Preço de Xultophy em Houston/SP: R$ 227,96

Xultophy

NOVO NORDISK FARMACÊUTICA DO BRASIL LTDA

Atualizado em 27/11/2019

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Xultophy®
insulina1 degludeca + liraglutida
Injetável

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO

Solução injetável
Embalagem com 1 sistema de aplicação preenchido com 3 mL cada

VIA SUBCUTÂNEA2
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Cada mL de Xultophy® contém:

insulina1 degludeca 100 U
liraglutida 3,6 mg
excipiente q.s.p. 1 mL

Excipientes: glicerina, fenol, acetato de zinco, ácido clorídrico3 (para ajuste do pH), hidróxido de sódio (para ajuste do pH) e água para injetáveis.

Um sistema de aplicação preenchido contém 3 mL que equivalem a 300 unidades de insulina1 degludeca e 10,8 mg de liraglutida. Uma unidade de Xultophy® contém 1 unidade de insulina4 degludeca e 0,036 mg de liraglutida.

A insulina1 degludeca e a liraglutida são produzidas por tecnologia do DNA recombinante em Saccharomyces cerevisiae.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Xultophy® é indicado para o tratamento do diabetes5 mellitus tipo 2 em adultos, porque seu corpo:

  • não produz insulina1 suficiente para controlar o nível de açúcar6 em seu sangue7 ou;
  • não é capaz de utilizar a insulina1 adequadamente.

Xultophy® e medicamentos orais para diabetes5

Xultophy® é usado em combinação com antidiabéticos orais8 como metformina9, pioglitazona e sulfonilureia.

Xultophy® é prescrito quando antidiabéticos orais8 (usados isoladamente ou em combinação com terapia GLP-1 ou com insulina1 basal) não são suficientes para controlar os seus níveis de açúcar6 no sangue7.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Xultophy® contém dois princípios ativos que ajudam o seu corpo a controlar a sua glicemia10:

  • insulina1 degludeca - uma insulina1 basal de ação prolongada, que reduz os seus níveis de açúcar6 no sangue7;
  • liraglutida - um “agonista do receptor de GLP-1”, que ajuda o seu corpo a produzir mais insulina1 durante as refeições e diminui a quantidade de açúcar6 produzida pelo seu organismo.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Não use Xultophy® se você for alérgico à insulina1 degludeca ou liraglutida ou qualquer um dos outros componentes deste medicamento (vide seção “Composição”).

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Leia atentamente esta bula antes de iniciar o uso deste medicamento, ela contém informações importantes para você.

  • Mantenha esta bula com você. Você pode precisar lê-la novamente.
  • Se você tiver dúvidas adicionais, consulte seu médico, enfermeiro ou farmacêutico.
  • Este medicamento foi prescrito a você. Não o dê para outras pessoas, pois poderá causar danos até mesmo se os sintomas11 forem semelhantes aos seus.
  • Se você apresentar qualquer efeito adverso, converse com o seu médico, farmacêutico ou enfermeiro. Isto inclui qualquer possível efeito adverso não mencionado nesta bula (vide “8. Quais os males que esse medicamento pode me causar?”).

Advertências e Precauções

Fale com o seu médico, farmacêutico ou enfermeiro antes de utilizar Xultophy®.

  • Se você também estiver tomando uma sulfonilureia (como a glimepirida12 ou glibenclamida), seu médico poderá reduzir a dose de sulfonilureia dependendo de seus níveis de açúcar6 no sangue7.
  • Não use Xultophy® se você tiver diabetes5 mellitus tipo 1 ou se você tiver “cetoacidose” (uma condição com um acúmulo de ácido no sangue7).
  • O uso de Xultophy® não é recomendado em pacientes com doença inflamatória intestinal ou esvaziamento gástrico prolongado (gastroparesia13 diabética).

Tenha atenção especial quando estiver usando Xultophy®:

  • Baixo nível de açúcar6 no sangue7 (hipoglicemia14) - se o açúcar6 no sangue7 estiver baixo, siga a orientação na seção “8. Quais os males que este medicamento pode me causar?” (hipoglicemia14).
  • Alto nível de açúcar6 no sangue7 (hiperglicemia15) - se o açúcar6 no sangue7 estiver elevado, siga a orientação na seção “8. Quais os males que esse medicamento pode me causar?” (hiperglicemia15).

Informações importantes para saber antes de usar este medicamento

Se você utiliza tratamento com GLP-1: Você deve parar seu tratamento com GLP-1 antes de iniciar Xultophy®.

Se você utiliza insulina1 basal: Você deve parar seu tratamento com insulina1 basal antes de iniciar Xultophy®.

Informe o seu médico caso você:

  • Tenha problemas oculares (nos olhos16). Melhoras repentinas no controle glicêmico podem piorar os problemas oculares diabéticos temporariamente. As melhorias de longo prazo no controle glicêmico podem aliviar os problemas oculares.
  • Tiver ou tenha tido uma doença da tireoide17.

Informações importantes para saber enquanto você estiver usando este medicamento:

  • Se você tiver uma dor de estômago18 aguda, que não desaparece, informe o seu médico - isso pode ser um sinal19 de inflamação20 do pâncreas21 (pancreatite22 aguda).
  • Desidratação23 (perda de líquidos do organismo) pode acontecer se você estiver se sentindo mal ou estiver enjoado (náusea24 ou vômito25) ou se tiver diarreia26 – é importante beber bastante líquido para interromper a desidratação23.

Crianças e adolescentes

Xultophy® não deve ser usado em crianças e adolescentes com menos de 18 anos de idade. Não há experiências com Xultophy® em crianças e adolescentes com menos de 18 anos de idade.

Gravidez27 e amamentação28

Não utilize Xultophy® se estiver grávida ou planejando engravidar. Informe o seu médico se estiver grávida, se acha que pode estar grávida ou caso esteja planejando ter um bebê. Não é conhecido se Xultophy® afeta o bebê.

Não use Xultophy® se você estiver amamentando. Não é conhecido se Xultophy® passa para o leite materno.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Dirigindo e operando máquinas

Níveis baixos (hipoglicemia14) ou altos (hiperglicemia15) de açúcar6 no sangue7 podem afetar sua capacidade de dirigir ou utilizar quaisquer ferramentas ou máquinas. Se seu nível de açúcar6 no sangue7 está alto ou baixo, sua habilidade para concentrar-se ou reagir pode estar afetada. Isto pode ser perigoso para você e para os outros. Consulte seu médico para saber se você pode dirigir se você:

  • Frequentemente fica com o nível de glicose29 no sangue7 muito baixo;
  • Acha difícil reconhecer os sinais30 de quando o nível de açúcar6 no sangue7 está muito baixo.

Outros medicamentos e Xultophy®

Informe o seu médico, enfermeiro ou farmacêutico se você estiver tomando, se tomou recentemente, ou se vier a tomar quaisquer outros medicamentos. Alguns medicamentos afetam o seu nível de açúcar6 no sangue7 e isso pode significar que sua dose de Xultophy® deve mudar.

Os medicamentos mais comuns que podem afetar o seu tratamento com Xultophy® estão listados a seguir:

Seu nível de açúcar6 no sangue7 pode diminuir (hipoglicemia14), se você utilizar:

  • outros medicamentos para diabetes5.
  • sulfonamidas - para infecções31.
  • esteroides anabolizantes - como a testosterona.
  • beta-bloqueadores - para pressão alta. Eles podem tornar mais difícil o reconhecimento dos sinais30 de alerta de nível baixo de açúcar6 no sangue7 (vide seção “8. Quais os males que este medicamento pode me causar?”).
  • ácido acetilsalicílico (e medicamentos denominados “salicilatos”) - para dor e febre32 moderada.
  • inibidores da monoaminoxidase33 (IMAO34) - para depressão.
  • inibidores da enzima35 conversora da angiotensina (ECA) - para alguns problemas cardíacos ou pressão alta.

Seu nível de açúcar6 no sangue7 pode aumentar (hiperglicemia15), se você utilizar:

  • danazol - medicamento que afeta a ovulação36.
  • contraceptivos orais - pílula anticoncepcional.
  • hormônios da tireoide17 - para problemas de tireoide17.
  • hormônio37 do crescimento - para deficiência de hormônio37 de crescimento.
  • medicamentos denominados “glicocorticoides”, como a cortisona – para inflamação20.
  • medicamentos denominados “simpatomiméticos” como a epinefrina (adrenalina38), salbutamol39 ou terbutalina
  • para asma40.
  • medicamentos denominados “tiazidas” – para pressão arterial41 alta ou se o seu corpo estiver retendo muita água (retenção de água).

Octreotida e lanreotida - usado para o tratamento de uma condição rara envolvendo excesso de hormônio37 do crescimento (acromegalia42). Ambos podem aumentar ou diminuir o seu nível de açúcar6 no sangue7.

Pioglitazona - medicamentos usados para o tratamento do diabetes5 mellitus tipo 2. Alguns pacientes com diabetes5 mellitus tipo 2 de longa data e doença cardíaca ou acidente vascular cerebral43 prévio, que foram tratados com pioglitazona e insulina1, apresentaram o desenvolvimento de insuficiência cardíaca44. Informe o seu médico imediatamente se você apresentar sinais30 de insuficiência cardíaca44, tais como falta de ar incomum ou rápido aumento de peso ou inchaço45 localizado (edema46).

Varfarina ou outros “afinadores” do sangue7 - medicamentos utilizados para evitar a coagulação47 do sangue7. Informe o seu médico se você estiver tomando varfarina ou outros “afinadores” do sangue7, pois você pode precisar de um monitoramento frequente para medir o quão espesso o seu sangue7 está (chamado de ‘Razão Normalizada Internacional’ ou teste INR).

Xultophy® com álcool

Se você tomar bebidas alcoólicas, sua necessidade de Xultophy® pode mudar. Seu nível de açúcar6 no sangue7 pode tanto diminuir quanto aumentar. Seu nível de açúcar6 no sangue7 deverá ser monitorado mais frequentemente do que o usual.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde48.

Informações importantes sobre alguns dos componentes de Xultophy®: Xultophy® contém menos de 1 mmol de sódio (23 mg) por dose. Isso significa que o medicamento é essencialmente ‘livre de sódio’.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de conservação

Antes do primeiro uso: Armazenar sob refrigeração entre 2 °C e 8 °C. Mantenha distante do compartimento do congelador. Não congelar. Mantenha o sistema de aplicação tampado para proteger da luz.

Após o primeiro uso: Após o primeiro uso, válido por 21 dias, quando armazenado em temperatura ambiente de até 30°C ou sob refrigeração entre 2 °C e 8 °C. Não congelar. Mantenha o sistema de aplicação tampado para proteger da luz.

Não armazene o produto sob temperaturas acima de 30°C. O produto deve ser descartado após 21 dias do primeiro uso.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

A data de validade se refere ao último dia do mês indicado.

Características físicas e organolépticas do produto

Xultophy® é uma solução isotônica49 injetável límpida e incolor.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Medicamentos não devem ser descartados pelo encanamento ou lixo doméstico. Pergunte ao seu farmacêutico como descartar medicamentos que não são mais necessários. Estas medidas ajudarão a proteger o meio ambiente.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Sempre use Xultophy® exatamente conforme orientado pelo seu médico. Você deve consultar seu médico, enfermeiro ou farmacêutico em caso de dúvida.

Seu médico informará:

  • Quanto de Xultophy® você precisará por dia;
  • Quando verificar o seu nível de açúcar6 no sangue7;
  • Como ajustar a dose.

A sua dose de Xultophy® é aplicada em regime de unidades. O contador de dose no sistema de aplicação mostra o número de unidades.

Posologia:

  • Xultophy® deve ser aplicado uma vez ao dia por via subcutânea2 a qualquer hora do dia, preferencialmente no mesmo horário todos os dias. Escolha um horário que seja mais confortável pra você.
  • Se não for possível usar Xultophy® no mesmo horário todos os dias, ele pode ser utilizado em um horário diferente do dia. No entanto, certifique-se de manter um mínimo de 8 horas entre as doses.
  • Você não precisa aplicar Xultophy® junto com uma refeição.
  • Sempre siga a orientação do seu médico para a dose e ajuste de dose.
  • Se você quiser mudar a sua dieta habitual, verifique antes com seu médico, farmacêutico ou enfermeiro, pois uma mudança na dieta pode alterar a sua necessidade de Xultophy®.

Como manusear Xultophy®:

Xultophy® é um sistema de aplicação preenchido com seletor de dose.

  • Xultophy® é aplicado em regime de unidades. O contador de dose no sistema de aplicação mostra o número de unidades.
  • Uma unidade de Xultophy® contém 1 unidade de insulina4 degludeca e 0,036 mg de liraglutida.
  • A dose máxima diária é de 50 unidades de Xultophy® (50 unidades de insulina1 degludeca e 1,8 mg de liraglutida).

Leia atentamente as instruções de uso do sistema de aplicação e use-o conforme descrito.

Sempre verifique o rótulo do sistema de aplicação antes da aplicação para garantir que você está usando o medicamento correto.

Como aplicar:

Antes de usar Xultophy® pela primeira vez, o seu médico ou enfermeiro lhe mostrará como usá-lo.

  • Xultophy® é aplicado sob a pele50 (por via subcutânea2). Não aplique na veia ou no músculo.
  • Os melhores lugares para a aplicação são a frente das coxas51, parte superior dos braços ou na barriga (abdomen).
  • Alterne o local da aplicação, dentro de uma mesma região onde você costuma aplicar todos os dias, para reduzir o risco de desenvolver nódulos e deformação da pele50 (vide seção “8. Quais os males que esse medicamento pode me causar?”).

As instruções detalhadas do uso estão incluídas no final desta bula.

Não use Xultophy®:

  • Se o sistema de aplicação estiver danificado ou não tiver sido armazenado corretamente (vide seção “5. Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?”).
  • Se a solução que você enxerga através do visor do sistema de aplicação não estiver límpida e incolor.

Uso em pacientes idosos (65 anos ou mais)

Xultophy® pode ser usado em pacientes idosos, mas se você for idoso, você pode precisar verificar seu nível de açúcar6 no sangue7 mais regularmente. Converse com o seu médico sobre mudanças na sua dose. Considerando que a experiência clinica em pacientes acima de 75 anos é bastante limitada, deve-se usar com cautela.

Se você tiver problemas nos rins52 ou fígado53

Se você tiver problemas renais ou hepáticos, pode ser necessário verificar o seu nível de açúcar6 no sangue7 mais regularmente. Converse com seu médico sobre mudanças na sua dose.

Se você parar de usar Xultophy®

Não pare de usar Xultophy® sem conversar com o seu médico. Se você parar de usar Xultophy®, isso pode aumentar muito seu nível de açúcar6 no sangue7 (vide seção “8. Quais os males que esse medicamento pode me causar?”).

Se você tiver dúvidas sobre como usar este medicamento, pergunte ao seu médico, enfermeiro ou farmacêutico.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Se você se esquecer de aplicar uma dose, aplique a dose esquecida assim que lembrar, garantindo um mínimo de 8 horas entre as doses. Se você descobrir que esqueceu de aplicar sua dose anterior quando for hora de aplicar a próxima dose regular programada, não tome uma dose dupla.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião- dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Como todos os medicamentos, Xultophy® pode causar efeitos colaterais54, embora nem todas as pessoas os apresentem. Os seguintes efeitos colaterais54 podem ocorrer com este medicamento:

Reação muito comum (pode ocorrer em mais de 1 em 10 pacientes):

  • Baixo nível de açúcar6 no sangue7.
    Se o seu nível de açúcar6 no sangue7 baixar, você pode desmaiar (ficar inconsciente). Casos graves de hipoglicemia14 podem causar danos cerebrais e podem ser fatais. Se você apresentar sinais30 de baixo nível de açúcar6 no sangue7, tome medidas para aumentar o seu nível de açúcar6 no sangue7 imediatamente (vide seção “Baixo nível de açúcar6 no sangue7 (hipoglicemia14)”, descrito a seguir).

Reação comum (pode ocorrer em até 1 em 10 pacientes):

  • Apetite reduzido, sensação de enjoo (náusea24 ou vômito25), diarreia26, constipação55, indigestão (dispepsia56), inflamação20 do revestimento do estômago18 (gastrite57), dor de estômago18, azia58 ou inchaço45 – estes geralmente desaparecem após alguns dias ou semanas;
  • Reações no local da aplicação. Os sinais30 podem incluir hematoma59, sangramento, dor, vermelhidão, urticária60, inchaço45 ou coceira - estes geralmente desaparecem após alguns dias. Procure seu médico se eles não desaparecem após algumas semanas. Pare de usar Xultophy® e procure um médico imediatamente se eles se tornarem sérios;
  • Aumento das enzimas pancreáticas, como lipase e amilase.

Reação incomum (pode ocorrer em até 1 em 100 pacientes):

  • Urticária60;
  • Reações alérgicas (hipersensibilidade) tais como erupção61 cutânea62, comichão e inchaço45 da face63;
  • Desidratação23 (perda de líquidos do organismo) - é importante beber bastante líquido para interromper a desidratação23;
  • Arrotos (eructação64) e gases (flatulência);
  • Erupção61 cutânea62;
  • Coceira;
  • Alterações da pele50 no local de aplicação (lipodistrofia65) - o tecido adiposo66 sob a pele50 pode atrofiar (lipoatrofia67) ou ficar mais espesso (lipohipertrofia68). Alterar o local de aplicação a cada vez que utilizar pode reduzir o risco dessas alterações na pele50. Se você observar essas alterações na pele50, converse com o seu médico ou enfermeiro. Se você continuar injetando no mesmo lugar, essas mudanças podem tornar-se mais graves e afetar a quantidade de medicamento que o seu corpo recebe a partir do sistema de aplicação.
  • Aumento da frequência cardíaca;
  • Cansaço;
  • Cálculos biliares;
  • Vesícula biliar69 inflamada.

Desconhecidos (a frequência não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis):

  • Inflamação20 do pâncreas21 (pancreatite22);
  • Inchaço45 dos braços ou pernas (edema46 periférico) - quando você começar a usar o medicamento pela primeira vez, seu organismo pode reter mais água do que deveria. Isso causa o inchaço45 em seus tornozelos e outras articulações70. Isso geralmente é de curta duração;
  • Reação alérgica71 grave (reação anafilática72).
  • Se você apresentar uma reação alérgica71 grave a qualquer um dos componentes de Xultophy®, pare de usar Xultophy® e procure um médico imediatamente. Os sinais30 de uma reação alérgica71 grave são:
    • reações locais que se espalham para outras partes do seu corpo;
    • você subitamente se sente mal com transpiração73;
    • você tem dificuldade para respirar;
    • seus batimentos cardíacos aumentam ou você sente tonturas74.

Efeitos gerais do tratamento do diabetes5

Baixo nível de açúcar6 no sangue7 (hipoglicemia14)

O baixo nível de açúcar6 no sangue7 pode ocorrer se você:

  • ingerir álcool;
  • se exercitar mais do que o habitual;
  • comer muito pouco ou esquecer uma refeição;
  • usar muito Xultophy®.

Sinais30 de alerta de baixo nível de açúcar6 no sangue7 – estes podem surgir subitamente: Dor de cabeça75, fala arrastada, batimento cardíaco acelerado, suor frio, pele50 pálida e fria, sensação de enjoo (náusea24), sensação de muita fome, tremedeira, sensação de nervosismo ou preocupação, cansaço anormal, fraqueza e sonolência ou confusão, dificuldade de concentração, alterações de curta duração em sua visão76.

O que fazer se você apresentar baixo nível de açúcar6 no sangue7:

  • Ingerir comprimidos de glicose29 ou outros alimentos com alto teor de açúcar6 - como doces, biscoitos ou suco de frutas (sempre carregue consigo comprimidos de glicose29 ou alimentos com alto teor de açúcar6, por precaução).
  • Meça o seu nível de açúcar6 no sangue7, se possível, e descanse. Você pode precisar medir o seu nível de açúcar6 no sangue7 mais de uma vez. Isso porque a melhora do seu nível de açúcar6 no sangue7 pode não acontecer imediatamente.
  • Espere até que os sinais30 de baixo nível de açúcar6 no sangue7 tenham desaparecido ou que o seu nível de açúcar6 no sangue7 tenha se estabilizado. Em seguida, continue com o seu medicamento como de costume.

O que os outros precisam fazer se você desmaiar: Diga a todos com quem você convive que você tem diabetes5. Diga-lhes o que pode acontecer se o seu nível

de açúcar6 no sangue7 baixar, incluindo o risco de desmaiar. Avise-os que se você desmaiar, eles devem:

  • virá-lo (a) de lado;
  • conseguir ajuda médica imediatamente;
  • não lhe dar qualquer alimento ou bebida - porque você pode engasgar.

Você pode se recuperar mais rapidamente do desmaio com uma injeção77 de glucagon78. Isso só pode ser administrado por alguém que saiba como usá-la.

  • Se você receber glucagon78, você precisará de açúcar6 ou de um alimento açucarado assim que você se restabelecer.
  • Se você não responder a uma injeção77 de glucagon78, você terá que ser tratado em um hospital.
  • Se o baixo nível de açúcar6 no sangue7 (grave) não for tratado ao longo do tempo, ele poderá causar danos cerebrais. Isso pode ser de curta ou de longa duração e poderá até mesmo causar morte.

Fale com o seu médico se:

  • o seu nível de açúcar6 no sangue7 ficou tão baixo que você desmaiou;
  • você já aplicou uma injeção77 de glucagon78;
  • recentemente você apresentou baixo nível de açúcar6 no sangue7 algumas vezes.

Isto porque a aplicação de Xultophy®, alimentação ou exercícios talvez devam ser ajustados.

Alto nível de açúcar6 no sangue7 (hiperglicemia15)

O alto nível de açúcar6 no sangue7 pode ocorrer se você:

  • ingerir bebida alcoólica;
  • se exercitar menos do que o habitual;
  • comer mais do que o habitual;
  • adquirir uma infecção79 ou febre32;
  • não tiver aplicado Xultophy® o suficiente, continuar usando menos Xultophy® do que você precisa, se esquecer de usar Xultophy® ou parar de usar Xultophy® sem conversar com o seu médico.

Sinais30 de alerta de açúcar6 elevado no sangue7 – estes normalmente aparecem gradualmente: Pele50 seca e avermelhada, sensação de sono ou cansaço, boca80 seca, hálito frutado (acetona), urina81 com mais frequência, sensação de sede, perda de apetite, sensação de enjoo (náusea24 ou vômito25).

Estes podem ser sinais30 de uma condição muito grave chamada de cetoacidose. Este é um acúmulo de ácido no sangue7 porque o organismo está usando gordura82 ao invés de açúcar6. Se não for tratada, isso pode levar a um coma83 diabético e, eventualmente, a morte.

O que fazer se você apresentar alto nível de açúcar6 no sangue7:

  • Teste seu nível de açúcar6 no sangue7;
  • Faça um exame de urina84 para cetonas;
  • Procure ajuda médica imediatamente.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Se você usar mais Xultophy® do que o indicado, o seu nível de açúcar6 no sangue7 pode baixar (hipoglicemia14) ou você pode se sentir mal ou ficar enjoado (náusea24 ou vômito25). Se o seu nível de açúcar6 no sangue7 baixar, veja a orientação na seção “8. Quais os males que esse medicamento pode me causar? – Baixo nível de açúcar6 no sangue7 (hipoglicemia14)”.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

Registro MS 1.1766.0033
Farm. Resp.: Luciane M. H. Fernandes CRF-PR nº 6002

Fabricado por:
Novo Nordisk A/S
DK-2880 Bagsvaerd
Dinamarca

Importado por:
Novo Nordisk Farmacêutica do Brasil Ltda.
Rua Prof. Francisco Ribeiro, 683
CEP 83707-660
Araucária - PR
CNPJ: 82.277.955/0001-55


SAC 0800 144488 

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
2 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
3 Ácido clorídrico: Ácido clorídrico ou ácido muriático é uma solução aquosa, ácida e queimativa, normalmente utilizado como reagente químico. É um dos ácidos que se ioniza completamente em solução aquosa.
4 Unidade de insulina: Medida básica de insulina. UI100 significa 100 unidades de insulina por mililitro (mL) ou centímetro cúbico de solução. UI = unidades internacionais.
5 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
6 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
7 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
8 Antidiabéticos orais: Quaisquer medicamentos que, administrados por via oral, contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais. Eles podem ser um hipoglicemiante, se forem capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados, ou um anti-hiperglicemiante, se agirem impedindo a elevação da glicemia após uma refeição.
9 Metformina: Medicamento para uso oral no tratamento do diabetes tipo 2. Reduz a glicemia por reduzir a quantidade de glicose produzida pelo fígado e ajudando o corpo a responder melhor à insulina produzida pelo pâncreas. Pertence à classe das biguanidas.
10 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
11 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
12 Glimepirida: Medicamento de uso oral para tratamento do diabetes tipo 2. Estimula a secreção de insulina ligando-se a um receptor específico na célula-beta do pâncreas que determina fechamento dos canais de potássio (K+) dependentes de ATP (adenosinatrifosfato), resultando em despolarização da célula. Pertence à classe das sulfoniluréias.
13 Gastroparesia: Tipo de neuropatia que afeta o estômago. A digestão dos alimentos pode ser incompleta ou retardada, resultando em náuseas, vômitos ou sensação de plenitude gástrica, tornando o controle glicêmico difícil.
14 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
15 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
16 Olhos:
17 Tireoide: Glândula endócrina altamente vascularizada, constituída por dois lobos (um em cada lado da TRAQUÉIA) unidos por um feixe de tecido delgado. Secreta os HORMÔNIOS TIREOIDIANOS (produzidos pelas células foliculares) e CALCITONINA (produzida pelas células para-foliculares), que regulam o metabolismo e o nível de CÁLCIO no sangue, respectivamente.
18 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
19 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
20 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
21 Pâncreas: Órgão nodular (no ABDOME) que abriga GLÂNDULAS ENDÓCRINAS e GLÂNDULAS EXÓCRINAS. A pequena porção endócrina é composta pelas ILHOTAS DE LANGERHANS, que secretam vários hormônios na corrente sangüínea. A grande porção exócrina (PÂNCREAS EXÓCRINO) é uma glândula acinar composta, que secreta várias enzimas digestivas no sistema de ductos pancreáticos (que desemboca no DUODENO).
22 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
23 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
24 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
25 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
26 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
27 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
28 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
29 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
30 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
31 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
32 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
33 Inibidores da monoaminoxidase: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
34 IMAO: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
35 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
36 Ovulação: Ovocitação, oocitação ou ovulação nos seres humanos, bem como na maioria dos mamíferos, é o processo que libera o ovócito II em metáfase II do ovário. (Em outras espécies em vez desta célula é liberado o óvulo.) Nos dias anteriores à ovocitação, o folículo secundário cresce rapidamente, sob a influência do FSH e do LH. Ao mesmo tempo que há o desenvolvimento final do folículo, há um aumento abrupto de LH, fazendo com que o ovócito I no seu interior complete a meiose I, e o folículo passe ao estágio de pré-ovocitação. A meiose II também é iniciada, mas é interrompida em metáfase II aproximadamente 3 horas antes da ovocitação, caracterizando a formação do ovócito II. A elevada concentração de LH provoca a digestão das fibras colágenas em torno do folículo, e os níveis mais altos de prostaglandinas causam contrações na parede ovariana, que provocam a extrusão do ovócito II.
37 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
38 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
39 Salbutamol: Fármaco padrão para o tratamento da asma. Broncodilatador. Inibidor do trabalho de parto prematuro.
40 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
41 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
42 Acromegalia: Síndrome causada pelo aumento da secreção do hormônio de crescimento (GH e IGF-I) ,quando este aumento ocorre em idade adulta. Quando ocorre na adolescência chama-se gigantismo.
43 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
44 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
45 Inchaço: Inchação, edema.
46 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
47 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
48 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
49 Isotônica: Relativo à ou pertencente à ação muscular que ocorre com uma contração normal. Em química, significa a igualdade de pressão entre duas soluções.
50 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
51 Coxas: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
52 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
53 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
54 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
55 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
56 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
57 Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
58 Azia: Pirose. Sensação de dor epigástrica semelhante a uma queimadura, geralmente acompanhada de regurgitação de suco gástrico para dentro do esôfago.
59 Hematoma: Acúmulo de sangue em um órgão ou tecido após uma hemorragia.
60 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
61 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
62 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
63 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
64 Eructação: Ato de eructar, arroto.
65 Lipodistrofia: Defeito na quebra ou na fabricação de gordura abaixo da pele, resultando em elevações ou depressões na superfície da pele. (Veja lipohipertrofia e lipoatrofia). Pode ser causada por injeções repetidas de insulina em um mesmo local.
66 Tecido Adiposo: Tecido conjuntivo especializado composto por células gordurosas (ADIPÓCITOS). É o local de armazenamento de GORDURAS, geralmente na forma de TRIGLICERÍDEOS. Em mamíferos, existem dois tipos de tecido adiposo, a GORDURA BRANCA e a GORDURA MARROM. Suas distribuições relativas variam em diferentes espécies sendo que a maioria do tecido adiposo compreende o do tipo branco.
67 Lipoatrofia: Perda de tecido gorduroso abaixo da pele resultando em afundamentos localizados. Pode ser causada por injeções repetidas de insulina em um mesmo local.
68 Lipohipertrofia: Crescimento da gordura localizada abaixo da pele, causando elevações localizadas. Pode ser causada por injeções repetidas de insulina em um mesmo local.
69 Vesícula Biliar: Reservatório para armazenar secreção da BILE. Através do DUCTO CÍSTICO, a vesícula libera para o DUODENO ácidos biliares em alta concentração (e de maneira controlada), que degradam os lipídeos da dieta.
70 Articulações:
71 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
72 Reação anafilática: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
73 Transpiração: 1. Ato ou efeito de transpirar. 2. Em fisiologia, é a eliminação do suor pelas glândulas sudoríparas da pele; sudação. Ou o fluido segregado pelas glândulas sudoríparas; suor. 3. Em botânica, é a perda de água por evaporação que ocorre na superfície de uma planta, principalmente através dos estômatos, mas também pelas lenticelas e, diretamente, pelas células epidérmicas.
74 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
75 Cabeça:
76 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
77 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
78 Glucagon: Hormônio produzido pelas células-alfa do pâncreas. Ele aumenta a glicose sangüínea. Uma forma injetável de glucagon, disponível por prescrição médica, pode ser usada no tratamento da hipoglicemia severa.
79 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
80 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
81 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
82 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
83 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
84 Exame de urina: Também chamado de urinálise, o teste de urina é feito através de uma amostra de urina e pode diagnosticar doenças do sistema urinário e outros sistemas do organismo. Alguns testes são feitos em uma amostra simples e outros pela coleta da urina durante 24 horas. Pode ser feita uma cultura da urina para verificar o crescimento de bactérias na urina.

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