Preço de Gelafundin em Fairfield/SP: R$ 0,00

Gelafundin

LABORATÓRIOS B. BRAUN S/A

Atualizado em 23/04/2020

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Gelafundin®
succinilgelatina
Injetável 4 g

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Solução injetável
Frasco ampola plástico transparente sistema fechado. Embalagem contendo 10 unidades de 500 mL por caixa

VIA INTRAVENOSA
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO:

Cada 100 mL da solução contém:

succinilgelatina (gelatina fluida modificada) 4,0 g
cloreto de sódio* 0,7 g
hidróxido de sódio* 0,136 g
água para injetáveis* q.s.p. 100 mL

* Excipientes


Conteúdo eletrolítico/Osmolaridade1:

sódio (Na+) 154 mmol/L2
cloreto (Cl–) 120 mmol/L2
Osmalaridade teórica: 274 mOsmol/L
pH: 7,1 – 7,7
Pressão molecular médio (Mw): 30.000 Daltons
Ponto de gelificação: < 3 ºC

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Gelafundin® é indicado como substituto coloidal do volume plasmático nas seguintes situações:

  • Profilaxia e tratamento de hipovolemia3 absoluta e relativa (ex.: choque4 seguido por hemorragia5 ou trauma, por perdas sanguíneas perioperatórias, queimaduras, sepsis)
  • Profilaxia da hipotensão6 (ex.: associada com a indução de uma anestesia7 epidural8 ou espinhal);
  • Hemodiluição
  • Circulação9 extra-corpórea (máquina: coração10/pulmão11, hemodiálise12)

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Gelafundin® é uma solução injetável, isotônica13 e isoosmótica de pH ± 7,4 que contém 40,0g de succinilgelatina por litro e que é utilizada como substituto do plasma14 para reposição vascular15.

Em caso de perda sanguínea ou de diminuição do efeito hemodinâmico por supressão do tônus vascular15 em quadros de choque4 normovolêmico, Gelafundin® permite aumentar a massa sanguínea circulante e manter a pressão oncótica16 (inferior a reserva de uso de cardiotônicos no choque4 vasopléjico).

Este produto é utilizado no tratamento e na prevenção dos quadros de choque hipovolêmico17 absoluto: choque4 hemorrágico18, choque4 por queimaduras, choque4 por desidratação19 grave, assim como em outros estados de choque4 do tipo hipovolêmico relativo: choque4 séptico.

  • Gelafundin® garante uma correção rápida da hipovolemia3 sem modificar o processo fisiológico20 de restauração endógena da massa sanguínea.
  • Durante a fase de indução da anestesia7 espinhal ou epidural8 previne a hipotensão6.
  • Evita qualquer risco de hemorragia5 secundária a sua administração.
  • Para perdas de sangue21 de 10 a 20% do volume sanguíneo total, pode-se utilizar somente o Gelafundin®, não havendo necessidade de transfusão22 de sangue21.
  • Disponibiliza tempo ao paciente, até que seja providenciado o grupo sanguíneo do paciente. Pode substituir o sangue21 do grupo O Rh– nas transfusões iniciais de urgência23. É uma medida de eleição no tratamento inicial de pacientes em estado de choque4 durante sua remoção.
  • Para o abastecimento de máquinas cardiopulmonares ou de aparatos de hemodiálise12 (priming).
  • Para substituição do volume de sangue21.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Gelafundin® não deve ser administrado em casos de:

  • Hipersensibilidade conhecida a gelatina
  • Hipervolemia
  • Hiperidratação
  • Insuficiência cardíaca24 grave
  • Pacientes digitalizados
  • Distúrbio grave da coagulação25 sangüínea

Categoria de risco na gravidez26: categoria C.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Advertências

Deve-se repor os eletrólitos27 a medida que for necessário.

Gelafundin® deve ser administrado com muito cuidado nos casos:

  • Hipernatremia28, desde que o sódio adicional seja administrado com Gelafundin®.
  • Estados de desidratação19, neste caso é necessário primeiramente fazer correção do balanço hídrico.
  • Distúrbios da coagulação25 sanguínea, pois a administração do produto leva a uma diluição dos fatores de coagulação25.
  • Insuficiência renal29, pois a via de excreção normal poderia estar afetada.
  • Hepatopatia crônica, pois neste caso a síntese de albumina30 e dos fatores de coagulação25 podem ser afetados e a administração do produto leva a uma posterior diluição.

Precauções:

É necessário monitorar o ionograma sérico e o balanço de líquidos nos casos de hipernatremia28, estados de desidratação19 e insuficiência renal29.

Nos casos de distúrbio da coagulação25 sanguínea e hepatopatia crônica, os parâmetros de coagulação25 e albumina30 sérica devem ser monitorados.

Gelafundin® como outros substitutos plasmáticos, podem produzir reações anafiláticas31 de severidade variável. Com objetivo de se detectar a aparição de reações anafiláticas31, deve-se observar o paciente atentamente durante a infusão e particularmente durante a administração dos primeiros 20-30 mL.

A infusão de ser imediatamente interrompida quando surgir o primeiro indício de efeito colateral32. Equipamentos e medicamentos de reanimação devem sempre estar disponíveis.

Não se conhece nenhum teste que identifique antecipadamente os pacientes que possam ter reações anafiláticas31 ou anafilactóides.

Não é possível prognosticar o curso de uma reação de intolerância.

Reações alérgicas (anafiláticas/anafilactóides) à solução de gelatina pode ser medida tanto pela histamina33 como independente dela. A liberação de histamina33 pode ser inibida profilaticamente com bloqueadores H1 e H2.

A administração profilática de corticosteróide não mostrou ser útil.

Reações adversas podem ocorrer tanto em pacientes conscientes quanto em pacientes anestesiados, embora na fase aguda do choque hipovolêmico17 não tenham sido observadas até agora reações alérgicas (anafiláticas/anafilactóides).

Efeitos sobre os parâmetros clínico-químicos:

Os parâmetros clínico-químicos podem ser afetados. Os resultados laboratoriais dos seguintes itens podem ser elevados: taxa de sedimentação sanguínea, peso específico da urina34 e determinação inespecífica da proteínas35. Não há experiência comprovada referente a administração a menores de 1 ano.

Uso em crianças, idosos e outros grupos de risco Uso em Idosos

Não há uma dose diferenciada da recomendada para adultos, porém deve-se obsevar as necessidades individuais de cada paciente.

Em caso de pacientes com distúrbios na coagulação25, insuficiência renal29 e hepatopatias crônicas é recomendado um ajuste da dosagem conforme o estado clínico do paciente, considerando os resultados dos testes clínico-químicos.

Gravidez26 e Lactação36

Não há indícios de efeito embriotóxico para Gelafundin®. Porém, a possibilidade de uma reação alérgica37 (anafilática/anafilactóide), não deve ser descartada. Só se deve efetuar a administração durante a gravidez26 após avaliação crítica dos riscos e benefícios.

Não existe até o momento informação referente a passagem de Gelafundin® para o leite materno.

Categoria de risco na gravidez26: categoria C.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Interações medicamentosas

Incompatibilidades podem ocorrer com a mistura de outros medicamentos.

As soluções de glicose38 e eletrólitos27 podem ser administradas junto com Gelafundin®. Gelafundin® é incompatível com as emulsões lipídicas.

Gelafundin® tem baixo conteúdo de cálcio (máximo 0,4 mmol/L2), portanto não causará coagulação25 do sangue21 ou plasma14, permitindo a administração simultânea de sangue21 através do mesmo equipo de infusão.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use o medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde39.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de conservação

Conservar abaixo de 25 °C. Não congelar. Após perfuração do recipiente, o produto deve ser utilizado dentro de 24 horas. Não usar se houver turvação, depósito ou violação do recipiente.

Prazo de validade: 36 meses a partir da data de fabricação, desde que, a embalagem original esteja integra.

Número de lote e data de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Posologia

A dosagem, velocidade de infusão e duração da administração dependem das necessidades individuais de cada paciente e deve ser ajustada em função dos requisitos usuais mediante vigilância dos parâmetros principais da circulação9 (ex.: pressão arterial40).

A fim de se identificar o quanto antes uma reação alérgica37 (anafilática/anafilactóide), a infusão dos primeiros 20 – 30 mL deve ser feita lentamente com o paciente sendo observado atentamente.

As seguintes recomendações posológicas abaixo, devem se aplicadas para adultos.

Na profilaxia da hipovolemia3 e hipotensão6. Tratamento de hipovolemia3 leve (ex.: perdas leves de sangue21 e plasma14)

  • Dose média: 500 – 1000 mL

Tratamento da hipovolemia3 grave, em situações de emergência41 com risco de vida

  • Dose média: infusão rápida de 500 mL (a baixa pressão), e depois da melhora dos parâmetros da circulação9, deve-se mensurar o volume de infusão conforme o déficit de volume.

Hemodiluição (isovôlemica)

  • Dose média: a administração de Gelafundin® corresponde ao volume de sangue21 extraído. No entanto, a administração não deve exceder 20 mL/Kg peso corporal/dia.

Circulação9 extracorpórea

  • Dose média: depende do sistema circulatório42 utilizado, mas usualmente administra-se 500 a 1500 mL.

Aumento do número de leucócitos43 na leucoferese

  • Dose média: 500 – 1000 mL por leucoferese
  • Em caso de pacientes com distúrbios na coagulação25, insuficiência renal29 e hepatopatias crônicas é recomendado um ajuste da dosagem conforme o estado clínico do paciente, considerando os resultados dos testes clínico-químicos.

Dose diária máxima: O limite terapêutico é estabelecido pelo efeito de diluição. A substituição eritrocitária ou a administração de sangue21 deve ser considerada quando o hematócrito44 diminuir abaixo de 25% (30% nos casos de pacientes com riscos cardiovasculares ou pulmonar).

Taxa de infusão máxima: A taxa de infusão máxima depende em particular da situação cardiocirculatória.

Nota: Gelafundin® deve estar na temperatura corporal se for administrado mediante infusão sob pressão (manguito de pressão, bomba de infusão)

Modo de Usar:

Via de administração intravenosa.

A solução deve ser aquecida à temperatura corporal antes da infusão.

Quando administrar Gelafundin® por infusão sob pressão (por exemplo, pressão do manguito ou bomba de infusão), todo ar deve ser removido dos recipientes com o ar espacial interior e a partir do equipo de infusão antes da solução ser administrada.

Risco de uso por via de administração não recomendada

Não há estudos dos efeitos de Gelafundin® (succinilgelatina) administrado por vias não recomendadas. Portanto, para segurança e eficácia deste medicamento, a administração deve ser realizada somente por via intravenosa.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Podem ocorrer reações alérgicas (anafiláticas ou anafilactóides) de intensidade variáveis com a infusão de Gelafundin®, como: reações cutâneas45 (urticárias), podendo resultar em rubor facial ou da nuca. Em casos isolados, pode haver diminuição da pressão arterial40, choque4 ou parada cardíaca ou respiratória.

Nos casos de reações adversas deve-se interromper a infusão. O tratamento depende da natureza e gravidade do efeito adverso, assim caso necessário orienta-se as seguintes medidas terapêuticas:

Reações leves: administrar corticostaróides e anti-histamínicos

Reações graves: epinefrina, infusão IV lenta. Em caso de broncoconstricção grave administrar Teofilina IV. Aporte de oxigênio e repor o volume (albumina30 humana)

Efeitos sobre os parâmetros clínico-químicos

Os parâmetros clínico-químicos podem ser afetados. Os resultados laboratoriais dos seguintes itens podem ser elevados: taxa de sedimentação sanguínea, peso específico da urina34 e determinação inespecífica de proteínas35.

Tratamento de emergência41 de reações anafilactóides segue esquemas estabelecidos, dependendo da gravidade da reação.

Não pode ser previsto por qualquer procedimento que pacientes são suscetíveis à experiência de reações anafilactóides, nem é possível prever o curso e a gravidade de qualquer reação.

Reações anafilactóides causadas por soluções de gelatina podem também ser mediadas por histamina33 ou histamina33 independente. Liberação de histamina33 pode ser evitada pelo uso de uma combinação de bloqueadores de receptor H1 e H2. Administração profilática de corticosteróides não tem eficácia comprovada.

Administração profilática de corticosteróides não tem eficácia comprovada.

Reações adversas podem ocorrer em pacientes conscientes e anestesiados. Na fase aguda de deficiência de volume choque4 de reação anafilactóide nunca foi relatado.

Vide tabela de tratamento abaixo.

Informe ao seu médico, cirurgião dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

A superdosagem com soluções de substituição do volume plasmático pode ocasionar uma hipervolemia com consecutivo dano às funções cardíacas e pulmonares.

Se houver manifestação de sintomas46 de sobrecarga circulatória como: dispnéia47, congestão da veia jugular, a infusão deve ser interrompida imediatamente.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


USO RESTRITO A HOSPITAIS
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

MS – 1.0085.0115
Farm. Resp.: Rosane G.R. da Costa– CRF-RJ nº 3213

Importado e distribuído por:
Laboratórios B. Braun S.A.
Av. Eugênio Borges, 1092
Av. Jequitibá, 09 Arsenal – CEP: 24751-000
São Gonçalo – RJ – Brasil
CNPJ: 31.673.254/0001-02

Fabricado por:
B. Braun Medical SA
Route de Sorge 9 CH – 1023 – Crissier – Suíça


SAC 0800 0227286

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Osmolaridade: Molaridade de uma solução que exerce a mesma pressão osmótica que uma solução ideal de uma substância não dissociada. É uma medida indireta da concentração somada de todos os solutos de uma determinada solução.
2 Mmol/L: Milimols por litro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
3 Hipovolemia: Diminuição do volume de sangue secundário a hemorragias, desidratação ou seqüestro de sangue para um terceiro espaço (p. ex. peritônio).
4 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
5 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
6 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
7 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
8 Epidural: Mesmo que peridural. Localizado entre a dura-máter e a vértebra (diz-se do espaço do canal raquidiano). Na anatomia geral e na anestesiologia, é o que se localiza ou que se faz em torno da dura-máter.
9 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
10 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
11 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
12 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
13 Isotônica: Relativo à ou pertencente à ação muscular que ocorre com uma contração normal. Em química, significa a igualdade de pressão entre duas soluções.
14 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
15 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
16 Pressão oncótica: É a pressão osmótica gerada pelas proteínas no plasma sanguíneo. No plasma sanguíneo, os componentes dissolvidos possuem uma pressão osmótica. A diferença entre a pressão osmótica exercida pelas proteínas plasmáticas (pressão osmótica coloidal) no plasma sanguíneo e a pressão exercida pelas proteínas fluidas no tecido é chamada de pressão oncótica.
17 Choque hipovolêmico: Choque é um distúrbio caracterizado pelo insuficiente suprimento de sangue para os tecidos e células do corpo. O choque hipovolêmico tem como causa principal a perda de sangue, plasma ou líquidos extracelulares. É o tipo mais comum de choque e deve-se a uma redução absoluta e geralmente súbita do volume sanguíneo circulante em relação à capacidade do sistema vascular.
18 Hemorrágico: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
19 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
20 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
21 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
22 Transfusão: Introdução na corrente sangüínea de sangue ou algum de seus componentes. Podem ser transfundidos separadamente glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma, fatores de coagulação, etc.
23 Urgência: 1. Necessidade que requer solução imediata; pressa. 2. Situação crítica ou muito grave que tem prioridade sobre outras; emergência.
24 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
25 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
26 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
27 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
28 Hipernatremia: Excesso de sódio no sangue, indicativo de desidratação.
29 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
30 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
31 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
32 Efeito colateral: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
33 Histamina: Em fisiologia, é uma amina formada a partir do aminoácido histidina e liberada pelas células do sistema imunológico durante reações alérgicas, causando dilatação e maior permeabilidade de pequenos vasos sanguíneos. Ela é a substância responsável pelos sintomas de edema e irritação presentes em alergias.
34 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
35 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
36 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
37 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
38 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
39 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
40 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
41 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
42 Sistema circulatório: O sistema circulatório ou cardiovascular é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
43 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
44 Hematócrito: Exame de laboratório que expressa a concentração de glóbulos vermelhos no sangue.
45 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
46 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
47 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.

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