Vaslip

BIOLABFARMA

Atualizado em 09/12/2014

Vaslip
Sinvastatina


- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO

l Forma farmacêutica e apresentações:
Comprimido revestido 5 mg. Caixa com 30 comprimidos revestidos.
Comprimido revestido 10 mg. Caixa  com 30 comprimidos revestidos.
l Uso adulto.
l Composição:
Cada comprimido revestido de 5mg contém:
Sinvastatina....................5 mg
Excipientes: lactose1, celulose microcristalina, butilhidroxianisol, ácido cítrico, ácido ascórbico, estearato de magnésio, dióxido de silício coloidal,  hipromelose, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo, silicato de magnésio, laurilsulfato de sódio, amido glicolato de sódio, butilhidroxitolueno, etilcelulose.
Cada comprimido revestido de 10mg contém:
Sinvastatina....................10 mg
Excipientes: lactose1, celulose microcristalina, butilhidroxianisol, ácido cítrico, ácido ascórbico, estearato de magnésio, dióxido de silício coloidal,  hipromelose, dióxido de titânio,  óxido de ferro vermelho, silicato de magnésio, laurilsulfato de sódio, amido glicolato de sódio, butilhidroxitolueno, etilcelulose.

- INFORMAÇÕES AO PACIENTE
l VASLIP® é um agente redutor do colesterol2 sangüíneo. Os resultados começam a aparecer após 1 a 2 semanas de uso contínuo e sob regime alimentar com pouca gordura3.
l Mantenha VASLIP® em temperatura ambiente (15 a 30ºC), protegido da  luz.
l Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação. Não utilize medicamentos com o prazo de validade vencido, pois, além de não obter o efeito desejado, você estará prejudicando sua saúde4.
l Informe seu médico a ocorrência de gravidez5 na vigência do tratamento ou após seu término. Informe ao médico se está amamentando. Nestes casos, não começar, ou interromper imediatamente o uso de VASLIP®.
l Siga  a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
l Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. A doença e/ou sintomas6 podem retornar.
l Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como: diarréia7, formação de gases, náusea8, constipação9, erupção10 cutânea11, febre12, vermelhidão na pele13, tontura14, cãibra e principalmente nos casos de dores musculares acompanhados ou não de febre12 ou mal-estar.
l Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
l VASLIP® deve ser administrado com cautela em pacientes que consomem quantidades consideráveis de álcool. O produto pode ser ingerido fora das refeições.
l Contra-indicações: VASLIP® não deve ser administrado conjuntamente com derivados cumarínicos, fibratos, ácido nicotínico e seus derivados, ciclosporina, itraconazol, mibefranil, cetoconazol, eritromicina e claritromicina.
Nos casos de hipersensibilidade aos componentes da fórmula; durante a gravidez5 e amamentação15 e em pacientes com hepatopatias ativas.
l Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
l Não tome remédio sem o conhecimento de seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde4.

- INFORMAÇÕES TÉCNICAS

- Características: A sinvastatina (VASLIP®), através do seu metabólito16 ativo, o beta-hidroxiácido, inibe específica e competitivamente a 3-hidroxi-3-metilglutaril-coenzima A (HMG-CoA) redutase, enzima17 que cataliza a conversão da HMG-CoA em mevalonato que é uma passagem precoce e limitante na biossíntese do colesterol2. Desta forma, a sinvastatina aumenta moderadamente o HDL18-colesterol2 e reduz o colesterol2 plasmático total, o LDL19-colesterol2, o VLDL-colesterol2 e os triglicérides20 plasmáticos.
VASLIP® é altamente eficaz na redução do colesterol2 total e LDL19-colesterol2, nas formas heterozigóticas familiares e não-familiares de hipercolesterolemia21 e hiperlipidemia22 mista. Uma resposta importante é observada dentro de 1 a 2 semanas, sendo que a máxima resposta terapêutica23 ocorre dentro de 4 a 6 semanas. A resposta é mantida com a continuidade da terapia. Estudos mostram que os agentes inibidores da HMG-CoA redutase são mais efetivos quando dados à noite e em dose única/dia.
VASLIP® reduz a progressão da aterosclerose24 coronariana, assim como o desenvolvimento de novas lesões25 e oclusões. Estabiliza a placa26 aterosclerótica, melhora a disfunção endotelial e reduz o processo inflamatório associado ao processo tromboembólico das artérias27.
A sinvastatina, após administração oral, mostrou alta seletividade pelo fígado28, onde atingiu elevadas concentrações em relação aos outros tecidos. A sinvastatina é largamente extraída no fígado28 durante a 1.ª passagem, com posterior excreção biliar da droga (mais de 60% são eliminados nas fezes e 13% na urina29). A exposição sistêmica à forma ativa da sinvastatina é de menos de 5% da dose oral, sendo que 95% destes estão ligados fortemente às proteínas30 plasmáticas.

- Indicações:
VASLIP® é utilizado para reduzir os níveis plasmáticos elevados de colesterol2 total e de LDL19-colesterol2 em pacientes com hipercolesterolemia21 primária, quando a resposta à dieta e a outras medidas não medicamentosas, isoladamente, tenham sido inadequadas. Adicionalmente, VASLIP® eleva de forma moderada o HDL18-colesterol2, reduzindo, portanto, as relações LDL19/HDL18 e colesterol2 total/HDL18.
Reduz os níveis plasmáticos elevados de colesterol2 total em pacientes com hipercolesterolemia21 combinada e hipertrigliceridemia, quando a hipercolesterolemia21 for a anormalidade mais importante.
Portanto VASLIP® é medicamento de primeira escolha para o tratamento de hipercolesterolemia21 isolada, poligênica ou familiar heterozigótica.
Reduz a progressão da aterosclerose24 coronariana, incluindo a redução do desenvolvimento de novas lesões25 e de novas oclusões em pacientes com doenças coronarianas.
A sinvastatina pode ser usada como monoterapia ou associada a outras classes de agentes anti-hipertensivos como diuréticos31 e betabloqueadores.

Contra-Indicações de Vaslip

Nos casos de hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Em doença hepática32 ativa ou elevações persistentes e inexplicadas das transaminases séricas. Durante a gravidez5 e amamentação15 e para aquelas com possibilidade de engravidar.

- Precauções e Advertências: Efeitos hepáticos: em poucos pacientes que receberam a sinvastatina, ocorreram aumentos persistentes e importantes (acima de três vezes o limite superior da normalidade) das transaminases séricas. Quando a droga foi suspensa, os níveis de transaminases caíram lentamente para valores do pré-tratamento.
Estes aumentos não foram associados à icterícia33 ou outros sintomas6 clínicos. Tampouco houve evidência de hipersensibilidade. Alguns desses pacientes apresentavam testes de função hepática32 anormais antes da terapia com sinvastatina e/ou consumiam consideráveis quantidades de álcool.
Recomenda-se a realização de testes de função hepática32 antes de iniciar a terapia e periodicamente após isso, em todos os pacientes. Nos pacientes que desenvolverem níveis elevados de transaminases séricas os testes devem ser imediatamente repetidos e realizados com maior freqüência. Se os níveis de transaminases evidenciarem progressão (se eles estiverem três vezes mais elevados que o limite superior da normalidade e de forma persistente), a sinvastatina deve ser descontinuada.
A sinvastatina deve ser utilizada com cautela em pacientes que habitualmente consomem consideráveis quantidades de álcool e/ou tenham história de doença hepática32.
Assim como outros hipolipemiantes, elevações moderadas (menores que três vezes  o limite superior da normalidade) das transaminases foram relatadas durante a terapia com sinvastatina. Essas alterações que apareceram logo após o início da terapia, foram geralmente transitórias sem virem acompanhadas de quaisquer sintomas6. Nestes casos a interrupção do tratamento não foi necessária.
Efeitos musculares: foram observados níveis de creatinina34-fosfoquinase (CPK) do músculo esquelético35 discretamente elevados e transitórios em pacientes que receberam sinvastatina, mas quase sempre sem significado clínico.
Raramente (menos de 0,1% dos casos) a terapia com inibidores de HMG-CoA redutase tem sido associada à miopatia36. No entanto, este diagnóstico37 deve ser considerado em todo paciente com mialgias38 difusas, hipersensibilidade muscular e/ou elevações importantes nos níveis de CPK (mais de 10 vezes o limite superior da normalidade). Deve-se alertar os pacientes para que relatem imediatamente ao médico sinais39 de dores, hipersensibilidade ou fraqueza muscular.
A terapia com VASLIP® deve ser prontamente interrompida caso ocorram níveis elevados de CPK ou haja suspeita ou diagnóstico37 de miopatia36.
Já é do conhecimento médico que o risco de miopatia36 com inibidores da HMG-CoA redutase aumenta consideravelmente quando se administra terapia imunossupressora concomitante (incluindo ciclosporinas), ou com o uso conjunto de um fibrato ou de doses hipolipemiantes de ácido nicotínico ou seus derivados. Raros foram os relatos de rabdomiólise40 grave com insuficiência renal41 aguda secundária. Nestes casos, a relação risco/benefício deve ser cuidadosamente avaliada pelo médico.
Em pacientes submetidos a transplante renal42, recebendo ciclosporina e sinvastatina em seguida ao início do tratamento com itraconazol sistêmico43, foi observada fraqueza muscular acompanhada de elevação significativa da creatinina34-fosfoquinase. Paciente submetido a transplante renal42, recebendo ciclosporina e outro inibidor da HMG-CoA redutase juntamente com itraconazol, apresentou rabdomiólise40 e insuficiência renal41. Os inibidores da HMG-CoA redutase e os agentes antifúngicos azólicos inibem a síntese do colesterol2 em diferentes lugares. Em pacientes recebendo ciclosporina, deve-se descontinuar temporariamente a sinvastatina se for necessária terapia antifúngica com derivados azólicos; pacientes que não estão recebendo ciclosporina devem ser cuidadosamente monitorizados se for necessária terapia antifúngica com derivados azólicos.
A terapia com um inibidor da HMG-CoA redutase deve ser temporariamente suspensa ou descontinuada em qualquer paciente com condição aguda, grave sugestiva de miopatia36, ou com fator de risco44 que predisponha a insuficiência renal41 secundária a rabdomiólise40.
Gravidez5: a sinvastatina só deve ser utilizada por mulheres em idade fértil quando estas pacientes tiverem pouca possibilidade de engravidar. No caso da paciente engravidar, a sinvastatina deve ser imediatamente interrompida e a paciente avisada dos possíveis riscos para o feto45.
Aleitamento: ainda não se conhece se a sinvastatina é excretada no leite materno. Entretanto devido ao potencial risco de adversidade para os lactentes46 não se recomenda o uso de sinvastatina por mulheres que estão amamentando.
Pediatria: como ainda não foram comprovadas a segurança e a eficácia em crianças, a sinvastatina não é recomendada para uso pediátrico.
Idosos: em pacientes com mais de 65 anos, a eficácia da sinvastatina avaliada através da redução dos níveis de colesterol2 total e LDL19-colesterol2, demonstrou ser semelhante à observada na população em geral, não havendo aumento na freqüência dos achados adversos clínicos ou laboratoriais.
Hipercolesterolemia21 familiar homozigótica47: em pacientes com a forma homozigótica47 de hipercolesterolemia21 familiar, nos quais há ausência completa de receptores para LDL19, é improvável que a terapia com VASLIP® resulte em benefício clínico.
Hipertrigliceridemia: a sinvastatina possui moderado efeito redutor dos triglicérides20, não sendo, portanto, indicada quando a hipertrigliceridemia (hiperlipidemia22 tipos I, IV e V) for a alteração mais importante.

- Interações medicamentosas:
. Warfarina e derivados: voluntários normais mantidos em estado de anticoagulação terapêutica23 leve e que receberam sinvastatina, apresentaram ligeiro aumento no efeito anticoagulante48. Não se conhece o efeito da sinvastatina em pacientes sob anticoagulação completa.
Pacientes sob medicação anticoagulante48, devem ter o tempo de protrombina49 determinado antes do início da sinvastatina e após, nos intervalos usualmente recomendados para pacientes50 sob terapia cumarínica.
. Terapia imunossupressora, itraconazol, fibratos e ácido nicotínico: o uso concomitante com sinvastatina aumenta o risco de miopatia36, rabdomiólise40 grave com insuficiência renal41 aguda secundária. Assim, a relação benefício/risco deve ser cuidadosamente avaliada (veja Precauções - Efeitos musculares).
- Interferência em exames laboratoriais:
Podem ocorrer, ocasionalmente, elevações nos níveis de transaminases séricas, fosfatase alcalina51, gama-glutamil transpeptidase e creatinina34 fosfoquinase sérica (CPK).
    

Reações  adversas de Vaslip

Os estudos clínicos demonstraram que a sinvastatina é geralmente bem tolerada, sendo que a maioria dos efeitos colaterais52 são leves e transitórios.
Os efeitos clínicos adversos mais frequentes foram: dor abdominal, constipação9, flatulência, astenia53 e cefaléia54. Foram raros os relatos de miopatia36.
Outras reações adversas também foram relatadas como náuseas55, vômitos56, diarréia7, dispepsia57, erupção10 cutânea11, prurido58, tontura14, cãibra muscular, mialgia59, neuropatia periférica60, parestesia61, pancreatite62 e anemia63. Raras ocorrências de rabdomiólise40 e hepatite64/icterícia33 foram feitas. Também foram raramente descritos, em função de hipersensibilidade aparente: angioedema65, dispnéia66, síndrome67 do tipo lupus68, urticária69, vermelhidão, febre12, fotossensibilidade, polimialgia reumática, artrite70, artralgia71, vasculite72, trombocitopenia73, eosinofilia74, aumento de VHS75 e mal-estar.

- Posologia:
O paciente deve se encontrar sob dieta redutora de colesterol2 antes de iniciar a terapia com VASLIP® e mantê-la durante todo o tratamento.
Hipercolesterolemia21: a dose inicial usual é de 10 mg/dia de VASLIP®, em uma só tomada à noite. Pacientes com hipercolesterolemia21 leve e moderada podem utilizar a posologia inicial de 5 mg/dia de VASLIP® à noite. Se forem  necessários ajustes posológicos, estes devem ser feitos a intervalos não inferiores a 4 semanas, até a dose máxima de 40 mg/dia de VASLIP®, em uma única tomada à noite.
Se o nível de LDL19-colesterol2 reduzir-se a menos de 75 mg/dl76 (1,94 mmol/l77), ou se o colesterol2 total plasmático para menos de 140 mg/dl76 (3,6 m mol/l), deve-se considerar a redução da dose de VASLIP®.
Aterosclerose24 coronariana (prevenção secundária - DAC): administrar 20 mg/dia de VASLIP® em uma única tomada à noite. Caso os níveis de colesterol2 total plasmáticos reduzirem-se para menos de 110 mg/dl76 (2,85 m mol/l), a posologia deve ser diminuida.
Terapia conjunta: VASLIP® é eficaz isoladamente ou em conjunto com sequestrantes de ácidos biliares.
Pacientes que recebem terapia imunossupressora não devem receber doses de VASLIP® acima de 10 mg/dia (vide Precauções - Efeitos musculares).
Pacientes com insuficiência renal41: em pacientes com insuficiência renal41 grave (depuração de creatinina34 < 30 mg/min), deve-se considerar cuidadosamente a utilização de doses acima de 10 mg/dia de VASLIP®; quando necessárias, administrar com cautela.
Em pacientes com insuficiência renal41 moderada, não é necessária modificação posológica.

- Superdosagem:
Poucos casos de superdosagem foram relatados; nenhum paciente apresentou sintomas6 específicos, assim como todos se recuperaram sem quaisquer seqüelas. A maior dose ingerida foi de 450 mg.
O tratamento deve ser sintomático78 e medidas de suporte devem ser instituídas. Não se sabe se a sinvastatina e seus metabólitos79 são dializáveis.

Venda sob prescrição médica.

Vaslip - Laboratório

BIOLABFARMA
Rua Olimpíadas, 242, 3° andar. Vila Olímpia.
São Paulo/SP - CEP: 04551-000
Tel: 55 11 3573-6000

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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
3 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
4 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
5 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
6 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
7 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
8 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
9 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
10 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
11 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
12 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
13 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
14 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
15 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
16 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
17 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
18 HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sanguíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como “Bom Colesterol”. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
19 LDL: Lipoproteína de baixa densidade, encarregada de transportar colesterol através do sangue. Devido à sua tendência em depositar o colesterol nas paredes arteriais e a produzir aterosclerose, tem sido denominada “mau colesterol“.
20 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
21 Hipercolesterolemia: Aumento dos níveis de colesterol do sangue. Está associada a uma maior predisposição ao desenvolvimento de aterosclerose.
22 Hiperlipidemia: Condição em que os níveis de gorduras e colesterol estão mais altos que o normal.
23 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
24 Aterosclerose: Tipo de arteriosclerose caracterizado pela formação de placas de ateroma sobre a parede das artérias.
25 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
26 Placa: 1. Lesão achatada, semelhante à pápula, mas com diâmetro superior a um centímetro. 2. Folha de material resistente (metal, vidro, plástico etc.), mais ou menos espessa. 3. Objeto com formato de tabuleta, geralmente de bronze, mármore ou granito, com inscrição comemorativa ou indicativa. 4. Chapa que serve de suporte a um aparelho de iluminação que se fixa em uma superfície vertical ou sobre uma peça de mobiliário, etc. 5. Placa de metal que, colocada na dianteira e na traseira de um veículo automotor, registra o número de licenciamento do veículo. 6. Chapa que, emitida pela administração pública, representa sinal oficial de concessão de certas licenças e autorizações. 7. Lâmina metálica, polida, usualmente como forma em processos de gravura. 8. Área ou zona que difere do resto de uma superfície, ordinariamente pela cor. 9. Mancha mais ou menos espessa na pele, como resultado de doença, escoriação, etc. 10. Em anatomia geral, estrutura ou órgão chato e em forma de placa, como uma escama ou lamela. 11. Em informática, suporte plano, retangular, de fibra de vidro, em que se gravam chips e outros componentes eletrônicos do computador. 12. Em odontologia, camada aderente de bactérias que se forma nos dentes.
27 Artérias: Os vasos que transportam sangue para fora do coração.
28 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
29 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
30 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
31 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
32 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
33 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
34 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
35 Músculo Esquelético: Subtipo de músculo estriado fixado por TENDÕES ao ESQUELETO. Os músculos esqueléticos são inervados e seu movimento pode ser conscientemente controlado. Também são chamados de músculos voluntários.
36 Miopatia: Qualquer afecção das fibras musculares, especialmente dos músculos esqueléticos.
37 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
38 Mialgias: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
39 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
40 Rabdomiólise: Síndrome caracterizada por destruição muscular, com liberação de conteúdo intracelular na circulação sanguínea. Atualmente, a rabdomiólise é considerada quando há dano secundário em algum órgão associado ao aumento das enzimas musculares. A gravidade da doença é variável, indo de casos de elevações assintomáticas de enzimas musculares até situações ameaçadoras à vida, com insuficiência renal aguda ou distúrbios hidroeletrolíticos. As causas da rabdomiólise podem ser classificadas em quatro grandes grupos: trauma ou lesão muscular direta, excesso de atividade muscular, defeitos enzimáticos hereditários ou outras condições clínicas.
41 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
42 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
43 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
44 Fator de risco: Qualquer coisa que aumente a chance de uma pessoa desenvolver uma doença.
45 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
46 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
47 Homozigótica: Referente a homozigoto. Homozigoto é quando os alelos de um ou mais genes são idênticos. Alelos são genes que ocupam os mesmos loci (locais) nos cromossomos.
48 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
49 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
50 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
51 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
52 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
53 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
54 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
55 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
56 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
57 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
58 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
59 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
60 Neuropatia periférica: Dano causado aos nervos que afetam os pés, as pernas e as mãos. A neuropatia causa dor, falta de sensibilidade ou formigamentos no local.
61 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
62 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
63 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
64 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
65 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
66 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
67 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
68 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
69 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
70 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
71 Artralgia: Dor em uma articulação.
72 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
73 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
74 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
75 VHS: É a velocidade com que os glóbulos vermelhos se separam do “soro” e se depositam no fundo de um tubo de ensaio, se este tubo com sangue é deixado parado (com anticoagulante). Os glóbulos vermelhos (hemácias) são puxados para baixo pela gravidade e tendem a se aglomerar no fundo do tubo. No entanto, eles são cobertos por cargas elétricas negativas e, quando vão se aproximando do fundo, repelem-se umas às outras, como cargas iguais de ímãs. Essa força magnética de repulsão se contrapõe à gravidade e naturalmente diminui a velocidade com que as hemácias caem. Se junto com as hemácias, nadando no plasma, haja outras estruturas de cargas positivas, estas vão anular as cargas negativas das hemácias e também a repulsão magnética entre elas, permitindo sua aglutinação. Neste caso a gravidade age sozinha e a velocidade com que elas caem (velocidade de hemossedimentação) é acelerada. O VHS é expresso como o número de milímetros que o sangue sedimentou (no tubo) no espaço de uma hora (mm/h).
76 Mg/dL: Miligramas por decilitro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
77 Mmol/L: Milimols por litro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
78 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
79 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
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