Preço de Zedora em Fairfield/SP: R$ 0,00

Zedora

LIBBS FARMACÊUTICA LTDA

Atualizado em 11/02/2021

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

ZEDORA
trastuzumabe

APRESENTAÇÕES

liofilizado1 para solução injetável.

ZEDORA 150 mg: cada embalagem contém um frasco-ampola de dose única com 150 mg de pó liofilizado1 de trastuzumabe para solução injetável.
ZEDORA 440 mg: cada embalagem contém um frasco-ampola multidose com 440 mg de pó liofilizado1 de trastuzumabe para solução injetável, acompanhado de um frasco com 20 mL de solução para reconstituição (água bacteriostática para injeção2).

VIA INTRAVENOSA
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Princípio ativo:
ZEDORA 150 mg: cada frasco-ampola de dose única contém 150 mg de pó liofilizado1 de trastuzumabe para solução injetável. O concentrado de ZEDORA 150 mg reconstituído contém 21 mg/mL de trastuzumabe.
ZEDORA 440 mg: Cada frasco-ampola multidose contém 440 mg de pó liofilizado1 de trastuzumabe para solução injetável. O concentrado de ZEDORA 440 mg reconstituído contém 21 mg/mL de trastuzumabe.
Excipientes:
Frasco-ampola de ZEDORA 150 mg: L-histidina, L-cloridrato de histidina monohidratado, macrogol, sorbitol3, ácido clorídrico4 e hidróxido de sódio.
Frasco-ampola de ZEDORA 440 mg: L-histidina, L-cloridrato de histidina monohidratado, macrogol, sorbitol3, ácido clorídrico4 e hidróxido de sódio. Frasco de solução para reconstituição de ZEDORA 440 mg: água bacteriostática para injeção2 (solução estéril aquosa com 1,1% de álcool benzílico).

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

ZEDORA é um medicamento biossimilar ao Herceptin®. Os estudos com ZEDORA foram realizados para demonstrar que ZEDORA é comparável a Herceptin® em relação a características físico-química, estrutural e biológica, além de eficácia e segurança (eventos adversos). Os estudos realizados foram comparativos e mostraram que ZEDORA e Herceptin® são similares.1-5

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Câncer5 de mama6 metastático
ZEDORA é indicado para o tratamento de pacientes com câncer5 de mama6 metastático que apresentam tumores HER2- positivo:

  • em monoterapia (sem outros agentes antitumorais) para o tratamento de pacientes que já tenham recebido um ou mais tratamentos quimioterápicos para suas doenças metastáticas;
  • em combinação com paclitaxel ou docetaxel para o tratamento de pacientes que ainda não tenham recebido quimioterapia7 para suas doenças metastáticas.

Câncer5 de mama6 inicial
ZEDORA é indicado para o tratamento de pacientes com câncer5 de mama6 inicial HER2-positivo:

  • após cirurgia, quimioterapia7 (neoadjuvante ou adjuvante) e radioterapia8 (quando aplicável);
  • após quimioterapia7 adjuvante com doxorrubicina e ciclofosfamida, em combinação com paclitaxel ou docetaxel;
  • em combinação com quimioterapia7 adjuvante de docetaxel e carboplatina;
  • em combinação com quimioterapia7 neoadjuvante seguida por terapia adjuvante com ZEDORA para câncer5 de mama6 localmente avançado (inclusive inflamatório) ou tumores > 2 cm de diâmetro.

Câncer5 gástrico avançado
ZEDORA em associação com capecitabina ou 5-fluorouracil (5-FU) intravenoso e um agente de platina é indicado para o tratamento de pacientes com adenocarcinoma9 inoperável, localmente avançado, recorrente ou metastático do estômago10 ou da junção gastroesofágica11, HER2-positivo, que não receberam tratamento prévio contra o câncer5 para sua doença metastática12.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

ZEDORA é um anticorpo13 desenvolvido por engenharia genética, com mecanismo de ação complexo, dirigido seletivamente contra uma proteína que está presente em pessoas com determinados tumores de mama6 e gástrico. O seu médico saberá identificar apropriadamente se você é ou não candidato ao tratamento com ZEDORA e fornecerá as explicações de que você necessitar sobre a atividade deste medicamento.
O tempo médio para verificar se a ação de ZEDORA está sendo eficaz depende do tratamento que foi prescrito pelo seu médico, das características do seu organismo e da doença.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

ZEDORA é contraindicado a pacientes com alergia14 conhecida ao trastuzumabe ou a qualquer outro excipiente da fórmula.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

ZEDORA é um medicamento biológico desenvolvido pela via de comparabilidade (biossimilar), o que significa que o programa de desenvolvimento do produto foi projetado para demonstrar que ZEDORA é um medicamento biossimilar ao Herceptin® (comparador).1-5
Considerando os dados de segurança (eventos adversos) disponíveis do produto comparador Herceptin® e os resultados dos estudos comparativos entre ZEDORA e Herceptin®, não há diferença significativa nas toxicidades esperadas nos pacientes que receberam ZEDORA ou Herceptin®. Os resultados dos dados de caracterização físico-química, estrutural e biológica, dos estudos pré-clínicos (animais) e clínicos (humanos) comparativos indicam similaridade entre ZEDORA e Herceptin®.1-5
A terapia com ZEDORA deve ser iniciada somente sob a supervisão de um médico experiente no tratamento de pacientes com câncer5.

Existem várias condições que exigem cuidados especiais na administração deste medicamento, embora não sejam contraindicações absolutas. Entre elas, as mais comuns são insuficiência cardíaca15, angina16 do peito17, pressão alta não controlada e dispneia18 (falta de ar) em repouso. Seu médico saberá identificar essas situações e adotar as medidas adequadas.

Pacientes idosos
Não foram realizados estudos específicos em pessoas com idade acima de 65 anos. Nos estudos clínicos, pacientes idosos receberam as mesmas doses de ZEDORA indicadas para adultos jovens.1 Estudo do produto de referência Herceptin® não mostrou efeito da idade na disposição do trastuzumabe.1

Crianças
A segurança e a eficácia de ZEDORA em pacientes menores de 18 anos não foram estabelecidas.

Pacientes com insuficiência renal19 (distúrbios nos rins20)
Em uma análise de farmacocinética populacional, foi demonstrada que a insuficiência renal19 não afeta a biodisponibilidade de trastuzumabe.

Pacientes com insuficiência hepática21 (distúrbios no fígado22)
Não foram realizados estudos específicos em populações de pacientes com insuficiência hepática21.

Gravidez23 e amamentação24
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita da gravidez23.
ZEDORA deve ser evitado durante a gravidez23, a menos que os potenciais benefícios para a mãe superem os riscos potenciais para o feto25. ZEDORA pode causar dano ao feto25 quando administrado em mulheres grávidas. No período de pós- comercialização do Herceptin® (comparador) foram relatados casos de problemas de crescimento e/ou insuficiência renal19 em fetos associados ao oligoâmnio (baixa produção de líquido amniótico26) em mulheres grávidas que receberam trastuzumabe comparador, alguns associados à hipoplasia27 pulmonar (pulmão28 pouco desenvolvido) fatal ao feto25, anormalidades esqueléticas6 e morte neonatal. As mulheres em idade fértil devem ser instruídas a usar métodos contraceptivos efetivos durante o tratamento com ZEDORA e por 7 meses após o término do tratamento. As mulheres que engravidarem devem ser informadas sobre a possibilidade de dano ao feto25. Se uma mulher grávida for tratada com ZEDORA, ou se a paciente engravidar enquanto estiver sendo tratada com ZEDORA ou dentro do período de 7 meses após a última dose de ZEDORA, é aconselhável monitoramento cuidadoso por uma equipe multidisciplinar. Não se sabe se ZEDORA pode afetar a capacidade de reprodução29.
Não se sabe se o ZEDORA é excretado no leite humano. Informe ao médico se estiver amamentando. Você não deve amamentar enquanto estiver em tratamento com ZEDORA.

Capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas.
Não foram realizados estudos sobre os efeitos na capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas.
Pacientes que apresentam sintomas30 relacionados à infusão devem ser orientados a não dirigir veículos ou operar máquinas até que os sintomas30 sejam resolvidos por completo.
Até o momento não há informações de que ZEDORA possa causar doping. Em caso de dúvida, consulte o seu médico.

Principais interações medicamentosas
Não foram observadas interações clinicamente significativas entre ZEDORA e a medicação utilizada concomitantemente nos estudos clínicos. Não foi realizado nenhum estudo formal de interação de trastuzumabe com outros agentes antitumorais. Se ocorrer alguma reação inesperada, o seu médico saberá como lidar com esses problemas. 
A substituição de ZEDORA por qualquer outro medicamento biológico exige o consentimento do médico prescritor.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde31.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Antes de aberto, ZEDORA deve ser mantido sob refrigeração (entre 2 e 8ºC). O profissional de saúde31 saberá como armazenar o medicamento depois de aberto.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

ZEDORA em seu frasco-ampola original é um pó liofilizado1 que apresenta coloração branca a amarela pálida. A solução de reconstituição (diluente) é incolor. A solução final é incolor a levemente amarelada.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

O profissional de saúde31 saberá como preparar o medicamento.
Este medicamento é de uso hospitalar e, depois de preparado, deve ser diluído em soro32 fisiológico33 para infusão via intravenosa antes de ser administrado.
Este medicamento só poderá ser aplicado por profissionais treinados e habilitados. Seu médico conhece os detalhes da administração e poderá fornecer todas as informações necessárias.

Posologia
Câncer5 de mama6
Uso semanal

As seguintes doses, inicial (de ataque) e de manutenção, são recomendadas em monoterapia ou em combinação com paclitaxel ou docetaxel.
Dose de ataque: a dose de ataque inicial de ZEDORA é de 4 mg/kg de peso corpóreo. ZEDORA deve ser administrado como infusão intravenosa durante 90 minutos.
Doses subsequentes: ZEDORA 2 mg/kg de peso corpóreo, uma vez por semana, em infusão intravenosa.

Uso a cada três semanas
Dose de ataque: a dose de ataque inicial recomendada é de 8 mg/kg de peso corpóreo. ZEDORA deve ser administrado como infusão intravenosa durante 90 minutos.
Doses subsequentes: após 3 semanas da dose de ataque, iniciar ZEDORA 6 mg/kg de peso corpóreo, mantendo esta dose a cada 3 semanas, em infusões intravenosas de 90 minutos. Caso a dose anterior tenha sido bem tolerada, a dose pode ser administrada em uma infusão de 30 minutos.

Administração em associação com paclitaxel ou docetaxel
No estudo clínico feito com ZEDORA, docetaxel foi administrado a cada 3 semanas ou o paclitaxel semanalmente. No primeiro ciclo do tratamento o docetaxel foi administrado no dia seguinte à primeira administração de trastuzumabe ou o paclitaxel foi administrado 24 horas após o término da administração de ZEDORA ou Herceptin®. A partir do segundo ciclo do tratamento, e em cada ciclo subsequente, o docetaxel ou o paclitaxel foi administrado 30 ± 10 minutos após o término da infusão de ZEDORA ou Herceptin.4

Câncer5 gástrico
Uso a cada três semanas
Dose de ataque: a dose de ataque inicial recomendada é de 8 mg/kg de peso corpóreo. ZEDORA deve ser administrado como infusão intravenosa durante 90 minutos.
Doses subsequentes: após 3 semanas da dose de ataque, iniciar ZEDORA 6 mg/kg de peso corpóreo, mantendo esta dose a cada 3 semanas, em infusões intravenosas de 90 minutos. Caso a dose anterior tenha sido bem tolerada, a dose pode ser administrada em uma infusão de 30 minutos.

Durante a infusão de ZEDORA haverá necessidade de observação contínua para verificar o aparecimento de febre34 e calafrios35 ou outros sintomas30 associados à infusão. A interrupção da infusão pode ajudar a controlar tais sintomas30. A infusão pode ser retomada quando os sintomas30 diminuírem.
Durante a infusão de Zedora, haverá necessidade de observação contínua para verificar o aparecimento de febre34 e calafrios35 ou outros sintomas30 associados à infusão. A interrupção da infusão pode ajudar a controlar tais sintomas30. A infusão pode ser retomada quando os sintomas30 diminuírem.

Duração do tratamento

  • Pacientes com câncer5 de mama6 metastático devem ser tratados com ZEDORA até progressão da doença.
  • Pacientes com câncer5 de mama6 inicial devem ser tratados com ZEDORA por um ano ou até a recaída da doença, o que ocorrer primeiro. Estender o tratamento além de um ano para pacientes36 com câncer5 de mama6 inicial não é recomendado.
  • Pacientes com câncer5 gástrico avançado devem ser tratados com ZEDORA até progressão da doença.

Via de administração: infusão via intravenosa. Não deve ser administrado como injeção2 intravenosa rápida ou em bolus37.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Seu médico saberá quando deverá ser aplicada a próxima dose de com ZEDORA.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Assim como os medicamentos antitumorais de modo geral, ZEDORA pode causar reações indesejáveis.
A tabela 1 a seguir resume as reações adversas que foram relatadas em associação com o uso de trastuzumabe (Herceptin®) isolado ou em combinação com quimioterapia7 em estudos clínicos. Todos os termos incluídos são baseados na maior porcentagem observada nos estudos clínicos.

Tendo em vista que trastuzumabe é comumente utilizado com outros agentes quimioterápicos e radioterapia8, geralmente é difícil de confirmar a relação causal dos eventos adversos para um fármaco38/radioterapia8 em particular.
A categoria de frequência correspondente para cada reação adversa ao medicamento é baseada na seguinte convenção: muito comum (≥ 1/10), comum (≥ 1/100 a < 1/10), incomum (≥ 1/1.000 a < 1/100), rara (≥ 1/10.000 a < 1/1.000), muito rara (< 1/10.000), não conhecida (não pode ser estimada com base nos dados disponíveis). Dentro de cada grupo de frequência, as reações adversas são apresentadas em ordem decrescente de gravidade.

Classe do sistema orgânico

Reação adversa*

Frequência

Infecções39 e infestações Nasofaringite Muito comum
Infecção40 Muito comum
Influenza41 (gripe42) Comum
Faringite43 Comum
Sinusite44 Comum
Rinite45 Comum
Infecção40 do trato respiratório superior Comum
Infecção40 do trato urinário46 Comum
Distúrbios dos sistemas
sanguíneo e linfático47
Anemia48 Muito comum
Trombocitopenia49 (redução das plaquetas50 que
auxiliam na coagulação51 do sangue52)
Muito comum
Neutropenia53 febril Muito comum
Redução da contagem de células54 brancas
sanguíneas / leucopenia55
Comum
Neutropenia53 (redução de um dos tipos de
glóbulos brancos, responsáveis pela defesa
contra infecções39)
Comum
Distúrbios do sistema imune56 Hipersensibilidade (reações alérgicas) Comum

Distúrbios metabólicos
e nutricionais

Redução de peso Muito comum
Aumento de peso Muito comum
Redução do apetite Muito comum
Distúrbios psiquiátricos Insônia Muito comum
Depressão Comum
Ansiedade Comum
Distúrbios do sistema nervoso57 Tontura58 Muito comum
Dor de cabeça59 Muito comum
Parestesia60 (sensibilidade alterada de uma região do
corpo, geralmente com formigamento ou dormência61)
Muito comum

Hipoestesia62 (perda ou diminuição de sensibilidade
em determinada região do corpo)

Muito comum
Disgeusia (alteração do paladar63) Muito comum
Hipertonia64 (aumento da rigidez muscular) Comum
Neuropatia periférica65 (lesão66 de nervos periféricos) Comum
Sonolência Comum
Distúrbios oculares Lacrimejamento (aumento) Muito comum
Conjuntivite67 Muito comum
Distúrbios do ouvido
e do labirinto68
Surdez Incomum
Distúrbios cardíacos Diminuição da fração de ejeção (quantidade de
sangue52 que o coração69 consegue
enviar para a circulação70)
Muito comum
+Insuficiência cardíaca15 (congestiva) (insuficiência71
do coração69 com acúmulo de líquido)
Comum
Cardiomiopatia (alteração do músculo cardíaco72) Comum
+1Taquiarritmia73 supraventricular (arritmia74 do
coração69 com batimentos muito rápidos)
Comum
1Palpitação75 Comum
Distúrbios vasculares76 Linfedema (inchaço77 provocado pelo acúmulo de
um líquido denominado linfa78)
Muito comum
Fogachos Muito comum
+1Pressão baixa Comum
Pressão alta Comum
Vasodilatação Comum
Distúrbios respiratórios,
torácicos e do mediastino79
+Falta de ar Muito comum
Epistaxe80 (sangramento nasal) Muito comum
Dor orofaríngea81 (dor na garganta82) Muito comum
Tosse Muito comum
Rinorreia83 (coriza84) Muito comum
Asma85 Muito comum
Distúrbio pulmonar Comum
+Efusão86 pleural (acúmulo de líquido entre as duas
camadas da pleura87, popularmente chamado
de “água no pulmão”)
Comum
Pneumonia88 Comum
Pneumonite89 (inflamação90 pulmonar) Incomum
Chiado Incomum
Distúrbios gastrintestinais Diarreia91 Muito comum
Vômito92 Muito comum
Náusea93 Muito comum
Dor abdominal Muito comum
Dificuldade de digestão94 Muito comum
Constipação95 Muito comum
Estomatite96 (inflamação90 da cavidade bucal) Muito comum
Pancreatite97 (inflamação90 do pâncreas98) Incomum
Distúrbios hepatobiliares99 Dano hepatocelular (células54 do fígado22) Comum

Icterícia100 (aumento de bilirrubinas101 que provoca
coloração amarelada de pele102 e mucosas103)

Rara
Distúrbios de pele102 e
tecido subcutâneo104
Eritema105 (coloração avermelhada da pele102) Muito comum
Erupção106 cutânea107 Muito comum
Alopecia108 (redução parcial ou total de pelos ou
cabelos em uma determinada área da pele102)
Muito comum
Síndrome109 da eritrodisestesia palmo-plantar
(vermelhidão e descamação110 da palma da
mão111 e planta do pé)
Muito comum
Alterações nas unhas112 Muito comum
Acne113 Comum
Dermatite114 Comum
Pele102 seca Comum
Sudorese115 Comum
Rash116 maculopapular117
(manchas vermelhas na pele102 em grande
parte do corpo)
Comum
Coceira Comum
Onicoclasia (descolamento das unhas112) Comum
Urticária118 Comum
Distúrbios musculoesqueléticos
e do tecido conjuntivo119
Dor nas articulações120 Muito comum
Dor muscular c
Artrite121 (inflamação90 nas articulações120) Comum
Dor nas costas122 Comum
Dor óssea Comum
Contrações musculares involuntárias Comum
Dor no pescoço123 Comum
Dor nas extremidades Comum
Distúrbios gerais e condições
no local de administração
Astenia124 (desânimo) Muito comum
Dor torácica Muito comum
Calafrios35 Muito comum
Fadiga125 Muito comum
Mal-estar semelhante à gripe42 Muito comum
Reação relacionada à infusão Muito comum
Dor Muito comum
Febre34 Muito comum
Inchaço77 de mãos126 e pés Muito comum
Inflamação90 da mucosa127 Muito comum
Inchaço77 Comum
Indisposição Comum
Danos, intoxicação e
complicações de procedimentos
Toxicidade128 nas unhas112 Muito comum

*As frequências dos eventos adversos foram similares entre os dois braços de tratamento (ZEDORA versus Herceptin®) Fonte: MYL-1401O (a proposed biosimilar to trastuzumab). Summary of Clinical Safety1

* As reações adversas ao medicamento são identificadas como eventos que ocorreram com, pelo menos, 2% de diferença, quando comparado ao braço controle em, pelo menos, um dos maiores estudos clínicos randomizados. As reações adversas ao medicamento foram adicionadas à categoria apropriada da classe do sistema orgânico e apresentadas em uma única tabela de acordo com a maior incidência129 observada em qualquer um dos maiores estudos clínicos.
+ Denota as reações adversas que foram relatadas em associação com resultado fatal.
1 Denota as reações adversas que são relatadas amplamente em associação com reações relacionadas com a infusão. Porcentagens específicas para esses eventos não estão disponíveis.

A segurança e a toxicidade128 de ZEDORA foram avaliadas em 3 estudos durante o desenvolvimento da medicação cujo comparador foi o Herceptin®. Na tabela 2 estão relacionados os eventos adversos encontrados no maior estudo (MYL-Her3001).

Tabela 2: Reações adversas ao medicamento ZEDORA (trastuzumabe)

Classe do sistema orgânico

Reação adversa*

Frequência

Infecções39 e infestações Infecção40 do trato urinário46 Comum
Infecção40 do trato respiratório superior Comum
Distúrbios dos sistemas
sanguíneo e linfático47
Neutropenia53 (redução de um dos tipos de glóbulos brancos,
responsáveis pela defesa contra infecções39 por bactérias)
Muito comum
Leucopenia55 (diminuição dos glóbulos brancos, células54
responsáveis pela defesa contra infecções39)
Muito comum
Anemia48 Muito comum
Neutropenia53 febril (redução de um dos tipos de glóbulos
brancos, responsáveis pela defesa contra infecções39
por bactérias, associada a febre34
Muito comum
Distúrbios metabólicos e nutricionais Redução do apetite Comum
Hiperglicemia130 (aumento da glicose131, que é um
tipo de açúcar132, no sangue52)
Comum
Distúrbios do sistema nervoso57 Neuropatia133 sensorial periférica (lesão66 de nervos periféricos) Muito comum
Neuropatia periférica65 (lesão66 de nervos periféricos) Muito comum
Dor de cabeça59 Comum
Distúrbios cardíacos Diminuição da fração de ejeção (quantidade
de sangue52 que o coração69 consegue enviar
para a circulação70)
Comum
Insuficiência cardíaca15 (insuficiência71 do coração69
com acúmulo de líquido)
Incomum
Distúrbios respiratórios,
torácicos e do mediastino79
Tosse Comum
Falta de ar Comum
Pneumonia88 Comum
Derrame134 pleural (acúmulo de líquido entre as duas
camadas da pleura87, popularmente chamado de
“água no pulmão”)
Incomum
Pneumonite89 (inflamação90 pulmonar) Incomum
Insuficiência respiratória135 Incomum
Distúrbios gastrintestinais Diarreia91 Muito comum
Náusea93 Muito comum
Vômito92 Muito comum
Gastroenterite136 Comum

Distúrbios de pele102 e tecido137
subcutâneo138

Redução parcial ou total de pelos ou cabelos
em uma determinada área da pele102

Muito comum
Erupção106 cutânea107 (reação na pele102) Comum
Alteração das unhas112 Comum
Distúrbios musculoesqueléticos
e do tecido conjuntivo119
Dor nas articulações120 Muito comum
Fraqueza Muito comum
Inchaço77 de mãos126 e pés Muito comum
Cansaço Muito comum
Febre34 Comum
Dor muscular Comum
Dor óssea Comum
Reação relacionada à infusão Comum
Calafrios35 Comum
Reação anafilática139 (reação alérgica140 grave) Comum
Distúrbios hepatobiliares99 Alteração de transaminases (exame que
avalia o funcionamento do fígado22)
Comum
Falência hepática141 (falta de funcionamento do fígado22) Incomum
Distúrbios renais e urinários Lesão66 renal142 Incomum

Imunogenicidade
No estudo clínico de câncer5 de mama6 inicial na neoadjuvância-adjuvância, como mediana de acompanhamento excedendo 70 meses, 10,1% (30/296) dos pacientes do braço tratado com trastuzumabe (Herceptin®) IV desenvolveram anticorpos143 contra trastuzumabe. Os anticorpos143 anti-trastuzumabe neutralizantes foram detectados em amostras pós nível basal em 2 de 30 pacientes do braço tratado com trastuzumabe (Herceptin®) IV.
A relevância clínica desses anticorpos143 é desconhecida. A presença de anticorpos143 anti-trastuzumabe não teve impacto na farmacocinética, eficácia [determinada pela resposta patológica completa (RpC) e sobrevida144 livre de doença (SLD)] e segurança (determinada pela ocorrência de reações relacionadas à infusão, RRAs) de trastuzumabe (Herceptin®) IV.
Os níveis de anticorpo13 anti- trastuzumabe foram avaliados no estudo do ZEDORA. A taxa global desses anticorpos143 foi 2,4% (6/247) no braço ZEDORA e 2,8% (7/246) no braço Herceptin®. O número de doentes com a presença desses anticorpos143 diminuiu ao longo do tempo. O potencial imunogênico das duas medicações foi similar e baixo.1

Informações adicionais sobre reações adversas selecionadas
Reações relacionadas à infusão e hipersensibilidade
As reações relacionadas à infusão, tais como calafrios35 e/ou febre34, dispneia18, hipotensão145, sibilância, broncoespasmo146, taquicardia147, redução na saturação de oxigênio e insuficiência respiratória135 foram observadas em todos os estudos clínicos com trastuzumabe (vide item “Advertências e Precauções”).
Pode ser difícil diferenciar, clinicamente, as reações relacionadas à infusão de reações de hipersensibilidade.
O índice de todas as reações relacionadas à infusão de todos os graus variou entre os estudos dependendo da indicação, se trastuzumabe foi administrado em combinação com quimioterapia7 ou como monoterapia e a metodologia de coleta de dados.
No câncer5 de mama6 metastático, o índice das reações relacionadas à infusão variou de 49% a 54% no braço com quimioterapia7 e trastuzumabe, em comparação com 36% a 58% no braço comparador (quimioterapia7 sem trastuzumabe). Reações graves (grau 3 ou maior) variaram de 5% a 7% no braço com trastuzumabe, em comparação com 5% a 6% no braço comparador.
No câncer5 de mama6 inicial, o índice das reações relacionadas à infusão variou de 18% a 54% no braço com quimioterapia7 e trastuzumabe, em comparação com 6% a 50% no braço comparador (quimioterapia7 sem trastuzumabe). Reações graves (grau 3 ou maior) variaram de 0,5% a 6% no braço com trastuzumabe, em comparação com 0,3% a 5% no braço comparador.
No tratamento do câncer5 de mama6 inicial na neoadjuvância-adjuvância (estudo BO22227), os índices de reações relacionadas à infusão estiveram de acordo com o descrito acima e foi de 37,2% no braço tratado com Herceptin® IV. Reações graves de grau 3 relacionadas à infusão foram de 2,0% no mesmo braço durante o período de tratamento. Não houve reações relacionadas à infusão de graus 4 ou 5. Reações anafilactoides foram observadas em casos isolados.

Disfunção cardíaca
Insuficiência cardíaca congestiva148 (NYHA Classe II-IV) é uma reação adversa comum a trastuzumabe e associada com resultados fatais. Sinais149 e sintomas30 de disfunção cardíaca, tais como falta de ar, ortopneia (dificuldade respiratória quando está na posição deitada), exacerbação da tosse, edema pulmonar150, galope S3 (quando o médico na ausculta151 percebe três batimentos cardíacos em vez de dois, como seria o normal) ou redução na fração de ejeção ventricular (quantidade de sangue52 que o coração69 consegue enviar para a circulação70), foram observados em pacientes tratados com trastuzumabe.

Câncer5 de mama6 metastático
Dependendo dos critérios utilizados para definir a insuficiência cardíaca15, a incidência129 de sintomas30 nos estudos clínicos principais, realizados em pacientes com doença metastática12, variou entre 9% e 12% no grupo de pacientes tratados com Herceptin® + paclitaxel, comparado com 1% - 4% no grupo de pacientes tratados com paclitaxel isolado. Para a monoterapia com Herceptin®, o índice foi de 6% - 9%. O índice mais elevado de disfunção cardíaca foi observado em pacientes tratados concomitantemente com Herceptin® + antraciclina/ciclofosfamida (27%) e foi significativamente mais elevado que o do grupo tratado somente com antraciclina/ciclofosfamida (7% - 10%). Em outro estudo com monitoramento prospectivo152 da função cardíaca, a incidência129 de insuficiência cardíaca15 sintomática153 foi de 2,2% em pacientes recebendo Herceptin® e docetaxel, comparado com 0% nos pacientes recebendo docetaxel isoladamente. A maioria dos pacientes (79%) que desenvolveu disfunção cardíaca nesses estudos apresentou melhora após receber o tratamento padrão para insuficiência cardíaca15.

Câncer5 de mama6 inicial (adjuvância)
Nos três estudos clínicos principais na adjuvância com a administração de trastuzumabe em combinação com quimioterapia7, a incidência129 de disfunção cardíaca de grau 3/4 (insuficiência cardíaca congestiva148 sintomática153) foi similar em pacientes que estavam recebendo somente quimioterapia7 e em pacientes que estavam recebendo Herceptin® sequencialmente após um taxano (0,3 a 0,4%). O índice foi maior em pacientes que estavam recebendo Herceptin® concomitantemente a um taxano (2,0%). Em 3 anos, o índice de eventos cardíacos em pacientes recebendo AC → P (doxorrubicina mais ciclofosfamida seguidos por paclitaxel) + H (trastuzumabe) foi estimado em 3,2%, comparado com 0,8% em pacientes tratados com AC → P. Nenhum aumento na incidência129 cumulativa de eventos cardíacos foi observado em 5 anos de acompanhamento adicionais.

Em 5,5 anos, os índices de eventos cardíacos sintomáticos ou FEVE foram 1,0%, 2,3% e 1,1%, respectivamente, nos braços de tratamento com AC → D (doxorrubicina mais ciclofosfamida seguidos por docetaxel), AC → DH (doxorrubicina mais ciclofosfamida seguidos por docetaxel mais trastuzumabe), e DCarbH (docetaxel, carboplatina e trastuzumabe). Para insuficiência cardíaca congestiva148 sintomática153 (NCI-CTC Grau 3-4), os índices de 5 anos foram 0,6%, 1,9% e 0,4%, respectivamente, nos braços de tratamento AC → D, AC → DH e DCarbH. O risco global de desenvolvimento de eventos cardíacos sintomáticos foi baixo e similar para pacientes36 nos braços de tratamento com AC → D e DCarbH. Com relação aos braços de tratamento AC → D e DCarbH, houve aumento do risco de desenvolvimento de eventos cardíacos sintomáticos para pacientes36 do braço de tratamento AC → DH, sendo discernível por aumento contínuo no índice cumulativo de eventos cardíacos sintomáticos ou FEVE de até 2,3% em comparação com aproximadamente 1% nos dois braços comparadores (AC → D e DCarbH).
Quando Herceptin® foi administrado após a conclusão da quimioterapia7 adjuvante, insuficiência cardíaca15 NYHA Classe III-IV foi observada em 0,6% dos pacientes no braço que receberam Herceptin® por um ano após mediana de acompanhamento de 12 meses. Após a mediana de 3,6 anos de acompanhamento, a incidência129 de insuficiência cardíaca15 congestiva grave e disfunção ventricular esquerda após a terapia com trastuzumabe permaneceu abaixo de 0,8% e 9,8%, respectivamente.
No estudo BO16348, após uma mediana de acompanhamento de 8 anos, a incidência129 de insuficiência cardíaca congestiva148 grave (NYHA Classe III-IV) no braço tratado com Herceptin® por um ano, foi de 0,8%, e o índice de disfunção ventricular esquerda assintomática e sintomática153 leve foi de 4,6%.
A reversibilidade da insuficiência cardíaca congestiva148 grave (definida como uma sequência de pelo menos dois valores consecutivos de FEVE ≥ 50% após o evento) foi evidente em 71,4% dos pacientes tratados com Herceptin®. A reversibilidade da disfunção ventricular esquerda assintomática e sintomática153 leve foi demonstrada em 79,5% dos pacientes. Aproximadamente 17% dos eventos relacionados à disfunção cardíaca ocorreram após a conclusão do tratamento com Herceptin®.

Na análise conjunta dos estudos NSABP-B31 e NCCTG N9831, com uma mediana de acompanhamento de 8,1 anos para o grupo AC → PH (doxorrubicina mais ciclofosfamida, seguido de paclitaxel mais trastuzumabe), a incidência129 por paciente de um novo início de disfunção cardíaca, determinada pela FEVE, permaneceu inalterada em comparação com a análise feita no grupo AC → PH sob mediana de acompanhamento de 2,0 anos: 18,5% dos pacientes no grupo AC → PH com uma redução de FEVE de ≥ 10% a até menos que 50%. A reversibilidade da disfunção ventricular esquerda foi reportada em 64,5% dos pacientes que apresentaram ICC sintomática153 no grupo AC → PH, sendo assintomática no último acompanhamento, e 90,3% tento uma recuperação completa ou parcial da FEVE.

Câncer5 de mama6 inicial (neoadjuvância-adjuvância)
No estudo clínico pivotal MO16432, Herceptin® foi administrado concomitantemente com quimioterapia7 neoadjuvante incluindo três ciclos de doxorrubicina (dose cumulativa de 180 mg/m2). A incidência129 de disfunção cardíaca sintomática153 foi de até 1,7% no braço com Herceptin®.
No estudo clínico pivotal BO22227, Herceptin® foi administrado concomitantemente com quimioterapia7 neoadjuvante incluindo quatro ciclos de epirrubicina (dose cumulativa de 300 mg/m2); na mediana de acompanhamento excedendo 70 meses, a incidência129 de insuficiência cardíaca15 / insuficiência cardíaca congestiva148 foi de 0,3% no braço tratado com Herceptin® IV.

Câncer5 gástrico avançado
A maioria das reduções na FEVE (quantidade de sangue52 que sai do ventrículo esquerdo) observadas no estudo BO18255 foi assintomática, com exceção de um paciente no braço contendo Herceptin®, cuja queda da FEVE coincidiu com insuficiência cardíaca15.

Toxicidade128 hematológica (relacionada ao sangue52)
Câncer5 de mama6

A toxicidade128 hematológica é infrequente após a administração de Herceptin® IV como monoterapia nos pacientes em tratamento da doença metastática12.
Houve aumento na toxicidade128 hematológica em pacientes tratados com a combinação de trastuzumabe com paclitaxel, comparados com pacientes que receberam paclitaxel isoladamente.
A toxicidade128 hematológica foi também aumentada em pacientes que receberam Herceptin® e docetaxel, em comparação com docetaxel isolado. A incidência129 de neutropenia53 febril/septicemia154 neutropênica (diminuição de glóbulos brancos com febre34/infecção40 generalizada com diminuição de glóbulos brancos) também foi aumentada em pacientes tratados com Herceptin® mais docetaxel.

Câncer5 gástrico avançado
Os eventos adversos de grau ≥ 3 mais frequentemente relatados que ocorreram com taxa de incidência129 de, pelo menos, 1% por tratamento clínico, os quais foram classificados sob a classe do sistema orgânico relacionada aos distúrbios do sistema linfático155 e sangue52, são mostrados na tabela 3.

Tabela 3 Eventos adversos de grau ≥ 3 frequentemente reportados nos distúrbios do sangue52 e do sistema linfático155

 

fluoropirimidina / cisplatina (N = 290)
(% de pacientes em cada braço de tratamento)

trastuzumabe / fluoropirimidina / cisplatina (N = 294)
(% de pacientes em cada braço de
tratamento)

Neutropenia53 (redução de um tipo de
glóbulo branco do sangue52)

30%

27%

Anemia48

10%

12%

Neutropenia53 febril (febre34 na vigência
de redução de um tipo de glóbulo branco)

3%

5%

Trombocitopenia49

3%

5%

A porcentagem total de pacientes que tiveram uma reação adversa (de grau ≥ 3 NCI-CTCAE versão 3.0) que tenha sido classificada sob essa classe do sistema orgânico foi de 38% no braço FP e 40% no braço FP+H. Em geral, não houve diferenças significativas na hematotoxicidade entre o braço de tratamento com trastuzumabe e o braço comparador.

Toxicidade128 hepática141 (relacionado ao fígado22) e renal142
Câncer5 de mama6

Toxicidade128 hepática141 grau 3 ou 4, segundo os critérios da OMS, foi observada em 12% dos pacientes após a administração de Herceptin® IV como agente único, em pacientes que receberam tratamento para a doença metastática12. Essa toxicidade128 foi associada com a progressão da doença no fígado22 em 60% dos pacientes.
Toxicidade128 hepática141 grau 3 ou 4, segundo os critérios da OMS, foi menos frequentemente observada entre pacientes que receberam Herceptin® IV e paclitaxel que entre os pacientes que receberam paclitaxel isoladamente (7% comparado com 15%).
Nenhuma toxicidade128 renal142 grau 3 ou 4, segundo os critérios da OMS, foi observada.

Câncer5 gástrico avançado
No estudo BO18255, não houve diferenças significativas na toxicidade128 hepática141 e renal142 observados entre dois braços de tratamento.

Diarreia91
Câncer5 de mama6

Dos pacientes tratados com Herceptin® como monoterapia para tratamento da doença metastática12 27% apresentaram diarreia91. Aumento na incidência129 de diarreia91, principalmente de gravidade leve a moderada, tem sido também observado nos pacientes que receberam Herceptin® em combinação com paclitaxel, em comparação com pacientes que receberam paclitaxel isoladamente.
No estudo BO16348, 8% dos pacientes tratados com Herceptin® apresentaram diarreia91 durante o primeiro ano de tratamento.

Câncer5 gástrico avançado
No estudo BO18255, 109 pacientes (37%) que participam do braço de tratamento contendo Herceptin® versus 80 pacientes (28%) no braço comparador tiveram algum grau de diarreia91. O critério de gravidade usando NCI-CTCAE v3.0, a porcentagem de pacientes que tiveram diarreia91 grau ≥ 3 foi de 4% no braço FP versus 9% no braço FP+H.

Infecção40
Aumento na incidência129 de infecções39, principalmente infecções39 leves do trato respiratório superior de pouca importância clínica, ou infecção40 de cateter, foi observado em pacientes tratados com trastuzumabe.

No estudo de ZEDORA infecção40 foi o evento adverso mais comum. Outras infecções39 listadas foram infecção40 do trato respiratório superior, nasofaringite e infecção40 do trato urinário46.1

Doenças Pulmonares
Doenças pulmonares como broncoespasmo146 (chiado no peito17), hipóxia156 (diminuição do oxigênio), dispneia18 (falta de ar), infiltrado pulmonar, derrame134 pleural (“água nos pulmões”), edema pulmonar150 não cardiogênico (inchaço77 no pulmão28 não relacionado a problema cardíaco) e síndrome109 do desconforto respiratório agudo157 foram relatados com o uso de trastuzumabe.1

Eventos adversos pulmonares graves com o uso de trastuzumabe (Herceptin®) foram relatados após sua comercialização (Tabela 4).

Experiência pós-comercialização
Tabela 4 Reações adversas relatadas durante a pós-comercialização do Herceptin®

Classe do sistema orgânico

Reação adversa

Distúrbios dos sistemas sanguíneo e linfático47

Redução da protrombina158 (substância que auxilia a coagulação51 sanguínea)

Trombocitopenia49 imune (diminuição das plaquetas50 de causa imunológica)

Distúrbios do sistema imune56

Reações anafilactoides (reações que lembram anafilaxia159, porém com mecanismo
diferente, que podem cursar com inchaços, reações cutâneas160, coceira, dificuldade
para respirar, dores abdominais e choque161)

Distúrbios oculares

Madarose (perda ou queda dos cílios162)

Distúrbios cardíacos

Choque161 cardiogênico (pressão muito baixa, porque o coração69 não consegue
manter a circulação70)

Taquicardia147 (aumento da frequência cardíaca)

Distúrbios respiratórios, torácicos
e do mediastino79

Broncoespasmo146 (diminuição do calibre dos brônquios163)

Redução na saturação de oxigênio

Insuficiência respiratória135

Doença pulmonar intersticial164

Infiltração pulmonar

Síndrome109 do desconforto respiratório agudo157

Desconforto respiratório

Fibrose165 pulmonar (substituição do tecido137 pulmonar normal por cicatriz166)

Hipóxia156 (concentração reduzida de oxigênio nos tecidos)

Inchaço77 na garganta82

Distúrbios renais e urinários

Glomerulonefropatia (doença dos glomérulos167, unidade funcional dos rins20)

Insuficiência renal19 (problema nos rins20)

Distúrbios de gravidez23, puerpério168
e perinatal

Hipoplasia27 pulmonar (pulmão28 pouco desenvolvido)

Hipoplasia27 renal142 (rim169 pouco desenvolvido)

Oligoâmnio (baixa produção de líquido amniótico26)

Eventos adversos
A Tabela 5 indica os eventos adversos que historicamente foram relatados em pacientes que receberam Herceptin®. Tendo em vista que não há evidência de relação causal entre Herceptin® e esses eventos, eles são considerados como não esperados para o propósito de relatórios de segurança de Farmacovigilância.

Tabela 5 Eventos adversos

Classe do sistema orgânico

Evento adverso

Infecções39 e infestações

Celulite170 (inflamação90 das células54 do tecido subcutâneo104) Erisipela171 (um tipo de celulite170)

Sepse172 (infecção40 geral do organismo) Meningite173

Bronquite Herpes-zoster174

Cistite175 (inflamação90 da bexiga176)

Distúrbios dos sistemas sanguíneo e linfático47

Leucemia177 (câncer5 no sangue52)

Distúrbios do sistema imune56

Anafilaxia159

Choque anafilático178 (reações alérgicas graves, com dificuldade respiratória e queda brusca da pressão arterial179)

Distúrbios psiquiátricos

Pensamento anormal

Distúrbios do sistema nervoso57

Falta de coordenação motora

Paresia180 (disfunção ou interrupção dos movimentos de um ou mais membros) Distúrbio cerebrovascular (alteração do cérebro181 por distúrbios vasculares76) Edema182 cerebral

Letargia183 Coma184

Distúrbios da orelha185 e labirinto68

Vertigem186

Distúrbios cardíacos

Efusão86 pericárdica (aumento excessivo da quantidade de líquido entre as duas camadas da membrana que reveste o coração69, “água” no coração69)

Bradicardia187 (diminuição da frequência cardíaca)

Pericardite188 (inflamação90 do pericárdio189, membrana que reveste o coração69)

Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino79

Soluço

Falta de ar ao realizar esforços

Distúrbios gastrintestinais

Gastrite190

Pancreatite97 (inflamação90 do pâncreas98)

Distúrbios hepatobiliares99

Insuficiência hepática21 (problema no fígado22)

Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo119

Dor muscular e nos ossos

Distúrbios renais e urinários

Disúria191 (dor ao urinar)

Distúrbios do sistema reprodutivo e da mama6

Dor nas mamas192

Distúrbios gerais e condições no local de administração

Desconforto torácico

Considerando os dados de segurança disponíveis do produto de referência Herceptin®, não há diferença significativa nos eventos adversos de ZEDORA e Herceptin® esperados para cada condição de utilização e população de pacientes.1-5

Caso tenha algum evento adverso pelo uso de ZEDORA, informe seu médico.
Atenção: este produto é um medicamento que possui uma nova indicação terapêutica193 no país e ampliação de uso, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

É muito pouco provável que você receba dose excessiva de ZEDORA. Se isso acontecer, os principais sintomas30 correspondem às reações indesejáveis descritas para o medicamento, que serão reconhecidos por seu médico, que saberá como tratá-los.

Referências bibliográficas
MYL-1401O (a proposed biosimilar to trastuzumab). Summary of Clinical Safety
MYL-1401O (a proposed biosimilar to trastuzumab). Summary of Biopharmaceutic Studies and Associated Analytical Methods
MYL-1401O (a proposed biosimilar to trastuzumab). Clinical Overview
MYL-1401O (a proposed biosimilar to trastuzumab). Summary of Clinical Efficacy
MYL-1401O (a proposed biosimilar to trastuzumab). Summary of Clinical Pharmacology
Bula Herceptin aprovada no FDA. SUPPL-5330 - 17/03/2016
Bula do profissional da saúde31 de Herceptin® aprovada pela ANVISA em 07/06/2017

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS

 

USO RESTRITO A HOSPITAIS
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

 

MS nº: 1.0033.0199
Farm. Resp.: Cintia Delphino de Andrade - CRF-SP nº 25.125

Importado por:
Libbs Farmacêutica Ltda.
Rua Josef Kryss, 250 - São Paulo - SP
CNPJ 61.230.314/0001-75

Fabricado por:
Biocon Limited
Plot Nos. 2, 3, 4 & 5 Phase-IV, Bommasandra-Jigani Link Road,
Bommasandra Post,
Bangalore – 560 099, India.

Embalado por:
Libbs Farmacêutica Ltda.
Rua Alberto Correa Francfort, 88
Embu das Artes - SP

 

SAC 0800 0135044
 

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Liofilizado: Submetido à liofilização, que é a desidratação de substâncias realizada em baixas temperaturas, usada especialmente na conservação de alimentos, em medicamentos, etc.
2 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
3 Sorbitol: Adoçante com quatro calorias por grama. Substância produzida pelo organismo em pessoas com diabetes e que pode causar danos aos olhos e nervos.
4 Ácido clorídrico: Ácido clorídrico ou ácido muriático é uma solução aquosa, ácida e queimativa, normalmente utilizado como reagente químico. É um dos ácidos que se ioniza completamente em solução aquosa.
5 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
6 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
7 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
8 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
9 Adenocarcinoma: É um câncer (neoplasia maligna) que se origina em tecido glandular. O termo adenocarcinoma é derivado de “adeno”, que significa “pertencente a uma glândula” e “carcinoma”, que descreve um câncer que se desenvolveu em células epiteliais.
10 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
11 Junção Gastroesofágica: Área, no cárdia, desde a porção terminal do ESÔFAGO até o começo do ESTÔMAGO.
12 Doença metastática: Câncer que se espalhou do seu local de origem a outras partes do organismo.
13 Anticorpo: Proteína circulante liberada pelos linfócitos em reação à presença no organismo de uma substância estranha (antígeno).
14 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
15 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
16 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
17 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
18 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
19 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
20 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
21 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
22 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
23 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
24 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
25 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
26 Líquido amniótico: Fluido viscoso, incolor ou levemente esbranquiçado, que preenche a bolsa amniótica e envolve o embrião durante toda a gestação, protegendo-o contra infecções e choques mecânicos e térmicos.
27 Hipoplasia: Desenvolvimento defeituoso ou incompleto de tecido ou órgão, geralmente por diminuição do número de células, sendo menos grave que a aplasia.
28 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
29 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
30 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
31 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
32 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
33 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
34 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
35 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
36 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
37 Bolus: Uma quantidade extra de insulina usada para reduzir um aumento inesperado da glicemia, freqüentemente relacionada a uma refeição rápida.
38 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
39 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
40 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
41 Influenza: Doença infecciosa, aguda, de origem viral que acomete o trato respiratório, ocorrendo em epidemias ou pandemias e frequentemente se complicando pela associação com outras infecções bacterianas.
42 Gripe: Doença viral adquirida através do contágio interpessoal que se caracteriza por faringite, febre, dores musculares generalizadas, náuseas, etc. Sua duração é de aproximadamente cinco a sete dias e tem uma maior incidência nos meses frios. Em geral desaparece naturalmente sem tratamento, apenas com medidas de controle geral (repouso relativo, ingestão de líquidos, etc.). Os antibióticos não funcionam na gripe e não devem ser utilizados de rotina.
43 Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos ou não.
44 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
45 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
46 Trato Urinário:
47 Linfático: 1. Na histologia, é relativo à linfa, que contém ou que conduz linfa. 2. No sentido figurado, por extensão de sentido, a que falta vida, vigor, energia (diz-se de indivíduo); apático. 3. Na história da medicina, na classificação hipocrática dos quatro temperamentos de acordo com o humor dominante, que ou aquele que, pela lividez das carnes, flacidez dos músculos, apatia e debilidade demonstradas no comportamento, atesta a predominância de linfa.
48 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
49 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
50 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
51 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
52 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
53 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
54 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
55 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
56 Sistema imune: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
57 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
58 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
59 Cabeça:
60 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
61 Dormência: 1. Estado ou característica de quem ou do que dorme. 2. No sentido figurado, inércia com relação a se fazer alguma coisa, a se tomar uma atitude, etc., resultando numa abulia ou falta de ação; entorpecimento, estagnação, marasmo. 3. Situação de total repouso; quietação. 4. No sentido figurado, insensibilidade espiritual de um ser diante do mundo. Sensação desagradável caracterizada por perda da sensibilidade e sensação de formigamento, e que geralmente ocorre nas extremidades dos membros. 5. Em biologia, é um período longo de inatividade, com metabolismo reduzido ou suspenso, geralmente associado a condições ambientais desfavoráveis; estivação.
62 Hipoestesia: Perda ou diminuição de sensibilidade em determinada região do organismo.
63 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
64 Hipertonia: 1. Em biologia, é a característica de uma solução que apresenta maior concentração de solutos do que outra. 2. Em medicina, é a tensão excessiva em músculos, artérias ou outros tecidos orgânicos.
65 Neuropatia periférica: Dano causado aos nervos que afetam os pés, as pernas e as mãos. A neuropatia causa dor, falta de sensibilidade ou formigamentos no local.
66 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
67 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
68 Labirinto: 1. Vasta construção de passagens ou corredores que se entrecruzam de tal maneira que é difícil encontrar um meio ou um caminho de saída. 2. Anatomia: conjunto de canais e cavidades entre o tímpano e o canal auditivo, essencial para manter o equilíbrio físico do corpo. 3. Sentido figurado: coisa complicada, confusa, de difícil solução. Emaranhado, imbróglio.
69 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
70 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
71 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
72 Músculo Cardíaco: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo.
73 Taquiarritmia: Cadência rápida do ritmo do coração, arritmia rápida.
74 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
75 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
76 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
77 Inchaço: Inchação, edema.
78 Linfa: 1. Pode referir-se à água, especialmente a límpida, no uso formal. 2. Líquido orgânico originado do sangue, composto de proteínas e lipídios, que circula nos vasos linfáticos e transporta glóbulos brancos, especialmente os linfócitos T. 3. Qualquer humor aquoso.
79 Mediastino: Região anatômica do tórax onde se localizam diversas estruturas, dentre elas o coração.
80 Epistaxe: Hemorragia de origem nasal.
81 Orofaríngea: Relativo à orofaringe.
82 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
83 Rinorreia: Escoamento abundante de fluido pelo nariz, com ausência de fenômeno inflamatório.
84 Coriza: Inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo.
85 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
86 Efusão: 1. Saída de algum líquido ou gás; derramamento, espalhamento. 2. No sentido figurado, manifestação expansiva de sentimentos amistosos, de afeto, de alegria. 3. Escoamento de um gás através de uma pequena abertura, causado pela agitação térmica das moléculas do gás. 4. Derramamento de lava relativamente fluida sobre a superfície terrestre.
87 Pleura: Membrana serosa que recobre internamente a parede torácica e a superfície pulmonar.
88 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
89 Pneumonite: Inflamação dos pulmões que compromete principalmente o espaço que separa um alvéolo de outro (interstício pulmonar). Pode ser produzida por uma infecção viral ou lesão causada por radiação ou exposição a diferentes agentes químicos.
90 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
91 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
92 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
93 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
94 Digestão: Dá-se este nome a todo o conjunto de processos enzimáticos, motores e de transporte através dos quais os alimentos são degradados a compostos mais simples para permitir sua melhor absorção.
95 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
96 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
97 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
98 Pâncreas: Órgão nodular (no ABDOME) que abriga GLÂNDULAS ENDÓCRINAS e GLÂNDULAS EXÓCRINAS. A pequena porção endócrina é composta pelas ILHOTAS DE LANGERHANS, que secretam vários hormônios na corrente sangüínea. A grande porção exócrina (PÂNCREAS EXÓCRINO) é uma glândula acinar composta, que secreta várias enzimas digestivas no sistema de ductos pancreáticos (que desemboca no DUODENO).
99 Hepatobiliares: Diz-se do que se refere ao fígado e às vias biliares.
100 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
101 Bilirrubinas: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
102 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
103 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
104 Tecido Subcutâneo: Tecido conectivo frouxo (localizado sob a DERME), que liga a PELE fracamente aos tecidos subjacentes. Pode conter uma camada (pad) de ADIPÓCITOS, que varia em número e tamanho, conforme a área do corpo e o estado nutricional, respectivamente.
105 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
106 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
107 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
108 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
109 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
110 Descamação: 1. Ato ou efeito de descamar(-se); escamação. 2. Na dermatologia, fala-se da eliminação normal ou patológica da camada córnea da pele ou das mucosas. 3. Formação de cascas ou escamas, devido ao intemperismo, sobre uma rocha; esfoliação térmica.
111 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
112 Unhas: São anexos cutâneos formados por células corneificadas (queratina) que formam lâminas de consistência endurecida. Esta consistência dura, confere proteção à extremidade dos dedos das mãos e dos pés. As unhas têm também função estética. Apresentam crescimento contínuo e recebem estímulos hormonais e nutricionais diversos.
113 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
114 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
115 Sudorese: Suor excessivo
116 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
117 Maculopapular: Erupção cutânea que se caracteriza pelo aparecimento de manchas e de pápulas de tonalidade avermelhada, geralmente observada no sarampo ou na rubéola.
118 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
119 Tecido conjuntivo: Tecido que sustenta e conecta outros tecidos. Consiste de CÉLULAS DO TECIDO CONJUNTIVO inseridas em uma grande quantidade de MATRIZ EXTRACELULAR.
120 Articulações:
121 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
122 Costas:
123 Pescoço:
124 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
125 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
126 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
127 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
128 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
129 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
130 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
131 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
132 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
133 Neuropatia: Doença do sistema nervoso. As três principais formas de neuropatia em pessoas diabéticas são a neuropatia periférica, neuropatia autonômica e mononeuropatia. A forma mais comum é a neuropatia periférica, que afeta principalmente pernas e pés.
134 Derrame: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
135 Insuficiência respiratória: Condição clínica na qual o sistema respiratório não consegue manter os valores da pressão arterial de oxigênio (PaO2) e/ou da pressão arterial de gás carbônico (PaCO2) dentro dos limites da normalidade, para determinada demanda metabólica. Como a definição está relacionada à incapacidade do sistema respiratório em manter níveis adequados de oxigenação e gás carbônico, foram estabelecidos, para sua caracterização, pontos de corte na gasometria arterial: PaO2 50 mmHg.
136 Gastroenterite: Inflamação do estômago e intestino delgado caracterizada por náuseas, vômitos, diarréia e dores abdominais. É produzida pela ingestão de vírus, bactérias ou suas toxinas, ou agressão da mucosa intestinal por diversos mecanismos.
137 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
138 Subcutâneo: Feito ou situado sob a pele. Hipodérmico.
139 Reação anafilática: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
140 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
141 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
142 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
143 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
144 Sobrevida: Prolongamento da vida além de certo limite; prolongamento da existência além da morte, vida futura.
145 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
146 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
147 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
148 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
149 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
150 Edema pulmonar: Acúmulo anormal de líquidos nos pulmões. Pode levar a dificuldades nas trocas gasosas e dificuldade respiratória.
151 Ausculta: Ato de escutar os ruídos internos do organismo, para controlar o funcionamento de um órgão ou perceber uma anomalia; auscultação.
152 Prospectivo: 1. Relativo ao futuro. 2. Suposto, possível; esperado. 3. Relativo à preparação e/ou à previsão do futuro quanto à economia, à tecnologia, ao plano social etc. 4. Em geologia, é relativo à prospecção.
153 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
154 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
155 Sistema Linfático: Um sistema de órgãos e tecidos que processa e transporta células imunes e LINFA.
156 Hipóxia: Estado de baixo teor de oxigênio nos tecidos orgânicos que pode ocorrer por diversos fatores, tais como mudança repentina para um ambiente com ar rarefeito (locais de grande altitude) ou por uma alteração em qualquer mecanismo de transporte de oxigênio, desde as vias respiratórias superiores até os tecidos orgânicos.
157 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
158 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
159 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
160 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
161 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
162 Cílios: Populações de processos móveis e delgados que são encontrados revestindo a superfície dos ciliados (CILIÓFOROS) ou a superfície livre das células e que constroem o EPITÉLIO ciliado. Cada cílio nasce de um grânulo básico na camada superficial do CITOPLASMA. O movimento dos cílios propele os ciliados através do líquido no qual vivem. O movimento dos cílios em um epitélio ciliado serve para propelir uma camada superficial de muco ou fluido.
163 Brônquios: A maior passagem que leva ar aos pulmões originando-se na bifurcação terminal da traquéia. Sinônimos: Bronquíolos
164 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
165 Fibrose: 1. Aumento das fibras de um tecido. 2. Formação ou desenvolvimento de tecido conjuntivo em determinado órgão ou tecido como parte de um processo de cicatrização ou de degenerescência fibroide.
166 Cicatriz: Formação de um novo tecido durante o processo de cicatrização de um ferimento.
167 Glomérulos: 1. Pequeno tufo ou novelo de fibras nervosas ou vasos sanguíneos, especialmente de capilares. 2. Rede de capilares recoberta por células epiteliais nos rins, é o local onde o sangue é filtrado e os produtos de excreção são removidos. 3. Inflorescência cimosa na qual as flores são subsésseis e muito próximas entre si, formando um aglomerado de aspecto globoso.
168 Puerpério: Período que decorre desde o parto até que os órgãos genitais e o estado geral da mulher voltem às condições anteriores à gestação.
169 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
170 Celulite: Inflamação aguda das estruturas cutâneas, incluindo o tecido adiposo subjacente, geralmente produzida por um agente infeccioso e manifestada por dor, rubor, aumento da temperatura local, febre e mal estar geral.
171 Erisipela: Infecção cutânea que afeta a derme e o tecido celular subcutâneo, produzida por uma bactéria denominada estreptococo e que se manifesta por febre, aumento da temperatura local, dor e espessamento da pele afetada.
172 Sepse: Infecção produzida por um germe capaz de provocar uma resposta inflamatória em todo o organismo. Os sintomas associados a sepse são febre, hipotermia, taquicardia, taquipnéia e elevação na contagem de glóbulos brancos. Pode levar à morte, se não tratada a tempo e corretamente.
173 Meningite: Inflamação das meninges, aguda ou crônica, quase sempre de origem infecciosa, com ou sem reação purulenta do líquido cefalorraquidiano. As meninges são três membranas superpostas (dura-máter, aracnoide e pia-máter) que envolvem o encéfalo e a medula espinhal.
174 Zoster: Doença produzida pelo mesmo vírus que causa a varicela (Varicela-Zóster). Em pessoas que já tenham tido varicela, o vírus se encontra em forma latente e pode ser reativado produzindo as características manchas avermelhadas, vesículas e crostas no território de distribuição de um determinado nervo. Como seqüela pode deixar neurite, com dores importantes.
175 Cistite: Inflamação ou infecção da bexiga. É uma das infecções mais freqüentes em mulheres, e manifesta-se por ardor ao urinar, urina escura ou com traços de sangue, aumento na freqüência miccional, etc.
176 Bexiga: Órgão cavitário, situado na cavidade pélvica, no qual é armazenada a urina, que é produzida pelos rins. É uma víscera oca caracterizada por sua distensibilidade. Tem a forma de pêra quando está vazia e a forma de bola quando está cheia.
177 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
178 Choque anafilático: Reação alérgica grave, caracterizada pela diminuição da pressão arterial, taquicardia e distúrbios gerais da circulação, acompanhado ou não de edema de glote. Necessita de tratamento urgente. Pode surgir por exposição aos mais diversos alérgenos.
179 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
180 Paresia: Diminuição da força em um ou mais grupos musculares. É um grau menor de paralisia.
181 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
182 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
183 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
184 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
185 Orelha: Sistema auditivo e de equilíbrio do corpo. Consiste em três partes
186 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
187 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
188 Pericardite: Inflamação da membrana que recobre externamente o coração e os vasos sanguíneos que saem dele. Os sintomas dependem da velocidade e grau de lesão que produz. Variam desde dor torácica, febre, até o tamponamento cardíaco, que é uma emergência médica potencialmente fatal.
189 Pericárdio: Saco fibroseroso cônico envolvendo o CORAÇÃO e as raízes dos grandes vasos (AORTA, VEIA CAVA, ARTÉRIA PULMONAR). O pericárdio consiste em dois sacos, o pericárdio fibroso externo e o pericárdio seroso externo. O pericárdio seroso consiste em uma camada parietal externa e uma visceral interna próxima ao coração (epicárdio), com uma cavidade pericárdica no meio. Sinônimos: Epicárdio
190 Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
191 Disúria: Dificuldade para urinar. Pode produzir ardor, dor, micção intermitente, etc. Em geral corresponde a uma infecção urinária.
192 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
193 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.

Tem alguma dúvida sobre Zedora?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.