Benepaxparox

APSEN

Atualizado em 03/06/2015

Benepax®

Cloridrato de paroxetina

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Benepaxparox

Comprimidos revestidos de 20 mg. Caixas com 20 e 30 comprimidos.Comprimidos revestidos de 30 mg. Caixas com 20 comprimidos.
USO ADULTO

Composição de Benepaxparox

Cada comprimido revestido contém:
                20 mg     30 mg
Cloridrato de paroxetina     20 mg     30 mg
Excipientes* qsp         1 cpr     1 cpr
*Excipientes: Lactose1, celulose microcristalina, fosfato de
cálcio, amidoglicolato de sódio, estearato de magnésio,
hidroxipropilmetilcelulose, polietilenoglicol, dióxido
titânio.

Informação ao Paciente de Benepaxparox

Ação esperada do medicamento: O cloridrato de paroxetina inibe a recaptação da serotonina pelosneurônios, aumentando desta forma a concentração destas substâncias nestes locais, possuindo ação
antidepressiva e sendo também indicado no tratamento do Transtorno Obsessivo Compulsivo, da Doença do Pânico e da Fobia2 Social.
Cuidados de armazenamento: Os comprimidos devem ser mantidos em sua embalagem original, na
temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC), protegidos da luz e umidade.
Prazo de validade: Não utilize medicamento com a validade vencida. O prazo de validade de BENEPAX está
impresso na embalagem e é de 24 meses após a data de fabricação.
Gravidez3 e lactação4: Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após
o seu término. BENEPAX (cloridrato de paroxetina) não é recomendado a mulheres que estão amamentando e não deve ser usado durante a gravidez3.
Cuidados de administração: Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a
duração do tratamento. Não altere as doses prescritas sem a avaliação médica.
Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento nem administre qualquer outro medicamento
sem o conhecimento do seu médico.
Reações adversas: Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. Durante o
tratamento podem ocorrer algumas reações como:
náusea5, sonolência, secura de boca6, fraqueza, insônia, suor abundante, tremor, vertigem7, constipação8, diarréia9, vômito10 e apetite reduzido.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Ingestão concomitante com outras substâncias:
Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.
Não tome outros medicamentos sem consultar o seu médico e informe-o sobre qualquer produto que esteja
utilizando.
Durante o tratamento com BENEPAX, abstenha-se do uso de bebidas alcoólicas.
Contra-indicações e precauções: Informe ao seu médico caso apresente insuficiência renal11 ou hepática12.
BENEPAX não deve ser usado durante a gravidez3 e a lactação4.
BENEPAX não deve ser utilizado nos casos de hipersensibilidade à paroxetina ou a algum componente
da formulação.
Durante o tratamento com BENEPAX, abstenha-se do uso de bebidas alcoólicas.
Não é aconselhável dirigir veículos motorizados ou operar máquinas durante o tratamento com BENEPAX.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO; PODE SER PERIGOSO PARA A SUA
SAÚDE13.

Conservar o produto ao abrigo da umidade e do calor excessivo (temperatura não superior a 30ºC).
O prazo de validade do produto é de 24 meses, a contar da data de sua fabricação.

NÃO USE MEDICAMENTOS COM PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.

Informações Técnicas de Benepaxparox

Propriedades Farmacodinâmicas de Benepaxparox

BENEPAX contém como princípio ativo o cloridrato de paroxetina, quimicamente o cloridrato de (-)trans-4-(4'- fluorofenil)-3-(3',4'-metilenodioxifenoximetil) piperidina, um potente e seletivo inibidor de recaptaçãode 5-hidroxitriptamina (5-HT,serotonina). Acredita-se que sua ação antidepressiva e sua eficácia no
tratamento do TOC e da doença do pânico, esteja relacionada à sua inibição específica da recaptação de
5-HT pelos neurônios14 cerebrais.
O cloridrato de paroxetina quimicamente não é relacionado aos antidepressivos tricíclicos, tetracíclicos
e a outros antidepressivos disponíveis.
Os principais metabólitos15 de BENEPAX (cloridrato de paroxetina) são polares e conjugados por oxidação e
metilação, sendo rapidamente metabolizados.
Considerando-se a sua falta relativa de atividade farmacológica, é muito pouco provável que eles
contribuam com os efeitos terapêuticos de BENEPAX (cloridrato de paroxetina).

Propriedades Farmacocinéticas de Benepaxparox

O cloridrato de paroxetina é bem absorvido após administração oral e sofre metabolismo16 de primeira
passagem.
O cloridrato de paroxetina é extensivamente distribuído nos tecidos. A ligação protéica, no plasma17, do cloridrato de paroxetina, em concentrações terapeuticamente relevantes, é cerca de 95%.
A meia-vida de eliminação é variável mas geralmente é cerca de 1 dia. O estado de equilíbrio dos níveis
sistêmicos18 é atingido em 7-14 dias após o início do tratamento, e a farmacocinética parece não se alterar
durante o tratamento prolongado.
O tratamento prolongado com BENEPAX (cloridrato de paroxetina) tem demonstrado que a eficácia
antidepressiva é mantida por períodos de pelo menos um ano.
Em estudos controlados por placebo19, a eficácia de BENEPAX (cloridrato de paroxetina) no tratamento da
Doença do Pânico tem se mantido por pelo menos um ano.

Indicações de Benepaxparox

BENEPAX (cloridrato de paroxetina) é indicado para o tratamento da depressão, incluindo as formas graves e as acompanhadas por ansiedade.BENEPAX (cloridrato de paroxetina) também é indicado para o tratamento dos sintomas20 do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC); para o tratamento dos sintomas20 da Doença do Pânico, com ou sem agorafobia21 e, ainda, para o tratamento da Fobia2 Social.

Contra-Indicações de Benepaxparox

BENEPAX (cloridrato de paroxetina) é contra-indicado a pacientes com conhecida hipersensibilidade à droga ou a qualquer componente do produto. BENEPAX (cloridrato de paroxetina) não deve ser usado concomitantemente com inibidores da MAO22 (veja advertências).

Advertências de Benepaxparox

BENEPAX (cloridrato de paroxetina) não deve ser usado em combinação com inibidores da monoaminoxidase23 (MAO22) ou dentro de 2 semanas após o término do tratamento com este tipo de substância, portanto, o tratamento deve ser iniciado com cautela e a dose deve ser aumentada gradualmente até que a resposta ótima seja atingida. Os inibidores da MAO22 não devem ser administrados dentro de 2 semanas após o término do tratamento com BENEPAX (cloridrato de paroxetina).

Precauções de Benepaxparox

História de mania
Da mesma forma que com todos os antidepressivos, BENEPAX (cloridrato de paroxetina) deve ser usado com cautela em pacientes que apresentem história de mania.

Anticoagulantes24 orais
BENEPAX (cloridrato de paroxetina) deve ser administrado com grande cautela a pacientes recebendo anticoagulantes24 orais (veja Interações medicamentosas).

Problemas Cardíacos
Da mesma forma que ocorre com todas as drogas psicoativas, recomenda-se cautela no tratamento de
pacientes com problemas cardíacos.

Epilepsia25
Da mesma forma que ocorre com outros antidepressivos, BENEPAX (cloridrato de paroxetina) deve ser usado com cuidado em pacientes com epilepsia25.

Convulsões
Em geral, a incidência26 de convulsões é < 0,1% em pacientes tratados com BENEPAX (cloridrato de paroxetina). A droga deve ser descontinuada em qualquer paciente que apresente convulsão27.

Glaucoma28
Assim como ocorre com outros SSRIs, BENEPAX (cloridrato de paroxetina) raramente causou midríase29 e deve ser usado com cautela em pacientes com glaucoma28 de ângulo agudo30.

ECT
Há pouca experiência clínica em relação à administração concomitante de BENEPAX (cloridrato de paroxetina) a pacientes sob ECT. No entanto, houveram raros relatos de convulsões induzidas por ECT prolongado e/ou convulsões secundárias em pacientes tratados com SSRIs.

Neurolépticos31
BENEPAX (cloridrato de paroxetina) deve ser usado com cautela em pacientes já recebendo neurolépticos31, porque sintomas20 sugestivos de Síndrome32 Maligna Neuroléptica foram relatados com esta combinação.
Agravamento da depressão, idéias suicidas e a possibilidade de suicídio são inerentes a pacientes sofrendo de doença depressiva.
Consequentemente, os pacientes devem ser cuidadosamente monitorados durante o tratamento, até que ocorra remissão significativa.

Triptofano
Uma vez que experiências adversas foram relatadas quando triptofano foi administrado com outro inibidor seletivo de recaptação da serotonina (SSRI), BENEPAX (cloridrato de paroxetina) não deve ser usado em combinação com medicação à base de triptofano (veja Interações Medicamentosas).

Capacidade de dirigir/operar máquinas
Experiências clínicas têm demostrado que a terapia com BENEPAX (cloridrato de paroxetina) não está associada à deterioração das funções cognitiva33 e psicomotora34.
Contudo, como com todas as drogas psicoativas, os pacientes devem ser advertidos quanto à sua capacidade de dirigir veículos motorizados ou operar máquinas.

Gravidez3 e lactação4
Embora os estudos em animais não tenham demonstrado quaisquer efeitos teratogênicos35 ou embriotóxicos seletivos, a segurança de BENEPAX (cloridrato de paroxetina) na gravidez3 humana ainda não foi estabelecida; portanto, BENEPAX (cloridrato de paroxetina) não deve ser usado durante a gravidez3 ou em mulheres que estejam amamentando, a não ser que, na opinião do médico, os benefícios potenciais justifiquem os possíveis riscos.

- INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Alimentos/antiácidos36
A absorção e farmacocinética de BENEPAX (cloridrato de paroxetina) não são afetadas por alimentos ou antiácidos36.

IMAOs/triptofano/outros SSRIs
A co-administração de drogas serotoninérgicas (ex: IMAOs, triptofano, outros SSRIs) pode levar a uma alta incidência26 de efeitos associados à serotonina. Os sintomas20 incluíram agitação, confusão, diaforese37, alucinações38, hiper-reflexia, mioclonia39, calafrios40, taquicardia41 e tremor.

Indutores/inibidores do metabolismo16 enzimático O metabolismo16 e a farmacocinética do cloridrato de paroxetina podem ser afetados por drogas que induzem ou inibem o metabolismo16 enzimático da droga. Quando BENEPAX (cloridrato de paroxetina) é co-administrado com uma droga inibidora do metabolismo16, o uso da dose mínima deve ser considerado.
Nenhum ajuste inicial na dosagem do cloridrato de paroxetina é considerado necessário quando a droga é coadministrada com uma droga inibidora do metabolismo16, o uso da dose mínima deve ser considerado.
Nenhum ajuste inicial na dosagem do cloridrato de paroxetina é considerado necessário quando a droga é coadministrada com drogas indutoras do metabolismo16 enzimático. Qualquer ajuste subsequente de dosagem deveria ser baseado nos efeitos clínicos (tolerância e eficácia).

Álcool
Embora BENEPAX (cloridrato de paroxetina) não aumente a deterioração da habilidade mental e motora causada pelo álcool, o uso concomitante de álcool e BENEPAX (cloridrato de paroxetina) não é aconselhado.

Haloperidol/amilobarbitona/oxazepam Experiências em um número limitado de indivíduos sadios têm demonstrado que BENEPAX (cloridrato de paroxetina) não aumenta a sedação42 e a sonolência associadas ao haloperidol, amilobarbitona ou oxazepam quando administrados em combinação.

Lítio
Estudos em pacientes deprimidos estabilizados não demonstraram nenhuma interação farmacocinética entre BENEPAX (cloridrato de paroxetina) e lítio. No entanto, uma vez que a experiência é limitada a administração concomitante de BENEPAX (cloridrato de paroxetina) e lítio deve ser feita com cautela e os níveis de lítio devem ser monitorados.

Fenitoína/anticonvulsivantes
A co-administração de BENEPAX (cloridrato de paroxetina) e fenitoína é associada a diminuição da concentração plasmática do cloridrato de paroxetina e aumento das experiências adversas. Nenhum ajuste inicial na dosagem de BENEPAX (cloridrato de paroxetina) é considerado necessário quando estas drogas são coadministradas; qualquer ajuste posterior da dosagem deve ser baseado nos efeitos clínicos. A co-administração de BENEPAX (cloridrato de paroxetina) com outros anticonvulsivantes também pode ser associada a um aumento da incidência26 de experiências adversas.

Warfarina/anticoagulantes24 orais
Dados preliminares sugerem que pode levar uma interação farmacodinâmica entre o cloridrato de paroxetina e warfarina que pode resultar em alteração do tempo de protrombina43 e em um aumento de sangramento. O cloridrato de paroxetina deveria, portanto, ser administrado com grande cautela a
pacientes recebendo anticoagulantes24 orais.

Antidepressivos tricíclicos
Os efeitos da administração concomitante de BENEPAX (cloridrato de paroxetina) com antidepressivos tricíclicos não foram estudados. O uso de BENEPAX (cloridrato de paroxetina) com estas drogas deve, portanto, ser considerado com cautela.

Prociclidina
BENEPAX (cloridrato de paroxetina) pode aumentar significativamente os níveis plasmáticos de prociclidina.
A dose de prociclidina deve ser reduzida se efeitos anticolinérgicos forem observados.
Como outros antidepressivos, incluindo outros SSRIs, paroxetina inibe a isoenzima hepática12 específica do
citocromo P-450 responsável pelo metabolismo16 da debrisoquina e esparteina. Isto pode levar a uma
elevação do nível plasmático daquelas drogas  c oadministradas que são metabolizadas por essa enzima44
embora a significância clínica desta observação não tenha sido estabelecida. As drogas metabolizadas por
esta enzima44 incluem certos antidepressivos tricíclicos (ex: nortriptilina, amitriptilina, imipramina e desipramina), neurolépticos31 fenotiazínicos (ex: perfenazina e tioridazina), e anti-arrítmicos Tipo 1c (ex: propafenona e flecainida).

Reações Adversas de Benepaxparox

Em pesquisas clínicas controladas as reações adversas mais comumente observadas e associadas ao uso de BENEPAX (cloridrato de paroxetina) e não observadas em uma incidência26 equivalente entre os pacientes tratados com placebo19 foram náusea5, sonolência, sudorese45, tremor, astenia46, boca6 seca, insônia, disfunção sexual (incluindo impotência47 e distúrbios de ejaculação48), vertigem7, constipação8, vômito10, diarréia9 eapetite diminuído. a maioria destas experiências adversas pode diminuir em intensidade e frequência
com a continuação do tratamento e em geral não causam a interrupção do tratamento.
Além disso, durante o uso clínico do cloridrato de paroxetina, houve relato do seguinte:

SISTEMA NERVOSO49: alucinações38, hipomania e agitação foram relatadas além da síndrome serotoninérgica50, como para outros ssris, confusão também foi relatada. Reações extrapiramidais foram raramente relatadas incluindo distonia51 orofacial.
Algumas vezes estas ocorreram em pacientes com desordens latentes de movimento que estavam usando medicação neuroléptica. Houve raros relatos de convulsões. Síndrome32 maligna neuroléptica (geralmente em pacientes recebendo medicação neuroléptica concomitante ou recentemente
descontinuada) também foi relatada raramente.

SISTEMA DIGESTIVO52: Houve relatos de vômito10.
Elevação das enzimas hepáticas53 foi relatada. Sérias anormalidades do fígado54 foram relatadas raramente. A
descontinuação de benepax (cloridrato de paroxetina) deve ser considerada se houver elevação prolongada dos resultados dos testes da função hepática12.

PELE55 E ANEXOS56: Houve raros relatos de erupção57 cutânea58 (incluindo urticária59 acompanhada de prurido60 ou angioedema61) e reações de fotosensibilidade.

METABÓLICOS/ENDÓCRINOS: Hiponatremia62 foi relatada raramente, predominantemente em idosos e pode ser associada à síndrome32 de secreção inapropriada de hormônio63 antidiurético (siadh). A hiponatremia62 geralmente reverte com a descontinuação de benepax (cloridrato de paroxetina). Houve raros r e l a t o s d e s i n t o m a s s u g e s t i v o s d e hiperprolactinemia/galactorréia64.

CARDIOVASCULARES: Assim como outros SSRIs,
alterações transitórias na pressão sanguínea foram relatadas, geralmente em pacientes com hipertensão65 pré-existente ou ansiedade. Taquicardia41 foi relatada raramente. Sintomas20 sugestivos de hipotensão66 postural foram relatados frequentemente em pacientes com outros fatores de risco.

HEMATOLÓGICOS: Houve relatos de sangramento anormal (principalmente equimose67 e púrpura68).
Trombocitopenia69 foi relatada raramente.

OUTROS: Houve raros relatos de glaucoma28 agudo30, retenção urinária70 e edema71 periférico.
É menos provável que o uso de BENEPAX (cloridrato de paroxetina) esteja associado a boca6 seca, constipação8 e sonolência do que o uso dos antidepressivos tricíclicos.

Sintomas20 incluindo vertigem7, distúrbio sensorial (p.ex. parestesia72), ansiedade, distúrbios do sono
(incluindo sonhos anormais), agitação, tremor, náusea5, sudorese45 e confusão foram relatados após

descontinuação abrupta do tratamento. Eles são geralmente auto-limitados e o tratamento
sintomático73 raramente é necessário. Nenhum grupo em particular de pacientes pareceu estar em
um risco maior de apresentar estes sintomas20; portanto, recomenda-se que quando o tratamento
antidepressivo não seja mais necessário, a descontinuação gradual por redução de dosagem
ou administração em dias alternados seja considerada.

Posologia de Benepaxparox

Adultos:
Depressão
A dose recomendada é de 20 mg ao dia.
Em alguns pacientes, pode ser necessário aumentar a dose. Isto deve ser feito gradativamente, em aumentos de 10 mg até 50 mg/dia de acordo com a resposta do paciente.

Transtorno Obsessivo Compulsivo
A dose recomendada é de 40 mg ao dia.
O tratamento deve ser iniciado com 20 mg e a dose pode ser aumentada semanalmente em aumentos de 10 mg.
Alguns pacientes se beneficiam pelo aumento da dosagem até o máximo de 60 mg/dia.

Doença do Pânico
A dose recomendada é de 40 mg ao dia.
O tratamento deve ser iniciado com 10 mg ao dia e a dose deve ser aumentada semanalmente em aumentos de 10 mg de acordo com a resposta do paciente.
Alguns pacientes podem se beneficiar pelo aumento da dosagem até o máximo de 50 mg/dia.
Uma dose inicial baixa é recomendada para minimizar a piora potencial da sintomatologia do pânico que,
conforme se reconhece, geralmente ocorre no início do tratamento da Doença do Pânico.

Fobia2 Social
A dose recomendada é de 20 mg ao dia. Os pacientes que não responderem à dose de 20 mg, podem se beneficiar pelo aumento da dosagem em aumentos de 10 mg, conforme necessário, até o máximo de 50 mg/dia. As alterações de dosagem devem ocorrer em intervalos de pelo menos 1 semana.
Recomenda-se que BENEPAX (cloridrato de paroxetina) seja administrado em dose única diária, pela manhã, juntamente com a alimentação. Os comprimidos devem ser deglutidos inteiros, sem mastigar.
Da mesma forma que com todas as drogas antidepressivas, a posologia deve ser avaliada e ajustada, se necessário, dentro de 2 a 3 semanas após o início do tratamento e conforme considerado clinicamente apropriado.
Em geral recomenda-se que os pacientes sejam tratados por um período suficiente para garantir que estejam livres dos sintomas20. Este período pode ser de vários meses para o tratamento da depressão podendo ser mais longo para o tratamento do Transtorno Obsessivo Compulsivo e da
Doença do Pânico.
Da mesma forma que para muitos medicamentos psicoativos, é recomendável que o tratamento seja descontinuado gradativamente.

Crianças:
O uso de BENEPAX (cloridrato de paroxetina) não é recomendado em crianças porque a segurança e eficácia do cloridrato de paroxetina ainda não foram estabelecidas nesta população.

Pacientes idosos:
Em pacientes idosos ocorre aumento das concentrações plasmáticas de cloridrato de paroxetina.
A posologia deve ser iniciada com 20 mg ao dia e pode ser aumentada semanalmente em aumentos de 10 mg até o máximo de 40 mg/dia, de acordo com a resposta do paciente.

Insuficiência renal11/hepática12:
Em pacientes com insuficiência renal11 grave (clearance de creatinina74 < 30 ml/min) ou insuficiência hepática75 grave ocorre aumento das concentrações plasmáticas de cloridrato de paroxetina. A posologia recomendada é de 20 mg ao dia. Aumentos, de dosagem, se necessário, deverão ser restritos à dosagem mínima da faixa permitida.

Abuso e Dependência de Benepaxparox

Até o momento, não existem relatos que evidenciem ser o cloridrato de paroxetina uma droga capaz de causar abuso ou dependência. No entanto, não deve ser esquecido que todas as drogas que atuam a nível de sistema nervoso central76, estimulando-o ou inibindo-o, podem potencialmente estar relacionadas como causa de dependência.O paciente com depressão ou história de abuso ou dependência por alguma droga deve estar sob observação médica contínua.

Superdosagem de Benepaxparox

Uma ampla margem de segurança é evidente a partir dos dados disponíveis. Casos de superdosagem foram
relatados em pacientes que administraram até 2000 mg de paroxetina pura ou em combinação com outras drogas incluindo álcool. As experiências de superdosagem com BENEPAX (cloridrato de paroxetina) demonstraram os seguintes sintomas20 náusea5, vômito10, tremor, pupila dilatada, boca6 seca, irritabilidade, sudorese45 e sonolência mas não coma77 ou convulsão27.
Não se conhece um antídoto78 específico. O tratamento deve consistir de medidas gerais empregadas nos casos de superdosagem com qualquer antidepressivo. A rápida administração de carvão ativado pode retardar a absorção do cloridrato de paroxetina.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.

Nº do Lote; Data de Fabricação e Data de Validade:
vide Cartucho e/ou Rótulo

Reg. MS nº 1.0118.0116
Farmacêutico Responsável: Dr. Eduardo Sérgio Medeiros
Magliano
CRF SP nº 7179

Centro de Atendimento ao Consumidor
0800 16 5678

APSENFARMACÊUTICA S/A
Rua La Paz, nº 37/67
São Paulo - SP
CNPJ 62.462.015/0001-29
INDÚSTRIA BRASILEIRA

Benepaxparox - Laboratório

APSEN
RUA LA PAZ, 37/67. Santo Amaro.
São Paulo/SP - CEP: 04755020
Tel: 0800 165678
Email: infomed@apsen.com.br
Site: http://www.apsen.com.br/

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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Fobia: Medo exagerado, falta de tolerância, aversão.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
5 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
6 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
7 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
8 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
9 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
10 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
11 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
12 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
13 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
14 Neurônios: Unidades celulares básicas do tecido nervoso. Cada neurônio é formado por corpo, axônio e dendritos. Sua função é receber, conduzir e transmitir impulsos no SISTEMA NERVOSO. Sinônimos: Células Nervosas
15 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
16 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
17 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
18 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
19 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
20 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
21 Agorafobia: Estado de medo mórbido de se achar sozinho em grandes espaços abertos ou de atravessar lugares públicos. Também conhecida como cenofobia.
22 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
23 Inibidores da monoaminoxidase: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
24 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
25 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
26 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
27 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
28 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
29 Midríase: Dilatação da pupila. Ela pode ser fisiológica, patológica ou terapêutica.
30 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
31 Neurolépticos: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
32 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
33 Cognitiva: 1. Relativa ao conhecimento, à cognição. 2. Relativa ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
34 Psicomotora: Própria ou referente a qualquer resposta que envolva aspectos motores e psíquicos, tais como os movimentos corporais governados pela mente.
35 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
36 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
37 Diaforese: Sudação, transpiração intensa.
38 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
39 Mioclonia: Contração muscular súbita e involuntária que se verifica especialmente nas mãos e nos pés, devido à descarga patológica de um grupo de células nervosas.
40 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
41 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
42 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
43 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
44 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
45 Sudorese: Suor excessivo
46 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
47 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
48 Ejaculação: 1. Ato de ejacular. Expulsão vigorosa; forte derramamento (de líquido); jato. 2. Em fisiologia, emissão de esperma pela uretra no momento do orgasmo. 3. Por extensão de sentido, qualquer emissão. 4. No sentido figurado, fartura de palavras; arrazoado.
49 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
50 Síndrome serotoninérgica: Síndrome serotoninérgica ou síndrome da serotonina é caracterizada por uma tríade de alterações do estado mental (ansiedade, agitação, confusão mental, hipomania, alucinações e coma), das funções motoras (englobando tremores, mioclonias, hipertonia, hiperreflexia e incoordenação) e do sistema nervoso autônomo (febre, sudorese, náuseas, vômitos, diarreia e hipertensão). Ela pode ter causas diversas, mas na maioria das vezes ocorre por uma má interação medicamentosa, quando dois ou mais medicamentos que elevam a neurotransmissão serotoninérgica por meio de distintos mecanismos são utilizados concomitantemente ou em overdose.
51 Distonia: Contração muscular involuntária causando distúrbios funcionais, dolorosos e estéticos.
52 Sistema digestivo: O sistema digestivo ou digestório realiza a digestão, processo que transforma os alimentos em substâncias passíveis de serem absorvidas pelo organismo. Os materiais não absorvidos são eliminados por este sistema. Ele é composto pelo tubo digestivo e por glândulas anexas.
53 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
54 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
55 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
56 Anexos: 1. Que se anexa ou anexou, apenso. 2. Contíguo, adjacente, correlacionado. 3. Coisa ou parte que está ligada a outra considerada como principal. 4. Em anatomia geral, parte acessória de um órgão ou de uma estrutura principal. 5. Em informática, arquivo anexado a uma mensagem eletrônica.
57 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
58 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
59 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
60 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
61 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
62 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
63 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
64 Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
65 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
66 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
67 Equimose: Mancha escura ou azulada devido à infiltração difusa de sangue no tecido subcutâneo. A maioria aparece após um traumatismo, mas pode surgir espontaneamente em pessoas que apresentam fragilidade capilar ou alguma coagulopatia. Após um período de tempo variável, a equimose desaparece passando por diferentes gradações: violácea, acastanhada, esverdeada e amarelada.
68 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
69 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
70 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
71 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
72 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
73 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
74 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
75 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
76 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
77 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
78 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.

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