Preço de Edistride em São Paulo/SP: R$ 107,26

Edistride

ASTRAZENECA DO BRASIL LTDA

Atualizado em 27/07/2023

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Edistride
dapagliflozina
Comprimidos 10 mg

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Comprimido revestido
Embalagens com 14 ou 30 comprimidos

USO ORAL
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO:

Cada comprimido de Edistride contém:

dapagliflozina propanodiol (equivalente a 10 mg de dapagliflozina) 12,30 mg
excipiente q.s.p. 1 comprimido

Excipientes: celulose microcristalina, lactose1, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, álcool polivinílico, dióxido de titânio, macrogol, talco e óxido de ferro amarelo.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Diabetes mellitus2 tipo 2

Monoterapia: Edistride é indicado junto à dieta e à prática de exercícios para melhorar o controle glicêmico (controle dos níveis de açúcar3 no sangue4) em pacientes com diabetes mellitus2 tipo 2.

Combinação: Edistride é indicado em pacientes com diabetes mellitus2 tipo 2, para melhorar o controle glicêmico, em combinação com metformina5, uma tiazolidinediona (por exemplo, pioglitazona), uma sulfonilureia (por exemplo, glipizida6), um inibidor da DPP4 (por exemplo, sitagliptina, saxagliptina), com ou sem metformina5, metformina5 e uma sulfonilureia ou insulina7 (isolada ou com até duas medicações antidiabéticas orais), quando a terapia existente juntamente com dieta e exercícios não proporciona controle glicêmico adequado.

Combinação inicial: Edistride é indicado como terapia de combinação inicial com metformina5, juntamente com dieta e exercícios para melhorar o controle glicêmico em pacientes com diabetes mellitus2 tipo 2, quando ambas as terapias com dapagliflozina e metformina5 são apropriadas.

Edistride é indicado para prevenção de desenvolvimento ou agravamento de insuficiência cardíaca8 (mau funcionamento do coração9) ou morte cardiovascular e para a prevenção de desenvolvimento ou agravamento de nefropatia10 (doença dos rins11) em pacientes com diabetes mellitus2 tipo 2.

Insuficiência cardíaca8

Edistride é indicado para o tratamento de insuficiência cardíaca8 com fração de ejeção reduzida (quando o coração9 não se contrai adequadamente durante cada batimento cardíaco de modo que o sangue4 não é adequadamente bombeado para fora do coração9) em pacientes adultos.

Doença renal12 crônica

Edistride é indicado para o tratamento de doença renal12 crônica em pacientes adultos.

Limitações de uso

Edistride não é indicado para uso por pacientes com diabetes mellitus2 tipo 1. Edistride não deve ser utilizado para o tratamento de cetoacidose diabética13.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Edistride é um medicamento que bloqueia o cotransportador sódio-glicose14 2 (SGLT2), uma proteína responsável pela reabsorção da glicose14 (açúcar3) no rim15, levando à eliminação do excesso de glicose14 na urina16, melhorando o controle do diabetes mellitus2 tipo 2. Esse bloqueio também reduz a pressão nos rins11 (glomérulos17) e junto com um aumento da eliminação de água na urina16, pode ter efeito benéfico na função renal12 e no coração9.

Foi observada redução da quantidade de açúcar3 no sangue4 em jejum após uma semana de tratamento com dapagliflozina.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Este medicamento é contraindicado para uso por paciente que tenha hipersensibilidade (alergia18) a dapagliflozina ou a qualquer um dos componentes do medicamento.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Antes de iniciar o tratamento com Edistride, informe seu médico suas condições médicas, inclusive se você:

  • Tiver diabetes mellitus2 tipo 1: Edistride não deve ser usado no tratamento de pessoas com diabetes mellitus2 tipo 1;
  • Tiver histórico ou risco de cetoacidose diabética13 (acúmulo de corpos cetônicos, que são substâncias que deixam o sangue4 ácido, ou seja, com o pH mais baixo do que o normal no organismo). Edistride não deve ser usado no tratamento da cetoacidose diabética13;
  • Tiver problemas renais graves;
  • Tiver infecções19 do trato urinário20 (infecções19 da bexiga21, rins11 ou tubos que transportam a urina16) com frequência.

Uso em pacientes com insuficiência renal22 (funcionamento diminuído dos rins11)

Há poucos dados sobre o tratamento inicial de Edistride em pacientes que apresentam taxa de filtração glomerular (quanto do sangue4 é filtrado pelos rins11 para formar a urina16) muito baixa (menor que 25 mL/min/1,73m2), ou seja, quando o funcionamento renal12 está severamente diminuído. A eficácia do Edistride na redução da glicose14 para o tratamento de diabetes mellitus2 tipo 2 é menor em pacientes com insuficiência renal22 moderada a grave (taxa de filtração glomerular menor do que 45 mL/min/1,73m2) ou com falência renal12. Portanto, como em todos os pacientes diabéticos, o funcionamento renal12 deve ser avaliado antes do início do tratamento com Edistride e periodicamente.

Cetoacidose em pacientes com diabetes mellitus2

Se você apresentar sinais23 e sintomas24 compatíveis com cetoacidose, como náuseas25, vômito26, dor abdominal, mal- estar e falta de ar, você deve consultar imediatamente seu médico para avaliação de suspeita de cetoacidose. Em caso de suspeita de cetoacidose, seu médico pode suspender temporariamente ou interromper o uso de Edistride.

Fasciíte necrosante27 do períneo28 (Gangrena29 de Fournier)

Casos raros, mas que podem levar à morte, de uma infecção30 na área genital chamada de fasciíte necrosante27 ou gangrena29 de Fournier foram relatados no período pós-comercialização do produto. Se você apresentar sintomas24 como sensibilidade, vermelhidão ou inchaço31 na área genital, acompanhados de febre32 e mal-estar, procure um médico e pare imediatamente o uso do medicamento (ver seção Experiência pós-comercialização no item “8. Quais os males que este medicamento pode me causar?”).

Uso com medicações conhecidas por causar hipoglicemia33 (redução no nível de glicose14 no sangue4)

Insulina7 e seus secretagogos, tais como sulfonilureias34, causam hipoglicemia33. Portanto, o médico poderá indicar uma dose menor de insulina7 ou de secretagogos de insulina7 (medicamentos que aumentam a liberação de insulina7 pelo pâncreas35, exemplos: glibenclamida, gliclazida, glimepirida36) para reduzir o risco de hipoglicemia33 quando usado em combinação com Edistride.

Gravidez37 e Lactação38

Edistride não deve ser usado no segundo e terceiro trimestres de gravidez37.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião- dentista.

Edistride não deve ser utilizado em mulheres que estejam amamentando, pois não se sabe se Edistride pode passar para o leite materno.

Populações especiais

Uso pediátrico: A segurança e a eficácia de Edistride em pacientes pediátricos não foram estabelecidas.

Uso em idosos: A alteração da dose de Edistride não é recomendada com base na idade.

Interações medicamentosas

Efeitos de outros medicamentos sobre a dapagliflozina

Em estudos de interação realizados em indivíduos sadios, a farmacocinética (distribuição e transformação do medicamento no organismo) da dapagliflozina não foi alterada pela metformina5, pioglitazona, sitagliptina, glimepirida36, voglibose, hidroclorotiazida, bumetanida, valsartana ou sinvastatina. Após o uso concomitante de dapagliflozina com rifampicina ou ácido mefenâmico, foi observada, respectivamente, uma diminuição e um aumento nos níveis de dapagliflozina, mas não houve qualquer efeito clinicamente significativo na eliminação de glicose14 na urina16 em 24 horas, nos dois casos.

Efeitos da dapagliflozina sobre outros medicamentos

O uso concomitante de dapagliflozina e lítio pode levar a uma redução nas concentrações de lítio no sangue4 devido a um possível aumento da eliminação de lítio na urina16. A dose de lítio pode precisar de ajuste.

Em estudos de interação conduzidos em indivíduos sadios, a dapagliflozina não alterou significativamente a farmacocinética da metformina5, pioglitazona, sitagliptina, glimepirida36, hidroclorotiazida, bumetanida, valsartana, sinvastatina, digoxina ou varfarina.

Relate a seu médico os medicamentos que estiver tomando, incluindo medicamentos vendidos com ou sem prescrição médica, vitaminas e suplementos naturais. Conheça os medicamentos que toma. Mantenha uma lista de seus medicamentos e mostre-a a seu médico e farmacêutico quando começar a tomar um novo medicamento. Avise a seu médico se você estiver tomando outros medicamentos para o tratamento do diabetes39, especialmente sulfonilureias34 (medicamentos para controle do diabetes39 que agem baixando a glicose14 por aumento da liberação de insulina7 pelo pâncreas35, exemplos: glibenclamida, gliclazida, glimepirida36), ou insulina7 e medicamentos catiônicos (por exemplo, amilorida, digoxina, morfina, procainamida, quinidina, quinina, ranitidina, triantereno, trimetoprima ou vancomicina).

O uso de dapagliflozina e bumetanida juntas não alterou a excreção de sódio na urina16 e nem o volume urinário em indivíduos saudáveis.

A dapagliflozina não afetou a ação anticoagulante40 (isto é, de prevenir a formação de trombos41 sanguíneos que impedem sangramento) da varfarina.

Outras interações

Os efeitos do fumo, dieta, produtos à base de plantas e uso de álcool sobre o efeito de Edistride não foram especificamente estudados.

Não se espera que Edistride afete a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas.

Não foram realizados estudos sobre os efeitos na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde42.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de conservação

Conservar o produto em temperatura ambiente (15–30°C).

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas do produto

Os comprimidos revestidos de Edistride 10 mg são amarelos, biconvexos, em formato de losangos, com “10” gravado de um lado e “1428” no outro.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Diabetes mellitus2 tipo 2

Monoterapia e terapia de combinação

A dose recomendada de Edistride é de 10 mg uma vez ao dia isoladamente ou em combinação com metformina5 (com ou sem uma sulfonilureia); tiazolidinedionas (pioglitazona); sulfonilureias34; inibidores da DPP4 (com ou sem metformina5); ou insulina7 (com ou sem terapia antidiabética oral, terapia dupla com metformina5 e insulina7 ou terapia tripla com insulina7 incluindo metformina5 ou sulfonilureias34).

Terapia de combinação inicial

As doses iniciais recomendadas de Edistride e metformina5, quando usados como terapia de combinação inicial, é de Edistride 10 mg mais metformina5 500 mg uma vez ao dia. Pacientes com controle glicêmico inadequado neste esquema de doses devem ter a dose de metformina5 aumentada de acordo com avaliação do médico.

Insuficiência cardíaca8

A dose recomendada de Edistride é de 10 mg uma vez ao dia, a qualquer hora do dia, independentemente das refeições.

No estudo DAPA-HF, dapagliflozina foi administrada em conjunto com outras terapias para insuficiência cardíaca8.

Doença renal12 crônica

A dose recomendada de Edistride é de 10 mg uma vez ao dia, a qualquer hora do dia, independentemente das refeições.

No estudo clínico de dapagliflozina em pacientes com doença renal12 crônica (DAPA-CKD), Edistride foi administrado em conjunto com outras terapias para doença renal12 crônica.

Populações especiais

Pacientes com insuficiência renal22

Não é necessário ajuste de dose com base na função renal12.

A eficácia de Edistride na redução da glicose14 para o tratamento de diabetes mellitus2 tipo 2 é menor em pacientes com taxa de filtração glomerular (quantidade de sangue4 filtrado pelos rins11 para formar a urina16) baixa (TFGe menor que 45 mL/min/1,73m2). Portanto, se a taxa de filtração glomerular estiver baixa, seu médico deve considerar tratamento adicional para redução da glicose14 no tratamento do diabetes mellitus2.

Pacientes com insuficiência hepática43

Não é necessário ajuste da dose de Edistride em pacientes com insuficiência hepática43 leve, moderada ou grave.

Pacientes pediátricos e adolescentes

A segurança e eficácia de Edistride em pacientes pediátricos e adolescentes não foram estabelecidas.

Pacientes idosos

Não é necessário ajuste de dose de Edistride com base na idade do paciente (vide 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?).

Pacientes mais velhos têm maior probabilidade de apresentar o funcionamento dos rins11 prejudicado. As mesmas recomendações para função renal12 fornecidas para todos os pacientes também se aplicam a pacientes idosos.

Para segurança e eficácia desta apresentação, Edistride não deve ser administrado por vias não recomendadas. A administração deve ser somente pela via oral.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Se você deixar de tomar uma dose de Edistride, tome-a assim que se lembrar. Se estiver quase na hora da dose seguinte, pule a dose que esqueceu. Apenas tome a dose seguinte no horário normal. Não tome duas doses ao mesmo tempo. Converse com seu médico se tiver dúvidas sobre uma dose que esqueceu.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

As reações adversas relatadas em estudos clínicos são descritas na tabela abaixo. As frequências são definidas como: muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento), comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento), incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento), rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento), muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento) e não conhecida (não pode ser estimada com os dados disponíveis).

Sistema de órgãos
Termo preferido

Frequência

Infecções19 e infestações

Infecção30 Genitala,b (infecção30 da região genital por fungos)

Comum

Infecção30 no trato urinário20a,c (cistite44, infecção30 dos rins11, uretra45 ou próstata46)

Comum

Alterações na musculatura esquelética e tecidos conectivos

Dor nas costas47a

Comum

Transtornos urinários renais

Polaciúriaa e Poliúria48 (aumento da produção de urina16)a,d

Comum

Distúrbios do metabolismo49 e nutrição50

Cetoacidose diabética13e (produção de ácidos sanguíneos em excesso)

Rara

Distúrbios da pele51 e dos tecidos subcutâneos

Erupção52 cutânea53f,g (vermelhidão, inchaço31 e coceira na pele51)

Desconhecida

Fasciíte necrosante27 do períneo28 ou Gangrena29 de Fournierf,h (infecção30 com morte do tecido54 da região genital que pode causar sensibilidade, vermelhidão ou inchaço31 na área genital, além de febre32 e mal-estar)

Desconhecida

a Identificados dos 13 estudos controlados com placebo55 com dapagliflozina 10 mg em diabetes mellitus2 tipo 2, incluindo 3 estudos de monoterapia, 1 estudo de combinação inicial com metformina5, 2 de adição à metformina5, 2 de adição à insulina7, 1 de adição à pioglitazona, 1 de adição à sitagliptina, 1 de adição à glimepirida36 e 2 estudos com combinação de adição de terapia.
b Múltiplos termos de eventos adversos, incluindo infecções19 vulvovaginais e candidíase56, balanopostite57, balanite, abscesso58 peniano, infecção30 peniana, abscesso58 vulvar e vaginite59 bacteriana.
c Vários termos de eventos adversos, incluindo infecção30 do trato geniturinário, cistite44, pielonefrite60, trigonite, uretrite61 e prostatite62.
d Representa vários termos de eventos adversos, incluindo poliúria48, aumento da produção de urina16.
e Identificado a partir do estudo de desfechos cardiovasculares em pacientes com diabetes tipo 263. A frequência é baseada na taxa anual.
f Identificado durante o uso pós-comercialização do Edistride. Como essas reações são relatadas voluntariamente por uma população de tamanho incerto, nem sempre é possível estimar com segurança sua frequência.
g Erupção52 cutânea53 inclui os seguintes termos preferidos, listados por ordem de frequência em ensaios clínicos64: erupção52 cutânea53, erupção52 cutânea53 generalizada, erupção52 cutânea53 pruriginosa, erupção52 cutânea53 macular, erupção52 cutânea53 maculopapular65, erupção52 cutânea53 pustular, erupção52 cutânea53 vesicular, erupção52 eritematosa66. Nos ensaios clínicos64 controlados com fármaco67 e placebo55 (Dapagliflozina N = 5936, Controle, N = 3403), a frequência de erupção52 cutânea53 foi semelhante para Dapagliflozina (1,4%) e Controle (1,4%), respetivamente, correspondendo a frequência "Comum".
h Em um estudo clínico (DECLARE) incluindo 17160 pacientes, os pacientes que receberam dapagliflozina apresentaram menos Gangrena29 de Fournier em comparação com os pacientes que receberam placebo55 (1 versus 5).

Reação observada em estudos com uso combinado à metformina5: dor de cabeça68.

Reações observadas em estudos com uso combinado à pioglitazona: nasofaringite (inflamação69 da mucosa70 interna do nariz71 e faringe72) e diarreia73.

Reações observadas durante os estudos clínicos: mau funcionamento dos rins11, elevação da creatinina74 no sangue4, diminuição da taxa de filtração glomerular, infecções19 do trato urinário20, infecção30 micótica vulvovaginal, aumento da frequência de fraturas ósseas (em pacientes com problemas renais), relatos de desidratação75, hipovolemia76 (diminuição do volume sanguíneo), hipotensão77 (pressão baixa), infecções19 genitais, hipoglicemia33, quando associado a uma sulfonilureia ou insulina7, câncer78 de bexiga21 e de mama79, alterações no hematócrito80 (exame que mede a relação entre o volume ocupado pelos glóbulos vermelhos e o volume total do sangue4) e alterações nos níveis de fósforo e lipídeos (colesterol81 total, triglicérides82, colesterol81 HDL83 e colesterol81 LDL84) no sangue4, cetoacidose diabética13 (acúmulo de corpos cetônicos, que são substâncias que deixam o sangue4 ácido, ou seja, com o pH mais baixo do que o normal no organismo).

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica85 e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião- dentista.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Em estudos com doses de dapagliflozina maiores que as recomendadas, não houve aumento nas taxas de eventos adversos incluindo desidratação75 (perda de líquidos) ou hipotensão77 (queda de pressão arterial86) em pacientes tratados com dapagliflozina e não ocorreram alterações clinicamente significativas relacionadas aos exames laboratoriais incluindo eletrólitos87 séricos (por exemplo, sódio e potássio no sangue4) e indicadores do funcionamento dos rins11.

Na ocorrência de uma superdosagem, devem ser iniciados tratamentos apropriados de suporte, de acordo com o estado clínico do paciente. A remoção da dapagliflozina por hemodiálise88 não foi estudada.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

MS - 1.1618.0290
Farm. Resp.: Mauricio Rivas Marante - CRF-SP nº 28.847

Fabricado por:
AstraZeneca Pharmaceuticals LP – Mount Vernon, Indiana – Estados Unidos

Embalado e importado por: AstraZeneca do Brasil Ltda.
Rod. Raposo Tavares, km 26,9 – Cotia – SP CEP 06707-000
CNPJ 60.318.797/0001-00
Indústria Brasileira

OU

Fabricado por:
AstraZeneca Pharmaceuticals LP – Mount Vernon, Indiana – Estados Unidos

Embalado por: AstraZeneca Pharmaceuticals LP – Newark, Delaware – Estados Unidos

Importado por: AstraZeneca do Brasil Ltda.
Rod. Raposo Tavares, km 26,9 – Cotia – SP CEP 06707-000
CNPJ 60.318.797/0001-00

Comercializado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Guarulhos - SP


SAC 0800 014 5578

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
3 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
4 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
5 Metformina: Medicamento para uso oral no tratamento do diabetes tipo 2. Reduz a glicemia por reduzir a quantidade de glicose produzida pelo fígado e ajudando o corpo a responder melhor à insulina produzida pelo pâncreas. Pertence à classe das biguanidas.
6 Glipizida: Medicamento de uso oral para tratamento do diabetes tipo 2. Estimula a secreção de insulina ligando-se a um receptor específico na célula beta do pâncreas que determina fechamento dos canais de potássio (K+) dependentes de ATP (adenosina-trifosfato), resultando em despolarização da célula. Pertence à classe das sulfoniluréias.
7 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
8 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
9 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
10 Nefropatia: Lesão ou doença do rim.
11 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
12 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
13 Cetoacidose diabética: Complicação aguda comum do diabetes melito, é caracterizada pela tríade de hiperglicemia, cetose e acidose. Laboratorialmente se caracteriza por pH arterial 250 mg/dl, com moderado grau de cetonemia e cetonúria. Esta condição pode ser precipitada principalmente por infecções, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular encefálico, trauma e tratamento inadequado do diabetes. Os sinais clínicos da cetoacidose são náuseas, vômitos, dor epigástrica (no estômago), hálito cetônico e respiração rápida. O não-tratamento desta condição pode levar ao coma e à morte.
14 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
15 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
16 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
17 Glomérulos: 1. Pequeno tufo ou novelo de fibras nervosas ou vasos sanguíneos, especialmente de capilares. 2. Rede de capilares recoberta por células epiteliais nos rins, é o local onde o sangue é filtrado e os produtos de excreção são removidos. 3. Inflorescência cimosa na qual as flores são subsésseis e muito próximas entre si, formando um aglomerado de aspecto globoso.
18 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
19 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
20 Trato Urinário:
21 Bexiga: Órgão cavitário, situado na cavidade pélvica, no qual é armazenada a urina, que é produzida pelos rins. É uma víscera oca caracterizada por sua distensibilidade. Tem a forma de pêra quando está vazia e a forma de bola quando está cheia.
22 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
23 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
24 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
25 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
26 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
27 Necrosante: Que necrosa ou que sofre gangrena; que provoca necrose, necrotizante.
28 Períneo: Região que constitui a base do púbis, onde estão situados os órgãos genitais e o ânus.
29 Gangrena: Morte de um tecido do organismo. Na maioria dos casos é causada por ausência de fluxo sangüíneo ou infecção. Pode levar à amputação do local acometido.
30 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
31 Inchaço: Inchação, edema.
32 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
33 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
34 Sulfoniluréias: Classe de medicamentos orais para tratar o diabetes tipo 2 que reduz a glicemia por ajudar o pâncreas a fabricar mais insulina e o organismo a usar melhor a insulina produzida.
35 Pâncreas: Órgão nodular (no ABDOME) que abriga GLÂNDULAS ENDÓCRINAS e GLÂNDULAS EXÓCRINAS. A pequena porção endócrina é composta pelas ILHOTAS DE LANGERHANS, que secretam vários hormônios na corrente sangüínea. A grande porção exócrina (PÂNCREAS EXÓCRINO) é uma glândula acinar composta, que secreta várias enzimas digestivas no sistema de ductos pancreáticos (que desemboca no DUODENO).
36 Glimepirida: Medicamento de uso oral para tratamento do diabetes tipo 2. Estimula a secreção de insulina ligando-se a um receptor específico na célula-beta do pâncreas que determina fechamento dos canais de potássio (K+) dependentes de ATP (adenosinatrifosfato), resultando em despolarização da célula. Pertence à classe das sulfoniluréias.
37 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
38 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
39 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
40 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
41 Trombos: Coágulo aderido à parede interna de uma veia ou artéria. Pode ocasionar a diminuição parcial ou total da luz do mesmo com sintomas de isquemia.
42 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
43 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
44 Cistite: Inflamação ou infecção da bexiga. É uma das infecções mais freqüentes em mulheres, e manifesta-se por ardor ao urinar, urina escura ou com traços de sangue, aumento na freqüência miccional, etc.
45 Uretra: É um órgão túbulo-muscular que serve para eliminação da urina.
46 Próstata: Glândula que (nos machos) circunda o colo da BEXIGA e da URETRA. Secreta uma substância que liquefaz o sêmem coagulado. Está situada na cavidade pélvica (atrás da parte inferior da SÍNFISE PÚBICA, acima da camada profunda do ligamento triangular) e está assentada sobre o RETO.
47 Costas:
48 Poliúria: Diurese excessiva, pode ser um sinal de diabetes.
49 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
50 Nutrição: Incorporação de vitaminas, minerais, proteínas, lipídios, carboidratos, oligoelementos, etc. indispensáveis para o desenvolvimento e manutenção de um indivíduo normal.
51 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
52 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
53 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
54 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
55 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
56 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
57 Balanopostite: Inflamação da glande e do prepúcio. Produz dor e secreção de pus. Pode ser de origem traumática ou infecciosa.
58 Abscesso: Acumulação de pus em uma cavidade formada acidentalmente nos tecidos orgânicos, ou mesmo em órgão cavitário, em consequência de inflamação seguida de infecção.
59 Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
60 Pielonefrite: Infecção dos rins produzida em geral por bactérias. A forma de aquisição mais comum é por ascensão de bactérias através dos ureteres, como complicação de uma infecção prévia de bexiga. Seus sintomas são febre, dor lombar, calafrios, eliminação de urina turva ou com traços de sangue, etc. Deve ser tratada cuidadosamente com antibióticos pelo risco de lesão permanente dos rins, com perda de função renal.
61 Uretrite: Inflamação da uretra de causa geralmente infecciosa. Manifesta-se por ardor ao urinar e secreção amarelada drenada pela mesma. Em mulheres esta secreção pode não ser evidente.
62 Prostatite: Quadro de inflamação da próstata.
63 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
64 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
65 Maculopapular: Erupção cutânea que se caracteriza pelo aparecimento de manchas e de pápulas de tonalidade avermelhada, geralmente observada no sarampo ou na rubéola.
66 Eritematosa: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
67 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
68 Cabeça:
69 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
70 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
71 Nariz: Estrutura especializada que funciona como um órgão do sentido do olfato e que também pertence ao sistema respiratório; o termo inclui tanto o nariz externo como a cavidade nasal.
72 Faringe: Canal músculo-membranoso comum aos sistemas digestivo e respiratório. Comunica-se com a boca e com as fossas nasais. É dividida em três partes: faringe superior (nasofaringe ou rinofaringe), faringe bucal (orofaringe) e faringe inferior (hipofaringe, laringofaringe ou faringe esofagiana), sendo um órgão indispensável para a circulação do ar e dos alimentos.
73 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
74 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
75 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
76 Hipovolemia: Diminuição do volume de sangue secundário a hemorragias, desidratação ou seqüestro de sangue para um terceiro espaço (p. ex. peritônio).
77 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
78 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
79 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
80 Hematócrito: Exame de laboratório que expressa a concentração de glóbulos vermelhos no sangue.
81 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
82 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
83 HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sanguíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como “Bom Colesterol”. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
84 LDL: Lipoproteína de baixa densidade, encarregada de transportar colesterol através do sangue. Devido à sua tendência em depositar o colesterol nas paredes arteriais e a produzir aterosclerose, tem sido denominada “mau colesterol“.
85 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
86 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
87 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
88 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.

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