VIXMICINA

UNIAO QUIMICA

Atualizado em 09/12/2014

VIXMICINA

                               Cloranfenicol
Hemissuccinato  Sódico

Pó Para Solução Injetável

                               
- Forma Farmacêutica e ApresentaçÃo
                               Pó para solução injetável: caixa com 50 frascos-ampola + 50 ampolas de diluente.
USO PEDIÁTRICO E ADULTO
- Composição:
Pó Para Solução Injetável

Cada frasco-ampola contém:
Cloranfenicol    1g
(na forma de hemissuccinato sódico)
Diluente
Cada ampola contém:
Água para injeção1    5 ml

- INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Ação esperada do medicamento:

                               VIXMICINA é um antibiótico de amplo espectro e age interferindo na síntese protéica bacteriana, atuando principalmente como bacteriostático no tratamento de infecções2 causadas por bactérias.

Cuidados de CONSERVAÇÃO:
Conserve o produto na embalagem original, em temperatura ambiente (15 a 300C), protegido da luz.

Prazo de validade:
24 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho). Não use medicamentos com o prazo de validade vencido.

Gravidez3 e lactação4:  
Informe seu médico a ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se está amamentando.

Cuidados de administração:
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Reações adversas:
                               Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como: diminuição da acuidade visual5, reações gastrointestinais (náuseas6, vômitos7, diarréia8), confusão, dor de cabeça9. Manifestações de hipersensibilidade (urticária10, dificuldade para respirar). Requer atenção especial médica imediata após a interrupção da droga: pele11 pálida, dor de garganta12, febre13, hemorragia14 e hematomas15, cansaço e debilidades não habituais.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias:
                               A ingestão concomitante com outras substâncias (álcool ou alimentos) não altera a segurança e a eficácia do medicamento.

Contra-indicações e precauções:
O produto não deve ser usado por pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula, portadores de depressão medular, discrasias sangüíneas16, por gestantes nas últimas semanas de gestação, recém-nascidos e lactantes17. Deve ser usado com cautela em casos de insuficiência renal18 ou hepática19.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE20.

- INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Características da Vixmicina

                               Cloranfenicol tem atividade antibiótica, interferindo na síntese protéica bacteriana, e atua principalmente como bacteriostático. Seu espectro de ação é bastante próximo aos das tetraciclinas e inclui bactérias gram-positivas e gram-negativas, ricketsias e clamidias. As principais indicações de uso são em infecções2 causadas por Haemophilus influenzae, Salmonella tiphi e Bacteroides fragilis.O Cloranfenicol é amplamente distribuído nos fluídos e tecidos corporais. Tem boa penetração no líquido cefaloraquidiano e mesmo na ausência de inflamação21 meníngea22 atinge 50% das concentrações do sangue23. Atravessa a barreira placentária (30 a 80% da concentração materna), difunde-se no leite materno e no humor vítreo24 e aquoso. As concentrações nos tecidos são variáveis: fígado25 e rins26, altas; urina27, alta; humor vítreo24, concentração terapêutica28; LCR 50% da concentração sérica, chegando a 90% quando as meninges29 estão inflamadas; fluído pleural, ascítico, e sinovial, concentrações terapêuticas.
Em adultos, 50% a 60% da droga se ligam às proteínas30 plasmáticas e em recém-nascidos 32%.
O Cloranfenicol é quase totalmente conjugado no fígado25 a glicuronida inativa (90%); somente 5 a 10% são excretados inalterados na urina27. O feto31 e o recém-nascido, devido à sua capacidade imatura em metabolizar, podem acumular o medicamento chegando a níveis tóxicos (síndrome32 cinzenta). A meia-vida em adultos é de 1,5 a 3,5 horas para indivíduos com função renal33 normal; na insuficiência renal18, 3 a 4 horas e na insuficiência hepática34 grave, 4,6 a 11,6 horas. Em crianças, a meia-vida é de 3 a 6,5 horas; 24 horas para recém-nascidos com 1 a 2 dias de vida (podendo ser maior com baixo peso) e 10 horas para recém-nascidos entre 10 e 16 dias de vida. Como a distribuição é rápida, o início da ação é praticamente imediata. A concentração inibitória mínima para organismos sensíveis varia de 0,1 a 16 mcg/ml. A excreção é basicamente renal33, sendo que 80% são rapidamente eliminados como metabólitos35 inativos e 5 a 10% como fármaco36 inalterado nas primeiras 24 horas. Na bile37 e nas fezes são excretadas pequenas quantidades de Cloranfenicol na forma inalterada. O fármaco36 é excretado pelo leite materno. A diálise38 não remove quantidades significativas de Cloranfenicol.

- Indicações:
Infecções2 por Haemophillus influenzae, principalmente tipo B: meningites39, septicemia40, otites41, pneumonias, epiglotites, artrites, osteomielites.
Febre tifóide42 e salmoneloses invasivas (inclusive osteomielite43 e sepse44).
Abscessos45 cerebrais por Bacteroides fragilis e outros microrganismos sensíveis.
Meningites39 bacterianas causadas por Streptococcus ou Meningococcus, em pacientes alérgicos à penicilina.
Ricketsioses (Infecções2 por Pseudomonas pseudomallei).
Infecções2 intra-abdominais (principalmente por microrganismos anaeróbicos).
Outras indicações: actinomicose, antrax, brucelose, granuloma46 inguinal, treponematoses, peste, sinusites, otite47 crônica supurativa.
Observação: o Cloranfenicol deve ser reservado para infecções2 graves nas quais outros antibióticos menos tóxicos são ineficazes ou contra-indicados. O Cloranfenicol não é indicado para uso profilático de infecções2.

Contra-Indicações da Vixmicina

É contra-indicado em pacientes hipersensíveis ao Cloranfenicol ou derivados, portadores de depressão medular ou discrasias sangüíneas16.
Em recém-nascidos e prematuros, a concentração sérica deve ser monitorizada. Não deve ser usado em grávidas próximo ao término da gestação, pelo risco de Síndrome32 cinzenta no recém-nascido.
Pacientes utilizando medicamentos antineoplásicos ou radioterapia48 devem evitar o uso de Cloranfenicol, sob o risco de depressão medular.

                               

Precauções e Advertências da Vixmicina

Gerais: Cloranfenicol deve ser usado com cautela em pacientes com anemia49, sangramentos, insuficiência hepática34 ou renal33. Em insuficiência renal18 ou hepática19 as doses devem ser menores.                                Evitar o uso concomitante com fármacos depressores da medula óssea50, alfentanil, hidantoína, fenobarbital, antidiabéticos orais51, eritromicina, lincomicinas e com radioterapia48.
Evitar o uso durante imunizações ativas.
O uso de Cloranfenicol pode provocar aumento da incidência52 de infecções2 dentárias, cicatrização lenta e sangramento gengival. Pacientes com deficiência de G-6-PD podem ter crises hemolíticas com o uso do medicamento.
Pacientes com porfiria53 tem o risco de crises aumentado.
O Cloranfenicol pode provocar depressão da medula óssea50, nem sempre reversível. O risco da depressão medular é maior com tratamentos prolongados, por isso o uso deste medicamento não deve ultrapassar a dez dias. Se for necessário tratamentos mais longos, devem ser realizados rigorosamente exames periódicos de controle hematológico.
Pacientes diabéticos devem ser advertidos que o Cloranfenicol pode provocar falsas reações positivas de glicosúria54.
O principal efeito tóxico do Cloranfenicol ocorre na medula óssea50, provocando duas alterações: depressão da medula óssea50 e anemia49 aplástica. A primeira é provocada pela interferência do fármaco36 na síntese protéica das células55 medulares e a segunda tem causa desconhecida. A depressão medular é reversível com a suspensão do fármaco36 e é dose dependente (em adultos ocorre em pacientes que recebem 4g ou mais por dia ou com nível sérico acima de 30 mcg/ml). A aplasia é idiossincrática e geralmente fatal, embora bastante rara.
Pode ocorrer neurite56 óptica em tratamentos prolongados ou diminuição da acuidade visual5. Oftalmoplegia, náuseas6, vômitos7, diarréia8, glossite57, estomatite58 e hipersensibilidade são raros.
O Cloranfenicol pode provocar diminuição da síntese de vitamina59 K, o que poderia causar sangramento quando o seu uso é prolongado.
Gravidez3: Não é recomendável sua utilização no final da gravidez3 ou durante o parto, apesar de nunca terem sido relatados efeitos teratogênicos60 relacionados com o seu uso. Nas últimas semanas de gestação, a passagem do Cloranfenicol para o feto31 pode levar ao aparecimento da síndrome32 cinzenta do recém-nascido, queda de temperatura, respiração irregular e sonolência.
Amamentação61: O Cloranfenicol passa para o leite materno, podendo provocar depressão medular ou síndrome32 cinzenta do recém-nascido; só deve ser usado se os benefícios superarem os potenciais riscos.
Pediatria:  Em recém-nascidos o Cloranfenicol só deve ser utilizado se não houver outra alternativa de antibioticoterapia; quando usado, a dose deve ser de 25 mg/kg/dia e o nível sérico monitorizado.

- Interações Medicamentosas:
Antiepilépticos (fenobarbital e hidantoína): podem diminuir a concentração sérica de Cloranfenicol. Além disso, a inibição do sistema do citocromo P-450 pelo Cloranfenicol pode diminuir o metabolismo62 do fenobarbital e também da hidantoína, elevando os níveis séricos destes fármacos.
Varfarina: mesma interação que com fenobarbital.
Piridoxina: o Cloranfenicol aumenta a excreção renal33 da piridoxina.
Vitamina59 B12: o Cloranfenicol pode reduzir o efeito hematológico da vitamina59 B12.
Alfentanil: o Cloranfenicol diminui o clearance do Alfentanil, provocando acúmulo sérico.
Antidiabéticos orais51: o Cloranfenicol pode inibir o metabolismo62 hepático destes fármacos, aumentando seu efeito.
Eritromicinas e lincomicinas: o Cloranfenicol compete com ambos na ligação com a subunidade 50S dos ribossomos bacterianos, antagonizando seus efeitos; deve-se evitar o uso concomitante.
Ativadores de enzimas hepáticas63 (rifampicina, fenobarbital) aumentam a degradação de Cloranfenicol.
Penicilinas: pode haver diminuição da ação bactericida das penicilinas.

Interferência em Exames Laboratoriais da Vixmicina

                               Pacientes diabéticos devem ser advertidos, pois o uso de Cloranfenicol pode provocar falsas reações positivas nos testes de glicosúria54.

Reações Adversas/Colaterais da Vixmicina

Reações hematológicas: estas podem se manifestar de duas formas: como uma depressão reversível da medula óssea50 ou como uma anemia49 aplástica idiossincrática. A depressão medular é dose dependente e é mais comumente observada quando as concentrações séricas ultrapassam 25 mcg/ml; esta afecção64 é geralmente reversível com a suspensão do fármaco36. A anemia49 aplástica é uma reação idiossincrática grave que ocorre em 1 dentre 25.000 a 40.000 pacientes tratados com Cloranfenicol; não tem relação com a dose ou duração do tratamento, a maioria dos casos estão relacionados ao uso oral e seu aparecimento ocorre em geral várias semanas ou meses após o uso do fármaco36. Foram descritos casos raros de leucemia65 após anemia49 aplástica provocada pelo Cloranfenicol, porém essa correlação não está ainda totalmente definida.Síndrome32 cinzenta do recém-nascido: é caracterizada por distensão abdominal, vômitos7, flacidez, cianose66, colapso67 circulatório e morte; provavelmente ocorre por acúmulo sérico do fármaco36 pela incapacidade do neonato68 em eliminar o Cloranfenicol. Se o uso em recém-nascidos é necessário, a dose deve ser de 25 mg/kg/dia e o nível sérico monitorizado. Níveis séricos acima de 50 mcg/ml têm sido encontrados na maioria dos casos relatados. Em raros casos, pacientes adultos com insuficiência hepática34 grave podem apresentar esta reação.
Neurite56 óptica ocorre raramente com o uso prolongado, a diminuição da acuidade visual5 em geral é reversível.
Outros sintomas69 neurológicos raros: neurite56 periférica, cefaléia70, depressão, oftalmoplegia e confusão mental.
Reações de hipersensibilidade são raras.
Reações gastrointestinais como diarréia8, náusea71, vômitos7, glossite57 e estomatite58 são pouco freqüentes e sem gravidade.

Posologia da Vixmicina

A posologia é dividida em 4 doses, ou administrações, a cada 6 horas.
Adultos:
. 50 mg de Cloranfenicol base por quilo de peso por dia. A dose máxima para adultos é de 4 g/dia.
. Em infecções2 graves, assim como em meningites39, a dose pode chegar a 100 mg/kg/dia.
Crianças:
. Dose de 50mg/kg/dia; em prematuros e recém-nascidos com menos de 2 semanas de vida, a dose é de 25mg/kg/dia.
A concentração sérica deve ser mantida entre 10 e 25 mcg/ml. VIXMICINA pode ser aplicada por via intramuscular ou endovenosa. A injeção1 endovenosa deve ser feita lentamente, nunca em menos de 1 minuto. A solução reconstituída para uso endovenoso mantém sua potência por até 3 dias, se refrigerada.

- Superdosagem:
                               Quadro clínico: Doses elevadas administradas de forma aguda, podem levar à síndrome32 cinzenta no recém-nascido e raramente no adulto. Depressão medular pode ocorrer nesse caso. Ingestão crônica de doses excessivas pode levar a depressão medular, neurites72, deficiência de vitamina59 K e sintomas69 gastrointestinais.
Tratamento: Não existe antídoto73 e o tratamento consiste em suporte e diálise peritoneal74 para eliminação do fármaco36.

Pacientes Idosos da Vixmicina

                               Não há estudos sobre o uso do Cloranfenicol por pacientes idosos, entretanto não são conhecidos relatos de problemas específicos relacionados à idade.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.


VIXMICINA - Laboratório

UNIAO QUIMICA
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
Embu-Guaçu/SP - CEP: 06900-000
Tel: SAC 0800 11 1559

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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
2 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
5 Acuidade visual: Grau de aptidão do olho para discriminar os detalhes espaciais, ou seja, a capacidade de perceber a forma e o contorno dos objetos.
6 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
7 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
8 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
9 Cabeça:
10 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
11 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
12 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
13 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
14 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
15 Hematomas: Acúmulo de sangue em um órgão ou tecido após uma hemorragia.
16 Discrasias sangüíneas: Qualquer alteração envolvendo os elementos celulares do sangue, glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.
17 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
18 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
19 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
20 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
21 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
22 Meníngea: Relativa ou própria da meninge.
23 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
24 Humor vítreo: É uma substância gelatinosa e viscosa, formada por substância amorfa semilíquida, fibras e células. Faz parte do corpo vítreo do olho. Está situado entre o cristalino e a retina.
25 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
26 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
27 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
28 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
29 Meninges: Conjunto de membranas que envolvem o sistema nervoso central. Cumprem funções de proteção, isolamento e nutrição. São três e denominam-se dura-máter, pia-máter e aracnóide.
30 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
31 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
32 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
33 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
34 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
35 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
36 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
37 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
38 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
39 Meningites: Inflamação das meninges, aguda ou crônica, quase sempre de origem infecciosa, com ou sem reação purulenta do líquido cefalorraquidiano. As meninges são três membranas superpostas (dura-máter, aracnoide e pia-máter) que envolvem o encéfalo e a medula espinhal.
40 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
41 Otites: Toda infecção do ouvido é chamada de otite.
42 Febre tifóide: Infecção produzida por uma bactéria chamada Salmonella tiphy, adquirida através de alimentos contaminados e caracterizada por febre persistente, aumento do tamanho dos tecidos linfáticos (baço, gânglios linfáticos, etc.) e erupções cutâneas. Sem tratamento adequado pode ser muito grave.
43 Osteomielite: Infecção crônica do osso. Pode afetar qualquer osso da anatomia e produzir-se por uma porta de entrada local (fratura exposta, infecção de partes moles) ou por bactérias que circulam através do sangue (brucelose, tuberculose, etc.).
44 Sepse: Infecção produzida por um germe capaz de provocar uma resposta inflamatória em todo o organismo. Os sintomas associados a sepse são febre, hipotermia, taquicardia, taquipnéia e elevação na contagem de glóbulos brancos. Pode levar à morte, se não tratada a tempo e corretamente.
45 Abscessos: Acumulação de pus em uma cavidade formada acidentalmente nos tecidos orgânicos, ou mesmo em órgão cavitário, em consequência de inflamação seguida de infecção.
46 Granuloma: Formação composta por tecido de granulação que se encontra em processos infecciosos e outras doenças. É, na maioria das vezes, reacional a algum tipo de agressão (corpo estranho, ferimentos, parasitas, etc.).
47 Otite: Toda infecção do ouvido é chamada de otite.
48 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
49 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
50 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
51 Antidiabéticos orais: Quaisquer medicamentos que, administrados por via oral, contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais. Eles podem ser um hipoglicemiante, se forem capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados, ou um anti-hiperglicemiante, se agirem impedindo a elevação da glicemia após uma refeição.
52 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
53 Porfiria: Constituem um grupo de pelo menos oito doenças genéticas distintas, além de formas adquiridas, decorrentes de deficiências enzimáticas específicas na via de biossíntese do heme, que levam à superprodução e acumulação de precursores metabólicos, para cada qual correspondendo um tipo particular de porfiria. Fatores ambientais, tais como: medicamentos, álcool, hormônios, dieta, estresse, exposição solar e outros desempenham um papel importante no desencadeamento e curso destas doenças.
54 Glicosúria: Presença de glicose na urina.
55 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
56 Neurite: Inflamação de um nervo. Pode manifestar-se por neuralgia, déficit sensitivo, formigamentos e/ou diminuição da força muscular, dependendo das características do nervo afetado (sensitivo ou motor). Esta inflamação pode ter causas infecciosas, traumáticas ou metabólicas.
57 Glossite: Inflamação da mucosa que reveste a língua, produzida por infecção viral, radiação, carências nutricionais, etc.
58 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
59 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
60 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
61 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
62 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
63 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
64 Afecção: Qualquer alteração patológica do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
65 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
66 Cianose: Coloração azulada da pele e mucosas. Pode significar uma falta de oxigenação nos tecidos.
67 Colapso: 1. Em patologia, é um estado semelhante ao choque, caracterizado por prostração extrema, grande perda de líquido, acompanhado geralmente de insuficiência cardíaca. 2. Em medicina, é o achatamento conjunto das paredes de uma estrutura. 3. No sentido figurado, é uma diminuição súbita de eficiência, de poder. Derrocada, desmoronamento, ruína. 4. Em botânica, é a perda da turgescência de tecido vegetal.
68 Neonato: Refere-se a bebês nos seus primeiros 28 dias (mês) de vida. O termo “recentemente-nascido“ refere-se especificamente aos primeiros minutos ou horas que se seguem ao nascimento. Esse termo é utilizado para enfocar os conhecimentos e treinamento da ressuscitação imediatamente após o nascimento e durante as primeiras horas de vida.
69 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
70 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
71 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
72 Neurites: Inflamação de um nervo. Pode manifestar-se por neuralgia, déficit sensitivo, formigamentos e/ou diminuição da força muscular, dependendo das características do nervo afetado (sensitivo ou motor). Esta inflamação pode ter causas infecciosas, traumáticas ou metabólicas.
73 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
74 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.

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