EPÓSIDO

BLAUSIEGEL

Atualizado em 08/12/2014

EPÓSIDO®
ETOPOSIDO

Apresentação do Epósido

Cápsula. Cartucho de cartolina contendo frasco com 20 cápsulas de 50 mg ou 10 cápsulas de 100 mg de etopósido.

USO ADULTO

Cada cápsula de etopósido 50 mg contém:

Etopósido....................    50 mg    Excipientes....................q.s.p....................    1 cápsula    

Componentes não ativos: ácido cítrico, glicerina, água destilada e polietilenoglicol 400.

Cada cápsula de etopósido 100 mg contém:

Etopósido....................    100 mg    
Excipientes....................q.s.p....................    1 cápsula    

Componentes não ativos: ácido cítrico, glicerina, água destilada e polietilenoglicol 400.


Informações ao Paciente do Epósido

Etopósido tem ação no tratamento de determinados tipos de neoplasias1.
Etopósido cápsula deve ser conservado à temperatura ambiente (15ºC a 25ºC).
Prazo de validade: 36 meses. ATENÇÃO: Não utilize o produto após vencido o prazo de validade, sob o risco de não produzir os efeitos desejados.
Informe seu médico a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após o seu término.
Informar ao médico se está amamentando.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. As cápsulas deverão ser administradas com estômago3 vazio.
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como náuseas4, vômitos5, queda de cabelo6 ou reações alérgicas.
"TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS".
O produto é contra-indicado a pacientes hipersensíveis ao etopósido. O uso do produto não é recomendado durante a gravidez2 ou em mulheres que estejam amamentando. Este medicamento deve ser usado com cautela em pacientes com história de varicela7, herpes zoster8, disfunções hepática9 ou renal10.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
"NÃO TOME REMÉDIO SEM CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE        SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE11."

Informação Técnica do Epósido

É um antibiótico, alcalóide semi-sintético epipodofilotoxínico; impede a organização do microtúbulo bloqueando a célula12 em mitose; também inibe a ADN-topoisomerase II e o transporte de nucleosídeos, bloqueando a síntese de ácidos nucleicos; esse efeito citotóxico13 é específico na fase S e G2 da divisão celular.Farmacocinética: na administração intravenosa, as áreas sob as curvas de concentrações plasmáticas versus tempo (AUC) e os valores máximos de concentração plasmática (Cmáx) aumentam linearmente com a dose. O etopósido não se acumula no plasma14 após administração diária de 100 mg/m2 por 4 a 6 dias. O etopósido atravessa pouco para o líquido cerebrospinhal. As concentrações de etopósido são maiores em pulmões15 normais do que em metástases16 pulmonares e são similares em tumores primários e tecidos normais do miométrio17. In vitro, o etopósido liga-se fortemente (97%) às proteínas18 do plasma14 humano. Fenilbutazona, salicilato de sódio e ácido acetilsalicílico em concentrações terapêuticas in vivo deslocam o etopósido ligado às proteínas18. Menos de 50% de uma dose intravenosa é excretada na urina19 como etopósido, com recuperações médias de 8 a 35% dentro de 24 horas. Em crianças, aproximadamente 55% da dose são excretados na urina19 como etopósido em 24 horas. O etopósido é, portanto, eliminado por processo renal10 e não-renal10, isto é, metabolismo20 e excreção biliar. O efeito de uma doença renal10 sobre o clearance plasmático do etopósido é desconhecido. A excreção biliar parece ser uma via de eliminação secundária do etopósido. O metabolismo20 é responsável pela maior parte do clearance não-renal10 do etopósido. Após infusão intravenosa ou administração oral de cápsulas, a Cmáx e os valores de AUC exibem pronunciada variabilidade intra e interindividual. Isso resulta na variabilidade das estimativas de biodisponibilidade oral absoluta de etopósido em cápsulas. A Cmáx e os valores de AUC para a administração oral de cápsulas de etopósido em doses de aproximadamente 250 mg caem consistentemente na mesma faixa que os valores de Cmáx e de AUC de uma dose intravenosa igual à metade de uma dose oral. A biodisponibilidade média global das cápsulas é de aproximadamente 50% (faixa de 25-76%). Um recente estudo concluiu que a biodisponibilidade média de uma dose oral de 100 mg foi de 76 ± 22%. Dose de 400 mg de etopósido demonstra ter biodisponibilidade de 48 ± 18%. Não há evidências do efeito de primeira passagem para o etopósido. Não existem evidências de quaisquer outras diferenças no metabolismo20 ou na excreção do etopósido após administração oral de cápsulas quando comparada à infusão intravenosa.  Em adultos, o clearance corpóreo total do etopósido está relacionado ao clearance de creatinina21, à baixa concentração de albumina22 sérica e ao clearance não-renal10. Em pacientes adultos com câncer23, com disfunção hepática9, o clearance corpóreo total do etopósido não está reduzido. Em crianças, os níveis séricos elevados da transaminase glutâmico pirúvica estão associados com clearance corpóreo total reduzido da droga. O uso anterior da cisplatina também pode resultar em uma diminuição do clearance corpóreo total do etopósido em crianças. Estudos adicionais são necessários para determinar se há necessidade de modificação de dose em pacientes com clearance corpóreo diminuído da droga.

Indicações do Epósido

Etopósido mostrou ser útil no controle das seguintes neoplasias1.
Tumores testiculares refratários24: em combinação com outros agentes quimioterápicos aprovados, em pacientes com tumores testiculares refratários24 que já receberam tratamento cirúrgico, quimioterápico e radioterápico e apropriados.
Tumores anaplásicos de pequenas células25 de pulmão26: em combinação com outros agentes quimioterápicos aprovados. (Evidências preliminares demonstraram que o etopósido pode ser eficaz também em outros tipos celulares de carcinoma27 de pulmão26).
Doença de Hodgkin28. Linfomas malignos (não Hodgkin): especialmente da variedade histiocítica.
Leucemia29 aguda não linfocítica.

Contra-Indicações do Epósido

O produto é contra-indicado a pacientes que demonstraram hipersensibilidade prévia ao etopósido ou a qualquer outro componente da fórmula.

Precauções e Advertências do Epósido

Advertências
Etopósido deve ser administrado sob supervisão de médicos especialistas em agentes quimioterápicos. Pode haver ocorrência de severa mielodepressão com infecções30 resultantes e hemorragias31. Os pacientes que estão sendo tratados com etopósido devem ser cuidadosa e freqüentemente observados com relação à mielodepressão durante e após a terapia. A toxicidade32 mais significativa associada à terapia com etopósido é depressão da medula óssea33 dose-limitante. Consequentemente, os seguintes exames deverão ser feitos no início da terapia e antes de cada dose subsequente de etopósido: contagem de plaquetas34, hemoglobina35, contagem e diferencial de leucócitos36. Na ocorrência de uma contagem de plaquetas34 menor que 50.000/mm3 ou de uma contagem absoluta de neutrófilos37 menor que 500/mm3, não é aconselhável continuar a terapia até que a contagem sangüínea esteja suficientemente recuperada. Os médicos deverão ser advertidos da possibilidade de ocorrência de uma reação anafilática38 que se manifesta por calafrios39, febre40, taquicardia41, broncoespasmo42, dispnéia43 e hipotensão44. O tratamento é sintomático45. A administração deverá ser interrompida imediatamente, sendo seguida pela administração de agentes pressores, corticosteróides, anti-histamínicos ou expansores de volume, a critério médico.
Gravidez2: Etopósido pode causar dano fetal quando administrado a mulheres grávidas. Etopósido mostrou ser teratogênico46 em camundongos e ratos, entretanto, não existem estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. Se a droga for usada durante a gravidez2, ou se a paciente engravidar durante a terapia, ela deverá ser advertida do risco potencial sobre o feto47. As mulheres com potencial de engravidar devem ser aconselhadas a não fazê-lo.

Precauções
Gerais: o médico deve avaliar o benefício da droga em função do risco de reações adversas. A maioria delas é reversível se detectada no início da ocorrência. Se ocorrerem reações graves, a droga deverá ter sua dose reduzida ou suspensa. O restabelecimento da terapia com etopósido deverá ser efetuado com cautela. Em pacientes com história de varicela7, herpes zoster8, disfunções hepática9 e renal10, o uso de etopósido deve ser feito com cautela.
Carcinogênese: os testes de carcinogenicidade com etopósido não foram conduzidos em animais de laboratório. Dado seu mecanismo de ação, pode ser considerado como um possível carcinógeno em seres humanos. A ocorrência de leucemia29 aguda, que pode ocorrer com ou sem fase pré-leucêmica, tem sido raramente relatada em pacientes tratados com etopósido em associação com outras drogas antineoplásicas.
Uso na lactação48: não se sabe se essa droga é excretada no leite materno; no entanto, como muitas drogas são excretadas no leite humano e pelo potencial do etopósido em provocar graves reações adversas em lactentes49, deve-se optar por interromper a amamentação50 ou descontinuar a droga, levando-se em conta a importância da droga para a mãe.

Uso pediátrico: não foram estabelecidas a segurança e a eficácia em crianças.

Reações Adversas do Epósido

Toxicidade32 hematológica: mielodepressão é a mais freqüente reação limitante da dose, com os nadires de granulócitos51 ocorrendo do 7º ao 14º dia, e os nadires de plaquetas34 ocorrendo do 9º ao 16º dia, após a administração da droga. A recuperação da medula óssea33 completa-se normalmente por volta do 20º dia, e não há informes de toxicidade32 cumulativa. Leucopenia52 e leucopenia52 grave (menos de 1000 leucócitos36/mm3) foram observadas em 60 a 91% e em 7 a 17%, respectivamente, dos pacientes tratados com etopósido como agente único. Trombocitopenia53 e trombocitopenia53 grave (menos de 50.000 plaquetas34/mm3) foram observadas em 28 a 41% e em 4 a 20%, respectivamente, nesse mesmo grupo de pacientes. A ocorrência de leucemia29 aguda com ou sem fase pré-leucêmica foi relatada em pacientes tratados com etopósido em combinação com outros agentes antineoplásicos.

Toxicidade32 gastrintestinal: náuseas4 e vômitos5 são as toxicidades gastrintestinais mais importantes; foram observados em 31 a 43% dos pacientes tratados com etopósido intravenoso. Náuseas4 e vômitos5 podem ser normalmente controlados com terapia antiemética. Anorexia54 foi observada em 10 a 13% dos pacientes e estomatite55 em 1 a 6% dos pacientes que receberam etopósido por via intravenosa. Mucosite56/esofagite57, de leves a severas, podem ocorrer. Ocorreu diarréia58 em 1 a 13% desses pacientes. Alopecia59: alopecia59 reversível, as vezes progredindo até calvície60 total, ocorreu em até 66% dos pacientes.
Reações alérgicas: reações do tipo anafiláticas caracterizadas por calafrios39, febre40, taquicardia41, broncoespasmo42, dispnéia43 e/ou hipotensão44 têm também ocorrido em 0,7 a 2% dos pacientes, durante ou imediatamente após a administração intravenosa de etopósido. Registram-se altas taxas de choque anafilático61 em crianças que recebem infusões com concentrações mais altas do que a recomendada. A ocorrência de reações do tipo anafiláticas em pacientes tratados com cápsulas via oral tem sido muito rara. A influência da concentração ou velocidade de infusão no desenvolvimento de reações anafiláticas62 é incerta. Essas reações têm, normalmente, respondido prontamente à suspensão da infusão de etopósido e à administração de agentes pressores, corticosteróides, anti-histamínicos ou expansores de volume, conforme apropriado. Observou-se uma reação aguda fatal associada com broncoespasmo42. Hipertensão63 e/ou rubor facial também têm sido relatados. A pressão sangüínea64 geralmente se normaliza dentro de poucas horas após o término da infusão. Reações do tipo anafiláticas podem ocorrer com a dose inicial de etopósido.
Neuropatia65: o uso de etopósido causa, segundo informes, neuropatia periférica66 em 0,7% dos pacientes. O uso associado de sulfato de vincristina pode possivelmente aumentar essa neuropatia65.
Outras toxicidades: as seguintes reações têm sido raramente registradas: toxicidade32 do sistema nervoso central67 (sonolência e fadiga68), hepatotoxicidade69, persistência de sabor, febre40, erupções, pigmentação, prurido70, urticária71, dor abdominal, constipação72, disfagia73, cegueira cortical temporária e um único informe de dermatite74 semelhante à causada pela radioterapia75.

Posologia do Epósido

A dose oral usual de etopósido é de 100-200 mg/m2/dia, nos dias 1 a 5, ou 200 mg/m2/dia, nos dias 1,3 e 5, a cada 3 a 4 semanas, em combinação com outras drogas aprovadas para uso na doença a ser tratada. A dose de etopósido cápsulas está baseada na dose intravenosa recomendada, considerando-se a biodisponibilidade dependente da dose de etopósido cápsulas. Uma dose oral de 100 mg seria comparável a uma dose de 75 mg, via intravenosa; uma dose oral de 400 mg seria comparável a uma dose de 200 mg, via intravenosa. A biodisponibilidade também varia de paciente para paciente76 após qualquer dose oral. Isso deve ser levado em consideração ao se prescrever esse medicamento. Em vista da variabilidade intra-paciente significativa, o ajuste de dose pode ser necessário para atingir o efeito terapêutico desejado. A dose deverá ser modificada em função dos efeitos mielodepressores de outras drogas administradas em associação ou de efeitos de terapia prévia com raio-X ou quimioterapia77, que possam ter comprometido a reserva medular. Um esquema posológico alternativo de etopósido consiste em 50 mg/m2 por dia durante 2 a 3 semanas, com a repetição dos ciclos após um intervalo de uma semana ou mediante a recuperação da mielodepressão. Doses diárias maiores de 200 mg devem ser administradas em doses divididas (duas vezes ao dia). As cápsulas devem ser administradas com estômago3 vazio.

Superdosagem do Epósido

Doses totais de 2,4 g/m2 a 3,5 g/m2 administradas intravenosamente por três dias resultaram em mucosite56 severa e mielotoxicidade. Acidose metabólica78 e casos de toxicidade32 hepática9 grave foram reportados em pacientes recebendo doses mais altas que as recomendadas.

Pacientes Idosos do Epósido

O produto poderá ser usado por pacientes com idade acima de 65 anos, desde que observadas as precauções referentes ao produto.

EPÓSIDO - Laboratório

BLAUSIEGEL
Rodovia Raposo Tavares km 30,5 No. 2833
Cotia/SP - CEP: 06705-030
Tel: (11) 4612-2922
Site: http://www.blausiegel.net

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
4 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
5 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
6 Cabelo: Estrutura filamentosa formada por uma haste que se projeta para a superfície da PELE a partir de uma raiz (mais macia que a haste) e se aloja na cavidade de um FOLÍCULO PILOSO. É encontrado em muitas áreas do corpo.
7 Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. É contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.
8 Zoster: Doença produzida pelo mesmo vírus que causa a varicela (Varicela-Zóster). Em pessoas que já tenham tido varicela, o vírus se encontra em forma latente e pode ser reativado produzindo as características manchas avermelhadas, vesículas e crostas no território de distribuição de um determinado nervo. Como seqüela pode deixar neurite, com dores importantes.
9 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
10 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
11 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
12 Célula: Unidade funcional básica de todo tecido, capaz de se duplicar (porém algumas células muito especializadas, como os neurônios, não conseguem se duplicar), trocar substâncias com o meio externo à célula, etc. Possui subestruturas (organelas) distintas como núcleo, parede celular, membrana celular, mitocôndrias, etc. que são as responsáveis pela sobrevivência da mesma.
13 Citotóxico: Diz-se das substâncias que são tóxicas às células ou que impedem o crescimento de um tecido celular.
14 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
15 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
16 Metástases: Formação de tecido tumoral, localizada em um lugar distante do sítio de origem. Por exemplo, pode se formar uma metástase no cérebro originário de um câncer no pulmão. Sua gravidade depende da localização e da resposta ao tratamento instaurado.
17 Miométrio: A capa de músculos lisos do útero, que forma a massa principal do órgão.
18 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
19 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
20 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
21 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
22 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
23 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
24 Refratários: 1. Que resiste à ação física ou química. 2. Que resiste às leis ou a princípios de autoridade. 3. No sentido figurado, que não se ressente de ataques ou ações exteriores; insensível, indiferente, resistente. 4. Imune a certas doenças.
25 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
26 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
27 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
28 Doença de Hodgkin: Doença neoplásica que afeta o tecido linfático, caracterizada por aumento doloroso dos gânglios linfáticos do pescoço, axilas, mediastino, etc., juntamente com astenia, prurido (coceira) e febre. Atualmente pode ter uma taxa de cura superior a 80%.
29 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
30 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
31 Hemorragias: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
32 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
33 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
34 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
35 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
36 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
37 Neutrófilos: Leucócitos granulares que apresentam um núcleo composto de três a cinco lóbulos conectados por filamenos delgados de cromatina. O citoplasma contém grânulos finos e inconspícuos que coram-se com corantes neutros.
38 Reação anafilática: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
39 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
40 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
41 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
42 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
43 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
44 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
45 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
46 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
47 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
48 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
49 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
50 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
51 Granulócitos: Leucócitos que apresentam muitos grânulos no citoplasma. São divididos em três grupos, conforme as características (neutrofílicas, eosinofílicas e basofílicas) de coloração destes grânulos. São granulócitos maduros os NEUTRÓFILOS, EOSINÓFILOS e BASÓFILOS.
52 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
53 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
54 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
55 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
56 Mucosite: Inflamação de uma membrana mucosa, produzida por uma infecção ou lesão secundária à radioterapia, quimioterapia, carências nutricionais, etc.
57 Esofagite: Inflamação da mucosa esofágica. Pode ser produzida pelo refluxo do conteúdo ácido estomacal (esofagite de refluxo), por ingestão acidental ou intencional de uma substância tóxica (esofagite cáustica), etc.
58 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
59 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
60 Calvície: Também chamada de alopécia androgenética é uma manifestação fisiológica que ocorre em indivíduos geneticamente predispostos, sendo que a herança genética pode vir do lado paterno ou materno. É resultado da estimulação dos folículos pilosos por hormônios masculinos que começam a ser produzidos na adolescência (testosterona). Ao atingir o couro cabeludo de pacientes com tendência genética para a calvície, a testosterona sofre a ação de uma enzima, a 5-alfa-redutase, e é transformada em diidrotestosterona (DHT). É a DHT que vai agir sobre os folículos pilosos promovendo a sua diminuição progressiva. O resultado final deste processo de diminuição e afinamento dos fios de cabelo é a calvície.
61 Choque anafilático: Reação alérgica grave, caracterizada pela diminuição da pressão arterial, taquicardia e distúrbios gerais da circulação, acompanhado ou não de edema de glote. Necessita de tratamento urgente. Pode surgir por exposição aos mais diversos alérgenos.
62 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
63 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
64 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
65 Neuropatia: Doença do sistema nervoso. As três principais formas de neuropatia em pessoas diabéticas são a neuropatia periférica, neuropatia autonômica e mononeuropatia. A forma mais comum é a neuropatia periférica, que afeta principalmente pernas e pés.
66 Neuropatia periférica: Dano causado aos nervos que afetam os pés, as pernas e as mãos. A neuropatia causa dor, falta de sensibilidade ou formigamentos no local.
67 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
68 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
69 Hepatotoxicidade: É um dano no fígado causado por substâncias químicas chamadas hepatotoxinas.
70 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
71 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
72 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
73 Disfagia: Sensação consciente da passagem dos alimentos através do esôfago. Pode estar associado a doenças motoras, inflamatórias ou tumorais deste órgão.
74 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
75 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
76 Para paciente: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Paciente disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
77 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
78 Acidose metabólica: A acidose metabólica é uma acidez excessiva do sangue caracterizada por uma concentração anormalmente baixa de bicarbonato no sangue. Quando um aumento do ácido ultrapassa o sistema tampão de amortecimento do pH do organismo, o sangue pode acidificar-se. Quando o pH do sangue diminui, a respiração torna-se mais profunda e mais rápida, porque o corpo tenta liberar o excesso de ácido diminuindo o volume do anidrido carbônico. Os rins também tentam compensá-lo por meio da excreção de uma maior quantidade de ácido na urina. Contudo, ambos os mecanismos podem ser ultrapassados se o corpo continuar a produzir excesso de ácido, o que conduz a uma acidose grave e ao coma. A gasometria arterial é essencial para o seu diagnóstico. O pH está baixo (menor que 7,35) e os níveis de bicarbonato estão diminuídos (<24 mmol/l). Devido à compensação respiratória (hiperventilação), o dióxido de carbono está diminuído e o oxigênio está aumentado.

Tem alguma dúvida sobre EPÓSIDO?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.