Preço de Enantato de noretisterona + valerato de estradiol em Cambridge/SP: R$ 21,98

Enantato de noretisterona + valerato de estradiol

EUROFARMA

Atualizado em 08/12/2014

Enantato de noretisterona + valerato de estradiol

Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 199

INFORMAÇÃO IMPORTANTE! LEIA COM ATENÇÃO!


Solução injetável

Formas Farmacêuticas e Apresentações do Enantato de Noretisterona + Valerato de Estradiol

Enantato de noretisterona + valerato de estradiol, 50 mg/mL + 5 mg/mL. Embalagens contendo 1 seringa1 pré-enchida com 1 mL acompanhada agulha descartável.

Uso Adulto

Uso intramuscular profundo.

Composição do Enantato de Noretisterona + Valerato de Estradiol

Cada 1 mL de enantato de noretisterona + valerato de estradiol contém:

enantato de noretisterona.................................................50 mg

valerato de estradiol.........................................................5,0 mg

Excipientes q.s.p.................................................................1 mL

Excipientes: óleo de rícino superpurificado, benzoato de benzila.


Antes de iniciar o uso de um medicamento, é importante ler as informações contidas na bula, verificar o prazo de validade e a integridade da embalagem. Mantenha a bula do produto sempre em mãos2 para qualquer consulta que se faça necessária.

Leia com atenção o Informativo “enantato de noretisterona + valerato de estradiol e a contracepção” (no verso da bula) antes de usar o produto, pois o mesmo contém informações sobre os benefícios e os riscos associados ao uso de contraceptivos hormonais. Você também encontrará informações sobre o uso adequado do medicamento e sobre a necessidade de consultar o seu médico regularmente. Converse com o seu médico para obter maiores esclarecimentos sobre a ação do produto e sua utilização.

- CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO:

O medicamento deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 °C e 30°C).


Prazo de Validade do Enantato de Noretisterona + Valerato de Estradiol

Ao adquirir o medicamento, confira sempre o prazo de validade indicado na embalagem externa.

Nunca use medicamento com prazo de validade vencido.

Informações Técnicas do Enantato de Noretisterona + Valerato de Estradiol

Farmacodinâmica

Enantato de noretisterona + valerato de estradiol previne a gravidez3 primeiramente inibindo a ovulação4 e alterando o muco cervical. O efeito produzido no endométrio5 é similar ao observado com o uso de contraceptivos orais combinados (COCs). Um padrão de sangramento semelhante à menstruação6 normal é obtido com o uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol.

A eficácia contraceptiva das injeções mensais de enantato de noretisterona + valerato de estradiol compara-se favoravelmente à eficácia de métodos que utilizam progestógenos isolados e à eficácia dos contraceptivos orais.

Como enantato de noretisterona + valerato de estradiol contém um estrogênio e um progestógeno, as precauções relacionadas a seu uso são similares àquelas dos COCs. O componente estrogênico presente em enantato de noretisterona + valerato de estradiol é um estrogênio natural e seus níveis sangüíneos alcançam os picos da fase pré-ovulatória do ciclo menstrual normal. O componente progestogênico, o enantato de noretisterona, exerce efeitos progestogênicos típicos em mulheres, tais como efeitos antigonadotrópicos, transformação secretória do endométrico e espessamento do muco cervical.

Enantato de noretisterona + valerato de estradiol apresenta efeitos favoráveis no metabolismo7 lipídico.

Os contraceptivos injetáveis combinados como enantato de noretisterona + valerato de estradiol demonstraram ter efeito mínimo na função hepática8 em usuárias saudáveis e não apresentam efeito de primeira passagem hepática8.

Entretanto, uma vez que os hormônios esteróides contidos em contraceptivos injetáveis combinados são metabolizados no fígado9, eles poderiam, teoricamente, provocar efeitos adversos em mulheres cuja função hepática8 já estivesse comprometida.


Farmacocinética

Os componentes farmacologicamente ativos, noretisterona e estradiol, encontram-se totalmente biodisponíveis após injeção intramuscular10 de enantato de noretisterona e valerato de

estradiol. Após injeção intramuscular10 de 50 mg de enantato de noretisterona em combinação com 5 mg de valerato de estradiol, a concentração plasmática máxima de estradiol (média entre

852 e 1570 pmol/L) é atingida em aproximadamente 2 dias e a concentração plasmática máxima de noretisterona de 4,7 a 10,1 nmol/L em aproximadamente 4,1 a 4,8 dias após a injeção intramuscular10.

Uma vez que a meia-vida terminal de estradiol é consideravelmente mais curta que a de noretisterona (a qual, por sua vez, é decorrente das diferentes taxas de liberação dos ésteres a partir do depósito), a segunda parte do período após a administração é dominada pelo componente progestogênico.

Ambos os componentes são completamente metabolizados.

Uma pequena parte da noretisterona é transformada, in vivo, em etinilestradiol. A partir da administração de 1 mg de noretisterona ou de acetato de noretisterona por via oral, o etinilestradiol formado em humanos é equivalente a uma dose oral de cerca de 4 mcg ou 6 mcg, respectivamente.

Considerando que a estrogenicidade da noretisterona já é conhecida evivenciada na prática clínica, a descoberta de suas características metabólicas não altera as recomendações de uso preexistentes.

A biotransformação do estradiol segue a mesma via do hormônio11 endógeno.

Os metabólitos12 da noretisterona são excretados com a urina13 e fezes em proporções semelhantes. A excreção dos metabólitos12 do estradiol ocorre predominantemente por via renal14. Cerca de 85% da dose de ambas substâncias são excretadas dentro do intervalo de 28 dias após a injeção15.

A administração repetida de enantato de noretisterona + valerato de estradiol em intervalos de 28 dias provoca um leve acúmulo de enantato de noretisterona, alcançando-se um estado de equilíbrio logo após a terceira administração.

Com relação à farmacocinética e biotransformação dos fármacos, não se espera uma interação entre o enantato de noretisterona e o valerato de estradiol, já que é pouco provável que ocorra uma sobrecarga do metabolismo7, devido às taxas de liberação lentas a partir do depósito intramuscular e às conseqüentes baixas concentrações séricas dos princípios ativos.


Indicação do Enantato de Noretisterona + Valerato de Estradiol

Enantato de noretisterona + valerato de estradiol é indicado para contracepção16 hormonal.

Contra-Indicações do Enantato de Noretisterona + Valerato de Estradiol


Como enantato de noretisterona + valerato de estradiol contém uma combinação de estrogênio e progestógeno, as precauções relacionadas ao seu uso são similares às de contraceptivos orais combinados (COCs).

Enantato de noretisterona + valerato de estradiol não deve ser usada em presença de qualquer uma das condições listadas abaixo:

  - presença ou história de processos trombóticos17/tromboembólicos arteriais ou venosos, como por exemplo: trombose venosa profunda18, embolia19 pulmonar, infarto do miocárdio20; ou de um acidente vascular cerebral21;

  - presença ou história de sintomas22 e/ou sinais23 prodrômicos24 de trombose25 (por exemplo: ataque isquêmico26 transitório, angina27 pectoris);

  - história de enxaqueca28 com sintomas22 neurológicos focais;

  - diabetes29 melitus com alterações vasculares30;

  - a presença de um fator de risco31 grave ou múltiplos fatores de risco para a trombose25 venosa ou arterial também pode representar uma contra-indicação (veja item “Precauções e advertências”);

  - presença ou história de doença hepática8 grave, enquanto os valores da função hepática8 não retornarem ao normal;

  - presença ou história de tumores hepáticos (benignos ou malignos);

  - diagnóstico32 ou suspeita de neoplasias33 dependentes de esteróides sexuais (por exemplo, dos órgãos genitais ou das mamas34);

  - sangramento vaginal não-diagnosticado;

  - suspeita ou diagnóstico32 de gravidez3;

  - hipersensibilidade às substâncias ativas ou a qualquer um dos componentes de enantato de noretisterona + valerato de estradiol.

Se qualquer uma das condições citadas anteriormente ocorrer pela primeira vez durante o uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol, a sua utilização deve ser descontinuada.

Precauções e Advertências do Enantato de Noretisterona + Valerato de Estradiol

Não há estudos epidemiológicos com contraceptivos injetáveis combinados (CIC) que avaliem fatores de risco.
De modo geral, a experiência com o uso de COCs, relativa às precauções e advertências, deve ser considerada como base para a utilização de CICs.

Em caso de ocorrência de qualquer uma das condições ou fatores de risco mencionados a seguir, os benefícios da utilização dos contraceptivos combinados devem ser avaliados frente aos possíveis riscos para cada usuária individualmente e discutidos com a mesma antes de optar pelo início de sua utilização. Em casos de agravamento, exacerbação ou aparecimento pela primeira vez de qualquer uma dessas condições ou fatores de risco, a usuária deve entrar em contato com seu médico.

Nesses casos, a continuação do uso do produto deve ficar a critério médico.


  • Distúrbios circulatórios

Estudos epidemiológicos sugerem associação entre a utilização de COCs e um aumento do risco de distúrbios tromboembólicos e trombóticos17 arteriais e venosos, como infarto do miocárdio20, acidente vascular cerebral21, trombose venosa profunda18 e embolia19 pulmonar. A ocorrência destes eventos é rara.

Durante o emprego de quaisquer COCs, pode ocorrer tromboembolismo35 venoso (TEV) que se manifesta como trombose venosa profunda18 e/ou embolia19 pulmonar. O risco de ocorrência de tromboembolismo35 venoso é mais elevado durante o primeiro ano de uso em usuárias de primeira vez de contraceptivo combinado. A incidência36 aproximada de TEV em usuárias de contraceptivos orais contendo estrogênio em baixa dose (< 0,05 mg de etinilestradiol) é

de até 4 por 10.000 mulheres ao ano. Em não-usuárias de COCs, esta incidência36 é de 0,5 a 3 por 10.000 mulheres ao ano. A incidência36 de TEV associada à gestação é de 6 por 10.000 gestantes ao ano.

Em casos extremamente raros, tem sido observada a ocorrência de trombose25 em outros vasos sangüíneos37 como, por exemplo, em veias38 e artérias39 hepáticas40, mesentéricas41, renais, cerebrais ou retinianas em usuárias de COCs. Não há consenso sobre a associação da ocorrência destes eventos e o uso de COCs. Sintomas22 de processos trombóticos17/tromboembólicos arteriais ou venosos, ou de acidente vascular cerebral21, podem incluir: dor e/ou inchaço42 unilateral em membro inferior; dor torácica aguda e intensa, com ou sem irradiação para o braço esquerdo; dispnéia43 aguda; tosse de início abrupto; cefaléia44 não-habitual, intensa e prolongada; perda repentina da visão45, parcial ou total; diplopia46, distorções na fala ou afasia47; vertigem48; colapso49, com o ou sem convulsão50 focal; fraqueza, diminuição da sensibilidade ou da força motora afetando, de forma repentina, um lado ou uma parte do corpo; distúrbios motores; abdome agudo51.

O risco de processos trombóticos17/tromboembólicos arteriais ou venosos, ou de acidente vascular cerebral21, aumenta com os seguintes fatores:

  - idade;

  - tabagismo (com consumo elevado de cigarros e aumento da idade, o risco torna-se ainda maior, especialmente em mulheres com idade superior a 35 anos);

  - história familiar positiva (isto é, tromboembolismo35 venoso ou arterial detectado em um (a) irmão (ã) ou em um dos progenitores em idade relativamente jovem) - se há suspeita de predisposição hereditária, a usuária deve ser encaminhada a um especialista antes de decidir pelo uso de qualquer contraceptivo hormonal combinado;

  - obesidade52 (índice de massa corpórea superior a 30 Kg/m);

  - dislipoproteinemia;

  - hipertensão53;

  - enxaqueca28;

  - valvopatia;

  - fibrilação atrial;

  - imobilização prolongada, cirurgia de grande porte, qualquer intervenção cirúrgica em membros inferiores ou trauma extenso.

Nestes casos, é aconselhável descontinuar o uso do contraceptivo injetável combinado (CIC) - em casos de cirurgia programada a última injeção15 deve ter sido aplicada pelo menos com oito semanas de antecedência - e não reiniciá-lo até, pelo menos, duas semanas após o restabelecimento.

Não há consenso quanto a possível influência de veias38 varicosas e de tromboflebite54 superficial na gênese do tromboembolismo35 venoso.

Deve-se considerar o aumento do risco de tromboembolismo35 no puerpério55. (veja item “Gravidez e lactação”).

Outras condições clínicas que também têm sido associadas aos eventos adversos circulatórios em usuárias de contraceptivos orais combinados incluem: diabete melitus, lupo eritematoso56 sistêmico57, síndrome58 hemolítico-urêmica, patologia59 intestinal inflamatória crônica (doença de Crohn60 ou colite61 ulcerativa). Não existem dados disponíveis sobre o uso de CICs em usuárias que apresentam anemia falciforme62, entretanto, usuárias que apresentam anemia falciforme62 homozigota podem ter um risco aumentado de trombose25.

Um aumento da freqüência ou da intensidade de enxaquecas63 durante o uso de CICs pode ser motivo para a suspensão imediata do mesmo, dada a possibilidade deste quadro representar o início de um evento vascular64 cerebral.

Os fatores bioquímicos que podem indicar predisposição hereditária ou adquirida para trombose25 venosa ou arterial incluem: resistência à proteína C ativada (PCA), hiperhomocisteinemia, deficiências de antitrombina III, de proteína C e de proteína S, anticorpos65 antifosfolipídios (anticorpos65 anticardiolipina, anticoagulante66 lúpico).

Na avaliação da relação risco/benefício, o médico deve considerar que o tratamento adequado de uma condição clínica pode reduzir o risco associado de trombose25 e que o risco associado à gestação é mais elevado do que aquele associado ao uso de contraceptivos hormonais.

  • Tumores

Há pouca evidência empírica a respeito dos efeitos de contraceptivos injetáveis combinados (CICs) e o risco de neoplasia67. De modo geral, pode-se tomar como base a experiência observada com o uso de COCs.

  - Câncer68 cervical

Em um estudo epidemiológico em mulheres da América Latina, não foi observada qualquer associação entre o uso de contraceptivos injetáveis mensais (contendo dihidroxiprogesterona e um éster de estradiol) e o risco de câncer68 cervical. Não foi observado um aumento no risco de desenvolvimento de lesões69 cervicais de células70 escamosas intra-epiteliais em usuárias de contraceptivos injetáveis nos EUA.

O fator de risco31 mais importante para o câncer68 cervical é a infecção71 persistente por HPV. Alguns estudos epidemiológicos indicaram que o uso de COCs por período prolongado pode contribuir para este risco aumentado, mas continua existindo controvérsia sobre a extensão

em que esta ocorrência possa ser atribuída aos efeitos concorrentes, por exemplo, da realização de citologia cervical e do comportamento sexual, incluindo a utilização de contraceptivos de barreira.

Câncer68 de Mama72 / Câncer68 de Ovário73 do Enantato de Noretisterona + Valerato de Estradiol


O efeito do estrogênio e do progestógeno contidos em enantato de noretisterona + valerato de estradiol sobre o risco de desenvolvimento de câncer68 de mama72 e de câncer68 de ovário73 não foi avaliado. Para mulheres que utilizam COCs, a avaliação do risco de câncer68 de mama72 está baseada em uma meta-análise de 54 estudos epidemiológicos, que relatou haver um pequeno aumento no risco relativo (RR = 1,24) para o diagnóstico32 de câncer68 de mama72. Este aumento desaparece gradualmente nos 10 anos subseqüentes à suspensão do uso do COC. Uma vez que o câncer68 de mama72 é raro em mulheres com idade inferior a 40 anos, o aumento no número de diagnósticos de câncer68 de mama72 em usuárias atuais e recentes de COCs é pequeno, se comparado ao risco total de câncer68 de mama72.

Estes estudos não fornecem evidências de causalidade. O padrão observado de aumento do risco pode ser devido ao diagnóstico32 precoce de câncer68 de mama72 em usuárias de COCs, aos efeitos biológicos dos COCs ou à combinação de ambos. Os casos de câncer68 de mama72 diagnosticados em usuárias de primeira vez de COCs tendem a ser clinicamente menos avançados do que os diagnosticados em mulheres que nunca utilizaram COCs.

  - Tumores hepáticos

Foram observados, em casos raros, tumores hepáticos benignos e, mais raramente, malignos em usuárias de COCs. Em casos isolados, esses tumores provocaram hemorragias74 intra-abdominais com risco de vida para a paciente. A possibilidade de tumor75 hepático deve ser considerada no diagnóstico32 diferencial em usuárias de enantato de noretisterona + valerato de estradiol que apresentarem dor intensa em abdome76 superior, aumento do tamanho do fígado9 ou sinais23 de hemorragia77 intraabdominal.

  • Outras condições

Embora tenham sido relatados discretos aumentos da pressão arterial78 em muitas usuárias de COCs, os casos de relevância clínica são raros.

Entretanto, no caso de desenvolvimento e manutenção de hipertensão53 clinicamente significativa, é prudente que o médico descontinue o uso do produto e trate a hipertensão53.

Se for considerado apropriado, o uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol pode ser reiniciado, caso os níveis pressóricos79 se normalizem com o uso de terapia anti-hipertensiva.

Foi descrita a ocorrência ou agravamento das seguintes condições, tanto durante a gestação quanto durante o uso de COC, e podem ocorrer em usuárias de CICs, no entanto a evidência de uma associação é inconclusiva: icterícia80 e/ou prurido81 relacionados à colestase82; formação de cálculos biliares; porfiria83; lupo eritematoso56 sistêmico57; síndrome58 hemolítico-urêmica; coréia de Sydenham84; herpes gestacional; perda da audição relacionada com a otosclerose85.

Como os hormônios esteroidais contidos nos contraceptivos injetáveis combinados (CICs) são metabolizados no fígado9, eles poderiam, teoricamente, ocasionar efeitos adversos em mulheres cuja função hepática8 esteja comprometida.

Os distúrbios agudos ou crônicos da função hepática8 podem requerer a descontinuação do uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol, até que os marcadores da função hepática8 retornem aos valores normais. A recorrência86 de icterícia80 colestática que tenha ocorrido pela primeira vez durante a gestação, ou durante o uso anterior de esteróides sexuais, requer a descontinuação do uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol.

Embora os CICs possam exercer efeito sobre a resistência periférica87 à insulina88 e sobre a tolerância à glicose89, não há qualquer evidência da necessidade de alteração do regime terapêutico em usuárias diabéticas. Entretanto, deve-se manter cuidadosa vigilância enquanto estas pacientes estiverem utilizando CICs.

As seguintes condições foram associadas com o uso de COCs e podem estar presentes em usuárias de CICs: doença de Crohn60 e colite61 ulcerativa, cloasma90, especialmente em mulheres com história de cloasma90 gravídico. Mulheres predispostas ao desenvolvimento de cloasma90 devem evitar a exposição ao sol ou à radiação ultravioleta enquanto estiverem usando contraceptivo hormonal.

  • Consultas/exames médicos

Antes de iniciar ou retomar o uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol, é necessário obter história clínica detalhada e realizar exame clínico completo, considerando os itens descritos em “Contra-indicações” e “Precauções e advertências”; estes acompanhamentos devem ser repetidos periodicamente. A avaliação médica periódica é igualmente importante porque as contraindicações (por exemplo, um ataque isquêmico26 transitório) ou fatores de risco (por exemplo, história familiar de trombose25 arterial ou venosa) podem aparecer pela primeira vez durante a utilização de CICs. A freqüência e a natureza dessas avaliações devem ser baseadas nas condutas médicas estabelecidas e ser adaptadas a cada usuária, mas devem, em geral, incluir atenção especial à pressão arterial78, mamas34, abdome76 e órgãos pélvicos91, incluindo citologia cervical.

As usuárias devem ser informadas de que os CICs não protegem contra infecções92 causadas pelo HIV93 (AIDS) e outras doenças sexualmente transmissíveis.


  • Redução da eficácia

A eficácia de enantato de noretisterona + valerato de estradiol pode ficar reduzida no caso de, por exemplo, prolongamento do intervalo recomendado entre as injeções (veja o item “Posologia”) ou por uso concomitante de outros medicamentos (veja o item “Interações medicamentosas”).

  • Redução do controle do ciclo

Como ocorre com todos os contraceptivos hormonais, podem surgir sangramentos irregulares (gotejamento ou sangramento de escape), especialmente durante os primeiros meses de uso. Portanto, a avaliação de qualquer sangramento irregular somente será significativa após um intervalo de adaptação de cerca de três ciclos.

Com enantato de noretisterona + valerato de estradiol, foi observada baixa freqüência de sangramentos irregulares (<8%) e amenorréia94 (<3%) e baixa taxa de descontinuação devido a sangramentos irregulares (5,1%). Após a primeira injeção15 de enantato de noretisterona + valerato de estradiol, observa-se uma redução na duração do ciclo (11 – 15 dias).

Uma ou duas semanas após a primeira injeção15, ocorrerá sangramento semelhante ao menstrual. Isto é normal e, com a continuação do uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol, os sangramentos ocorrerão geralmente em intervalos de 30 dias. Normalmente, o dia da injeção15 mensal estará dentro do intervalo livre de sangramento.

Se os sangramentos irregulares persistirem ou ocorrerem após ciclos anteriormente regulares, devem ser consideradas causas não-hormonais e, nesses casos, são indicados procedimentos diagnósticos apropriados para exclusão de neoplasia67 ou gestação. Estas medidas podem incluir a realização de curetagem95.

É possível que em algumas usuárias não ocorra o sangramento dentro de 30 dias após a injeção15. Nestes casos, a possibilidade de gravidez3 deve ser excluída, utilizando-se testes adequados. Entretanto, se enantato de noretisterona + valerato de estradiol foi aplicada de acordo com as instruções descritas no item “Posologia e modo de usar”, é pouco provável que a usuária esteja grávida.

  • Retorno da fertilidade

Nenhum efeito inibitório prolongado do eixo pituitáriaovário foi observado em mulheres que usaram enantato de noretisterona + valerato de estradiol por 2-3 anos. Após a interrupção do uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol, 19% das mulheres ovularam no primeiro ciclo e 67% no segundo ciclo após o tratamento.


  • Gravidez3 e lactação96

Enantato de noretisterona + valerato de estradiol é contraindicada durante gravidez3. Caso a usuária engravide durante o uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol, as aplicações posteriores devem ser descontinuadas.

Entretanto, estudos epidemiológicos abrangentes não revelaram risco aumentado de malformações97 congênitas98 em crianças nascidas de mulheres que utilizaram contraceptivos hormonais antes da gestação. Também não foram verificados efeitos teratogênicos99 decorrentes da ingestão acidental de contraceptivos hormonais no início da gestação.

Os contraceptivos hormonais podem afetar a lactação96, uma vez que podem reduzir a quantidade e alterar a composição do leite materno.

Não existem dados suficientes sobre os efeitos dos CICs na quantidade e qualidade do leite materno ou na duração da lactação96. Para enantato de noretisterona + valerato de estradiol, não há evidência de influência sobre a prolactina100 ou sobre a produção do leite. Entretanto, o uso de CICs não é recomendado, geralmente, até seis meses após o parto ou até que a lactante101 tenha suspendido completamente a amamentação102 do seu filho. Pequenas quantidades dos esteróides contraceptivos e/ou de seus metabólitos12 podem ser excretadas com o leite, embora não existam evidências de que haja prejuízo para a saúde103 da criança.

Interações Medicamentosas do Enantato de Noretisterona + Valerato de Estradiol

As interações medicamentosas entre CICs e outros fármacos podem produzir sangramento de escape e/ou diminuição da eficácia do contraceptivo. Para contraceptivos orais combinados as seguintes interações foram relatadas na literatura e também podem ser relevantes para CICs.


  • Metabolismo7 hepático: interações podem ocorrer com fármacos que induzem as enzimas microssomais, o que pode resultar em aumento da depuração dos hormônios sexuais como, por exemplo, com fenitoínas, barbitúricos, primidona, carbamazepina, rifampicina e também, possivelmente, com oxcarbazepina, topiramato, felbamato, ritonavir, griseofulvina e produtos contendo Erva de São João.

  • Interação com a circulação104 êntero-hepática8: alguns relatos clínicos sugerem que a circulação104 êntero-hepática8 de estrogênios pode diminuir quando certos antibióticos como as penicilinas e tetraciclinas são administrados concomitantemente.

Usuárias sob tratamento com qualquer uma das substâncias acima citadas devem utilizar temporária e adicionalmente um método contraceptivo de barreira ou escolher um outro método contraceptivo. Durante o período em que estiver fazendo uso de algum medicamento indutor das enzimas microssomais, o método de barreira deve ser usado concomitantemente, assim como nos 28 dias posteriores à sua descontinuação. As usuárias tratadas com antibióticos devem utilizar método de barreira durante o tratamento com os mesmos e ainda por 7 ias após a descontinuação da antibioticoterapia, exceto com rifampicina e griseofulvina, que são indutores de enzimas microssomais, para os quais se deve manter o uso de método de barreira por 28 dias após descontinuação dos mesmos.

Os contraceptivos hormonais podem interferir no metabolismo7 de outros fármacos. Conseqüentemente, as concentrações plasmática e tecidual destes fármacos podem ser afetadas (por exemplo, ciclosporina).

Deve-se avaliar também as informações contidas na bula do medicamento utilizado concomitantemente a fim de identificar interações em potencial.

- REAÇÕES ADVERSAS:

Para informações mais detalhadas sobre reações adversas graves, consultar o item “Precauções e advertências”.

Foram observadas as seguintes reações adversas em usuárias de contraceptivos hormonais, sem que a exata relação de causalidade tenha sido estabelecida*:


*Foi utilizado o termo MedDRA (versão 7.0) mais apropriado para descrever uma determinada reação. Sinônimos ou condições relacionadas não foram listados, mas também devem ser considerados.

A experiência mostra que as reações de curta duração (ímpeto de tossir, acessos de tosse, dispnéia43), que podem ocorrer em casos raros durante ou imediatamente após a injeção intramuscular10 de soluções oleosas, podem ser evitadas administrando-se a injeção15 de forma extremamente lenta.

- ALTERAÇÕES EM EXAMES LABORATORIAIS:

O uso de esteróides contraceptivos pode influenciar os resultados de certos exames laboratoriais, incluindo parâmetros bioquímicos das funções hepática8, tiroidiana, adrenal e renal14; níveis plasmáticos de proteínas105 (transportadoras), por exemplo, globulina106 de ligação à corticosteróides e frações lipídicas/lipoprotéicas; parâmetros do metabolismo7 de carboidratos e parâmetros da coagulação107 e fibrinólise108. As alterações geralmente permanecem dentro do intervalo laboratorial considerado normal.

Posologia e Modo de Usar do Enantato de Noretisterona + Valerato de Estradiol

Enantato de noretisterona + valerato de estradiol deve ser sempre administrado por via intramuscular profunda (de preferência na região glútea109 e, como alternativa, no braço).

As injeções devem ser administradas de forma extremamente lenta (veja o item “Reações adversas”). É recomendável ocluir o local onde se aplicou a injeção15 para evitar qualquer refluxo

da solução.


  • Início do uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol


  > Quando nenhum outro método contraceptivo hormonal está sendo usado

A primeira injeção15 deve ser administrada no primeiro dia do ciclo menstrual (primeiro dia de sangramento).


  > Mudando de um contraceptivo oral combinado (COC) para enantato de noretisterona + valerato de estradiol

Preferivelmente, a mulher deve iniciar o uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol imediatamente após a ingestão do último comprimido ativo do COC ou após a ingestão do comprimido ativo do COC por pelo menos 7 dias.


  > Mudando da minipílula, implante110 ou injeção15 (apenas progestógeno) ou SIU (sistema intra-uterino) com progestógeno para enantato de noretisterona + valerato de estradiol

A troca do método contraceptivo pode ser feita em qualquer dia no caso da minipílula (ou no dia da retirada do implante110 ou SIU ou da aplicação do contraceptivo injetável usado anteriormente), mas, em todos, estes casos deve ser recomendado o uso adicional de um método contraceptivo de barreira durante os primeiros 7 dias após a injeção15.


  • Abortamento111 de primeiro trimestre

Neste caso, pode-se iniciar o uso a qualquer momento dentro da primeira semana após o abortamento111, sem necessidade de utilizar medidas contraceptivas adicionais.


  • Após parto ou abortamento111 de segundo trimestre

A injeção15 de enantato de noretisterona + valerato de estradiol deve ser administrada no período entre o 21° e o 28 ° dia após o procedimento ou na primeira menstruação6 do pós-parto.

Quando o uso for iniciado mais tarde, deve-se aconselhar o uso adicional de um método de barreira durante os primeiros 7 dias após a injeção15 de enantato de noretisterona + valerato de estradiol.

Entretanto, se já tiver ocorrido relação sexual, a possibilidade de gravidez3 deve ser excluída antes do início do uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol ou deve-se aguardar a primeira menstruação6.

Para amamentação102, veja o item “Gravidez e lactação”.


  • Manutenção das injeções posteriores

A segunda injeção15, assim como as injeções posteriores devem ser administradas, independentemente do padrão do ciclo, em intervalos de 30 ± 3 dias, isto é, no mínimo 27 e no máximo 33 dias.

Transcorrendo intervalo de injeção15 superior a 33 dias, não se pode contar, a partir desta data, com o grau necessário de segurança contraceptiva, e a usuária deverá utilizar um método contraceptivo adicional.

Se dentro dos 30 dias posteriores à administração de enantato de noretisterona + valerato de estradiol não ocorrer sangramento por privação hormonal, deve-se descartar a possibilidade de gravidez3 por meio de teste adequado.


  • Instrução para preparo da seringa1

  > Seringa1 com êmbolo112 já acoplado

- segure firmemente o protetor da agulha com uma mão113; com a outra, segure o cilindro de plástico localizado no encaixe da agulha e gire, a fim de quebrar o lacre de proteção (Figura 1);

  - remova o cilindro de plástico, expondo o encaixe da agulha (Figura 2);

  - com a seringa1 em posição vertical (êmbolo112 para baixo), retire o protetor de borracha;

  - encaixe a agulha na seringa1 (Figura 3);

  - retire o protetor da agulha e expulse o ar.

A esterilidade114 do produto só é garantida se a embalagem não tiver sofrido prévia abertura.



Superdose do Enantato de Noretisterona + Valerato de Estradiol

A apresentação do produto em seringa1 pré-carregada pronta para uso, assim como sua administração por pessoa treinada, minimiza o risco de superdose. Não há relatos de efeitos deletérios graves decorrentes de superdose de contraceptivos combinados.

INFORMATIVO ENANTATO DE NORETISTERONA + VALERATO DE ESTRADIOL E A CONTRACEPÇÃO16

Informações ao Paciente do Enantato de Noretisterona + Valerato de Estradiol

ENANTATO DE NORETISTERONA + VALERATO DE ESTRADIOL É UM PRODUTO DE PRESCRIÇÃO MÉDICA.

PORTANTO, SOMENTE UM MÉDICO PODERÁ INDICAR SE ESTE CONTRACEPTIVO É O MELHOR PARA VOCÊ. NÃO UTILIZE O MEDICAMENTO POR CONTA PRÓPRIA.

  • O que é enantato de noretisterona + valerato de estradiol?

Enantato de noretisterona + valerato de estradiol é um contraceptivo hormonal combinado formulado como uma preparação de depósito. Dentro do corpo, os ingredientes ativos de enantato de noretisterona + valerato de estradiol são liberados muito lentamente, de modo que a aplicação de uma injeção15 mensal é suficiente. Enantato de noretisterona + valerato de estradiol contém uma combinação de dois hormônios femininos: o enantato de noretisterona (um progestógeno) e o valerato de estradiol (um estrogênio).


  • Por que usar enantato de noretisterona + valerato de estradiol?

Enantato de noretisterona + valerato de estradiol é indicado para prevenir a gravidez3.

Os contraceptivos hormonais injetáveis são um método muito eficaz de controle de natalidade. Quando utilizados corretamente (sem atraso ou esquecimento das injeções), a possibilidade de ocorrência de gravidez3 é muito baixa.


• Quando não se deve usar Enantato de noretisterona + valerato de estradiol?

Como enantato de noretisterona + valerato de estradiol contém uma combinação de estrogênio e progestógeno, as precauções relacionadas ao seu uso são similares às de pílulas (contraceptivos orais combinados).

Enantato de noretisterona + valerato de estradiol não deve ser utilizada na presença das condições descritas a seguir.

Se você apresentar qualquer uma destas condições, informe ao seu médico antes de iniciar o uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol. Seu médico pode recomendar-lhe o uso de outro contraceptivo hormonal ou de outro método contraceptivo (não-hormonal).

  - história atual ou anterior de problemas circulatórios, especialmente os relacionados com trombose25. A trombose25 é a formação de um coágulo115 de sangue116 que pode ocorrer nos vasos sangüíneos37 das pernas (trombose venosa profunda18), nos pulmões117 (embolia19 pulmonar), no coração118 (ataque cardíaco) ou em outras partes do corpo (veja o item “Contraceptivos e a trombose”);

  - história atual ou anterior de derrame119 cerebral, que é causado por um coágulo115 de sangue116 ou o rompimento de um vaso sangüíneo no cérebro120;

  - história atual ou anterior de sinais23 indicativos de ataque cardíaco (como angina27 ou dor no peito121) ou de um derrame119 (como um ataque isquêmico26 transitório ou um pequeno derrame119 reversível);

  - história de enxaqueca28 acompanhada, por exemplo, de sintomas22 visuais, dificuldades para falar, fraqueza ou adormecimento em qualquer parte do corpo;

  - diabetes29 melitus com lesão122 de vasos sangüíneos37;

  - icterícia80 (pele123 amarelada) ou doença grave do fígado9;

  - presença ou antecedente de tumor75 no fígado9 (benigno ou maligno);

  - história atual ou anterior de câncer68 que pode se desenvolver sob a influência de hormônios sexuais (por exemplo, câncer68 de mama72 ou dos órgãos genitais);

  - presença de sangramento vaginal sem explicação;

  - ocorrência ou suspeita de gravidez3;

  - hipersensibilidade (alergia124) a qualquer um dos componentes de enantato de noretisterona + valerato de estradiol.

Se qualquer um destes casos ocorrer pela primeira vez enquanto estiver usando enantato de noretisterona + valerato de estradiol, informe seu médico, pois pode ser necessário descontinuar o uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol e, neste caso, adotar medidas contraceptivas nãohormonais (veja item “O que devo saber antes de usar enantato de noretisterona + valerato de estradiol?”)

   • O que você deve saber antes de usar enantato de noretisterona + valerato de estradiol?

Neste informativo estão descritas várias situações em que o uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol deve ser descontinuado ou em que pode haver diminuição da sua eficácia.

Nestas situações, deve-se evitar relação sexual ou, então, utilizar adicionalmente métodos contraceptivos não-hormonais como, por exemplo, preservativo ou outro método de barreira.

Não utilize os métodos da tabelinha (do ritmo ou Ogino-Knaus) ou da temperatura. Estes métodos podem falhar, pois enantato de noretisterona + valerato de estradiol modifica as variações de temperatura e do muco cervical que ocorrem durante o ciclo menstrual normal.

Enantato de noretisterona + valerato de estradiol, como todos os demais contraceptivos hormonais, não protege contra infecções92 causadas pelo HIV93 (AIDS), nem contra qualquer outra doença sexualmente transmissível.

Antes de iniciar o uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol:

O uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol requer cuidadosa supervisão médica na presença das condições descritas abaixo. Essas condições devem ser comunicadas ao médico antes do início do uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol:

  - fumo;

  - diabetes29;

  - excesso de peso;

  - pressão alta;

  - alteração na válvula cardíaca125 ou alteração do batimento cardíaco;

  - inflamação126 das veias38 (flebite127 superficial);

  - veias38 varicosas;

  - qualquer familiar direto que já teve trombose25, ataque cardíaco ou derrame119;

  - enxaqueca28;

  - epilepsia128;

  - você ou algum familiar direto tem ou já apresentou níveis altos de colesterol129 ou triglicérides130 (um tipo de gordura131) no sangue116;

  - algum familiar direto que já teve câncer68 de mama72;

  - doença do fígado9 ou da vesícula biliar132;

  - doença de Crohn60 ou colite61 ulcerativa (doença inflamatória crônica do intestino);

  - lupo eritematoso56 sistêmico57 (uma doença que afeta a pele123 do corpo inteiro);

  - síndrome58 hemolítico-urêmica (uma alteração da coagulação107 sangüínea que causa insuficiência renal133);

  - anemia falciforme62;

  - condição que tenha ocorrido pela primeira vez, ou piorado, durante a gravidez3 ou uso prévio de hormônios sexuais como, por exemplo, perda de audição, porfiria83 (doença metabólica), herpes gestacional (doença de pele123) e coréia de Sydenham84 (doença neurológica);

  - tem ou já apresentou cloasma90 (pigmentação marrom-amarelada da pele123, especialmente a do rosto). Neste caso, evite a exposição excessiva ao sol ou à radiação ultravioleta.

Se algum desses casos ocorrer pela primeira vez, reaparecer ou agravar-se enquanto estiver usando enantato de noretisterona + valerato de estradiol, consulte seu médico.

  • Contraceptivos hormonais combinados e a trombose25

A trombose25 é a formação de um coágulo sangüíneo134 que pode interromper a passagem do sangue116 pelos vasos. Algumas vezes, a trombose25 ocorre nas veias38 profundas das pernas (trombose venosa profunda18). Se este coágulo115 desprenderse das veias38 onde foi formado, ele pode se deslocar para as artérias39 pulmonares, causando a embolia19 pulmonar. A ocorrência de trombose venosa profunda18 é rara. O risco de ocorrência de tromboembolismo35 venoso é mais elevado durante o primeiro ano de uso em usuárias de primeira vez de contraceptivo combinado.

O tromboembolismo35 venoso pode ocorrer tanto entre usuárias como entre não-usuárias de contraceptivos hormonais combinados. Também pode ocorrer durante a gravidez3. O risco de ocorrência é maior entre as gestantes, sendo seguido pelas usuárias e, posteriormente, pelas não-usuárias de contraceptivos.

Os coágulos sangüíneos também podem ocorrer, ainda que muito raramente, nos vasos sangüíneos37 do coração118 (causando ataque cardíaco) ou do cérebro120 (causando derrame119). Em casos extremamente raros, os coágulos sangüíneos também podem ocorrer no fígado9, intestino, rins135 ou olhos136.

Muito ocasionalmente, a trombose25 pode causar incapacidade grave permanente, podendo inclusive ser fatal.

O risco de ocorrência de um ataque cardíaco ou derrame119 aumenta com a idade. Esse risco também está aumentado entre usuárias fumantes.

Descontinue o consumo de cigarros durante o uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol, especialmente se tem mais de 35 anos de idade.

Caso ocorra aumento da pressão arterial78 enquanto estiver utilizando enantato de noretisterona + valerato de estradiol, é provável que o médico lhe peça para descontinuar o seu uso.

O risco de ocorrência de trombose venosa profunda18 fica aumentado temporariamente no caso de cirurgia ou durante imobilização prolongada (por exemplo, quando a perna é imobilizada por gesso ou tala137). Em usuárias de contraceptivo hormonal combinado, esse risco pode ser ainda maior. Em caso de internação ou cirurgia programada, informe seu médico sobre o uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol. Pode ser que ele lhe recomende a descontinuação do seu uso por várias semanas antes da cirurgia ou durante o período da imobilização.

Somente reinicie o uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol após consentimento do seu médico.

Se forem verificados possíveis sinais23 de trombose25 consulte seu médico imediatamente (veja também o item “Quando devo consultar o médico?”).

  • Contraceptivos hormonais combinados e o câncer68

O efeito do estrogênio e do progestógeno contidos em enantato de noretisterona + valerato de estradiol sobre o risco de desenvolvimento de câncer68 de mama72 e de ovário73 não foi avaliado.

O câncer68 de mama72 é diagnosticado com freqüência um pouco maior entre as usuárias dos contraceptivos orais combinados (pílula) do que entre mulheres de mesma idade que não utilizam este método. Este pequeno aumento no número de diagnósticos de câncer68 de mama72 desaparece gradualmente nos dez anos seguintes à descontinuação do uso do contraceptivo hormonal combinado. No entanto, não se sabe se esta diferença é causada pelo contraceptivo. Pode ser que esta diferença esteja associada à maior freqüência com que as usuárias de contraceptivos orais consultam seus médicos. Desta forma, a detecção da doença é feita mais cedo.

Em casos raros, foram observados tumores benignos de fígado9 e, mais raramente, tumores malignos de fígado9 nas usuárias de contraceptivos hormonais combinados. Esses tumores podem causar hemorragias74 internas.

Em caso de dor abdominal intensa, consulte o seu médico imediatamente.

Não foi observada associação entre a utilização mensal de contraceptivos injetáveis e o risco de câncer68 cervical em um estudo com mulheres na América Latina. Não foi observado um aumento no risco desenvolvimento de lesões69 cervicais pré-cancerosas em usuárias de contraceptivos injetáveis nos EUA.

O fator de risco31 mais importante para o câncer68 cervical é a infecção71 persistente pelo papiloma vírus138 humano. Alguns estudos indicaram que o uso prolongado de contraceptivos orais pode contribuir para este risco aumentado, mas continua existindo controvérsia sobre a extensão em que esta ocorrência possa ser atribuída aos efeitos concorrentes, por exemplo, da realização de exame cervical e do comportamento sexual, incluindo a utilização de contraceptivos de barreira.

  • Enantato de noretisterona + valerato de estradiol, a gravidez3 e a amamentação102

“Informe seu médico a ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu término.”

“Informe ao médico se está amamentando.”

Enantato de noretisterona + valerato de estradiol não deve ser usada quando há suspeita de gravidez3 ou durante a gestação.

Se suspeitar da possibilidade de gravidez3 durante o uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol, consulte seu médico o mais rápido possível. O uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol durante a amamentação102 não é recomendado. Se desejar usar enantato de noretisterona + valerato de estradiol enquanto estiver amamentando, converse primeiramente com seu médico.

  • Enantato de noretisterona + valerato de estradiol e outros medicamentos

”Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol.”

Baseado no conhecimento obtido com COCs, assume-se que o efeito contraceptivo de enantato de noretisterona + valerato de estradiol pode ser prejudicado pelo uso concomitante de outros medicamentos. Estes incluem medicamentos usados para o tratamento da epilepsia128 (por exemplo, primidona, fenitoína, barbitúricos, carbamazepina, oxcarbazepina, topiramato, felbamato); tuberculose139 (por exemplo, rifampicina, rifabutina) e infecções92 por HIV93 (por exemplo, ritonavir); antibióticos (por exemplo, penicilinas, tetraciclinas, griseofulvina) para outras doenças infecciosas; e produtos contendo Erva de São João (usada principalmente para o tratamento de estados depressivos). Alguns medicamentos (por exemplo, cetoconazol, eritromicina, ciclosporina) podem inibir o metabolismo7 de enantato de noretisterona + valerato de estradiol. Contraceptivos hormonais combinados podem também interferir no mecanismo de outros medicamentos. Informe seu médico se você está utilizando ou utilizou recentemente qualquer medicamento, inclusive medicamentos sem prescrição médica. Também informe que está tomando enantato de noretisterona + valerato de estradiol“ a qualquer outro médico ou dentista que venha a lhe prescrever outro medicamento. Pode ser necessário o uso adicional de um outro método contraceptivo e, neste caso, seu médico lhe dirá por quanto tempo deverá usá-lo.

Quando devo consultar o médico?

É recomendável consultar o médico regularmente para que ele possa realizar os exames clínico geral e ginecológico de rotina e confirmar se o uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol pode ser continuado.

• Consulte seu médico assim que possível quando:

  - perceber qualquer alteração na própria saúde103, especialmente quando envolver qualquer um dos itens mencionados neste informativo (veja itens “Quando não se deve usar enantato de noretisterona + valerato de estradiol?” e “O que você deve saber antes de usar enantato de noretisterona + valerato de estradiol?”, não se esqueça dos dados relacionados aos seus familiares diretos);

  - sentir caroço na mama72;

  - usar outros medicamentos concomitantemente (veja item: “Enantato de noretisterona + valerato de estradiol e outros medicamentos”);

  - ficar imobilizada ou sofrer uma cirurgia (consulte seu médico com antecedência de, pelo menos, 8 semanas);

  - tiver sangramento vaginal intenso e fora do habitual;

  - esquecer/atrasar uma aplicação e tiver tido relação sexual no período de 7 dias antes da data prevista para a aplicação da injeção15;

  - não tiver sangramento dentro dos 30 dias após uma injeção15 ou suspeitar de gravidez3 (informe seu médico antes da próxima aplicação).

Procure seu médico imediatamente se apresentar possíveis sinais23 de trombose25, infarto do miocárdio20 ou derrame119 cerebral (não aplicar mais nenhuma injeção15 de enantato de noretisterona + valerato de estradiol):

  - tosse de origem desconhecida;

  - dor intensa no peito121 que se irradia para o braço esquerdo;

  - falta de ar;

  - dor de cabeça140 mais forte, prolongada e fora do habitual ou enxaqueca28;

  - perda parcial ou completa da visão45, ou visão45 dupla;

  - dificuldade ou impossibilidade de falar;

  - mudança repentina dos sentidos: audição, olfato ou paladar141;

  - tontura142 ou desmaio;

  - fraqueza ou adormecimento em qualquer parte do corpo;

  - dor intensa no abdome76;

  - inchaço42 ou dor intensa nas pernas.

As situações e os sintomas22 acima são descritos e explicados em mais detalhes nos tópicos anteriores deste informativo.

Que reações desagradáveis podem aparecer ao usar enantato de noretisterona + valerato de estradiol?

”Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis.”

Como ocorre com todo medicamento, podem surgir reações desagradáveis com o uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol. Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis, especialmente se forem graves ou persistentes, ou se houver uma mudança no seu estado de saúde103 que possa estar relacionada com o uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol.


. Reações graves

As reações graves associadas ao uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol, assim como os sintomas22 relacionados, estão descritos nos itens “Contraceptivos hormonais injetáveis e a trombose” e “Contraceptivos hormonais injetáveis e o câncer”. Leia estes itens com atenção e não deixe de conversar com o seu médico em caso de dúvidas, ou imediatamente quando achar apropriado.

. Outras possíveis reações

As seguintes reações têm sido observadas em usuárias de contraceptivos hormonais combinados sem, contudo, terem sua relação de causalidade com o produto confirmada ou não.

Estas reações adversas podem surgir nos primeiros meses de uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol e normalmente diminuem com o tempo de uso:


A experiência mostra que as reações de curta duração (desejo de tossir, acessos de tosse, falta de ar), que podem ocorrer em casos raros durante ou imediatamente após a injeção intramuscular10 de soluções oleosas, podem ser evitadas, administrando-se a injeção15 de forma extremamente lenta.

Se você notar qualquer um dos efeitos descritos, consulte seu médico.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE103.


Quando e como se toma enantato de noretisterona + valerato de estradiol?

”Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração da utilização do produto.”.

O não-cumprimento pode ocasionar falhas na obtenção dos resultados.

Enantato de noretisterona + valerato de estradiol deve ser sempre administrado por via intramuscular profunda (de preferência na região glútea109 e, como alternativa, no braço). As injeções devem ser administradas de forma extremamente lenta (veja o item “Que reações desagradáveis podem aparecer ao usar enantato de noretisterona + valerato de estradiol?”).


- Início do uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol


  > Quando nenhum outro contraceptivo hormonal foi usado no mês anterior

A primeira injeção15 deve ser administrada no primeiro dia do ciclo menstrual (primeiro dia de sangramento).


  > Mudando de um contraceptivo oral combinado (pílula) para enantato de noretisterona + valerato de estradiol

Preferivelmente, Inicie o uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol após a ingestão do último comprimido ativo de contraceptivo ou após a ingestão do comprimido ativo do COC por pelo menos 7 dias (alguns anticoncepcionais contêm comprimidos inativos, ou seja, sem princípio ativo, caso você não saiba diferenciar os comprimidos ativos dos inativos, consulte seu médico).


  > Mudando da minipílula, implante110 ou injeção15 (apenas progestógeno) ou SIU (sistema intra-uterino) para enantato de noretisterona + valerato de estradiol

A troca do método contraceptivo pode ser feita em qualquer dia no caso da minipílula (ou no dia da retirada do implante110 ou SIU ou da aplicação do contraceptivo injetável usado anteriormente), mas em todos estes casos deve ser recomendado o uso adicional de um método contraceptivo de barreira durante os primeiros 7 dias após a injeção15.


. Aborto de primeiro trimestre

Enantato de noretisterona + valerato de estradiol pode ser administrada a qualquer momento dentro da primeira semana após um aborto. Dessa maneira, um método contraceptivo adicional não é necessário.


. Pós-parto ou aborto de segundo trimestre

Se você está amamentando veja o item “enantato de noretisterona + valerato de estradiol, a gravidez3 e a amamentação”.

O uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol pode ser iniciado de 21 a 28 dias após o parto ou aborto de segundo trimestre, ou ainda, após a primeira menstruação6 depois do parto. Se o uso for iniciado depois dessa data, um método contraceptivo de barreira deverá ser utilizado adicionalmente durante os primeiros 7 dias após a injeção15 de enantato de noretisterona + valerato de estradiol. Entretanto, caso tenha tido relação sexual, a possibilidade de gravidez3 deve ser excluída antes do início do uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol, ou deverá aguardar o primeiro período menstrual.


. Próximas aplicações

Uma ou duas semanas após a primeira injeção15, ocorrerá sangramento semelhante ao menstrual. Isto é normal e, com a continuação do uso e enantato de noretisterona + valerato de estradiol os sangramentos ocorrerão geralmente em intervalos de 30 dias.

Normalmente, o dia da injeção15 mensal estará dentro do intervalo livre de sangramento.

As injeções seguintes devem ser administradas,

independentemente o padrão de ciclo menstrual, em intervalos de 30 +/- 3 dias, isto é, entre no mínimo 27 e no máximo 33 dias após a última aplicação.

Se ocorrer um intervalo entre as aplicações maior que 33 dias, não se pode contar, a partir desta data, com o grau necessário de segurança contraceptiva, e um método contraceptivo adicional deverá ser utilizado.

Consulte seu médico para saber como proceder.

Se dentro dos 30 dias posteriores à administração de enantato de noretisterona + valerato de estradiol não ocorrer sangramento por privação hormonal, deve-se afastar a possibilidade de gravidez3 por meio de teste adequado. Neste caso, consulte seu médico.

Como ocorre com todos os contraceptivos hormonais, podem surgir sangramentos irregulares (gotejamento ou sangramento de escape), especialmente durante os primeiros meses de uso.

Entretanto, isso geralmente ocorre apenas durante um intervalo de adaptação de cerca de três ciclos. Se o sangramento irregular continuar, tornar-se mais intenso ou recomeçar após ter cessado, informe seu médico. Foi observado com enantato de noretisterona + valerato de estradiol uma baixa freqüência de sangramentos irregulares.

Após a descontinuação do uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol, nenhum efeito na capacidade de engravidar foi observado em mulheres que utilizaram o produto por 2 a 3 anos.


. Instrução para preparo da seringa1


Veja item “Posologia e Modo de Usar ” em “Informações Técnicas”.


O que fazer se não ocorrer sangramento?

Em algumas mulheres não ocorre o sangramento dentro de 30 dias após a injeção15. Neste caso, consulte seu médico pois é necessário descartar a possibilidade de gravidez3 por meio de teste adequado. A próxima injeção15 não deverá ser utilizada até que seu médico exclua a possibilidade de gravidez3.

Se enantato de noretisterona + valerato de estradiol foi utilizada da forma correta e você não utilizou outros medicamentos que reduzem a eficácia contraceptiva (veja item enantato de noretisterona + valerato de estradiol e outros medicamentos”), é pouco provável que esteja grávida.


O que fazer se esquecer de usar enantato de noretisterona + valerato de estradiol?

Se você esquecer a próxima injeção15 de enantato de noretisterona + valerato de estradiol, não se pode contar com o grau necessário de segurança contraceptiva. Você deverá usar um método contraceptivo adicional. Consulte seu médico.


  • Efeitos após descontinuação do uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol

Após descontinuação do uso de enantato de noretisterona + valerato de estradiol, não foram observados efeitos de longa duração sobre a capacidade de engravidar em mulheres que utilizaram enantato de noretisterona + valerato de estradiol por 2 a 3 anos.

“Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.”


Como proceder no caso de superdose acidental de enantato de noretisterona + valerato de estradiol?

A apresentação do produto em seringa1 pré-carregada pronta para uso, assim como sua administração por pessoa treinada, minimiza o risco de superdose.

Não há relatos de efeitos deletérios graves decorrentes de superdose e contraceptivos combinados.


TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Para sua segurança mantenha esta embalagem até o uso total do medicamento.


Nº de lote, data de fabricação e prazo de validade:

VIDE CARTUCHO


MS - 1.0043.0928


Farm. Resp.: Sônia Albano Badaró


EUROFARMA LABORATÓRIOS LTDA.

Av. Ver. José Diniz, 3.465 - São Paulo-SP

CNPJ: 61.190.096/0001-92

Indústria Brasileira

Enantato de noretisterona + valerato de estradiol - Laboratório

EUROFARMA
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São Paulo/SP - CEP: 04603-003
Tel: 0800-704-3876
Email: euroatende@eurofarma.com.br
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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
2 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Ovulação: Ovocitação, oocitação ou ovulação nos seres humanos, bem como na maioria dos mamíferos, é o processo que libera o ovócito II em metáfase II do ovário. (Em outras espécies em vez desta célula é liberado o óvulo.) Nos dias anteriores à ovocitação, o folículo secundário cresce rapidamente, sob a influência do FSH e do LH. Ao mesmo tempo que há o desenvolvimento final do folículo, há um aumento abrupto de LH, fazendo com que o ovócito I no seu interior complete a meiose I, e o folículo passe ao estágio de pré-ovocitação. A meiose II também é iniciada, mas é interrompida em metáfase II aproximadamente 3 horas antes da ovocitação, caracterizando a formação do ovócito II. A elevada concentração de LH provoca a digestão das fibras colágenas em torno do folículo, e os níveis mais altos de prostaglandinas causam contrações na parede ovariana, que provocam a extrusão do ovócito II.
5 Endométrio: Membrana mucosa que reveste a cavidade uterina (responsável hormonalmente) durante o CICLO MENSTRUAL e GRAVIDEZ. O endométrio sofre transformações cíclicas que caracterizam a MENSTRUAÇÃO. Após FERTILIZAÇÃO bem sucedida, serve para sustentar o desenvolvimento do embrião.
6 Menstruação: Sangramento cíclico através da vagina, que é produzido após um ciclo ovulatório normal e que corresponde à perda da camada mais superficial do endométrio uterino.
7 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
8 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
9 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
10 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
11 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
12 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
13 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
14 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
15 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
16 Contracepção: Qualquer processo que evite a fertilização do óvulo ou a implantação do ovo. Os métodos de contracepção podem ser classificados de acordo com o seu objetivo em barreiras mecânicas ou químicas, impeditivas de nidação e contracepção hormonal.
17 Trombóticos: Relativo à trombose, ou seja, à formação ou desenvolvimento de um trombo (coágulo).
18 Trombose Venosa Profunda: Caracteriza-se pela formação de coágulos no interior das veias profundas da perna. O que mais chama a atenção é o edema (inchaço) e a dor, normalmente restritos a uma só perna. O edema pode se localizar apenas na panturrilha e pé ou estar mais exuberante na coxa, indicando que o trombo se localiza nas veias profundas dessa região ou mais acima da virilha. Uma de suas principais conseqüências a curto prazo é a embolia pulmonar, que pode deixar seqüelas ou mesmo levar à morte. Fatores individuais de risco são: varizes de membros inferiores, idade maior que 40 anos, obesidade, trombose prévia, uso de anticoncepcionais, terapia de reposição hormonal, entre outras.
19 Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia.
20 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
21 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
22 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
23 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
24 Prodrômicos: Relativos aos pródromos, ou seja, aos sinais e sintomas iniciais de uma doença.
25 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
26 Isquêmico: Relativo à ou provocado pela isquemia, que é a diminuição ou suspensão da irrigação sanguínea, numa parte do organismo, ocasionada por obstrução arterial ou por vasoconstrição.
27 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
28 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
29 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
30 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
31 Fator de risco: Qualquer coisa que aumente a chance de uma pessoa desenvolver uma doença.
32 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
33 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
34 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
35 Tromboembolismo: Doença produzida pela impactação de um fragmento de um trombo. É produzida quando este se desprende de seu lugar de origem, e é levado pela corrente sangüínea até produzir a oclusão de uma artéria distante do local de origem do trombo. Esta oclusão pode ter diversas conseqüências, desde leves até fatais, dependendo do tamanho do vaso ocluído e do tipo de circulação do órgão onde se deu a oclusão.
36 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
37 Vasos sangüíneos: Órgãos em forma de tubos que se ramificam por todo o organismo. Existem três tipos principais de vasos sangüíneos que são as artérias, veias e capilares.
38 Veias: Vasos sangüíneos que levam o sangue ao coração.
39 Artérias: Os vasos que transportam sangue para fora do coração.
40 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
41 Mesentéricas: Relativo ao mesentério, ou seja, na anatomia geral o mesentério é uma dobra do peritônio que une o intestino delgado à parede posterior do abdome.
42 Inchaço: Inchação, edema.
43 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
44 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
45 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
46 Diplopia: Visão dupla.
47 Afasia: Sintoma neurológico caracterizado pela incapacidade de expressar-se ou interpretar a linguagem falada ou escrita. Pode ser produzida quando certas áreas do córtex cerebral sofrem uma lesão (tumores, hemorragias, infecções, etc.). Pode ser classificada em afasia de expressão ou afasia de compreensão.
48 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
49 Colapso: 1. Em patologia, é um estado semelhante ao choque, caracterizado por prostração extrema, grande perda de líquido, acompanhado geralmente de insuficiência cardíaca. 2. Em medicina, é o achatamento conjunto das paredes de uma estrutura. 3. No sentido figurado, é uma diminuição súbita de eficiência, de poder. Derrocada, desmoronamento, ruína. 4. Em botânica, é a perda da turgescência de tecido vegetal.
50 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
51 Abdome agudo: Dor abdominal, em geral de início súbito, progressiva que costuma associar-se a doenças de resolução cirúrgica. Necessita de avaliação médica urgente. Algumas causas de abdome agudo são apendicite, colecistite, pancreatite, etc.
52 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
53 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
54 Tromboflebite: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
55 Puerpério: Período que decorre desde o parto até que os órgãos genitais e o estado geral da mulher voltem às condições anteriores à gestação.
56 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
57 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
58 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
59 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
60 Doença de Crohn: Doença inflamatória crônica do intestino que acomete geralmente o íleo e o cólon, embora possa afetar qualquer outra parte do intestino. A doença cursa com períodos de remissão sintomática e outros de agravamento. Na maioria dos casos, a doença de Crohn é de intensidade moderada e se torna bem controlada pela medicação, tornando possível uma vida razoavelmente normal para seu portador. A causa da doença de Crohn ainda não é totalmente conhecida. Os sintomas mais comuns são: dor abdominal, diarreia, perda de peso, febre moderada, sensação de distensão abdominal, perda de apetite e de peso.
61 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
62 Anemia falciforme: Doença hereditária que causa a má formação das hemácias, que assumem forma semelhante a foices (de onde vem o nome da doença), com maior ou menor severidade de acordo com o caso, o que causa deficiência do transporte de gases nos indivíduos que possuem a doença. É comum na África, na Europa Mediterrânea, no Oriente Médio e em certas regiões da Índia.
63 Enxaquecas: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
64 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
65 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
66 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
67 Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
68 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
69 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
70 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
71 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
72 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
73 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
74 Hemorragias: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
75 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
76 Abdome: Região do corpo que se localiza entre o TÓRAX e a PELVE.
77 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
78 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
79 Níveis pressóricos: Em cardiologia, níveis pressóricos são os níveis de pressão arterial.
80 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
81 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
82 Colestase: Retardamento ou interrupção do fluxo nos canais biliares.
83 Porfiria: Constituem um grupo de pelo menos oito doenças genéticas distintas, além de formas adquiridas, decorrentes de deficiências enzimáticas específicas na via de biossíntese do heme, que levam à superprodução e acumulação de precursores metabólicos, para cada qual correspondendo um tipo particular de porfiria. Fatores ambientais, tais como: medicamentos, álcool, hormônios, dieta, estresse, exposição solar e outros desempenham um papel importante no desencadeamento e curso destas doenças.
84 Coréia de Sydenham: Coréia, palavra derivada do grego que significa dançar, consiste em movimentos involuntários, ora em repouso, ora perturbando o movimento voluntário, arrítmicos, assimétricos, bruscos, breves e sem propósito. A coréia de Sydenham, também conhecida como coréia menor ou coréia reumática, é um dos principais indicadores diagnósticos de febre reumática. Ela afeta predominantemente crianças entre 5 e 15 anos, com maior freqüência no sexo feminino.
85 Otosclerose: Crescimento ósseo anormal no ouvido médio que causa perda auditiva. É um distúrbio hereditário que envolve o crescimento de um osso esponjoso no ouvido médio. Este crescimento impede a vibração do estribo em reposta às ondas sonoras, causando perda auditiva progressiva do tipo condutiva. É a causa mais freqüente de perda auditiva do ouvido médio em adultos jovens, é mais freqüente em mulheres entre 15 e 30 anos.
86 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
87 Resistência periférica: A resistência periférica é a dificuldade que o sangue encontra em passar pela rede de vasos sanguíneos. Ela é representada pela vasocontratilidade da rede arteriolar especificamente, sendo este fator importante na regulação da pressão arterial diastólica. A resistência é dependente das fibras musculares na camada média dos vasos, dos esfíncteres pré-capilares e de substâncias reguladoras da pressão como a angiotensina e a catecolamina.
88 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
89 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
90 Cloasma: Manchas escuras na face. O seu surgimento está relacionado à gravidez. Além dos fatores hormonais e da exposição solar, a tendência genética e características raciais também influenciam o seu surgimento. O cloasma gravídico pode desaparecer espontaneamente após a gravidez, não exigindo, às vezes, nenhum tipo de tratamento.
91 Pélvicos: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
92 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
93 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
94 Amenorréia: É a ausência de menstruação pelo período equivalente a 3 ciclos menstruais ou 6 meses (o que ocorrer primeiro). Para períodos inferiores, utiliza-se o termo atraso menstrual.
95 Curetagem: Operação ou cirurgia que consiste em esvaziar o interior de uma cavidade natural ou patológica com o auxílio de uma cureta; raspagem.
96 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
97 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
98 Congênitas: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
99 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
100 Prolactina: Hormônio secretado pela adeno-hipófise. Estimula a produção de leite pelas glândulas mamárias. O aumento de produção da prolactina provoca a hiperprolactinemia, podendo causar alteração menstrual e infertilidade nas mulheres. No homem, gera impotência sexual (por prejudicar a produção de testosterona) e ginecomastia (aumento das mamas).
101 Lactante: Que produz leite; que aleita.
102 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
103 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
104 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
105 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
106 Globulina: Qualquer uma das várias proteínas globulares pouco hidrossolúveis de uma mesma família que inclui os anticorpos e as proteínas envolvidas no transporte de lipídios pelo plasma.
107 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
108 Fibrinólise: Processo de dissolução progressiva da fibrina e assim do coágulo, que posteriormente à sua formação deve ser dissolvido.
109 Região Glútea:
110 Implante: 1. Em cirurgia e odontologia é o material retirado do próprio indivíduo, de outrem ou artificialmente elaborado que é inserido ou enxertado em uma estrutura orgânica, de modo a fazer parte integrante dela. 2. Na medicina, é qualquer material natural ou artificial inserido ou enxertado no organismo. 3. Em patologia, é uma célula ou fragmento de tecido, especialmente de tumores, que migra para outro local do organismo, com subsequente crescimento.
111 Abortamento: Interrupção precoce da gravidez, espontânea ou induzida, seguida pela expulsão do produto gestacional pelo canal vaginal (Aborto). Pode ser precedido por perdas sangüíneas através da vagina.
112 Êmbolo: 1. Cilindro ou disco que se move em vaivém no interior de seringas, bombas, etc. 2. Na engenharia mecânica, é um cilindro metálico deslizante que recebe um movimento de vaivém no interior de um cilindro de motor de combustão interna. 3. Em artes gráficas, é uma haste de ferro com um cilindro, articulada para comprimir e lançar o chumbo ao molde. 4. Em patologia, é um coágulo ou outro tampão trazido pela corrente sanguínea a partir de um vaso distante, que obstrui a circulação ao ser forçado contra um vaso menor. 5. Na anatomia zoológica, nas aranhas, é um prolongamento delgado no ápice do aparelho copulador masculino.
113 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
114 Esterilidade: Incapacidade para conceber (ficar grávida) por meios naturais. Suas causas podem ser masculinas, femininas ou do casal.
115 Coágulo: 1. Em fisiologia, é uma massa semissólida de sangue ou de linfa. 2. Substância ou produto que promove a coagulação do leite.
116 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
117 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
118 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
119 Derrame: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
120 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
121 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
122 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
123 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
124 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
125 Válvula cardíaca: Estrutura normal que separa as cavidades e grandes vasos cardíacos, assegurando que o fluxo de sangue produza-se apenas em um sentido. Pode ser sede de doenças infecciosas (endocardite bacteriana) ou auto-imunes (endocardite reumática).
126 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
127 Flebite: Inflamação da parede interna de uma veia. Pode ser acompanhada ou não de trombose da mesma.
128 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
129 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
130 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
131 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
132 Vesícula Biliar: Reservatório para armazenar secreção da BILE. Através do DUCTO CÍSTICO, a vesícula libera para o DUODENO ácidos biliares em alta concentração (e de maneira controlada), que degradam os lipídeos da dieta.
133 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
134 Coágulo sangüíneo: Formação sólida resultante do processo de coagulação do sangue. Pode ser produzido em resposta a uma agressão física (traumatismo, queimadura), infecciosa, inflamatória, tumoral, associado a diversas doenças hematológicas, etc.
135 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
136 Olhos:
137 Tala: Instrumento ortopédico utilizado freqüentemente para imobilizar uma articulação ou osso fraturado. Pode ser de gesso ou material plástico.
138 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
139 Tuberculose: Doença infecciosa crônica produzida pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Produz doença pulmonar, podendo disseminar-se para qualquer outro órgão. Os sintomas de tuberculose pulmonar consistem em febre, tosse, expectoração, hemoptise, acompanhada de perda de peso e queda do estado geral. Em países em desenvolvimento (como o Brasil) aconselha-se a vacinação com uma cepa atenuada desta bactéria (vacina BCG).
140 Cabeça:
141 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
142 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.

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