Preço de Aclasta em Ann Arbor/SP: R$ 0,00

Aclasta

NOVARTIS BIOCIENCIAS S.A

Atualizado em 30/10/2019

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Aclasta®
ácido zoledrônico
Solução injetável 5 mg/100 mL

APRESENTAÇÃO

Solução injetável para aplicação intravenosa

Embalagens contendo 1 frasco de 100 mL de solução para aplicação intravenosa acondicionada em frascos plásticos, pronta para uso.

VIA INTRAVENOSA
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Cada frasco com 100 mL de solução de Aclasta® contém:

ácido zoledrônico (equivalente a 5,330 mg de ácido zoledrônico monoidratado) 5 mg
excipiente q.s.p. 100 mL

Excipientes: manitol, citrato de sódio e água para injetáveis.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Aclasta® é utilizado para:

  • tratamento da osteoporose1 em mulheres na pós-menopausa2 para reduzir a incidência3 de fraturas do quadril, vertebrais e não vertebrais e para aumentar a densidade mineral óssea;
  • prevenção de fraturas clínicas após fratura4 de quadril em homens e mulheres na pós-menopausa2;
  • tratamento para aumentar a densidade óssea em homens com osteoporose1;
  • tratamento e prevenção de osteoporose1 induzida por glicocorticoides;
  • prevenção de osteoporose1 em mulheres com osteopenia na pós-menopausa2;
  • tratamento da doença de Paget do osso.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

A substância ativa do Aclasta® é o ácido zoledrônico. Aclasta® pertence a uma classe de medicamentos denominada bisfosfonatos.

Para o tratamento da osteoporose1, no tratamento e prevenção da osteoporose1 induzida por glicocorticoides e na prevenção de fraturas clínicas após fratura4 de quadril em homens e mulheres na pós-menopausa2. Aclasta® age por um ano e você precisará da próxima dose após um ano.

Na doença de Paget, Aclasta® pode agir por mais de um ano e seu médico lhe informará se você precisa ser tratado novamente.

Para prevenção de osteoporose1 em mulheres com osteopenia na pós-menopausa2, Aclasta® é administrado uma vez, como aplicação única. Após um ano, seu médico decidirá se você precisa de outra dose, com base na sua resposta ao tratamento.

Osteoporose1 e prevenção de fraturas clínicas após fratura4 de quadril em homens e mulheres na pós-menopausa2, na prevenção de osteoporose1 em mulheres com osteopenia na pós-menopausa2, no tratamento e prevenção de osteoporose1 induzida por glicocorticoides e no tratamento de homens com osteoporose1:

Osteoporose1 é uma doença em que há o enfraquecimento e o afinamento dos ossos. Ossos frágeis podem quebrar mais facilmente. Durante a vida seu organismo mantém seus ossos fortes e saudáveis pela reposição do osso velho por osso novo. Entretanto, na osteoporose1, o organismo remove o osso mais rapidamente do que aquele que é formado. Isto causa perda da massa óssea e fraqueza nos ossos. Os ossos fracos são mais propensos a quebrar. A osteoporose1 é comum em mulheres após menopausa2, e ocorre em homens e mulheres com o aumento da idade.

Pessoas que tem um risco aumentado de osteoporose1:

  • de cor branca (Caucasianos) ou orientais (Asiáticos);
  • magros;
  • que possuem um membro da família com osteoporose1;
  • que não ingerem cálcio ou vitamina5 D suficiente;
  • que não se exercitam;
  • que fumam ou bebem álcool com frequência;
  • que tomam medicamentos que causam perda óssea (glicocorticoide, como prednisona), por um longo período.

A princípio, a osteoporose1 normalmente não apresenta sintomas6, mas pessoas com osteoporose1 quebram (fraturam) seus ossos mais facilmente. As fraturas mais comuns ocorrem no quadril, nas costas7 (coluna) ou ossos do punho. As fraturas da coluna podem não ser dolorosas, mas com o tempo elas podem torná-lo(a) mais baixo(a), ou seja, diminuir sua altura. Com o passar do tempo, as fraturas podem causar dor, incapacidade grave, ou perda de habilidade de locomoção. Aclasta® fortalece seus ossos e, portanto, é menos provável que se quebrem.

Doença de Paget do osso

É normal que o tecido ósseo8 antigo seja absorvido e seja substituído por um novo tecido ósseo8. Este processo é chamado de remodelação. Na doença de Paget, o tecido ósseo8 é reabsorvido em excesso e o novo tecido9 é formado muito rapidamente e de maneira desordenada. O tecido ósseo8 produzido é mais fraco do que o material ósseo normal. Se a doença de Paget não for tratada, os ossos podem tornar-se deformados, doloridos e podem quebrar. Aclasta® age normalizando o processo de remodelação e aumentando a resistência do osso.

O ácido zoledrônico reduz a ação dos osteoclastos10, que são células11 do corpo que estão envolvidas na quebra do tecido ósseo8. Isto leva a diminuição da perda óssea na osteoporose1 e menor atividade na Doença de Paget.

Se você tem alguma dúvida de como Aclasta® funciona ou por que está medicamento foi prescrito a você, pergunte ao seu médico, farmacêutico ou profissional de saúde12.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Este medicamento é contraindicado para uso por:

  • pacientes com hipocalcemia13 (quando os níveis de cálcio em seu sangue14 estão muito baixos);
  • pacientes com problemas graves nos rins15;
  • paciente grávida ou que planeja engravidar;
  • paciente amamentando;
  • pacientes alérgicos (hipersensível) ao ácido zoledrônico, outros bisfosfonatos ou a qualquer um dos componentes do Aclasta® listados nesta bula.

Se você acha que pode ser alérgico, solicite orientação do seu médico.

Se algum destes itens se aplicarem a você, não faça uso de Aclasta® e informe seu médico.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez16.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Siga cuidadosamente todas as instruções do médico. Elas podem diferir das informações gerais contidas nesta bula.

Tome cuidado especial com Aclasta®

  • Se você está sendo tratado com Zometa®, que contém o mesmo princípio ativo do Aclasta®;
  • Se você tem ou teve algum problema nos rins15;
  • Se você possui idade avançada;
  • Se você não tem água suficiente em seu corpo (desidratação17), antes ou depois de tomar Aclasta®;
  • Se você apresenta deficiência de cálcio ou vitamina5 D;
  • Se você não for capaz de tomar suplementos de cálcio e vitamina5 D diariamente;
  • Se você teve uma ou mais glândulas18 paratireoides ou a tireoide19 cirurgicamente removida(s) do seu pescoço20;
  • Se você teve partes do seu intestino removidas;
  • Se você teve ou tem dor, inchaço21 ou dormência22 na região da mandíbula23, perda de dentes ou quaisquer outros sintomas6 orais;
  • Se você teve ou tem rigidez articular, dores e dificuldade de movimentos (especialmente no quadril, coxa24, joelho ou na parte superior do braço), informe ao seu médico, pois pode ser sinal25 de um problema ósseo chamado osteonecrose (danos ao tecido ósseo8 devido à perda do fornecimento de sangue14 ao osso);
  • Se você estiver sob tratamento odontológico ou será submetido a uma cirurgia odontológica, como, por exemplo, uma extração de dente26, avise seu dentista que você está sendo tratado com Aclasta®.

Se algum destes se aplica a você, informe ao seu médico antes de usar Aclasta®.

É aconselhável que você faça um exame dentário antes do tratamento com Aclasta® e evite procedimentos dentários invasivos durante o tratamento. Esteja informado sobre a importância de uma boa higiene dental, cuidados dentais rotineiros e avaliações dentárias regulares. Comunique imediatamente quaisquer sintomas6 orais, tais como afrouxamento de um dente26, dor, inchaço21, feridas que não cicatrizam ou descarga (pus27 ou exsudação28) durante o período do tratamento com Aclasta®.

Idosos (com 65 anos ou mais)

Aclasta® pode ser usado por pacientes idosos.

Crianças e adolescentes

Aclasta® não é recomendado para pessoas com menos de 18 anos de idade. O uso de Aclasta® em crianças e adolescentes não foi estudado.

Gravidez16 e amamentação29

Consulte o seu médico, enfermeiro ou farmacêutico antes de tomar qualquer medicação. Você não deve usar Aclasta® se estiver grávida ou planeja engravidar. Você não deve usar Aclasta® se estiver amamentando.

Se você estiver grávida ou amamentando, acha que possa estar ou planeja engravidar, consulte seu médico ou farmacêutico antes de utilizar Aclasta®. Seu médico irá discutir com você o risco potencial da utilização do Aclasta® durante a gravidez16 ou amamentação29.

Mulheres em idade fértil

Mulheres em idade fértil são aconselhadas a evitarem a gravidez16 enquanto utilizam Aclasta®. Há um risco teórico de dano fetal (por exemplo anormalidade esqueléticas entre outras), se uma mulher engravidar durante o uso do medicamento.

Dirigir e operar máquinas

Não há efeitos conhecidos do Aclasta® na habilidade de dirigir ou operar máquinas.

Tomando outros medicamentos com Aclasta®

Informe ao seu médico se você está tomando ou tomou recentemente qualquer outro medicamento inclusive os que você comprou sem receita, pois estes podem interagir com Aclasta®.

É muito importante seu médico saber se você está tomando algum medicamento que possa ser prejudicial para os seus rins15, ou diuréticos30 (remédios que aumentam o volume da urina31).

Ingestão de alimentos e bebidas com Aclasta®

Certifique-se de que você tomou uma quantidade suficiente de líquido (pelo menos um ou dois copos) antes e depois do tratamento com Aclasta® conforme orientação médica. Isto vai ajudar você a prevenir uma desidratação17. Você pode comer normalmente no dia em que receber o tratamento com Aclasta®.

Informe seu médico ou cirurgião dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde12.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de conservação

O medicamento fechado deve ser armazenado à temperatura ambiente (entre 15 e 30 ºC).

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Depois de aberto o frasco, o medicamento deve ser usado imediatamente para evitar contaminação microbiana. Se a solução não for usada imediatamente, o tempo de conservação em uso e as condições antes da utilização são da responsabilidade do usuário e normalmente não devem ser superiores a 24 horas à 2 a 8 ºC. Antes de reutilizá-la, a solução deve estar à temperatura ambiente.

Após aberto válido por 24 horas se mantido entre 2 a 8°C.

Características físicas 

Solução límpida e incolor.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Siga cuidadosamente as instruções dadas pelo seu médico, enfermeiro ou farmacêutico.

Osteoporose1 e prevenção de fraturas clínicas após fratura4 de quadril em homens e mulheres na pós-menopausa2

A dose usual de Aclasta® é de 5 mg que será administrada por meio de uma única aplicação por ano, na veia pelo seu médico ou enfermeiro. A aplicação levará pelo menos 15 minutos.

É importante tomar suplementos de cálcio e vitamina5 D , indicados pelo seu médico, já que a maioria das pessoas não obtém na dieta quantidade suficiente de cálcio e vitamina5 D.

Se você teve uma fratura4 de quadril recente depois de uma queda de uma posição em pé ou mais baixa, uma dose de 50.000 a 125.000 UI de vitamina5 D será administrada a você por via oral ou por via intramuscular, por seu médico ou enfermeiro antes da primeira infusão de Aclasta®. Por trauma de baixo impacto, é recomendado que o seu médico assegure concentrações séricas apropriadas de vitamina5 D antes da primeira aplicação de Aclasta®, caso uma dose de ataque de 50.000 a 125.000 UI de vitamina5 D por via oral ou intramuscular antes da primeira aplicação não esteja disponível.

Para osteoporose1 e prevenção de fraturas clínicas em pacientes com fratura4 recente de quadril, Aclasta® funciona por um ano, então você poderá precisar de outra dose após um ano.

Prevenção de osteoporose1 em mulheres com osteopenia na pós-menopausa2

A dose usual é de 5 mg administrada por meio de uma única aplicação na veia realizada pelo seu médico ou enfermeiro.

A aplicação levará pelo menos 15 minutos. Após um ano, seu médico avaliará se você precisa de um retratamento baseado na sua resposta ao tratamento.

Se você não ingerir cálcio e vitamina5 D suficiente pela dieta, você deve tomar suplementos de cálcio e vitamina5 D (por exemplo, em comprimidos), conforme orientação do seu médico.

Doença de Paget do osso

A dose usual é de 5 mg que será administrada por meio de uma única aplicação na veia pelo seu médico ou enfermeiro. A aplicação levará pelo menos 15 minutos. Uma vez que Aclasta® tem longa duração, você pode não precisar de outra dose de Aclasta® durante um ano ou mais. Seu médico lhe informará se você precisa ser tratado novamente.

Seu médico pode aconselhá-lo a tomar suplementos de cálcio e vitamina5 D (por exemplo, comprimidos) durante pelo menos os primeiros dez dias após a administração de Aclasta®. É importante que você siga este conselho cuidadosamente para reduzir o risco de hipocalcemia13 (cálcio no sangue14 muito baixo) no período após a aplicação (vide “Quais os males que este medicamento pode causar”). Seu médico lhe informará com relação aos sintomas6 associados à hipocalcemia13.

Tratamento e prevenção de osteoporose1 induzida por glicocorticoides

A dose usual de Aclasta® é de 5 mg que será administrada por meio de uma única aplicação por ano na veia pelo seu médico ou enfermeiro. A aplicação levará pelo menos 15 minutos.

Se você não ingerir cálcio e vitamina5 D suficiente pela dieta, você deve tomar suplementos de cálcio e vitamina5 D (por exemplo, em comprimidos), conforme orientação do seu médico.

Tratamento de homens com osteoporose1 para aumentar a densidade mineral óssea

A dose usual de Aclasta® é de 5 mg que será administrado por meio de uma única aplicação por ano na veia pelo seu médico ou enfermeiro. A aplicação levará pelo menos 15 minutos.

Se você não ingerir cálcio e vitamina5 D suficiente pela dieta, você deve tomar suplementos de cálcio e vitamina5 D (por exemplo, em comprimidos), conforme orientação do seu médico.

Antes de parar a terapia com Aclasta®

Se você estiver pensando em interromper seu tratamento com Aclasta®, compareça à sua próxima consulta e discuta com seu médico. Seu médico irá aconselhá-lo e decidirá por quanto tempo você deve ser tratado com Aclasta®.

A duração ideal do uso de Aclasta não foi determinada para uso a longo prazo.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Entre em contato com seu médico ou hospital o mais rápido possível para reagendar sua consulta médica.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Como todos os medicamentos, Aclasta® pode causar reações adversas. No entanto, nem todas as pessoas as apresentam. Na maioria dos casos, nenhum tratamento específico é necessário.

As reações adversas relacionadas à primeira infusão são muito comuns (ocorrendo em mais de 40% dos pacientes), mas são menos frequentes nas aplicações subsequentes.

A maioria das reações adversas tais como febre32 e calafrios33, dor nos músculos34, ossos ou juntas e dor de cabeça35 ocorrem nos primeiros três dias após a aplicação de Aclasta®. Os sintomas6 são geralmente leves a moderados e desaparecem três dias após o início do tratamento. O paracetamol ou ibuprofeno (analgésicos36 leves) logo após a administração de Aclasta® podem reduzir estes sintomas6. A probabilidade de ocorrerem essas reações adversas diminui quando você recebe doses adicionais de Aclasta®.

Algumas reações adversas podem ser graves:

  • Podem ocorrer reações de pele37 como vermelhidão, inchaço21 e/ou dor no local de aplicação;
  • Inchaço21, vermelhidão, dor e coceira nos olhos38 ou sensibilidade do olho39 à luz;
  • Dor na boca40, dentes e mandíbula23, inchaço21 e feridas dentro da boca40, dormência22 ou uma sensação de peso na mandíbula23, ou afrouxamento de um dente26. Estes podem ser sinais41 de lesão42 óssea na mandíbula23 (osteonecrose). Informe ao seu dentista imediatamente se você apresentar estes sintomas6;
  • Batimentos cardíacos irregulares (fibrilação atrial) foram reportados em pacientes recebendo Aclasta® para o tratamento de osteoporose1 na pós-menopausa2. Não está claro se Aclasta® causa este ritmo cardíaco irregular, porém você deve informar ao seu médico se eles ocorreram após ter recebido Aclasta®;
  • Disfunções renais (diminuição da produção de urina31, por exemplo) podem ocorrer. Seu médico pode fazer um exame de sangue14 para verificar sua função renal43 antes de cada dose de Aclasta®. É importante para você tomar pelo menos 2 copos de líquido (como água), dentro de poucas horas antes de receber Aclasta®, conforme orientação médica.
  • Reações alérgicas graves, incluindo tontura44 e dificuldade em respirar ou engolir, aperto no peito45, urticária46, prurido47 geral, inchaço21, coceira; inchaço21 principalmente da face48 e garganta49 (também conhecido como angioedema50);
  • Em pacientes que fazem tratamento para osteoporose1 em longo prazo pode ocorrer fratura4 do osso da coxa24.

Contate seu médico se sentir dor, fraqueza ou desconforto no quadril, coxa24 ou na virilha, pois isto pode ser uma indicação precoce de possível fratura4 do osso da coxa24.

Se você apresentar qualquer uma dessas reações adversas, informe ao seu médico imediatamente.

Tratamento e prevenção da osteoporose1 na pós-menopausa2, tratamento para aumentar a densidade óssea em homens com osteoporose1, doença de Paget do osso, prevenção de fraturas clínicas após fratura4 de quadril, tratamento e prevenção de osteoporose1 induzida por glicocorticoides

Algumas reações adversas são muito comuns (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): Febre32.

Algumas reações adversas são comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): Dor de cabeça35, tontura44, dor de estômago51, vômito52, diarreia53, dor muscular, dor nas juntas, dor nos ossos, dor nas costas7, dor nas mãos54 e/ou pés, sintomas6 de gripe55 (como febre32, dor de garganta49, cansaço, calafrios33, dor muscular e nas juntas), calafrios33, cansaço e desinteresse, fraqueza, dor, indisposição.

Adicionalmente, nos pacientes com doença de Paget do osso: sintomas6 devido ao baixo nível de cálcio no sangue14, como espasmos56 musculares, dormência22 ou sensação de formigamento, especialmente na área ao redor da boca40, falta de ar.

Algumas reações adversas são incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): Gripe55, infecção57 do trato respiratório superior, diminuição de glóbulos vermelhos, perda de apetite, insônia, diminuição da atenção e consciência, sensação de formigamento ou adormecimento, sonolência, tremor, perda temporária da consciência, conjuntivite58 (olho39 vermelho), infecção57 nos olhos38, irritação e inflamação59 com dor e vermelhidão nos olhos38, vertigem60, aumento da pressão arterial61, rubor, tosse, falta de ar, indisposição gástrica, dor abdominal, constipação62, boca40 seca, azia63, erupção64 cutânea65, sudorese66 excessiva, prurido47, vermelhidão na pele37, dor no pescoço20, rigidez muscular, nos ossos e/ou juntas, inchaço21 nas juntas, espasmos56 musculares, dor no ombro, dor nos músculos34 do peito45 e caixa torácica, inflamação59 das juntas, fraqueza muscular, alteração nos resultados de testes renais, frequência urinária anormal, inchaço21 das mãos54, tornozelos ou pés, sede, reação de fase aguda (por exemplo, febre32, aumento de batimento cardíaco, cansaço, diminuição de apetite), dor no peito45 não cardíaca.

Outras possíveis reações adversas

Desidratação17 secundária aos sintomas6 pós-aplicação como febre32, vômito52 e diarreia53; diminuição drástica da pressão sanguínea; sintomas6 como fraqueza e disfunção muscular, confusão, irritação e delírio67 (devido ao baixo nível de fosfato no sangue14);distúrbio no paladar68, dor de dente26, dor de estômago51, sensação de batimento cardíaco forçado e/ou irregular, reações na pele37 no local da aplicação, olho39 vermelho.

Se alguma destas reações afetar você de forma grave, informe ao seu médico. Se você notar reações adversas não mencionadas nesta bula, informe seu médico, farmacêutico ou enfermeiro.

Prevenção de osteoporose1 em mulheres na pós-menopausa2 com osteopenia

Se você tem osteopenia e está sendo tratada com Aclasta® para prevenir osteoporose1 na pós-menopausa2, você poderá apresentar outras reações adversas ou poderá ter algumas reações adversas mais frequentemente em comparação com as acima mencionadas.

Reações adversas muito comuns (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): Dor de cabeça35, dor de estômago51, dor muscular, dor, calafrios33.

Reações adversas comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): Perda de apetite, tremor, alerta e conscientização reduzidos, conjuntivite58 (olho39 vermelho), dor nos olhos38, inflamação59 nos olhos38, dor abdominal, constipação62, suores noturnos, dor nos músculos34, ossos e/ou juntas, espasmos56 musculares, dor nos músculos34 do peito45 e caixa torácica, dor na mandíbula23, no pescoço20, inchaço21 nas mãos54, tornozelos e pés, reações cutâneas69 no local da aplicação, dor no peito45 não cardíaca.

Reações adversas incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): Ansiedade, diminuição da sensibilidade da pele37, distúrbios do paladar68, visão70 borrada, dor no flanco71.

Se qualquer reação adversa tornar-se séria ou se você notar reações adversas não mencionadas nesta bula, informe seu médico, farmacêutico ou enfermeiro.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Se for administrada acidentalmente uma grande quantidade deste medicamento, o paciente deve ser observado e receber um tratamento de suporte adequado. Caso ocorra um evento de superdose que leve a uma hipocalcemia13 significante clinicamente, a reversão pode ser alcançada com suplementação72 oral de cálcio e/ou aplicação endovenosa de gluconato de cálcio.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

MS – 1.0068.1026
Farm. Resp.: Flavia Regina Pegorer – CRF-SP 18.150

Importado por:
Novartis Biociências S.A.
Av. Prof. Vicente Rao, 90
São Paulo - SP
CNPJ: 56.994.502/0001-30
Indústria Brasileira

Fabricado por:
Novartis Pharma Stein AG, Stein, Suíça ou Fresenius Kabi Austria GmbH, Graz, Áustria. (vide cartucho).


SAC 0800 888 3003

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
2 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
3 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
4 Fratura: Solução de continuidade de um osso. Em geral é produzida por um traumatismo, mesmo que possa ser produzida na ausência do mesmo (fratura patológica). Produz como sintomas dor, mobilidade anormal e ruídos (crepitação) na região afetada.
5 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
6 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
7 Costas:
8 Tecido Ósseo: TECIDO CONJUNTIVO especializado, principal constituinte do ESQUELETO. O componente celular básico (principle) do osso é constituído por OSTEOBLASTOS, OSTEÓCITOS e OSTEOCLASTOS, enquanto COLÁGENOS FIBRILARES e cristais de hidroxiapatita formam a MATRIZ ÓSSEA.
9 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
10 Osteoclastos: Célula que garante a destruição do tecido ósseo.
11 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
12 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
13 Hipocalcemia: É a existência de uma fraca concentração de cálcio no sangue. A manifestação clínica característica da hipocalcemia aguda é a crise de tetania.
14 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
15 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
16 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
17 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
18 Glândulas: Grupo de células que secreta substâncias. As glândulas endócrinas secretam hormônios e as glândulas exócrinas secretam saliva, enzimas e água.
19 Tireoide: Glândula endócrina altamente vascularizada, constituída por dois lobos (um em cada lado da TRAQUÉIA) unidos por um feixe de tecido delgado. Secreta os HORMÔNIOS TIREOIDIANOS (produzidos pelas células foliculares) e CALCITONINA (produzida pelas células para-foliculares), que regulam o metabolismo e o nível de CÁLCIO no sangue, respectivamente.
20 Pescoço:
21 Inchaço: Inchação, edema.
22 Dormência: 1. Estado ou característica de quem ou do que dorme. 2. No sentido figurado, inércia com relação a se fazer alguma coisa, a se tomar uma atitude, etc., resultando numa abulia ou falta de ação; entorpecimento, estagnação, marasmo. 3. Situação de total repouso; quietação. 4. No sentido figurado, insensibilidade espiritual de um ser diante do mundo. Sensação desagradável caracterizada por perda da sensibilidade e sensação de formigamento, e que geralmente ocorre nas extremidades dos membros. 5. Em biologia, é um período longo de inatividade, com metabolismo reduzido ou suspenso, geralmente associado a condições ambientais desfavoráveis; estivação.
23 Mandíbula: O maior (e o mais forte) osso da FACE; constitui o maxilar inferior, que sustenta os dentes inferiores. Sinônimos: Forame Mandibular; Forame Mentoniano; Sulco Miloióideo; Maxilar Inferior
24 Coxa: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
25 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
26 Dente: Uma das estruturas cônicas duras situadas nos alvéolos da maxila e mandíbula, utilizadas na mastigação e que auxiliam a articulação. O dente é uma estrutura dérmica composta de dentina e revestida por cemento na raiz anatômica e por esmalte na coroa anatômica. Consiste numa raiz mergulhada no alvéolo, um colo recoberto pela gengiva e uma coroa, a parte exposta. No centro encontra-se a cavidade bulbar preenchida com retículo de tecido conjuntivo contendo uma substância gelatinosa (polpa do dente) e vasos sangüíneos e nervos que penetram através de uma abertura ou aberturas no ápice da raiz. Os 20 dentes decíduos ou dentes primários surgem entre o sexto e o nono e o vigésimo quarto mês de vida; sofrem esfoliação e são substituídos pelos 32 dentes permanentes, que aparecem entre o quinto e sétimo e entre o décimo sétimo e vigésimo terceiro anos. Existem quatro tipos de dentes
27 Pus: Secreção amarelada, freqüentemente mal cheirosa, produzida como conseqüência de uma infecção bacteriana e formada por leucócitos em processo de degeneração, plasma, bactérias, proteínas, etc.
28 Exsudação: Líquido que, transudando pelos poros de uma planta ou de um animal, adquire consistência viscosa na superfície onde aparece.
29 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
30 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
31 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
32 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
33 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
34 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
35 Cabeça:
36 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
37 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
38 Olhos:
39 Olho: s. m. (fr. oeil; ing. eye). Órgão da visão, constituído pelo globo ocular (V. este termo) e pelos diversos meios que este encerra. Está situado na órbita e ligado ao cérebro pelo nervo óptico. V. ocular, oftalm-. Sinônimos: Olhos
40 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
41 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
42 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
43 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
44 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
45 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
46 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
47 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
48 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
49 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
50 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
51 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
52 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
53 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
54 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
55 Gripe: Doença viral adquirida através do contágio interpessoal que se caracteriza por faringite, febre, dores musculares generalizadas, náuseas, etc. Sua duração é de aproximadamente cinco a sete dias e tem uma maior incidência nos meses frios. Em geral desaparece naturalmente sem tratamento, apenas com medidas de controle geral (repouso relativo, ingestão de líquidos, etc.). Os antibióticos não funcionam na gripe e não devem ser utilizados de rotina.
56 Espasmos: 1. Contrações involuntárias, não ritmadas, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosas ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
57 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
58 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
59 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
60 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
61 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
62 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
63 Azia: Pirose. Sensação de dor epigástrica semelhante a uma queimadura, geralmente acompanhada de regurgitação de suco gástrico para dentro do esôfago.
64 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
65 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
66 Sudorese: Suor excessivo
67 Delírio: Delirio é uma crença sem evidência, acompanhada de uma excepcional convicção irrefutável pelo argumento lógico. Ele se dá com plena lucidez de consciência e não há fatores orgânicos.
68 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
69 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
70 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
71 Flanco: 1. O lado (de qualquer coisa). Na anatomia humana, é cada um dos lados do corpo, dos quadris aos ombros. 2. Em construção, é a parte entre o baluarte e a cortina. 3. Em futebol, é o lado do campo. 4. Em geologia, é cada um dos lados de uma dobra. 5. Em termo militar, é a parte lateral de uma posição ou de uma tropa formada em profundidade.
72 Suplementação: Que serve de suplemento para suprir o que falta, que completa ou amplia.

Tem alguma dúvida sobre Aclasta?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.