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Atualizado em 2012
GLIOTEN
Preço em Washington/SP: R$ 14,27
Tópicos desta bula
Composição - GLIOTEN
cada comprimido revestido de 2,5 mg, 5,0 mg,10,0 mg e 20,0 mg contém, respectivamente: enalapril 2,5 mg, 5,0 mg, 10,0 mg e 20,0 mg. Excipientes (carboximetilamido, celulose microcristalina, estearato de magnésio, lactose, povidona).Posologia e Administração - GLIOTEN
como a absorção do enalapril não é afetada pela ingestão de alimentos, os comprimidos podem ser administrados antes, durante ou após refeições. Hipertensão1 essencial: a dose inicial é de 10 a 20 mg, dependendo do grau de hipertensão1, e é administrada uma vez por dia. Em hipertensão1 leve, a dose inicial recomendada é de 10 mg por dia. Para outros graus de hipertensão1, a dose inicial é de 20 mg por dia. A posologia usual de manutenção é de 20 mg tomados uma vez ao dia. A posologia deve ser ajustada de acordo com as necessidades do paciente, até o máximo de 40 mg por dia. Hipertensão1 renovascular: como a pressão arterial e a função renal2 nestes pacientes podem ser particularmente sensíveis à inibição da ECA, o tratamento deve ser iniciado com uma dose inicial menor (por exemplo: 5 mg ou menos). A posologia, então, deve ser ajustada de acordo com as necessidades do paciente. É presumível que a maioria dos pacientes responda a um comprimido de 20 mg ao dia. Para os hipertensos que foram tratados recentemente com diuréticos3 recomenda-se cautela. Terapia diurética concomitante em hipertensão1: pode ocorrer hipotensão4 sintomática após a dose inicial de enalapril, principalmente em pacientes que vêm sendo tratados com diuréticos3. Recomenda-se cautela com estes pacientes, pois eles podem estar depletados de sal ou volume. A terapia diurética deve ser descontinuada por 2 a 3 dias antes do início da terapia com enalapril. Se isto não for possível, a dose inicial de enalapril deve ser baixa (5 mg ou menos) para se determinar o efeito inicial sobre a pressão arterial. A posologia deve, então, ser ajustada às necessidades do paciente. - Posologia em insuficiência renal5: geralmente o intervalo entre as doses de enalapril deve ser prolongado e (ou) a posologia diminuída. Insuficiência renal5 leve: 5-10 mg; moderada: 2,5 - 5 mg; grave: 2,5 mg nos dias de diálise6. O enalaprilato é dialisável. Nos dias em que o paciente não for submetido à diálise6, a posologia deve ser ajustada à resposta da pressão arterial. Insuficiência cardíaca7/disfunção ventricular esquerda assintomática: a dose inicial de enalapril em pacientes com insuficiência cardíaca7 sintomática ou disfunção ventricular esquerda assintomática é de 2,5 mg e deve ser administrada sob rígida supervisão médica, para se determinar o efeito inicial sobre a pressão arterial. Na ausência de ou após o tratamento efetivo da hipotensão4 sintomática conseqüente ao início da terapia de insuficiência cardíaca7 com enalapril, a dose deve ser aumentada gradualmente até a dose de manutenção habitual de 20 mg, dada em dose única ou em duas doses divididas, conforme a tolerabilidade do paciente. Esta titulação da dose pode ser realizada em um período de 2 a 4 semanas, ou menos, se indicado pela presença de sinais8 ou sintomas9 residuais de insuficiência cardíaca7. Em pacientes com insuficiência cardíaca7 sintomática, essa posologia foi eficaz para reduzir a mortalidade10. A pressão arterial e a função renal2 devem ser monitorizadas cuidadosamente, tanto antes como depois de iniciar o tratamento com enalapril, pois foram relatadas hipotensão4 e, mais raramente, conseqüente insuficiência renal5. Em pacientes tratados com diuréticos3, a dose deveria ser reduzida, se possível, antes de iniciar o tratamento com enalapril. O aparecimento de hipotensão4 após a dose inicial de enalapril não implica que ela ocorerrá durante a terapia crônica e não contra-indica o uso continuado de enalapril. O potássio sérico também deve ser monitorizado. - Superdosagem: há poucos dados disponíveis sobre a superdosagem em seres humanos. As principais características de superdosagem relatadas até agora consistem em hipotensão4 acentuada, começando após 6 horas da ingestão dos comprimidos, concomitantemente com o bloqueio do sistema renina-angiotensina e estupor. Níveis séricos de enalaprilato 100 e 200 vezes maiores do que os usualmente observados após doses terapêuticas foram relatados após ingestão de 300 e 440 mg de enalapril, respectivamente. O tratamento recomendado para a superdosagem é a infusão intravenosa de solução salina normal. Se a ingestão for recente, deve-se induzir o vômito11. O enalaprilato pode ser removido da circulação12 geral por meio de hemodiálise13. Pacientes idosos: não existem recomendações ou cuidados especiais sobre o emprego de enalapril em pacientes idosos.Precauções - GLIOTEN
hipotensão4 sintomática. Foi observada hipotensão4 sintomática raramente em hipertensos sem complicações. Em pacientes recebendo maleato de enalapril, a hipotensão4 pode ocorrer mais freqüentemente quando houver depleção de volume, por exemplo, devido à terapia diurética, restrição dietética de sal, diálise6, diarréia14 ou vômitos15. Em pacientes com insuficiência cardíaca7, com ou sem insuficiência renal5 associada, foi observada hipotensão4 sintomática, principalmente naqueles com graus mais avançados de insuficiência cardíaca7, relacionados com o uso de altas doses de diuréticos3 de alça, hiponatremia ou insuficiência renal5. Nestes casos, a terapia deve ser iniciada sob supervisão médica e os pacientes devem ser seguidos cuidadosamente sempre que a dose de maleato de enalapril e/ou do diurético16 for ajustada. Considerações semelhantes podem se aplicar a pacientes com doença cardíaca isquêmica ou cerebrovascular, nos quais a excessiva queda de pressão arterial poderia resultar em infarto do miocárdio17 ou acidente vascular cerebral18. Se ocorrer hipotensão4, o paciente deve ser colocado em posição supina e, se necessário, deve receber infusão venosa de solução salina. Uma resposta hipotensora transitória não é contra-indicação para novas doses, que podem ser dadas geralmente sem dificuldade, uma vez que a pressão arterial tenha aumentado após a expansão do volume. Em alguns pacientes com insuficiência cardíaca7, que tenham pressão arterial normal ou baixa, decréscimos adicionais da pressão arterial sistêmica podem ocorrer com o uso de maleato de enalapril. Este efeito é esperado, e geralmente não é razão para a interrupção do tratamento. Se a hipotensão4 se tornar sintomática, a redução da dose e/ou a descontinuação do diurético16 e/ou de enalapril podem ser necessárias. Insuficiência renal5: em alguns pacientes, a hipotensão4 decorrente do início da terapia com inibidores da ECA pode levar à deterioração adicional da função renal2. Foi relatada, nesta situação, insuficiência renal5 aguda usualmente reversível. Pacientes com insuficiência renal5 podem requerer doses reduzidas e/ou menos freqüentes de enalapril. Em alguns pacientes com estenose da artéria19 renal2 bilateral ou estenose da artéria19 renal2 de rim20 único, têm sido observados aumentos dos níveis séricos de uréia21 e creatinina22, reversíveis com a interrupção da terapia. Isto é particularmente importante em pacientes com insuficiência renal5. Alguns pacientes sem lesão renal2 preexistente aparente desenvolveram aumentos pequenos e geralmente transitórios da uréia21 e creatinina22 sanguíneas quando receberam enalapril concomitantemente com um diurético16. Pode ser necessária a redução da dose e/ou a interrupção do diurético16 e/ou de enalapril. Hipersensibilidade/edema angioneurótico23: edema angioneurótico23 de face, extremidades, lábios, língua24, glote25 e/ou laringe26 foi relatado raramente em pacientes tratados com inibidores da ECA, incluindo enalapril. Isto pode ocorrer em qualquer momento do tratamento. Nestes casos, enalapril deve ser descontinuado prontamente e o paciente observado cuidadosamente até a resolução completa dos sintomas9, antes de lhe dar alta. Nos casos de edema27 localizado da face e dos lábios, geralmente o quadro regride sem tratamento, embora os anti-histamínicos possam ser úteis para alívio dos sintomas9. O edema angioneurótico23 associado a edema27 da laringe26 pode ser fatal. Quando houver envolvimento da língua24, glote25 ou faringe28, com potencial para causar obstrução das vias aéreas, deve-se prontamente administrar o tratamento adequado, inclusive adrenalina 1:1000 subcutaneamente (0,3 ou 0,5 ml). Pacientes com história de edema angioneurótico23 não relacionado com os inibidores da ECA podem apresentar maior risco de angioedema29 enquanto estiverem recebendo estes agentes (veja também Contra-indicações). Reações anafilactóides durante dessensibilização30 com himenóptera: raramente, pacientes que estão recebendo inibidores da ECA durante dessensibilização30 com veneno de himenóptera sofreram reações anafilactóides com risco de vida. Evitaram-se estas reações com a suspensão temporária da terapia com o inibidor da ECA, antes de cada dessensibilização30. Pacientes submetidos à hemodiálise13: tem sido relatada a ocorrência de reações anafiláticóides em pacientes submetidos à diálise6 com membranas de alto fluxo (exemplo: AN69) e tratados concomitantemente com um inibidor da ECA. Nestes pacientes, deve-se considerar a utilização de um outro tipo de membrana de diálise6 ou uma classe diferente de agente anti-hipertensivo. Tosse: foi relatada tosse com o uso dos inibidores da ECA. Caracteristicamente, a tosse é não produtiva, persistente e desaparece com a descontinuação da terapia. A tosse induzida por inibidores da ECA deve ser considerada como parte do diagnóstico31 diferencial de tosse. Cirurgia/anestesia32: em pacientes submetidos a cirurgias de grande porte ou sob anestesia32 com agentes que produzem hipotensão4, o enalapril bloqueia a formação de angiotensina II, secundária à liberação compensatória de renina. Se ocorrer hipotensão4 e for considerada devida a este mecansimo, ela poderá ser corrigida pela expansão de volume. Potássio sérico. Uso na gravidez33: não é recomendado o uso de enalapril na gravidez33. O tratamento com enalapril deve ser suspenso logo que se confirme a gravidez33, a menos que seja considerado vital para a mãe. Os inibidores da ECA podem causar morbidade34 e mortalidade10 fetal e neonatal quando administrados a mulheres no segundo ou terceiro trimestres da gravidez33. A utilização de inibidores da ECA durante este período foi associada a danos para o feto e para o recém-nascido, incluindo hipotensão4, insuficiência renal5, hipercalemia e/ou hipoplasia de crânio35 no recém-nascido. Houve ocorrência de oligodrâmnio materno, presumivelmente representando uma redução da função renal2 fetal, podendo resultar em contraturas de membros, deformidades crânio35-faciais e desenvolvimento de pulmão36 hipoplástico. Se for utilizado enalapril, a paciente deverá ser devidamente informada sobre os riscos para o feto. Estes efeitos adversos para o embrião e para o feto não parecem ser resultado da exposição intra-uterina ao inibidor da ECA, durante o primeiro trimestre. Em raros casos, onde a utilização de inibidores da ECA é considerada essencial, deve ser feita ultra-sonografia seriada para se acompanhar o meio intra-amniótico. Se for detectado oligodrâmnio, deve-se descontinuar o tratamento com enalapril, a menos que seja considerado vital para a mãe. Pacientes e médicos devem, contudo, estar cientes de que o oligodrâmnio pode não aparecer até que o feto tenha sofrido danos irreversíveis. Crianças cujas mães tenham tomado enalapril devem ser acompanhadas de perto para verificar a ocorrência de hipotensão4, oligúria37 e hipercalemia. O enalapril, que atravessa a placenta, foi removido da circulação12 de recém-nascidos por meio de diálise peritoneal38, com alguns benefícios clínicos e, teoricamente, pode ser removido por exsanguinitransfusão. Nutrizes39: o enalapril e o enalaprilato são excretados no leite humano, em quantidades virtuais. Deve-se ter cuidado se o medicamento for prescrito a nutrizes39. Uso pediátrico: o medicamento não foi estudado em crianças. - Interações medicamentosas: terapia anti-hipertensiva. Efeito aditivo pode ocorrer quando o enalapril for usado com outra terapia anti-hipertensiva. Potássio sérico: em estudos clínicos, o potássio sérico permaneceu dentro dos limites da normalidade. Em pacientes hipertensos tratados com enalapril por até 48 semanas foram observados aumentos médios de 0,2 mEq/l no potássio sérico. Nos pacientes tratados com enalapril mais um diurético16 tiazídico, o efeito espoliador de potássio do diurético16 foi, em geral, atenuado pelo efeito do enalapril. Se enalapril for dado com um diurético16 espoliador de potássio, a hipocalemia40 induzida por este pode ser atenuada. Os fatores de risco para o desenvolvimento de hipercalemia incluem insuficiência renal5, diabetes melito41, uso concomitante de diuréticos3 poupadores de potássio (por exemplo: espironolactona, triantereno ou amilorida), suplementos potássicos ou substitutos do sal de cozinha contendo potássio. O uso destes agentes, particularmente em pacientes com função renal2 diminuída, pode levar a aumentos significativos do potássio sérico. Se o uso concomitante dos agentes mencionados acima for julgado apropriado, ele deve ser feito com cuidado e o potássio sérico monitorizado com freqüência. Lítio sérico: assim como ocorre com outras drogas que eliminam sódio, a depuração do lítio pode ser reduzida. Portanto, os níveis séricos de lítio devem ser monitorizados cuidadosamente, se forem administrados sais de lítio.Reações adversas - GLIOTEN
o enalapril demonstrou ser geralmente bem tolerado. Na maioria dos casos, as reações adversas foram leves e transitórias e não requereram a interrupção da terapia. Os seguintes efeitos colaterais foram associados com o uso de enalapril comprimidos: tonturas42 e cefaléia43, fadiga, astenia44, hipotensão4 ortostática, síncope45, náuseas46, diarréia14, cãibras musculares, erupção cutânea47 e tosse, disfunção renal2, insuficiência renal5, oligúria37, hipersensibilidade/edema angioneurótico23: edema angioneurótico23 de face, extremidades, lábios, língua24, glote25 e (ou) faringe28. Cardiovasculares: infarto do miocárdio17 ou acidente vascular cerebral18, possivelmente secundários à hipotensão4 excessiva em pacientes de alto risco; dor torácica, distúrbios do ritmo cardíaco, palpitações48, angina49 pectoris. Gastrintestinais: íleo50 paralítico, insuficiência hepática51, hepatite52 (hepatocelular ou colestática), icterícia53, vômitos15, obstipação, estomatite54, pancreatite55, dor abdominal, dispepsia56, anorexia57. Sistemas nervoso/psiquiátrico: depressão, confusão mental, sonolência, insônia, nervosismo, parestesia58, vertigem59. Respiratórios: infiltrados pulmonares, broncospasmo/asma60, dispnéia61, rinorréia, dor de garganta e rouquidão. Pele: eritema multiforme62, dermatite63 esfoliativa, prurido64, síndrome de Stevens-Johnson65, necrólise epidérmica tóxica66, diaforese, pênfigo, urticária67, alopecia68, impotência69, alteração do paladar, visão embaçada, zumbido, glossite70, rubor facial (flushing). Foi relatado um complexo sintomático que pode incluir febre71, serosite72, vasculite73, mialgia74/miosite e artralgia75/artrite76, fator antinúcleo positivo, VHS elevada, eosinofilia e leucocitose77. Erupção cutânea47, fotossensibilidade e outras manifestações dermatológicas podem ocorrer.Contra-Indicações - GLIOTEN
o maleato de enalapril é contra-indicado para pacientes com hipersensibilidade a qualquer componente do produto e para pacientes com história de edema angioneurótico23 relacionado a tratamento prévio com inibidores da enzima78 conversora da angiotensina.Indicações - GLIOTEN
tratamento de todos os graus de hipertensão1 essencial e na hipertensão1 renovascular. Pode ser usado isoladamente, como terapia inicial, ou concomitantemente com outros anti-hipertensivos, particularmente diuréticos3. Também é indicado para o tratamento e prevenção da insuficiência cardíaca7.Apresentação - GLIOTEN
embalagens contendo 30 comprimidos de 2,5 mg, de 5,0 mg, de 10,0 mg e de 20,0 mg.
GLIOTEN - Laboratório
BAGO
Rua Cônego Felipe 365. Taquara.
Rio de Janeiro/RJ
- CEP: 22731 010
Tel: (21) 2159 2600
Fax: (21) 2159 2604
Email: sac@bago.com.br
Site: http://www.bago.com.br/
SAC: 0800 2826569
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