Preço de DALMADORM em Woodbridge/SP: R$ 22,55

DALMADORM

VALEANT FARMACÊUTICA DO BRASIL LTDA.

Atualizado em 08/12/2014

Flurazepam

                           INDUTOR DO SONO

Identificação do Produto de Dalmadorm

Nome genérico

Flurazepam

Forma Farmacêutica e Apresentação de Dalmadorm

Comprimidos ranhurados: caixa com 20

USO ADULTO

Composição de Dalmadorm

Cada comprimido ranhurado contém 30 mg de 7-cloro-1-[2-(dietilamino)etil]-5- (o-fluorofenil)-1,3-diidro-2H-1,4-benzodiazepina-2-ona (flurazepam).

Informação ao Paciente de Dalmadorm

O Que é Dalmadorm® de Dalmadorm

O Dalmadorm® pertence a um grupo de medicamentos chamado benzodiazepinas. Sua substância ativa é o flurazepam, que tem a capacidade de diminuir o tempo necessário para início
do sono, e aumentar a sua duração.

Para Que é Usado Dalmadorm® de Dalmadorm

Dalmadorm® só deve ser utilizado quando prescrito pelo seu médico.

Dalmadorm® é indicado para induzir um sono normal . Sua ação se faz sentir cerca de 20
minutos após sua administração. Reduz a freqüência de interrupção do sono enquanto aumenta o
tempo de permanência dormindo. Este medicamento não elimina, porém, a causa da insônia.

Quando Dalmadorm® Não Deve Ser Utilizado de Dalmadorm

Dalmadorm® não deve ser utilizado por crianças, por pacientes com hipersensibilidade aos benzodiazepínicos, portadores de miastenia1 gravis (fraqueza muscular) insuficiência2 pulmonar
crônica, síndrome3 de apnéia4 do sono, doença grave no fígado5 e nos rins6. Caso você tenha
dúvidas a este respeito converse com seu médico.

Quando Se Deve Ter Cuidado Especial ao Se Utilizar Dalmadorm® de Dalmadorm

Dalmadorm® pode modificar reações que necessitam muita atenção, como dirigir veículos ou
operar máquinas perigosas.

Antes de iniciar o tratamento com Dalmadorm®, certifique-se com seu médico de que você não
sofre de doença no fígado5, problemas de dependência de drogas ou álcool, problemas
respiratórios severos, doença mental e alergia7 aos componentes do medicamento. Caso você
tenha alguma destas doenças, seu médico deverá avaliar se usará uma dose reduzida ou se não
usará este medicamento.

Não faça uso de bebidas alcoólicas enquanto estiver em tratamento com Dalmadorm®, uma vez
que o álcool intensifica seu efeito, podendo ser prejudicial.

Pacientes idosos respondem mais ao Dalmadorm® que pacientes jovens. Se você tiver mais que
65 anos seu médico poderá prescrever doses menores para avaliar sua resposta ao tratamento.

Deve-se ter cuidados especiais para iniciar o tratamento com Dalmadorm® caso o paciente seja
portador de doenças do fígado5, tenha dependência de drogas e/ou álcool, dificuldades
respiratórias, problemas mentais e alergias.

Pode Dalmadorm® Ser Utilizado Durante a Gravidez8 ou Amamentação9 de Dalmadorm

Você deve comunicar ao seu médico se estiver grávida ou com intenção de engravidar.

Não administrar nos três primeiros meses de gravidez8, uma vez que não se afasta a possibilidade de causar danos ao feto10.

Não usar em mulheres que amamentam porque o Dalmadorm® passa pelo leite materno.

Que Substâncias Podem Ter Interação com Dalmadorm® de Dalmadorm

Antes de iniciar seu tratamento assegure-se de que seu médico saiba que você está fazendo uso
de outros medicamentos (incluindo aqueles não prescritos por ele). Isto é extremamente
importante, uma vez que ao se usar mais de um medicamento ao mesmo tempo pode-se estar
aumentando ou diminuindo seu efeito.

Por isso você não deve tomar outros medicamentos ao fazer uso de Dalmadorm® a não ser que
seu médico tenha sido informado e dado seu consentimento.

Como Dalmadorm® Deve Ser Utilizado de Dalmadorm

Sempre utilize Dalmadorm® exatamente como seu médico prescreveu.

Os pacientes com mais de 65 anos tem maior sensibilidade ao Dalmadorm® que pacientes jovens, podendo seu médico iniciar com uma dosagem menor e observar a reação ao tratamento.

A dose usual é de 15 a 30 mg (1/2 a 1 comprimido) com um pouco de líquido não alcoólico.
Para pacientes11 idosos e debilitados a posologia recomendada é de 1/2 comprimido. Tome
Dalmadorm® ao deitar-se. É importante assegurar pelo menos sete horas de sono após tomar a
medicação. Nunca pare de tomar Dalmadorm® subitamente nem mude a dosagem recomendada
sem antes consultar um médico. A duração do tratamento deve ser a mais curta possível, não
excedendo 4 semanas.

Quando e Como o Tratamento com Dalmadorm® Deve Ser Suspenso de Dalmadorm

Seu médico sabe o momento ideal para suspender o tratamento.

Lembre-se que Dalmadorm® não deve ser tomado indefinidamente.

Se você toma Dalmadorm® em altas doses e suspende de repente, seu organismo pode reagir.
Assim após 2 ou 3 dias sem qualquer problema, alguns dos sintomas12 que o incomodavam podem
reaparecer espontaneamente. Não volte a tomar Dalmadorm® e procure seu médico
imediatamente. Para evitar este tipo de reação, seu médico pode recomendar que você reduza a
dose gradualmente durante vários dias, antes de suspender o tratamento. Um novo período de
tratamento com Dalmadorm® pode ser iniciado a qualquer momento, desde que por indicação
médica.

Quais São Os Possíveis Efeitos Adversos de Dalmadorm® de Dalmadorm

Dalmadorm® é bem tolerado nas doses recomendadas. Os efeitos adversos são leves e transitórios como sonolência, tontura13, dor de cabeça14. Em pacientes idosos ou debilitados podem
ocorrer estados confusionais e excitação paradoxal15. Dalmadorm® não deve ser tomado com
álcool porque seu efeito pode ser intensificado.

Como Dalmadorm® Deve Ser Guardado de Dalmadorm

Como todos os medicamentos, Dalmadorm® deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Não use qualquer medicamento fora do prazo de validade.

A data de fabricação e o prazo de validade de Dalmadorm® estão impressos na embalagem
externa do produto.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS
CRIANÇAS.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER
PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE16.

Informação Técnica de Dalmadorm

Propriedades e Efeitos de Dalmadorm

Dalmadorm® inibe, em animais, a resposta tensional devido a estimulação elétrica do hipotálamo17 e eleva o limiar da excitação.

No homem, o Dalmadorm® prolonga a duração do sono, diminui o tempo de adormecimento
assim como a freqüência de despertares noturnos.

Dose oral de 30 mg de flurazepam quase não diminui a fase do sono REM. Após interrupção do
tratamento não se tem observado efeito rebote da fase de sono REM. Tem-se observado, em
compensação, uma diminuição do estágio IV do sono.

Estudos em laboratório do sono com duração de um mês não demonstraram, mesmo nos casos
de administração contínua do Dalmadorm®, diminuição de sua eficácia.

Farmacocinética de Dalmadorm

Metabolismo18 de Dalmadorm

O flurazepam é rápida e quase totalmente absorvido ao nível do trato gastrintestinal sendo rapidamente metabolizado. Seus metabólitos19 são eliminados principalmente pela urina20.

Distribuição/Excreção de Dalmadorm

Após administração da dose oral de 30 mg de flurazepam só se encontra no soro21 traços de
substância inalterada.

O metabólito22 ativo hidroxietilflurazepam, só é encontrado durante poucas horas após
administração. Sua meia-vida de eliminação é de aproximadamente uma hora e o seu volume de
distribuição de 1,4 litros/kg.

O outro metabólito22 ativo, N-desalquilflurazepam apresenta meia-vida de eliminação de 40-100
horas sendo seu volume de distribuição de 0,41 litros/kg. Quanto maior a idade do indivíduo
maior será o tempo de eliminação da substância. Em casos de administração diária contínua
durante 7 a 10 dias obtém-se uma curva em "plateau" (steady-state) cujo nível é
aproximadamente cinco vezes mais elevado do que o da concentração obtida 24 horas após uma
administração isolada.

Indicação de Dalmadorm

Tratamento da insônia a curto prazo.

Contra-Indicações de Dalmadorm

O Dalmadorm® não deve ser administrado a pacientes com hipersensibilidade aos
benzodiazepínicos.

O Dalmadorm® está contra-indicado para crianças, pacientes portadores de miastenia1
grave, insuficiência2 pulmonar severa e/ou crônica, síndrome3 da apnéia4 do sono e em
disfunções hepáticas23 e renais graves.

Uso Durante a Gravidez8 e Lactação24 de Dalmadorm

Não administrar durante os três primeiros meses da gravidez8, ou a mulheres com risco de procriar, pois, como ocorre com outros benzodiazepínicos, não existem dados de
segurança suficientes neste grupo.

Como os benzodiazepínicos são encontrados no leite materno, Dalmadorm® não deve
ser administrado a lactantes25.

Como o metabólito22 ativo N-desalquilflurazepam atravessa a barreira placentária
podem-se detectar concentrações ativas no sangue26 do feto10. Crianças nascidas de mães
que usaram benzodiazepínicos cronicamente no último trimestre de gestação podem
desenvolver dependência física e apresentar síndrome3 de abstinência no período
pós-natal.

Precauções de Dalmadorm

Dependendo da dose e da sensibilidade individual, o Dalmadorm® pode modificar a
reação do paciente ao dirigir veículos ou operar máquinas perigosas.

Os benzodiazepínicos não são indicados para o tratamento primário de doença psicótica,
assim como também não devem ser utilizados isoladamente no tratamento da depressão
ou ansiedade associada a depressão devido ao risco de suicídio.

Os benzodiazepínicos devem ser utilizados com extrema cautela em pacientes com
história de uso de drogas e álcool.

Os benzodiazepínicos podem induzir amnésia27 anterógrada que ocorre geralmente 1-2
horas após a ingestão do medicamento, podendo durar muitas horas. Com o intuito de
reduzir o risco de amnésia27 o paciente deve certificar-se de que não será perturbado
durante 7-8 horas de sono.

Reações paradoxais como inquietude, agitação, irritabilidade, agressividade, delírio28,
pesadelos, alucinações29, psicoses, comportamento inapropriado são passíveis de ocorrer
com o uso de benzodiazepínicos. Caso isto ocorra, o tratamento deve ser descontinuado.
Estas reações são mais comuns em idosos.

Dependência de Dalmadorm

Pode ocorrer dependência física e psíquica quando da terapia com benzodiazepínicos. O risco é mais evidente em pacientes em uso prolongado, altas dosagens e particularmente
em pacientes predispostos, com história de alcoolismo, abuso de drogas, alterações de
personalidade ou outros distúrbios psiquiátricos graves.

No sentido de minimizar o risco de dependência, os benzodiazepínicos só devem ser
prescritos após cuidadosa avaliação quanto a indicação e devem ser administrados por
período de tempo o mais curto possível. A duração prolongada do tratamento só se
justifica após avaliação cuidadosa dos riscos e benefícios.

Abstinência de Dalmadorm

Quando ocorre dependência física, a interrupção súbita do tratamento pode
acompanhar-se de sintomas12.

O início dos sintomas12 de abstinência é variável, durando poucas horas a uma semana ou
mais. Nos casos menos graves, a sintomatologia da abstinência pode restringir-se a
tremor, agitação, insônia, ansiedade, cefaléia30 e dificuldade para concentrar-se.
Entretanto, em casos mais graves podem ocorrer sudorese31, fotofobia32, hiperacusia,
alucinações29, insônia acentuada, espasmos33 musculares, alterações na percepção e, mais
raramente delirium34 e convulsões.

Na ocorrência de sintomas12 de abstinência, é necessário um acompanhamento médico e
apoio para o paciente. A interrupção abrupta deve ser evitada e adotado um esquema de
retirada gradual.

Interações Medicamentosas de Dalmadorm

Como ocorre com qualquer substância psicoativa, o efeito do Dalmadorm® pode ser intensificado pelo álcool.

Se o Dalmadorm® for usado concomitantemente com outros medicamentos de ação
central tais como: neurolépticos35, tranqüilizantes, antidepressivos, hipnóticos, analgésicos36
narcóticos, anestésicos e anti-histamínicos, seu efeito sedativo pode ser intensificado.
No caso de analgésicos36 narcóticos pode ocorrer aumento da euforia.

Compostos que inibem certas enzimas hepáticas37 como o citocromo P450, podem
intensificar o efeito dos benzodiazepínicos.

Reações Adversas de Dalmadorm

Em doses terapêuticas, o Dalmadorm® é bem tolerado. As reações adversas são em
geral leves e transitórias como: sonolência, vertigens38, cefaléia30, fraqueza muscular,
ataxia39 ou diplopia40.
Outros efeitos indesejados como distúrbios gastrintestinais, alterações da libido41, reações
cutâneas42 ou amnésia27 foram relatados ocasionalmente.

Nos pacientes idosos ou enfraquecidos podem ocorrer estados confusionais e ataxia39.
Têm sido descritos raros casos de excitação paradoxal15. Em casos isolados
observaram-se elevações dos valores das provas de função hepática43.

Podem ocorrer ainda dependência e reações psiquiátricas (ver precauções).

Posologia e Duração do Tratamento de Dalmadorm

A dose usual é de 15 a 30 mg antes de deitar (1/2 a 1 comprimido).

Pacientes com mais de 65 anos ou debilitados recomenda-se a dose inicial de 15 mg ao dia (1/2 comprimido).

Recomenda-se adaptar a posologia de acordo com as necessidades de cada paciente.

O tratamento deve ser o mais breve possível. Geralmente o tratamento varia de alguns dias a 2
semanas, até o máximo de 4 semanas (incluindo o período de retirada); no entanto se o paciente
necessitar de tratamento por um período maior que o indicado, o paciente deve ser reavaliado
pelo seu médico.

Recomenda-se a ingestão do medicamento dentro do período de 1 hora antes de deitar-se.

É importante orientar o paciente de que o tratamento tem duração limitada e terá a dosagem
progressivamente reduzida.

Conduta na Superdosagem de Dalmadorm

A superdosagem manifesta-se por extrema intensificação dos efeitos do produto:
sonolência, estado confusional e perda da consciência. Recomenda-se lavagem gástrica44,
monitoramento e tratamento convencional das alterações respiratórias e
cardiovasculares.

Nos casos de intoxicações graves por quaisquer benzodiazepínicos (com coma45 ou
sedação46 grave) recomenda-se o uso do antagonista47 específico, o flumazenil, na dose
inicial de 0,3 mg EV, com incrementos de 0,3 mg a intervalos de 60 segundos, até
reversão do coma45. No caso dos benzodiazepínicos de meia vida longa pode haver
re-sedação46, portanto, recomenda-se o uso de flumazenil por infusão endovenosa de 0,1 -
0,4 mg/hora, gota48 a gota48, em glicose49 a 5% ou cloreto de sódio 0,9%, juntamente com os
demais processos de reanimação, desde que o flumazenil não reverta a depressão
respiratória.

Nas intoxicações mistas, o flumazenil também pode ser usado para diagnóstico50.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA SUJEITA À RETENÇÃO.

O ABUSO DESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA.

DALMADORM - Laboratório

VALEANT FARMACÊUTICA DO BRASIL LTDA.
Rua Mário Junqueira da Silva, 736/766
Campinas/SP
Tel: 0800 16 6116

Ver outros medicamentos do laboratório "VALEANT FARMACÊUTICA DO BRASIL LTDA."

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
2 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
3 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
4 Apnéia: É uma parada respiratória provocada pelo colabamento total das paredes da faringe que ocorre principalmente enquanto a pessoa está dormindo e roncando. No adulto, considera-se apnéia após 10 segundos de parada respiratória. Como a criança tem uma reserva menor, às vezes, depois de dois ou três segundos, o sangue já se empobrece de oxigênio.
5 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
6 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
7 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
8 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
9 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
10 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
11 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
12 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
13 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
14 Cabeça:
15 Paradoxal: Que contém ou se baseia em paradoxo(s), que aprecia paradoxo(s). Paradoxo é o pensamento, proposição ou argumento que contraria os princípios básicos e gerais que costumam orientar o pensamento humano, ou desafia a opinião consabida, a crença ordinária e compartilhada pela maioria. É a aparente falta de nexo ou de lógica; contradição.
16 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
17 Hipotálamo: Parte ventral do diencéfalo extendendo-se da região do quiasma óptico à borda caudal dos corpos mamilares, formando as paredes lateral e inferior do terceiro ventrículo.
18 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
19 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
20 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
21 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
22 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
23 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
24 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
25 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
26 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
27 Amnésia: Perda parcial ou total da memória.
28 Delírio: Delirio é uma crença sem evidência, acompanhada de uma excepcional convicção irrefutável pelo argumento lógico. Ele se dá com plena lucidez de consciência e não há fatores orgânicos.
29 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
30 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
31 Sudorese: Suor excessivo
32 Fotofobia: Dor ocular ou cefaléia produzida perante estímulos visuais. É um sintoma freqüente na meningite, hemorragia subaracnóidea, enxaqueca, etc.
33 Espasmos: 1. Contrações involuntárias, não ritmadas, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosas ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
34 Delirium: Alteração aguda da consciência ou da lucidez mental, provocado por uma causa orgânica. O delirium tem causa orgânica e cessa se a causa orgânica cessar. Ele pode acontecer nos traumas cranianos, nas infecções etc. Os exemplos mais típicos são o delirium do alcoólatra crônico e o delirium febril.
35 Neurolépticos: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
36 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
37 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
38 Vertigens: O termo vem do latim “vertere” e quer dizer rodar. A definição clássica de vertigem é alucinação do movimento. O indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente.
39 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
40 Diplopia: Visão dupla.
41 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
42 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
43 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
44 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
45 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
46 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
47 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
48 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
49 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
50 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.

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