MECLIN
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- - Armazenagem
Meclin
Cloridrato de meclizina
IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO - MECLIN
Nome do medicamento: Meclin
Denominação genérica: cloridrato de meclizina
FORMA FARMACÊUTICA, VIA DE ADMINISTRAÇÃO E APRESENTAÇÕES - MECLIN
USO ORAL
Comprimidos de 25 mg. Caixa com 15 comprimidos
Comprimidos de 50 mg. Caixa com 15 comprimidos
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO - MECLIN
Cada comprimido contém:
Cloridrato de meclizina .................... 25 mg e 50 mg
Excipientes* q.s.p. .................... 1 comprimido
*Excipientes: fosfato de cálcio tribásico, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, lactose, celulose microcristlina, dióxido de silício coloidal, corante FD&C amarelo.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE - MECLIN
AÇÃO DO MEDICAMENTO - MECLIN
MECLIN, cujo princípio ativo é o cloridrato de meclizina, é um antiemético, antivertiginoso e anticinetótico, usado na prevenção e tratamento da cinesia, vertigem1, náuseas2 e vômitos3 induzidos pela radioterapia4 e no tratamento de náuseas2 e vômitos3 durante a gravidez5. A meclizina é rapidamente absorvida após administração oral. O metabolismo6 da droga é provavelmente no fígado7. A ação tem início em aproximadamente 1 hora. A ação prolongada e os efeitos de uma dose única persistem por 24 horas após a administração. A eliminação ocorre pelas fezes de forma inalterada e pela urina8.
INDICAÇÕES DO MEDICAMENTO - MECLIN
MECLIN, cujo princípio ativo é o cloridrato de meclizina, é indicado:
Profilaxia e Tratamento de Cinesia. A meclizina é indicada para a profilaxia e tratamento de náusea9, vômito10, e tontura11 associados à doença do movimento ou radioterapia4.
Profilaxia e Tratamento da Vertigem1: A meclizina pode ser efetiva no tratamento da vertigem1 associada
à doenças que afetam o sistema vestibular, como as labirintites12 e Doença de Menière.
Tratamento e Profilaxia de Náuseas2 e Vômitos3: Induzidos pela Radioterapia4: A meclizina é indicada para a profilaxia e tratamento de náuseas2, vômitos3 e tontura11 associada à radioterapia4.
Tratamento de Náuseas2 e Vômitos3 durante a Gravidez5.
RISCOS DO MEDICAMENTO - MECLIN
Contra- indicações
Nos casos de hipersensibilidade ao cloridrato de meclizina ou aos constituintes da formulação do produto.
Precauções e advertências
O risco- benefício da meclizina deve ser considerado nos seguintes casos:
Obstrução do colo da bexiga13 ou hiperplasia14 prostática sintomática: os efeitos anticolinérgicos da meclizina podem precipitar a retenção urinária15.
Obstrução gastroduodenal: pode ocorrer diminuição da motilidade e do tônus, agravando a retenção gástrica e a obstrução.
Predisposição a glaucoma16 de ângulo fechado: o aumento da pressão intraocular pode precipitar um ataque agudo17 de glaucoma16 de ângulo fechado.
Doença pulmonar, crônica obstrutiva: a redução na secreção brônquica pode causar inspissação e formação de tampão bronquial.
Este produto contém o corante amarelo de TARTRAZINA que pode causar reações de natureza alérgica,
entre as quais asma18 brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao Ácido Acetilsalicílico.
Gravidez5
Estudos epidemiológicos em mulheres grávidas não mostraram que a meclizina causa aumento no risco de anormalidades fetais.
Estudos em ratos mostraram que a meclizina causa fenda palatina quando administrada na dose correspondente a 25 a 50 vezes a dose recomendada em humanos.
Amamentação19
A meclizina pode ser distribuída no leite materno. Entretanto, problemas em humanos não foram documentados.
Devido a sua ação anticolinérgica, a meclizina pode inibir a lactação20.
Pediatria
Não há informação disponível entre a relação da idade e os efeitos da meclizina em pacientes pediátricos.
Entretanto, é de conhecimento que pacientes pediátricos exibem aumento da sensibilidade aos anticolinérgicos, que são farmacologicamente relacionados à meclizina.
Pacientes com insuficiência hepática21
Por se tratar de uma droga metabolizada no fígado7, recomenda- se especial precaução em pacientes com
doenças hepáticas.
Geriatria
Não há informação disponível entre a relação da idade e os efeitos da meclizina nos pacientes geriátricos.
Entretanto, é de conhecimento que pacientes geriátricos exibem aumento da sensibilidade aos anticolinérgicos, que são farmacologicamente relacionados à meclizina. Entretanto, constipação22, secura de boca, e retenção urinária15 (especialmente em homens) são mais prováveis de ocorrer em pacientes idosos.
Interferência em exames laboratoriais
Até o momento não existem dados disponíveis relacionados à interferência da meclizina em exames laboratoriais.
MECLIN pode causar sonolência, desta forma, os pacientes em tratamento devem ter cuidado ao dirigir, operar máquinas, ou participar de qualquer outra atividade perigosa, até que estejam certos de que MECLIN não afeta seu desempenho.
Informe ao seu médico ou cirurgião- dentista o aparecimento de reações indesejáveis.
Informe ao seu médico ou cirurgião- dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Este medicamento pode ser utilizado durante a gravidez5 desde que sob prescrição médica ou do
cirurgião- dentista.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Interações medicamentosas
Álcool e medicamentos depressores do sistema nervoso23 central: o uso concomitante com a meclizina
pode potencializar os efeitos de depressão do sistema nervoso23 central destes medicamentos ou da meclizina.
Anticolinérgicos e medicamentos com atividade anticolinérgica: o uso concomitante com a meclizina pode potencializar os efeitos anticolinérgicos.
Apomorfina: a administração prévia de meclizina pode diminuir a resposta emética da apomorfina.
MODO DE USAR - MECLIN
O produto MECLIN é apresentado na forma de comprimidos de 25 mg e 50 mg de cloridrato de meclizina.
Os comprimidos de MECLIN (cloridrato de meclizina) são redondos, de cor amarelada, inodoros e insípidos.
O produto é de uso oral.
Adultos
Dose usual em adultos e adolescentes:
Profilaxia e tratamento em cinesias: 25 a 50 mg, uma hora antes de viajar. A dose pode ser repetida a cada
24 horas, se necessário.
Profilaxia e tratamento em vertigem1: 25 a 100 mg por dia, como necessário, em doses divididas.
Profilaxia e tratamento em náusea9 e vômito10 induzidos por radioterapia4: 50 mg, 2 a 12 horas antes da radioterapia4.
Tratamento de náuseas2 e vômitos3 da gravidez5: 25 a 100 mg por dia, como necessário, em doses divididas.
Conduta necessária caso haja esquecimento de administração
Caso você esqueça de tomar MECLIN (cloridrato de meclizina) no horário estabelecido pelo seu médico, tome- o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.
REAÇÕES ADVERSAS - MECLIN
A reação adversa de incidência24 mais freqüente é a sonolência. As reações adversas de incidência24 menos freqüente ou rara são visão borrosa, secura de boca, de nariz25 e de garganta.
ATENÇÃO: Este produto é um novo medicamento e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização, podem ocorrer efeitos indesejáveis não conhecidos. Se isto ocorrer, o médico responsável deve ser comunicado. CONDUTA EM CASOS DE SUPERDOSE - MECLIN
Em caso de superdose acidental, consultar o médico imediatamente.
Conduta na Superdose: na eventualidade da ingestão de doses muito acima das preconizadas, recomenda-
se adotar as medidas habituais de controle das funções vitais, como nível de consciência, pressão arterial, freqüência cardíaca e respiratória.
CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO - MECLIN
MECLIN deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C), ao abrigo da umidade
e protegido da luz.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE - MECLIN
Características farmacológicas
As múltiplas aplicações clínicas da meclizina estão ligadas ao seu amplo mecanismo de ação.
Por ser basicamente um anti- histamínico atua bloqueando os receptores H1 da histamina, inibindo sua ação através do bloqueio dos receptores muscarínicos no cérebro. Porém, ao contrário da maioria dos anti-histamínicos, apresenta baixa afinidade pelos receptores muscarínicos, o que em última análise, proporciona um menor número de reações adversas.
A meclizina possui propriedades anticolinérgicas, antieméticas, antiespasmódicas, depressora do sistema nervoso23 central e anestésica local.
O mecanismo dos efeitos antieméticos com a meclizina parece estar relacionado com a inibição do centro do vômito10 no tronco cerebral. A meclizina também reduz a excitabilidade dos neurônios26 no núcleo vestibular e afeta as vias neuronais originadas do labirinto.
Nos transtornos motores, impulsos dos receptores vestibulares são transmitidos para os núcleos vestibulares, para áreas mais primitivas do cerebelo e para as áreas do tronco cerebral. Os efeitos anticolinérgicos centrais da meclizina presumivelmente inibem o aumento da atividade dos neurônios26 colinérgicos nos núcleos vestibulares e áreas reticulares, prevenindo a ativação do centro do vômito10.
A duração da ação da meclizina (acima de 24 horas) é maior do que a de outros antihistamínicos usados
em transtornos motores e vertigem1 (dimenidrinato, difenidramina, ciclizina, buclizina). A medicação é indicada para o tratamento de náusea9, vômito10 e tontura11 associados com transtornos motores.
As outras indicações incluem a prevenção e o tratamento do vômito10 que está associado com a vertigem1 de origem vestibular, como a labirintite27 e a doença de Meniére.
Farmacocinética
Após administração oral, a meclizina é rapidamente absorvida, seu início de ação é em torno de 1 hora
no caso de transtornos motores e vertigem1.
Biodisponibilidade
A ação prolongada e os efeitos de uma dose única persistem por 24 horas após a administração. A meia vida da meclizina é de 6 horas.
Transporte e Metabolismo6
A via metabólica da meclizina não é totalmente conhecida em humanos. Estudos em animais indicam que a meclizina é metabolizada, provavelmente no fígado7, em norclorciclizina, um derivado da piperazina. Este metabólito é distribuído pela maioria dos tecidos e atravessa a barreira placentária.
Excreção:
Após administração oral, a meclizina é excretada pelas fezes de forma inalterada e pela urina8 como norclorciclizina.
Resultados de eficácia
Estudos clínicos sobre a eficácia do cloridrato de meclizina
Em 1975, Milkovich e van den Berg, em um estudo prospectivo amplo, avaliando a evolução de gestantes que utilizaram fármacos antinauseantes no primeiro trimestre da gestação, foram categóricos em sua conclusão: não houve indicação de que os derivados fenotiazínicos, especificamente os derivados da proclorperazina, assim como a meclizina, a ciclizina e o Bendectin, estivessem associados com teratogenicidade. (Milkovich L, van den Berg B An evaluation of the teratogenicity of certain antinauseant drugs Am J Obstet Gynecol 1976 125(2): 244- 8)
Em 1994, Seto e cols. publicaram uma metanálise demonstrando claramente que o uso de antihistamínicos,
incluindo a meclizina, para o tratamento de NVG, mesmo no primeiro trimestre de gestação, era seguro e não teratogênico28. (Seto A, Einarson T, Koren G Pregnancy outcome following first trimester exposure to antihistamines: meta- analysis Am J Perinatol 1994 14: 119-24)
Em 2002, Magee e cols. descreveram, em um artigo de medicina baseada em evidências, que a meclizina e outros antihistamínicos eram eficazes e seguros para o tratamento da NVG. (Magee LA, Mazzotta P, Koren G Evidence- based view of safety and effectiveness of pharmacologic therapy for nausea9 and vomiting of pregnancy (NVP) Am J Obstet Gynecol 2002 186: S256-61)
Em importante artigo de revisão, Anne Leathem faz uma análise da eficácia e segurança das principais drogas utilizadas no tratamento de náusea9 e vômitos3 da gravidez5. Neste artigo aborda a retirada da Doxilamina do mercado nos Estados Unidos, pelas evidências de que aumentava o risco de alterações fetais. Faz também uma análise de falta de evidências da segurança do uso da Metoclopramida e do potencial teratogênico28, ainda que pequeno, do Dimenidrato. (Leathem AM Safety and efficacy of antiemetics used to treat nausea9 and vomiting in pregnancy Clinical Pharmacy 1986 5: 660- 8)
Com o objetivo de avaliar os efeitos da meclizina no sistema vestibular, Martin e Oosterveld realizaram
um estudo com 60 indivíduos, 30 normais e 30 portadores de labirintopatias. Os indivíduos normais receberam placebo e/ou medicação, enquanto os portadores de labirintopatia receberam a medicação. Foram avaliados os valores, antes e depois da medicação ou placebo, para: nistagmo29 posicional, resposta a estimulação calórica bitermal e reação a aceleração angular. Os resultados mostraram uma significante redução do tempo do nistagmo29 no grupo dos labirintopatas e dos normais que receberam a droga, quando submetidos ao teste da aceleração angular. No teste da aceleração linear, também houve um decréscimo da amplitude do movimento ocular nos indivíduos que receberam a droga (labirintopatas ou não). Concluem os autores que, em vista a baixa incidência24 de efeitos colaterais e significante redução da excitabilidade vestibular, a meclizina deve ser largamente utilizada no tratamento ambulatorial de pacientes portadores de labirintopatias. (Martin N, Oosterveld WJ, The vestibular effects of meclizine hydrochloride- niacin combination (antivert), Acta Otolaryng 70, 6-9, 1970)
Horak e colaboradores realizaram um estudo comparativo para analisar a redução de tontura11 e desequilíbrio em 25 pacientes portadores de afecção vestibular crônica, com no mínimo 6 meses de duração. Foram divididos em 3 grupos: o primeiro foi orientado para os exercícios de reabilitação vestibular; o segundo para exercícios gerais e o terceiro foi medicado com meclizina.Os critérios avaliados foram o equilíbrio e a freqüência das crises de vertigem1.Os resultados foram surpreendentes, pois o grupo tratado com meclizina apresentou expressiva redução na vertigem1, mesmo em se tratando de casos crônicos (Horak FB, Jones- Rycewicz C, Black O, Shumway-Cook A, Effects of vestibular rehabilitation on dizziness and imabalnce, Otolaryngology-Head and Neck Surgery 106(2), 175-180, 1992)
Cohem e deJong realizaram um estudo duplo- cego, cruzado, randomizado, comparativo, entre meclizina
e placebo no tratamento da vertigem1 de origem vestibular. Foram incluídos 31 pacientes, com os sinais30, sintomas31 e etiologia. Na avaliação dos resultados, a meclizina foi muito superior ao placebo, reduzindo a freqüência e severidade dos ataques, bem como os sinais30 e sintomas31 relacionados à vertigem1, tais como; náuseas2, nistagmo29 posicional e instabilidade postural. (Cohen B, deJong V, Meclizine and placebo in treating vertigo of vestibular origin, Arch Neurol 27, 129- 135, 1972;)
Oenbrink, médico americano especialista em navegação, relata os bons resultados com a meclizina no tratamento das cinetoses32 provocadas em passageiros de cruzeiros marítimos. Nas companhias de navegação em que trabalha, como rotina é oferecido pelo serviço de quarto, comprimidos de 25 mg de meclizina aos passageiros que começam a sofrer com a cinetose33. Relata também os maus resultados e complicações acarretados pela escopolamina, outra droga disponível em alguns países para esta indicação, que obrigam a pronta intervenção no ambulatório médico de bordo. Reforça também a preocupação com a segurança da medicação, uma vez que é muito alta a incidência24 de passageiros idosos e portadores de múltiplas afecções, em cruzeiros marítimos (Oenbrink RJ, Another approach to motion sickness, Readers'
Forum 90 (6), p. 44- 5, 1991)
INDICAÇÕES - MECLIN
MECLIN, cujo princípio ativo é o cloridrato de meclizina, é indicado:
Profilaxia e Tratamento de Cinesia. A meclizina é indicada para a profilaxia e tratamento de náusea9, vômito10, e tontura11 associados à doença do movimento ou radioterapia4.
Profilaxia e Tratamento da Vertigem1: A meclizina pode ser efetiva no tratamento da vertigem1 asso
ciada à doenças que afetam o sistema vestibular, como as labirintites12 e Doença de Menière.
Tratamento e Profilaxia de Náuseas2 e Vômitos3: Induzidos pela Radioterapia4: A meclizina é indicada para a profilaxia e tratamento de náuseas2, vômitos3 e tontura11 associada à radioterapia4.
Tratamento de Náuseas2 e Vômitos3 durante a Gravidez5
Nos casos de hipersensibilidade ao cloridrato de meclizina ou aos constituintes da formulação do produto.
MODO DE USAR E CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO DEPOIS DE ABERTO - MECLIN
O produto MECLIN é de uso oral.
Os comprimidos de MECLIN (cloridrato de meclizina) são redondos, de cor amarelada, inodoros e insípidos.
O produto deve ser mantido em sua embalagem original, na temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), ao abrigo da umidade e protegidos da luz.
POSOLOGIA - MECLIN
Adultos
Dose usual em adultos e adolescentes:
Profilaxia e tratamento em cinesias: 25 a 50 mg, uma hora antes de viajar. A dose pode ser repetida a cada 24 horas, se necessário.
Profilaxia e tratamento em vertigem1: 25 a 100 mg por dia, como necessário, em doses divididas.
Profilaxia e tratamento em náusea9 e vômito10 induzidos por radioterapia4: 50 mg, 2 a 12 horas antes da radioterapia4.
Tratamento de náuseas2 e vômitos3 da gravidez5: 25 a 100 mg por dia, como necessário, em doses divididas.
Conduta necessária caso haja esquecimento de administração
Caso você esqueça de tomar MECLIN (cloridrato de meclizina) no horário estabelecido pelo seu médico,
tome- o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a
dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo
seu médico. Neste caso, não tome o medicamento em dobro para compensar doses esquecidas.
ADVERTÊNCIAS - MECLIN
O risco- benefício da meclizina deve ser considerado nos seguintes casos:
Obstrução do colo da bexiga13 ou hiperplasia14 prostática sintomática: os efeitos anticolinérgicos da meclizina podem precipitar a retenção urinária15.
Obstrução gastroduodenal: pode ocorrer diminuição da motilidade e do tônus, agravando a retenção gástrica e a obstrução.
Predisposição a glaucoma16 de ângulo fechado: o aumento da pressão intraocular pode precipitar um ataque agudo17 de glaucoma16 de ângulo fechado.
Doença pulmonar, crônica obstrutiva: a redução na secreção brônquica pode causar inspissação e formação de tampão bronquial.
Este produto contém o corante amarelo de TARTRAZINA que pode causar reações de natureza alérgica,
entre as quais asma18 brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao Ácido Acetilsalicílico.
Gravidez5
Estudos epidemiológicos em mulheres grávidas não mostraram que a meclizina causa aumento no risco de anormalidades fetais.
Estudos em ratos mostraram que a meclizina causa fenda palatina quando administrada na dose correspondente a 25 a 50 vezes a dose recomendada em humanos.
Amamentação19
A meclizina pode ser distribuída no leite materno.
Entretanto, problemas em humanos não foram documentados.
Devido a sua ação anticolinérgica, a meclizina pode inibir a lactação20.
Pacientes com insuficiência hepática21
Por se tratar de uma droga metabolizada no fígado7, recomenda- se especial precaução em pacientes com doenças hepáticas.
Interferência em exames laboratoriais
Até o momento não existem dados disponíveis relacionados à interferência da meclizina em exames laboratoriais.
MECLIN pode causar sonolência, desta forma, os pacientes em tratamento devem ter cuidado ao dirigir, operar máquinas, ou participar de qualquer outra atividade perigosa, até que estejam certos de que MECLIN não afeta seu desempenho.
USO EM IDOSO - MECLIN
Geriatria
Não há informação disponível entre a relação da idade e os efeitos da meclizina nos pacientes geriátricos.
Entretanto, é de conhecimento que pacientes geriátricos exibem aumento da sensibilidade aos anticolinérgicos, que são farmacologicamente relacionados à meclizina. Entretanto, constipação22, secura de boca, e retenção urinária15 (especialmente em homens) são mais prováveis de ocorrer em pacientes idosos.
INTERAÇÃO MEDICAMENTOSAS - MECLIN
Álcool e medicamentos depressores do sistema nervoso23 central: o uso concomitante com a meclizina
pode potencializar os efeitos de depressão do sistema nervoso23 central destes medicamentos
ou da meclizina.
Anticolinérgicos e medicamentos com atividade anticolinérgica: o uso concomitante com a meclizina pode potencializar os efeitos anticolinérgicos.
Apomorfina: a administração prévia de meclizina pode diminuir a resposta emética da apomorfina.
REAÇÕES ADVERSAS - MECLIN
A reação adversa de incidência24 mais freqüente é a sonolência. As reações adversas de incidência24 menos freqüente ou rara são visão borrosa, secura de boca, de nariz25 e de garganta.
Efeitos adversos de fato atribuíveis à piridoxina isoladamente são raramente relatados; como queixas de acidez estomacal, indigestão e náuseas2 só descritas com doses de 150 a 200 mg/dia, embora haja relato de neuropatias periféricas com a ingestão de 200 mg/dia por mais de 30 dias.
ATENÇÃO: Este produto é um novo medicamento e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização, podem ocorrer efeitos indesejáveis não conhecidos. Se isto
ocorrer, o médico responsável deve ser comunicado.
SUPERDOSE - MECLIN
Em caso de superdose acidental, consultar o médico imediatamente.
Conduta na Superdose: na eventualidade da ingestão de doses muito acima das preconizadas, recomenda-
se adotar as medidas habituais de controle das funções vitais como nível de consciência, pressão arterial, freqüência cardíaca e respiratória.
ARMAZENAGEM - MECLIN
MECLIN deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C), ao abrigo da umidade
e protegido da luz.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
MS- 1.0118.0165
Farmacêutico Responsável: Dr. Eduardo Sérgio
Medeiros Magliano - CRF SP nº 7179
APSEN FARMACÊUTICA S/A
Rua La Paz, nº 37/67 - Santo Amaro
CEP 04755- 020 - São Paulo - SP
CNPJ 62.462.015/0001- 29
Indústria Brasileira
MECLIN - Laboratório
APSEN
RUA LA PAZ, 37/67. Santo Amaro.
São Paulo/SP
- CEP: 04755020
Tel: 0800 165678
Email: infomed@apsen.com.br
Site: http://www.apsen.com.br/
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