Anaten

EUROFARMA

Atualizado em 03/06/2015

Anaten

besilato de anlodipino

atenolol

Cápsula gelatinosa dura

Uso oral

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Anaten

ANATEN® Cápsulas 5mg/25mg: 5mg de besilato de anlodipino/25mg de atenolol. Embalagem com 30 cápsulas.ANATEN® Cápsulas 5mg/50mg: 5mg de besilato de anlodipino/50mg de atenolol. Embalagem com 30 cápsulas.

USO ADULTO / USO ORAL

Composição de Anaten

Cada cápsula de ANATEN® (besilato de anlodipino/ atenolol) 5mg/25mg contém:
besilato de anlodipino (equivalente a 5,0 mg de anlodipino base) .......... 6,95mg
atenolol .................... 25,00mg
Excipientes* q.s.p. .................... 1 cápsula
*(carbonato de magnésio, amido de milho, gelatina, laurilsulfato de sódio, amidoglicolato de sódio, lactose1, estearato de magnésio, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, álcool polivinílico, polietilenoglicol, talco, dióxido de titânio, corante azul brilhante alumínio laca, corante laca alumínio amarelo crepúsculo).

Cada cápsula de ANATEN® (besilato de anlodipino/ atenolol) 5mg/50mg contém:
besilato de anlodipino (equivalente a 5, 0 mg de anlodipino base) .............. 6,95mg
atenolol .................... 50,00mg
Excipientes q.s.p. .................... 1 cápsula
*(carbonato de magnésio, amido de milho, gelatina, laurilsulfato de sódio, amidoglicolato de sódio, lactose1, estearato de magnésio, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, álcool polivinílico, polietilenoglicol, talco, dióxido de titânio, corante azul brilhante alumínio laca, corante laca alumínio amarelo crepúsculo).

Informações ao Paciente de Anaten

Ação de Anaten

ANATEN® (besilato de anlodipino/atenolol) reduz a pressão arterial2 através da ação de dois agentes, um betabloqueador beta-1 seletivo (atenolol) e um antagonista3 dos canais de cálcio (besilato de anlodipino). Possui ação no tratamento da insuficiência4 coronária crônica (angina5 do peito6). O atenolol bloqueia predominantemente os receptores beta-1 levando a uma diminuição da freqüência cardíaca e da força de contração do coração7. O besilato de anlodipino é um bloqueador dos canais de cálcio que promove dilatação arterial com conseqüente redução da pressão arterial2. O tempo necessário para se conseguir a eficácia máxima do medicamento é de aproximadamente 1 a 2 semanas.

Indicações de Anaten

ANATEN® (besilato de anlodipino/atenolol) está indicado no tratamento da hipertensão arterial8 (pressão alta) e insuficiência4 coronariana crônica estável (angina5 do peito6).

Risco de Anaten

CONTRA-INDICAÇÕES: O USO DO ANATEN® (BESILATO DE ANLODIPINO/ATENOLOL) É CONTRA-INDICADO EM PACIENTES COM HISTÓRICO DE ALERGIA9 A QUALQUER UM DOS COMPONENTES DA SUA FÓRMULA.ANATEN® (BESILATO DE ANLODIPINO/ATENO LOL) É CONTRA-INDICADO AOS PACIENTES COM BRADICARDIA10 SINUSAL (REDUÇÃO ACENTUADA DO BATIMENTO CARDÍACO), BLOQUEIO CARDÍACO11 DE SEGUNDO GRAU OU MAIOR (UM TIPO DE DISTÚRBIO DO RITMO CARDÍACO), CHOQUE12 CARDIOGÊNICO (FALÊNCIA GRAVE DO CORAÇÃO7), HIPOTENSÃO13 (PRESSÃO BAIXA) E INSUFICIÊNCIA CARDÍACA14 DESCOMPENSADA (" CORAÇÃO7 FRACO" ).

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PA RA A SUA SAÚDE15.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES: ANATEN® (BESILATO DE ANLODIPINO/ATENOLOL) NÃO DEVE SER ADMINISTRADO A PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA CARDÍACA14 DESCOMPENSADA (" CORAÇÃO7 FRACO"  COM SINTOMAS16 ), PODENDO SER INTRODUZIDO COM CUIDADO APÓS A SUA COMPENSAÇÃO. SE DURANTE O TRATAMENTO COM ANATEN® (BESILATO DE ANLODIPINO/ATENOLOL) APARECER INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA17, ESTE PRODUTO DEVE SER TEMPORARIAMENTE SUSPENSO ATÉ QUE A INSUFICIÊNCIA CARDÍACA14 TENHA SIDO CONTROLADA.
ANATEN® (BESILATO DE ANLODIPINO/ATENOLOL) PODE MASCARAR OS SINTOMAS16 DECORRENTES DA HIPOGLICEMIA18 EM PACIENTES DIABÉTICOS (DEVIDO A AÇÃO DO ATENOLOL). DEVIDO AO ATENOLOL AGIR PREDOMINANTEMENTE SOBRE OS BETA-RECEPTORES CARDÍACOS (Â1), PODE SER UTILIZADO EM BAIXAS DOSES E COM OS DEVIDOS CUIDADOS EM PORTADORES DE DOENÇAS CRÔNICAS OBSTRUTIVAS DAS VIAS AÉREAS. TODA VIA, EM PACIENTES ASMÁTICOS PODE OCORRER UM AUMENTO DA RESISTÊNCIA DAS VIAS AÉREAS. EM PORTADORES DE DOENÇA CARDÍACA ISQUÊMICA (ANGINA5 DO PEITO6), DO MESMO MODO QUE COM QUALQUER MEDICAMENTO QUE POSSUA UM BETABLOQUEADOR, O TRATAMENTO NÃO DEVE SER INTERROMPIDO ABRUPTAMENTE.
DEVE-SE TER CAUTELA AO SE ADMINISTRAR ANATEN® (BESILATO DE ANLODIPINO/ATENOLOL) CONJUNTAMENTE COM AGENTES ANTIARRÍTMICOS, COMO A DISOPIRAMIDA E AMIODARONA. DEVE SER USADO COM CAUTELA QUANDO ADMINISTRADO CONJUNTAMENTE COM O VERAPAMIL EM PACIENTES COM FUNÇÃO VENTRICULAR COMPROMETIDA OU COM ANORMALIDADES DE CONDUÇÃO.
COMO OCORRE COM QUALQUER FÁRMACO19 QUE CONTENHA UM BETABLOQUEADOR, PODE-SE DECIDIR SUSPENDER A SUA ADMINISTRAÇÃO ANTES DE UMA CIRURGIA. NESTE CASO, A ÚLTIMA DOSE DO MEDICAMENTO DEVE SER ADMINISTRADA 48 HORAS ANTES DO INÍCIO DA ANESTESIA20. SE POR OUTRO LADO FOR DECIDIDO CONTINUAR O TRATAMENTO, DEVE-SE TOMAR CUIDADO AO USAR AGENTES ANESTÉSICOS TAIS COMO ÉTER, CICLOPROPANO E TRICLOROETILENO.
ESTUDOS CLÍNICOS COM ANLODIPINO EM PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA CARDÍACA14 (" CORAÇÃO7 FRACO" ) NÃO DEMONSTRARAM PIORA DA INSUFICIÊNCIA4.
INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA21 (DISFUNÇÃO DO FÍGADO22): RECOMENDA-SE CAUTELA AO SE ADMINISTRAR ANATEN® (BESILATO DE ANLODIPINO/ATENOLOL) NESTE TIPO DE PACIENTE, VISTO QUE A MEIA-VIDA DO ANLODIPINO É PRO LONGADA NESTES PACIENTES.
NA ESTENOSE23 AÓRTICA GRAVE (PROBLEMA NA VÁLVULA DO CORAÇÃO7), O USO DE QUALQUER VASODILATADOR PERIFÉRICO PODE INDUZIR, SE BEM QUE RARAMENTE, À HIPOTENSÃO13 AGUDA.

PRINCIPAIS INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS:
O USO COMBINADO DE ANATEN® (BESILATO DE ANLODIPINO/ATENOLOL) COM BLOQUEADORES DO CANAL DE CÁLCIO NÃO-DIIDROPIRIDÍNICOS (VERAPAMIL E DILTIAZEM) PODE LEVAR A HIPOTENSÃO13 GRAVE, BRADICARDIA10 E INSUFICIÊNCIA CARDÍACA14.
O USO ASSOCIADO COM AMIODARONA AUMENTA A PROBABILIDADE DE BRADICARDIA10, PARADA SINUSAL E BLOQUEIO ATRIOVENTRICULAR (TIPO DE ARRITMIA24 CARDÍACA)
O USO ASSOCIADO DE ANATEN® (BESILATO DE ANLODIPINO/ATENOLOL) COM A CICLOSPORINA AUMENTA O RISCO DE TOXICIDADE25 DA CICLOSPORINA.
SEU USO CONJUNTAMENTE COM FLUCONAZOL AUMENTA O RISCO DE TOXICIDADE25 DO ANLODIPINO.
ANATEN® (BESILATO DE ANLODIPINO/ATENOLOL) NÃO DEVE SER ASSOCIADO COM GLICOSIDEOS DIGITÁLICOS, POIS PODE CAUSAR UM AUMENTO NO TEMPO DE CONDUÇÃO ATRIOVENTRICULAR. O USO DE AMPICILINA EM DOSES DE 1 G OU MAIS PODE REDUZIR OS NÍVEIS DE ATENOLOL.
ANTIDIABÉTICOS ORAIS26 E INSULINA27: BETABLOQUEADORES PODEM REDUZIR A SENSIBILIDADE DOS TECIDOS À INSULINA27 E INIBIR A SECREÇÃO DE INSULINA27, POR EXEMPLO, NA RESPOSTA A ANTIDIABÉTICOS ORAIS26. O ATENOLOL TEM MENOS POTENCIAL PARA ESSAS AÇÕES. A FREQÜÊNCIA CARDÍACA PODE NÃO SER CONFIÁVEL COMO AVISO PRÉVIO DA HIPOGLICEMIA18.
ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER ADMINISTRADO JUNTO COM ALIMENTOS DEVIDO À REDUÇÃO DE ABSORÇÃO DO ATENOLOL.

RESTRIÇÕES A GRUPOS DE RISCO:
Pacientes idosos: Deve ser iniciado o tratamento com ANATEN® (besilato de anlodipino/atenolol) com a menor dose e reajustar, se necessário.

Gravidez28 e lactação29: ANATEN® (besilato de anlodipino/atenolol) deve ser usado durante a gravidez28 somente quando o benefício esperado se sobreponha ao risco potencial ao feto30. Não deve ser usado por lactantes31. Se o uso for considerado necessário, a amamentação32 deve ser interrompida.

Atenolol: categoria de risco de gravidez28 D. Existe uma evidência positiva de risco fetal em humanos, mas os benefícios do seu uso em mulheres podem ser aceitáveis apesar dos riscos (exemplo: se o fármaco19 é necessário em uma situação de risco de vida ou em doenças sérias em que os fármacos mais seguros não possam ser usados ou são ineficazes).
Besilato de anlodipino: categoria de risco de gravidez28 C. Até o presente momento, não existem estudos clínicos comprovando a segurança do anlodipino durante a gravidez28 e a lactação29 na espécie humana, todavia os estudos laboratoriais, realizados em ratos, revelaram que o anlodipino
prolonga o trabalho de parto com níveis de doses 50 vezes superiores à dose máxima recomendada na espécie humana. Desse modo, anlodipino só deverá ser usado durante a gravidez28 se os benefícios para a paciente justificarem o risco potencial para o feto30.

Desta maneira permanece a recomendação para ANATEN® (besilato de anlodipino/atenolol) como categoria de risco de gravidez28 D.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez28.

INFORME SEU MÉDICO A OCORRÊNCIA DE GRAVIDEZ28 NA VIGÊNCIA DO TRATAMENTO OU APÓS O SEU TÉRMINO. INFORME AO SEU MÉDICO SE ESTIVER AMAMENTANDO.

A segurança do uso de ANATEN® (besilato de anlodipino/atenolol) em crianças não foi estabelecida.

Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde15.

Cuidados de Administração de Anaten

SIGA A ORIENTAÇÃO DO SEU MÉDICO, RESPEITANDO SEMPRE OS HORÁRIOS, AS DOSES E A DURAÇÃO DO TRATAMENTO.

Interupção do Tratamento de Anaten

NÃO INTERROMPER O TRATAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO.

Modo de Uso de Anaten

A cápsula de ANATEN® 5mg/25mg é de cor branca e vermelha.
A cápsula de ANATEN® 5mg/50mg é de cor branca e azul.
Este medicamento deve ser tomado por via oral.
Recomenda-se, para pacientes33 que não tenham recebido tratamento medicamentoso anti-hipertensivo anterior, o emprego de uma dose inicial de ANATEN® (besilato de anlodipino/atenolol) 5mg/ 25 mg uma vez ao dia.
O mesmo recomenda-se para pacientes33 idosos ou com alterações renais e/ou hepáticas34. A dosagem de ANATEN® (besilato de anlodipino/atenolol) deve ser sempre titulada de acordo com a resposta do paciente e reajustar, se necessário.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.
Prazo de validade: desde que observadas as condições de armazenamento, ANATEN® (besilato de anlodipino/atenolol) apresenta prazo de validade de 24 meses, a partir da data de sua fabricação.
Este medicamento não pode ser partido ou mastigado.

NUNCA USE MEDICAMENTO COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO POIS PODE SER PREJUDICIAL A SUA SAÚDE15.

Reações Adversas de Anaten

OS EFEITOS ADVERSOS MAIS COMUNS OBSERVADOS COM O USO DE ANLODIPINO SÃO DOR DE CABEÇA35 E EDEMA36 NAS PERNAS. OUTROS EFEITOS SÃO VERIFICADOS COM UMA INCIDÊNCIA37 MENOR E INCLUEM TONTURAS38, VERMELHIDÃO NO ROSTO, PALPITAÇÕES39, FADIGA40, NÁUSEAS41, SONOLÊNCIA E DOR ABDOMINAL. DURANTE O TRATAMENTO COM ATENOLOL PODEM OCORRER AS SEGUINTES REAÇÕES ADVERSAS: EXTREMIDADES FRIAS, CANSAÇO, DISTÚRBIOS DO SONO, DISTÚRBIOS GASTROINTESTINAIS, MANIFESTAÇÕES DE PELE42, OLHOS43 SECOS E BRADICARDIA10 (DIMINUIÇÃO ACENTUADA DA FREQÜÊNCIA CARDÍACA ).EM ESTUDO COMPARATIVO ENTRE ANLODIPINO, ATENOLOL E A ASSOCIAÇÃO DOS DOIS FÁRMACOS, ANATEN® (BESILATO DE ANLODIPINO/ATENOLOL) OBSERVOU-SE UMA REDUÇÃO DOS EFEITOS ADVERSOS ACIMA DESCRITOS QUANDO UTILIZADA A ASSOCIAÇÃO.

INFORME SEU MÉDICO O APARECIMENTO DE REAÇÕES DESAGRADÁVEIS.

Conduta em Caso de Superdose de Anaten

Pode ocorrer hipotensão13 e, com menor freqüência, insuficiência cardíaca congestiva17 em casos de superdosagem. O tratamento deve visar inicialmente, a remoção de qualquer quantidade do fármaco19 não absorvido através da indução de vômitos44, lavagem gástrica45 e/ou administração de carvão ativado. O atenolol pode ser removido da circulação46 por hemodiálise47.
O anlodipino não é dialisável, sendo aconselhável adotar medidas gerais de suporte (instalação de monitorização cardíaca e respiratória com aferições freqüentes da pressão arterial2), infusão de fluídos e substâncias vasopressoras. O gluconato de cálcio intravenoso pode ser benéfico na reversão dos efeitos dos bloqueadores de canal de cálcio (anlodipino).
Se houver caso de superdosagem procure um médico imediatamente.

Cuidados de conservação: Conservar o medicamento em temperatura ambiente (entre 15oC e 30o C), protegido da luz e umidade.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

INGESTÃO CONCOMITANTE COM OUTRAS SUBSTÂNCIAS
INFORME SEU MÉDICO SOBRE QUALQUER MEDICAMENTO QUE ESTEJA USANDO, ANTES DO INÍCIO OU DURANTE O TRATAMENTO.

Informações Técnicas Aos Profissionais de Saúde15 de Anaten

Características Farmacológicas de Anaten

Propriedades farmacodinâmicas:O atenolol é um betabloqueador cardiosseletivo, ou seja, age predominantemente bloqueando os receptores â1 que se situam principalmente nas fibras miocárdicas, apresentando menor ação sobre os receptores â2 (localizados na musculatura lisa dos brônquios48 e dos vasos periféricos). Apresenta portanto, menor possibilidade de efeitos adversos, quando comparados aos betabloqueadores não-seletivos, em pneumopatas crônicos, asmáticos, fumantes, portadores de vasculopatias periféricas e diabéticos. Entretanto, este efeito preferencial não é absoluto, pois em altas doses, a cardiosseletividade não é observada. É provável que a ação do atenolol na redução da freqüência e contratilidade cardíacas faça com que ele seja eficaz na eliminação ou redução de sintomas16 de pacientes com angina5.
Besilato de anlodipino pertence ao grupo dos antagonistas dos canais de cálcio diidropiridínicos. Provoca a inibição do fluxo transmembrana de íons49 cálcio (no músculo cardíaco50) seletivamente, através de membranas celulares. É um vasodilatador arterial periférico que atua diretamente no músculo liso vascular51 e causa redução na resistência vascular52 periférica e redução da pressão arterial2. Na angina5 de esforço reduz a resistência periférica53 total contra a qual o coração7 trabalha e reduz a demanda miocárdica de oxigênio em qualquer nível de exercício.
Como outros antagonistas dos canais de cálcio, em pacientes com função ventricular normal, ocorre um discreto aumento na freqüência cardíaca sem influência significativa na pressão diastólica54 final de ventrículo esquerdo. Estudos demonstraram que besilato de anlodipino não está
associado a um efeito inotrópico negativo quando administrado na dose terapêutica55, mesmo quando administrado com betabloqueadores. Não produz alteração na função nodal sinoatrial ou atrioventricular.

Propriedades farmacocinéticas:
A absorção do atenolol após a administração oral é consistente mas incompleta (aproximadamente 40-50%), com picos de concentração plasmática que ocorrem 2-4 horas após a administração da dose. Os níveis sanguíneos de atenolol são consistentes e sujeitos à pequena variabilidade. Não há metabolismo56 hepático significativo e mais de 90% da quantidade absorvida alcança a circulação46 sistêmica inalterada. A meiavida plasmática é cerca de 6 horas, mas pode se elevar na presença de comprometimento renal57 grave, uma vez que os rins58 são a principal via de eliminação. O atenolol penetra muito pouco nos tecidos devido a sua baixa solubilidade lipídica, e sua concentração no cérebro59 é baixa. Sua ligação às proteínas60 plasmáticas é baixa (aproximadamente 3%).
O atenolol é efetivo por pelo menos 24 horas após dose oral única diária.
Essa simplicidade de dose facilita a aceitação do tratamento por parte do paciente.
Após administração oral de doses terapêuticas, o anlodipino é bem absorvido com picos de níveis plasmáticos que ocorrem 6-12 horas após a administração da dose. A biodisponibilidade absoluta foi estimada entre 64 e 80%. O volume de distribuição é de aproximadamente 21 l/kg.
A absorção do anlodipino não é alterada pela ingestão de alimentos. A meia-vida de eliminação terminal plasmática é de cerca de 35 a 50 horas, o que é consistente com a dose única diária. Os níveis do steady-state plasmático são obtidos após 7-8 dias de doses consecutivas. O anlodipino é amplamente metabolizado no fígado22 em metabólitos61 inativos com 10% do fármaco19 inalterado e 60% dos metabólitos61 excretados na urina62.
O anlodipino não foi associado a qualquer efeito metabólito63 adverso ou alteração nos lípides plasmáticos, sendo adequado para o uso em pacientes com asma64, diabetes65 ou gota66.
Os estudos in vitro demonstraram que cerca de 97,5% do anlodipino circulante está ligado às proteínas60 plasmáticas.
ANATEN® (besilato de anlodipino/atenolol) é a combinação de dois antihipertensivos, os quais apresentam ações complementares e sinérgicas.
Assim, quando comparado com os componentes isolados, se obtém um maior efeito anti-hipertensivo e menor incidência37 de efeitos adversos (dose-dependentes). Portanto, a combinação entre atenolol e anlodipino demonstra ser mais eficaz e tolerável em relação aos fármacos isolados.

Resultados de Eficácia de Anaten

Em um estudo randomizado67, duplo-cego, paralelo comparado com placebo68 (Mettimano M; IJCP,2000; 54(7):424-428.) foi avaliada a eficácia da associação de atenolol + anlodipino em pacientes hipertensos (estágio II) controlados inadequadamente com atenolol isolado. A monitorização ambulatorial da pressão arterial2 (MAPA) demonstrou que a combinação produziu uma redução da pressão arterial2 estatisticamente significativa (p<0,001) quando comparado com pacientes em uso de atenolol + placebo68.
O ritmo circadiano69 não se alterou e houve redução dos eventos adversos provocados pelo atenolol. Em um estudo de pós-marketing (Gogtay JA; Indian Practitioner, 1997;50(8):683-688), houve uma redução significativa na pressão arterial2 e freqüência cardíaca com o uso da combinação de atenolol + anlodipino, sendo que 80,5% dos pacientes encontraram controle da pressão arterial2. A combinação também reduziu a freqüência de episódios anginosos em pacientes com doença coronariana70 associada.
Houve uma baixa incidência37 de eventos adversos. Silva P. e colaboradores (Silva P et al. Clin. Drug Invest,1997;13 (Suppl 1):22-28) conduziram um estudo cujo objetivo foi determinar se anlodipino apresenta um efeito anti-isquêmico71 aditivo quando associado ao atenolol, em pacientes pósinfarto
e com isquemia72 induzida pelo exercício. Foram avaliados pacientes pós-infartados, com idade média entre 40 a 70 anos e fração de ejeção ? 40% e randomizados para receber atenolol + anlodipino ou atenolol + placebo68. Concluiu-se que a combinação de atenolol + anlodipino foi mais eficaz no controle da angina5, na melhora do limiar isquêmico71 e no padrão de contratilidade em repouso quando comparado com atenolol + placebo68.
Em outro estudo (Davies RF et al. J. Am. Coll. Cardiol,1995;25:619-25) foram avaliados pacientes com doença arterial coronariana estável e randomizados para receber anlodipino + placebo68, atenolol + placebo68 e após, a combinação de atenolol + anlodipino. Anlodipino e a combinação prolongaram o tempo de exercício para se ter uma depressão do segmento ST em 29 e 34% respectivamente (p<0,001) versus 3% com atenolol (p=ns). Durante o holter73, a frequência de episódios isquêmicos diminuiu em 28% com anlodipino (p=0,083), em 57% com atenolol (p<0,001) e em 72% com a combinação (p<0,05 x monoterapia; p<0,001 x placebo68). O tempo de exercício para se ter angina5 aumentou em 29% com anlodipino (p<0,01), em 16% com atenolol (p<0,05) e em 39% com a combinação (p<0,005 x placebo68, atenolol e anlodipino). Em pacientes com angina5, o tempo total de exercício aumentou em 16% com anlodipino (p<0,001), em 4% com atenolol (p=ns) e em 19% com a combinação (p<0,05 x placebo68 e qualquer monoterapia). A isquemia72 induzida por exercício foi mais eficazmente suprimida pelo anlodipino e a isquemia72 verificada com o holter73 foi melhor suprimida pelo atenolol. A combinação foi mais eficaz em ambas as avaliações do que qualquer dos dois agentes utilizados isoladamente.
Um estudo duplo-cego74, paralelo, randomizado75 e controlado (Dunselman P; Am. J. Cardiol,1998; 81:128-132.), avaliou pacientes com angina5 e teste ergométrico positivo para isquemia72 à despeito do uso de atenolol.
Os pacientes foram randomizados para receber atenolol e/ou placebo68 ou atenolol e/ou anlodipino. Concluiu-se que a adição de anlodipino ao tratamento, em pacientes com isquemia72 miocárdica à despeito do uso de atenolol, é bem tolerado e pode melhorar os sintomas16 dos pacientes com angina5.

Indicações de Anaten

ANATEN® (besilato de anlodipino/atenolol) está indicado no tratamento da hipertensão arterial8 e insuficiência4 coronariana crônica estável.

Contra-Indicações de Anaten

O uso de ANATEN® (besilato de anlodipino/atenolol) é contra-indicado em pacientes que apresentam hipersensibilidade ao anlodipino, atenolol ou aos demais componentes da fórmula; na bradicardia10 sinusal, bloqueio cardíaco11 de segundo grau ou maior, choque12 cardiogênico, hipotensão13 e insuficiência cardíaca14 descompensada.

Modo de Usar e Cuidados de Conservação de Anaten

Este medicamento deve ser administrado por via oral.Conservar o medicamento em temperatura ambiente (entre 15oC e 30o C), protegido da luz e umidade.

Posologia de Anaten

Recomenda-se, para pacientes33 que não tenham recebido tratamento medicamentoso anti-hipertensivo anterior, o emprego de uma dose inicial de ANATEN® (besilato de anlodipino/atenolol) 5mg/25 mg uma vez ao dia.
O mesmo recomenda-se para pacientes33 idosos ou com alterações renais e/ou hepáticas34. A dosagem de ANATEN® (besilato de anlodipino/atenolol) deve ser sempre titulada de acordo com a resposta do paciente e reajustar, se necessário.

Advertências de Anaten

ANATEN® (BESILATO DE ANLODIPINO/ATENOLOL) NÃO DEVE SER ADMINISTRADO A PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA CARDÍACA14 DESCOMPENSADA, PODENDO SER INTRODUZIDO COM CUIDADO APÓS A SUA COMPENSAÇÃO (DEVIDO A AÇÃO INOTRÓPICA NEGATIVA DO ATENOLOL). SE DURANTE O TRATAMENTO COM ANATEN® (BESILATO DE ANLODIPINO/ATENOLOL) APARECER INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA17, ESTE PRODUTO DEVE SER TEMPORARIAMENTE SUSPENSO ATÉ QUE A INSUFICIÊNCIA CARDÍACA14 TENHA SIDO CONTROLADA.UMA DAS AÇÕES FARMACOLÓGICAS DO ATENOLOL É DIMINUIR A FREQÜÊNCIA E A FORÇA DE CONTRAÇÃO DO CORAÇÃO7.
ANATEN® (BESILATO DE ANLODIPINO/ATENOLOL) PODE MASCARAR OS SINTOMAS16 DECORRENTES DA HIPOGLICEMIA18 EM PACIENTES DIABÉTICOS (DEVIDO A AÇÃO DO ATENOLOL). DEVIDO AO ATENOLOL AGIR PREDOMINANTEMENTE SOBRE OS BETA-RECEPTORES CARDÍACOS (Â1), PODE SER UTILIZADO EM BAIXAS DOSES E COM OS DEVIDOS CUIDADOS EM PORTADORES DE DOENÇAS CRÔNICAS OBSTRUTIVAS DAS VIAS AÉREAS. TODA VIA, EM PACIENTES ASMÁTICOS PODE OCORRER UM AUMENTO DA RESISTÊNCIA DAS VIAS AÉREAS. EM PORTADORES DE DOENÇA CARDÍACA ISQUÊMICA, DO MESMO MODO QUE COM QUALQUER MEDICAMENTO QUE POSSUA UM BETABLOQUEADOR, O TRATAMENTO NÃO DEVE SER INTERROMPIDO ABRUPTAMENTE.
DEVE-SE TER CAUTELA AO SE ADMINISTRAR ANATEN® (BESILATO DE ANLODIPINO/ATENOLOL) CONJUNTAMENTE COM AGENTES ANTIARRÍTMICOS, COMO A DISOPIRAMIDA E AMIODARONA. DEVE SER USADO COM CAUTELA QUANDO ADMINISTRADO CONJUNTAMENTE COM O VERAPAMIL EM PACIENTES COM FUNÇÃO VENTRICULAR COMPROMETIDA OU COM ANORMALIDADES DE CONDUÇÃO.
COMO OCORRE COM QUALQUER FÁRMACO19 QUE CONTENHA UM BETABLOQUEADOR, PODE-SE DECIDIR SUSPENDER A SUA ADMINISTRAÇÃO ANTES DE UMA CIRURGIA. NESTE CASO, A ÚLTIMA DOSE DO MEDICAMENTO DEVE SER ADMINISTRADA 48 HORAS ANTES DO INÍCIO DA ANESTESIA20. SE POR OUTRO LADO FOR DECIDIDO CONTINUAR O TRATAMENTO, DEVE-SE TOMAR CUIDADO AO USAR AGENTES ANESTÉSICOS TAIS COMO ÉTER, CICLOPROPANO E TRICLOROETILENO. SE OCORRER DOMINÂNCIA VAGA L, ESTA PODE SER CORRIGIDA PELA INJEÇÃO76 DE 1 A 2 MG DE ATROPINA POR VIA INTRAVENOSA.
ESTUDOS CLÍNICOS COM ANLODIPINO EM PACIENTES COM CLASSE FUNCIONAL II OU III (NYHA) NÃO DEMONSTRARAM PIORA DA INSUFICIÊNCIA CARDÍACA14 BASEADA NAS MEDIDAS DO TEMPO DE EXERCÍCIO, SINTOMAS16 OU PELA MEDIDA DA FRAÇÃO DE EJEÇÃO. TAMBÉM FOI DEMONSTRADO QUE O USO DE ANLODIPINO EM ASSOCIAÇÃO COM DIURÉTICOS77, DIGITAIS E INIBIDORES DA ECA NÃO AUMENTOU A MORTA LIDADE E MORBIDADE78 EM PACIENTES COM CLASSE FUNCIONAL III OU IV.
INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA21: RECOMENDA-SE CAUTELA AO SE ADMINISTRAR ANATEN® (BESILATO DE ANLODIPINO/ATENOLOL) NESTE TIPO DE PACIENTE , VISTO QUE A MEIA-VIDA DO ANLODIPINO É PRO LONGADA NESTES PACIENTES .
NA ESTENOSE23 AÓRTICA GRAVE, O USO DE QUALQUER VASODILATADOR PERIFÉRICO PODE INDUZIR, SE BEM QUE RARAMENTE, À HIPOTENSÃO13 AGUDA.

GRAVIDEZ28 E LACTAÇÃO29
: ANATEN® (BESILATO DE ANLODIPINO/ATENOLOL) DEVE SER USADO DURANTE A GRAVIDEZ28 SOMENTE QUANDO O BENEFICIO ESPERADO SE SOBREPONHA AO RISCO POTENCIA L AO FETO30. NÃO DEVE SER USADO POR LACTANTES31. SE O USO FOR CONSIDERADO NECESSÁRIO, A AMAMENTAÇÃO32 DEVE SER INTERROMPIDA.

ATENOLOL: CATEGORIA DE RISCO DE GRAVIDEZ28 D. EXISTE UMA EVIDÊNCIA POSITIVA DE RISCO FETAL EM HUMANOS, MAS OS BENEFÍCIOS DO SEU USO EM MULHERES PODEM SER ACEITÁVEIS APESAR DOS RISCOS (EXEMPLO: SE O FÁRMACO19 É NECESSÁRIO EM UMA SITUAÇÃO DE RISCO DE VIDA OU EM DOENÇAS SÉRIAS EM QUE FÁRMACOS MAIS SEGUROS NÃO POSSAM SER USADOS OU SÃO INEFICAZES).

BESILATO DE ANLODIPINO: CATEGORIA DE RISCO DE GRAVIDEZ28 C. ATÉ O PRESENTE MOMENTO, NÃO EXISTEM ESTUDOS CLÍNICOS COMPROVANDO A SEGURANÇA DO ANLODIPINO DURANTE A GRAVIDEZ28 E A LACTAÇÃO29 NA ESPÉCIE HUMANA, TODA VIA OS ESTUDOS LABORATORIAIS, REALIZADOS EM RATOS, REVELARAM QUE O ANLODIPINO PRO LONGA O TRABALHO DE PARTO COM NÍVEIS DE DOSES 50 VEZES SUPERIORES À DOSE MÁXIMA RECOMENDADA NA ESPÉCIE HUMANA. DESSE MODO, ANLODIPINO SÓ DEVERÁ SER USADO DURANTE A GRAVIDEZ28 SE OS BENEFÍCIOS PARA A PACIENTE JUSTIFICAREM O RISCO POTENCIA L PARA O FETO30.
DESTA MANEIRA PERMANECE A RECOMENDAÇÃO PARA ANATEN® (BESILATO DE ANLODIPINO/ATENO LOL) COMO CATEGORIA DE RISCO DE GRAVIDEZ28 D.
ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADO POR MULHERES GRÁVIDAS SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA. INFORME IMEDIATAMENTE SEU MÉDICO EM CASO DE SUSPEITA DE GRAVIDEZ28.

Uso em Idosos, Crianças e Outros Grupos de Risco de Anaten

Pacientes idosos: Deve ser iniciado o tratamento com ANATEN® (besilato de anlodipino/atenolol) com a menor dose e reajustar, se necessário.
Uso em crianças: A segurança e eficácia de ANATEN® (besilato de anlodipino/atenolol) não foram estabelecidas em crianças.

Interações Medicamentosas de Anaten

O USO COMBINADO DE ANATEN® (BESILATO DE ANLODIPINO/ATENOLOL) COM BLOQUEADORES DO CANAL DE CÁLCIO NÃO-DIIDROPIRIDÍNICOS (VERAPAMIL E DILTIAZEM) E DISOPIRAMIDA PODEM LEVAR A UM AUMENTO DOS EFEITOS INOTRÓPICOS NEGATIVOS, PARTICULARMENTE EM PACIENTES COM FUNÇÃO VENTRICULAR COMPROMETIDA E/OU ANORMALIDADES DE CONDUÇÃO SINOATRIAL OU ATRIOVENTRICULAR. ISTO PODE RESULTAR EM HIPOTENSÃO13 GRAVE, BRADICARDIA10 E INSUFICIÊNCIA CARDÍACA14.O USO ASSOCIADO COM AMIODARONA AUMENTA A PROBABILIDADE DE BRADICARDIA10, PARADA SINUSAL E BLOQUEIO AV.
O USO ASSOCIADO DE ANATEN® (BESILATO DE ANLODIPINO/ATENOLOL) COM A CICLOSPORINA AUMENTA O RISCO DE TO XICIDADE DA CICLOSPORINA.
SEU USO CONJUNTAMENTE COM FLUCONAZOL AUMENTA O RISCO DE TOXICIDADE25 DO ANLODIPINO.
ANATEN® (BESILATO DE ANLODIPINO/ATENOLOL) NÃO DEVE SER ASSOCIADO COM GLICOSIDEOS DIGITÁLICOS POIS PODE CAUSAR UM AUMENTO NO TEMPO DE CONDUÇÃO ATRIO VENTRICULAR. A AMPICILINA EM DOSES DE 1 G OU MAIS PODE REDUZIR OS NÍVEIS DE ATENOLOL.
ANTIDIABÉTICOS ORAIS26 E INSULINA27: BETABLOQUEADORES PODEM REDUZIR A SENSIBILIDADE DOS TECIDOS À INSULINA27 E INIBIR A SECREÇÃO DE INSULINA27, POR EXEMPLO, NA RESPOSTA A ANTIDIABÉTICOS ORAIS26. O ATENOLOL TEM MENOS POTENCIAL PARA ESSAS AÇÕES. A FREQÜÊNCIA CARDÍACA PODE NÃO SER CONFIÁVEL COMO AVISO PRÉVIO DA HIPOGLICEMIA18.

Reações Adversas a Medicamentos de Anaten

OS EFEITOS ADVERSOS MAIS COMUMENTE OBSERVADOS COM O USO DE ANLODIPINO FORAM: DOR DE CABEÇA35, EDEMA36, FADIGA40, SONOLÊNCIA, NÁUSEA79, DOR ABDOMINAL, RUBOR, PALPITAÇÃO80 E TONTURA81. AS REAÇÕES MENOS
COMUMENTE OBSERVADAS SÃO: FUNÇÃO INTESTINAL ALTERADA, ARTRALGIA82, GINECOMASTIA83, IMPOTÊNCIA84, AUMENTO NA FREQÜÊNCIA URINÁRIA, MUDANÇAS NO HUMOR, MIALGIA85, DISTÚRBIOS VISUAIS, PRURIDO86, " RASH87" , DISPNÉIA88, ASTENIA89, CÂIMBRAS90 MUSCULARES, DISPEPSIA91, HIPERPLASIA92 GENGIVAL E RARAMENTE ERITEMA MULTIFORME93.
OS EFEITOS ADVERSOS ATRIBUÍDOS À ATIVIDADE FARMACO19 LÓGICA DO ATENOLOL INCLUEM FRIO NAS EXTREMIDADES, FADIGA40 MUSCULAR E, EM CASOS ISOLADOS, BRADICARDIA10. DISTÚRBIOS DO SONO DO TIPO OBSERVADO COM OUTROS BETABLOQUEADORES RARAMENTE FORAM RELATADOS COM O USO DE ATENOLOL. HOUVE RELATO DE " RASHES"  CUTÂNEOS E/OU OLHOS43 SECOS ASSOCIADOS AO USO DE BETABLOQUEADORES. A INCIDÊNCIA37 É PEQUENA E, NA MAIORIA DOS CASOS, OS SINTOMAS16 DESAPARECERAM COM A SUSPENSÃO DO TRATAMENTO. A INTERRUPÇÃO DA TERAPÊUTICA55 DE ANATEN® (BESILATO DE ANLODIPINO/ATENOLOL) DEVE SER GRADATIVA.
EM ESTUDOS REALIZADOS COM A ASSOCIAÇÃO DE ATENOLOL E ANLODIPINO HOUVE UMA REDUÇÃO DOS EVENTOS ADVERSOS RELACIONADOS AOS FÁRMACOS ISOLADAMENTE.

Superdose de Anaten

Pode ocorrer hipotensão13 e, com menor freqüência, insuficiência cardíaca congestiva17 em casos de superdosagem. O tratamento deve visar inicialmente, a remoção de qualquer quantidade do fármaco19 não absorvido através da indução de vômitos44, lavagem gástrica45 e/ou administração de carvão ativado. O atenolol pode ser removido da circulação46 por hemodiálise47.O anlodipino não é dialisável, sendo aconselhável adotar medidas gerais de suporte (instalação de monitorização cardíaca e respiratória com aferições freqüentes da pressão arterial2), infusão de fluídos e substâncias vasopressoras. O gluconato de cálcio intravenoso pode ser benéfico na reversão dos efeitos dos bloqueadores de canal de cálcio (anlodipino).

Armazenagem de Anaten

Conservar o medicamento em temperatura ambiente (entre 15oC e 30o C), protegido da luz e umidade.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

N.º de lote, data de fabricação e prazo de validade: VIDE CARTUCHO.
Para sua segurança mantenha esta embalagem até o uso total do medicamento.

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Anaten - Laboratório

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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
3 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
4 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
5 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
6 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
7 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
8 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
9 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
10 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
11 Bloqueio cardíaco: Transtorno da condução do impulso elétrico no tecido cardíaco especializado, manifestado por uma diminuição variável da freqüência dos batimentos cardíacos.
12 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
13 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
14 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
15 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
16 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
17 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
18 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
19 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
20 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
21 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
22 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
23 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
24 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
25 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
26 Antidiabéticos orais: Quaisquer medicamentos que, administrados por via oral, contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais. Eles podem ser um hipoglicemiante, se forem capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados, ou um anti-hiperglicemiante, se agirem impedindo a elevação da glicemia após uma refeição.
27 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
28 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
29 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
30 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
31 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
32 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
33 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
34 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
35 Cabeça:
36 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
37 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
38 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
39 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
40 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
41 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
42 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
43 Olhos:
44 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
45 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
46 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
47 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
48 Brônquios: A maior passagem que leva ar aos pulmões originando-se na bifurcação terminal da traquéia. Sinônimos: Bronquíolos
49 Íons: Átomos ou grupos atômicos eletricamente carregados.
50 Músculo Cardíaco: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo.
51 Músculo Liso Vascular: Tecido muscular não estriado e de controle involuntário que está presente nos vasos sangüíneos.
52 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
53 Resistência periférica: A resistência periférica é a dificuldade que o sangue encontra em passar pela rede de vasos sanguíneos. Ela é representada pela vasocontratilidade da rede arteriolar especificamente, sendo este fator importante na regulação da pressão arterial diastólica. A resistência é dependente das fibras musculares na camada média dos vasos, dos esfíncteres pré-capilares e de substâncias reguladoras da pressão como a angiotensina e a catecolamina.
54 Pressão Diastólica: É a pressão mais baixa detectada no sistema arterial sistêmico, observada durante a fase de diástole do ciclo cardíaco. É também denominada de pressão mínima.
55 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
56 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
57 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
58 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
59 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
60 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
61 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
62 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
63 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
64 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
65 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
66 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
67 Estudo randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle - o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
68 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
69 Ritmo circadiano: Também conhecido como ciclo circadiano, o ritmo circadiano representa o período de um dia (24 horas) no qual se completam as atividades do ciclo biológico dos seres vivos. Uma das funções deste sistema é o ajuste do relógio biológico, controlando o sono e o apetite. Através de um marca-passo interno que se encontra no cérebro, o ritmo circadiano regula tanto os ritmos materiais quanto os psicológicos, o que pode influenciar em atividade como: digestão em vigília, renovação de células e controle de temperatura corporal.
70 Doença coronariana: Doença do coração causada por estreitamento das artérias que fornecem sangue ao coração. Se o fluxo é cortado, o resultado é um ataque cardíaco.
71 Isquêmico: Relativo à ou provocado pela isquemia, que é a diminuição ou suspensão da irrigação sanguínea, numa parte do organismo, ocasionada por obstrução arterial ou por vasoconstrição.
72 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
73 Holter: Dispositivo portátil, projetado para registrar de forma contínua, diferentes variáveis fisiológicas ou atividade elétrica durante um período pré-estabelecido de tempo. Os mais utilizados são o Holter eletrocardiográfico e o Holter de pressão.
74 Estudo duplo-cego: Denominamos um estudo clínico “duplo cego” quando tanto voluntários quanto pesquisadores desconhecem a qual grupo de tratamento do estudo os voluntários foram designados. Denominamos um estudo clínico de “simples cego” quando apenas os voluntários desconhecem o grupo ao qual pertencem no estudo.
75 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
76 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
77 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
78 Morbidade: Morbidade ou morbilidade é a taxa de portadores de determinada doença em relação à população total estudada, em determinado local e em determinado momento.
79 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
80 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
81 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
82 Artralgia: Dor em uma articulação.
83 Ginecomastia: Aumento anormal de uma ou ambas as glândulas mamárias no homem. Associa-se a diferentes enfermidades como cirrose, tumores testiculares, etc. Em certas ocasiões ocorrem de forma idiopática.
84 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
85 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
86 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
87 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
88 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
89 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
90 Câimbras: Contrações involuntárias, espasmódicas e dolorosas de um ou mais músculos.
91 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
92 Hiperplasia: Aumento do número de células de um tecido. Pode ser conseqüência de um estímulo hormonal fisiológico ou não, anomalias genéticas no tecido de origem, etc.
93 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.

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