Atmos

EUROFARMA

Atualizado em 03/06/2015

Atmos


(besilato de anlodipino + maleato enalapril)


Cápsulas

Forma Farmacêutica e Apresentações de Atmos

Cápsulas 2,5 + 10mg: 2,5mg de besilato de anlodipino + 10mg de maleato de enalapril. Embalagens com 30 cápsulas.

Cápsulas 5 + 10mg: 5mg de besilato de anlodipino + 10mg de maleato de enalapril. Embalagens com 30 cápsulas.

Cápsulas 5 + 20mg: 5mg de besilato de anlodipino + 20mg de maleato de enalapril. Embalagens com 30 cápsulas.

USO ADULTO / USO ORAL


Composição de Atmos

Cada cápsula de ATMOS® (besilato de anlodipino + maleato de enalapril) 2,5 + 10mg contém:

besilato de anlodipino (equivalente a 2,5 mg de anlodipino) ......................................... 3,472mg

maleato de enalapril ............................................................................................................ 10mg

Excipientes* q.s.p. ........................................................................................................ 1 cápsula

*(dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose1, bicarbonato de sódio, fosfato de cálcio dibásico diidratado, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, amido, macrogol, hipromelose, etilcelulose, dióxido de titânio, corante laca amarelo tartrazina e cápsula de gelatina dura branca e laranja contendo: gelatina, metilparabeno, propilparabeno, laurilsulfato de sódio, glicerol, dióxido de titânio, corante vermelho 40 e corante amarelo crepúsculo).


Cada cápsula de ATMOS® (besilato de anlodipino + maleato de enalapril) 5 + 10mg contém:

besilato de anlodipino (equivalente a 5 mg de anlodipino)............................................ 6,944mg

maleato de enalapril............................................................................................................ 10mg

Excipientes* q.s.p. ....................................................................................................... 1 cápsula

*(dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose1, bicarbonato de sódio, fosfato de cálcio dibásico, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, amido, macrogol, hipromelose, etilcelulose, dióxido de titânio, corante laca amarelo tartrazina e cápsula de gelatina dura branca e azul contendo: gelatina, metilparabeno, propilparabeno, laurilsulfato de sódio, glicerol, dióxido de titânio, corante azul I e corante azorubina).


Cada cápsula de ATMOS® (besilato de anlodipino + maleato de enalapril) 5 + 20mg contém:

besilato de anlodipino (equivalente a 5 mg de anlodipino).......................................... 6,944mg

maleato de enalapril......................................................................................................... 20mg

Excipientes* q.s.p. .................................................................................................... 1 cápsula

*(dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose1, bicarbonato de sódio, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, amido, macrogol, hipromelose, etilcelulose, dióxido de titânio, corante laca de alumínio vermelho 40 e cápsula de gelatina dura branca e amarela crepúsculo contendo: gelatina, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho, óxido de ferro amarelo).


Informações ao Paciente de Atmos

Ação esperada do medicamento: possui atividade antihipertensiva de dois agentes, um inibidor da enzima2 de conversão da angiotensina (maleato de enalapril) e um antagonista3 dos canais de cálcio (besilato de anlodipino).

Cuidados de armazenamento: conservar em temperatura ambiente (entre 15oC e 30oC), protegido da luz e umidade.

Prazo de validade: desde que observadas as condições de armazenamento, ATMOS® (besilato de anlodipino + maleato de enalapril) apresenta prazo de validade de 24 meses, a partir da data de sua fabricação. Não utilizar o produto após o vencimento do prazo de validade.

Gravidez4 e lactação5: o uso de ATMOS® (besilato de anlodipino + maleato de enalapril) é contra-indicado durante a gravidez4 e lactação5. Caso ocorra gravidez4 durante o tratamento, este deve ser descontinuado e substituído por outro medicamento. INFORME AO SEU MÉDICO SE OCORRER GRAVIDEZ4 NA VIGÊNCIA DO TRATAMENTO OU SE ESTIVER AMAMENTANDO.

Besilato de anlodipino: categoria C de risco na gravidez4.

Maleato de enalapril: categoria C de risco na gravidez4 (primeiro trimestre de gestação) e D (segundo e terceiro trimestres de gestação).

Primeiro trimestre de gestação:

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientaç ão médica ou do cirurgião dentista .


Segundo e terceiro trimestres de gestação:

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientaç ão médica .

Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez4 .


Cuidados de administração:

siga as orientações de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Interrupção do tratamento: não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Reações adversas: os efeitos adversos mais comuns observados com o uso de besilato de anlodipino são dor de cabeça6 e edema7. Outros efeitos são verificados com uma incidência8 menor e incluem tonturas9, vermelhidão, palpitações10, fadiga11, náuseas12, sonolência e dor abdominal.

Os efeitos adversos encontrados com o uso de maleato de enalapril são fadiga11, cefaléia13, tonturas9, tosse e hipotensão14.

Em um estudo comparativo entre maleato de enalapril, besilato de anlodipino e a associação entre os dois medicamentos (ATMOS®: besilato de anlodipino + maleato de enalapril), observou-se uma redução dos efeitos colaterais15 acima descritos quando utilizada a associação. Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.


TODO O MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Contra-indicações e precauções: o uso de ATMOS® (besilato de anlodipino + maleato de enalapril) é contraindicado em pacientes que apresentam hipersensibilidade ao besilato de anlodipino, maleato de enalapril ou aos demais componentes da fórmula. Hipotensão14 pode ocorrer no início do tratamento. Deve ser usado com cautela em pacientes portadores de estenose16 aórtica (doença de uma das válvulas do coração17) e que serão submetidos à cirurgia/anestesia18, pois pode ocorrer hipotensão14. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.


ATMOS 2,5 + 10 MG E ATMOS 5 + 10 MG CONTÊM O CORANTE AMARELO DE TARTRAZINA QUE PODE CAUSAR REAÇÕES DE NATUREZA ALÉRGICA, ENTRE AS QUAIS ASMA19 BRÔNQUICA, ESPECIALMENTE EM PESSOAS ALÉRGICAS AO ÁCIDO ACETILSALICÍLICO.


NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE20.

Informações Técnicas de Atmos

Este produto tem como princípios ativos a associação de dois agentes: maleato de enalapril e besilato de anlodipino.


FARMACODINÂMICA

  - Maleato de enalapril é um inibidor da enzima2 de conversão da angiotensina I, que impede a produção de angiotensina II (potente vasoconstritor). O complexo formado, enzimainibidor, apresenta um baixo índice de dissociação e, portanto, alta potência e prolongado tempo de ação.

Promove uma diminuição da resistência vascular21 sistêmica com conseqüente redução da pressão sangüínea22, da pré e pós-carga, sem alteração da freqüência cardíaca. Além disso, ocorre inibição da via de degradação da bradicinina23 com conseqüente vasodilatação.

  - Besilato de anlodipino é um antagonista3 dos canais de cálcio, quimicamente diferente de sua classe (diidropiridínicos), caracterizado por sua capacidade de associação e dissociação com o sítio de ligação do receptor e conseqüente início gradual de ação. Atua diretamente na musculatura lisa vascular21, causando redução da resistência vascular21 periférica e diminuição da pressão arterial24. Como outros antagonistas dos canais de cálcio, em pacientes com função ventricular normal ocorre um discreto aumento na freqüência cardíaca, sem influência significativa na pressão diastólica25 final de ventrículo esquerdo.

Estudos demonstraram que anlodipino não está associado a um efeito inotrópico negativo quando administrado na dose terapêutica26, mesmo co-administrado com betabloqueadores.

Não produz alteração na função nodal sinoatrial ou atrioventricular.


FARMACOCINÉTICA

- Maleato de enalapril é bem absorvido por via oral, com uma biodisponibilidade de 53 a 73%. Não é alterado com a alimentação. Picos séricos de enalapril ocorrem após 30 minutos a 1,5 hora de sua administração, sendo que a sua forma ativa (enalaprilato) apresenta pico sérico em 3 a 4 horas. Sua meia-vida plasmática pode durar até 35 horas. A principal via de eliminação é renal27 (61%) e fecal (33%).

  - Besilato de anlodipino é bem absorvido por via oral, atingindo picos plasmáticos entre 6 e 9 horas. Ligase em cerca de 93% às proteínas28 plasmáticas. Sua biodisponibilidade absoluta é estimada entre 64 e 90%, não sendo alterada pela alimentação. Aproximadamente 90% do anlodipino é convertido em metabólitos29 inativos, via metabolismo30 hepático. Sua eliminação do plasma31 é bifásica, apresentando meia-vida de eliminação de 35 a 50 horas. Os níveis plasmáticos estabilizados são atingidos após o sétimo ou oitavo dia de tratamento. Com administração oral diária crônica, a efetividade anti-hipertensiva é mantida por pelo menos 24 horas.

  - ATMOS® (besilato de anlodipino + maleato de enalapril) é a associação dos dois anti-hipertensivos, os quais apresentam ações complementares e sinérgicas. Assim, se obtém o mesmo efeito anti-hipertensivo com doses menores, quando comparados com os componentes isolados, e com menor incidência8 de efeitos colaterais15 (dose-dependentes). Em um estudo comparativo entre maleato de enalapril, besilato de anlodipino e o uso combinado das drogas em 100 pacientes, analisados durante 24 semanas, observou-se que ATMOS® (besilato de anlodipino + maleato de enalapril) foi eficaz na redução da pressão arterial sistólica32 em 87,5% dos pacientes e na redução de 66,7% na pressão diastólica25. A média da redução foi de 23 mmHg e 13 mmHg na pressão arterial sistólica32 e diastólica, respectivamente. Quando comparado com enalapril isoladamente, houve uma maior redução da pressão arterial24 média com o uso deste produto (p < 0,05).


- INDICAÇÕES

ATMOS® (besilato de anlodipino + maleato de enalapril) é indicado no tratamento da hipertensão arterial33.


Contra-Indicações de Atmos

O uso de ATMOS® (besilato de anlodipino + maleato de enalapril) é contra-indicado em pacientes que apresentam hipersensibilidade ao besilato de anlodipino, maleato de enalapril ou aos demais componentes da fórmula.

Para pacientes34 com insuficiência renal35, no período interdialítico a dose deve ser monitorada pelos níveis pressóricos36. O enalaprilato é removido pela hemodiálise37, sendo dialisável a uma taxa de 62 mL/min. O uso de poliacrilonitrila para a realização da diálise38 em pacientes em uso de inibidores da enzima2 conversora pode ocasionar reações anafilactóides severas. Neste caso é preferível trocar o anti-hipertensivo ou o método dialítico.

Gravidez4 e Lactação5 de Atmos

O uso de ATMOS® (besilato de anlodipino + maleato de enalapril) é contra-indicado durante a gravidez4 e lactação5.

Quando usado durante o 2º e 3º trimestres, os inibidores da ECA podem causar dano fetal ou morte. Também pode ocorrer hipotensão14, anemia39 neonatal, hipercalemia40, insuficiência renal35 e oligohidrâmnio41. Caso ocorra gravidez4 durante o tratamento, este deve ser descontinuado e substituído por outro medicamento. O médico deverá ser informado se ocorrer gravidez4 na vigência do tratamento.

Informá-lo se estiver amamentando.

Besilato de anlodipino: categoria C de risco na gravidez4.

Maleato de enalapril: Categoria C de risco na gravidez4 (primeiro trimestre de gestação) e D (segundo e terceiro trimestres de gestação).


Primeiro trimestre de gestação:

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientaç ão médica ou

do cirurgião dentista .


Segundo e terceiro trimestres de gestação:

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientaç ão médica .

Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez4 .


Precauções de Atmos

  - No infarto do miocárdio42 ou na intensificação da angina43: raramente pacientes com coronariopatia obstrutiva severa desenvolveram (de forma documentada) piora da angina43 ou infarto44 agudo45 do miocárdio46, quando iniciaram o uso de antagonistas dos canais de cálcio (anlodipino) ou quando tiveram sua dose aumentada.

  - Na insuficiência cardíaca congestiva47: estudos clínicos com anlodipino em pacientes com classe funcional II/III (NYHA) não demonstraram piora da insuficiência cardíaca48, baseados no tempo de exercício, sintomas49 ou fração de ejeção. Também foi demonstrado que o uso de anlodipino em associação com diuréticos50, digital e inibidores da ECA não aumentou a mortalidade51 e morbidade52 em pacientes com classe funcional III/IV. Nestes pacientes, a função renal27 é dependente do sistema renina-angiotensina, sendo que o uso de inibidores da ECA pode estar associado com oligúria53, insuficiência renal35 ou morte.

  - Estenose16 aórtica: se ocorrer hipotensão14, a estenose16 aórtica moderada/severa pode levar à diminuição da oferta de oxigênio ao miocárdio46 por constituir uma barreira ao fluxo de sangue54 para a aorta55.

  - Hipotensão14: pode ocorrer na fase inicial do tratamento, devendo a dose ser ajustada. Este efeito pode ocorrer principalmente em pacientes idosos, com disfunção de ventrículo esquerdo ou naqueles com depleção56 de volume (uso de diuréticos50, diálise38).

  - Cirurgia/anestesia18: pode ocorrer uma depleção56 de volume que, associado ao efeito hipotensor do medicamento, pode levar à hipotensão14.

  - A segurança do uso de ATMOS® (besilato de anlodipino + maleato de enalapril) em crianças não foi estabelecida.

ATMOS 2,5 + 10 MG E ATMOS 5 + 10 MG CONTÊM O CORANTE AMARELO DE TARTRAZINA QUE PODE CAUSAR REAÇÕES DE NATUREZA ALÉRGICA, ENTRE AS QUAIS ASMA19 BRÔNQUICA, ESPECIALMENTE EM PESSOAS ALÉRGICAS AO ÁCIDO ACETILSALICÍLICO.


Interações Medicamentosas de Atmos

Pacientes em uso de diuréticos50 podem apresentar uma redução excessiva da pressão arterial24 após início da terapia com ATMOS® (besilato de anlodipino + maleato de enalapril).

Diuréticos50 poupadores de potássio ou complementos de potássio devem ser administrados com cautela em pacientes em uso de enalapril, pois podem ocasionar hipercalemia40 (ocorrência pouco comum: 1%, e dosedependente).

Monitorização dos níveis séricos de potássio deve ser realizada principalmente em portadores de insuficiência renal35, diabéticos e idosos.

Deve ser administrado com cautela em pacientes em uso de lítio, pois pode causar toxicidade57 por elevação dos níveis séricos deste.

Enalapril tem sido usado concomitantemente com cimetidina, digoxina, hidralazina, antagonistas dos canais de cálcio, diuréticos50, anticoagulantes58 orais, betabloqueadores, sem interações adversas clinicamente significativas.

Anlodipino tem sido administrado com segurança associado a diuréticos50 tiazídicos, beta-bloqueadores, inibidores da enzima2 de conversão, nitratos, digoxina, varfarina, antiinflamatórios não-hormonais, antibióticos e drogas hipoglicemiantes59.


Reações Adversas de Atmos

Os efeitos adversos mais comuns observados com o uso de anlodipino são cefaléia13 e edema7. Outros efeitos são verificados com uma incidência8 menor, e incluem tonturas9, vermelhidão, palpitações10, fadiga11, náuseas12, sonolência e dor abdominal.

Os efeitos adversos encontrados com o uso de enalapril são fadiga11, cefaléia13, tonturas9, tosse e hipotensão14.

Raramente necessitam da interrupção do medicamento.

Em um estudo comparativo entre maleato de enalapril, besilato de anlodipino e a associação entre os dois medicamentos (ATMOS®: besilato de anlodipino + maleato de enalapril), observou-se uma redução dos efeitos adversos com a combinação, principalmente na menor dose (2,5mg de besilato de anlodipino + 10mg de maleato de enalapril, respectivamente) como podemos verificar na tabela a seguir:


Existem relatos de agranulocitose60 em pacientes em uso de inibidores da ECA, particularmente em pacientes com insuficiência renal35 ou doenças do colágeno61, porém este risco não foi demonstrado em pacientes em uso de enalapril. Reações anafilactóides são raras e mais relacionadas com os inibidores da ECA. Hipotensão14 sintomática62 pode ocorrer em pacientes em uso de anlodipino, embora não tenha sido verificada com ATMOS® (besilato de anlodipino + maleato de enalapril). Além disso, não se observou hipercalemia40 nos pacientes analisados neste estudo, apesar de poder ocorrer em pacientes em uso de inibidores da ECA.

Outros efeitos adversos foram verificados (menos comuns): zumbido, aumento do apetite (em doses maiores), dores em membros inferiores, dores musculares, tonturas9, manchas claras em membros inferiores, alterações do sono e dispnéia63.


- POSOLOGIA

Como a absorção de ATMOS® (besilato de anlodipino + maleato de enalapril) não é afetada pela ingestão de alimentos, pode ser administrado antes, durante ou após as refeições.

Deve-se iniciar a terapêutica26 com ATMOS® (besilato de anlodipino + maleato de enalapril) sempre com a menor dose (2,5 + 10mg) e reajustar, se necessário. Seu efeito máximo é observado em cerca de 20 dias. Dependendo da resposta e do objetivo terapêutico, a dose pode ser alterada para 1 cápsula/dia de ATMOS® (besilato de anlodipino + maleato de enalapril) 5 + 10mg ou 1 cápsula/dia de ATMOS® (besilato de anlodipino + maleato de enalapril) 5 + 20mg.

Insuficiência hepática64: recomenda-se cautela ao se administrar ATMOS® (besilato de anlodipino + maleato de enalapril) nestes pacientes devido à meia-vida do anlodipino estar prolongada nestes casos.

Insuficiência renal35: ATMOS® (besilato de anlodipino + maleato de enalapril) pode ser usado em doses habituais nos pacientes com níveis de creatinina65 sérica até 3 mg/dL66 (ou clearance de creatinina65 ≥ 30 mL/min). ATMOS® (besilato de anlodipino + maleato de enalapril) está contra-indicado em pacientes com níveis de creatinina65 maiores que 3 mg/dL66 (ou clearance de creatinina65 ≤ 30 mL/min). Ver “Contra-Indicações” quando do uso de poliacrilonitrila no processo de diálise38.


Conduta na Superdose de Atmos

Devido à vasodilatação, podem ocorrer hipotensão14 severa e taquicardia67. Em caso de superdosagem recente, recomenda-se lavagem gástrica68 e medidas gerais de suporte (monitorização cardíaca e respiratória, aferições freqüentes da pressão arterial24), infusão de fluidos e substâncias vasopressoras.


Uso em Idosos de Atmos

Deve ser iniciado o tratamento com ATMOS® (besilato de anlodipino + maleato de enalapril) com a menor dose e reajustar, se necessário.


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Produzido por:

BIOSINTÉTICA FARMACÊUTICA LTDA.

Av. Nações Unidas, 22.428 - São Paulo - SP

CNPJ nº 53.162.095/0001-06

Indústria Brasileira

® Marca Registrada BIOSINTÉTICA, Brasil.


N.º de lote, data de fabricação e prazo de validade: VIDE CARTUCHO.

Para sua segurança mantenha esta embalagem até o uso total do medicamento.


Registro MS - 1.0043.0920

Farm. Resp.: Dra. Sônia Albano Badaró

CRF-SP 19.258


Distribuído por:


EUROFARMA LABORATÓRIOS LTDA.

Av. Ver. José Diniz, 3465, São Paulo – SP

CNPJ: 61.190.096/0001-92

Indústria Brasileira


Atmos - Laboratório

EUROFARMA
Av. Ver. José Diniz, 3465 - Campo Belo
São Paulo/SP - CEP: 04603-003
Tel: 0800-704-3876
Email: euroatende@eurofarma.com.br
Site: http://www.eurofarma.com.br/

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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
3 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
4 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
5 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
6 Cabeça:
7 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
8 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
9 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
10 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
11 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
12 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
13 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
14 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
15 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
16 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
17 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
18 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
19 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
20 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
21 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
22 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
23 Bradicinina: É um polipeptídio plasmático que tem função vasodilatadora e que se forma em resposta à presença de toxinas ou ferimentos no organismo.
24 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
25 Pressão Diastólica: É a pressão mais baixa detectada no sistema arterial sistêmico, observada durante a fase de diástole do ciclo cardíaco. É também denominada de pressão mínima.
26 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
27 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
28 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
29 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
30 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
31 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
32 Pressão arterial sistólica: É a pressão mais elevada (pico) verificada nas artérias durante a fase de sístole do ciclo cardíaco, é também chamada de pressão máxima.
33 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
34 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
35 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
36 Níveis pressóricos: Em cardiologia, níveis pressóricos são os níveis de pressão arterial.
37 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
38 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
39 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
40 Hipercalemia: É a concentração de potássio sérico maior que 5.5 mmol/L (mEq/L). Uma concentração acima de 6.5 mmol/L (mEq/L) é considerada crítica.
41 Oligohidrâmnio: É quando a gestante está com menos líquido amniótico que o ideal dentro do útero. Ele ocorre mais comumente durante o terceiro trimestre da gestação.
42 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
43 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
44 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
45 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
46 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
47 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
48 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
49 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
50 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
51 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
52 Morbidade: Morbidade ou morbilidade é a taxa de portadores de determinada doença em relação à população total estudada, em determinado local e em determinado momento.
53 Oligúria: Clinicamente, a oligúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas ou menor de 30 ml/hora.
54 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
55 Aorta: Principal artéria do organismo. Surge diretamente do ventrículo esquerdo e através de suas ramificações conduz o sangue a todos os órgãos do corpo.
56 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
57 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
58 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
59 Hipoglicemiantes: Medicamentos que contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
60 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
61 Colágeno: Principal proteína fibrilar, de função estrutural, presente no tecido conjuntivo de animais.
62 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
63 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
64 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
65 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
66 Mg/dL: Miligramas por decilitro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
67 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
68 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.

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