Preço de VASOGARD em Woodbridge/SP: R$ 6,21

VASOGARD

BIOSINTETICA

Atualizado em 09/12/2014

VASOGARD®

Cilostazol
50mg e 100mg
Comprimidos
FORMAS FARMACÊUTICAS E
APRESENTAÇÕES
Comprimidos com 50 e 100 mg. Embalagem com
30 e 60 unidades.
USO ADULTO

Composição de Vasogard

Cada comprimido de 50 mg contém:Cilostazol .................... 50 mg
Excipientes q.s.p. .................... 1 comprimido
(Celulose microcristalina, amido de milho, polividona,
dióxido de silício, croscarmelose sódica,
estearato de magnésio).
Cada comprimido de 100 mg contém:
Cilostazol .................... 100 mg
Excipientes q.s.p. .................... 1 comprimido
(Celulose microcristalina, amido de milho, polividona,
dióxido de silício, croscarmelose sódica,
estearato de magnésio).

Informações ao Paciente de Vasogard

Ação esperada do medicamento: VASOGARD®
(Cilostazol) é um medicamento que trata problemas
circulatórios onde há um menor fluxo sanguíneo
nas pernas, permitindo caminhar uma distância
maior, com alívio da dor ou mesmo sem dor.

Cuidados de Armazenamento de Vasogard

Conservar emtemperatura ambiente (entre 15oC e 30oC). Proteger
da luz e umidade.
Prazo de validade: Desde que sejam observados
os cuidados de armazenamento, VASOGARD
® (Cilostazol) apresenta prazo de validade
de 24 meses. Não utilize o produto após o vencimento
do prazo de validade.
NÃO DEVEM SER UTILIZADOS PRODUTOS
FORA DO PRAZO DE VALIDADE, POIS
PODEM TRAZER PREJUÍZO À SAÚDE1.

Gravidez2 e Lactação3 de Vasogard

VASOGARD® (Cilostazol)
é contra-indicado durante a gravidez2 e lactação3.
Informe seu médico da ocorrência de gravidez2
na vigência do tratamento ou após o término.
Informe seu médico se estiver amamentando.
Cuidados de administração: O medicamento
deve ser ingerido, no mínimo, meia hora antes
ou duas horas após o café da manhã ou almoço,
de acordo com a posologia prescrita pelo médico.
SIGA A ORIENTAÇÃO DO SEU MÉDICO, RESPEITANDO
SEMPRE OS HORÁRIOS, AS DOSES
E A DURAÇÃO DO TRATAMENTO.
Interrupção do tratamento: Estudos mostraram
que o uso de VASOGARD® (Cilostazol) pode ser
interrompido ou diminuído a qualquer momento,
sem a ocorrência de nenhuma conseqüência
para o paciente.
NÃO INTERROMPER O TRATAMENTO SEM
O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO.

Reações Adversas de Vasogard

As reações adversas maiscomuns com o uso de VASOGARD® (Cilostazol)
foram cefaléia4, diarréia5 e palpitações6.
INFORME AO SEU MÉDICO SOBRE O APARECIMENTO
DE REAÇÕES DESAGRADÁVEIS.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO
FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias:
Informe seu médico sobre qualquer medicamento
que esteja usando, antes do início,
ou durante o tratamento.

Contra-Indicação e Precauções de Vasogard

VASOGARD
® (Cilostazol) é contra-indicado para
pacientes portadores de insuficiência cardíaca7
congestiva de qualquer intensidade.
É contra-indicado em pacientes com suspeita de
hipersensibilidade ao Cilostazol ou a qualquer
um dos componentes da fórmula.
Os pacientes devem ser advertidos quanto a um
possível risco cardiovascular com o uso da medicação
a longo prazo ou em pacientes portadores
de doenças cardíacas graves, como descrito no
item "Precauções".
Cuidados devem ser tomados quando Cilostazol
é co-administrado com inibidores da CYP3A4,
como cetoconazol, eritromicina, omeprazol e
diltiazem.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO
DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO
PARA A SAÚDE1.
INFORMAÇÕES TÉCNICAS
CARACTERÍSTICAS QUÍMICAS E
FARMACOLÓGICAS

Descrição de Vasogard

Cilostazol é um derivado da quinolinona que inibea fosfodiesterase celular (mais específica para
a fosfodiesterase III). Sua fórmula empírica é
C20H27N5O2 e seu peso molecular é 369,47.
Cilostazol é 6-[4-(1-ciclohexil-1-H-tetrazol-5-il)
butoxi]-3,4-diidro-2(1H)-quinolinona.
Cilostazol é um pó ou cristal branco, cristalino8,
levemente solúvel em metanol e etanol e praticamente
insolúvel em água.
Mecanismo de ação
VASOGARD® (Cilostazol) é um derivado da quinolinona,
inibidor da fosfodiesterase tipo III. Cilostazol
e vários de seus metabólitos9 ativos inibem
a atividade da fosfodiesterase III e suprimem a degradação
do AMPc, com conseqüente aumento
do AMPc nos vasos sanguíneos10 e plaquetas11,
levando a uma inibição da agregação plaquetária
e vasodilatação, respectivamente.
VASOGARD® (Cilostazol) inibe reversivelmente
a agregação plaquetária induzida por uma série
de estímulos como trombina12, ADP, colágeno13,
ácido araquidônico, epinefrina e stress de cisalhamento14
(shear stress).
Os efeitos nos lípides circulantes do plasma15 foram
examinados em pacientes em terapia com
Cilostazol. Após 12 semanas, quando comparado
ao placebo16, Cilostazol 100 mg, 2 vezes ao
dia, produziu uma redução de 29,3 mg/dL17 nos
triglicérides18 (15%) e um aumento no HDL19-colesterol20
de 4,0 mg/dL17 (@10%).

Farmacocinética de Vasogard

Cilostazol é absorvido após administração oral.
Sua biodisponibilidade absoluta não é conhecida.
É extensivamente metabolizado pelo citocromo
P-450, principalmente 3A4, e seus metabólitos9
são excretados pela urina21. Dois metabólitos9 são
ativos, sendo que um deles (inibição da PDE III)
parece ser responsável por, no mínimo, 50% da
atividade farmacológica após administração do
Cilostazol. A farmacocinética é aproximadamente
proporcional à dose. O Cilostazol e seus metabólitos9
ativos apresentam meia-vida de eliminação
de aproximadamente 11 a 13 horas e se acumulam
cerca de duas vezes mais após administração
crônica. O estado de equilíbrio (steady state)
ocorre em poucos dias. A farmacocinética do Cilostazol
e dos seus metabólitos9 ativos se mostrou
similar em voluntários sadios e em pacientes com
claudicação intermitente22. A inibição da agregação
plaquetária é observada em 3 a 6 horas, com
duração do efeito por 12 horas e completa recuperação
após 48 horas.
Distribuição: Cilostazol se liga às proteínas23 plasmáticas
em 95 a 98%, principalmente à albumina24.
A porcentagem média de ligação do 3,4-diidrocilostazol
é de 97,4% e a do 4-trans-hidro-cilostazol
é de 66%. A disfunção hepática25 discreta não
afeta a ligação protéica. A fração livre de Cilostazol
foi 27% maior em pacientes portadores de
insuficiência renal26, quando comparada a voluntários
sadios. O deslocamento de Cilostazol das
proteínas23 plasmáticas pela eritromicina, quinidina,
varfarina e omeprazol não foi clinicamente
significativa.
Eliminação: Cilostazol apresenta eliminação
predominantemente via metabolização e subseqüente
excreção urinária dos metabólitos9. Baseados
em estudos in vitro, as isoenzimas primariamente
envolvidas no metabolismo27 do Cilostazol
são a CYP3A4 e, em menor extensão, a
CYP2C19. A enzima28 responsável pela metabolização
do principal metabólito29 ativo (3,4-diidrocilostazol)
é desconhecida. Após a administração
oral de 100 mg de Cilostazol, foi detectado no
plasma sanguíneo30 56% de Cilostazol, 15% de
3,4-diidro-cilostazol (4 a 7 vezes tão ativo quanto
Cilostazol) e 4% de 4-trans-hidro-cilostazol (1/5
da atividade do Cilostazol). A via primária de eliminação
é a urinária (74%) e o restante é eliminado
através das fezes (20%). Nenhuma quantidade
mensurável de Cilostazol inalterado foi
excretada na urina21 e menos de 2% da dose foi
excretada como 4'-trans-hidroxi-cilostazol. O restante
foi excretado como outros metabólitos9,
onde nenhum deles excedeu 5%. Não houve
nenhuma evidência da indução de microenzimas
hepáticas31.
Efeitos cardiovasculares: Cilostazol atua tanto
no leito vascular32 quanto na função cardiovascular,
produzindo uma dilatação não-homogênea
dos leitos vasculares33. Há uma maior dilatação
no leito femoral quando comparada com as
artérias34 vertebral, carótida e mesentéricas35. A
artéria renal36 não foi responsiva aos efeitos de
Cilostazol. Em humanos, a freqüência cardíaca
aumentou, de forma dose-dependente, em uma
média de 5,1 e 7,4 batimentos por minuto em
pacientes tratados com 50 e 100 mg, 2 vezes ao
dia, respectivamente. Em 264 pacientes avaliados
através de Holter37 houve, numericamente,
um aumento das extra-sístoles38 ventriculares e
episódios de taquicardia39 ventricular não-sustentada
nos pacientes tratados com Cilostazol,
quando comparados com placebo16. Estes
aumentos não foram relacionados à dose.

Indicações de Vasogard

VASOGARD® (Cilostazol) é indicado para o tratamentoda doença vascular periférica40, para redução
do sintoma41 da claudicação intermitente22 e
na prevenção de recorrência42 de acidente vascular32
cerebral.

Contra-Indicações de Vasogard

VASOGARD® (Cilostazol) e muitos de seus
metabólitos9 são inibidores da fosfodiesterase
III. Vários fármacos que apresentam
esse efeito farmacológico podem causar
redução da sobrevida43, quando comparados
ao placebo16, em pacientes com insuficiência44
cardíaca congestiva classe III-IV.
VASOGARD® (Cilostazol) é contra-indicado
em pacientes com insuficiência44
cardíaca congestiva de qualquer intensidade.
VASOGARD® (Cilostazol) é contra-indicado
em pacientes com suspeita ou hipersensibilidade
conhecida a um dos componentes
da fórmula.

Gravidez2 e Lactação3 de Vasogard

Toxicidade45 categoria C (FDA)Em estudos realizados para a determinação
da toxicidade45 do fármaco46 desenvolvidos
em ratas, a administração oral de
1000 mg de Cilostazol/kg/dia mostrou um
decréscimo no peso e um aumento na incidência47
de anomalias cardiovasculares,
renais e esqueléticas no feto48 (anomalias
no septo ventricular, arco aórtico49 e artéria50
subclávia, dilatação da pelve renal51, 14ª
costela e retardo na ossificação). Nessa
dose, a exposição sistêmica de ratas nãoprenhas
ao Cilostazol não ligado às proteínas23
foi cerca de 5 vezes a exposição
de humanos submetidos à dose humana
máxima recomendada (DHMR). Quando
administrada uma dose de 150 mg/kg/dia
(exposição sistêmica a 5 vezes a DHMR)
a fêmeas de camundongos no período
final de gestação ou no período de amamentação52,
observou-se um aumento na
incidência47 de natimortos e um decréscimo
no peso dos recém-nascidos.
Não há nenhum estudo bem controlado
em mulheres grávidas.
A passagem de Cilostazol para o leite materno
foi observada em animais (camundongos).
A decisão pela interrupção do
tratamento com Cilostazol ou da interrupção
do aleitamento deve ser feita em
decorrência do risco potencial de dano ao
lactente53.

Precauções e Advertências de Vasogard

VASOGARD® (Cilostazol) é contra-indicado
em pacientes com insuficiência44
cardíaca congestiva de qualquer intensidade.
Em pacientes sem insuficiência cardíaca7,
os efeitos a longo prazo de Cilostazol são
desconhecidos. Pacientes que receberam
Cilostazol durante 3 a 6 meses em estudos
controlados com placebo16 se mantiveram
estáveis (não houve infarto do miocárdio54,
nem acidentes vasculares33 cerebrais, angina55
ou outros sinais56 de progressão da
doença) e somente 19 pacientes morreram
(0,7% no grupo placebo16 e 0,8% no
grupo do Cilostazol). O risco relativo de
morte calculado foi de 1,2 com um amplo
limite de confiança de 95% (0,5-3,1). Não
existem dados de risco a longo prazo em
pacientes portadores de doenças cardíacas
graves.
Os efeitos benéficos de Cilostazol na sintomatologia
de claudicação intermitente22
podem não ocorrer imediatamente. Embora
os pacientes possam sentir uma
melhora após 2-4 semanas do início da
terapia, o tratamento por mais de 12 semanas
pode ser necessário antes que
uma melhora no quadro clínico seja evidenciada.
Carcinogênese, mutagênese,
infertilidade57

A administração de Cilostazol a ratos
machos e fêmeas e camundongos por
mais de 104 semanas com doses maiores
que 500 mg/kg/dia em ratos e 1000 mg/
kg/dia em camundongos não revelaram
nenhuma evidência de potencial carcinogênico.
As doses máximas administradas
nos estudos com ratos e camundongos
foram, em termos de exposição sistêmica,
menores do que a exposição humana com
a DMRH do fármaco46. Cilostazol apresentou-
se negativo no teste de mutação58 gênica
bacteriana, DNA bacteriano, mutação58
gênica da célula59 mamária e em ensaios
de aberração cromossômica da medula60
óssea em ratos (in vivo). Entretanto, foi
associado a um significativo aumento nas
aberrações cromossômicas em células61 de
ovário62 de Hamster chines (in vitro). Cilostazol
não afetou a fertilidade e a performance
de ratos machos e fêmeas, mesmo
em doses tão altas como 1000 mg/kg/dia.
Nessa dose, a exposição sistêmica (AUCs)
ao Cilostazol livre foi cerca de 1,5 vez
menor nos machos e cerca de 5 vezes
menor nas fêmeas do que a exposição
humana com a DMRH.

Interações Medicamentosas de Vasogard

VASOGARD® (Cilostazol) pode ter interaçõesfarmacodinâmicas e farmacocinéticas
com outros inibidores da função plaquetária
devido ao efeito de outros fármacos
no metabolismo27 do CYP3A4 ou
CYP2C19. Cilostazol não parece inibir o
CYP3A4.
Aspirina: A curto prazo (< 4 dias), a coadministração
de aspirina com Cilostazol
mostrou um aumento de 23-35% na inibição
induzida do ADP na agregação plaquetária
ex vivo, comparada à aspirina
isoladamente. Não houve impacto clínico
significativo no Tempo de Protrombina63
(TP), Tempo de Tromboplastina64 Parcial
Ativada (TTPA) ou no Tempo de Sangramento
(TS) quando comparados à aspirina
isoladamente. Não houve efeito aditivo
ou sinérgico na agregação plaquetária
induzida pelo ácido araquidônico. Os
efeitos da co-administração a longo prazo
na população em geral não são conhecidos.
Em oito estudos clínicos randomizados,
placebo16-controlados, duplo-cegos,
a aspirina foi co-administrada com Cilostazol
a 201 pacientes. A dose mais freqüente
e a duração média da terapia com
aspirina foram de 75-81 mg diariamente
por 137 dias (107 pacientes) e 325 mg
diariamente por 54 dias (85 pacientes).
Não houve aumento aparente na incidência47
de eventos adversos relacionados a
hemorragias65 em pacientes que receberam
Cilostazol e aspirina em comparação
a pacientes que receberam placebo16 e
dose equivalente de aspirina.
Clopidogrel: Não existem dados com respeito
à eficácia ou segurança do uso concomitante
de Cilostazol e clopidogrel.
Formato: 150 x 300 mm
Cor: Pantone Black
Modelo de Bula: 2vsgco1
Código: 5292
Bula Vasogard.p65 28/1/2003, 15:55 1
LABORATÓRIOS BIOSINTÉTICA LTDA.
Av. das Nações Unidas, 22.428
São Paulo - SP
CNPJ nº 53.162.095/0001-06
Indústria Brasileira
Atendimento ao Consumidor:
0800-15-1036
Varfarina: As isoenzimas do citocromo
P-450 envolvidas no metabolismo27 da varfarina-
R são CYP3A4, CYP1A2 e CYP2C19
e no metabolismo27 da varfarina-S, a isoenzima
CYP2C9. O Cilostazol não inibiu
nem o metabolismo27 e nem o efeito farmacológico
(TP, TTPA, TS ou agregação plaquetária)
da varfarina-R ou -S após a
administração de uma única dose de 25
mg de varfarina. O efeito da co-administração
de múltiplas doses de varfarina e
Cilostazol na farmacocinética e na farmacodinâmica
de ambos os fármacos ainda
não é conhecido.
Omeprazol: A co-administração de omeprazol
não afetou significativamente o metabolismo27
do Cilostazol, mas a exposição
sistêmica ao 3,4-diidro-cilostazol aumentou
em 69%, provavelmente como resultado
da potente inibição da CYP2C19 pelo
omeprazol.
Eritromicina e outros antibióticos macrolídeos:
A eritromicina é um inibidor
moderadamente forte da CYP3A4. A coadministração
de 500 mg de eritromicina
a cada 8 horas com uma dose única de
100 mg de Cilostazol aumenta a Cmáx do
Cilostazol em 47% e a área sobre a curva
(AUC) em 73%. A inibição do metabolismo27
do Cilostazol pela eritromicina aumenta
a AUC do 4'-trans-hidroxi-cilostasol em
141%. Outros antibióticos macrolídeos
devem apresentar efeito similar ao da
eritromicina.
Diltiazem: O diltiazem é um inibidor moderado
da CYP3A4 e tem demonstrado
aumentar a concentração plasmática do
Cilostazol em aproximadamente 53%.
Pode haver um risco aumentado de eventos
adversos com o Cilostazol.
Quinidina: A administração concomitante
de quinidina com uma dose única de 100
mg de Cilostazol não alterou a farmacocinética
do mesmo.
Inibidores potentes da CYP3A4: Inibidores
potentes da CYP3A4, como o cetoconazol,
o itraconazol, o fluconazol, o
miconazol, a fluvoxamina, a fluoxetina, a
nefazodona e a sertralina, não foram estudados
em combinação com o Cilostazol,
mas é esperado que causem um maior
aumento nos níveis plasmáticos de Cilostazol
e de seus metabólitos9 que o observado
com a eritromicina.
Lovastatina: A co-administração de uma
única dose de 80 mg de lovastatina com
Cilostazol não resultou em aumento clinicamente
significante na concentração
plasmática da lovastatina e de seus metabólitos9
hidroxiácidos.

Reações Adversas de Vasogard

As reações adversas foram avaliadas
através de 8 estudos clínicos controlados
com placebo16 envolvendo 2274 pacientes,
onde foram administradas doses de 50
ou 100 mg (2 vezes ao dia) de Cilostazol
(1301 pacientes) ou placebo16 (973 pacientes)
com duração média de tratamento
de 127 dias com Cilostazol e 134 dias com
placebo16. O único evento adverso que resultou
na descontinuação da terapia (³ 3%
dos pacientes) com Cilostazol foi cefaléia4,
que ocorreu em uma incidência47 de 1,3%,
3,5% e 0,3% em pacientes tratados com
Cilostazol 100 mg/dia, 200 mg/dia e placebo16,
respectivamente. Outras causas de
descontinuação da terapia foi diarréia5 e
palpitações6, ambos ocorrendo em uma
incidência47 de 1,1% no grupo dos pacientes
que receberam Cilostazol (todas as
doses) e de 0,1% no grupo dos pacientes
que receberam placebo16. Os eventos adversos
mais comumente relatados e que
ocorreram com uma incidência47 ³ 2% estão
listados na tabela abaixo:
Eventos adversos menos freqüentes
(< 2%):
- Geral: edema66 facial, calafrios67, febre68,
edema66 generalizado, rigidez de nuca, dor
pélvica69, hemorragia70 retroperitonial.
- Cardiovascular: fibrilação e flutter atriais,
infarto71 e isquemia72 cerebral, insuficiência44
cardíaca congestiva, hemorragia70, hipotensão73,
infarto do miocárdio54, isquemia72 miocárdica,
arritmia74 nodal, hipotensão73 postural,
taquicardia39 supraventricular, síncope75,
varizes76, extra-sístoles38 ventriculares e taquicardia39
ventricular.
- Digestivo: anorexia77, colelitíase78, colite79,
úlcera duodenal80, hemorragia70 esofágica,
esofagite81, aumento das transaminases,
gastrite82, gastroenterite83, melena84, hematêmese85.
- Endócrino86: diabetes mellitus87.
- Hematológico e linfático88: anemia89, equimose90,
anemia ferropriva91, policitemia92, púrpura93.
- Metabólico e nutricional: aumento de
creatinina94, gota95, dislipidemia, hiperuricemia.
- Músculo-esquelético: artralgia96, dor
óssea, bursite97.
- Sistema nervoso98: ansiedade, insônia,
neuralgia99.
- Pele100: pele100 seca, furunculose, urticária101.
- Sensório: ambliopia102, cegueira, conjuntivite103,
diplopia104, dor no ouvido, hemorragia70
ocular e retiniana.
- Urogenital105: albuminúria106, cistite107, aumento
da freqüência urinária, hemorragia vaginal108,
vaginite109.
- Toxicidade45 cardiovascular: As administrações
orais repetidas de Cilostazol
a cães (30 ou mais mg/kg/dia por 52 semanas,
150 ou mais mg/kg/dia por 13 semanas
e 450 mg/kg/dia por 2 semanas)
produziram lesões110 cardiovasculares que
incluíram hemorragia70 endocárdica, deposição
de hemosiderina e fibrose111 no ventrículo
esquerdo, hemorragia70 na parede
atrial direita, hemorragia70 e necrose112 do
músculo liso113 da parede da artéria50 coronariana,
aumento na espessura intimal
da artéria50 coronariana, além de arterite
e periarterite coronariana. A dose mais
baixa em que se observaram lesões110 cardiovasculares
na 52ª semana do estudo
está associada a uma exposição sistêmica
ao Cilostazol livre (AUC) menor que
a encontrada com a administração da máxima
dose recomendada em humanos
(DMRH) de 100 mg, 2 vezes ao dia. Lesões110
similares foram relatadas em cães
após receberem outros agentes inotrópicos
positivos (incluindo os inibidores da
fosfodiesterase III) e/ou agentes vasodilatadores.
Nenhuma lesão114 cardiovascular
foi observada em camundongos nos quais
foram administradas doses de Cilostazol
maiores que 1500 mg/kg/dia em um intervalo
variando entre 5 e 13 semanas. Nesta
dose, a exposição sistêmica (AUCs) ao
Cilostazol livre foi cerca de 1,5 a 5 vezes
(machos e fêmeas, respectivamente) a
exposição em humanos na DMRH. Lesões110
cardiovasculares também não foram
observadas após 52 semanas de administração
de Cilostazol em doses maiores
do que 150 mg/kg/dia. Nesta dose, a exposição
sistêmica (AUCs) ao Cilostazol
livre foi de cerca de 0,5 a 5 vezes (macho
e fêmea, respectivamente) a exposição
em humanos pela DMRH. Nas fêmeas, a
AUC do Cilostazol foi similar a 150 e 1500
mg/kg/dia. Lesões110 cardiovasculares também
não foram observadas em macacos
após administração oral de Cilostazol por
13 semanas em doses maiores do que
1800 mg/kg/dia. Enquanto essa dose de
Cilostazol produziu efeitos farmacológicos
em macacos, os níveis plasmáticos
de Cilostazol foram menores do que os
encontrados em humanos para os quais
foi dada a DMRH e do que os encontrados
em cães para os quais foram administradas
doses associadas à ocorrência de
lesões110 cardiovasculares.

Posologia e Administração de Vasogard

A dose recomendada de VASOGARD® (Cilostazol)é de 100 mg, 2 vezes ao dia, ingeridos, no
mínimo, meia hora antes ou duas horas após o
café da manhã ou almoço.
A dose de 50 mg, 2 vezes ao dia, deve ser considerada
durante a co-administração de alguns
inibidores da CYP3A4, como o cetoconazol, o
itraconazol, a eritromicina e o diltiazem, e durante
a co-administração com alguns inibidores da
CYP2C19, como o omeprazol.
Os pacientes podem começar a sentir os efeitos
benéficos de VASOGARD® (Cilostazol) em um
curto período de tempo de 2-4 semanas após o
início do tratamento, entretanto, o uso de VASOGARD
® (Cilostazol) por mais de 12 semanas
pode ser necessário antes que os efeitos benéficos
do fármaco46 sejam evidenciados.
Uso em pacientes pediátricos
A segurança e a eficácia do VASOGARD® (Cilostazol)
em pacientes pediátricos ainda não foram
estabelecidas.
Uso em idosos
De um número total de pacientes (n = 2274) dos
estudos clínicos realizados com VASOGARD®
(Cilostazol), 56% tinham 65 anos de idade ou
mais, enquanto 16% tinham 75 anos ou mais.
De maneira geral, nenhuma diferença foi observada
em termos de segurança ou eficácia
entre esses pacientes e outros mais jovens;
entretanto, uma maior sensibilidade de alguns
indivíduos mais idosos não pode ser desprezada.
Estudos farmacocinéticos não demonstraram
nenhum efeito relacionado à idade na absorção,
distribuição, metabolismo27 e eliminação de VASOGARD
® (Cilostazol) e de seus metabólitos9.
Disfunção hepática25
A farmacocinética de VASOGARD® (Cilostazol)
e de seus metabólitos9 foi similar em pacientes
com disfunção hepática25 leve, quando comparada
a voluntários sadios. Pacientes com disfunção
hepática25 moderada ou grave não foram estudados.
Disfunção renal115
A atividade farmacológica total de VASOGARD®
(Cilostazol) e seus metabólitos9 foram similares
em pacientes com disfunção renal115 leve e moderada
e em voluntários sadios. A insuficiência renal26
grave aumentou os níveis plasmáticos de Cilostazol
e de seus metabólitos9, além de alterar as
ligações dos mesmos às proteínas23 plasmáticas.
A atividade farmacológica esperada, entretanto,
mostrou-se pouco alterada com base na concentração
plasmática e na potência relativa de inibição
da PDE III. Pacientes submetidos à diálise116
não foram estudados, mas é pouco provável que
o Cilostazol e seus metabólitos9 possam ser eficientemente
removidos por diálise116, devido à alta
ligação protéica (95 a 98%).

Superdose de Vasogard

Informação sobre a toxicidade45 aguda do Cilostazol
em humanos é limitada. Os sinais56 e sintomas117
decorrentes de uma intoxicação aguda por
Cilostazol podem ser identificados como sendo
os mesmos causados pelos efeitos farmacológicos
do fármaco46, ocorrendo com maior intensidade:
cefaléia4 intensa, diarréia5, hipotensão73, taquicardia39
e possibilidade de arritmias118 cardíacas. O
paciente deve ser cuidadosamente observado e
tratado. Uma vez que o Cilostazol se liga intensamente
às proteínas23 plasmáticas, é improvável
que o mesmo seja eficientemente removido por
hemodiálise119 ou diálise peritoneal120. A DL50 oral do
Cilostazol é > 5,0 g/kg em camundongos e ratos
e > 2,0 g/kg em cães.

Pacientes Idosos de Vasogard

De maneira geral, nenhuma diferença foi observada
em termos de segurança ou eficácia entre
esses pacientes e outros mais jovens; entretanto,
uma maior sensibilidade de alguns indivíduos
mais idosos não pode ser desprezada. Estudos
farmacocinéticos não demonstraram nenhum
efeito relacionado à idade na absorção, distribuição,
metabolismo27 e eliminação de VASOGARD
® (Cilostazol) e de seus metabólitos9.
ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É UM NOVO
MEDICAMENTO E, EMBORA AS PESQUISAS
REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA
E SEGURANÇA QUANDO CORRETAMENTE
INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES
ADVERSAS IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS
OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA
DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO
RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
MS - 1.1213.0307
Resp. Técn. Farm.: Luiz A. M. Mendes
CRF-SP nº 13.559
Nº do lote, data de fabricação e validade:
vide cartucho.
5292
Cód. Laetus nº 80
Evento adverso
Cilostazol 50 mg Cilostazol 100 mg Placebo16
2x ao dia (n = 303) 2x ao dia (n = 998) (n = 973)
% % %
Dor abdominal 4 5 3
Dor nas costas121 6 7 6
Cefaléia4 27 34 14
Infecção122 14 10 8
Palpitações6 5 10 1
Taquicardia39 4 4 1
Fezes anormais 12 15 4
Diarréia5 12 19 7
Dispepsia123 6 6 4
Flatulência 2 3 2
Náusea124 6 7 6
Edema66 periférico 9 7 4
Mialgia125 2 3 2
Tontura126 9 10 6
Vertigem127 3 1 1
Aumento de tosse 3 4 3
Faringite128 7 10 7
Rinite129 12 7 5
Bula Vasogard.p65 28/1/2003, 15:55 2

VASOGARD - Laboratório

BIOSINTETICA
Rua Periquito, 236 - Vl. Uberabinha
São Paulo/SP - CEP: 04514-050
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Complementos

1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
4 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
5 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
6 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
7 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
8 Cristalino: 1. Lente gelatinosa, elástica e convergente que focaliza a luz que entra no olho, formando imagens na retina. A distância focal do cristalino é modificada pelo movimento dos músculos ciliares, permitindo ajustar a visão para objetos próximos ou distantes. Isso se chama de acomodação do olho à distância do objeto. 2. Diz-se do grupo de cristais cujos eixos cristalográficos são iguais nas suas relações angulares gerais constantes 3. Diz-se de rocha constituída quase que totalmente por cristais ou fragmentos de cristais 4. Diz-se do que permite que passem os raios de luz e em consequência que se veja através dele; transparente. 5. Límpido, claro como o cristal.
9 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
10 Vasos Sanguíneos: Qualquer vaso tubular que transporta o sangue (artérias, arteríolas, capilares, vênulas e veias).
11 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
12 Trombina: Enzima presente no plasma. Ela catalisa a conversão do fibrinogênio em fibrina, participando do processo de coagulação sanguínea.
13 Colágeno: Principal proteína fibrilar, de função estrutural, presente no tecido conjuntivo de animais.
14 Cisalhamento: 1. Ato ou efeito de cisalhar, ou seja, de fazer cortes em ou de cortar as bordas de alguma coisa. 2. Em física, é o fenômeno de deformação ao qual um corpo está sujeito quando as forças que agem sobre ele provocam um deslocamento em planos diferentes, mantendo o volume constante. 3. Em geologia, é a fraturação das rochas sob a ação de esforços tectônicos, ou seja, dois esforços paralelos em sentidos opostos.
15 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
16 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
17 Mg/dL: Miligramas por decilitro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
18 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
19 HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sanguíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como “Bom Colesterol”. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
20 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
21 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
22 Claudicação intermitente: Dor que aparece e desaparece nos músculos da perna. Esta dor resulta de uma falta de suprimento sanguíneo nas pernas e geralmente acontece quando a pessoa está caminhando ou se exercitando.
23 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
24 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
25 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
26 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
27 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
28 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
29 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
30 Plasma Sanguíneo: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
31 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
32 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
33 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
34 Artérias: Os vasos que transportam sangue para fora do coração.
35 Mesentéricas: Relativo ao mesentério, ou seja, na anatomia geral o mesentério é uma dobra do peritônio que une o intestino delgado à parede posterior do abdome.
36 Artéria Renal: Ramo da aorta abdominal que irriga os rins, glândulas adrenais e ureteres.
37 Holter: Dispositivo portátil, projetado para registrar de forma contínua, diferentes variáveis fisiológicas ou atividade elétrica durante um período pré-estabelecido de tempo. Os mais utilizados são o Holter eletrocardiográfico e o Holter de pressão.
38 Extra-sístoles: São contrações prematuras do coração que interrompem brevemente o compasso normal das batidas e são sentidas, geralmente, como uma pausa, seguida ou não de um batimento mais forte. Muitas pessoas referem que sentem como se o coração fosse parar. Podem se originar nos átrios ou nos ventrículos, sendo chamadas, respectivamente, de extra-sístoles atriais ou ventriculares.
39 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
40 Doença vascular periférica: Doença dos grandes vasos dos braços, pernas e pés. Pode ocorrer quando os principais vasos dessas áreas são bloqueados e não recebem sangue suficiente. Os sinais são: dor e cicatrização lenta de lesões nessas áreas.
41 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
42 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
43 Sobrevida: Prolongamento da vida além de certo limite; prolongamento da existência além da morte, vida futura.
44 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
45 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
46 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
47 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
48 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
49 Arco Aórtico: Porção da aorta descendente que se extende do arco da aorta até o diafragma; eventualmente conecta-se com a AORTA ABDOMINAL.
50 Artéria: Vaso sangüíneo de grande calibre que leva sangue oxigenado do coração a todas as partes do corpo.
51 Pelve Renal: Expansão achatada, em forma de funil, conectando o URETER aos CÁLICES RENAIS.
52 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
53 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
54 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
55 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
56 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
57 Infertilidade: Capacidade diminuída ou ausente de gerar uma prole. O termo não implica a completa inabilidade para ter filhos e não deve ser confundido com esterilidade. Os clínicos introduziram elementos físicos e temporais na definição. Infertilidade é, portanto, freqüentemente diagnosticada quando, após um ano de relações sexuais não protegidas, não ocorre a concepção.
58 Mutação: 1. Ato ou efeito de mudar ou mudar-se. Alteração, modificação, inconstância. Tendência, facilidade para mudar de ideia, atitude etc. 2. Em genética, é uma alteração súbita no genótipo de um indivíduo, sem relação com os ascendentes, mas passível de ser herdada pelos descendentes.
59 Célula: Unidade funcional básica de todo tecido, capaz de se duplicar (porém algumas células muito especializadas, como os neurônios, não conseguem se duplicar), trocar substâncias com o meio externo à célula, etc. Possui subestruturas (organelas) distintas como núcleo, parede celular, membrana celular, mitocôndrias, etc. que são as responsáveis pela sobrevivência da mesma.
60 Medula: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
61 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
62 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
63 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
64 Tromboplastina: Conhecida como fator tissular ou Fator III, a tromboplastina é uma substância presente nos tecidos e no interior das plaquetas. Ela tem a função de transformar a protrombina em trombina na presença de íons cálcio, atuando de maneira importante no processo de coagulação.
65 Hemorragias: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
66 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
67 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
68 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
69 Pélvica: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
70 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
71 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
72 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
73 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
74 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
75 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
76 Varizes: Dilatação anormal de uma veia. Podem ser dolorosas ou causar problemas estéticos quando são superficiais como nas pernas. Podem também ser sede de trombose, devido à estase sangüínea.
77 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
78 Colelitíase: Formação de cálculos no interior da vesícula biliar.
79 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
80 Úlcera duodenal: Lesão na mucosa do duodeno – parte inicial do intestino delgado.
81 Esofagite: Inflamação da mucosa esofágica. Pode ser produzida pelo refluxo do conteúdo ácido estomacal (esofagite de refluxo), por ingestão acidental ou intencional de uma substância tóxica (esofagite cáustica), etc.
82 Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
83 Gastroenterite: Inflamação do estômago e intestino delgado caracterizada por náuseas, vômitos, diarréia e dores abdominais. É produzida pela ingestão de vírus, bactérias ou suas toxinas, ou agressão da mucosa intestinal por diversos mecanismos.
84 Melena: Eliminação de fezes de coloração negra, alcatroada. Relaciona-se com a presença de sangue proveniente da porção superior do tubo digestivo (esôfago, estômago e duodeno). Necessita de uma avaliação urgente, pois representa um quadro grave.
85 Hematêmese: Eliminação de sangue proveniente do tubo digestivo, através de vômito.
86 Endócrino: Relativo a ou próprio de glândula, especialmente de secreção interna; endocrínico.
87 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
88 Linfático: 1. Na histologia, é relativo à linfa, que contém ou que conduz linfa. 2. No sentido figurado, por extensão de sentido, a que falta vida, vigor, energia (diz-se de indivíduo); apático. 3. Na história da medicina, na classificação hipocrática dos quatro temperamentos de acordo com o humor dominante, que ou aquele que, pela lividez das carnes, flacidez dos músculos, apatia e debilidade demonstradas no comportamento, atesta a predominância de linfa.
89 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
90 Equimose: Mancha escura ou azulada devido à infiltração difusa de sangue no tecido subcutâneo. A maioria aparece após um traumatismo, mas pode surgir espontaneamente em pessoas que apresentam fragilidade capilar ou alguma coagulopatia. Após um período de tempo variável, a equimose desaparece passando por diferentes gradações: violácea, acastanhada, esverdeada e amarelada.
91 Anemia Ferropriva: Anemia por deficiência de ferro. É o tipo mais comum de anemia. Há redução da quantidade total de ferro corporal até a exaustão das reservas de ferro. O fornecimento de ferro é insuficiente para atingir as necessidades de diferentes tecidos, incluindo as necessidades para a formação de hemoglobina e dos glóbulos vermelhos.
92 Policitemia: Alteração sanguínea caracterizada por grande aumento da quantidade de hemácias circulantes.
93 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
94 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
95 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
96 Artralgia: Dor em uma articulação.
97 Bursite: Doença ortopédica caracterizada pela inflamação da bursa, uma bolsa cheia de líquido, existente no interior das articulações, cuja finalidade é amortecer o atrito entre ossos, tendões e músculos. A bursite pode acontecer em qualquer articulação (joelhos, cotovelos, quadris, etc.), mas é mais comum no ombro.
98 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
99 Neuralgia: Dor aguda produzida pela irritação de um nervo. Caracteriza-se por ser muito intensa, em queimação, pulsátil ou semelhante a uma descarga elétrica. Suas causas mais freqüentes são infecção, lesão metabólica ou tóxica do nervo comprometido.
100 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
101 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
102 Ambliopia: Ambliopia ou “olho preguiçoso” é um termo oftalmológico usado para definir a baixa visão que não é corrigida com óculos. Isso quer dizer que a causa desse déficit não está especificamente no olho, mas sim na região cerebral que corresponde à visão e que não foi devidamente estimulada no momento certo (“o olho não aprende a ver”). Afeta 1 a 2% da população, sendo a principal causa de baixa visão nas crianças. É um problema que pode passar despercebido pela criança ou pelos pais, por isso as triagens visuais para as crianças são tão importantes.
103 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
104 Diplopia: Visão dupla.
105 Urogenital: Na anatomia geral, é a região relativa aos órgãos genitais e urinários; geniturinário.
106 Albuminúria: Presença de albumina na urina. A albuminúria pode ser um sinal de nefropatia diabética (doença nos rins causada pelas complicações do diabetes mal controlado) ou aparecer em infecções urinárias.
107 Cistite: Inflamação ou infecção da bexiga. É uma das infecções mais freqüentes em mulheres, e manifesta-se por ardor ao urinar, urina escura ou com traços de sangue, aumento na freqüência miccional, etc.
108 Hemorragia vaginal: Hemorragia vaginal anormal é a perda de sangue por via vaginal fora do período menstrual ou que surge em grandes quantidades (durante mais de sete dias). É preciso considerar a situação menstrual da mulher: se ela tem menstruações normais, irregulares, com falhas, se é muito jovem, se está perto da menopausa ou se já está na menopausa.
109 Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
110 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
111 Fibrose: 1. Aumento das fibras de um tecido. 2. Formação ou desenvolvimento de tecido conjuntivo em determinado órgão ou tecido como parte de um processo de cicatrização ou de degenerescência fibroide.
112 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
113 Músculo Liso: Um dos músculos dos órgãos internos, vasos sanguíneos, folículos pilosos etc.; os elementos contráteis são alongados, em geral células fusiformes com núcleos de localização central e comprimento de 20 a 200 mü-m, ou ainda maior no útero grávido; embora faltem as estrias traversas, ocorrem miofibrilas espessas e delgadas; encontram-se fibras musculares lisas juntamente com camadas ou feixes de fibras reticulares e, freqüentemente, também são abundantes os ninhos de fibras elásticas. (Stedman, 25ª ed)
114 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
115 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
116 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
117 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
118 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
119 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
120 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.
121 Costas:
122 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
123 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
124 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
125 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
126 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
127 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
128 Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos ou não.
129 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.

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