ACETATO DE CIPROTERONA

BIOSINTETICA

Atualizado em 09/11/2015

Acetato de Ciproterona
50mg
Comprimidos

- FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO
Comprimidos. Embalagem contendo 20 comprimidos.

USO ADULTO

- COMPOSIÇÃO
Cada comprimido de 50 mg contém:
Acetato de Ciproterona.................... 50 mg
Excipiente q.s.p. .................... 1 comprimido
(lactose1, amido, crospovidone, lauril sulfato de sódio, hidroxipropilcelulose, talco, silica coloidal, estearato de magnésio)

- INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Ação esperada do medicamento: No homem: Tratamento em câncer2 de próstata3 avançado, desejo sexual exagerado (desvios sexuais e/ou hipersexualidade). Na mulher: Tratamento de fenômenos de masculinização como aumento anormal de pêlos no corpo e na face4 (hirsutismo5), queda pronunciada de cabelo6 e calvície7 (alopecia8 androgênica), formas graves de acne9 e seborréia10.
Cuidados de armazenamento: Conservar o produto ao abrigo do calor e umidade.
Prazo de validade: Desde que sejam observados os cuidados de armazenamento, BIOSINTÉTICA ACETATO DE CIPROTERONA (Acetato de Ciproterona) apresenta prazo de validade de 60 meses a partir da data de fabricação. Não utilize o produto após o vencimento do prazo de validade.
Gravidez11 e lactação12: BIOSINTÉTICA ACETATO DE CIPROTERONA (Acetato de Ciproterona) está contra-indicado durante a gravidez11 e período de lactação12. Informe seu médico a ocorrência de gravidez11 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se estiver amamentando.
Cuidados de administração: ASiga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Interrupção do tratamento: ANão interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Reações adversas: Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Contra-indicações e precauções: Além de gravidez11 e lactação12, este produto está contra-indicado para pacientes13 com história de distúrbios tromboembólicos, distúrbios agudos do fígado14 e hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE15.

- INFORMAÇÕES TÉCNICAS
O acetato de ciproterona é um preparado hormonal de efeito antiandrogênico. Inibe a ação dos hormônios sexuais masculinos (androgênios), que também são produzidos em pequenas quantidades no organismo feminino. Também apresenta efeitos progestogênico e antigonadotrópico. O acetato de ciproterona produz redução do nível plasmático de testosterona, hormônio16 luteinizante (LH) e folículo17-estimulante (FSH). No homem, o tratamento com este produto provoca diminuição da libido18 e da potência, inibe a função das gônadas19. Estas modificações regridem após interrupção do tratamento. O BIOSINTÉTICA ACETATO DE CIPROTERONA (Acetato de Ciproterona) inibe a função dos órgãos efetores andrógeno20-dependentes, como a próstata3, por exemplo. Na mulher, o tratamento consegue reduzir a exagerada pilosidade corpórea, como também faz regredir a calvície7 andrógeno20-dependente e diminui a função exagerada das glândulas sebáceas21. Durante o tratamento não há ovulação22.

- MODO DE AÇÃO
Os efeitos antiandrogênicos do acetato de ciproterona são predominantemente mediados por inibição competitiva dos receptores de androgênios nas células23-alvo. Também possui atividade progestogênica, que resulta em supressão da secreção e produção de gonadotrofinas pela pituitária.

- FARMACOCINÉTICA
O acetato de ciproterona é absorvido pelo trato gastrintestinal. Picos de concentração plasmática são alcançados de 3 a 4 horas e caem rapidamente durante as primeiras 24 horas devido à distribuição pelos tecidos e excreção. A meia-vida plasmática é de cerca de 38 horas. É excretado pelas fezes (90%) e urina24 como droga inalterada e metabólitos25.

- INDICAÇÕES
No homem: desejo sexual patologicamente modificado e/ou patologicamente exagerado (desvios sexuais e/ou hipersexualidade). Tratamento antiandrogênico em carcinoma26 de próstata3 avançado.
Na mulher: fenômenos de androgenização como aumento patológico da pilosidade corpórea e facial (hirsutismo5), queda pronunciada de cabelo6 e calvície7 (alopecia8 androgênica), formas graves de acne9 e seborréia10.

- CONTRA-INDICAÇÕES
BIOSINTÉTICA ACETATO DE CIPROTERONA (Acetato de Ciproterona) está contra-indicado para indivíduos que apresentem hipersensibilidade conhecida à droga ou a quaisquer dos seus componentes, hepatopatias, antecedente de icterícia27 ou prurido28 persistente durante alguma gestação anterior, antecedente de herpes gestacional, síndromes de Dubin-Johnson e Rotor, tumores hepáticos atuais ou antecedentes dos mesmos (exceto devido a metástase29 de carcinoma26 de próstata3), doenças debilitantes (com exceção de carcinoma26 de próstata3) ou depressão crônica grave.
Também está contra-indicado em processos tromboembólicos ou antecedentes dos mesmos, diabetes mellitus30 grave com alterações vasculares31, anemia32 de células23 falciformes. Em pacientes com carcinoma26 de próstata3 com estas doenças, a proporção risco/benefício deve ser considerada cuidadosamente em cada caso antes da prescrição de BIOSINTÉTICA ACETATO DE CIPROTERONA (Acetato de Ciproterona).

- GRAVIDEZ11 E LACTAÇÃO12
O BIOSINTÉTICA ACETATO DE CIPROTERONA (Acetato de Ciproterona) não deve ser administrado durante a gravidez11 e período de lactação12. Há relatos de fetos abortados sem malformações33 e de crianças saudáveis nascidas de mulheres que tomaram, inadvertidamente, uma combinação de acetato de ciproterona e etinilestradiol durante os primeiros estágios de gravidez11.

- INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
As necessidades de hipoglicemiantes orais34 ou insulina35 podem alterar-se.

- REAÇÕES ADVERSAS
Hematológicas:
Anemia32: anemia32 hipocrômica foi descrita em alguns pacientes tratados com o acetato de ciproterona.
Aumento da antitrombina III plasmática e atividade fibrinolítica aumentada.
Cardiovasculares: alterações na pressão sanguínea (vasomotor), retenção de fluido e edema36 periférico, tromboembolismo37 venoso, isquemia38, insuficiência cardíaca congestiva39, embolia40 pulmonar, acidente cerebrovascular e mudanças no eletrocardiograma41. Estes efeitos são inicialmente observados em pacientes com câncer2 de próstata3 recebendo altas doses da droga e o risco de complicações severas é maior durante os primeiros 6 meses de terapia.
Em estudos comparativos envolvendo pacientes com carcinoma26 de próstata3, a incidência42 total de toxicidade43 cardiovascular tem sido de aproximadamente 10%, consistindo de fluido de retenção (2,4%), alterações no eletrocardiograma41 (tipo não especificado) (1,2%), infarto do miocárdio44 (3,6%) e lesões45 tromboembólicas (2,4%). Esta incidência42 foi significantemente menor que quando observado com dietilestilbestrol (34%) e levemente menor que com acetato de medroxiprogesterona (18%). No subgrupo de pacientes com disfunção cardiovascular pré-existente, o risco de toxicidade43 cardiovascular com o acetato de ciproterona foi levemente aumentado; entretanto, a toxicidade43 cardiovascular também foi mais frequente com dietilestilbestrol neste subgrupo de pacientes. Foi observada uma tendência total sutilmente maior para morte cardiovascular com o acetato de ciproterona comparado com o dietilestilbestrol, embora isto seja de significância duvidosa.
Durante terapia combinada46 com acetato de ciproterona e baixa dose de dietilestilbestrol para câncer2 de próstata3, uma incidência42 similar de toxicidade43 cardiovascular foi relatada (12%). Neste estudo, trombose47 venosa ou embolia40 pulmonar ocorreu em 6% dos pacientes.
Foram relatados efeitos adversos cardiovasculares mínimos quando do uso de acetato de ciproterona e estrógeno48 em terapia para hirsutismo5, acne9 e outras indicações. Quando da administração de 2 mg de acetato de ciproterona com 35 mcg de etinilestradiol durante 4 meses, observou-se em 1 paciente trombose venosa profunda49 associada a anticorpos50 para acetato de ciproterona. Não foram encontrados anticorpos50 para etinilestradiol.
Existem algumas evidências de estudos de metabolismo51 de sódio e água que o volume plasmático está totalmente inalterado durante a terapia com acetato de ciproterona, diferente da terapia com estrógeno48, minimizando o risco de insuficiência cardíaca congestiva39.
Sistema nervoso central52: quando administrado para pacientes13 do sexo masculino em altas doses (mais que 300 mg/dia), o acetato de ciproterona tem sido associado com sedação53 ou letargia54, alterações de humor, dor de cabeça55 e depressão. Estes efeitos podem responder à redução de dose. Em mulheres recebendo terapia combinada46 de acetato de ciproterona e estrógeno48, efeitos adversos no sistema nervoso central52 têm sido mínimos.
Endócrinos e metabólicos:
1 - Sensação de tensão mamária e ginecomastia56 dolorosa foram relatadas em homens tratados com acetato de ciproterona. A incidência42 de ginecomastia56 em pacientes com câncer2 de próstata3 variou de 6% a 13% com monoterapia de acetato de ciproterona ou um regime de combinação utilizando-se baixas doses de dietilestilbestrol. O aumento da mama57 pode não ser reversível em todos os pacientes. Ginecomastia56 ocorreu menos frequentemente com acetato de ciproterona do que com dietilestilbestrol em pacientes com câncer2 de próstata3.
Em um estudo utilizando acetato de ciproterona associado a baixa dose de dietilestilbestrol em câncer2 de próstata3, a tensão das mamas58 ocorreu em 71% dos pacientes em um tempo médio de 4 meses; este tempo médio para a solução espontânea foi de 8 meses para a maioria dos pacientes. Ginecomastia56 (maior que 4 cm) foi observada em 10% dos pacientes por um período médio de 12 meses.
A tensão das mamas58 e galactorréia59 associados com hiperprolactinemia foram descritos ocasionalmente em mulheres recebendo terapia de acetato de ciproterona e estrógeno48.
2 - Rubor vasomotor com suor noturno foram relatados em 8% dos pacientes com câncer2 de próstata3 tratados com regime de acetato de ciproterona associado com baixa dose de dietilestilbestrol em um estudo.
3 - Hiperprolactinemia: aumentos nos níveis de prolactina60 sérica foram relatados durante a terapia com acetato de ciproterona, embora isto possa não ser sempre clinicamente significante.
4 - Anormalidades lipídicas: aumentos do LDL61-colesterol62 e do HDL63-colesterol62 têm sido descritos durante a terapia com acetato de ciproterona em alguns estudos, enquanto que outros estudos não relataram anormalidades lipídicas adversas. Durante a monoterapia, especialmente em altas doses, o monitoramento dos lipídeos séricos é aconselhável.
Terapia combinada46 com baixas doses de acetato de ciproterona (1 mg) e valerato de estradiol (2 mg) induziu efeitos favoráveis nas lipoproteínas séricas quando administrados como terapia de reposição pós-menopausa64. Diminuições significantes no colesterol62 total e LDL61-colesterol62 foram relatadas. Níveis de HDL63-colesterol62 têm estado geralmente inalterados.
5 - Ganho de peso: pode ocorrer em pacientes tratados com acetato de ciproterona. Um ganho de peso médio de 2,4 kg foi relatado em pacientes com endometriose65 tratados com acetato de ciproterona e etinilestradiol em um estudo.
6 - Rubor: ondas de calor com suores noturnos foram relatados em 8% dos pacientes com câncer2 de próstata3 tratados com um regime de acetato de ciproterona mais baixa dose de dietilestilbestrol em um estudo.
Gastrintestinais: náusea66, diarréia67 e indigestão são efeitos adversos relativamente infrequentes do acetato de ciproterona administrado via oral. Náusea66 foi relatada em 2% dos pacientes com câncer2 de próstata3 tratados com acetato de ciproterona associado ao dietilestilbestrol em um estudo.
Hepatotoxicidade68: elevações das transaminases séricas ocorreram em homens e mulheres tratados com acetato de ciproterona e vários casos de hepatite69 foram relatados, sendo alguns deles fatais. O início dos sintomas70 de hepatite69 geralmente ocorre vários meses após o início da terapia. Efeitos hepatotóxicos podem ser mais frequentes em pacientes idosos com malignidade que estão recebendo altas doses de acetato de ciproterona por períodos prolongados. Testes de função hepática71 devem ser monitorados durante a terapia com acetato de ciproterona, especialmente nos idosos. A descontinuação da terapia é indicada se forem desenvolvidas anormalidades hepáticas72.
Geniturinários: em homens, a espermatogênese é inibida pelo acetato de ciproterona e o volume do ejaculado está reduzido. Impotência73 é observada em praticamente todos os pacientes.
Em mulheres, irregularidades menstruais podem ocorrer com terapia combinada46 de acetato de ciproterona e estrógeno48. Diminuição da libido18 foi relatada em homens e mulheres tratados com acetato de ciproterona associado ao estrógeno48.
Ocular: terapia de 2,5 anos de duração foi associada com perda visual e atrofia74 óptica em um caso simples. A visão75 começou a melhorar gradativamente logo após descontinuação da terapia com o acetato de ciproterona, sugerindo uma relação temporal próxima com o tratamento.
Respiratórios: pneumonia76 linfocítica foi relatada em uma paciente sendo tratada com ciproterona para hirsutismo5 severo. Após 4 meses de terapia com ciproterona, a paciente apresentou dispnéia77, tosse não-produtiva e falha ventilatória restritiva. Três meses após a descontinuação, a dispnéia77 desapareceu e as radiografias do tórax78 foram normais. Sobre o reinício do tratamento, a dispnéia77 reapareceu e a ciproterona foi novamente descontinuada. A paciente permaneceu sem dispnéia77 e as radiografias do tórax78 e testes pulmonários foram normais 1 ano depois.
Falta de ar: associada com alcalose79 respiratória crônica foi descrita durante a terapia com acetato de ciproterona em pacientes com câncer2 de próstata3 com obstrução leve ou moderada preexistente das vias aéreas. Especula-se que esta anormalidade é secundária aos efeitos progestogênicos do acetato de ciproterona, produzindo um aumento na ventilação80.
Foi relatada dispnéia77 leve no exercício em 43% dos pacientes com câncer2 de próstata3 tratados com acetato de ciproterona associado a baixas doses de dietilestilbestrol em um estudo.

- PRECAUÇÕES
Pacientes cuja atividade exige grande concentração (dirigir veículos, operar máquinas) devem ser alertados de que o BIOSINTÉTICA ACETATO DE CIPROTERONA (Acetato de Ciproterona) pode produzir, especialmente nas primeiras semanas de tratamento, cansaço, adinamia e diminuição da capacidade de concentração.
BIOSINTÉTICA ACETATO DE CIPROTERONA (Acetato de Ciproterona) não deve ser administrado a pacientes que ainda não ultrapassaram a puberdade, devido não poder ser excluída uma influência negativa sobre o crescimento longitudinal e sobre a função das gônadas19 ainda não desenvolvidas.
Durante o tratamento devem ser feitas provas da função hepática71 e do córtex supra-renal81 e realizados hemogramas (série vermelha).
Álcool pode diminuir o efeito do BIOSINTÉTICA ACETATO DE CIPROTERONA (Acetato de Ciproterona). Ele pode não ser eficaz em alcoólicos crônicos.
Pacientes portadores de diabetes mellitus30 devem ser mantidos sob cuidadosa vigilância devido interferir com o metabolismo51 de carboidratos. Recomenda-se monitorização constante da glicose sanguínea82.
Ocasionalmente, o BIOSINTÉTICA ACETATO DE CIPROTERONA (Acetato de Ciproterona) pode induzir sensação de dificuldade respiratória. Em casos extremamente raros, foram relatadas ocorrências de processos tromboembólicos durante o período de utilização do produto. No entanto, uma relação causal parece duvidosa.
Do mesmo modo como ocorre com outros esteróides sexuais, foram relatadas, em casos isolados, alterações hepáticas72 benignas e malignas. Em casos muito raros, os tumores hepáticos podem provocar hemorragia83 na cavidade abdominal84 com risco de vida. Se ocorrerem transtornos epigástricos graves, aumento do tamanho do fígado14 ou sinais85 de hemorragia83 intra-abdominal, deve-se incluir tumor86 hepático nas considerações diagnóstico87-diferenciais.
Antes de iniciar o tratamento, pacientes do sexo feminino devem ser submetidas a exame ginecológico completo. Para mulheres em idade reprodutiva, a possibilidade de gestação deve ser excluída.
Caso ocorra sangramento genital de pequena intensidade em tratamento combinado, o tratamento não deve ser interrompido antes que terminem as 3 semanas de uso do produto. Entretanto, se o sangramento for maior, a paciente deve ser examinada.
Pacientes do sexo feminino, que usarem adicionalmente terapia combinada46 cíclica, devem ser alertadas sobre as informações contidas na bula do produto escolhido, quando usados em associação ao BIOSINTÉTICA ACETATO DE CIPROTERONA (Acetato de Ciproterona).

- TERATOGENICIDADE
Em estudos animais, o acetato de ciproterona em altas doses tem sido associado com malformações33 congênitas88. A feminização de fetos masculinos também foi descrita em animais seguidos de exposição materna à droga durante o período de diferenciação sexual.
O dado limitado disponível em humanos não sugere um risco significante de teratogenicidade ou diferenciação sexual anormal com o acetato de ciproterona. Vários fetos do sexo masculino e do feminino saudáveis nasceram após uso inadvertido de doses baixas e relativamente altas (50 a 100 mg/dia) de acetato de ciproterona associado com etinilestradiol durante o início da gravidez11.

- POSOLOGIA
Homem:
1 - Desvios sexuais ou hipersexualidade: BIOSINTÉTICA ACETATO DE CIPROTERONA (Acetato de Ciproterona) 1 ou 2 comprimidos, 2 vezes ao dia, após as refeições, com um pouco de líquido. Uma vez obtido o efeito terapêutico desejado, deve-se tentar mantê-lo com a menor dose possível: 2 comprimido, 2 vezes ao dia normalmente é suficiente. Ao estabelecer a dose de manutenção ou quando for necessário interromper o tratamento, não se deve reduzir a dose abruptamente, mas de maneira gradual, reduzindo-se a dose diária em 1, ou melhor, 2 comprimido, em intervalos de várias semanas entre cada redução. Para estabilizar o efeito terapêutico é necessário utilizar o BIOSINTÉTICA ACETATO DE CIPROTERONA (Acetato de Ciproterona) por um período de tempo prolongado, se possível com uso simultâneo de medidas psicoterápicas.
2 - Tratamento em carcinoma26 de próstata3 inoperável: após orquiectomia89: 2 comprimidos de BIOSINTÉTICA ACETATO DE CIPROTERONA (Acetato de Ciproterona) 1 ou 2 vezes ao dia; sem orquiectomia89: 2 comprimidos, 2 ou 3 vezes ao dia. Salvo prescrição médica em contrário, o tratamento não deve ser alterado ou interrompido após melhora ou remissões terem ocorrido.
3 - Para reduzir o aumento inicial de hormônios sexuais masculinos em tratamento com agonistas de LH-RH: inicialmente, 2 comprimidos, 2 vezes ao dia, isoladamente por 5 a 7 dias, seguidos por 2 comprimidos, 2 vezes ao dia por 3-4 semanas juntamente com o agonista90 de LH-RH na dose recomendada pelo fabricante.
Para eliminar o efeito de androgênios adrenocorticais no tratamento com agonistas de LH-RH: continuação da terapia antiandrogênica com 2 comprimidos, 1 a 2 vezes ao dia.
Mulher:
Sinais85 de androgenização, por exemplo, hirsutismo5 grave patológico, queda pronunciada de cabelo6 androgênio-dependente resultando até em calvície7 (alopecia8 androgênica grave), frequentemente ocorrendo simultaneamente a formas graves de acne9 e/ou seborréia10: salvo prescrição médica em contrário, a paciente deve ingerir 2 comprimidos de BIOSINTÉTICA ACETATO DE CIPROTERONA (Acetato de Ciproterona) diariamente, do 11 ao 101 dia de ciclo (10 dias). Em mulheres em idade reprodutiva, o tratamento deve ser iniciado no 11 dia de menstruação91 (11 dia do ciclo = 11 dia de sangramento). Apenas as pacientes que apresentarem amenorréia92 podem iniciar o tratamento prescrito imediatamente. Neste caso, o 11 dia de tratamento deve ser considerado como se fosse o 11 dia do ciclo e as recomendações abaixo descritas devem ser observadas. Adicionalmente, deve usar-se um preparado contendo associação progestogênio-estrogênio, por exemplo, do 11 ao 211 dia do ciclo, ou um contraceptivo oral, diariamente, para promover a necessária proteção contraceptiva e estabilizar o ciclo. As pacientes que recebem a terapia combinada46 cíclica devem escolher um determinado horário do dia para a ingestão da drágea93. Se houver esquecimento de tomada de uma drágea93 por período superior a 12 horas deste horário, a proteção contraceptiva nesse ciclo pode ficar reduzida. O uso de BIOSINTÉTICA ACETATO DE CIPROTERONA (Acetato de Ciproterona) em associação ao contraceptivo oral, entretanto, deve continuar de acordo com as instruções, ignorando a drágea93 ou drágeas94 esquecidas, com a finalidade de evitar sangramento prematuro neste ciclo. Porém, deve utilizar-se, adicionalmente, método contraceptivo não-hormonal (com exceção dos métodos de ritmo e da temperatura) no restante deste ciclo. Após a pausa reinicia-se o mesmo esquema de tratamento combinado, isto é, no mesmo dia da semana e mantendo as mesmas orientações, tenha ou não cessado o sangramento. Se houver ocorrido sangramento durante o intervalo de pausa, o médico deve ser consultado. Uma vez obtida melhoraclínica, o médico pode reduzir a dose diária de BIOSINTÉTICA ACETATO DE CIPROTERONA (Acetato de Ciproterona), durante os 10 dias iniciais do tratamento combinado com o contraceptivo oral, para 1 ou 2 comprimido; às vezes, o uso isolado do contraceptivo oral pode ser suficiente. Em pacientes histerectomizadas ou em pacientes após a menopausa64, pode-se administrar exclusivamente BIOSINTÉTICA ACETATO DE CIPROTERONA (Acetato de Ciproterona). Dependendo da gravidade dos distúrbios, utiliza-se 2 ou 1 comprimido por dia durante 21 dias consecutivos, intercalando um intervalo de 7 dias antes de iniciar o novo ciclo de tratamento.

ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E EMBORA AS PESQUISAS REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

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ACETATO DE CIPROTERONA - Laboratório

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Rua Periquito, 236 - Vl. Uberabinha
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Fax: 55 (011)5561-2072
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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
3 Próstata: Glândula que (nos machos) circunda o colo da BEXIGA e da URETRA. Secreta uma substância que liquefaz o sêmem coagulado. Está situada na cavidade pélvica (atrás da parte inferior da SÍNFISE PÚBICA, acima da camada profunda do ligamento triangular) e está assentada sobre o RETO.
4 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
5 Hirsutismo: Presença de pêlos terminais (mais grossos e escuros) na mulher, em áreas anatômicas características de distribuição masculina, como acima dos lábios, no mento, em torno dos mamilos e ao longo da linha alba no abdome inferior. Pode manifestar-se como queixa isolada ou como parte de um quadro clínico mais amplo, acompanhado de outros sinais de hiperandrogenismo (acne, seborréia, alopécia), virilização (hipertrofia do clitóris, aumento da massa muscular, modificação do tom de voz), distúrbios menstruais e/ou infertilidade.
6 Cabelo: Estrutura filamentosa formada por uma haste que se projeta para a superfície da PELE a partir de uma raiz (mais macia que a haste) e se aloja na cavidade de um FOLÍCULO PILOSO. É encontrado em muitas áreas do corpo.
7 Calvície: Também chamada de alopécia androgenética é uma manifestação fisiológica que ocorre em indivíduos geneticamente predispostos, sendo que a herança genética pode vir do lado paterno ou materno. É resultado da estimulação dos folículos pilosos por hormônios masculinos que começam a ser produzidos na adolescência (testosterona). Ao atingir o couro cabeludo de pacientes com tendência genética para a calvície, a testosterona sofre a ação de uma enzima, a 5-alfa-redutase, e é transformada em diidrotestosterona (DHT). É a DHT que vai agir sobre os folículos pilosos promovendo a sua diminuição progressiva. O resultado final deste processo de diminuição e afinamento dos fios de cabelo é a calvície.
8 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
9 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
10 Seborréia: Também conhecida como dermatite seborreica, caspa ou eczema, é uma afecção crônica que se manifesta em partes do corpo onde existe maior produção de óleo pelas glândulas sebáceas ou a presença de um fungo, o Pityrosporum ovale. Manifesta-se sob a forma de lesões avermelhadas que descamam e coçam principalmente no couro cabeludo, sobrancelhas, barba, perto do nariz, atrás e dentro das orelhas, no peito, nas costas e nas dobras de pele (axilas, virilhas e debaixo dos seios). Nos bebês, é conhecida como crosta láctea, uma placa gordurosa que adere ao couro cabeludo, mas que pode também aparecer na região das fraldas. Não é contagiosa.
11 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
12 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
13 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
14 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
15 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
16 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
17 Folículo: 1. Bolsa, cavidade em forma de saco. 2. Fruto simples, seco e unicarpelar, cuja deiscência se dá pela sutura que pode conter uma ou mais sementes (Ex.: fruto da magnólia).
18 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
19 Gônadas: 1. Designação genérica das glândulas sexuais (ovário e testículo) que produzem os gametas (óvulos e espermatozoides). 2. Em embriologia, é a glândula embrionária antes de sua possível identificação morfológica como ovário ou testículo.
20 Andrógeno: Termo genérico para qualquer composto natural ou sintético, geralmente um hormônio esteróide, que estimula ou controla o desenvolvimento e manutenção das características masculinas em vertebrados ao ligar-se a receptores andrógenos. Isso inclui a atividade dos órgãos sexuais masculinos acessórios e o desenvolvimento de características sexuais secundárias masculinas. Também são os esteróides anabólicos originais. São precursores de todos os estrógenos, os hormônios sexuais femininos. São exemplos de andrógeno: testosterona, dehidroepiandrosterona (DHEA), androstenediona (Andro), androstenediol, androsterona e dihidrotestosterona (DHT).
21 Glândulas Sebáceas: Órgãos formados por pequenas bolsas, localizados na DERME. Cada glândula apresenta um único ducto que emerge de um grupo de alvéolos ovais. Cada alvéolo é constituído por uma membrana basal transparente, encerrando células epiteliais. Os ductos da maior parte das glândulas sebáceas se abrem nos folículos pilosos, porém alguns se abrem na superfície da PELE. Glândulas sebáceas secretam SEBO.
22 Ovulação: Ovocitação, oocitação ou ovulação nos seres humanos, bem como na maioria dos mamíferos, é o processo que libera o ovócito II em metáfase II do ovário. (Em outras espécies em vez desta célula é liberado o óvulo.) Nos dias anteriores à ovocitação, o folículo secundário cresce rapidamente, sob a influência do FSH e do LH. Ao mesmo tempo que há o desenvolvimento final do folículo, há um aumento abrupto de LH, fazendo com que o ovócito I no seu interior complete a meiose I, e o folículo passe ao estágio de pré-ovocitação. A meiose II também é iniciada, mas é interrompida em metáfase II aproximadamente 3 horas antes da ovocitação, caracterizando a formação do ovócito II. A elevada concentração de LH provoca a digestão das fibras colágenas em torno do folículo, e os níveis mais altos de prostaglandinas causam contrações na parede ovariana, que provocam a extrusão do ovócito II.
23 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
24 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
25 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
26 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
27 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
28 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
29 Metástase: Formação de tecido tumoral, localizada em um lugar distante do sítio de origem. Por exemplo, pode se formar uma metástase no cérebro originário de um câncer no pulmão. Sua gravidade depende da localização e da resposta ao tratamento instaurado.
30 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
31 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
32 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
33 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
34 Hipoglicemiantes orais: Medicamentos usados por via oral em pessoas com diabetes tipo 2 para manter os níves de glicose próximos ao normal. As classes de hipoglicemiantes são: inibidores da alfaglicosidase, biguanidas, derivados da fenilalanina, meglitinides, sulfoniluréias e thiazolidinediones.
35 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
36 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
37 Tromboembolismo: Doença produzida pela impactação de um fragmento de um trombo. É produzida quando este se desprende de seu lugar de origem, e é levado pela corrente sangüínea até produzir a oclusão de uma artéria distante do local de origem do trombo. Esta oclusão pode ter diversas conseqüências, desde leves até fatais, dependendo do tamanho do vaso ocluído e do tipo de circulação do órgão onde se deu a oclusão.
38 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
39 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
40 Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia.
41 Eletrocardiograma: Registro da atividade elétrica produzida pelo coração através da captação e amplificação dos pequenos potenciais gerados por este durante o ciclo cardíaco.
42 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
43 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
44 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
45 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
46 Terapia combinada: Uso de medicações diferentes ao mesmo tempo (agentes hipoglicemiantes orais ou um agente hipoglicemiante oral e insulina, por exemplo) para administrar os níveis de glicose sangüínea em pessoas com diabetes tipo 2.
47 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
48 Estrógeno: Grupo hormonal produzido principalmente pelos ovários e responsáveis por numerosas ações no organismo feminino (indução da primeira fase do ciclo menstrual, desenvolvimento dos ductos mamários, distribuição corporal do tecido adiposo em um padrão feminino, etc.).
49 Trombose Venosa Profunda: Caracteriza-se pela formação de coágulos no interior das veias profundas da perna. O que mais chama a atenção é o edema (inchaço) e a dor, normalmente restritos a uma só perna. O edema pode se localizar apenas na panturrilha e pé ou estar mais exuberante na coxa, indicando que o trombo se localiza nas veias profundas dessa região ou mais acima da virilha. Uma de suas principais conseqüências a curto prazo é a embolia pulmonar, que pode deixar seqüelas ou mesmo levar à morte. Fatores individuais de risco são: varizes de membros inferiores, idade maior que 40 anos, obesidade, trombose prévia, uso de anticoncepcionais, terapia de reposição hormonal, entre outras.
50 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
51 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
52 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
53 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
54 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
55 Cabeça:
56 Ginecomastia: Aumento anormal de uma ou ambas as glândulas mamárias no homem. Associa-se a diferentes enfermidades como cirrose, tumores testiculares, etc. Em certas ocasiões ocorrem de forma idiopática.
57 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
58 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
59 Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
60 Prolactina: Hormônio secretado pela adeno-hipófise. Estimula a produção de leite pelas glândulas mamárias. O aumento de produção da prolactina provoca a hiperprolactinemia, podendo causar alteração menstrual e infertilidade nas mulheres. No homem, gera impotência sexual (por prejudicar a produção de testosterona) e ginecomastia (aumento das mamas).
61 LDL: Lipoproteína de baixa densidade, encarregada de transportar colesterol através do sangue. Devido à sua tendência em depositar o colesterol nas paredes arteriais e a produzir aterosclerose, tem sido denominada “mau colesterol“.
62 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
63 HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sanguíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como “Bom Colesterol”. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
64 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
65 Endometriose: Doença que acomete as mulheres em idade reprodutiva e consiste na presença de endométrio em locais fora do útero. Endométrio é a camada interna do útero que é renovada mensalmente pela menstruação. Os locais mais comuns da endometriose são: Fundo de Saco de Douglas (atrás do útero), septo reto-vaginal (tecido entre a vagina e o reto ), trompas, ovários, superfície do reto, ligamentos do útero, bexiga e parede da pélvis.
66 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
67 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
68 Hepatotoxicidade: É um dano no fígado causado por substâncias químicas chamadas hepatotoxinas.
69 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
70 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
71 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
72 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
73 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
74 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
75 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
76 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
77 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
78 Tórax: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original Sinônimos: Peito; Caixa Torácica
79 Alcalose: Desequilíbrio do meio interno, produzido por uma diminuição na concentração de íons hidrogênio ou aumento da concentração de bases orgânicas nos líquidos corporais.
80 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
81 Supra-renal:
82 Glicose sanguínea: Também chamada de açúcar no sangue, é o principal açúcar encontrado no sangue e a principal fonte de energia para o organismo.
83 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
84 Cavidade Abdominal: Região do abdome que se estende do DIAFRAGMA torácico até o plano da abertura superior da pelve (passagem pélvica). A cavidade abdominal contém o PERiTÔNIO e as VÍSCERAS abdominais, assim como, o espaço extraperitoneal que inclui o ESPAÇO RETROPERITONEAL.
85 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
86 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
87 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
88 Congênitas: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
89 Orquiectomia: Remoção cirúrgica do testículo.
90 Agonista: 1. Em farmacologia, agonista refere-se às ações ou aos estímulos provocados por uma resposta, referente ao aumento (ativação) ou diminuição (inibição) da atividade celular. Sendo uma droga receptiva. 2. Lutador. Na Grécia antiga, pessoa que se dedicava à ginástica para fortalecer o físico ou como preparação para o serviço militar.
91 Menstruação: Sangramento cíclico através da vagina, que é produzido após um ciclo ovulatório normal e que corresponde à perda da camada mais superficial do endométrio uterino.
92 Amenorréia: É a ausência de menstruação pelo período equivalente a 3 ciclos menstruais ou 6 meses (o que ocorrer primeiro). Para períodos inferiores, utiliza-se o termo atraso menstrual.
93 Drágea: Comprimido ou pílula contendo preparado farmacêutico.
94 Drágeas: Comprimidos ou pílulas contendo preparado farmacêutico.

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