OXALIPLATINA

EUROFARMA

Atualizado em 09/12/2014

OXALIPLATINA

Medicamento genérico Lei n°9.787 de 1.999

Pó liófilo para solução injetável

Forma Farmacêutica e Apresentações da Oxaliplatina

Pó liófilo para solução injetável 50 mg. Embalagem contendo 1 ou 10 frascos-ampola.Pó liófilo para solução injetável 100 mg. Embalagem contendo 1 ou 10 frascos-ampola.

USO ADULTO
Para infusão intravenosa

Composição da Oxaliplatina

Cada frasco-ampola (50 mg) contém:
oxaliplatina q.s.p.................... 50 mg
excipiente q.s.p. ....................1 frasco-ampola

Cada frasco-ampola (100 mg) contém:
oxaliplatina....................100 mg
excipiente q.s.p. ....................1 frasco-ampola

Informações da Oxaliplatina

Cuidados de armazenamentoConservar em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Proteger da luz e umidade.
Após reconstituição, conservar a solução sob refrigeração (entre 2°C e 8°C) por 48 horas. Após este período despreze qualquer solução não utilizada.

Prazo de validade
Desde que observados os devidos cuidados de conservação, o prazo de validade de oxaliplatina é de 24 meses, contados a partir da data de fabricação impressa em sua embalagem externa.
Após este prazo, despreze qualquer solução não utilizada.

NÃO USE MEDICAMENTOS COM O PRA ZO DE VALIDADE VENCIDO.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Informações Técnicas da Oxaliplatina

CARACTERÍSTICAS
Farmacodinâmica

A oxaliplatina pertence a uma nova classe de sais da platina, na qual o átomo central de platina é envolvido por um oxalato e um 1,2-diaminociclohexano (dach) em posição trans. A oxaliplatina é um estéreo-isômero.
Assim como outros derivados da platina, a oxaliplatina atua sobre o DNA, formando ligações alquil que levam à formação de pontes inter e intra-filamentos, inibindo a síntese e posterior formação de novas moléculas nucléicas de DNA. A cinética1 de ligação da oxaliplatina com o DNA é rápida, ocorrendo no máximo em 15 minutos, enquanto que com a cisplatina essa ligação é bifásica, com uma fase tardia após 4 a 8 horas. No homem, observou-se a presença dos complexos de inclusão nos leucócitos2 1 hora após a administração. A replicação e posterior separação do DNA são inibidas, da mesma forma que, secundariamente, é inibida a síntese de RNA e das proteínas3 celulares.
A oxaliplatina é eficaz sobre certas linhas de tumores resistentes à cisplatina.
Farmacocinética
O pico plasmático de platina total é de 5,1 ± 0,8 mcg/mL e a área sob a curva (AUC) de 0 a 48 horas é de 189 ± 45 mcg/mL/h, após administração por 2 horas de perfusão venosa de 130 mg/m2 de oxaliplatina. Ao final da perfusão, 50% da platina estão fixados nos eritrócitos4 e 50% se encontram no plasma5, sendo que 25% na forma livre e 75% ligados às proteínas3 plasmáticas. A ligação às proteínas3 aumenta progressivamente estabilizando-se em 95% no quinto dia após a administração.
A eliminação é bifásica com meia-vida terminal de cerca de 40 horas.
Um máximo de 50% da dose administrada são eliminados na urina6 em 48 horas, e 55% ao fim de 6 dias. A excreção fecal é pequena (5% da dose ao final de 11 dias).
Não há necessidade de adaptação posológica nos pacientes com insuficiência renal7 pois apenas a depuração da platina ultrafiltrável se mostrou diminuída nesses pacientes, não ocorrendo portanto aumento da toxicidade8.
A eliminação da platina dos eritrócitos4 é bastante lenta: no 22° dia o nível de platina intra-eritrocitária corresponde a 50% da concentração plasmática máxima, sendo que a maior parte da platina plasmática já foi eliminada nesse período. Ao longo do curso de ciclos sucessivos
de tratamento observou-se que não há aumento significativo dos níveis plasmáticos de platina total e ultrafiltrável, enquanto que há um acúmulo nítido e precoce de platina eritrocitária.
Em animais de laboratório, a oxaliplatina demonstra o perfil de toxicidade8 geral característico dos complexos da platina. Entretanto, nenhum órgão-alvo em particular foi identificado, a não ser a cardiotoxicidade no cão, própria desta espécie de animal. Digno de nota é que a oxaliplatina não apresenta a nefrotoxicidade9 da cisplatina nem a mielotoxicidade da carboplatina.

Indicações da Oxaliplatina

Oxaliplatina está indicada no tratamento do câncer10 colorretal metastático em associação às fluoropirimidinas. Oxaliplatina pode também ser administrada a pacientes que não toleram fluoropirimidinas.

Contraindicações da Oxaliplatina

O USO DE OXALIPLATINA É CONTRAINDICADO EM CASOS DE HIPERSENSIBILIDADE CONHECIDA A DERIVADOS DA PLATINA, A OXALIPLATINA E/OU A QUALQUER COMPONENTE DA FORMULAÇÃO.

Advertências da Oxaliplatina

A OXALIPLATINA DEVE SER ADMINISTRADA SOB A SUPERVISÃO DE UM MÉDICO CAPACITADO, COM EXPERIÊNCIA NO USO DE QUIMIOTERAPIA11 ANTINEOPLÁSICA. A TOLERABILIDADE NEUROLÓGICA DEVE SER OBJETO DE ESPECIAL ATENÇÃO, SOBRETUDO QUANDO A OXALIPLATI NA É ASSOCIADA A OUTROS MEDICAMENTOS COM TOXICIDADE8 NEUROLÓGICA POTENCIAL. A TOXICIDADE8 DIGESTIV A DA OXALIPLATINA (NÁUSEAS12 E VÔMITOS13) JUSTIFICA USO PROFILÁTICO E/OU TERAPÊUTICO DE ANTIEMÉTICOS14.EM CASO DE REAÇÃO HEMATOLÓGICA (LEUCÓCITOS2 < 2000/MM3 OU PLAQUETAS15 < 50000/ MM3), O INÍCIO DO CICLO SEGUINTE DE TRATAMENTO DEVE SER ADIADO ATÉ A
RECUPERAÇÃO.

Precauções da Oxaliplatina

PROCEDER A AVALIAÇÃO DO HEMOGRAMA ANTES DE INICIAR O TRATAMENTO E ANTES DE CADA NOVO CICLO.
REALIZAR EXAME NEUROLÓGICO ANTES DO TRATAMENTO E REPETIR PERIODICAMENTE.

 •  USO DURANTE A GRAVIDEZ16 E LACTAÇÃO17
NÃO ESTÃO DISPONÍVEIS INFORMAÇÕES SOBRE A SEGURANÇA DO USO DA OXALIPLATINA EM MULHERES GRÁVIDAS OU EM PERÍODO DE ALEITAMENTO. COMO QUALQUER CITOSTÁTICO18, A OXALIPLATINA PODE SER TÓXICA PARA O FETO19 E PARA O LACTENTE20, E PORTANTO ESTÁ CONTRAINDICADA DURANTE A GRAVIDEZ16 E LACTAÇÃO17.

Interações Medicamentosas da Oxaliplatina

DEVIDO A INCOMPATIBILIDADE COM CLORETO DE SÓDIO E COM SOLUÇÕES BÁSICAS (EM PARTICULAR A 5-FLUORURACILA E O TROMETANOL), OXALIPLATINA NÃO DEVE SER MISTURADA COM ESSAS SUBSTÂNCIAS OU ADMINISTRADA PELA MESMA VIA VENOSA. EVITAR O USO DE MATERIAIS DE ADMINISTRAÇÃO INTRAVENOSA CONTENDO ALUMÍNIO.NÃO SE OBSERVA IN VITRO DESLOCAMENTO DA OXALIPLATINA DE SUAS LIGAÇÕES PROTÉICaS POR AÇÃO DAS SEGUINTES SUBSTÂNCIAS: ERITROMICINA, SALICILATOS, GRANISETRONA, PACLITAXEL E VALPROATO DE SÓDIO. FOI CONSTATADA SINERGIA IN VIVO COM A 5-FLUORURACILA, TANTO NO HOMEM COMO EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO.

 •  INTERFERÊNCIA EM EXAMES LABORATORIAIS
NÃO SE CONHECE ATÉ O MOMENTO INTERFERÊNCIA DA OXALIPLATINA EM EXAMES LABORATORIAIS.

Reações Adversas da Oxaliplatina

SISTEMA HEMATOPOIÉTICO21: A OXALIPLATINA É POUCO HEMATOTÓXICA. QUANDO EM MONOTERAPIA, PODE CAUSAR OS SEGUINTES EFEITOS INDESEJÁVEIS: ANEMIA22, LEUCOPENIA23, GRANULOCITOPENIA E TROMBOCIT OPENIA, ÀS VEZES DE GRAU 3 OU 4 (GRAU 4: NEUTRÓFILOS24 < 500/MM3, PLAQUETAS15 < 25000/MM3, HEMOGLOBINA25 < 6,5 G %). A ASSOCIAÇÃO COM A 5-FLUORURACILA AUMENTA A TOXICIDADE8 QUANTO À NEUTROPENIA26 E À TROMBOCITOPENIA27.

SISTEMA DIGESTIVO28: ADMINISTRADA EM MONOTERAPIA, OXALIPLATINA CAUSA NÁUSEAS12, VÔMITOS13 E DIARRÉIA29, ÀS VEZES GRAVES. A ASSOCIAÇÃO COM A 5-FLUORURACILA AUMENTA CLARAMENTE A FREQUÊNCIA DESSES EFEITOS.
ACONSELHA-SE O USO PROFILÁTICO E/OU TERAPÊUTICO DE UM ANTIEMÉTICO30 POTENTE.

SISTEMA NERVOSO31: OBSERVA-SE COM FREQUÊNCIA NEUROPATIAS PERIFÉRICAS SENSITIVAS, CARACTERIZADAS POR PARESTESIAS32 DAS EXTREMIDADES. PODEM SER
ACOMPANHADAS DE CÃIMBRAS, DE DISESTESIAS DA REGIÃO PERIORAL E LARINGE33, PODENDO MESMO SIMULAR QUADRO CLÍNICO DE ESPASMOS34 LARÍNGEOS SEM SUBSTRATO ANATÔMICO, REVERSÍVEL ESPONTANEAMENTE E SEM SEQÜELAS. TAIS MANIFESTAÇÕES SÃO FREQÜENTEMENTE PROVOCADAS OU AGRAVADAS POR TEMPERATURAS BAIXAS.
AS PARESTESIAS32 GERALMENTE REGRIDEM ENTRE OS CICLOS DE TRATAMENTO, MAS PODEM TORNAR-SE PERMANENTES E PROVOCAR DISTÚRBIO FUNCIONAL APÓS ACÚMULO DE DOSES (TOXICIDADE8 CU MULATIVA), GERALMENTE SUPERIOR A 800 MG/ M2 (6 CICLOS). A NEUROTOXICIDADE REGRIDE OU DESAPARECE EM MAIS DE 3/4 DOS PACIENTES NOS MESES QUE SE SEGUEM À INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO. A OCORRÊNCIA DE PAREST ESI AS ESPONTANEAMENTE REVERSÍVEIS NÃO REQUER ADAPTAÇÃO DA DOSE NOS EVENTUAIS NOVOS CICLOS DE TRATAMENTO. ENTRETANTO, ACONSELHA-SE ADAPTAR A POSOLOGIA DA OXALIPLATINA EM FUNÇÃO DA DURAÇÃO E GRAVIDADE DOS SINTOMAS35 NEUROLÓGICOS OBSERVADOS. EM CASO DE PARESTESIAS32 PERSISTENTES ENTRE DOIS CICLOS, DE PARESTESIAS32 DOLOROSAS E/OU DE INÍCIO DE COMPROMETIMENTO FUNCIONAL, RECOMENDA-SE REDUZIR EM 25% A DOSE DE OXALIPLATINA (OU SEJA, 100 MG/M2); CASO A SINTOMATOLOGIA SE MANTENHA OU SE AGRAVE EM FUNÇÃO DA REDUÇÃO DA DOSE, ACONSELHA-SE INTERROMPER O TRATAMENTO. A CRITÉRIO MÉDICO, O TRATAMENTO PODERÁ SER REINICIADO NA DOSE PADRÃO OU COM DOSE REDUZIDA APÓS REGRESSÃO TOTAL OU PARCIAL DOS SINTOMAS35.
OUTROS EFEITOS FORAM OBSERVADOS, EM CARÁTER EXCEPCIONAL: CASOS DE FEBRE36, ERUPÇÃO37 CUTÂNEA38 E MAL ESTAR GERAL.
NÃO SE CONSTATOU OCORRÊNCIA DE ALOPECIA39 NEM TOXICIDADE8 AUDITIVA, RENAL40, HEPÁTICA41 OU CARDÍACA POR OCASIÃO DOS ESTUDOS CLÍNICOS.

Posologia e Administração da Oxaliplatina

A dose recomendada é de 130 mg/m2, seja em monoterapia ou combinada a outros quimioterápicos. Essa dose deve ser repetida a intervalos de 3 semanas, caso não ocorram sinais42 e sintomas35 de toxicidade8 importante.A oxaliplatina é geralmente administrada em infusão venosa de curta duração (2 a 6 horas), diluída em 250 a 500 mL de glicose43 a 5%. A dose pode ser modificada em função da tolerabilidade, particularmente neurológica.

Recomendações Especiais:
-Não administrar em injeção44 intravenosa direta.
-Não misturar com outros medicamentos.
-Inutilizar soluções com sinais42 de precipitação.

Reconstituição
A oxaliplatina é administrada por infusão intravenosa.

A oxaliplatina diluída em 250 a 500 mL de solução de glicose43 5% para que a concentração não seja menor que 0,2mg/mL, deve ser infundida por veia periférica ou linha central venosa durante 2 a 6 horas.

A infusão de oxaliplatina deve sempre preceder a de 5-fluoruracil.

A oxaliplatina deve ser reconstituída e diluída antes do uso. Devem ser usados somente diluentes recomendados para a reconstituição e diluição do pó liófilo.

A reconstituição da solução de oxaliplatina e sua manipulação devem obedecer os cuidados especiais indispensáveis para todos os medicamentos citotóxicos45. Os solventes a serem utilizados são a água para preparações injetáveis, ou a solução de glicose43 a 5%.

Oxaliplatina 50 mg: Adicionar ao pó liófilo 10 a 20 mL de solvente, para obter concentração de oxaliplatina de 2,5 a 5 mg/mL.
Oxaliplatina 100 mg: Adicionar ao pó liófilo 20 a 40 mL de solvente, para obter concentração de oxaliplatina de 2,5 a 5 mg/mL.

Para infusão intravenosa, essas soluções devem ser subsequentemente diluídas em 250 a 500 mL de glicose43 a 5%.

A inutilização das sobras do medicamento e de todo o material que entre em contato com o mesmo deve obedecer às recomendações vigentes para tratamento de resíduos citotóxicos45.

Após reconstituição com água para injeção44 ou solução de glicose43 5%, a solução se mantém estável por até 48 horas se armazenada sob refrigeração (2°C - 8°C).

Após diluição com solução de glicose43 5%, a estabilidade física e química da solução foi demonstrada por 48 horas se armazenada sob refrigeração (2°C - 8°C) e por até 24 horas se armazenada em temperatura ambiente (15°C - 30°C).

Superdosagem da Oxaliplatina

Não se conhece antídoto46 específico para a oxaliplatina. Deve ser esperada uma exacerbação dos efeitos colaterais47, em caso de superdosagem.
Recomenda-se vigilância hematológica, assim como o tratamento sintomático48 de outras manifestações de toxicidade8.

Pacientes Idosos da Oxaliplatina

Devem-se seguir as orientações gerais descritas anteriormente.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
USO RESTRITO A HOSPITAIS.

N.° de lote, data de fabricação e prazo de validade: VIDE CARTUCHO.

Para sua segurança mantenha esta embalagem até o uso total do medicamento.

MS - 1.0043.0822

Farm. Resp.: Dra. Sônia Albano Badaró
CRF-SP 19.258

EUROFARMA LABORATÓRIOS LTDA.
Av. Ver. José Diniz, 3.465
São Paulo - SP
CNPJ: 61.190.096/0001-92
Indústria Brasileira

OXALIPLATINA - Laboratório

EUROFARMA
Av. Ver. José Diniz, 3465 - Campo Belo
São Paulo/SP - CEP: 04603-003
Tel: 0800-704-3876
Email: euroatende@eurofarma.com.br
Site: http://www.eurofarma.com.br/

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Complementos

1 Cinética: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
2 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
3 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
4 Eritrócitos: Células vermelhas do sangue. Os eritrócitos maduros são anucleados, têm forma de disco bicôncavo e contêm HEMOGLOBINA, cuja função é transportar OXIGÊNIO. Sinônimos: Corpúsculos Sanguíneos Vermelhos; Corpúsculos Vermelhos Sanguíneos; Corpúsculos Vermelhos do Sangue; Glóbulos Vermelhos; Hemácias
5 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
6 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
7 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
8 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
9 Nefrotoxicidade: É um dano nos rins causado por substâncias químicas chamadas nefrotoxinas.
10 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
11 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
12 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
13 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
14 Antieméticos: Substância que evita o vômito.
15 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
16 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
17 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
18 Citostático: Diz-se de substância que inibe o crescimento ou a reprodução das células.
19 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
20 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
21 Sistema Hematopoiético: Sistema do corpo composto primariamente pela medulla óssea, baço, lifonodos (gânglios linfáticos) e tonsilas, envolvido na produção do sangue.
22 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
23 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
24 Neutrófilos: Leucócitos granulares que apresentam um núcleo composto de três a cinco lóbulos conectados por filamenos delgados de cromatina. O citoplasma contém grânulos finos e inconspícuos que coram-se com corantes neutros.
25 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
26 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
27 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
28 Sistema digestivo: O sistema digestivo ou digestório realiza a digestão, processo que transforma os alimentos em substâncias passíveis de serem absorvidas pelo organismo. Os materiais não absorvidos são eliminados por este sistema. Ele é composto pelo tubo digestivo e por glândulas anexas.
29 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
30 Antiemético: Substância que evita o vômito.
31 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
32 Parestesias: São sensações cutâneas subjetivas (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) que são vivenciadas espontaneamente na ausência de estimulação.
33 Laringe: É um órgão fibromuscular, situado entre a traqueia e a base da língua que permite a passagem de ar para a traquéia. Consiste em uma série de cartilagens, como a tiroide, a cricóide e a epiglote e três pares de cartilagens: aritnoide, corniculada e cuneiforme, todas elas revestidas de membrana mucosa que são movidas pelos músculos da laringe. As dobras da membrana mucosa dão origem às pregas vocais.
34 Espasmos: 1. Contrações involuntárias, não ritmadas, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosas ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
35 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
36 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
37 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
38 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
39 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
40 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
41 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
42 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
43 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
44 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
45 Citotóxicos: Diz-se das substâncias que são tóxicas às células ou que impedem o crescimento de um tecido celular.
46 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
47 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
48 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.

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