Frenurin

UCI FARMA

Atualizado em 08/12/2014

Frenurin

Cloridrato de oxibutinina

Apresentações de Frenurin

Caixa contendo frasco com 120 mlCaixas contendo 30 ou 60 comprimidos
Bula :
Frenurin
Cloridrato de oxibutinina
Comprimido e solução - Uso oral
USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Composição de Frenurin

Frenurin comprimido:
Cada comprimido contém cloridrato de oxibutinina 5 mg.
Excipiente/veículo q.s.p. 1 comprimido.*
Frenurin xarope:
Cada 1 ml contém cloridrato de oxibutinina 1 mg.
Excipiente/veículo q.s.p. 1 ml.**
*(amido, celulose microcristalina, ácido esteárico, estearato de magnésio, dióxido de silício, fosfato dicálcico)
**(glicerina, sorbitol1, ácido cítrico, citrato de sódio, hidroxietilcelulose, ácido etilenodiaminotetracético, benzoato de sódio, sacarina2, aroma artificial de maçã verde)

Informações ao Paciente de Frenurin

· FRENURIN® é um medicamento utilizado para reter a urina3, diminuindo o desejo e a frequência de urinar.· FRENURIN® deve ser conservado em lugar seco, fresco (temperatura menor que 300 C) e protegido da luz, na sua embalagem original até o término de seu uso.
· O número do lote, as datas de fabricação e validade estão carimbados no cartucho do produto. · Não utilize o medicamento com prazo de validade vencido.
· Para a administração correta de FRENURIN®, leia atentamente o item Instruções de Uso, contido na parte final desta bula.
· FRENURIN® COMPRIMIDO E XAROPE não possuem açúcar4, podendo ser administrados a pacientes diabéticos.
· Podem ocorrer sonolência e alterações na visão5 durante o tratamento com FRENURIN®. Portanto, recomenda-se cautela na condução de veículos, na operação de máquinas e outras atividades que requerem atenção.
· FRENURIN® pode causar secura da boca6, dificuldade para evacuar ou retenção das fezes. Se esses efeitos forem intensos, procure orientação médica.
· FRENURIN® não deve ser utilizado por pacientes alérgicos a oxibutinina, com doenças gastrintestinais graves, disfunção dos rins7 ou fígado8, doença cardíaca não-tratada ou com dificuldade para urinar.
· Durante o tratamento com FRENURIN®, deve-se evitar a ingestão de bebidas alcoólicas.
· FRENURIN® não deve ser utilizado em crianças menores que 5 anos de idade.
· Informe ao médico a ocorrência de gravidez9 durante o tratamento ou após o seu término.
· Informe ao médico se estiver amamentando.
· Informe ao médico sobre os medicamentos que está utilizando.
· Obedeça a posologia indicada pelo médico e não interrompa o tratamento sem o seu conhecimento.
· Informe imediatamente ao médico se ocorrerem reações indesejáveis.
NÃO TOME MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE10.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Informações Técnicas de Frenurin

A oxibutinina é um derivado do éster do ácido fenilcicloexanoglicólico. Exerce efeito antiespasmódico direto sobre a musculatura lisa e inibe a ação da acetilcolina11 nos receptores colinérgicos pós-ganglionares. Como resultado, aumenta a capacidade vesical12, diminui a freqüência de contrações do músculo detrusor13 e retarda o desejo inicial de micção14.
A oxibutinina diminui a urgência15 e a freqüência urinária, tanto nos episódios de incontinência16 como nas fases de micção14 urinária.
Não provoca bloqueio dos efeitos da acetilcolina11 nas junções neuromusculares, nem nos gânglios17 do sistema autônomo (efeitos antinicotínicos). Não apresenta ação sobre os músculos18 lisos dos vasos sangüíneos19.
Após a administração oral, a oxibutinina é rapidamente absorvida pelo trato gastrintestinal, atingindo concentração plasmática máxima em, aproximadamente, 60 minutos.
A biodisponibilidade sistêmica é de 6% e a meia-vida plasmática de eliminação de 2 a 3 horas. Apresenta biotransformação hepática20 com formação de metabólito21 ativo, a desetiloxibutinina. A oxibutinina e seu metabólito21 são eliminados pela urina3 e fezes.

Indicações de Frenurin

FRENURIN® é indicado no alívio dos sintomas22 urológicos23 relacionados com a micção14, como incontinência urinária24, urgência15 miccional, enurese25 noturna, noctúria e incontinência16 em pacientes com bexiga26 neurogênica espástica não-inibida e bexiga26 neurogênica reflexa. Como coadjuvante27 no tratamento da cistite28 de qualquer natureza e da prostatite29 crônica.

Contra-Indicações de Frenurin

Em casos de hipersensibilidade à oxibutinina ou a qualquer componente da fórmula.
Glaucoma30 de ângulo aberto, obstrução parcial ou total do trato gastrintestinal, colite31, colite31 ulcerativa, íleo paralítico32, atonia intestinal, megacolo, megacolo tóxico, miastenia33 grave, cardiopatia descompensada, hemorragia34 aguda, uropatia obstrutiva, retenção urinária35.
Não é indicada a administração da oxibutinina em crianças abaixo de 5 anos de idade por não estar estabelecida a eficácia e segurança do fármaco36 neste grupo.

Precauções de Frenurin

Pacientes com fatores de risco, de forma comprovada ou suspeita, devem ser cuidadosamente avaliados antes do início do tratamento com a oxibutinina. Os fatores de risco são: neuropatias relacionadas ao sistema nervoso autônomo37, insuficiência hepática38 e/ou renal39, doença cardíaca, hipertensão40, hipertireoidismo41, hérnia42 de hiato, hipertrofia43 prostática. Nesses casos recomenda-se cautela na administração do medicamento com estrito acompanhamento médico, pois esses distúrbios podem ser agravados por fármacos anticolinérgicos.Deve-se recomendar aos pacientes idosos, parkinsonianos ou que estejam em local onde a temperatura ambiente é elevada, que interrompam o tratamento com a oxibutinina e procurem imediatamente um médico se ocorrerem sinais44 ou sintomas22 como diarréia45, confusão mental, distúrbios do sono, diminuição da transpiração46, febre47. Durante o tratamento com a oxibutinina não é aconselhável a ingestão de bebidas alcoólicas, benzodiazepínicos e barbitúricos, devido a potencialização do efeito depressor quando ingeridos concomitantemente.
Durante o tratamento com a oxibutinina, os reflexos do paciente podem ser diminuídos. Por isso, é necessário cautela na condução de veículos, na operação de máquinas e outras atividades que requerem atenção.
Gravidez9 e lactação48: não foram relatadas evidências de efeitos teratogênicos49 com o uso da oxibutinina em estudos realizados com animais. Estudos clínicos em mulheres grávidas com a utilização da oxibutinina não foram realizados. O medicamento somente deve ser administrado durante a gestação, sob estrito acompanhamento médico, quando os benefícios para a mãe justificarem o potencial de risco para o feto50.
Não há relatos sobre a eliminação da oxibutinina através do leite materno. A administração deve ser cautelosa e sob orientação médica se o fármaco36 for utilizado durante a lactação48.

Reações Adversas de Frenurin

FRENURIN® é um medicamento bem tolerado, apresentando baixa incidência51 de efeitos colaterais52. Geralmente, os efeitos adversos são leves e transitórios não causando a suspensão da terapia. Ocasionalmente, podem ocorrer náuseas53, vômitos54, constipação55, diminuição da motilidade gastrintestinal, xerostomia56, sonolência, vertigem57, insônia, cefaléia58, retenção urinária35, hipotermia59, vasodilatação, taquicardia60, ambliopia61, cicloplegia, midríase62, diminuição da secreção lacrimal, aumento da pressão intra-ocular, impotência63, supressão da lactação48.
Foram relatados raros casos de refluxo gastroesofágico64, distúrbios do sono e estado agudo65 de confusão mental em pacientes com doença de Parkinson66.

Interações Medicamentosas de Frenurin

Agentes antimuscarínicos e outros fármacos com atividade anticolinérgica: a administração concomitante com a oxibutinina pode potencializar os efeitos anticolinérgicos.Antiácidos67: podem interferir com a absorção da oxibutinina. Deve-se aguardar, no mínimo, uma hora entre a administração dos fármacos. Depressores do sistema nervoso central68: a administração conjunta com a oxibutinina pode potencializar os efeitos depressores.
Digoxina: o uso concomitante com a oxibutinina pode aumentar a concentração plasmática da digoxina.
Fenotiazínicos: pode ocorrer aumento de efeitos anticolinérgicos quando administrados com a oxibutinina.
Haloperidol: a concentração plasmática do haloperidol pode diminuir com a utilização da oxibutinina.
Itraconazol: pode elevar a concentração plasmática da oxibutinina.

Posologia e Administração de Frenurin

A dose recomendada de FRENURIN® é a seguinte:
Adultos
Frenurin comprimidos: 1 comprimido , duas a três vezes ao dia.
Frenurin xarope: 5 ml, duas a três vezes ao dia.
Crianças acima de 5 anos de idade
Frenurin comprimidos: 1 comprimido, duas vezes ao dia.
Frenurin xarope: 5 ml, duas vezes ao dia.
Para adultos a dose diária não deve exceder a 4 comprimidos ou 20 ml de xarope (20 mg de oxibutinina).
Para crianças a dose diária não deve exceder a 3 comprimidos ou 15 ml de xarope (15 mg de oxibutinina). Em pacientes suscetíveis a efeitos colaterais52, como idosos, pode ser necessária a redução da dose diária.
FRENURIN® COMPRIMIDO e XAROPE não contêm açúcar4, podendo ser administrados a pacientes diabéticos.

Instruções de Uso de Frenurin

FRENURIN® COMPRIMIDO e XAROPE devem ser ingeridos antes das refeições, se necessário, com o auxílio de água, leite, suco de frutas ou refrigerante. Para a utilização posológica correta, as doses de FRENURIN® XAROPE devem ser administradas utilizando-se o copo-medida contido na embalagem do produto.O copo-medida possui indicações visuais de doses, as quais devem ser seguidas de acordo com a prescrição médica.

Superdosagem de Frenurin

Os principais sintomas22 de intoxicação aguda são agitação, tremor, irritabilidade, convulsões, delírio69, hipertermia, náuseas53, vômitos54, taquicardia60, hipotensão70 ou hipertensão40, insuficiência respiratória71, midríase62, retenção urinária35.
O tratamento deve ser sintomático72 e de suporte, consistindo na realização de lavagem gástrica73, administração de carvão ativado e catártico e monitorização do sistema respiratório74 e cardiovascular. Fármacos como fisostigmina, benzodiazepínicos, beta-bloqueadores podem ser utilizados no tratamento dos sintomas22.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Farmacêutica Responsável: Dra. Dirce de Paula Zanetti. CRF-SP nº 7758
Registro MS nº 1.0550.0119

Frenurin - Laboratório

UCI FARMA
Rua do Cruzeiro, 374
São Bernardo do Campo/SP - CEP: 09725-310
Tel: (011)414-2022
Fax: (011)448-5253

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Complementos

1 Sorbitol: Adoçante com quatro calorias por grama. Substância produzida pelo organismo em pessoas com diabetes e que pode causar danos aos olhos e nervos.
2 Sacarina: Adoçante sem calorias e sem valor nutricional.
3 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
4 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
5 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
6 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
7 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
8 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
9 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
10 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
11 Acetilcolina: A acetilcolina é um neurotransmissor do sistema colinérgico amplamente distribuído no sistema nervoso autônomo.
12 Vesical: Relativo à ou próprio da bexiga.
13 Músculo detrusor: É um músculo liso da parede da bexiga urinária. Durante a micção, ele se contrai para expulsar a urina da bexiga. Em outros momentos, ele se mantém relaxado para permitir que a bexiga se encha.
14 Micção: Emissão natural de urina por esvaziamento da bexiga.
15 Urgência: 1. Necessidade que requer solução imediata; pressa. 2. Situação crítica ou muito grave que tem prioridade sobre outras; emergência.
16 Incontinência: Perda do controle da bexiga ou do intestino, perda acidental de urina ou fezes.
17 Gânglios: 1. Na anatomia geral, são corpos arredondados de tamanho e estrutura variáveis; nodos, nódulos. 2. Em patologia, são pequenos tumores císticos localizados em uma bainha tendinosa ou em uma cápsula articular, especialmente nas mãos, punhos e pés.
18 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
19 Vasos sangüíneos: Órgãos em forma de tubos que se ramificam por todo o organismo. Existem três tipos principais de vasos sangüíneos que são as artérias, veias e capilares.
20 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
21 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
22 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
23 Urológicos: Que se referem ou pertencem à urologia, especialidade médica que se dedica ao estudo e tratamento das doenças do sistema urinário dos dois sexos e do sistema reprodutor masculino.
24 Incontinência urinária: Perda do controle da bexiga que provoca a passagem involuntária de urina através da uretra. Existem diversas causas e tipos de incontinência e muitas opções terapêuticas. Estas vão desde simples exercícios de fisioterapia até complicadas cirurgias. As mulheres são mais freqüentemente acometidas por este problema.
25 Enurese: Definida como a perda involuntária de urina. Ocorre quando a pressão dentro da bexiga excede aquela que se verifica dentro da uretra, ou seja, há um aumento considerável da pressão para urinar dentro da bexiga, isso ocorre durante a fase de enchimento do ciclo de micção. Pode também ser designada de “incontinência urinária“. E ocorre com certa frequência à noite, principalmente entre os idosos.
26 Bexiga: Órgão cavitário, situado na cavidade pélvica, no qual é armazenada a urina, que é produzida pelos rins. É uma víscera oca caracterizada por sua distensibilidade. Tem a forma de pêra quando está vazia e a forma de bola quando está cheia.
27 Coadjuvante: Que ou o que coadjuva, auxilia ou concorre para um objetivo comum.
28 Cistite: Inflamação ou infecção da bexiga. É uma das infecções mais freqüentes em mulheres, e manifesta-se por ardor ao urinar, urina escura ou com traços de sangue, aumento na freqüência miccional, etc.
29 Prostatite: Quadro de inflamação da próstata.
30 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
31 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
32 Íleo paralítico: O íleo adinâmico, também denominado íleo paralítico, reflexo, por inibição ou pós-operatório, é definido como uma atonia reflexa gastrintestinal, onde o conteúdo não é propelido através do lúmen, devido à parada da atividade peristáltica, sem uma causa mecânica. É distúrbio comum do pós-operatório podendo-se afirmar que ocorre após toda cirurgia abdominal, como resposta “fisiológica“ à intervenção, variando somente sua intensidade, afetando todo o aparelho digestivo ou parte dele.
33 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
34 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
35 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
36 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
37 Sistema nervoso autônomo: Parte do sistema nervoso que controla funções como respiração, circulação do sangue, controle de temperatura e da digestão.
38 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
39 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
40 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
41 Hipertireoidismo: Doença caracterizada por um aumento anormal da atividade dos hormônios tireoidianos. Pode ser produzido pela administração externa de hormônios tireoidianos (hipertireoidismo iatrogênico) ou pelo aumento de uma produção destes nas glândulas tireóideas. Seus sintomas, entre outros, são taquicardia, tremores finos, perda de peso, hiperatividade, exoftalmia.
42 Hérnia: É uma massa circunscrita formada por um órgão (ou parte de um órgão) que sai por um orifício, natural ou acidental, da cavidade que o contém. Por extensão de sentido, excrescência, saliência.
43 Hipertrofia: 1. Desenvolvimento ou crescimento excessivo de um órgão ou de parte dele devido a um aumento do tamanho de suas células constituintes. 2. Desenvolvimento ou crescimento excessivo, em tamanho ou em complexidade (de alguma coisa). 3. Em medicina, é aumento do tamanho (mas não da quantidade) de células que compõem um tecido. Pode ser acompanhada pelo aumento do tamanho do órgão do qual faz parte.
44 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
45 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
46 Transpiração: 1. Ato ou efeito de transpirar. 2. Em fisiologia, é a eliminação do suor pelas glândulas sudoríparas da pele; sudação. Ou o fluido segregado pelas glândulas sudoríparas; suor. 3. Em botânica, é a perda de água por evaporação que ocorre na superfície de uma planta, principalmente através dos estômatos, mas também pelas lenticelas e, diretamente, pelas células epidérmicas.
47 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
48 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
49 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
50 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
51 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
52 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
53 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
54 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
55 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
56 Xerostomia: Ressecamento da boca provocado em geral pela secreção insuficiente de saliva pelas glândulas salivares. É ocasionado como efeito colateral de algumas drogas (anticolinérgicos) ou por diversos transtornos locais ou gerais.
57 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
58 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
59 Hipotermia: Diminuição da temperatura corporal abaixo de 35ºC.Pode ser produzida por choque, infecção grave ou em estados de congelamento.
60 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
61 Ambliopia: Ambliopia ou “olho preguiçoso” é um termo oftalmológico usado para definir a baixa visão que não é corrigida com óculos. Isso quer dizer que a causa desse déficit não está especificamente no olho, mas sim na região cerebral que corresponde à visão e que não foi devidamente estimulada no momento certo (“o olho não aprende a ver”). Afeta 1 a 2% da população, sendo a principal causa de baixa visão nas crianças. É um problema que pode passar despercebido pela criança ou pelos pais, por isso as triagens visuais para as crianças são tão importantes.
62 Midríase: Dilatação da pupila. Ela pode ser fisiológica, patológica ou terapêutica.
63 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
64 Refluxo gastroesofágico: Presença de conteúdo ácido proveniente do estômago na luz esofágica. Como o dito órgão não está adaptado fisiologicamente para suportar a acidez do suco gástrico, pode ser produzida inflamação de sua mucosa (esofagite).
65 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
66 Doença de Parkinson: Doença degenerativa que afeta uma região específica do cérebro (gânglios da base), e caracteriza-se por tremores em repouso, rigidez ao realizar movimentos, falta de expressão facial e, em casos avançados, demência. Os sintomas podem ser aliviados por medicamentos adequados, mas ainda não se conhece, até o momento, uma cura definitiva.
67 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
68 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
69 Delírio: Delirio é uma crença sem evidência, acompanhada de uma excepcional convicção irrefutável pelo argumento lógico. Ele se dá com plena lucidez de consciência e não há fatores orgânicos.
70 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
71 Insuficiência respiratória: Condição clínica na qual o sistema respiratório não consegue manter os valores da pressão arterial de oxigênio (PaO2) e/ou da pressão arterial de gás carbônico (PaCO2) dentro dos limites da normalidade, para determinada demanda metabólica. Como a definição está relacionada à incapacidade do sistema respiratório em manter níveis adequados de oxigenação e gás carbônico, foram estabelecidos, para sua caracterização, pontos de corte na gasometria arterial: PaO2 50 mmHg.
72 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
73 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
74 Sistema Respiratório: Órgãos e estruturas tubulares e cavernosas, por meio das quais a ventilação pulmonar e as trocas gasosas entre o ar externo e o sangue são realizadas.
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