HELLEVA

CRISTALIA

Atualizado em 08/12/2014

HELLEVA

Carbonato de lodenafila
80 mg

Identificação da Helleva

NOME COMERCIAL Helleva®.

DENOMINAÇÃO GENÉRICA DO PRINCÍPIO ATIVO
carbonato de lodenafila.

Forma Farmacêutica da Helleva

Comprimidos simples.

Apresentações da Helleva

Embalagens contendo 2 e 4 comprimidos. Embalagens fracionáveis contendo 20 comprimidos.

USO ADULTO
USO ORAL

Composição da Helleva

Cada comprimido de Helleva® contém:
carbonato de lodenafila....................80 mg
excipiente qsp.................... 1 comprimido
(Excipientes: fosfato de cálcio dibásico diidratado, povidona, lactose1, dióxido de silício coloidal, croscarmelose sódica, celulose microcristalina e estearato de magnésio vegetal).

Informação ao Paciente da Helleva

AÇÃO DO MEDICAMENTO Helleva® facilita a ereção2 do pênis3 porque auxilia o relaxamento dos corpos cavernosos. Este relaxamento facilita a obtenção e/ou manutenção da ereção2.

INDICAÇÕES
Helleva® é indicado para homens com dificuldade para obter ou manter ereções adequadas ao bom desempenho sexual.
Helleva® não aumenta o desejo sexual nem provoca ereções, apenas facilita o aparecimento da ereção2 após o estímulo sexual.

RISCOS DO MEDICAMENTO
Não tome Helleva® com nenhum medicamento para tratamento de angina4 ou infarto do miocárdio5 que contenha nitratos, como por exemplo: mononitrato de isossorbida; dinitrato de
isossorbida; nitroglicerina; propatilnitrato. O uso de Helleva® com estes medicamentos é absolutamente contra-indicado.
Helleva® não deve ser usado por pacientes portadores de retinite pigmentosa.
Helleva® não deve ser tomado por pacientes que já apresentaram problemas com este ou outros medicamentos para disfunção erétil. Se você já teve problemas com esses medicamentos procure orientação médica.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento com Helleva® .
"Este medicamento é contra-indicado para uso em mulheres ou crianças (<18 anos)".
"Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis".
"Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde6".

MODO DE USO
Helleva® deve ser usado por boca7, com intervalo mínimo de 24 horas entre as tomadas, e sempre com recomendação médica.
Helleva® pode ser tomado em jejum ou com alimento.

"Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento".
"Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico".
O prazo de validade de Helleva® é de 24 meses a partir da data de fabricação impressa na embalagem.
"Não utilize o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento".
Este medicamento é um comprimido sulcado, o que possibilita que seja partido no local do sulco, permitindo assim a administração de metade da dose, caso haja indicação médica.

REAÇÕES ADVERSAS
Helleva® pode apresentar reações indesejáveis como dor de cabeça8, vermelhidão no rosto (rubor) e sintomas9 de rinite10 (congestão nasal). Outras reações menos freqüentes que também podem aparecer são: tontura11, dispepsia12, distúrbios visuais e dor lombar.
Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis.
Helleva® é geralmente bem tolerado. As reações indesejáveis geralmente são leves e desaparecem espontaneamente.

"ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E, EMBORA AS PESQUISAS REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO".

SUPERDOSE
Pessoas voluntárias que utilizaram doses únicas de até 160 mg, apresentaram reações indesejáveis semelhantes às documentadas para a dose de 80 mg.
Em casos de superdose, medidas gerais de suporte devem ser adotadas conforme a necessidade.

CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO
Conservar o produto em temperatura ambiente, entre 15 e 30° C. Proteger da luz e da umidade.

" TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS".

" NÃO HÁ RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS QUANTO À HABILIDADE DE DIRIGIR OU DE OPERAR MÁQUINAS".

"NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO; PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE6".

Informações Técnicas Aos Profissionais de Saúde6 da Helleva

Características Farmacológicas da Helleva

Características Químicas O carbonato de lodenafila é uma pró-droga apresentada como um dímero que é cindido no organismo e libera seu metabólito13 ativo, a lodenafila, um inibidor seletivo de fosfodiesterase 5 (PDE5).
Propriedades Farmacodinâmicas e Mecanismo de Ação
Para que haja uma ereção2, três eventos vasculares14 devem ocorrer: aumento do fluxo arterial para o pênis3; relaxamento do tecido15 cavernoso com enchimento dos espaços sinusoidais e restrição à drenagem16 venosa (veno-oclusão). Todos esses fenômenos decorrem do relaxamento da musculatura lisa das artérias17 e do tecido15 cavernoso. O óxido nítrico (NO) é o principal promotor
do relaxamento da musculatura lisa peniana. Este é liberado pelas terminações nervosas autonômicas e pelo endotélio vascular18 e sinusoidal, quando estimulados pela acetilcolina19. O NO penetra nas células musculares20 lisas do tecido15 cavernoso e ativa a guanilato ciclase (GC) que encontra-se dissolvida em seu citoplasma21. A GC ativada promove a transformação de guanosina trifosfato (GTP) em guanosina monofosfato cíclica (GMPc). A GMPc ativa a proteína quinase G (PKG) que participa, direta ou indiretamente de diversos processos promotores do relaxamento muscular liso. A concentração intracelular de GMPc é o principal determinante do estado de ereção2 ou flacidez peniana. Quanto maior a concentração de GMPc maior é o relaxamento da musculatura lisa e maior a probabilidade de ocorrer uma ereção2. A concentração de GMPc é controlada por enzimas denominadas fosfodiesterases (PDEs) que hidrolisam e inativam essa molécula. Onze isoformas de PDEs já foram descritas. Estas diferem quanto à localização, afinidade e especificidade pelo substrato. A PDE-5 é a principal isoforma responsável pela degradação de GMPc no corpo cavernoso humano. Quando o estímulo sexual promove a liberação local de óxido nítrico, a inibição da PDE-5 causada pelo carbonato de lodenafila,
aumenta os níveis de GMPc no corpo cavernoso, resultando no relaxamento da musculatura lisa, aumento do influxo de sangue22 para o pênis3 e facilitação da ereção2.
Helleva® é um inibidor seletivo da PDE-5. A EC50 do carbonato de lodenafila para relaxamento dos corpos cavernosos, pré-contraídos com fenilefrina, é de 5,703 µM. O seu metabólito13 ativo, a lodenafila, tem EC50 de 0,149 µM. A EC50 é a concentração molar capaz de relaxar uma
preparação a 50% do valor máximo de contração previamente atingido.

Propriedades Farmacocinéticas
O carbonato de lodenafila apresenta propriedades farmacocinéticas lineares nas doses de 40 mg, 80 mg e 160 mg, indicando comportamento dependente de dose. Após a administração oral de dose única de 80 mg de carbonato de lodenafila em jejum, seu metabólito13 ativo, a lodenafila, apresenta os seguintes indicadores farmacocinéticos plasmáticos (média ± erro padrão de 12 voluntários): Cmáx = 23,56 ± 4,41 ng/ml; Tmáx= 1,25 ± 0,19 h; T1/2 = 2,98 ± 0,49 h; AUC(0-t) = 68,26 ± 16,49 (ng*h)/ml.

Resultados de Eficácia da Helleva

Estudos pré-clínicos
Estudos de toxicidade23 aguda, subaguda24 e crônica foram realizados em 3 espécies de mamíferos, sendo uma não roedora. Os estudos de toxicidade23 aguda consistiram da administração de dose única do produto e observação dos animais por até 15 dias. Doses de até 2000 mg/kg de peso foram administradas sem que se evidenciasse qualquer efeito tóxico importante. Nos estudos de toxicidade23 subaguda24 o composto foi administrado diariamente por 14 dias e nos de toxicidade23 crônica por 90 dias, sem também evidenciar efeitos tóxicos relevantes. Objetivando avaliar o potencial de toxicidade23 reprodutiva, doses de 142 mg/kg/dia foram administradas em ratos por 90 dias e não levaram a alterações histopatológicas de valor toxicológico nos testículos25. O teste de Ames, realizado com bactérias Samonella typhimurium e dos micronúcleos realizado com eritrócitos26 da medula óssea27 de camundongos não demonstraram atividade mutagênica. Estudos de segurança cardiovascular foram realizados com animais anestesiados que receberam injeções endovenosas de até 10 mg/kg de peso em 5 minutos Houve discreta tendência à hipotensão28 e taquicardia29, que não atingiu significância estatística Não houve alterações eletrocardiográficas.
Estudos de segurança para o sistema nervoso central30 não mostraram nenhuma alteração relevante.

Estudos clínicos
A eficácia e segurança do carbonato de lodenafila foram avaliadas em 5 estudos clínicos envolvendo homens com idade entre 18 e 85 anos. Três estudos foram realizados com
voluntários sadios (biodisponibilidade, interação com alimento e estudo clínico fase I). Foram realizados dois estudos com pacientes portadores de disfunção erétil em desenho randomizado31, duplo-cego, controlado com placebo32 (estudos clínicos fase II e fase III). No estudo clínico fase I, que teve como meta primária a segurança para seres humanos, e nos estudos de biodisponibilidade, foram administradas doses que variaram de 1 mg a 160 mg. O produto mostrou-se bem tolerado até a dose mais elevada. As reações adversas foram as esperadas para medicamentos desta classe terapêutica33. Os estudos Fase II e III tiveram o objetivo primário de
demonstrar a eficácia terapêutica33, e secundário de demonstrar a tolerabilidade. Nesses estudos, a eficácia do carbonato de lodenafila (rigidez e duração da ereção2) foi avaliada pelo questionário IIFE (Índice Internacional de Função Erétil) desenvolvido e validado para este fim, seguindo a metodologia clássica para estudos desta natureza. Helleva mostrou eficácia significativamente superior ao placebo32 para o tratamento da disfunção erétil de pacientes que foram tratados por um mês nas doses de 40 mg e 80 mg. No estudo Fase III, a mediana da melhora porcentual do IIFE antes e depois do uso do medicamento foi de 44,4% com carbonato de lodenafila 80 mg, 27,3% com 40 mg e 0,0% com placebo32 com p<0,00001. Além da melhora da função erétil, a análise do IIFE demonstrou que o tratamento também melhorou os aspectos relacionados à satisfação sexual e satisfação geral. Não houve alteração do desejo sexual.

Indicação da Helleva

O carbonato de lodenafila é um medicamento de uso oral, indicado para o tratamento da disfunção erétil.

Contra-Indicações da Helleva

O carbonato de lodenafila, bem como outros inibidores seletivos de PDE-5, pode potencializar o efeito hipotensor dos nitratos, o que contra-indica sua administração concomitante com medicamentos que contenham estas substâncias em sua formulação. O uso de Helleva® está contra-indicado a pacientes com conhecida hipersensibilidade ao carbonato de lodenafila ou aos outros inibidores de PDE-5 ou a quaisquer componentes da fórmula. Helleva® não deve ser utilizado por pacientes para os quais a atividade sexual esteja contra-indicada. Helleva® não deve ser usado por pacientes portadores de retinite pigmentosa.

Posologia da Helleva

Os comprimidos de Helleva® destinam-se a administração por via oral a homens adultos na dose de 80 mg, ingerida cerca de uma hora antes da relação sexual. O intervalo mínimo para uso do Helleva® é de 24 horas. Helleva® pode ser tomado em jejum ou com alimento. A ingestão concomitante com alimento não diminui sua concentração sérica máxima (Cmáx). Se tomado em jejum, o Cmáx é atingido cerca de 1 hora após a ingestão.
Este medicamento é um comprimido sulcado, o que permite administração de metade do comprimido, caso haja indicação médica.

Cuidados e Advertências da Helleva

A atividade sexual aumenta o trabalho cardíaco e pode trazer riscos para pacientes34 cardiopatas e vasculopatas. O carbonato de lodenafila pode provocar uma diminuição discreta e transitória da pressão arterial35. Por isso, é importante avaliar o risco cardiovascular antes de iniciar o tratamento.
"A eficácia deste medicamento depende da capacidade funcional do paciente"
Pacientes com predisposição ao priapismo36 como portadores de anemia falciforme37, mieloma38 múltiplo ou leucemia39 devem buscar aconselhamento médico antes de fazer uso de Helleva®.

Uso em Idosos, Crianças e Mulheres da Helleva

Os estudos clínicos realizados envolveram mais de 50 pacientes com idade entre 65 e 85 anos que tomaram doses de até 80 mg de Helleva®, sem alteração substancial no perfil de tolerabilidade em relação a pacientes mais jovens. Em virtude dos idosos terem maior possibilidade de apresentar doenças coronarianas e, portanto, fazerem uso de nitratos, especial atenção deve ser dada a esta faixa etária quanto ao risco da interação entre Helleva® e estes compostos. Helleva® não deve ser usado por mulheres e crianças. Não existem estudos com carbonato de lodenafila em crianças e mulheres, gestantes ou não gestantes.

Interações Medicamentosas da Helleva

Inibidores do citocromo P450 nas isoformas 3A4 (tais como o etoconazol, eritromicina ou cimetidina) e 2C9 (tais como tolbutamida e varfarina) podem retardar o metabolismo40 do carbonato de lodenafila. Helleva® também não deve ser associado a nitratos orgânicos pelo risco de potenciação farmacodinâmica e hipotensão28 severa.

Segurança Cardiovascular da Helleva

Os nitratos orgânicos como nitroglicerina, dinitrato de isossorbida e nitrato de isossorbida, são drogas doadoras de óxido nítrico (NO), o que aumenta a produção de GMPc. Os inibidores de PDE 5 diminuem a degradação do GMPc. Quando há a associação destes dois tipos de medicamentos, os níveis de GMPc elevam-se a ponto de causar vasodilatação que pode acarretar em hipotensão28 sintomática41. Por este motivo a associação de nitratos orgânicos e inibidores de PDE 5 é absolutamente contra-indicada.
Se um paciente apresentar quadro de angina4 durante relação sexual, após ter feito uso de inibidor de PDE 5, as orientações são de cessar imediatamente o ato sexual e aguardar alguns minutos. Se a dor persistir, o mesmo deve ser encaminhado a um serviço de emergência42. É extremamente importante que o paciente comunique o uso de inibidor de PDE 5 para que a equipe médica não faça uso de nitroglicerina ou outros nitratos.
Confirmando-se o quadro de angina4, outros medicamentos anti-anginosos e antiisquêmicos como beta-bloqueadores, bloqueadores do canal de cálcio, ácido acetilsalicílico, oxigênio, morfina, heparina e outros, devem ser utilizados.
Pacientes que fizeram uso de medicamentos inibidores de PDE 5 com meia-vida em torno de 4 a 5 horas, como no caso do carbonato de lodenafila, poderão fazer uso de nitratos após 24 horas da ingestão do inibidor de PDE 5.
Os alfa-bloqueadores são medicamentos utilizados não só como anti-hipertensivos, mas também em pacientes com hiperplasia43 prostática benigna. Pelo seu mecanismo de ação
podem causar hipotensão28 ortostática, e a associação com a PDE 5 pode aumentar esta incidência44. Por isso o uso de inibidores de PDE 5 por pacientes que fazem uso de alfabloqueadores   deverá ser supervisionado pelo médico. Os inibidores de PDE 5 devem ser administrados inicialmente em doses baixas e em pacientes que estejam em uso de dose estável do alfa-bloqueador.
Com relação à possibilidade de alargamento do intervalo QT, não há casos documentados de "Torsade des Pointes", principal complicação potencial deste fenômeno. Os estudos demonstraram alterações do espaçamento do intervalo QT abaixo dos valores de 10msec que são considerados seguros. A vardenafila foi o inibidor de PDE 5, dentre os inibidores no mercado até o lançamento do carbonato de lodenafila, que apresentou maior aumento no intervalo QT corrigido (QTc) de 6 a 9 msec. Por este motivo a vardenafila não é recomendada para pacientes34 que façam uso de antiarritmicos tipo 1A (p.e. quinidina) ou antiarritmicos tipo 3 (p.e. amiodarona, cloridrato de sotalol) ou com alargamento congênito45 do espaço QT.

Reações Adversas da Helleva

Os inibidores da PDE-5, classe de medicamentos a qual o Helleva® pertence, apresentam como principais reações adversas: cefaléia46, rubor, tontura11, distúrbios visuais, rinite10, dispepsia12, dor lombar entre outras.
O estudo clínico fase III (pré-comercialização) avaliou comparativamente reações adversas entre o carbonato de lodanafila (80mg) e placebo32, em estudo duplo cego47.
As reações adversas foram classificadas em: muito comuns ( 10%), comuns ( 1% e 10%) e raras ( 0,1% e 1%).
As reações adversas consideradas estatisticamente significativas quando comparadas ao placebo32 foram:
Muito comuns ( 10%): cefaléia46, rinite10 e rubor.
Estas três reações adversas relatadas apresentaram uma incidência44 elevada e estatisticamente significativa, entretanto a incidência44 das mesmas reações no grupo placebo32 foi de 8,9%, 8% e 4,5% respectivamente.
Comuns ( 1% e 10%): tontura11.
Em nenhum dos pacientes que apresentaram tontura11 foi caracterizado quadro de síncope48.
Todos os pacientes apresentaram sintomas9 fugazes, que melhoraram espontaneamente, pouco tempo após referir o sintoma49.
Outras reações adversas relatadas e que não foram estatisticamente significativas quando comparadas ao placebo32 são, em ordem decrescente de incidência44:
Dispepsia12, distúrbio visual, dor lombar, boca7 seca, câimbra, fadiga50, náusea51, sensação de calor, agitação, hiperemia52 de conjuntiva53, dispnéia54, dor articular, dor no peito55, dor ocular, gastrenterite, lacrimejamento, outros sintomas9 urinários.
As reações adversas foram consideradas leves em mais de 90% dos pacientes.
Todas as reações adversas descritas apresentaram resolução satisfatória, não incorrendo em risco de morte para qualquer dos pacientes deste estudo.

Superdosagem da Helleva

Estudos realizados com voluntários sadios, utilizando doses únicas de até 160 mg, mostraram boa tolerabilidade, com reações adversas semelhantes às documentadas para a dose de 80 mg. Em caso de superdosagem não se espera que a diálise56 possa acelerar a depuração de Helleva® em função das características farmacocinéticas desta família de substâncias.
Medidas gerais de suporte devem ser adotadas conforme a necessidade.

Armazenagem da Helleva

Conservar o produto em temperatura ambiente, entre 15 e 30o C. Proteger da luz e da umidade.

"Não há recomendações especiais quanto à habilidade de dirigir ou de operar máquinas".

"ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E, EMBORA AS PESQUISAS REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO."

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Nº do lote, data de fabricação e prazo de validade: vide embalagem externa.
Reg. MS Nº.: 1.0298.0366.003-4
Farm. Resp.: Dr. Joaquim A. dos Reis - CRF-SP Nº 5061

SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800 701 19 18

CRISTÁLIA Produtos Químicos Farmacêuticos LTDA
Rodovia Itapira-Lindóia, km 14 - Itapira - SP
CNPJ Nº 44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira  

HELLEVA - Laboratório

CRISTALIA
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Itapira/SP - CEP: 13970-000
Tel: (19) 3863-9500
Fax: (19) 3863-9500
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Escritório comercial
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São Paulo /SP
CEP: 05581-001
Tel./Fax: (11) 3723-6400

Unidade I
Rod. Itapira-Lindóia, Km 14 - Ponte Preta
Itapira /SP
CEP: 13970-000
Tel./Fax: (19) 3843-9500

Unidade III
Av. Nossa Senhora Assunção, 574 - Butantã
São Paulo /SP
CEP: 05359-001
Tel./Fax: (11) 3732-2250

Ver outros medicamentos do laboratório "CRISTALIA"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Ereção: 1. Ato ou efeito de erigir ou erguer. 2. Inauguração, criação. 3. Levantamento ou endurecimento do pênis.
3 Pênis: Órgão reprodutor externo masculino. É composto por uma massa de tecido erétil encerrada em três compartimentos cilíndricos fibrosos. Dois destes compartimentos, os corpos cavernosos, ficam lado a lado ao longo da parte superior do órgão. O terceiro compartimento (na parte inferior), o corpo esponjoso, abriga a uretra.
4 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
5 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
6 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
7 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
8 Cabeça:
9 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
10 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
11 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
12 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
13 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
14 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
15 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
16 Drenagem: Saída ou retirada de material líquido (sangue, pus, soro), de forma espontânea ou através de um tubo colocado no interior da cavidade afetada (dreno).
17 Artérias: Os vasos que transportam sangue para fora do coração.
18 Endotélio Vascular: Camada única de células que alinha-se na superfície luminal em todo o sistema vascular. Regulam o transporte de macromoléculas e componentes do sangue do interstício ao lúmem. Sua função tem sido mas amplamente estudada nos capilares sangüíneos.
19 Acetilcolina: A acetilcolina é um neurotransmissor do sistema colinérgico amplamente distribuído no sistema nervoso autônomo.
20 Células Musculares: Células contráteis maduras, geralmente conhecidas como miócitos, que formam um dos três tipos de músculo. Os três tipos de músculo são esquelético (FIBRAS MUSCULARES), cardíaco (MIÓCITOS CARDÍACOS) e liso (MIÓCITOS DE MÚSCULO LISO). Provêm de células musculares embrionárias (precursoras) denominadas MIOBLASTOS.
21 Citoplasma: Espaço da célula compreendido entre a membrana plasmática e a membrana nuclear nos seres eucariotos. Contém um fluido viscoso chamado de hialoplasma, citosol ou citoplasma fundamental, constituído basicamente por íons dissolvidos em solução aquosa e substâncias de fundamental necessidade à síntese de moléculas orgânicas (carboidratos e proteínas). Ele é considerado um coloide, onde estão imersos mitocôndrias, peroxissomos, lisossomos, cloroplastos, vacúolos, ribossomos, complexo de Golgi, citoesqueleto e retículo endoplasmático liso e rugoso.
22 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
23 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
24 Subaguda: Levemente aguda ou que apresenta sintomas pouco intensos, mas que só se atenuam muito lentamente (diz-se de afecção ou doença).
25 Testículos: Os testículos são as gônadas sexuais masculinas que produzem as células de fecundação ou espermatozóides. Nos mamíferos ocorrem aos pares e são protegidos fora do corpo por uma bolsa chamada escroto. Têm função de glândula produzindo hormônios masculinos.
26 Eritrócitos: Células vermelhas do sangue. Os eritrócitos maduros são anucleados, têm forma de disco bicôncavo e contêm HEMOGLOBINA, cuja função é transportar OXIGÊNIO. Sinônimos: Corpúsculos Sanguíneos Vermelhos; Corpúsculos Vermelhos Sanguíneos; Corpúsculos Vermelhos do Sangue; Glóbulos Vermelhos; Hemácias
27 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
28 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
29 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
30 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
31 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
32 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
33 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
34 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
35 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
36 Priapismo: Condição, associada ou não a um estímulo sexual, na qual o pênis ereto não retorna ao seu estado flácido habitual. Essa ereção é involuntária, duradora (cerca de 4 horas), geralmente dolorosa e potencialmente danosa, podendo levar à impotência sexual irreversível, constituindo-se numa emergência médica.
37 Anemia falciforme: Doença hereditária que causa a má formação das hemácias, que assumem forma semelhante a foices (de onde vem o nome da doença), com maior ou menor severidade de acordo com o caso, o que causa deficiência do transporte de gases nos indivíduos que possuem a doença. É comum na África, na Europa Mediterrânea, no Oriente Médio e em certas regiões da Índia.
38 Mieloma: Variedade de câncer que afeta os linfócitos tipo B, encarregados de produzir imunoglobulinas. Caracteriza-se pelo surgimento de dores ósseas, freqüentemente a nível vertebral, anemia, insuficiência renal e um estado de imunodeficiência crônica.
39 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
40 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
41 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
42 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
43 Hiperplasia: Aumento do número de células de um tecido. Pode ser conseqüência de um estímulo hormonal fisiológico ou não, anomalias genéticas no tecido de origem, etc.
44 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
45 Congênito: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
46 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
47 Estudo duplo cego: Denominamos um estudo clínico “duplo cego” quando tanto voluntários quanto pesquisadores desconhecem a qual grupo de tratamento do estudo os voluntários foram designados. Denominamos um estudo clínico de “simples cego” quando apenas os voluntários desconhecem o grupo ao qual pertencem no estudo.
48 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
49 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
50 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
51 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
52 Hiperemia: Congestão sanguínea em qualquer órgão ou parte do corpo.
53 Conjuntiva: Membrana mucosa que reveste a superfície posterior das pálpebras e a superfície pericorneal anterior do globo ocular.
54 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
55 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
56 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.

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