Sayana

WYETH INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA

Atualizado em 13/08/2019

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Sayana®
acetato de medroxiprogesterona
Suspensão injetável
MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA

APRESENTAÇÃO

Suspensão injetável
Embalagem contendo 1 envelope com seringa1 preenchida de plástico transparente descartável estéril com 0,65 mL de suspensão injetável + 1 agulha descartável.

VIA DE ADMINISTRAÇÃO: USO SUBCUTÂNEO2
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Cada 0,65 mL de Sayana® contém:

acetato de medroxiprogesterona 104 mg
excipiente q.s.p. 0,65 mL

Excipientes: metilparabeno, propilparabeno, cloreto de sódio, macrogol, polissorbato 80, fosfato de sódio monobásico monoidratado, fosfato dissódico dodecaidratado, metionina, povidona, hidróxido de sódioa, ácido clorídrico3a, água para injetáveis.
a = para ajuste de pH

INFORMAÇÕES À PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Sayana® (acetato de medroxiprogesterona) é indicado como contraceptivo (anticoncepcional) e para manejo da dor associada à endometriose4 (crescimento de células5 que revestem internamente o útero6 (células5 endometriais) em outros locais do organismo).

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Sayana® é uma progestina sintética (semelhante ao hormônio7 feminino progesterona) que demonstrou possuir várias ações sobre o sistema endócrino8 (hormonal). Todas essas ações resultam em um número de efeitos farmacológicos descritos abaixo:

Contracepção9 (anticoncepção por supressão da ovulação10): quando Sayana® é administrado por via parenteral (via injetável ou qualquer via de administração exceto a via oral) à paciente na posologia (modo de tomar a medicação) recomendada, inibe a secreção das gonadotrofinas (hormônios produzidos por uma glândula11 no cérebro12 chamada hipófise13) que, por sua vez, evitam o amadurecimento do folículo14 (desenvolvimento dos óvulos no ovário15) e a ovulação10 (processo em que o óvulo16 segue do ovário15 para o útero6, onde pode ser fecundado), determinando a redução da espessura do endométrio17 (camada de células5 que recobrem o útero6 internamente). Como resultado, há uma atividade contraceptiva (supressão da ovulação10).

Endometriose4: a supressão (diminuição importante) das concentrações séricas (do sangue18) de estradiol (hormônio7 feminino) e a possível ação direta de Sayana®, administrado por via subcutânea19 (embaixo da pele20), nas lesões21 da endometriose4, parecem ser responsáveis pelo efeito terapêutico (de tratamento) sobre a dor associada à endometriose4.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Sayana® é contraindicado a pacientes grávidas ou com suspeita de gravidez22; a pacientes com sangramento vaginal de causa não diagnosticada; a pacientes com disfunção hepática23 grave; a pacientes com hipersensibilidade conhecida ao acetato de medroxiprogesterona ou a qualquer componente da fórmula; a pacientes com suspeita de neoplasia24 mamária (câncer25 de mama26) ou neoplasia24 mamária comprovada (câncer25 de mama26 confirmado).

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Durante o tratamento com Sayana® podem ocorrer perdas sanguíneas (sangramentos) vaginais inesperadas, caso isto ocorra, comunique seu médico.

Sayana® pode causar algum grau de retenção hídrica (retenção de líquido pelo corpo).

Informe ao seu médico se você tem ou teve depressão.

Algumas pacientes podem apresentar uma diminuição na tolerância à glicose27 (alteração dos exames que medem a quantidade de glicose27/açúcar28 no sangue18), durante o tratamento com Sayana®. Informe ao seu médico se você é diabético.

Se realizar exames laboratoriais, informe ao médico patologista29 que está em tratamento com Sayana®.

Caso ocorra, durante o tratamento com Sayana®, perda completa ou parcial súbita de visão30 ou no caso de instalação súbita de proptose (protrusão anormal do globo ocular31), diplopia32 (visão30 dupla) ou enxaqueca33 (dor de cabeça34), interrompa o uso de Sayana® e comunique seu médico.

Informe ao seu médico se você já teve tromboembolismo35 venoso (acontece quando o sangue18 fica parado dentro de um vaso sanguíneo que o transporta no corpo, podendo gerar coágulos e impedindo a passagem de sangue18 dentro dele mesmo).

A perda da densidade mineral óssea (osteoporose36: perda de cálcio dos ossos) pode ocorrer em mulheres na pré- menopausa37 (período entre a primeira e a última menstruação38) que utilizam Sayana® por longo-prazo. É recomendado que você tenha uma ingestão adequada de cálcio e vitamina39 D.

Foi observada uma modificação do padrão de sangramento menstrual (por ex.: sangramento irregular ou imprevisível/escape sanguíneo/spotting, raramente, abundante ou sangramento contínuo) na maioria das mulheres que utilizam Sayana®.

Caso você tenha icterícia40 (deposição de pigmentos biliares na pele20 dando uma cor amarela intensa), interrompa o uso de Sayana® e comunique seu médico.

Sayana® não protege contra infecções41 conhecidas como doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), inclusive infecções41 pelo HIV42 (vírus43 da AIDS).

Os benefícios das opções contraceptivas e seus riscos devem ser avaliados individualmente para cada mulher.

A anovulação44 prolongada (períodos prolongados sem ovulação10), com amenorreia45 (ausência de menstruação38) e/ou padrões menstruais erráticos podem ocorrer após a administração de dose única ou múltiplas de Sayana®.

Este medicamento pode interromper a menstruação38 por período prolongado e/ou causar sangramentos intermenstruais severos.

O acetato de medroxiprogesterona e seus metabólitos46 são excretados no leite materno. Não há evidência sugerindo que esse fato determine qualquer dano ao bebê.

Este medicamento causa malformação47 ao bebê durante a gravidez22.

Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas

Os efeitos de Sayana® na habilidade de dirigir e operar máquinas não foram sistematicamente avaliados.

Interações Medicamentosas

É muito importante informar ao seu médico caso esteja usando outros medicamentos antes do início ou durante o tratamento com Sayana®. O médico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa e pode acontecer se Sayana® for usado junto com aminoglutetimida (medicamento usado no tratamento da Síndrome de Cushing48), podendo reduzir o efeito desta outra medicação.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde49.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Sayana® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido da luz. Não refrigerar. Não congelar.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Características do produto: suspensão homogênea branca a esbranquiçada quando misturada.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

O tratamento com Sayana® deve ser iniciado por um médico ou profissional de saúde49 ou auto-administrado pela paciente quando considerado apropriado pelo profissional de saúde49, após treinamento adequado. O medicamento deve ser administrado por via subcutânea19 na parte anterior da coxa50 ou abdômen. Vide Folheto de Instruções que acompanha o produto.

Contracepção9: Sayana® deve ser administrado por via subcutânea19, cada 3 meses (12 - 14 semanas).

Endometriose4: Sayana® deve ser administrado por via subcutânea19, a cada 3 meses por pelo menos 6 meses. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Se passado mais de 14 semanas da última aplicação você deve excluir gravidez22 através de um teste sorológico (no sangue18) antes de realizar uma nova aplicação de Sayana®. Antes do término das 12 semanas procure seu médico para programar a data correta da nova aplicação. Este medicamento tem uma grande eficácia anticoncepcional, desde que usado rigorosamente segundo a orientação de seu médico. O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia do tratamento.

Com relação ao esquecimento da aplicação de Sayana® por pacientes em tratamento de endometriose4, procure rapidamente seu médico para rediscutir o planejamento das novas aplicações.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Os eventos adversos que foram relatados com o uso de Sayana® foram:

Contracepção9

Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): depressão, insônia, ansiedade, distúrbio afetivo, irritabilidade, redução da libido51 (desejo sexual), tontura52, dor de cabeça34, dor abdominal, náusea53 (enjoo), acne54 (espinhas), dor nas costas55, dor nas extremidades, menometrorragia/metrorragia56 (sangramento menstrual excessivo ou sangramento vaginal fora do período menstrual), menorragia57 (sangramento vaginal fora do período menstrual), dismenorreia58 (cólica menstrual), amenorreia45 (ausência de menstruação38), vaginite59 (inflamação60 na vagina61), dor nas mamas62, fadiga63 (cansaço), reação no local da injeção64, atrofia65/recuo/ondulações persistentes no local da injeção64, protuberância/nódulo66 no local da injeção64, dor/ sensibilidade no local da injeção64, aumento de peso, borrão, colo uterino67 anormal.

Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): hipersensibilidade (reação alérgica68) ao medicamento, retenção de fluído (líquidos), aumento de apetite, redução de apetite, distúrbio emocional, anorgasmia69 (falta de prazer sexual ou orgasmo), enxaqueca33 (dor de cabeça34), vertigem70 (tontura52), hipertensão71 (pressão alta), varizes72, fogachos (sensação de ondas de calor no corpo), distensão abdominal (aumento do volume abdominal), alopecia73 (perda de cabelo74), hirsutismo75 (crescimento anormal de pelos), dermatite76 (inflamação60 da pele20), equimose77 (manchas arroxeadas), cloasma78 (mancha no rosto), rash79 (erupção80 cutânea81), espasmos82 musculares (contrações involuntárias dos músculos83), cisto ovariano, corrimento vaginal, dispaneuria (dor no ato sexual), dor pélvica84 (dor na região abaixo do abdômen), secura vulvovaginal, síndrome85 pré-menstrual, sensibilidade das mamas62, aumento das mamas62, enzima86 hepática23 anormal.

Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): lipodistrofia87 adquirida (diminuição da gordura88 do corpo), aumento de peso.

Não conhecidas (não podem ser estimadas a partir de dados disponíveis): reação anafilática89 (reação alérgica68 grave), reação anafilactoide90 (outro tipo de reação alérgica68 grave), angioedema91 (urticária92 grave com inchaço93 nas partes mais profundas da pele20).

Foram relatadas respostas anafiláticas, eventos tromboembólicos (alteração da coagulação94 sanguínea) e raros casos de osteoporose36 incluindo fraturas osteoporóticas em pacientes que estavam utilizando Sayana®.

Ginecologia – Dor associada à endometriose4

Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor de cabeça34, náusea53 (enjoo), sangramento uterino disfuncional95 (irregular, aumento, diminuição, spotting), metrorragia56 (sangramento menstrual excessivo ou sangramento vaginal fora do período menstrual).

Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): hipersensibilidade (reação alérgica68) ao medicamento, depressão, insônia, ansiedade, distúrbio afetivo, irritabilidade, redução da libido51 (desejo sexual), enxaqueca33 (dor de cabeça34), tontura52, formigamento, hipersonia, fogachos (sensação de ondas de calor), distensão abdominal (aumento do volume abdominal), alopecia73 (perda de cabelo74), acne54 (espinhas), dermatite76 (inflamação60 da pele20), artralgia96 (dor nas articulações97), dor nas extremidades, menorragia57 (sangramento vaginal fora do período menstrual), vaginite59 (inflamação60 na vagina61), dor pélvica84 (dor na região abaixo do abdômen), secura vulvovaginal, dor nas mamas62, sensibilidade nas mamas62, reação no local da injeção64, atrofia65/recuo/ondulações persistentes no local da injeção64, fadiga63 (cansaço), aumento de peso.

Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): parestesia98 (dormência99 e formigamento), palpitações100, cisto ovariano, galactorreia101 (secreção inapropriada de leite), dor/sensibilidade no local da injeção64, nódulos/protuberância no local da injeção64.

Não conhecidas (não podem ser estimadas a partir de dados disponíveis): reação anafilática89 (reação alérgica68 grave), reação anafilactoide90 (outro tipo de reação alérgica68 grave), angioedema91 (urticária92 grave com inchaço93 nas partes mais profundas da pele20), lipodistrofia87 adquirida (diminuição da gordura88 do corpo), redução de peso.

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova via de administração e nova concentração no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

O tratamento de superdose deve ser sintomático102 e de suporte.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS

MS – 1.2110.0439

Farmacêutica Responsável: Edina S. M. Nakamura – CRF-SP n° 9.258

 

Registrado por:

Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.

Rua Alexandre Dumas, 1.860

CEP 04717-904 – São Paulo – SP

CNPJ nº 61.072.393/0001-33

 

Fabricado por:

Pfizer Manufacturing Belgium NV Puurs – Bélgica

 

Embalado e Importado por:

Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.

Rodovia Presidente Castelo Branco, n° 32.501, km 32,5

CEP 06696-000 – Itapevi – SP

Indústria Brasileira

 

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

SAC 0800 16 0625

 

INSTRUÇÕES PARA ADMINISTRAÇÃO

Preparo e administração de Sayana®.

Introdução

Sayana® pode ser administrado por um profissional de saúde49 ou pela paciente treinado na administração de injeção subcutânea103, ou auto-administrado pela paciente quando considerado apropriado pelo profissional de saúde49, após treinamento adequado.

Sayana® apresenta-se na forma de seringas preenchidas de dose única selado em um reservatório (vide figura 1). Estas instruções mostram o passo-a-passo de como preparar e administrar a injeção64.

Figura 1

NÃO remova a tampa da agulha ANTES do passo de ativação (passo 5).

Informações importantes

Por favor, preste atenção nas seguintes informações sobre Sayana®:

  1. O medicamento é uma suspensão de partículas pequenas em um líquido. Está sujeito a deposição durante o armazenamento. O conteúdo da seringa1 preenchida sempre deve ser ressuspendido por agitação vigorosa por 30 segundos antes da administração da injeção64.
  2. Como fornecido, o medicamento é completamente lacrado dentro do reservatório da seringa1 preenchida. A seringa1 preenchida deve ser ativada antes do uso. O processo de ativação perfura um selo interno de modo que o remédio possa sair através da agulha, quando o reservatório é espremido.
  3. O líquido não enche completamente o reservatório. Há uma pequena bolha104 de ar acima do líquido. Quando a injeção64 está sendo administrada, a seringa1 preenchida deve ser usada com a agulha para baixo. Isto garante que a dose total de líquido seja liberada através da agulha.

 

 

 

Passo 1: Preparo

Você precisará de:

  • Uma seringa1 preenchida de Sayana® (em seu envelope de alumínio selado).
  • Um recipiente apropriado para descarte da seringa1 utilizada.
  • Um pedaço de algodão ou lenço de papel limpo.
  1. Lave e seque bem as mãos105 antes de começar.
  2. Verifique se o envelope não parece estar danificado.
  3. Verifique se o prazo de validade não expirou.
  4. Confirme se o envelope está em temperatura ambiente.

Passo 2: Escolha e prepare a área da injeção64

  • Escolha uma área adequada para a injeção subcutânea103, seja no abdômen ou na parte anterior da coxa50. Evite áreas ósseas e a área do umbigo106.
  • A área da pele20 deve estar livre de cicatrizes107 e condições de pele20 como eczema108 ou psoríase109.
  • Alterar o local a cada injeção64.
  • Limpe a área da pele20 como o seu médico ou profissional da saúde49 orientou. Utilize um algodão com álcool para limpar a pele20 na área de administração que você escolheu. Permita que a pele20 seque.

 

 

 

Passo 3: Preparando a seringa1 preenchida

  • Abra cuidadosamente o envelope de alumínio na marcação para abertura.
  • Remova a seringa1 preenchida. Não remova a tampa da agulha da seringa1 preenchida neste momento.
  • Cheque a seringa1 preenchida. Deve existir uma fenda entre a base e a tampa da agulha.
  • Descarte a seringa1 preenchida e use uma nova caso:
    • Não exista uma fenda entre a base e a tampa da agulha.
    • A seringa1 preenchida estiver danificada.
    • Se a tampa da agulha tiver saído ou se estiver faltando.

 

 

Passo 4: Misturando o medicamento

  • Segure a seringa1 preenchida com firmeza pela base.
  • Agite vigorosamente a seringa1 preenchida por pelo menos 30 segundos para misturar o medicamento completamente. Não dobrar a seringa1.
  • A aparência do medicamento deve ser homogênea branca a esbranquiçada. Se não estiver, descarte a seringa1 preenchida e utilize uma nova.
  • Se verificar vazamento ou algum outro problema, descarte a seringa1 preenchida e utilize uma nova.
  • Se houver algum atraso antes da aplicação, repetir a agitação como explicado acima.

Passo 5: Ativando a seringa1 preenchida

  • Segure a seringa1 preenchida com firmeza pela base, certificando- se que a tampa da agulha está apontando para cima. Tome cuidado para não espremer o reservatório.
  • Segure a tampa da agulha com a outra mão110.
  • Empurre a tampa da agulha com firmeza em direção à base até que não vá mais adiante. A seringa1 preenchida está agora ativada.
  • Retire a tampa da agulha e a descarte.

 

Passo 6: Administrando a dose

  • Gentilmente aperte uma grande área de pele20. Mantenha a pele20 apertada durante toda essa etapa.
  • Segure a seringa1 preenchida pela base com a agulha apontando para baixo. Mantê-la o mais vertical possível.
  • Insira a agulha na pele20 até que a base apenas toque a pele20.
  • Aperte o reservatório lentamente para injetar o medicamento. Isso deve demorar cerca de 5-7 segundos.
  • Após a dose ter sido completamente injetada e o reservatório colabado, retire a agulha da pele20 gentilmente. Solte a pele20.
  • Verifique se algum medicamento vazou da seringa1 preenchida ou apareceu na pele20.
  • Não substitua a tampa da agulha.
  • Use um algodão limpo para pressionar levemente a área de injeção64 por alguns segundos. Não esfregue a área.

Conselho importante

  • Após a injeção64, uma pequena quantidade de medicamento será deixada ao redor da borda interna do reservatório. Isto é normal.
  • No entanto, se algum medicamento vazou da seringa1 preenchida ou apareceu na pele20, um problema pode ter ocorrido.
  • Se você acredita, por qualquer motivo, que a dose total não tenha sido administrada, fale com seu médico sobre métodos alternativos de contracepção9 até a próxima injeção64 programada.
  • Não injete uma dose adicional.
  • Cuidados após a injeção64:
  • Se tiver algum sintoma111 de reação alérgica68 (vide bula), procure ajuda médica imediatamente.
  • Monitorar a aparência do local da injeção64 até a próxima injeção64. Se você notar qualquer indentação ou ondulação no local da injeção64, informe o seu médico.

 

 

Passo 7: Descarte da seringa1 preenchida

  • Descarte a seringa1 preenchida utilizada em recipiente apropriado, de acordo com os requerimentos da sua autoridade local ou conforme informado pelo seu médico.
  • A seringa1 preenchida é para uma única administração e não deve ser reutilizada.

 

Passo 8: Registre a data da sua injeção64 e se você deseja continuar, calcule a data da sua próxima injeção64 programada de Sayana®

 

Manter este folheto para seus registros.

Data

Data da próxima injeção64

(adicionar 3 meses)

 

MS – 1.2110.0439

Farmacêutica Responsável: Edina S. M. Nakamura – CRF-SP nº 9.258

 

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

 

SAC 0800 16 0625

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
2 Subcutâneo: Feito ou situado sob a pele. Hipodérmico.
3 Ácido clorídrico: Ácido clorídrico ou ácido muriático é uma solução aquosa, ácida e queimativa, normalmente utilizado como reagente químico. É um dos ácidos que se ioniza completamente em solução aquosa.
4 Endometriose: Doença que acomete as mulheres em idade reprodutiva e consiste na presença de endométrio em locais fora do útero. Endométrio é a camada interna do útero que é renovada mensalmente pela menstruação. Os locais mais comuns da endometriose são: Fundo de Saco de Douglas (atrás do útero), septo reto-vaginal (tecido entre a vagina e o reto ), trompas, ovários, superfície do reto, ligamentos do útero, bexiga e parede da pélvis.
5 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
6 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
7 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
8 Sistema Endócrino: Sistema de glândulas que liberam sua secreção (hormônios) diretamente no sistema circulatório. Em adição às GLÂNDULAS ENDÓCRINAS, o SISTEMA CROMAFIM e os SISTEMAS NEUROSSECRETORES estão inclusos.
9 Contracepção: Qualquer processo que evite a fertilização do óvulo ou a implantação do ovo. Os métodos de contracepção podem ser classificados de acordo com o seu objetivo em barreiras mecânicas ou químicas, impeditivas de nidação e contracepção hormonal.
10 Ovulação: Ovocitação, oocitação ou ovulação nos seres humanos, bem como na maioria dos mamíferos, é o processo que libera o ovócito II em metáfase II do ovário. (Em outras espécies em vez desta célula é liberado o óvulo.) Nos dias anteriores à ovocitação, o folículo secundário cresce rapidamente, sob a influência do FSH e do LH. Ao mesmo tempo que há o desenvolvimento final do folículo, há um aumento abrupto de LH, fazendo com que o ovócito I no seu interior complete a meiose I, e o folículo passe ao estágio de pré-ovocitação. A meiose II também é iniciada, mas é interrompida em metáfase II aproximadamente 3 horas antes da ovocitação, caracterizando a formação do ovócito II. A elevada concentração de LH provoca a digestão das fibras colágenas em torno do folículo, e os níveis mais altos de prostaglandinas causam contrações na parede ovariana, que provocam a extrusão do ovócito II.
11 Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
12 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
13 Hipófise:
14 Folículo: 1. Bolsa, cavidade em forma de saco. 2. Fruto simples, seco e unicarpelar, cuja deiscência se dá pela sutura que pode conter uma ou mais sementes (Ex.: fruto da magnólia).
15 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
16 Óvulo: Célula germinativa feminina (haplóide e madura) expelida pelo OVÁRIO durante a OVULAÇÃO.
17 Endométrio: Membrana mucosa que reveste a cavidade uterina (responsável hormonalmente) durante o CICLO MENSTRUAL e GRAVIDEZ. O endométrio sofre transformações cíclicas que caracterizam a MENSTRUAÇÃO. Após FERTILIZAÇÃO bem sucedida, serve para sustentar o desenvolvimento do embrião.
18 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
19 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
20 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
21 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
22 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
23 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
24 Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
25 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
26 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
27 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
28 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
29 Patologista: Estudioso ou especialista em patologia, que é a especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo.
30 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
31 Globo ocular: O globo ocular recebe este nome por ter a forma de um globo, que por sua vez fica acondicionado dentro de uma cavidade óssea e protegido pelas pálpebras. Ele possui em seu exterior seis músculos, que são responsáveis pelos movimentos oculares, e por três camadas concêntricas aderidas entre si com a função de visão, nutrição e proteção. A camada externa (protetora) é constituída pela córnea e a esclera. A camada média (vascular) é formada pela íris, a coroide e o corpo ciliar. A camada interna (nervosa) é constituída pela retina.
32 Diplopia: Visão dupla.
33 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
34 Cabeça:
35 Tromboembolismo: Doença produzida pela impactação de um fragmento de um trombo. É produzida quando este se desprende de seu lugar de origem, e é levado pela corrente sangüínea até produzir a oclusão de uma artéria distante do local de origem do trombo. Esta oclusão pode ter diversas conseqüências, desde leves até fatais, dependendo do tamanho do vaso ocluído e do tipo de circulação do órgão onde se deu a oclusão.
36 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
37 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
38 Menstruação: Sangramento cíclico através da vagina, que é produzido após um ciclo ovulatório normal e que corresponde à perda da camada mais superficial do endométrio uterino.
39 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
40 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
41 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
42 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
43 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
44 Anovulação: Alteração no funcionamento dos ovários, capaz de alterar a produção, maturação ou liberação normal de óvulos. Esta alteração pode ser intencional (como a induzida pelas pílulas anticoncepcionais) ou ser endógena. Pode ser uma causa de infertilidade.
45 Amenorréia: É a ausência de menstruação pelo período equivalente a 3 ciclos menstruais ou 6 meses (o que ocorrer primeiro). Para períodos inferiores, utiliza-se o termo atraso menstrual.
46 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
47 Malformação: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
48 Síndrome de Cushing: A síndrome de Cushing, hipercortisolismo ou hiperadrenocortisolismo, é um conjunto de sinais e sintomas que indicam excesso de cortisona (hormônio) no sangue. Esse hormônio é liberado pela glândula adrenal (também conhecida como suprarrenal) em resposta à liberação de ACTH pela hipófise no cérebro. Níveis elevados de cortisol (ou cortisona) também podem ocorrer devido à administração de certos medicamentos, como hormônios glicocorticoides. A síndrome de Cushing e a doença de Cushing são muito parecidas, já que o que a causa de ambas é o elevado nível de cortisol no sangue. O que difere é a origem dessa elevação. A doença de Cushing diz respeito, exclusivamente, a um tumor na hipófise que passa a secretar grande quantidade de ACTH e, consequentemente, há um aumento na liberação de cortisol pelas adrenais. Já a síndrome de Cushing pode ocorrer, por exemplo, devido a um tumor presente nas glândulas suprarrenais ou pela administração excessiva de corticoides.
49 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
50 Coxa: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
51 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
52 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
53 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
54 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
55 Costas:
56 Metrorragia: Hemorragia uterina produzida fora do período menstrual. Pode ser sinal de menopausa. Em certas ocasiões é produzida pela presença de tumor uterino ou nos ovários.
57 Menorragia: Também chamada de hipermenorréia, é a menstruação anormalmente longa e intensa em intervalos regulares. As causas podem ser: coagulação sangüínea anormal, desregulação hormonal do ciclo menstrual ou desordens do revestimento endometrial do útero. Dependendo da causa, a menorragia pode estar associada à menstruação dolorosa (dismenorréia).
58 Dismenorréia: Dor associada à menstruação. Em uma porcentagem importante de mulheres é um sintoma normal. Em alguns casos está associada a doenças ginecológicas (endometriose, etc.).
59 Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
60 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
61 Vagina: Canal genital, na mulher, que se estende do ÚTERO à VULVA. (Tradução livre do original
62 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
63 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
64 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
65 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
66 Nódulo: Lesão de consistência sólida, maior do que 0,5cm de diâmetro, saliente na hipoderme. Em geral não produz alteração na epiderme que a recobre.
67 Colo Uterino: Porção compreendendo o pescoço do ÚTERO (entre o ístmo inferior e a VAGINA), que forma o canal cervical.
68 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
69 Anorgasmia: Ausência de orgasmo ou incapacidade para obtê-lo.
70 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
71 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
72 Varizes: Dilatação anormal de uma veia. Podem ser dolorosas ou causar problemas estéticos quando são superficiais como nas pernas. Podem também ser sede de trombose, devido à estase sangüínea.
73 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
74 Cabelo: Estrutura filamentosa formada por uma haste que se projeta para a superfície da PELE a partir de uma raiz (mais macia que a haste) e se aloja na cavidade de um FOLÍCULO PILOSO. É encontrado em muitas áreas do corpo.
75 Hirsutismo: Presença de pêlos terminais (mais grossos e escuros) na mulher, em áreas anatômicas características de distribuição masculina, como acima dos lábios, no mento, em torno dos mamilos e ao longo da linha alba no abdome inferior. Pode manifestar-se como queixa isolada ou como parte de um quadro clínico mais amplo, acompanhado de outros sinais de hiperandrogenismo (acne, seborréia, alopécia), virilização (hipertrofia do clitóris, aumento da massa muscular, modificação do tom de voz), distúrbios menstruais e/ou infertilidade.
76 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
77 Equimose: Mancha escura ou azulada devido à infiltração difusa de sangue no tecido subcutâneo. A maioria aparece após um traumatismo, mas pode surgir espontaneamente em pessoas que apresentam fragilidade capilar ou alguma coagulopatia. Após um período de tempo variável, a equimose desaparece passando por diferentes gradações: violácea, acastanhada, esverdeada e amarelada.
78 Cloasma: Manchas escuras na face. O seu surgimento está relacionado à gravidez. Além dos fatores hormonais e da exposição solar, a tendência genética e características raciais também influenciam o seu surgimento. O cloasma gravídico pode desaparecer espontaneamente após a gravidez, não exigindo, às vezes, nenhum tipo de tratamento.
79 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
80 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
81 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
82 Espasmos: 1. Contrações involuntárias, não ritmadas, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosas ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
83 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
84 Pélvica: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
85 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
86 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
87 Lipodistrofia: Defeito na quebra ou na fabricação de gordura abaixo da pele, resultando em elevações ou depressões na superfície da pele. (Veja lipohipertrofia e lipoatrofia). Pode ser causada por injeções repetidas de insulina em um mesmo local.
88 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
89 Reação anafilática: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
90 Anafilactoide: Diz-se de reação semelhante à da anafilaxia, porém sem participação de imunoglobulinas.
91 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
92 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
93 Inchaço: Inchação, edema.
94 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
95 Disfuncional: 1. Funcionamento anormal ou prejudicado. 2. Em patologia, distúrbio da função de um órgão.
96 Artralgia: Dor em uma articulação.
97 Articulações:
98 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
99 Dormência: 1. Estado ou característica de quem ou do que dorme. 2. No sentido figurado, inércia com relação a se fazer alguma coisa, a se tomar uma atitude, etc., resultando numa abulia ou falta de ação; entorpecimento, estagnação, marasmo. 3. Situação de total repouso; quietação. 4. No sentido figurado, insensibilidade espiritual de um ser diante do mundo. Sensação desagradável caracterizada por perda da sensibilidade e sensação de formigamento, e que geralmente ocorre nas extremidades dos membros. 5. Em biologia, é um período longo de inatividade, com metabolismo reduzido ou suspenso, geralmente associado a condições ambientais desfavoráveis; estivação.
100 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
101 Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
102 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
103 Injeção subcutânea: Injetar fluido no tecido localizado abaixo da pele, o tecido celular subcutâneo, com uma agulha e seringa.
104 Bolha: 1. Erupção cutânea globosa entre as camadas superficiais da epiderme, cheia de serosidade, líquido claro, pus ou sangue, causada por inflamação, queimadura, atrito, efeito de certas enfermidades, etc. Deve ter mais de 0,5 cm. Quando tem um tamanho menor devem ser chamadas de “vesículas”. 2. Bola ou glóbulo cheio de gás, ar ou vapor que se forma (ou se formou) em alguma substância líquida ou pastosa, especialmente ao ser agitada ou por ebulição ou fermentação. 3. Saliência oca em uma superfície.
105 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
106 Umbigo: Depressão no centro da PAREDE ABDOMINAL, marcando o ponto onde o CORDÃO UMBILICAL entrava no feto. OMPHALO- (navel)
107 Cicatrizes: Formação de um novo tecido durante o processo de cicatrização de um ferimento.
108 Eczema: Afecção alérgica da pele, ela pode ser aguda ou crônica, caracterizada por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
109 Psoríase: Doença imunológica caracterizada por lesões avermelhadas com descamação aumentada da pele dos cotovelos, joelhos, couro cabeludo e costas juntamente com alterações das unhas (unhas em dedal). Evolui através do tempo com melhoras e pioras, podendo afetar também diferentes articulações.
110 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
111 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.

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