NOVATIV

ATIVUS

Atualizado em 09/12/2014

        Novativ  Cloridrato de Sertralina

- FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO  
Comprimidos revestidos de 50 mg -
caixa com 20 comprimidos revestidos.

USO ADULTO

Composição   de Novativ

Comprimidos revestidos de 50 mg - cada comprimido revestido contém:  Sertralina (cloridrato) 50 mg  Excipientes: Amido de Milho, Estearato de Magnésio, Fosfato Bicálcio, Lactose1, Talco, Acetona, Álcool Isopropílico, Dióxido de Titânio e Copolímero Ácido Metacrílico.
- INFORMAÇÕES AO PACIENTE  

NOVATIV (Sertralina) age inibindo a recaptação da Serotonina, ou seja, ela aumenta os níveis de Serotonina no Cérebro2. O aumento no nível deste neurotransmissor leva a melhora dos quadros de depressão.  

Cuidados na Conservação:
O medicamento deve ser conservado ao abrigo do calor excessivo, da umidade, da luz e em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC).  

Prazo de validade:
24 meses após a data de fabricação.  Verifique o prazo de validade no cartucho  Não utilize medicamentos com o prazo de validade vencido.  

Conduta na Gravidez3 e Lactação4:
Não existem estudos específicos e adequadamente comprovados sob a sua ação em seres humanos. Portanto, a sua utilização não é recomendada para pacientes5 grávidas, exceto em casos em que o médico evidenciar um maior benefício que risco ao feto6, por sua utilização. Do mesmo modo, para a gravidez3, não se tem relatos cientificamente comprovados de que Sertralina seja excretada pelo leite materno, não devendo ser utilizada durante a lactação4. Devido à falta de experiência clínica disponível até hoje, as crianças e os recém-nascidos não devem ser tratados com a Sertralina. Informe seu médico da ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao seu médico se estiver amamentando.  

Cuidados na Administração:
O tratamento com Sertralina deve ser mantido rigorosamente, sem descontinuidade. Devido ao fato de apresentar-se sob a forma farmacêutica de comprimidos revestidos, sua administração deve ser realizada de maneira correta, isto é, sem a ruptura dos comprimidos. Estudos clínicos com Sertralina têm demonstrado, não haver efeito sobre a coordenação motora. Entretanto, deve-se manter a possibilidade da ocorrência de tais efeitos, evitando-se, portanto, a realização de determinadas tarefas, tais como: dirigir carros e operar máquinas. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.  NÃO INTERROMPER O TRATAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO  

Reações Adversas de Novativ

As reações adversas mais comuns são: boca7 seca, náusea8, diarréia9, fezes amolecidas, disfunção sexual masculina (principalmente retardo da ejaculação10), tremor, tontura11, insônia, sonolência, sudorese12 e dispepsia13. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.  TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.  
Ingestão Concomitante com outras Substâncias:
 Pacientes que estão fazendo ou fizeram uso de outros antidepressivos devem comunicar seu médico. Outras drogas como Varfarina, Digoxina, Cimetidina, Lítio e Atenolol, interagem com a Sertralina, logo, seu uso em associação com esta deve ser informado a seu médico.  
Contra-indicações e Precauções:
A utilização do produto está contra-indicada para pacientes5 com hipersensibilidade à Sertralina ou a quaisquer componentes da formulação, bem como na administração concomitante com inibidores da monoamino oxidase (IMAO14). Informe a seu médico sobre quaisquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE15.  

Informações Técnicas de Novativ

 

O mecanismo de ação da Sertralina é presumido como sendo por inibição do SNC16, através da recaptação neuronal da Serotonina (5-HT). Estudos "in vitro", em animais, revelaram que a Sertralina é um inibidor potente e seletivo da recaptação neuronal da Serotonina e que somente apresenta muito pouco efeito na recaptação da norepinefrina e dopamina17 neuronal. Estudos "in vitro", mostraram que a Sertralina não apresenta significante afinidade por receptores adrenérgicos18 (a1, a2, b), colinérgicos, GABA19, dopa ou benzodiazepínicos. A administração crônica de Sertralina em animais mostrou regularidade nos receptores da norepinefrina do cérebro2, tendo como característica outros efeitos clínicos antidepressivos. A Sertralina não inibe a MAO20.  

Farmacocinética: No homem, após a administração de doses únicas diárias de 50 a 200 mg por 14 dias, os picos plasmáticos ocorrem em torno de 4,5 a 8,4 horas após a dose. A meia-vida média de Sertralina para homens e mulheres jovens e idosos varia de 22 a 36 horas.  

Bioavaliação sistêmica:
Os efeitos da comida na biodisponibilidade da Sertralina foram estudados através da administração de doses simples com e sem alimentos. A curva tempo x concentração plasmática (AUC) foi levemente aumentada com o alimento, mas a Cmáx foi 25% maior, onde o tempo para a formação do pico da concentração plasmática diminuiu de 8 horas, pós-dosagem, para 5 horas.  

Metabolismo21:
O principal caminho metabólico da Sertralina é o N-desmetil Sertralina, com tempo de meia-vida de eliminação de 62 à 104 horas. Estudos bioquímicos "in vitro" e testes farmacológicos "in vivo" mostraram que a N-desmetil Sertralina apresenta menos atividade que a Sertralina. A Sertralina e a N-desmetil Sertralina sofrem oxidação e subseqüente redução, hidroxilação e conjugação glicurônica. Em estudos realizados com a Sertralina radioativada, envolvendo dois grupos de indivíduos sãos do sexo masculino, esta foi encontrada em menos de 5% no plasma22. Cerca de 40-45% da Sertralina radioativada foi recolhida na urina23 depois de 9 dias. A Sertralina inalterada não foi encontrada na urina23. Cerca de 40-45% da administração radioativada foi encontrada nas fezes, incluindo 12-14% de Sertralina inalterada. Somente uma pequena quantidade (menor que 0,2%) de Sertralina é excretada na urina23 sob a forma inalterada. A N-desmetil Sertralina exibe um tempo, dose-dependente elevado, na AUC, de 0-24 horas; Cmáx e Cmín, é de cerca de 5-9, duas vezes maior que os parâmetros da farmacocinética, entre 1 e 14 dias. De acordo com a meia-vida de eliminação, concentrações de equilíbrio "steady-state" são atingidas aproximadamente 1 semana após administração de doses únicas diárias. Aproximadamente, 98% da droga circulante estão ligados às proteínas24 plasmáticas.  

- INDICAÇÕES:  
Novativ (Cloridrato de Sertralina) é indicado para o tratamento da depressão. A eficácia da Sertralina no tratamento de episódios de depressão maior foi estabelecida de 6 a 8 semanas de controle, em pacientes cuja maioria dos diagnósticos correspondentes terminais foi da categoria DSM - III de depressão maior. Um episódio de depressão maior implica em depressão propriamente dita e persistente, que usualmente interfere com as funções diárias (aproximadamente todos os dias durante 2 semanas); inclui de 4 a 8 sintomas25, tais como: perda de apetite, perda de sono, agitação ou retardamento psicomotor26, diminuição do interesse pelas atividades normais ou diminuição do interesse sexual, aumento da fadiga27, sentimento de culpa ou inutilidade e tentativa suicida ou idéia suicida. A ação antidepressora da Sertralina em pacientes depressivos hospitalizados não foi adequadamente estudada.  

- CONTRA-INDICAÇÕES:
A Sertralina é contra-indicada em casos de uso concomitante de Inibidores da Monoamino Oxidase (IMAO14), e em casos de hipersensibilidade conhecida à droga e aos componentes inativos da fórmula.  

- ADVERTÊNCIAS:  

Pacientes com insuficiência renal28:
Em pacientes com insuficiência renal28 de grau leve a moderado (clearance de creatina de 20 a 50 ml/min) ou insuficiência renal28 severa (clearance de creatina < 20 ml/min), os parâmetros farmacocinéticos de dose única não foram significantemente diferentes quando comparados aos controles. Entretanto, a farmacocinética da Sertralina em pacientes com disfunção renal29 significante não foi determinada. Portanto, recomenda-se precaução no tratamento de pacientes com insuficiência renal28.  

Pacientes com insuficiência hepática30:
A Sertralina é metabolizada primeiramente no fígado31. Um fígado31 debilitado, pode afetar a eliminação da Sertralina. O tempo de meia-vida da Sertralina foi prolongado em estudos com doses únicas em pacientes com moderado estado de cirrose32, com um resultado de 52 horas, comparado à 22 horas, observado em indivíduos com fígado31 não debilitado. Isto sugere que o uso de Sertralina em pacientes com fígado31 debilitado deve ser realizado com cautela. Se a Sertralina for administrada em pacientes com fígado31 debilitado, uma dose menor ou menos freqüente é sugerida.  


Conduta na gravidez3 e lactação4:
Estudos realizados em animais não mostraram efeito teratogênico33 de Sertralina, entretanto, não existem estudos específicos e adequadamente comprovados sob a sua ação em seres humanos, portanto, a sua utilização não é recomendada para pacientes5 grávidas, exceto em casos em que o médico evidenciar um maior benefício que risco ao feto6, por sua utilização. Foram relatados casos de diminuição da sobrevida34 neonatal após a administração alternada da Sertralina em doses aproximadamente 5 vezes superior à dose máxima indicada para humanos (mg/kg). Nas doses correspondentes a aproximadamente 2,5 à 10 vezes a dose máxima diária em humanos (mg/kg), a Sertralina foi associada com o retardo no processo de ossificação dos fetos, provavelmente secundários aos efeitos maternos. Do mesmo modo que para a gravidez3, não se tem relatos cientificamente comprovados de que Sertralina seja excretada pelo leite materno, não devendo ser utilizada durante a lactação4.  

Uso Pediátrico:
Devido à falta de experiência clínica disponível até hoje, as crianças e recém-nascidos não devem ser tratados com Sertralina.  

Inibidor da enzima35 Monoamino Oxidase (IMAO14):
A utilização concomitante de Sertralina e inibidores da enzima35 Monoamino Oxidase durante um período de 14 dias após a descontinuação do tratamento com IMAO14, deve ser evitada. Do mesmo modo que o início de um tratamento com IMAO14, após um período de intervalo de tempo de 14 dias depois da interrupção do tratamento com Sertralina, também, deve ser respeitada.  

Interações Medicamentosas:   de Novativ

Inibidores da Monoamino Oxidase:
De acordo com o que fora descrito anteriormente, pode-se concluir que a interação existente entre os inibidores da enzima35 Monoamino Oxidase e o medicamento Sertralina é evidente e deve ser respeitada.  

Drogas que se ligam à proteína plasmática:
Devido ao fato da Sertralina se ligar as proteínas24 plasmáticas, a administração de Sertralina em pacientes tomando outra droga que se liga às proteínas24 plasmáticas (varfarina, digoxina) pode causar uma mudança na concentração plasmática, resultando em um efeito adverso.  

Depressores do SNC16 e álcool:
A administração concomitante de 200 mg diários de Sertralina não potencializa os efeitos do álcool, carbamazepina, haloperidol ou fenitoína nas atividades psicomotoras e cognitivas em pacientes sadios; entretanto, o uso concomitante de Sertralina e álcool não é recomendado.  

Cimetidina:
Em estudo com Sertralina (100 mg) realizado após 8 dias de administração de cimetidina (800 mg diárias), houve um aumento da curva tempo x concentração plasmática - AUC - ( 50 % ), Cmáx ( 24%) e tempo de meia - vida ( 26% ), comparado com o grupo em que se administrou placebo36. O significado clínico desta mudança não é conhecida.  

Varfarina:
A coadministração de 200 mg diárias de Sertralina e Varfarina resultou em um aumento no tempo de protrombina37, sendo que a significância clínica deste fato é desconhecida. O tempo de protrombina37 deve ser monitorado cuidadosamente, quando a terapia com Sertralina for iniciada ou interrompida.  

Lítio:
Recomenda-se cuidado na administração concomitante de Sertralina e lítio, devido ao fato deste poder atuar por mecanismos serotoninérgicos.  

Atenolol:
Sertralina (100 mg) quando administrada em 10 indivíduos sadios não produziu efeito no bloqueio b - adrenérgico38 do atenolol.  

Drogas serotoninérgicas:
Estudos complementares a respeito da administração concomitante de Sertralina e drogas serotoninérgicas, tais como: triptofano ou fenfluramina, devem ser aperfeiçoados, por isso, esta administração não deve ocorrer.  


Drogas metabolizadas por outras enzimas do Citocromo P450 (CYP450): Estudos "in vitro", com Sertralina, indicaram que esta apresenta pouca ou nenhuma atividade inibitória sobre a enzima35 CYP450.  

Terapia eletroconvulsiva (TEC):
Não existem estudos clínicos estabelecendo os riscos ou benefícios do uso combinado de TEC e Sertralina.  

Digoxina:
Em um controle com placebo36 em voluntários normais, a administração de Sertralina por 17 dias ( 200 mg/dia, nos últimos 10 dias ), não causou mudança no nível de digoxina ou no clearance da digoxina renal29.  

Astemizol:
Tem-se observado aumento do número de reações adversas em paciente que fizeram uso simultâneo de Astemizol e inibidores da recaptação de Serotonina como a Sertralina e o Fluconazol, logo, seu uso deve ser feito com cautela.  

Indução enzimática microssomal:
A Sertralina não mostrou induzir significantemente as enzimas hepáticas39, quando avaliado pela redução da meia-vida da antipirina.  

- REAÇÕES ADVERSAS:  
As reações adversas mais comuns são : boca7 seca, náusea8, diarréia9, fezes amolecidas, disfunção sexual masculina (principalmente retardo da ejaculação10), tremor, tontura11, insônia, sonolência, sudorese12 e dispepsia13. As reações adversas de menor freqüência são: parestesia40, hipoestesia41, sintomas25 depressivos, alucinações42, reações agressivas, agitação, ansiedade e psicose43 (estas reações não podem ser distingüidas da história natural da doença de base); elevações assintomáticas nas transaminases séricas - AST e ALT; hiponatremia44 (pode ser reversível quando descontinuado o tratamento, sendo que este caso pode ser devido à síndrome45 de secreção inapropriada do hormônio46 antidiurético).    Casos de reações adversas graves foram relatados em pacientes que estavam recebendo Sertralina em associação a um inibidor da MAO20, incluindo IMAO14 seletivo, selegilina, IMAO14 reversível (inibidor reversível da Monoamino Oxidase - RIMA) e moclobemida. Alguns casos apresentaram-se com sinais47 semelhantes à síndrome serotoninérgica48. Casos , algumas vezes fatais, têm sido igualmente relatados com outros antidepressivos durante o tratamento associado a um IMAO14 ou em pacientes que tenham recentemente descontinuado um agente antidepressivo e iniciado terapia com IMAO14. Sintomas25 de interação entre inibidores seletivos da recaptação da Serotonina (ISRS) e IMAO14 incluem hipertermia, rigidez, espasmo49 clônico, instabilidade autonômica com possibilidade de rápidas flutuações dos sinais vitais50, alterações mentais que incluem confusão, irritabilidade e agitação extrema progredindo para delírio51 e coma52.  

Perda de peso:
Uma perda significante de peso pode ser um dos resultados do tratamento com Sertralina em muitos pacientes, mas em média, pacientes submetidos à experiência tiveram uma perda mínima de peso. Foram relatados raros casos de interrupção do tratamento por perda de peso.  

Efeito uricosúrico fraco:
Sertralina está associada à um significante decréscimo na concentração de ácido úrico, de aproximadamente 7%. O significado clínico deste efeito uricosúrico fraco e desconhecido, não deve ser relatado como falha aguda renal29 com Sertralina.  

Ativação de mania/hipomania:
Estudos clínicos realizados revelaram que os casos de mania e hipomania ocorreram em aproximadamente 0,4% dos pacientes tratados com Sertralina.  

Hiponatremia44:
Casos severos de hiponatremia44 foram relatados e aparentemente apresentaram-se reversíveis quando o tratamento com Sertralina foi descontinuado. Muitos casos foram, possivelmente devidos à síndrome45 da secreção hormonal antidiurética inapropriada. A maioria dos casos ocorreu em indivíduos idosos, muitos tomando diuréticos53 ou, de outro modo, com volume esgotado.  

Convulsões:
O uso de medicamentos antidepressivos gera um risco, em potencial, da ocorrência de convulsões. Devido ao fato de não terem sido realizados estudos com pacientes apresentando distúrbios convulsivos, sua utilização deve ser evitada em pacientes com epilepsia54 instável e pacientes com epilepsia54 controlada devem ser cuidadosamente monitorados. A medicação deve ser descontinuada em qualquer paciente que desenvolva convulsões.  

Função plaquetária:
Foram relatados raros casos de alteração da função plaquetária e/ou resultados anormais em estudos laboratoriais com pacientes utilizando Sertralina.  

Suicídio:
Uma vez que a possibilidade de uma tentativa de suicídio é inerente à depressão e pode persistir até que uma remissão significativa ocorra, os pacientes devem ser cuidadosamente supervisionados durante o período inicial de terapia.

- POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO:  
A dose terapêutica55 usual de Sertralina é de 50 mg em dose única diária. Sendo que, se houver resposta insuficiente à dose terapêutica55 inicial, a mesma poderá ser aumentada até um máximo de 200 mg/dia, em incrementos semanais de 50 mg.  A posologia durante a terapia de manutenção prolongada com Sertralina deverá ser mantida com a menor dose eficaz, com subseqüentes ajustes dependendo da resposta terapêutica55.  

- SUPERDOSAGEM:
Foram relatados casos de superdosagem com Sertralina, isoladamente, em doses de até 6 g. Bem como, casos de morte envolvendo superdosagem de Sertralina, em associação à outras drogas e/ou álcool. Não foi estabelecida terapia específica para o tratamento de casos de superdosagem com Sertralina. Deve-se utilizar, como atendimento imediato, os seguintes procedimentos:  - estabelecer a respiração assistida, assegurar a ventilação56 e a oxigenação;  - a utilização de lavagem ou êmese57 pode ser substituída pelo carvão ativado com maior eficácia;  - monitoração cardíaca e dos sinais vitais50 devem ser realizados como controle dos sintomas25 e das medidas gerais de suporte;  - a utilização de métodos, tais como: diurese58 forçada, diálise59, hemoperfusão, trocas transfusionais, afim de obter uma redução na concentração e evitar a distribuição da Sertralina, não irão surtir efeitos benéficos, visto que a Sertralina é amplamente distribuída.  

Advertência e Recomendações para Pacientes5 com Idade Superior a 65 Anos:
O cleareance da Sertralina plasmática em um grupo de 16 (8 mulheres e 8 homens) pacientes idosos tratados por 14 dias com uma dose de 100 mg/dia foi aproximadamente 40% menor que no grupo de jovens estudados (25 a 32 anos) individualmente. Muitos estudos mostraram diminuição do clearance da N-desmetil Sertralina, em pacientes do sexo masculino idosos, mas não em mulheres. O padrão e as incidências de reações adversas nos idosos foram similares aos observados em pacientes mais jovens.  

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.  "SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA."  

NOVATIV - Laboratório

ATIVUS
Rua Fonte Mécia, 2050 - São Pedro
Valinhos/SP - CEP: 13270-000
Tel: (19) 3849 8600
Site: http://www.ativus.com.br/

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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
5 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
6 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
7 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
8 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
9 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
10 Ejaculação: 1. Ato de ejacular. Expulsão vigorosa; forte derramamento (de líquido); jato. 2. Em fisiologia, emissão de esperma pela uretra no momento do orgasmo. 3. Por extensão de sentido, qualquer emissão. 4. No sentido figurado, fartura de palavras; arrazoado.
11 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
12 Sudorese: Suor excessivo
13 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
14 IMAO: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
15 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
16 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
17 Dopamina: É um mediador químico presente nas glândulas suprarrenais, indispensável para a atividade normal do cérebro.
18 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
19 GABA: GABA ou Ácido gama-aminobutírico é o neurotransmissor inibitório mais comum no sistema nervoso central.
20 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
21 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
22 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
23 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
24 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
25 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
26 Psicomotor: Próprio ou referente a qualquer resposta que envolva aspectos motores e psíquicos, tais como os movimentos corporais governados pela mente.
27 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
28 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
29 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
30 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
31 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
32 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
33 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
34 Sobrevida: Prolongamento da vida além de certo limite; prolongamento da existência além da morte, vida futura.
35 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
36 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
37 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
38 Adrenérgico: Que age sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
39 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
40 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
41 Hipoestesia: Perda ou diminuição de sensibilidade em determinada região do organismo.
42 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
43 Psicose: Grupo de doenças psiquiátricas caracterizadas pela incapacidade de avaliar corretamente a realidade. A pessoa psicótica reestrutura sua concepção de realidade em torno de uma idéia delirante, sem ter consciência de sua doença.
44 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
45 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
46 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
47 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
48 Síndrome serotoninérgica: Síndrome serotoninérgica ou síndrome da serotonina é caracterizada por uma tríade de alterações do estado mental (ansiedade, agitação, confusão mental, hipomania, alucinações e coma), das funções motoras (englobando tremores, mioclonias, hipertonia, hiperreflexia e incoordenação) e do sistema nervoso autônomo (febre, sudorese, náuseas, vômitos, diarreia e hipertensão). Ela pode ter causas diversas, mas na maioria das vezes ocorre por uma má interação medicamentosa, quando dois ou mais medicamentos que elevam a neurotransmissão serotoninérgica por meio de distintos mecanismos são utilizados concomitantemente ou em overdose.
49 Espasmo: 1. Contração involuntária, não ritmada, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosa ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
50 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
51 Delírio: Delirio é uma crença sem evidência, acompanhada de uma excepcional convicção irrefutável pelo argumento lógico. Ele se dá com plena lucidez de consciência e não há fatores orgânicos.
52 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
53 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
54 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
55 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
56 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
57 Êmese: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Sinônimo de vômito. Pode ser classificada como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
58 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
59 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.

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