combinação das enzimas proteolíticas com o paracetamol, analgésico1 e antipirético19 não salicilado. As enzimas proteolíticas provêm do pâncreas20 animal, e são purificadas por um processo especial para assegurar sua alta pureza e uniformidade. O produto foi formulado com uma cobertura entérica especial de modo a permitir a passagem intacta pelo estômago4, seguida de desintegração rápida no trato intestinal superior. Acredita-se que as enzimas proteolíticas façam reverter o processo caracterizado por diminuição da permeabilidade21 dos tecidos que ocorre na inflamação14 e na reação edematosa. Esta reação se associa à deposição de fibrina22 e macromoléculas proteicas desnaturadas nos espaços intercelulares bloqueando a livre circulação23 dos fluidos, retardando a resolução da inflamação14 e a reabsorção do edema15. O efeito das enzimas tem sido atribuído à diminuição, por digestão24 proteolítica, do tamanho das macromoléculas depositada. Desta maneira, haveria um aumento da permeabilidade21 com tendência à restauração do livre fluxo do sangue25 e demais fluidos orgânicos na área inflamada, o que facilitaria a drenagem26 e a reparação dos tecidos, favorecendo a cura.
O paracetamol é um analgésico1 não salicilado capaz de produzir níveis de analgesia comparáveis aos dos salicilados, pelo mesmo mecanismo de elevação do limiar de percepção da dor. Raramente produz os efeitos colaterais27 comumente causados pelos salicilatos, tais como irritação gástrica e fenômenos hemorrágicos28, e é bem tolerado. O paracetamol é rapidamente absorvido no trato intestinal, atinge altos níveis plasmáticos em menos de 1 hora e é distribuído uniformemente pela maioria dos fluidos orgânicos.

Contra-Indicações de Parenzyme Analgesico1

Não deve ser administrado em pacientes com reconhecida sensibilidade à tripsina, alfa-quimotripsina ou ao paracetamol ou em pacientes com insuficiência hepática29 grave.

Precauções de Parenzyme Analgesico1

Quando a infecção30 está presente, deve ser instituída a terapêutica31 antiinfecciosa concomitantemente com o tratamento pelo PARENZYME ANALGÉSICO1. Não foram relatadas incompatibilidades entre PARENZYME ANALGÉSICO1 e os antiinfecciosos.Os pacientes que recebem PARENZYME ANALGÉSICO1, especialmente aqueles que já tomaram tripsina ou alfa-quimotripsina, podem, em determinados casos, ter uma reação de hipersensibilidade. Deve ser administrado com cautela a pacientes com anormalidades do mecanismo regulador da coagulação32 sanguínea ou com insuficiência hepática29 ou renal33.

Uso na Gravidez34 e Lactação35 de Parenzyme Analgesico1


Como a segurança do seu uso em gestantes e lactantes36 não está estabelecida, não se deve administrá-lo nestas condições, a não ser a critério médico.

Interações Medicamentosas de Parenzyme Analgesico1

O álcool pode aumentar os possíveis efeitos hepatotóxicos do paracetamol, quando este é administrado em altas doses (5 g/dia) durante várias semanas. O uso de paracetamol aumenta a meia-vida de cloranfenicol e a administração conjunta com doxorrubicina pode induzir hepatotoxicidade37.
A administração concomitante de fenobarbital e outros indutores de enzimas microssomais pode aumentar a possibilidade de ocorrer necrose38 hepática39 na superdosagem de paracetamol.

Reações Adversas de Parenzyme Analgesico1


Os efeitos colaterais27 causados pelo paracetamol são geralmente leves (reações alérgicas e gastrintestinais), embora tenham sido relatadas reações hematológicas.
Raramente têm-se registrado efeitos colaterais27 resultantes do tratamento com tripsina e alfa-quimotripsina, tais como: reações alérgicas (erupção40 urticária41 e prurido42), gastrintestinal e absorção acelerada das suturas43 de origem animal. Têm sido relatados casos isolados de choque anafilático5, albuminúria44 e hematúria45. Maior tendência à hemorragia46 foi também relatada, porém estudos controlados mostraram igual incidência47 de hemorragia46 nos grupos tratados com placebo48. Ocorrendo reações adversas, recomenda-se a suspensão da medicação.

Posologia e Modo de Usar de Parenzyme Analgesico1

Nos traumatismos acidentais: 2 drágeas2, 4 vezes ao dia, até que as melhoras se tornem evidentes.Em cirurgias: 2 drágeas2, 4 vezes ao dia, até que as melhoras se tornem evidentes.
Em odontologia: 2 drágeas2 antes do início da intervenção, seguidas por 2 drágeas2 4 vezes ao dia, durante 1 a 2 dias após a intervenção.

Superdosagem de Parenzyme Analgesico1


A superdosagem por paracetamol pode causar toxicidade49 hepática39 em alguns pacientes. Os primeiros sintomas12 incluem: náuseas6, vômitos7, sudorese50, astenia51, anorexia52 e dor abdominal.
As evidências clínicas e laboratoriais de toxicidade49 hepática39 podem não ser aparentes até 48 a 72 horas após a ingestão. Podem ocorrer alterações do mecanismo da glicose53 e acidose metabólica54. Em caso de superdosagem grave, a insuficiência hepática29 pode evoluir para encefalopatia55, coma56 e morte. Pode ocorrer insuficiência renal57 com necrose38 tubular aguda mesmo sem dano hepático. Também foram relatadas arritmias58 cardíacas.

Tratamento de Parenzyme Analgesico1

Qualquer paciente que ingerir 7,5 g ou mais de paracetamol deve ser tratado dentro de 10 horas com o antídoto59 específico (acetilcisteína60). Não se deve esperar os resultados dos níveis plasmáticos de paracetamol para iniciar o tratamento com acetilcisteína60.
Previamente, deve-se induzir a emese61 com xarope de ipeca ou realizar lavagem gástrica62 dentro de 4 horas de ingestão. O carvão ativado só é eficaz quando administrado dentro de 1 a 2 horas da possível sobredose e deve ser retirado mediante lavagem gástrica62 antes do tratamento com acetilcisteína60.

PARENZYME ANALGESICO - Laboratório

MEDLEY
Rua Macedo Costa, 55
Campinas/SP - CEP: 13080-180
Tel: (19 )744-8324
Fax: (019) 744-8227
Site: http://www.medley.com.br/

Ver outros medicamentos do laboratório "MEDLEY"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Analgésico: Medicamento usado para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
2 Drágeas: Comprimidos ou pílulas contendo preparado farmacêutico.
3 Drágea: Comprimido ou pílula contendo preparado farmacêutico.
4 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
5 Choque anafilático: Reação alérgica grave, caracterizada pela diminuição da pressão arterial, taquicardia e distúrbios gerais da circulação, acompanhado ou não de edema de glote. Necessita de tratamento urgente. Pode surgir por exposição aos mais diversos alérgenos.
6 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
7 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
8 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
9 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
10 Hemofilia: Doença transmitida de forma hereditária na qual existe uma menor produção de fatores de coagulação. Como conseqüência são produzidos sangramentos por traumatismos mínimos, sobretudo em articulações (hemartrose). Sua gravidade depende da concentração de fatores de coagulação no sangue.
11 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
12 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
13 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
14 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
15 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
16 Episiotomia: Corte cirúrgico feito no períneo (área entre a vagina e o ânus), realizado com anestesia local, se a mulher ainda não estiver anestesiada, para alargar o canal do parto e, supostamente, ajudar o nascimento do bebê.
17 Cabeça:
18 Pescoço:
19 Antipirético: Medicamento que reduz a febre, diminuindo a temperatura corporal que está acima do normal. Entretanto, ele não vai afetar a temperatura normal do corpo se uma pessoa que não tiver febre o ingerir. Os antipiréticos fazem com que o hipotálamo “ignore“ um aumento de temperatura induzido por interleucina. O corpo então irá trabalhar para baixar a temperatura e o resultado é a redução da febre.
20 Pâncreas: Órgão nodular (no ABDOME) que abriga GLÂNDULAS ENDÓCRINAS e GLÂNDULAS EXÓCRINAS. A pequena porção endócrina é composta pelas ILHOTAS DE LANGERHANS, que secretam vários hormônios na corrente sangüínea. A grande porção exócrina (PÂNCREAS EXÓCRINO) é uma glândula acinar composta, que secreta várias enzimas digestivas no sistema de ductos pancreáticos (que desemboca no DUODENO).
21 Permeabilidade: Qualidade dos corpos que deixam passar através de seus poros outros corpos (fluidos, líquidos, gases, etc.).
22 Fibrina: Proteína formada no plasma a partir da ação da trombina sobre o fibrinogênio. Ela é o principal componente dos coágulos sanguíneos.
23 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
24 Digestão: Dá-se este nome a todo o conjunto de processos enzimáticos, motores e de transporte através dos quais os alimentos são degradados a compostos mais simples para permitir sua melhor absorção.
25 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
26 Drenagem: Saída ou retirada de material líquido (sangue, pus, soro), de forma espontânea ou através de um tubo colocado no interior da cavidade afetada (dreno).
27 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
28 Hemorrágicos: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
29 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
30 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
31 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
32 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
33 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
34 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
35 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
36 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
37 Hepatotoxicidade: É um dano no fígado causado por substâncias químicas chamadas hepatotoxinas.
38 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
39 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
40 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
41 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
42 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
43 Suturas: 1. Ato ou efeito de suturar. 2. Costura que une ou junta partes de um objeto. 3. Na anatomia geral, é um tipo de articulação fibrosa, em que os ossos são mantidos juntos por várias camadas de tecido conjuntivo denso; comissura (ocorre apenas entre os ossos do crânio). 4. Na anatomia botânica, é uma linha de espessura variável que se forma na região de fusão dos bordos de um carpelo (ou de dois ou mais carpelos concrescentes). 5. Em cirurgia, ato ou efeito de unir os bordos de um corte, uma ferida, uma incisão, com agulha e linha especial, para promover a cicatrização. 6. Na morfologia zoológica, nos insetos, qualquer sulco externo semelhante a uma linha.
44 Albuminúria: Presença de albumina na urina. A albuminúria pode ser um sinal de nefropatia diabética (doença nos rins causada pelas complicações do diabetes mal controlado) ou aparecer em infecções urinárias.
45 Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
46 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
47 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
48 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
49 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
50 Sudorese: Suor excessivo
51 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
52 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
53 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
54 Acidose metabólica: A acidose metabólica é uma acidez excessiva do sangue caracterizada por uma concentração anormalmente baixa de bicarbonato no sangue. Quando um aumento do ácido ultrapassa o sistema tampão de amortecimento do pH do organismo, o sangue pode acidificar-se. Quando o pH do sangue diminui, a respiração torna-se mais profunda e mais rápida, porque o corpo tenta liberar o excesso de ácido diminuindo o volume do anidrido carbônico. Os rins também tentam compensá-lo por meio da excreção de uma maior quantidade de ácido na urina. Contudo, ambos os mecanismos podem ser ultrapassados se o corpo continuar a produzir excesso de ácido, o que conduz a uma acidose grave e ao coma. A gasometria arterial é essencial para o seu diagnóstico. O pH está baixo (menor que 7,35) e os níveis de bicarbonato estão diminuídos (<24 mmol/l). Devido à compensação respiratória (hiperventilação), o dióxido de carbono está diminuído e o oxigênio está aumentado.
55 Encefalopatia: Qualquer patologia do encéfalo. O encéfalo é um conjunto que engloba o tronco cerebral, o cerebelo e o cérebro.
56 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
57 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
58 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
59 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
60 Acetilcisteína: Derivado N-acetil da cisteína. É usado como um agente mucolítico para reduzir a viscosidade das secreções mucosas.
61 Êmese: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Sinônimo de vômito. Pode ser classificada como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
62 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.

Tem alguma dúvida sobre PARENZYME ANALGESICO?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.