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Atualizado em 2012

GLUCOVANCE

Preço em Washington/SP: R$ 7,48
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GLUCOVANCE1

Composição - GLUCOVANCE1

Cada comprimido revestido de GLUCOVANCE® 250 mg/1,25 mg contém:Cloridrato de metformina2 250,00 mg
Glibenclamida 1,25 mg
(Excipientes: polividona, croscarmelose de sódio, celulose microcristalina, estearato de magnésio, opadry amarelo).
Cada comprimido revestido de GLUCOVANCE® 500 mg/2,5 mg contém:
Cloridrato de metformina2 500,00 mg
Glibenclamida 2,50 mg
(Excipientes: polividona, croscarmelose de sódio, celulose microcristalina, estearato de magnésio, opadry laranja).
Cada comprimido revestido de GLUCOVANCE® 500 mg/5 mg contém:
Cloridrato de metformina2 500,00 mg
Glibenclamida 5,00 mg
(Excipientes: polividona, croscarmelose de sódio, celulose microcristalina, estearato de magnésio, opadry amarelo).

Informação ao paciente - GLUCOVANCE1

Ação esperada do medicamento
GLUCOVANCE® atua diminuindo os níveis de açúcar3 (glicose4) sangüíneo, em pacientes com diabetes tipo 25.
Cuidados de armazenamento
Guardar o produto em temperatura ambiente (entre 15o e 30oC), protegido da umidade.
Prazo de validade
24 meses, contado a partir da data de fabricação, impressa na embalagem externa. Este prazo corresponde à validade do produto em condições adequadas de conservação. Este, como qualquer outro medicamento, não deve ser usado após vencido o prazo de validade ou caso suas características físicas estejam alteradas. Ao comprar um medicamento verifique se sua embalagem está íntegra.
Gravidez6 e lactação7
Não se recomenda o uso de GLUCOVANCE® em mulheres grávidas ou que estejam amamentando. Na gravidez6, seu uso somente é indicado se julgado, pelo médico, absolutamente indispensável, devendo ser descontinuado pelo menos duas semanas antes da data provável do parto; na lactação7, o médico deve decidir entre a amamentação8 ou a administração de GLUCOVANCE®, considerando a importância do medicamento para a mãe.
Informe seu médico a ocorrência de gravidez6 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando.
Cuidados de administração
GLUCOVANCE® é um medicamento que somente deve ser usado sob cuidadoso acompanhamento médico; seu uso inadequado pode trazer conseqüências graves para a saúde do paciente.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e duração do tratamento.
Interrupção do tratamento
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Reações adversas
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.
As reações adversas mais comuns devidas ao uso de GLUCOVANCE®, quase sempre de intensidades leve a moderada, são diarréia9, dor na barriga, enjôo, vômitos10, azia, aumento na formação de gases intestinais e gosto metálico.
Tontura11, tremor, sudorese12 e sensação de fome incomum são sintomas13 de hipoglicemia14 e devem ser comunicados ao médico.
Caso surjam, repentinamente, mal estar, dores musculares, dificuldade respiratória, sonolência, desconforto gastrointestinal incomum, ou batimentos cardíacos mais lentos ou irregulares, o tratamento com GLUCOVANCE® deve ser interrompido e informado o médico imediatamente.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Ingestão concomitante com outras substâncias
GLUCOVANCE® deve ser administrado junto às refeições. Não se recomenda a ingestão de bebidas alcoólicas durante o tratamento com GLUCOVANCE®.
Contra-indicações e Precauções
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.
GLUCOVANCE® é contra-indicado em pacientes alérgicos a qualquer componente de sua formulação, em pacientes com qualquer disfunção ou doença renal15, em pacientes com doença cardíaca grave e naqueles com acidose16 metabólica.
Não tome remédio sem o conhecimento de seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

Informação técnica - GLUCOVANCE1

GLUCOVANCE® contém em sua formulação glibenclamida e cloridrato de metformina2, dois agentes com mecanismos de ação diferentes e complementares, usados no controle glicêmico em pacientes com diabetes17 do tipo 2.A glibenclamida (ou gliburida) é uma droga hipoglicemiante18 oral, do grupo das Sulfoniluréias19, cujo nome químico é
1 - [ [ p- [ 2 - (5 - cloro - o -anisamido) etil ] fenil ] sulfonil ] - 3 - ciclohexiluréia.
O cloridrato de metformina2 é uma droga hipoglicemiante18 oral, do grupo das biguanidas20, cujo nome químico é cloridrato de 1,1 - dimetil biguanida.

Mecanismo de ação - GLUCOVANCE1

A glibenclamida reduz o nível sangüíneo de glicose4 inicialmente pela estimulação da liberação de insulina21 pelo pâncreas22, um efeito dependente do funcionamento de células beta das ilhotas23 pancreáticas. O mecanismo pelo qual a glibenclamida reduz a glicose sangüínea24 durante sua administração a longo prazo não foi definitivamente estabelecido. Durante a administração crônica de glibenclamida em pacientes com diabetes tipo 25, o seu efeito redutor sobre a glicose sangüínea24 persiste, a despeito de um gradual declínio da resposta secretória de insulina21 à droga. Efeitos extra-pancreáticos podem estar envolvidos no mecanismo de ação das drogas hipoglicemiantes25 do grupo das sulfoniluréias19.
O cloridrato de metformina2 é um agente anti-hiperglicemiante oral que melhora a tolerância à glicose4 em pacientes com diabetes tipo 25, reduzindo tanto a glicose4 plasmática em jejum quanto a glicose4 plasmática pós-prandial. O cloridrato de metformina2 reduz a produção de glicose4 hepática, reduz a absorção intestinal de glicose4 e melhora a sensibilidade à insulina21, aumentando a captação e utilização periféricas da glicose4.
Estudos clínicos duplo-cegos e randomizados com GLUCOVANCE® 250 mg/1,25 mg, 500 mg/2,5 mg e 500 mg/5 mg, envolvendo pacientes portadores de diabetes tipo 25 ( a) não satisfatoriamente controlados somente com dieta e exercícios, b) não satisfatoriamente controlados com dieta, exercícios e dose máxima de uma sulfoniluréia, e c) não satisfatoriamente controlados com dieta, exercícios e dose próxima da máxima de metformina2), evidenciaram o comportamento sinérgico da glibenclamida e da metformina2 quando administradas conjuntamente, numa formulação dose-fixa como GLUCOVANCE®: este tratamento proporcionou maiores reduções na HbA1c26 (hemoglobina glicosilada27) FPG (glicose4 plasmática em jejum) e PPG (glicose4 plasmática pós-prandial), quando comparado com a administração de glibenclamida e metformina2 isoladamente.

Farmacocinética - GLUCOVANCE1

A glibenclamida é rapidamente absorvida do trato gastrointestinal, com concentrações plasmáticas de pico sendo alcançadas dentro de 2 a 4 horas e observando-se baixos, mas detectáveis, níveis em 24 horas. Liga-se extensivamente às proteínas28 plasmáticas. A absorção pode ser mais lenta em pacientes hiperglicêmicos e pode diferir de acordo com o tamanho das partículas da matéria prima usada na fabricação do produto. É metabolizada, quase que completamente, no fígado29 e seu principal metabólito é muito pouco ativo. Aproximadamente 50% de uma dose oral é excretada na urina30 e 50%, por via biliar, nas fezes.O cloridrato de metformina2 é lenta e incompletamente absorvido do trato gastrointestinal; a biodisponibilidade de uma dose única de 500 mg é reportada ser de 50 a 60%, observando-se alguma redução se ingerida com alimentos. Liga-se muito pouco às proteínas28 plasmáticas, sendo excretado na urina30, de forma inalterada. Sua meia-vida de eliminação plasmática é de 2 a 6 horas, após administração oral.
Em estudos da biodisponibilidade de GLUCOVANCE® 500 mg/2,5 mg e 500 mg/5 mg, as AUCs (curvas de concentração plasmática x tempo) médias do seu componente glibenclamida foram 18% e 7%, respectivamente, maiores que aquela da glibenclamida co-administrada com metformina2 em formulações isoladas. Considerando-se o mesmo parâmetro farmacocinético (AUC), o componente metformina2 de GLUCOVANCE® foi bioequivalente à metformina2 co-administrada com glibenclamida em formulações isoladas.
Após administração de um único comprimido de GLUCOVANCE® 500 mg/5 mg com uma solução de glicose4 a 20%, ou com uma de solução de glicose4 a 20% e alimento, não se observou efeito do alimento sobre a Cmáx (nível plasmático máximo alcançado) mas sim um relativamente pequeno efeito, para maior, do alimento sobre a AUC do componente glibenclamida. O Tmáx (tempo para o pico de concentração plasmática) para o componente Glibenclamida foi reduzido de 7,5 horas para 2,75 horas, com alimento, quando comparado aquele, do mesmo componente, quando o comprimido de GLUCOVANCE® foi administrado em jejum com uma solução de glicose4 a 20%. Não se observou efeito do alimento sobre a farmacocinética do componente metformina2 de GLUCOVANCE®.

Indicações - GLUCOVANCE1

GLUCOVANCE® é indicado como terapia inicial, juntamente com dieta e exercícios, para melhorar o controle glicêmico em pacientes portadores de diabetes mellitus31 não insulino-dependente (NIDDM ou diabetes17 do tipo 2), cuja hiperglicemia32 não é satisfatoriamente controlada somente com dieta e exercícios.
GLUCOVANCE® é indicado como terapia de segunda linha, em pacientes portadores de diabetes mellitus31 não insulino-dependente (NIDDM ou diabetes tipo 25), quando não se obtém um controle glicêmico adequado com dieta, exercícios e tratamento inicial com uma sulfoniluréia ou metformina2.

Contra-indicações - GLUCOVANCE1

Conhecida hipersensibilidade a qualquer componente da formulação de GLUCOVANCE®; doença ou disfunção renal15 (sugerida por níveis de creatinina33 sérica > 1,5 mg/dl34 em homens e > 1,4 mg/dl34 em mulheres, ou clearance de creatinina33 anormal), inclusive quando resultante de condições tais como colapso cardiovascular (shock), infarto35 agudo36 do miocárdio ou septicemia37 (ver os itens Cuidados e Precauções); insuficiência cardíaca congestiva38 requerendo tratamento farmacológico, e acidose16 metabólica aguda ou crônica, incluindo ceto-acidose16 diabética com ou sem coma39 (ceto-acidose16 diabética deve ser tratada com insulina21).

Precauções e Advertências - GLUCOVANCE1

CuidadosAcidose lática
A acidose16 lática é uma rara, mas séria, complicação metabólica que pode ocorrer em conseqüência da acumulação de metformina2 durante o tratamento com GLUCOVANCE®; quando ela ocorre, é fatal em aproximadamente 50% dos casos. A acidose16 lática pode também ocorrer em associação com algumas condições patofisiológicas, incluindo o próprio diabetes mellitus31, e sempre que existam significativas hipoperfusão e hipoxemia tissulares. A acidose16 lática é caracterizada por níveis sangüíneos elevados de lactato ( > 5 mmol/l40), pH sangüíneo diminuído, distúrbios eletrolíticos com um hiato (gap) aniônico aumentado, e uma relação lactato/piruvato aumentada. Quando a metformina2 está implicada como causa de acidose16 lática, níveis plasmáticos da droga > 5µg/ml são, geralmente, encontrados.
A incidência41 informada de acidose16 lática em pacientes recebendo cloridrato de metformina2 é muito baixa (aproximadamente 0.03 casos / 1000 pacientes-ano, com aproximadamente 0.015 casos fatais / 1000 pacientes/ano). Os casos reportados têm ocorrido principalmente em pacientes diabéticos com insuficiência renal42 importante, incluindo doença renal15 intrínseca e hipoperfusão renal15, freqüentemente no contexto de problemas médico-cirúrgicos múltiplos e concomitantes e igualmente múltiplos e concomitantes medicamentos. Pacientes com insuficiência cardíaca congestiva38 requerendo tratamento farmacológico, em particular aqueles com insuficiência cardíaca congestiva38 aguda ou instável, de risco para hipoperfusão e hipoxemia, apresentam risco aumentado de desenvolverem acidose16 lática. O risco de acidose16 lática pode, assim, ser significativamente diminuído monitorando-se regularmente a função renal15 dos pacientes tratados com metformina2 e utilizando-se a dose efetiva mínima da droga. Em particular, o tratamento dos pacientes idosos deve ser acompanhado de cuidadoso monitoramento da função renal15.
O tratamento com GLUCOVANCE® não deve ser iniciado em pacientes com 80 anos ou mais de idade, a não ser que a medida do clearance da creatinina33 demonstre que a função renal15 não está reduzida, uma vez que estes pacientes são mais suscetíveis de desenvolver acidose16 lática. O tratamento com GLUCOVANCE® deve ser imediatamente interrompido na presença de qualquer condição associada com hipoxemia, desidratação43 ou septicemia37. Uma vez que a diminuição da função hepática pode limitar significativamente a capacidade do organismo de eliminação de lactato, deve-se evitar o uso de GLUCOVANCE® em pacientes com evidência clínica ou laboratorial de doença hepática. Os pacientes devem ser prevenidos contra o consumo excessivo, agudo36 ou crônico44, de álcool, quando em tratamento com GLUCOVANCE®, uma vez que o álcool potencializa os efeitos do cloridrato de metformina2 sobre o metabolismo45 dos lactatos. GLUCOVANCE® deve ser temporariamente descontinuado antes do uso de qualquer contraste radiológico intravascular e em caso de qualquer procedimento cirúrgico (ver também Precauções).
O início da acidose16 lática é, freqüentemente súbito, acompanhado somente de sintomas13 não-específicos, tais como mal-estar, mialgias, dificuldade respiratória, sonolência e desconforto abdominal. Em quadros mais avançados podem se associar aos sinais46 anteriores, hipotermia47, hipotensão48 e bradiarritmias persistentes. O paciente e seu médico devem estar informados da possível importância de tais sintomas13 e o paciente deve estar instruído a informar o médico imediatamente se eles ocorrerem (ver também Precauções). GLUCOVANCE® deve ser interrompido até que a situação se esclareça. A determinação dos eletrólitos séricos, cetonas, glicose4 sanguínea e, se indicado, pH sangüíneo, nível de lactato e às vezes os níveis sangüíneos de metformina2 podem ser úteis. Uma vez que um paciente está estabilizado em determinado nível de dose de GLUCOVANCE®, sintomas13 gastrointestinais, que são mais comuns no início da terapia com metformina2, podem não estar relacionados à droga; a ocorrência tardia de sintomas13 gastrointestinais pode ser devida à acidose16 lática ou outra doença séria.
Níveis de lactato em plasma49 venoso em jejum acima do limite superior normal mas menores que 5 mmol/l40 em pacientes fazendo uso de GLUCOVANCE®, podem não necessariamente indicar a iminência de acidose16 lática, podendo ser explicados por outros mecanismos, tais como diabetes17 insuficientemente controlado ou obesidade50, atividade física excessiva ou problemas técnicos na manipulação das amostras (ver também Precauções).
Deve-se suspeitar de acidose16 lática em qualquer paciente diabético com acidose16 metabólica sem evidência de ceto-acidose16 (cetonúria51 e cetonemia).
A acidose16 lática é uma emergência médica que deve ser tratada em um hospital. Em um paciente com acidose16 lática que esteja fazendo uso de GLUCOVANCE®, o produto deve ser imediatamente descontinuado, bem como imediatamente instituídas medidas gerais de suporte. Uma vez que o cloridrato de metformina2 é dializável (com um clearance de até 170 ml/min sob boas condições hemodinâmicas) recomenda-se imediata hemodiálise52 para corrigir a acidose16 e remover a metformina2 acumulada. Este procedimento freqüentemente resulta em pronta reversão dos sintomas13 e recuperação do paciente (ver também Contra-indicações e Precauções).

Precauções Geral - GLUCOVANCE1

Hipoglicemia14
GLUCOVANCE® é capaz de produzir hipoglicemia14 ou sintomas13 hipoglicêmicos (obnubilação, vertigem53, tremor, sudorese12 e sensação de fome); portanto, uma correta seleção de pacientes, doses e instruções são importantes para evitar potenciais episódios hipoglicêmicos. O risco de hipoglicemia14 apresenta-se aumentado quando a ingestão calórica é deficiente, quando exercícios vigorosos não são compensados com adequada suplementação calórica, ou durante uso concomitante com outros agentes hipoglicemiantes25 ou etanol. Insuficiência renal42 ou hepática podem causar elevação dos níveis das drogas, tanto da glibenclamida quanto do cloridrato de metformina2 e a insuficiência hepática54 pode também diminuir a capacidade gliconeogênica, fatos que aumentam o risco de reações hipoglicêmicas. Pacientes idosos, debilitados ou mal-nutridos e aqueles com insuficiência55 supra-renal56 ou hipofisária, ou intoxicação alcoólica, são particularmente suscetíveis a efeitos hipoglicêmicos. Pode-se ter dificuldade de reconhecer a hipoglicemia14 no paciente idoso e naqueles que estejam usando bloqueadores beta-adrenérgicos.
Cloridrato de metformina2
Monitoramento da função renal15
Sabe-se que a metformina2 é substancialmente excretada pelo rim57, e o risco de acumulação da metformina2 e acidose16 lática aumenta com o grau de insuficiência55 da função renal15. Assim, pacientes com níveis de creatinina33 sérica acima do limite normal superior para a idade, não devem ser tratados com GLUCOVANCE®. Em pacientes com idade avançada, GLUCOVANCE® deve ser cuidadosamente titulado para se estabelecer a dose mínima para um adequado efeito glicêmico, uma vez que o envelhecimento está associado com redução da função renal15. Em pacientes idosos, particularmente naqueles com idades > 80 anos, a função renal15 deve ser regularmente monitorada e, como regra geral, não deve ser administrada a dose máxima de GLUCOVANCE® (ver Cuidados e Posologia). Antes de se iniciar o tratamento com GLUCOVANCE®, e subseqüentemente pelo menos uma vez ao ano, a função renal15 deve ser avaliada e determinada como normal. Em pacientes nos quais se antecipa o desenvolvimento de uma disfunção renal15, a função renal15 deve ser avaliada mais freqüentemente e o tratamento com GLUCOVANCE® descontinuado caso se faça presente evidência de insuficiência renal42.
Uso concomitante de medicamentos que podem afetar a função renal15 ou a disponibilidade da metformina2.
O uso concomitante de medicamentos que possam afetar a função renal15 ou causar alteração hemodinâmica significativa, ou que possam interferir com a disponibilidade da metformina2, tais como drogas catiônicas que são eliminadas por secreção tubular renal15 (ver Interações com outras drogas), devem ser usadas com cautela.
Estudos radiológicos envolvendo o uso de contrastes iodados intravasculares.
A administração de contrastes intravasculares à base de materiais iodados pode provocar alteração aguda da função renal15 e tem sido associada com acidose16 lática em pacientes recebendo metformina2 (ver Contra-indicações). Assim, em pacientes nos quais se planeja quaisquer estudos desta natureza, GLUCOVANCE® deve ser temporariamente descontinuado à época ou antes do procedimento, mantida esta descontinuação nas 48 horas subseqüentes ao mesmo e somente reinstituído o tratamento após reavaliação da função renal15, que deve mostrar-se normal.
Estados de hipóxia58
Colapso cardiovascular (shock) de qualquer causa, insuficiência cardíaca congestiva38 aguda, infarto35 agudo36 do miocárdio, e outras condições caracterizadas por hipoxemia, têm sido associadas com acidose16 lática e podem também causar azotemia pré-renal15. Quando tais eventos ocorrem em pacientes submetidos à terapia com GLUCOVANCE®, esta deve ser descontinuada imediatamente.
Procedimentos cirúrgicos
A terapia com GLUCOVANCE® deve ser temporariamente suspensa quando de qualquer procedimento cirúrgico (exceto pequenos procedimentos, não associados com restrição da ingesta de alimentos e líquidos) e não deve ser reinstituída até que a alimentação oral do paciente tenha sido restabelecida e a função renal15 tenha sido avaliada como normal.
Ingestão de álcool
O álcool é conhecido por potencializar o efeito da metformina2 sobre o metabolismo45 dos lactatos. Os pacientes, portanto, devem ser prevenidos contra o consumo de álcool, agudo36 ou crônico44, enquanto tratados com GLUCOVANCE®. O álcool pode também aumentar o risco de hipoglicemia14, devido a seu efeito sobre a atividade gliconeogênica do fígado29.
Insuficiência hepática54
Uma vez que a insuficiência55 da função hepática tem sido associada com alguns casos de acidose16 lática, deve-se evitar o uso de GLUCOVANCE® em pacientes com evidência clínica ou laboratorial de doença hepática.
Níveis de Vit. B12
Em estudos clínicos controlados com metformina2, de seis meses ou mais de duração, observou-se, em alguns pacientes (aproximadamente 7% deles), uma diminuição dos níveis séricos de Vit. B12, sem manifestações clínicas. Tal fato, possivelmente devido à interferência da metformina2 sobre a absorção da Vit. B12 do complexo Fator intrínseco - B12, é entretanto, muito raramente associado com anemia59 e parece ser rapidamente reversível com a descontinuação da metformina2 ou suplementação de Vit. B12. Recomenda-se determinação anual dos parâmetros hematológicos em pacientes tratados com metformina2 e qualquer anormalidade aparente deve ser apropriadamente investigada e tratada (Ver Testes laboratoriais).
Certos indivíduos (aqueles com inadequada ingestão ou absorção de Vit. B12 ou cálcio) parecem ser predispostos a apresentar níveis subnormais de Vit. B12. Nestes pacientes, pode ser útil determinar-se os níveis séricos de Vit. B12 duas a três vezes ao ano.
Alteração no quadro clínico de pacientes com diabetes tipo 25 previamente controlado
Um paciente com diabetes tipo 25, previamente bem controlado com metformina2, que desenvolve anormalidades laboratoriais ou queixa clínica (especialmente queixa vaga e pobremente definida), deve ser imediatamente avaliado para evidência de cetoacidose ou acidose16 lática. A avaliação deve incluir eletrólitos séricos e cetonas, glicose sangüínea24 e, se indicado, pH sangüíneo e níveis sangüíneos de lactatos, piruvatos e metformina2. Em caso de ocorrência de qualquer forma de acidose16, GLUCOVANCE® deve ser imediatamente interrompido e instituídas outras medidas corretivas apropriadas (ver também Cuidados).
Testes laboratoriais
Determinações periódicas da glicose sangüínea24 em jejum e da hemoglobina glicosilada27 (HbA1c26) devem ser realizadas para monitorar a resposta terapêutica.
Deve-se realizar o monitoramento inicial e periódico (pelo menos uma vez ao ano) dos parâmetros hematológicos (hemoglobina60/hematócrito61 e contagem de células) e da função renal15 (creatinina33 sérica). Ainda que anemia megaloblástica62 seja observada raramente nos pacientes tratados com metformina2, em caso de ser suspeitada deve-se excluir deficiência de Vit. B12.
Gravidez6
Efeitos teratogênicos
Informações recentes sugerem fortemente que níveis de glicose sangüínea24 anormais durante a gravidez6 estão associados com uma alta incidência41 de anormalidades congênitas. Os especialistas recomendam que, durante a gravidez6, deve ser usada a insulina21 para manter a glicose sangüínea24 tão próxima do normal quanto possível.
Não existem adequados e bem controlados estudos em mulheres grávidas com GLUCOVANCE® ou com seus constituintes (metformina2 e glibenclamida), considerados isoladamente. Igualmente, não foram realizados estudos em animais com GLUCOVANCE®. Os dados referidos em seguida são baseados em estudos realizados com a metformina2 e a glibenclamida isoladamente.
Glibenclamida
Foram realizados estudos sobre a reprodução em ratos e coelhos com doses até quinhentas vezes a dose humana diária máxima recomendada de 20 mg de glibenclamida, com base em comparações das áreas das superfícies corporais, que não revelaram evidências de prejuízos à fertilidade ou danos ao feto devidos à glibenclamida.
Cloridrato de metformina2
A metformina2 não foi teratogênica em ratos ou coelhos em doses até 600 mg/kg/dia. Esta dose corresponde a uma exposição de cerca de seis e duas vezes a dose humana diária máxima recomendada de 2000mg de metformina2, respectivamente, com base em comparações das áreas das superfícies corporais. A determinação das concentrações fetais demonstrou que a placenta se constituiu numa barreira parcial à metformina2.
Uma vez que os estudos em animais, sobre reprodução, não são sempre preditivos da resposta humana, GLUCOVANCE® não deve ser usado durante a gravidez6, a menos que absolutamente necessário.
Efeitos não-teratogênicos
Têm sido observados casos de hipoglicemia14 severa prolongada (4 a 10 dias) em recém-nascidos de mães em tratamento com sulfoniluréias19. Este fato tem ocorrido mais freqüentemente com o uso de agentes com meias-vidas prolongadas. Conforme dito anteriormente, não se recomenda o uso de GLUCOVANCE® durante a gravidez6. Entretanto, se usado, deve ser descontinuado pelo menos duas semanas antes da data provável do parto.
Lactação7
Embora não se conheça se a glibenclamida é excretada no leite humano, algumas sulfoniluréias19 são conhecidas por serem excretadas por esta via. Estudos em ratos lactentes63 mostraram que a metformina2 é excretada no leite e alcança níveis comparados aqueles do plasma49. Estudos similares não foram conduzidos em mulheres lactantes64. Uma vez que existe o risco potencial de hipoglicemia14 no lactente65, uma decisão deve ser tomada, de descontinuação da amamentação8 ou da administração de GLUCOVANCE®, levando em consideração a importância do medicamento para a mãe. Caso GLUCOVANCE® seja descontinuado e somente dieta seja insuficiente para controlar a glicose sangüínea24, deve ser considerada a terapia insulínica.
Uso pediátrico
Não foi estabelecida a segurança e eficácia de GLUCOVANCE® em pacientes pediátricos.

Interações medicamentosas - GLUCOVANCE1

Interações com outras drogasGLUCOVANCE®
Certas drogas tendem a produzir hiperglicemia32 e podem levar à perda do controle da glicose sangüínea24. Estas drogas incluem as tiazidas e outros diuréticos66, corticoesteróides, fenotiazinas, medicamentos para tireóide, estrógenos, contraceptivos orais, fenitoina, ácido nicotínico, simpatomiméticos, bloqueadores dos canais de cálcio e isoniazida. Quando tais drogas são administradas a paciente em tratamento com GLUCOVANCE®, aquele deve ser cuidadosamente observado para descontrole da glicose sangüínea24; quando retiradas, o paciente deve, igualmente, ser observado com cuidado com vistas à possibilidade de ocorrência de hipoglicemia14. A metformina2 liga-se pouco às proteínas28 plasmáticas e é, assim, pouco provável que venha a interagir com drogas altamente ligadas às proteínas28 plasmáticas, tais como salicilatos, sulfonamidas, cloranfenicol e probenecida, quando comparada às sulfoniluréias19, que ligam-se extensivamente às proteínas28 séricas.
Glibenclamida
A ação hipoglicêmica das sulfoniluréias19 pode ser potencializada por certas drogas, incluindo-se os agentes anti-inflamatórios não-esteróides e outras drogas que ligam-se altamente às proteínas28 séricas, salicilatos, sulfonamidas, cloranfenicol, probenecida, cumarínicos, inibidores da monoamino-oxidase e agentes bloqueadores beta-adrenérgicos. Quando tais drogas são administradas a paciente recebendo GLUCOVANCE®, este deve ser cuidadosamente observado para hipoglicemia14; quando retiradas, o paciente deve, igualmente, ser observado com cuidado com vistas à possibilidade de ocorrência de descontrole da glicose sangüínea24.
Uma possível interação entre glibenclamida e ciprofloxacina, um antibiótico do grupo das fluoroquinolonas, tem sido reportada, resultando em uma potencialização da ação hipoglicêmica da glibenclamida. O mecanismo desta interação não é conhecido. Uma interação potencial entre miconazol oral e agentes hipoglicemiantes orais67, provocando severa hipoglicemia14, tem sido reportada. Não se sabe se esta interação ocorre também com preparações intravenosas, tópicas ou vaginais de miconazol.
Cloridrato de metformina2
Furosemida
Estudo de dose única da interação metformina2-furosemida, em voluntários sadios, demonstrou que os parâmetros farmacocinéticos de ambas as drogas, quando co-administradas, são afetados. A Furosemida aumentou a Cmáx plasmática e sangüínea da metformina2 em 22% e a AUC sangüínea em 15%, sem qualquer alteração significativa no clearance renal15 da metformina2. Quando administrada com metformina2, a Cmáx e a AUC da furosemida mostraram-se 31% e 12% menores, respectivamente, comparando-se com sua administração isolada, e a sua meia-vida terminal foi reduzida em 32%, sem qualquer alteração significativa no clearance renal15 da furosemida. Não se dispõe de informações acerca da interação metformina2-furosemida quando co-administradas cronicamente.
Nifedipino
Estudo de dose única da interação metformina2-nifedipino, em voluntários sadios, demonstrou que a co-administração de nifedipino aumentou a Cmáx e a AUC plasmática da metformina2 em 20% e 9% respectivamente, aumentando também a quantidade da droga excretada na urina30. O Tmáx e a meia-vida não foram afetados. Nifedipino parece aumentar a absorção da metformina2. A metformina2 apresentou efeitos mínimos sobre o nifedipino.
Drogas catiônicas
Drogas catiônicas (por exemplo, amilorida, digoxina, morfina, procainamida, quinidina, quinina, ranitidina, triamterene, trimetoprima e vancomicina) que são eliminadas por secreção tubular renal15, teoricamente apresentam potencial para interação com a metformina2 por competirem por sistemas de transporte tubulares renais comuns. Tal interação entre a metformina2 e a cimetidina oral foi observada em voluntários sadios, tanto em estudos da interação com dose única quanto com doses múltiplas, com um aumento de 60% no pico plasmático de metformina2 e nas concentrações sangüíneas totais e um aumento de 40% na AUC da metformina2 no plasma49 e no sangue68 total. Não se observou alteração na meia-vida de eliminação no estudo com dose única. A metformina2 não teve efeito sobre a farmacocinética da cimetidina. Embora tais interações sejam hipotéticas (exceto para a cimetidina), recomenda-se monitoramento cuidadoso do paciente e ajuste da dose de GLUCOVANCE® e/ou da droga catiônica, em pacientes em tratamento com medicamentos catiônicos excretados através do sistema excretor69 tubular renal15 proximal e que venham a fazer uso de GLUCOVANCE®.
Outras
Em voluntários sadios, em estudos de interação metformina2-propranolol e metformina2-ibuprofeno, com doses únicas, as farmacocinéticas das drogas não foram afetadas quando co-administradas.

Reações adversas/colaterais e alterações de exames laboratoriais - GLUCOVANCE1

As reações adversas mais comuns devidas ao uso de GLUCOVANCE®, quase sempre de intensidades leve a moderada, são de natureza gastrointestinal, tais como diarréia9, dor abdominal, náusea70, vômitos10, dispepsia71, flatulência e paladar metálico. Podem ocorrer também sintomas13 de hipoglicemia14: obnubilação, tremor, sudorese12 e sensação de fome incomum. Podem ainda ocorrer cefaléia72 e reações dermatológicas de hipersensibilidade (prurido73, exantemas). Reações de hipersensibilidade generalizada são raras.
Devido à presença de metformina2 na formulação de GLUCOVANCE®, deve-se ter em mente a possibilidade de ocorrência de acidose16 lática que, embora ocorra rarissimamente, é um quadro grave e que requer cuidados imediatos. Seu início é, geralmente súbito, e mal estar, dores musculares, dificuldade respiratória, sonolência, desconforto gastrointestinal incomum ou batimentos cardíacos mais lentos ou irregulares são os seus sintomas13 mais característicos. Neste caso, a terapia com GLUCOVANCE® deve ser interrompida e informado o médico imediatamente. (ver também itens Precauções e Cuidados).

Posologia - GLUCOVANCE1

GLUCOVANCE® deve ser administrado junto às refeições e iniciado com uma dose baixa, que deve ser aumentada gradualmente, objetivando-se evitar a ocorrência de hipoglicemia14 (principalmente devida à glibenclamida), reduzir os efeitos colaterais gastrointestinais (principalmente devidos à metformina2) e permitir a determinação da dose mínima efetiva para o controle adequado da glicose sangüínea24, considerando-se a individualidade de cada paciente.Ao início do tratamento e durante o ajuste da dose, recomenda-se monitoramento apropriado da glicose sangüínea24 com vistas à determinação da resposta terapêutica a GLUCOVANCE® e identificação da dose mínima eficaz para o paciente. Em seguida, para acessar a efetividade do tratamento, a HbA1c26 (hemoglobina glicosilada27) deve ser medida a intervalos de 3 meses, aproximadamente (este parâmetro é um melhor indicador do controle glicêmico a longo prazo que a glicose sangüínea24).
O objetivo terapêutico em todos os pacientes com diabetes tipo 25 é reduzir a FPG (glicose4 plasmática em jejum), PPG (glicose4 plasmática pós-prandial) e a HbA1c26 a níveis normais ou tão próximos do normal quanto possível.
GLUCOVANCE® - terapia inicial
Em pacientes com diabetes tipo 25, nos quais a hiperglicemia32 não foi controlada satisfatoriamente somente com dieta e exercícios, recomenda-se a dose inicial de um comprimido ao dia de GLUCOVANCE® 250 mg/1,25 mg, junto com uma refeição.
Como terapia inicial em pacientes com valores de HbA1c26 > 9% ou FPG > 200 mg/dl34, pode administrar-se a dose de um comprimido de GLUCOVANCE® 250 mg/1,25 mg duas vezes ao dia, junto ao café da manhã e ao jantar. Os aumentos de dose devem ser feitos a intervalos de duas semanas, acrescentando-se um comprimido de GLUCOVANCE® 250 mg/1,25 mg ao dia, até o alcance da dose mínima efetiva para um controle adequado da glicose sangüínea24. Na experimentação clínica com GLUCOVANCE® como terapia inicial, não foram testadas doses diárias maiores que 2000 mg/10 mg.
GLUCOVANCE® 500 mg/5 mg não deve ser usado como terapia inicial devido a um aumento do risco de hipoglicemia14.
GLUCOVANCE® - uso em pacientes previamente tratados (terapia de segunda linha)
Em pacientes não adequadamente controlados com glibenclamida (ou outra sulfoniluréia) ou metformina2, administradas isoladamente, a dose inicial recomendada é de um comprimido de GLUCOVANCE® 500 mg/2,5 mg ou de GLUCOVANCE® 500 mg/5 mg duas vezes ao dia, junto ao café da manhã e ao jantar. Para evitar hipoglicemia14, deve-se observar que a dose inicial de GLUCOVANCE® não contenha quantidade superior de glibenclamida ou metformina2 àquela previamente em uso pelo paciente. Os aumentos da dose diária não devem exceder ao equivalente a um comprimido de GLUCOVANCE® 500 mg/5 mg, até o alcance da dose mínima efetiva para um controle adequado da glicose sangüínea24, ou até a dose máxima diária de 2000 mg/20 mg.
Nos pacientes previamente tratados com terapia combinada74 de glibenclamida (ou outra sulfoniluréia) e metformina2, se trocada para GLUCOVANCE®, a dose inicial não deve exceder a dose diária de glibenclamida (ou a dose equivalente de outra sulfoniluréia) e de metformina2 previamente em uso pelo paciente. Em seguida a esta troca, os pacientes devem ser monitorados cuidadosamente para sinais46 e sintomas13 de hipoglicemia14 e, para os aumentos de dose com vistas ao alcance do controle adequado da glicose sangüínea24, deve-se proceder como descrito imediatamente acima.

Superdosagem - GLUCOVANCE1

Glibenclamida
A superdosagem com sulfoniluréias19, incluindo-se a glibenclamida, pode produzir hipoglicemia14. Sintomas13 hipoglicêmicos leves, sem perda da consciência ou sinais46 neurológicos, devem ser tratados agressivamente com glicose4 oral e ajustamento na dose da droga e/ou padronização da alimentação. Deve-se instituir um monitoramento rigoroso, até que o médico se assegure de que o paciente está fora de perigo. Reações hipoglicêmicas graves, com coma39, convulsão75 ou outro sinal76/sintoma77 neurológico, ocorrem infrequentemente, mas são emergências médicas que requerem hospitalização imediata. Em caso de suspeita ou diagnóstico78 de coma39 hipoglicêmico, deve ser administrada ao paciente uma injeção79 intravenosa rápida de solução de glicose4 concentrada (a 50%); este procedimento deve ser seguido por uma infusão contínua de uma solução de glicose4 mais diluída (a 10%), a uma velocidade que mantenha a glicose sangüínea24 acima de 100 mg/dl34. Os pacientes devem ser cuidadosamente monitorados durante, minimamente, 24 a 48 horas, uma vez que a hipoglicemia14 pode reaparecer após aparente recuperação clínica.
Cloridrato de metformina2
Não se tem observado hipoglicemia14 mesmo com a ingestão de altas doses de metformina2, embora seja possível, em tais circunstâncias, a ocorrência de acidose16 lática (ver Cuidados). A metformina2 é dializável com um clearance de até 170 ml/min, sob boas condições hemodinâmicas. Portanto, a hemodiálise52 pode ser útil para remover a droga acumulada em pacientes nos quais se suspeita de superdosagem de metformina2.

Pacientes idosos - GLUCOVANCE1

Nos estudos clínicos realizados não se observaram diferenças, considerando-se eficácia e segurança, entre pacientes idosos e jovens, mas não se deve descartar uma possível maior sensibilidade de alguns pacientes idosos.
O cloridrato de metformina2 é conhecido por ser substancialmente excretado pelo rim57 e como o risco de reações adversas sérias à droga é maior em pacientes com insuficiência55 da função renal15, GLUCOVANCE® somente deve ser usado em pacientes com função renal15 normal (ver Contra-indicações e Cuidados). Uma vez que o envelhecimento associa-se à redução da função renal15, GLUCOVANCE® deve ser usado com cautela em pacientes idosos.
Deve-se ter cuidado na determinação da dose, o que deve ser feito com base em monitoramento cuidadoso e regular da função renal15. De uma maneira geral, os pacientes idosos não devem ser tratados com a dose máxima recomendada de GLUCOVANCE® (ver Cuidados e Posologia).
ATENÇÃO
Este produto é um novo medicamento e embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança, quando corretamente indicado, podem ocorrer reações adversas imprevisíveis, ainda não descritas ou conhecidas. Em caso de suspeita de reação adversa, o médico responsável deve ser notificado.

GLUCOVANCE - Laboratório

MERCK
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