ENTOCORT Enema

AstraZeneca

Atualizado em 08/12/2014

ENTOCORT® Enema1

Budesonida

0,02 mg/ml


Forma Farmacêutica e Apresentação de Entocort Enema1

Enema1. ENTOCORT Enema1 consiste em 2 componentes: comprimido dispersível e solução diluente. Embalagem com 7 comprimidos dispersíveis + 7 frascos de solução diluente contendo 115 ml cada.

USO ADULTO

Composição de Entocort Enema1

Cada comprimido dispersível contém:

budesonida............................................................................................... 2,3 mg

Excipientes q.s.p. ......................................................................................1 comprimido

Excipientes: lactose2, fosfato sódico de riboflavina, lactose2 monoidratada, crospovidona, dióxido de silício e estearato de magnésio.


Cada ml da solução diluente contém:

cloreto de sódio............................................................................................... 9 mg

água purificada q.s.p ...................................................................................... 1ml

Conservantes: metilparabeno e propilparabeno


Cada ml da suspensão após preparo contém 0,02 mg de budesonida.


Informações ao Paciente de Entocort Enema1

Ação esperada do medicamento: melhora dos sintomas3 de colite4 ulcerativa e redução da inflamação5.

Cuidados de armazenamento: conservar em temperatura ambiente (15ºC a 30ºC).

Após preparada, a suspensão deve ser utilizada imediatamente.


Prazo de validade: vide cartucho. Não use medicamento com prazo de validade vencido.


Gravidez6 e lactação7: o uso de ENTOCORT Enema1 durante a gravidez6 deve ser evitado, a menos que os benefícios para a mãe superem os riscos para o feto8. Informe seu médico a ocorrência de gravidez6 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando.


Cuidados de administração: siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Para o seu devido uso, procure entender perfeitamente as instruções que estão detalhadas no item Posologia e Modo de Usar. ENTOCORT Enema1 deve ser administrado à noite, antes de dormir. ENTOCORT Enema1 consiste em dois componentes: comprimido dispersível e solução diluente. O comprimido deve ser dissolvido no diluente antes de ser utilizado. Após preparada, a suspensão deve ser utilizada imediatamente.

Para uma aplicação adequada, deite-se sobre o lado esquerdo do seu corpo e administre o conteúdo do frasco no reto9. Procure encontrar uma posição adequada para dormir, de modo a reter o produto o máximo possível, de preferência toda a noite.

Se esquecer de administrar uma dose de ENTOCORT Enema1, não é necessário compensar a dose esquecida. Deve-se apenas administrar a próxima dose, como prescrito pelo médico.

Em geral, o efeito completo é obtido dentro de 2 a 4 semanas.



Interrupção do tratamento: não interromper o tratamento sem o conhecimento de seu médico. Pode ser prejudicial à sua saúde10. Deve-se administrar ENTOCORT Enema1 pelo tempo prescrito pelo seu médico, mesmo se houver melhora dos sintomas3.


Reações adversas: informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. Podem ocorrer: náuseas11, diarréia12, formação de gases no estômago13 ou intestino, coceira, erupção14 cutânea15, vermelhidão, agitação e insônia. Estas reações são, em geral, leves.


TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.


Ingestão concomitante com outras substâncias: informe seu médico se estiver tomando medicamentos para o tratamento de infecções16 causadas por fungos.


Contra-indicações e precauções: informe seu médico se você tem infecções16, ou se tem ou já teve alergia17 à budesonida ou aos outros componentes da fórmula e se tem problemas de fígado18. Informe o seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.

Se a sua medicação está sendo trocada de comprimidos de cortisona (como prednisona, prednisolona ou metilprednisolona) para ENTOCORT Enema1, podem temporariamente reaparecer sintomas3 que foram sentidos anteriormente, como, por exemplo, vermelhidão, dores nos músculos19 e nas juntas. Se você sentir qualquer um destes sintomas3 ou dor de cabeça20, cansaço, enjôo e vômito21, você deve contatar seu médico.


Efeitos sobre a capacidade de dirigir autos e operar máquinas: ENTOCORT Enema1 não afeta a habilidade de dirigir veículos e operar máquinas.



NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE10.


Informações Técnicas de Entocort Enema1

Características de Entocort Enema1

Propriedades Farmacodinâmicas

A budesonida é um glicocorticosteróide com elevada ação antiinflamatória local.

O exato mecanismo de ação dos glicocorticosteróides no tratamento da colite4 ulcerativa não está completamente elucidado. As ações antiinflamatórias, como a inibição da liberação do mediador inflamatório e das respostas imunes mediadas pela citocina22, são, provavelmente, importantes. A potência intrínseca da budesonida, medida como a afinidade pelo receptor de glicocorticosteróide, é cerca de 15 vezes maior que a da prednisolona.

Nas doses recomendadas, ENTOCORT Enema1 não causa alterações clinicamente importantes, nem nos níveis de cortisol plasmático basal nem na resposta a estimulação com adrenocorticotróficos (ACTH). Os efeitos sobre o cortisol plasmático matinal e sobre a função adrenal são significativamente menores em comparação ao enema1 contendo 25 mg de prednisolona ao dia.



Propriedades Farmacocinéticas

 

Absorção
Após a administração retal de ENTOCORT Enema1 em voluntários sadios, a disponibilidade sistêmica é de aproximadamente 15% (variando de 3-50%). Como pode ser esperado para fármacos com alto metabolismo23 de primeira passagem administrados por via retal, a variabilidade é maior que após a administração oral, devido às diferenças individuais na drenagem24 venosa retal levando ao desvio hepático. Após a administração retal, a absorção da budesonida é rápida e essencialmente terminada dentro de 3 horas.


Distribuição

A budesonida tem um volume de distribuição de aproximadamente 3 l/kg. A ligação às proteínas25 plasmáticas é, em média, de 85-90%. Após a administração retal de 2 mg de ENTOCORT Enema1, a concentração plasmática máxima é 2-3 nmol/l (variando de 1-9 nmol/l), e é alcançada em 1,5 horas.

Biotransformação

A budesonida sofre um extenso grau (aproximadamente 80%) de biotransformação de primeira passagem no fígado18, originando metabólitos26 de baixa ação glicocorticosteróide. A atividade glicocorticosteróide dos principais metabólitos26, 6-beta-hidroxibudesonida e 16-alfa-hidroxi-prednisolona, é inferior a 1% da atividade da budesonida. O metabolismo23 da budesonida é mediado principalmente pela CYP3A4, uma subfamília do citocromo P450.

Eliminação

Os metabólitos26 são excretados como tal ou na forma conjugada, principalmente pela via renal27. Não foi detectada budesonida inalterada na urina28. A budesonida tem alta depuração sistêmica (aproximadamente 1,2 l/min) e a meia-vida plasmática após administração intravenosa é, em média, de 2-3 horas.

Linearidade

A cinética29 da budesonida é linear com a dose (como evidenciado pelo aumento, proporcional à dose, de Cmáx e AUC, após administração oral de 3,9 e 15 mg de budesonida como ENTOCORT Cápsulas).


Dados de segurança pré-clínica

Resultados de estudos de toxicidade30 aguda, subaguda31 e crônica mostraram que os efeitos sistêmicos32 da budesonida, como ganho de peso diminuído e atrofia33 dos tecidos linfóides e do córtex adrenal, são menos graves ou iguais aos observados com outros glicocorticosteróides.

A budesonida, avaliada em seis diferentes sistemas de teste, não mostrou efeito mutagênico ou clastogênico.


Indicações de Entocort Enema1

Colites ulcerativas do reto9, cólon sigmóide34 e cólon descendente35.

Contra-Indicações de Entocort Enema1


Infecções16 locais ou sistêmicas de origem bacteriana, viral ou fúngica36.

Hipersensibilidade à budesonida ou aos outros componentes da fórmula.


Precauções e Advertências de Entocort Enema1

Quando pacientes são transferidos de tratamento sistêmico37 com glicocorticosteróides com efeito sistêmico37 maior para ENTOCORT Enema1, pode haver supressão adrenocortical. Portanto, a monitorização da função adrenocortical pode ser considerada nestes pacientes e a dose de esteróide sistêmico37 deve ser reduzida cuidadosamente.

Alguns pacientes sentem-se mal, de uma maneira inespecífica (ex.: dores musculares e nas articulações38), durante a fase de retirada do glicocorticosteróide sistêmico37. Deve-se suspeitar de um efeito glicocorticosteróide geral insuficiente se, em raros casos, ocorrerem sintomas3 como cansaço, cefaléia39, náuseas11 e vômitos40. Nesses casos, é necessário, algumas vezes, um aumento temporário da dose de glicocorticosteróide sistêmico37.

A substituição do tratamento com glicocorticosteróide sistêmico37 com maior efeito sistêmico37 do que ENTOCORT Enema1, algumas vezes, desmascara alergias, como, por exemplo, rinite41 e eczema42, que foram previamente controladas pelo fármaco43 sistêmico37.

Função hepática44 reduzida pode afetar a eliminação dos glicocorticosteróides. A farmacocinética após a ingestão oral de budesonida foi afetada pela função hepática44 comprometida, como evidenciado pelo aumento da disponibilidade sistêmica. No entanto, a farmacocinética da budesonida administrada por via intravenosa é similar em pacientes cirróticos e em indivíduos sadios.

Estudos in vivo mostraram que a administração oral de cetoconazol (um inibidor conhecido da atividade da CYP3A4 no fígado18 e na mucosa intestinal45, ver Interações Medicamentosas) causou um aumento de várias vezes na exposição sistêmica à budesonida oral. Portanto, a possibilidade de que o uso concomitante de ENTOCORT Enema1 e cetoconazol pode resultar em disponibilidade sistêmica aumentada da budesonida não pode ser excluída (ver Interações Medicamentosas).

Quando usado cronicamente, em doses excessivas, podem aparecer efeitos sistêmicos32 de glicocorticosteróides, tais como hipercorticismo e supressão adrenal. Entretanto a forma farmacêutica enema1 e a via de administração tornam improvável qualquer superdosagem por período prolongado.

ENTOCORT Enema1 contém os excipientes lactose2, metil e propilparabeno, por isso cuidado deve ser tomado em pacientes com hipersensibilidade a estes excipientes.

 Uso durante a gravidez6 e lactação7

Em animais prenhes, a administração de budesonida, assim como de outros glicocorticosteróides, está associada a anormalidades no desenvolvimento fetal. A relevância deste fato para os seres humanos ainda não foi estabelecida. Como ocorre com outros fármacos, a administração de ENTOCORT Enema1 durante a gravidez6 deve ser evitada, a menos que os benefícios para a mãe superem os riscos para o feto8.

Não há informação disponível sobre a passagem de budesonida para o leite materno. Portanto, não se recomenda o tratamento durante a gravidez6 e amamentação46.


Interações Medicamentosas de Entocort Enema1

Não foram observadas interações de budesonida com drogas usadas para o tratamento de doenças inflamatórias intestinais.

Foram relatados níveis plasmáticos elevados e efeitos aumentados dos corticosteróides em mulheres recebendo, concomitantemente, estrógenos ou contraceptivos orais. No entanto, um contraceptivo oral combinado de baixa dosagem que causou aumento superior ao dobro na concentração plasmática de prednisolona oral, não teve efeito significante sobre a concentração plasmática de budesonida oral.

Nas doses recomendadas, o omeprazol não teve efeito sobre a farmacocinética da budesonida administrada por via oral, enquanto que a cimetidina teve efeito discreto, mas clinicamente insignificante.

O metabolismo23 da budesonida é mediado principalmente pela CYP3A4, uma subfamília do citocromo P450. A inibição pela budesonida do metabolismo23 via CYP3A4 de outras drogas é improvável, uma vez que a budesonida possui baixa afinidade à enzima47. A inibição da CYP3A4, por exemplo, pelo cetoconazol pode porém aumentar a exposição sistêmica da budesonida (ver Precauções e Advertências).


Reações Adversas de Entocort Enema1

As reações adversas relatadas incluem distúrbios gastrointestinais, como flatulência, náusea48 e diarréia12, reações cutâneas49 (exantema50, prurido51 e urticária52), agitação e insônia.

Em casos raros, sinais53 ou sintomas3 de efeitos glicocorticosteróides sistêmicos32, incluindo hipofunção da supra-renal54, podem ocorrer com glicocorticosteróides administrados por via retal, dependendo provavelmente da dose, duração do tratamento, ingestão concomitante e prévia de glicocorticosteróides e da sensibilidade individual.

- POSOLOGIA E MODO DE USAR


ENTOCORT Enema1 contém 2 mg de budesonida por 100 ml. O volume da suspensão reconstituída é de 115 ml. Uma vez que o volume residual55 é de cerca de 15 ml, a dose administrada ao paciente é de aproximadamente 2 mg de budesonida.

ENTOCORT Enema1 é reconstituído colocando-se um comprimido no frasco plástico, seguido de vigorosa agitação por pelo menos 10 segundos. O comprimido desintegra-se rapidamente e a suspensão torna-se amarelada (ver Instruções de Uso).


Adultos: administrar 1 frasco da suspensão reconstituída antes de dormir, durante 4 semanas. Em geral, o efeito completo é obtido dentro de 2 a 4 semanas. Se o paciente não apresentar melhora após 4 semanas, o período de tratamento pode ser prolongado para 8 semanas.


Crianças: a experiência com ENTOCORT Enema1 em crianças é limitada.


Idosos: recomenda-se a mesma dosagem que para adultos.


Instruções Para Uso de Entocort Enema1

ENTOCORT Enema1 deve ser administrado à noite, antes de dormir.

ENTOCORT Enema1 consiste em dois componentes: comprimido dispersível e solução diluente. O comprimido deve ser dissolvido na solução diluente antes de ser usado.

Leia as instruções abaixo antes de utilizar ENTOCORT Enema1. Siga as instruções cuidadosamente.


Como preparar o enema1:







7. Dobre-se sobre seu estômago13 (posição fetal) e permaneça nesta posição por 5 minutos.

8. Escolha uma posição adequada para dormir, tentando reter o enema1 o máximo possível, de preferência durante toda a noite.


Nota: Após preparado, o enema1 deve ser utilizado imediatamente.


Superdosagem de Entocort Enema1

Relatos de toxicidade30 aguda e/ou morte por superdosagem de glicocorticosteróides são raros. Assim, a superdosagem aguda com ENTOCORT Enema1, mesmo em doses excessivas, não representa um problema clínico. Em um evento de superdosagem aguda, não existe antídoto56 disponível. Se, por engano, uma alta dose de ENTOCORT Cápsulas for administrado oralmente, o tratamento consiste em lavagem gástrica57 imediata ou emese58 seguido de tratamento de suporte sintomático59.

Pacientes Idosos de Entocort Enema1


Vide Posologia.


MS - 1.1618.0097

Farm. Resp.: Dra. Daniela M. Castanho - CRF-SP nº 19.097

Comprimido dispersível

Fabricado por: AstraZeneca AB – Södertälje – Suécia

Embalado por: Inpac AB – Lund – Suécia


Solução diluente

Fabricado e envasado por: AstraZeneca AB – Södertälje – Suécia


ENTOCORT Enema1 (comprimido dispersível + solução diluente)

Embalado por: AstraZeneca AB – Södertälje – Suécia

Importado por: AstraZeneca do Brasil Ltda.

Rod. Raposo Tavares, km 26,9 - Cotia - SP - CEP 06707-000

CNPJ 60.318.797/0001-00


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

CDS 05/01 - Setembro/08


ENTOCORT Enema - Laboratório

AstraZeneca
Rod. Raposo Tavares, km 26,9
Cotia/SP - CEP: 06707-000
Tel: 0800 014 55 78
Fax: (11) 3737 1200
Site: http://www.astrazeneca.com.br/

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Complementos

1 Enema: Introdução de substâncias líquidas ou semilíquidas através do esfíncter anal, com o objetivo de induzir a defecação ou administrar medicamentos.
2 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
3 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
4 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
5 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
6 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
7 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
8 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
9 Reto: Segmento distal do INTESTINO GROSSO, entre o COLO SIGMÓIDE e o CANAL ANAL.
10 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
11 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
12 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
13 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
14 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
15 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
16 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
17 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
18 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
19 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
20 Cabeça:
21 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
22 Citocina: Citoquina ou citocina é a designação genérica de certas substâncias segregadas por células do sistema imunitário que controlam as reações imunes do organismo.
23 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
24 Drenagem: Saída ou retirada de material líquido (sangue, pus, soro), de forma espontânea ou através de um tubo colocado no interior da cavidade afetada (dreno).
25 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
26 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
27 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
28 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
29 Cinética: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
30 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
31 Subaguda: Levemente aguda ou que apresenta sintomas pouco intensos, mas que só se atenuam muito lentamente (diz-se de afecção ou doença).
32 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
33 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
34 Cólon Sigmóide: Segmento do COLO entre o RETO e o colo descendente.
35 Cólon Descendente: O segmento do INTESTINO GROSSO situado entre o COLO TRANSVERSO e o COLO SIGMÓIDE
36 Fúngica: Relativa à ou produzida por fungo.
37 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
38 Articulações:
39 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
40 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
41 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
42 Eczema: Afecção alérgica da pele, ela pode ser aguda ou crônica, caracterizada por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
43 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
44 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
45 Mucosa Intestinal: Revestimento dos INTESTINOS, consistindo em um EPITÉLIO interior, uma LÂMINA PRÓPRIA média, e uma MUSCULARIS MUCOSAE exterior. No INTESTINO DELGADO, a mucosa é caracterizada por várias dobras e muitas células absortivas (ENTERÓCITOS) com MICROVILOSIDADES.
46 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
47 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
48 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
49 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
50 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
51 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
52 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
53 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
54 Supra-renal:
55 Volume residual: Volume de ar que permanece no pulmão após uma expiração máxima.
56 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
57 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
58 Êmese: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Sinônimo de vômito. Pode ser classificada como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
59 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.

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