Preço de Mofilen em Cambridge/SP: R$ 794,05

Mofilen

INSTITUTO BIOCHIMICO INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA

Atualizado em 29/09/2020

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Mofilen®
micofenolato de mofetila
Comprimidos revestidos

MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO

Caixas com 50 comprimidos revestidos contendo 500 mg de micofenolato de mofetila.

COMPOSIÇÃO

Cada comprimido revestido de Mofilen® contém 500 mg de micofenolato de mofetila.
(excipientes: croscarmelose sódica, celulose microcristalina, povidona K-90, estearato de magnésio, hipromelose, hiprolose, dióxido de titânio, macrogol 400, laca de índigo carmim e óxido de ferro vermelho)

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

Solicitamos a gentileza de ler cuidadosamente as informações a seguir. Caso não esteja seguro a respeito de determinado item, por favor, informe ao seu médico.

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Mofilen® é indicado para evitar a rejeição de órgãos transplantados e para o tratamento de rejeição que não esteja respondendo ao tratamento habitual em pacientes adultos que tenham recebido transplante de rins1, coração2 ou fígado3.
Mofilen® deve ser usado juntamente com a ciclosporina A e corticosteroides.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Micofenolato de mofetila é um potente inibidor da enzima4 IMPDH, responsável pela proliferação e diferenciação de linfócitos, uma das principais células5 envolvidas no processo de rejeição de órgãos em casos de transplantes. Com menos linfócitos no sangue6, diminuem também as chances de rejeição. Para evitar a rejeição, você precisa começar a tomar micofenolato de mofetila logo depois do transplante.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Informe ao seu médico se você tem alergia7 a Mofilen® ou se tem outras doenças alérgicas. Mofilen® é contraindicado a pacientes com alergia7 ao micofenolato de mofetila ou ao ácido micofenólico. Informe ao seu médico se você tem ou já teve problemas estomacais, como úlcera8. Neste caso, você terá que ser acompanhado com mais cuidado.

Gravidez9 e amamentação10
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.

Mofilen® é contraindicado durante a gravidez9 porque provoca alterações no feto11 em formação (vide item “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).
Mofilen® é contraindicado para mulheres em idade fértil que não estão utilizando métodos contraceptivos altamente efetivos (vide item “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).
Mofilen® é contraindicado para mulheres que estão amamentando (vide item “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Antes de usar o medicamento, informe ao seu médico:

  • se já teve tuberculose12 ou se tem contato com alguém que seja portador da doença;
  • se tiver doenças do sistema digestivo13;
  • se tiver deficiências hereditárias raras de hipoxantina-guanina fosforibosil-transferase (HGPRT), como as síndromes de Lesch-Nyhan ou Kelley-Seegmiller.

O médico deve ser informado imediatamente nas situações abaixo:

  • se aparecer qualquer sinal14 de manchas roxas sem causa aparente ou sangramentos, infecções15, inclusive infecções15 oportunistas, fatais, generalizadas, de reativação viral latente, como a reativação de hepatite16 B ou C ou infecções15 causadas pelos poliomavírus e se apresentar leucoencefalopatia multifocal progressiva (LMP) associado com o vírus17 JC, uma alteração grave do sistema nervoso central18;
  • se você tiver nefropatia19 (lesão20 nos rins1) associada com o vírus17 BK após transplante de rins1;
  • se você apresentar aplasia pura de série vermelha (APSV), situação em que a medula21 deixa de produzir os glóbulos vermelhos do sangue6;
  • se você apresentar ulceração22, hemorragia23, perfuração gastrintestinal.

Mofilen® reduz o mecanismo de defesa do organismo. Devido a isso, há um maior risco de desenvolver alguns tipos de tumores malignos, particularmente de pele24. Assim, você deve limitar sua exposição à luz solar e aos raios ultravioleta, utilizando roupas adequadas e filtros solares com alto fator de proteção.

Se estiver utilizando sevelâmer e outros ligantes de fosfato livres de cálcio, tome esses medicamentos 2 horas após o uso de Mofilen®

Evite utilizar Mofilen® com azatioprina, pois pode ocorrer supressão da medula óssea25 e a administração concomitante não foi estudada.

Medicamentos imunossupressores podem ativar focos primários de tuberculose12. Os médicos que acompanham pacientes sob imunossupressão26 devem estar alertas quanto à possibilidade de surgimento de doença ativa, tomando, assim, todos os cuidados para o diagnóstico27 precoce e tratamento.

Doação de sangue6
Não doe sangue6 durante o tratamento e por, pelo menos, seis semanas após o término do uso de Mofilen®.

Vacinação
Consulte o seu médico antes de receber qualquer vacina28, pois durante o tratamento com Mofilen® , elas podem ser menos eficazes. Evite usar vacinas de vírus17 vivo atenuado.

Doação de sêmen29
Homens não devem doar sêmen29 durante o tratamento e por, pelo menos, 90 dias a partir do término do uso de Mofilen®.

Monitoramento laboratorial
Seu médico informará os exames de sangue6 a serem realizados e a frequência de sua coleta.

Potencial reprodutivo feminino e masculino
Mofilen® é contraindicado para mulheres em idade fértil que não estão utilizando métodos contraceptivos altamente efetivos (vide item “Quando não devo usar esse medicamento?”). Em estudos feitos em animais, malformações30 foram observadas em descendentes de animais tratados com Mofilen®. Nenhum efeito foi observado na fertilidade animais tratados com Mofilen®.

Teste de gravidez9: Antes de iniciar o tratamento com Mofilen®, o seu médico vai pedir que você faça um teste de gravidez9. Um segundo teste deve ser realizado de 8 a 10 dias depois. Você deve informar seu médico imediatamente em caso de gravidez9 durante o tratamento ou até 6 semanas após o término de seu tratamento.

Contracepção31
Mulheres

Mofilen® é contraindicado para mulheres em idade fértil que não estão utilizando métodos contraceptivos altamente efetivos (vide item “Quando não devo usar esse medicamento?”).
Antes de iniciar o tratamento com Mofilen®, o seu médico deverá lhe orientar sobre o risco aumentado da perda da gravidez9 e de malformações30 congênitas32 e deverá lhe aconselhar sobre a prevenção da gravidez9 e planejamento, caso você esteja em idade fértil.

Durante o tratamento e até seis semanas depois de deixar de tomar Mofilen® você deverá utilizar dois métodos contraceptivos confiáveis ao mesmo tempo, um deles sendo altamente efetivo, a não ser que já tenha retirado o útero33 ou não tenha relações sexuais.

Homens
Na ausência de dados suficientes para excluir o risco de danos ao feto11 concebido durante ou diretamente após o tratamento do pai, as seguintes medidas de precaução são recomendadas: que pacientes do sexo masculino sexualmente ativos e/ou suas parceiras utilizem contraceptivos efetivos durante o tratamento do paciente do sexo masculino e por, no mínimo, 90 dias após o término do tratamento.

Gravidez9
Mofilen® é contraindicado na gravidez9 porque provoca alterações no feto11 em formação (vide item “Quando não devo usar esse medicamento?”).
Mofilen® aumenta o risco de abortos espontâneos (principalmente no primeiro trimestre da gravidez9) e aumenta o risco de malformações30 congênitas32 no caso de exposição materna durante a gravidez9 (vide item “Quais os males que este medicamento pode me causar?”).
As seguintes malformações30 foram mais frequentemente relatadas no período de pós-comercialização em filhos de pacientes expostas ao Mofilen® em associação com outros imunossupressores durante a gravidez9: malformações30 faciais, anormalidades do ouvidos e olhos34, malformações30 dos dedos, anormalidades do coração2, malformações30 do esôfago35 e malformações30 do sistema nervoso36.

Trabalho de parto e parto
O uso seguro de Mofilen® durante trabalho de parto e parto não foi estabelecida.

Lactação37
Mofilen® é contraindicado durante a amamentação10 devido ao potencial de reações adversas sérias para o seu filho (vide item “Quando não devo usar esse medicamento?).

Uso em idosos (≥ 65 anos)
O comportamento de Mofilen® em idosos não foi avaliado formalmente. Pacientes idosos podem ter maior risco de eventos adversos como certas infecções15 (incluindo doença invasiva por citomegalovírus38) e possivelmente sangramento no estômago39 ou intestinos40 e acúmulo de líquido no pulmão41, quando comparados com pacientes jovens.

Uso em crianças (idade ≤ 18 anos)
Não existem dados disponíveis para transplante de coração2 ou de fígado3 em pacientes pediátricos.

Uso em pacientes com insuficiência42 grave dos rins1
Evite administrar doses maiores que 1 g, duas vezes ao dia, caso você tenha recebido transplante renal43 e tiver disfunção grave dos rins1.

Abuso e dependência do medicamento
Não há dados disponíveis que demonstrem que Mofilen® possui potencial para abuso ou cause dependência

Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinasMicofenolato de mofetila pode ter um efeito moderado sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas. Pacientes devem ser orientados a ter precaução ao dirigir ou operar máquinas se apresentarem reações adversas ao medicamento como sonolência, confusão, tontura44, tremor ou hipotensão45 durante o tratamento com Mofilen®.
Até o momento, não há informações de que micofenolato de mofetila possa causar doping. Em caso de dúvidas, consulte seu médico.

Interações medicamentosas
Informe ao seu médico qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento com Mofilen®, pois o uso de mais de um medicamento simultaneamente poderá aumentar ou diminuir os efeitos dos medicamentos.

Informe ao seu médico se você estiver tomando outros medicamentos (incluindo aqueles que não foram prescritos por ele), como aciclovir46, antiácidos47 (como hidróxido de alumínio ou magnésio), inibidores da bomba de prótons (como omeprazol, lansoprazol e pantoprazol), antibióticos, ligantes de fosfato livres de cálcio, colestiramina, ciclosporina A, telmisartana, ganciclovir, rifampicina, probenecida, sevelamer, vacinas de vírus17 vivo, tacrolimo, a combinação norfloxacino e metronidazol e aqueles que afetam a metabolização do ácido micofenólico (como o isavuconazol).

Peça sempre orientação ao seu médico antes de se vacinar.

Contraceptivos orais: Mofilen® não parece ter influência clinicamente relevante na eficácia das pílulas anticoncepcionais. No entanto, para garantir que você não engravide durante o tratamento com Mofilen® (que pode provocar defeitos no feto11 em desenvolvimento), você deverá usar dois métodos anticoncepcionais ao mesmo tempo, a não ser que já tenha retirado o útero33 ou não tenha relações sexuais.
Antibióticos eliminadores de bactérias intestinais produtoras de b-glucuronidase (por exemplo, aminoglicosídeos, cefalosporinas, fluoroquinolona, e antibióticos penicilínicos) podem reduzir a concentração de Mofilen® no organismo.
Informações a cerca dos seguintes antibióticos estão disponíveis:

Ciprofloxacina ou amoxicilina associada ao ácido clavulânico: ocorre redução da quantidade de Mofilen® no organismo quando ele é administrado junto com esses antibióticos. No entanto, o efeito tende a diminuir com o tempo e a importância clínica ainda não foi estabelecida.

Norfloxacino e metronidazol: norfloxacino em combinação com metronidazol diminuiu a concentração do medicamento na corrente sanguínea após dose única de Mofilen®. Esse efeito não ocorreu com qualquer um destes antibióticos quando foram administradas separadamente.

Trimetoprima/ sulfametoxazol: Não foi observado efeito sobre concentração de Mofilen® na corrente sanguínea com a combinação trimetoprima / sulfametoxazol.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde48.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Mofilen® deve ser armazenado e sua embalagem original, em temperatura ambiente (15 a 30°C) e protegido da luz. A estabilidade do medicamento após reconstituição está descrita no item (6. Como devo usar este medicamento?)
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Utilize Mofilen® comprimidos exatamente como seu médico prescreveu.
Consulte seu médico antes de tomar outros medicamentos. Não use nem misture medicamentos por conta própria.

Manuseio e aplicação
Mofilen® comprimidos deve ser ingerido com um pouco de água. Os comprimidos devem ser engolidos inteiros e não devem ser quebrados, esmagados, triturados ou mastigados para evitar inalação ou contato direto com a pele24 ou mucosa49.
Não ingerir comprimidos quebrados.
Se Mofilen® entrar em contato com a pele24 ou membranas mucosas50, lavar com água abundante e sabão. Se atingir os olhos34, lavar com bastante água.

Via de administração
Mofilen® comprimidos deve ser administrado por via oral.

Dosagem
É importante que você tome Mofilen® todos os dias para garantir que seu órgão transplantado continue funcionando bem. Continue tomando Mofilen® até que seu médico oriente a suspensão do uso. A dose usual de Mofilen® é de 1 g (2 comprimidos) a 1,5 g (3 comprimidos) duas vezes por dia, conforme o caso. O seu médico saberá calcular a dose adequada para o seu caso e também avaliar a necessidade de redução da dose na presença de determinados efeitos colaterais51.

Dosagem padrão para evitar a rejeição de rins1: 1,0 g administrada duas vezes ao dia (dose diária de 2 g). Apesar de a dose de 1,5 g, duas vezes ao dia (dose diária de 3 g) ter sido usada em estudos clínicos e ter se mostrado efetiva e segura, não há vantagem em termos de eficácia para pacientes52 de transplante dos rins1. Pacientes que recebem 2 g/dia de Mofilen® demonstraram um perfil de segurança geral melhor quando comparados aos pacientes que receberam 3 g/dia de Mofilen®.

Dosagem padrão para evitar a rejeição de coração2: 1,5 g administrada duas vezes ao dia (dose diária de 3 g).

Dosagem padrão para evitar a rejeição de fígado3: 1,5 g administrada duas vezes ao dia (dose diária de 3 g).

Dosagem para o tratamento da primeira rejeição e da rejeição dos rins1 que não esteja respondendo ao tratamento habitual: 1,5 g administrada duas vezes ao dia (dose diária de 3 g).

Administração oral: a dose inicial de Mofilen® deve ser administrada o mais breve possível após o transplante dos rins1, do coração2 ou do fígado3.

Instruções especiais de dosagem
Pacientes com neutropenia53 (diminuição dos neutrófilos54, um tipo de glóbulo branco do sangue6 responsável principalmente pelo combate a bactérias): o tratamento com Mofilen® deve ser interrompido ou a dose deve ser reduzida.

Disfunção grave dos rins1: em pacientes com disfunção grave e crônica dos rins1, fora do período imediatamente após o transplante ou após o tratamento da rejeição aguda ou refratária, evitar doses maiores que 1 g duas vezes ao dia. Não existem dados disponíveis para pacientes52 que receberam transplante do coração2 ou do fígado3 com disfunção grave dos rins1.

Pacientes com retardo da função do enxerto55 pós-transplante: não é necessário ajuste de dose para pacientes52 que apresentam retardo na função do enxerto55 após o transplante.

Disfunção do fígado3 grave: nenhum ajuste de dose é necessário em pacientes de transplante dos rins1 com doença grave no parênquima56 do fígado3. Não existem dados disponíveis sobre pacientes que receberam transplante do coração2 com doença grave do parênquima56 do fígado3.

Idosos (> 65 anos): 1 g, duas vezes ao dia, a pacientes que receberam transplante dos rins1 e 1,5 g, duas vezes ao dia, a pacientes submetidos a transplante do coração2 ou do fígado3.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Você deve fazer tudo que for possível para tomar a medicação nos dias e horários que o seu médico orientou. Se por algum motivo se esquecer de tomar e já estiver próximo do horário da dose seguinte, não tome a dose que você esqueceu, tome apenas a dose seguinte, de maneira habitual. Se por algum motivo se esquecer de tomar e o horário estiver distante da dose seguinte, tome o medicamento assim que você se lembrar e continue tomando a dose seguinte normalmente. Se você tiver se esquecido de tomar alguma dose, nunca dobre a dose seguinte.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Como Mofilen® é sempre administrado com outros medicamentos destinados a diminuir a resposta imunológica e evitar que seu organismo rejeite o órgão transplantado, é difícil diferenciar quais efeitos colaterais51 são devidos a esse medicamento e quais são decorrentes da doença de base ou dos outros medicamentos em uso.

Os problemas mais comuns que aparecem nos pacientes que tomam Mofilen® são: diarreia57, vômitos58, mal-estar gástrico, diminuição do número de glóbulos brancos no sangue6, diminuição do número dos glóbulos vermelhos no sangue6, infecção59 generalizada e outros tipos de infecção59, incluindo doença pelo citomegalovírus38, candidíase60 e herpes simples. Também há maior chance de ocorrência de tumores benignos ou malignos (câncer61), principalmente de pele24 e no sangue6 e órgãos linfáticos. Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis ou lesões62 de pele24.

Pacientes idosos (≥ 65 anos)
Pacientes idosos, particularmente aqueles que recebem Mofilen® como parte de um regime imunossupressor63, podem ter maior risco de certas infecções15 (incluindo doença invasiva por citomegalovírus38) e possivelmente sangramento no estômago39 ou intestinos40 e acúmulo de líquido no pulmão41, quando comparados com pacientes jovens.

Perfil de segurança do Mofilen® na administração oral
As seguintes categorias de frequência foram utilizadas: muito comum (ocorre em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento); comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento); incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento); rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento); muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).

Tabela 1 Resumo das reações adversas a medicamento que ocorreram nos pacientes tratados com micofenolato de mofetila nos estudos clínicos

 

Eventos adversos
relatados em pacientes
de transplante renal43 
(n = 991)*

Eventos adversos
relatados em pacientes
de transplante cardíaco
(n = 289)**

Eventos adversos
relatados em pacientes
de transplante hepático
(n = 277)***

Corpo como um todo

Muito comum
(≥ 10%)

Indisposição, febre64, dor
de cabeça65, infecção59, dor
(incluindo abdominal,
lombar e torácica),
inchaço66 e infecção59
generalizada

Indisposição, febre64, dor de
cabeça65, calafrios67, infecção59,
dor (incluindo abdominal,
lombar e torácica), inchaço66
e infecção59 generalizada

”Barriga d’água”,
indisposição, calafrios67,
aumento abdominal, febre64,
dor de cabeça65, hérnia68,
infecção59, dor (incluindo
abdominal, lombar e
torácica), inchaço66,
inflamação69 do peritônio70
e infecção59
generalizada

Comum 
(3 a < 10%)

Cistos (com linfa71 ou outro
fluido orgânico), aumento
abdominal, inchaço66 na face72,
síndrome73 gripal, sangramento,
hérnia68,mal-estar e dor pélvica74

Inflamação69 do tecido75 
subcutâneo76, cistos (de linfa71
ou outros fluidos orgânicos),
aumento abdominal, inchaço66
na face72, síndrome73 gripal,
hemorragia23, hérnia68, mal- estar,
dor em baixo ventre, dor no
pescoço77 e palidez

Furúnculo78, inflamação69 do
tecido75 subcutâneo76, cistos
(incluindo de linfa71 e outros
fluidos orgânicos), síndrome73
gripal, sangramento,
mal-estar e dor no pescoço77

Sangue6 e linfáticos

Muito comum
(≥ 10%)

Diminuição do número de:
glóbulos vermelhos (inclusive
por falta de ferro), glóbulos
brancos e plaquetas79.
Aumento do número dos
glóbulos brancos.

Manchas roxas, diminuição do
número de: glóbulos vermelhos
(inclusive por falta de ferro),
glóbulos brancos e plaquetas79.
Aumento do número dos
glóbulos brancos.

Diminuição do número de:
glóbulos vermelhos (inclusive
por falta de ferro), glóbulos
brancos e plaquetas79.
Aumento do número
dos glóbulosbrancos.

Comum
(3 a < 10%)

Manchas roxas e aumento
dos glóbulos vermelhos
do sangue6

Pequenas manchas
vermelhas em pele24 ou
mucosas50, exames de
coagulação80 alterados

Manchas roxas, diminuição
no número de todas as células5
do sangue6, exames de
coagulação80 alterados

Urogenital81

Muito comum
(≥ 10%)

Sangue6 na urina82, dano em
uma parte dos rins1
infecção59 do trato urinário83

Função dos rins1 anormal,
diminuição do volume 
urinário e infecção59
do trato urinário83

Função dos rins1 anormal,
diminuição do volume urinário
infecção59 do trato urinário83

Comum 
(3 a < 10%)
Presença de proteína 
excessiva na urina82,
dificuldade para urinar,
aumento anormal do
tamanho do rim84 devido à
retenção de urina82,
impotência85, infecção59 do
rim84 e aumento do
volume de urina82
Dificuldade para urinar, 
sangue6 na urina82,
impotência85, acordar
à noite para urinar,
insuficiência42 dos rins1,
aumento do volume de urina82,
incontinência86 e
retenção urinária
Insuficiência42 dos rins1 aguda,
dificuldade para urinar, sangue6
na urina82, insuficiência42 dos rins1,
inchaço66 da bolsa escrotal,
aumento do volume de urina82
e incontinência urinária87

Cardiovascular

Muito comum
(≥ 10%)

Pressão alta

Batimentos do coração2
irregulares, frequência
do coração2 lenta ,
pressão baixa, pressão
alta, insuficiência42 do
coração2 e acúmulo de
líquido na membrana
que reveste o coração2

Pressão alta, pressão
baixa e frequência
do coração2 alta

Comum
(3 a < 10%)

Dor no peito88, irregularidade
dos batimentos cardíacos,
pressão baixa, que pode
ocorrer ao se levantar,
frequência cardíaca
alta, trombose89 e
dilatação dos vasos
sanguíneos

Dor no peito88
irregularidades dos
batimentos cardíacos
(incluindo formas comuns
e sem gravidade e algumas
formas graves), parada
cardíaca, insuficiência42
cardíaca congestiva,
pressão baixa ao se levantar,
aumento da pressão pulmonar,
desmaio, espasmo90 das artérias91
e aumento da pressão venosa

Entupimento de artérias91 por
coágulos, irregularidade dos
batimentos cardíacos,
frequência cardíaca baixa,
dilatação dos
vasos sanguíneos92 e desmaio

Metabólico nutricional

Muito comum (≥ 10%)

Alterações de exames de
sangue6: aumento do
colesterol93, da glicose94,
e do potássio; redução
do potássio e do fosfato

Alterações de exames de
sangue6: redução do pH
devido a alteração metabólica
ou respiratória, aumento
de bilirrubinas95, ureia96,
creatinina97, nível de
enzimas (DHL, TGO e TGP),
colesterol93, glicose94, potássio,
gordura98 no sangue6, ácido úrico,
volume de sangue6 em circulação99;
diminuição do potássio, magnésio,
sódio e ganho de peso

Alterações de exames de
sangue6: aumento de bilirrubinas95,
ureia96, creatinina97, glicose94,
potássio; cicatrização anormal;
diminuição do cálcio, potássio,
glicose94, magnésio, fosfato e
proteínas100

Comum
(3 a < 10%)

Alterações de exames de
sangue6: redução do pH
devido a alteração metabólica
ou respiratória; aumento de:
fosfatase alcalina101,
creatinina97 nível de enzimas
(gGT, DHL TGO e TGP),
colesterol93, cálcio gordura98,
volume de sangue6 circulante,
ácido úrico;desidratação102;
diminuição de cálcio,
glicose94 e proteína e 
ganho de peso

Cicatrização anormal, Alterações
de exames de sangue6:
aumento de fosfatase alcalina101,
pH; diminuição de
cálcio, cloro, glicose94,
proteínas100, fosfato.
Diminuição do volume
de sangue6 circulante e da
oxigenação. Redução do pH
devido a problemas
respiratórios; sede,
perda de peso,
desidratação102 e gota103

Alterações de exames de sangue6:
diminuição do pH por problemas
metabólicos ou respiratórios,
aumento de: fosfatase alcalina101,
nível de enzimas (TGO e TGP),
colesterol93, gordura98, fosfato, 
sangue6 circulante; redução 
do sódio, volume de sangue6
circulante, da oxigenação;
desidratação102; perda ou
ganho de peso

Gastrintestinal

Muito comum (≥ 10%)

Prisão de ventre, diarreia57,
mal-estar gástrico,
candidíase60 na boca104
(“sapinho”), náusea105
e vômitos58

Prisão de ventre, diarreia57,
mal-estar gástrico, gases,
candidíase60 na boca104
(“sapinho”),
náusea105 e vômitos58

Testes de função do fígado3
alterados (incluindo TGO, TGP),
falta de apetite, inflamação69 de
vesícula biliar106, prisão de
ventre, olhos34 e pele24 amarelados,
diarreia57, mal-estar gástrico,
gases, hepatite16, náusea105
e vômitos58 e candidíase60
da boca104 (“sapinho”)

Comum
(3 a < 10%)

Testes de função do fígado3
alterados (incluindo TGO, TGP),
falta de apetite, gases,
inflamação69 de estômago39
e intestinos40, sangramento
de estômago39 e intestinos40,
infecção59 pelo fungo107 Candida
em estômago39 e intestinos40,
inflamação69 de gengiva,
aumento de volume das
gengivas, hepatite16,
paralisação dos intestinos40,
inflamação69 do esôfago35 e inflamação69 na boca104

Testes de função do fígado3
alterados (incluindo TGO,
TGP), falta de apetite, dificuldade
para engolir, inflamação69 de
estômago39 e intestinos40, inflamação69
da gengiva, aumento do volume
das gengivas, olhos34 e pele24
amarelados, eliminação de
sangue6 nas fezes,
inflamação69 no esôfago35 e
inflamação69 na boca104

Dificuldade para engolir, gastrite108
(inflamação69 do estômago39),
sangramento de estômago39 e
intestinos40, paralisação dos
intestinos40, pele24 e olhos34 amarelados,
sangue6 nas fezes, feridas na boca104,
inflamação69 do esôfago35, doenças
do reto109 e úlcera8 de estômago39

Respiratório

Muito comum (≥ 10%)

Tosse, falta de ar,
inflamação69 de garganta110,
pneumonia111
inflamação69
dos brônquios112

Asma113, tosse, falta de ar, 
dor de garganta110, pneumonia111,
rinite114, sinusite115 e acúmulo
de líquido entre as membranas
dos pulmões116 ( “água no pulmão”)

Colabamento de parte do 
pulmão41, tosse, falta de ar,
dor de garganta110, acúmulo
de líquido entre as
membranas dos pulmões116
(“água no pulmão”),
pneumonia111 e sinusite115

Comum
(3 a < 10%)

Asma113, acúmulo de líquido
entre as membranas
dos pulmões116 (“água no pulmão”),
inchaço66 do pulmão41, rinite114 e sinusite115

Parada da espiração,
colabamento de parte do
pulmão41,  bronquite, perda
de sangue6 pelo nariz117,
eliminação de sangue6
com a tosse, soluço, tumores,
acúmulo de ar entre as membranas
dos pulmões116,
inchaço66 no pulmão41,
aumento da expectoração118
e alteração da voz

Asma113, bronquite, perda de
sangue6 pelo nariz117, aumento
da frequência respiratória,
acúmulo de ar entre as
membranas dos pulmões116,
inchaço66 no pulmão41, infecção59
pelo fungo107 Candida no trato
respiratório e rinite114

Pele24 e anexos119

Muito comum
(≥ 10%)

Espinhas e
herpes simples

Espinhas, herpes
simples,
herpes zoster120 e
erupção121 cutânea122

Coceira, erupção121
cutânea122 e aumento
do suor

Comum
(3 a < 10%)

Perda dos cabelos, 
tumores benignos
da pele24, micose123,
herpes zoster120,
aumento de pelos,
coceira, câncer61 de pele24,
aumento de espessura
da pele24 (incluindo
queratite actínica124),
aumento de suor, ferida
e erupção121 cutânea122

Tumores benignos
da pele24, micose123,
sangramento, coceira,
câncer61 de pele24, aumento
de espessura da pele24,
aumento do suor e
ferida na pele24

 

Espinhas, micose123,
sangramento,
herpes simples,
herpes zoster120,
aumento de pelos,
tumores benignos
da pele24, ferida na pele24
e erupções na pele24 com
formação de bolhas

Sistema nervoso36

Muito comum
 (≥ 10%)

Vertigem125, insônia
e tremores

Ansiedade, confusão,
depressão, vertigem125
insônia, alteração de 
sensibilidade e tremores

Ansiedade, agitação, 
confusão, depressão, 
vertigem125, aumento
do tônus muscular126,
insônia, alteração
de sensibilidade, 
sonolência e tremores

Comum 
(3 a < 10%)

Ansiedade, depressão,
aumento do tônus
muscular, alteração
de sensibilidade
e sonolência

Convulsão127, alterações 
frequentes de humor, 
alucinações128, alterações
dos nervos, pensamentos
anormais e vertigem125

Agitação, convulsão127delírio129,
boca104 seca, aumento do tônus
muscular e da sensibilidade à
dor, alteração dos nervos
periféricos, ataque de
loucura, sonolência e
pensamentos anormais

 

Músculo-esquelético

Muito comum 
(≥ 10%)

 

 

-

Cãibras em membros
inferiores, mialgia130, miastenia131

-

Comum
(3 a < 10%)

Dores nas articulações132,
câimbras133 nas pernas,
dores musculares e
debilidade muscular

Dores nas articulações132

Dores nas articulações132,
câimbras133 nas pernas,
dores musculares, debilidade
muscular e enfraquecimento
dos ossos

Sentidos especiais

Muito comum
(≥ 10%)

-

 

Ambliopia134

-

Comum

(3 a < 10%)

Enfraquecimento
da visão135,
catarata136 e
conjuntivite137

Visão135 anormal,
conjuntivite137, surdez,
dor de ouvido,
sangramento nos
olhos34 e zumbido

Visão135 anormal,
enfraquecimento da visão135,
conjuntivite137 e surdez

Endócrino138

Muito comum
(≥ 10%)

-

-

-

Comum
(3 a < 10%)

Diabetes mellitus139,
doenças da
paratireoide
(elevação dos 
níveis de PTH)

Diabetes mellitus139,
síndrome de Cushing140,
hipotireoidismo141

Diabetes mellitus139

*(total n = 1.483)
** (total n = 578)
*** (total n = 564)

Nos três estudos controlados para prevenção da rejeição em transplante dos rins1, os pacientes que receberam 2 g/dia de Mofilen® tiveram menos efeitos colaterais51 que os que receberam 3 g/dia.

Experiência pós-comercialização
Infecções15: infecções15 que representam risco de morte, como meningite142 e inflamação69 da camada mais interna do coração2, tuberculose12 e infecção59 por micobactérias atípicas, outras bactérias semelhantes às do tubérculo143, mas que em geral só afetam indivíduos com imunidade144 prejudicada. Casos de leucoencefalopatia multifocal progressiva (LMP) (uma doença degenerativa145 da substância branca do cérebro146), algumas vezes fatal, foram relatados em pacientes tratados com Mofilen®. Os casos relatados geralmente apresentavam fatores de risco para LMP, incluindo terapias imunossupressoras e disfunção do sistema imune147. Lesão20 nos rins1 associada com o vírus17 BK foi observada em pacientes tratados com Mofilen®. Essa infecção59 pode estar associada com desfechos graves, às vezes levando a perda do enxerto55 renal43.

Sangue6 e Sistema Imunológico148: Casos de aplasia pura de série vermelha (APSV) (falta de formação de glóbulos vermelhos na medula óssea25 com formação normal de glóbulos brancos e plaquetas79) e hipogamaglobulinemia (tipo de imunodeficiência149 rara) foram relatados em pacientes tratados com Mofilen® em associação com outros agentes imunossupressores.

Doenças congênitas32: têm sido relatadas malformações30 congênitas32 em filhos de pacientes expostas ao Mofilen® em associação com outros imunossupressores durante a gravidez9 (Vide item “Contraindicações”).

Gravidez9, pós-parto e condições perinatais: Casos de abortos espontâneos foram relatados em pacientes expostas ao micofenolato de mofetila, principalmente no primeiro trimestre da gravidez9 (Vide item “Contraindicações”).

Gastrintestinal: inflamação69 do intestino (causada algumas vezes por citomegalovírus38) e do pâncreas150, casos isolados de diminuição acentuada das vilosidades intestinais151.

Outras reações adversas durante a experiência pós-comercialização com Mofilen® são semelhantes àquelas observadas nos estudos controlados de transplante dos rins1, do coração2 e do fígado3.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Em caso de administração de doses maiores que as doses recomendadas pelo médico podem aparecer reações adversas características do medicamento, como diarreia57, vômito152, diminuição do número de glóbulos brancos, infecções15, entre outras.
Espera-se que uma superdose de micofenolato de mofetila resulte, possivelmente, em uma supressão acentuada do sistema imune147 e em um aumento da susceptibilidade153 a infecções15 e à supressão da medula óssea25.

Mofilen® não pode ser removido por hemodiálise154. Entretanto, em concentrações plasmáticas elevadas (>100 mcg/mL), parte da droga pode ser removida. Os sequestrantes de ácido biliar, como a colestiramina, podem aumentar a excreção deste medicamento.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS

 

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

 

MS 1.0063.0228
Farmacêutico Responsável: Rafael Nunes Princesval CRF-RJ nº 17295

 

Fabricado por:
EMCURE PHARMACEUTICALS LIMITED.
Hinjwadi, Pune 411057,
Maharashtra, Índia

Registrado e Importado por:
INSTITUTO BIOCHIMICO IND. FARM. LTDA.
Rua Antônio João, n° 168, 194 e 218 Cordovil, Rio de Janeiro - RJ
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SAC 0800 023 89 99


 

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
2 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
3 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
4 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
5 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
6 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
7 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
8 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
9 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
10 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
11 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
12 Tuberculose: Doença infecciosa crônica produzida pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Produz doença pulmonar, podendo disseminar-se para qualquer outro órgão. Os sintomas de tuberculose pulmonar consistem em febre, tosse, expectoração, hemoptise, acompanhada de perda de peso e queda do estado geral. Em países em desenvolvimento (como o Brasil) aconselha-se a vacinação com uma cepa atenuada desta bactéria (vacina BCG).
13 Sistema digestivo: O sistema digestivo ou digestório realiza a digestão, processo que transforma os alimentos em substâncias passíveis de serem absorvidas pelo organismo. Os materiais não absorvidos são eliminados por este sistema. Ele é composto pelo tubo digestivo e por glândulas anexas.
14 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
15 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
16 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
17 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
18 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
19 Nefropatia: Lesão ou doença do rim.
20 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
21 Medula: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
22 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
23 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
24 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
25 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
26 Imunossupressão: Supressão das reações imunitárias do organismo, induzida por medicamentos (corticosteroides, ciclosporina A, etc.) ou agentes imunoterápicos (anticorpos monoclonais, por exemplo); que é utilizada em alergias, doenças autoimunes, etc. A imunossupressão é impropriamente tomada por alguns como sinônimo de imunodepressão.
27 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
28 Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
29 Sêmen: Sêmen ou esperma. Líquido denso, gelatinoso, branco acinzentado e opaco, que contém espermatozoides e que serve para conduzi-los até o óvulo. O sêmen é o líquido da ejaculação. Ele é composto de plasma seminal e espermatozoides. Este plasma contém nutrientes que alimentam e protegem os espermatozoides.
30 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
31 Contracepção: Qualquer processo que evite a fertilização do óvulo ou a implantação do ovo. Os métodos de contracepção podem ser classificados de acordo com o seu objetivo em barreiras mecânicas ou químicas, impeditivas de nidação e contracepção hormonal.
32 Congênitas: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
33 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
34 Olhos:
35 Esôfago: Segmento muscular membranoso (entre a FARINGE e o ESTÔMAGO), no TRATO GASTRINTESTINAL SUPERIOR.
36 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
37 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
38 Citomegalovírus: Citomegalovírus (CMV) é um vírus pertence à família do herpesvírus, a mesma dos vírus da catapora, herpes simples, herpes genital e do herpes zóster.
39 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
40 Intestinos: Seção do canal alimentar que vai do ESTÔMAGO até o CANAL ANAL. Inclui o INTESTINO GROSSO e o INTESTINO DELGADO.
41 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
42 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
43 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
44 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
45 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
46 Aciclovir: Substância análoga da Guanosina, que age como um antimetabólito, à qual os vírus são especialmente susceptíveis. É usado especialmente contra o herpes.
47 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
48 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
49 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
50 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
51 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
52 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
53 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
54 Neutrófilos: Leucócitos granulares que apresentam um núcleo composto de três a cinco lóbulos conectados por filamenos delgados de cromatina. O citoplasma contém grânulos finos e inconspícuos que coram-se com corantes neutros.
55 Enxerto: 1. Na agricultura, é uma operação que se caracteriza pela inserção de uma gema, broto ou ramo de um vegetal em outro vegetal, para que se desenvolva como na planta que o originou. Também é uma técnica agrícola de multiplicação assexuada de plantas florais e frutíferas, que permite associar duas plantas diferentes, mas gerações próximas, muito usada na produção de híbridos, na qual uma das plantas assegura a nutrição necessária à gema, ao broto ou ao ramo da outra, cujas características procura-se desenvolver; enxertia. 2. Na medicina, é a transferência especialmente de células ou de tecido (por exemplo, da pele) de um local para outro do corpo de um mesmo indivíduo ou de um indivíduo para outro.
56 Parênquima: 1. Célula específica de uma glândula ou de um órgão, contida no tecido conjuntivo. 2. Na anatomia botânica, é o tecido vegetal fundamental, que constitui a maior parte da massa dos vegetais, formado por células poliédricas, quase isodiamétricas e com paredes não lignificadas, a partir das quais os outros tecidos se desenvolvem. 3. Na anatomia zoológica, é a substância celular mole que preenche o espaço entre os órgãos.
57 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
58 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
59 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
60 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
61 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
62 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
63 Imunossupressor: Medicamento que suprime a resposta imune natural do organismo. Os imunossupressores são dados aos pacientes transplantados para evitar a rejeição de órgãos ou para pacientes com doenças autoimunes.
64 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
65 Cabeça:
66 Inchaço: Inchação, edema.
67 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
68 Hérnia: É uma massa circunscrita formada por um órgão (ou parte de um órgão) que sai por um orifício, natural ou acidental, da cavidade que o contém. Por extensão de sentido, excrescência, saliência.
69 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
70 Peritônio: Membrana serosa que recobre as paredes do abdome e a superfície dos órgãos digestivos.
71 Linfa: 1. Pode referir-se à água, especialmente a límpida, no uso formal. 2. Líquido orgânico originado do sangue, composto de proteínas e lipídios, que circula nos vasos linfáticos e transporta glóbulos brancos, especialmente os linfócitos T. 3. Qualquer humor aquoso.
72 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
73 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
74 Pélvica: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
75 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
76 Subcutâneo: Feito ou situado sob a pele. Hipodérmico.
77 Pescoço:
78 Furúnculo: Infecção de folículo piloso da pele, caracterizada pelo acúmulo de pus no interior do mesmo com abaulamento da superfície cutânea adjacente e eritema. Após a sua maturação pode haver drenagem espontânea, eliminando material necrótico-purulento. A drenagem pode também ser realizada através de incisão cirúrgica.
79 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
80 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
81 Urogenital: Na anatomia geral, é a região relativa aos órgãos genitais e urinários; geniturinário.
82 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
83 Trato Urinário:
84 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
85 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
86 Incontinência: Perda do controle da bexiga ou do intestino, perda acidental de urina ou fezes.
87 Incontinência urinária: Perda do controle da bexiga que provoca a passagem involuntária de urina através da uretra. Existem diversas causas e tipos de incontinência e muitas opções terapêuticas. Estas vão desde simples exercícios de fisioterapia até complicadas cirurgias. As mulheres são mais freqüentemente acometidas por este problema.
88 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
89 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
90 Espasmo: 1. Contração involuntária, não ritmada, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosa ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
91 Artérias: Os vasos que transportam sangue para fora do coração.
92 Vasos Sanguíneos: Qualquer vaso tubular que transporta o sangue (artérias, arteríolas, capilares, vênulas e veias).
93 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
94 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
95 Bilirrubinas: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
96 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
97 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
98 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
99 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
100 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
101 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
102 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
103 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
104 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
105 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
106 Vesícula Biliar: Reservatório para armazenar secreção da BILE. Através do DUCTO CÍSTICO, a vesícula libera para o DUODENO ácidos biliares em alta concentração (e de maneira controlada), que degradam os lipídeos da dieta.
107 Fungo: Microorganismo muito simples de distribuição universal que pode colonizar uma superfície corporal e, em certas ocasiões, produzir doenças no ser humano. Como exemplos de fungos temos a Candida albicans, que pode produzir infecções superficiais e profundas, os fungos do grupo dos dermatófitos que causam lesões de pele e unhas, o Aspergillus flavus, que coloniza em alimentos como o amendoim e secreta uma toxina cancerígena, entre outros.
108 Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
109 Reto: Segmento distal do INTESTINO GROSSO, entre o COLO SIGMÓIDE e o CANAL ANAL.
110 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
111 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
112 Brônquios: A maior passagem que leva ar aos pulmões originando-se na bifurcação terminal da traquéia. Sinônimos: Bronquíolos
113 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
114 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
115 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
116 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
117 Nariz: Estrutura especializada que funciona como um órgão do sentido do olfato e que também pertence ao sistema respiratório; o termo inclui tanto o nariz externo como a cavidade nasal.
118 Expectoração: Ato ou efeito de expectorar. Em patologia, é a expulsão, por meio da tosse, de secreções provenientes da traqueia, brônquios e pulmões; escarro.
119 Anexos: 1. Que se anexa ou anexou, apenso. 2. Contíguo, adjacente, correlacionado. 3. Coisa ou parte que está ligada a outra considerada como principal. 4. Em anatomia geral, parte acessória de um órgão ou de uma estrutura principal. 5. Em informática, arquivo anexado a uma mensagem eletrônica.
120 Zoster: Doença produzida pelo mesmo vírus que causa a varicela (Varicela-Zóster). Em pessoas que já tenham tido varicela, o vírus se encontra em forma latente e pode ser reativado produzindo as características manchas avermelhadas, vesículas e crostas no território de distribuição de um determinado nervo. Como seqüela pode deixar neurite, com dores importantes.
121 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
122 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
123 Micose: Infecção produzida por fungos. Pode ser superficial, quando afeta apenas pele, mucosas e seus anexos, ou profunda, quando acomete órgãos profundos como pulmões, intestinos, etc.
124 Actínica: Referente às radiações capazes de ativar transformações químicas em certas substâncias (por exemplo, a luz do sol ao incidir sobre o tecido humano ou vegetal).
125 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
126 Tônus muscular: Estado de tensão elástica (contração ligeira) que o músculo apresenta em repouso e que lhe permite iniciar a contração imediatamente depois de receber o impulso dos centros nervosos. Num estado de relaxamento completo (sem tônus), o músculo levaria mais tempo para iniciar a contração.
127 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
128 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
129 Delírio: Delirio é uma crença sem evidência, acompanhada de uma excepcional convicção irrefutável pelo argumento lógico. Ele se dá com plena lucidez de consciência e não há fatores orgânicos.
130 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
131 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
132 Articulações:
133 Câimbras: Contrações involuntárias, espasmódicas e dolorosas de um ou mais músculos.
134 Ambliopia: Ambliopia ou “olho preguiçoso” é um termo oftalmológico usado para definir a baixa visão que não é corrigida com óculos. Isso quer dizer que a causa desse déficit não está especificamente no olho, mas sim na região cerebral que corresponde à visão e que não foi devidamente estimulada no momento certo (“o olho não aprende a ver”). Afeta 1 a 2% da população, sendo a principal causa de baixa visão nas crianças. É um problema que pode passar despercebido pela criança ou pelos pais, por isso as triagens visuais para as crianças são tão importantes.
135 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
136 Catarata: Opacificação das lentes dos olhos (opacificação do cristalino).
137 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
138 Endócrino: Relativo a ou próprio de glândula, especialmente de secreção interna; endocrínico.
139 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
140 Síndrome de Cushing: A síndrome de Cushing, hipercortisolismo ou hiperadrenocortisolismo, é um conjunto de sinais e sintomas que indicam excesso de cortisona (hormônio) no sangue. Esse hormônio é liberado pela glândula adrenal (também conhecida como suprarrenal) em resposta à liberação de ACTH pela hipófise no cérebro. Níveis elevados de cortisol (ou cortisona) também podem ocorrer devido à administração de certos medicamentos, como hormônios glicocorticoides. A síndrome de Cushing e a doença de Cushing são muito parecidas, já que o que a causa de ambas é o elevado nível de cortisol no sangue. O que difere é a origem dessa elevação. A doença de Cushing diz respeito, exclusivamente, a um tumor na hipófise que passa a secretar grande quantidade de ACTH e, consequentemente, há um aumento na liberação de cortisol pelas adrenais. Já a síndrome de Cushing pode ocorrer, por exemplo, devido a um tumor presente nas glândulas suprarrenais ou pela administração excessiva de corticoides.
141 Hipotireoidismo: Distúrbio caracterizado por uma diminuição da atividade ou concentração dos hormônios tireoidianos. Manifesta-se por engrossamento da voz, aumento de peso, diminuição da atividade, depressão.
142 Meningite: Inflamação das meninges, aguda ou crônica, quase sempre de origem infecciosa, com ou sem reação purulenta do líquido cefalorraquidiano. As meninges são três membranas superpostas (dura-máter, aracnoide e pia-máter) que envolvem o encéfalo e a medula espinhal.
143 Tubérculo: Lesão dermatológica de consistência sólida, circunscrita, de menor tamanho e mais superficial do que um nódulo. Não apresenta resolução espontânea.
144 Imunidade: Capacidade que um indivíduo tem de defender-se perante uma agressão bacteriana, viral ou perante qualquer tecido anormal (tumores, enxertos, etc.).
145 Degenerativa: Relativa a ou que provoca degeneração.
146 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
147 Sistema imune: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
148 Sistema imunológico: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
149 Imunodeficiência: Distúrbio do sistema imunológico que se caracteriza por um defeito congênito ou adquirido em um ou vários mecanismos que interferem na defesa normal de um indivíduo perante infecções ou doenças tumorais.
150 Pâncreas: Órgão nodular (no ABDOME) que abriga GLÂNDULAS ENDÓCRINAS e GLÂNDULAS EXÓCRINAS. A pequena porção endócrina é composta pelas ILHOTAS DE LANGERHANS, que secretam vários hormônios na corrente sangüínea. A grande porção exócrina (PÂNCREAS EXÓCRINO) é uma glândula acinar composta, que secreta várias enzimas digestivas no sistema de ductos pancreáticos (que desemboca no DUODENO).
151 Vilosidades intestinais: Elas são as dobras intestinais, em forma de dedos de luvas, isso aumenta a área superficial da célula e consequentemente sua área de absorção. As vilosidades ou microvilosidades intestinais promovem o aumento da absorção dos nutrientes após a digestão.
152 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
153 Susceptibilidade: 1. Ato, característica ou condição do que é suscetível. 2. Capacidade de receber as impressões que põem em exercício as ações orgânicas; sensibilidade. 3. Disposição ou tendência para se ofender e se ressentir com (algo, geralmente sem importância); delicadeza, melindre. 4. Em física, é o coeficiente de proporcionalidade entre o campo magnético aplicado a um material e a sua magnetização.
154 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.

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