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Apresolina

NOVARTIS BIOCIENCIAS S.A

Atualizado em 25/11/2019

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Apresolina®
cloridrato de hidralazina
Drágeas1

APRESENTAÇÕES

Drágeas1 25 mg ou 50 mg
Embalagens contendo 20 drágeas1

VIA ORAL
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Cada drágea2 de Apresolina® 25 mg contém:

cloridrato de hidralazina 25 mg
excipiente q.s.p. 1 drágea2

Excipientes: dióxido de silício, amido, povidona, estearato de magnésio, celulose microcristalina, copovidona, dióxido de titânio, macrogol, sacarose, talco, óxido férrico amarelo, hipromelose e palmitato de cetila.


Cada drágea2 de Apresolina® 50 mg contém:

cloridrato de hidralazina 50 mg
excipiente q.s.p. 1 drágea2

Excipientes: dióxido de silício, amido, povidona, estearato de magnésio, celulose microcristalina, copovidona, dióxido de titânio, macrogol, sacarose, talco, laca de eritrosina, hipromelose e palmitato de cetila.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUÊ ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Apresolina® contém cloridrato de hidralazina, a qual pertence ao grupo de medicamentos conhecidos como medicamentos cardiovasculares com propriedades anti-hipertensivas.

Apresolina® é usada para tratar a pressão arterial3 elevada (hipertensão4) e insuficiência cardíaca5.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Apresolina® funciona relaxando e dilatando os vasos sanguíneos6, reduzindo assim a pressão sanguínea e aumentando o fornecimento de sangue7 para o coração8.

Se você tem alguma dúvida sobre como Apresolina® funciona ou porque este medicamento foi prescrito para você, pergunte ao seu médico.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Siga todas as instruções do seu médico cuidadosamente. É importante informar ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento ou se você tem outros problemas de saúde9.

Apresolina® é contraindicada em pacientes que apresentem alergia10 ao cloridrato de hidralazina ou a algum dos componentes da formulação. Se achar que é alérgico, informe o seu médico.

Também é contraindicada: se você tem ou já teve rash11 facial, dor articular, alteração muscular, febre12 (possíveis sinais13 do lúpus14 eritematoso15 sistêmico16); se você teve um ataque do coração8 recente ou outros problemas graves do coração8; se você tem uma doença cardíaca causada pelo funcionamento exagerado da tireoide17 (chamada tireotoxicose); se você tem inchaço18 e enfraquecimento de parte dos grandes vasos sanguíneos6 (chamado aneurisma19). Se qualquer um destes sintomas20 se aplicar a você, informe seu médico.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Especiais cuidados a serem tomados com Apresolina®, se alguma destas situações se aplicar a você informe o seu médico ou farmacêutico antes de tomar Apresolina®:

  • se você sofre do coração8 ou doença dos vasos sanguíneos6;
  • se você sofre de doença do rim21 e fígado22;
  • se você teve recentemente um ataque cardíaco e sua condição não estiver estável;
  • se durante o tratamento você tiver problemas respiratórios graves associados à doença renal23 (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”).

A eficácia deste medicamento depende da capacidade funcional do paciente.

Idosos (acima de 65 anos de idade)

Apresolina® pode ser usada por pacientes idosos.

Mulheres em idade fértil, gravidez24, amamentação25 e fertilidade

Se você está grávida ou amamentando, pensa que pode estar grávida ou esta planejando ter um bebê, pergunte ao seu médico ou farmacêutico antes de tomar esse medicamento. O seu médico irá discutir com você o risco potencial de tomar Apresolina® durante a gravidez24.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista.

Lactação26
A substância ativa da Apresolina® é excretada no leite materno em pequenas quantidades. Seu médico lhe dará conselhos específicos sobre isso.

Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas

Pacientes em tratamento com Apresolina®, especialmente no início, devem evitar dirigir veículos e/ou operar máquinas. Como muitos outros medicamentos para o tratamento de hipertensão4, Apresolina® pode causar tontura27 ou ter um efeito negativo na sua habilidade de se concentrar.

Atenção diabéticos: contém açúcar28

Ingestão concomitante com outras substâncias

Durante o tratamento, o paciente deverá evitar a ingestão de álcool. Converse com seu médico ou pergunte ao farmacêutico se você estiver tomando ou tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem prescrição, porque estes podem interagir com o medicamento.

Medicamentos ou substâncias que podem interagir com Apresolina®:

  • medicamentos usados para dilatar os vasos sanguíneos6 e evitar a hipertensão4 (vasodilatadores),
  • medicamentos usados para baixar a pressão arterial3 (inibidores da ECA, betabloqueadores e antagonistas do cálcio),
  • diuréticos29,
  • medicamentos usados no tratamento da depressão e outras condições relacionadas (antidepressivos tricíclicos),
  • medicamentos usados no tratamento de doenças psicóticas quando um efeito calmante é desejado (tranquilizantes maiores).

A ingestão concomitante com alimentos pode diminuir o efeito da Apresolina® de diminuir a pressão sanguínea, portanto Apresolina® deve ser tomada por via oral, no mesmo horário todos os dias, e sempre da mesma forma, com ou sem alimentos.

A ingestão de álcool pode aumentar o efeito da Apresolina® de diminuir a pressão sanguínea.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use este medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde9.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Apresolina® 25 mg: produto deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC).
Apresolina® 50 mg: produto deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC) e protegido da umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas

  • Apresolina® 25 mg: Drágea2 amarelo pálido, redonda, biconvexa.
  • Apresolina® 50 mg: Drágea2 vermelho violeta, redonda, biconvexa.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Tomando Apresolina® no mesmo horário todos os dias irá ajudá-lo a lembrar quando tomar seu medicamento.

Hipertensão4

A posologia deverá sempre ser ajustada individualmente e as seguintes recomendações deverão ser adotadas:

Adultos
Em geral, a dose recomendade é de 1 comprimido de 25 mg duas vezes ao dia até 100-200 mg por dia.

Insuficiência cardíaca congestiva30 crônica

Adultos
As doses variam muito entre os pacientes e, geralmente, são mais elevadas do que aquelas utilizadas para o tratamento da hipertensão4. As doses iniciais podem ser mais baixas e em seguida podem ser aumentadas pelo seu médico; a dose média de manutenção é de 50 a 75 mg a cada 6 horas ou 100 mg em 2 a 3 vezes ao dia.

A duração do tratamento é conforme orientação médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Se você esquecer de tomar alguma dose, tome-a assim que possível. No entanto, se estiver perto do horário da próxima dose, pule a dose esquecida e comece a tomá-la novamente no mesmo horário de antes.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Informe ao seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis. Quando tomar Apresolina®, você pode apresentar um aumento da frequência cardíaca ou das batidas do seu coração8 (palpitação31) ou cansaço. Estas são as reações iniciais da redução da pressão arterial3. Apresolina® pode provocar também dor de cabeça32, vermelhidão da pele33, irritação dos olhos34 ou inchaço18 das mãos35 e pés. Entretanto, estas reações diminuem ou desaparecem no decorrer do tratamento. Você deve infomar seu médico imediatamente se apresentar problemas de saúde9 persistentes, dor nas articulações36, perda de peso, dor no peito37 ou outros sintomas20 inexplicáveis enquanto tomar Apresolina®.

Informe seu médico assim que possível se qualquer um dos seguintes efeitos colaterais38 ocorrer:

Alguns efeitos colaterais38 podem ser graves:

  • Erupção39 cutânea40, manchas vermelho-púrpuras41, febre12, coceira que pode ou não incluir tosse, dispneia42, tosse com sangue7 ou muco manchado de sangue7, em combinação com inchaço18 dos tornozelos, pés, mãos35 ou rosto e sangue7 na urina43 (possíveis sinais13 de vasculite44, com ou sem síndrome45 pulmonar-renal23).
  • Erupção39 cutânea40 facial, dor nas articulações36, distúrbios musculares, febre12 (possíveis sinais13 de lúpus14 eritematoso15 sistêmico16 (LES)).
  • Sensação de aperto no peito37 (possíveis sintomas20 de angina46).

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): batimento muito rápido do coração8 ou palpitação31, dor de cabeça32.

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): vermelhidão temporária do rosto e/ou pescoço47, queda excessiva na pressão arterial3, dor nas articulações36, inchaço18 articular, sensibilidade ou dor nos músculos48, distúrbios gastrointestinais tais como diarreia49, naúseas e vômitos50.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): aumento ou inchaço18 nos tecidos devido ao acúmulo de líquidos, rash11 na pele33, coceira, urticária51 (ou seja, a aparência de bolinhas ou manchas na pele33 que coçam), lacrimejamento, irritação ou vermelhidão dos olhos34 (sinais13 de conjutivite), congestão nasal, tontura27, dificuldade na respiração ou falta de ar, febre12, perda de apetite, perda de peso, agitação ou ansiedade, dor pleural (isto é, dor no tórax52 que se torna pior quando tosse ou respira profundamente), dor reumática, sensação geral de mal estar, alterações do sangue7 (por ex., possíveis sintomas20 que incluem dor de garganta53, febre12, fraqueza, cansaço ou fadiga54, sonolência, tontura27, sangramento anormal ou manchas roxas), sangue7 na urina43.

Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): sensações anormais na pele33 (por ex., formigamento), tremores, depressão, alucinações55, dificuldades de urinar, inflamação56 dos terminais nervosos com dor, perda de massa muscular e diminuição dos reflexos, distúrbios gastrointestinais, olhos34 salientes, alterações graves do sangue7 com sintomas20 tais como fadiga54, tontura27, dor de garganta53 com febre12 e tremores, sangramento anormal ou manchas roxas).

Outras reações: aumento do fígado22 e do baço57 (mais comuns quando associado a sinais13 e sintomas20 de lúpus14 eritematoso15).

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Se você tomar mais comprimidos do que o seu médico lhe receitou, entre em contato com seu médico ou vá ao hospital mais próximo imediatamente. Os sinais13 e sintomas20 causados por uma overdose de Apresolina® podem incluir: distúrbios cardíacos e circulatórios, tais como batimento cardíaco muito rápido e pressão baixa, que causa náuseas58, tonturas59 e suor intenso podendo chegar à síncope60 (perda da consciência). Também é possível que ocorra isquemia61 miocárdica causando angina46 (dor no peito37 súbita e opressiva com sensação de esmagamento) e arritmias62 cardíacas (batimento cardíaco irregular). Adicionalmente, podem ocorrer dísturbios de consciência, dor de cabeça32, vômitos50, bem como tremores, convulsões, redução da quantidade de urina43 e queda da temperatura do corpo.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

MS - 1.0068.0013
Farm. Resp.: Flavia Regina Pegorer - CRF-SP 18.150

Registrado por:
Novartis Biociências S.A.
Av. Prof. Vicente Rao, 90
São Paulo – SP
CNPJ: 56.994.502/0001-30
Indústria Brasileira

Fabricado por:
Anovis Industrial Farmacêutica Ltda., Taboão da Serra, SP


SAC 0800 888 3003

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Drágeas: Comprimidos ou pílulas contendo preparado farmacêutico.
2 Drágea: Comprimido ou pílula contendo preparado farmacêutico.
3 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
4 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
5 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
6 Vasos Sanguíneos: Qualquer vaso tubular que transporta o sangue (artérias, arteríolas, capilares, vênulas e veias).
7 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
8 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
9 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
10 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
11 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
12 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
13 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
14 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
15 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
16 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
17 Tireoide: Glândula endócrina altamente vascularizada, constituída por dois lobos (um em cada lado da TRAQUÉIA) unidos por um feixe de tecido delgado. Secreta os HORMÔNIOS TIREOIDIANOS (produzidos pelas células foliculares) e CALCITONINA (produzida pelas células para-foliculares), que regulam o metabolismo e o nível de CÁLCIO no sangue, respectivamente.
18 Inchaço: Inchação, edema.
19 Aneurisma: Alargamento anormal da luz de um vaso sangüíneo. Pode ser produzida por uma alteração congênita na parede do mesmo ou por efeito de diferentes doenças (hipertensão, aterosclerose, traumatismo arterial, doença de Marfán, etc.).
20 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
21 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
22 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
23 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
24 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
25 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
26 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
27 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
28 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
29 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
30 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
31 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
32 Cabeça:
33 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
34 Olhos:
35 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
36 Articulações:
37 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
38 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
39 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
40 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
41 Púrpuras: Lesões hemorrágicas de cor vinhosa, que não desaparecem à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
42 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
43 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
44 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
45 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
46 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
47 Pescoço:
48 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
49 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
50 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
51 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
52 Tórax: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original Sinônimos: Peito; Caixa Torácica
53 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
54 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
55 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
56 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
57 Baço:
58 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
59 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
60 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
61 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
62 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.

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