Preço de RENITEC em Houston/SP: R$ 17,78

RENITEC

Merck Sharp & Dohme

Atualizado em 09/12/2014

Composição de Renitec

COMPRIMIDOS (MG/COMP.): 5 MG: MALEATO DE ENALAPRIL, 5; CARBONATO ACIDO DE SODIO, 2,5; LACTOSE1, 196; AMIDO DE MILHO, 25,3; ESTEARATO DE MAGNESIO, 1,15; 10 MG: MALEATO DE ENALAPRIL, 10; CARBONATO ACIDO DE SODIO, 5; LACTOSE1, 160; AMIDO DE MILHO, 22; ESTEARATO DE MAGNESIO, 1; OXIDO VERMELHO DE FERRO, 0,5; 20 MG: MALEATO DE ENALAPRIL; 20; CARBONATO ACIDO DE SODIO, 10; LACTOSE1, 146,7; AMIDO DE MILHO, 22; OXIDO AMARELO DE FERRO, 0,13; ESTEARATO DE MAGNESIO, 1,1. RENITEC INJETAVEL (MG/ML) ENALAPRILATO: 1,14, ALCOOL BENZILICO: 9, CLORETO DE SODIO: 6,2, HIDROXIDO DE SODIO: Q.S.P., AGUA PARA INJECAO2: Q.S.P.

Posologia e Administração de Renitec

ORAL: COMO A ABSORCAO DOS COMPRIMIDOS DE RENITEC NAO E AFETADA PELA INGESTAO DE ALIMENTOS, OS COMPRIMIDOS PODEM SER ADMINISTRADOS ANTES, DURANTE OU APOS AS REFEICOES. HIPERTENSAO3 ESSENCIAL: A DOSE INICIAL E DE 10 A 20 MG, DEPENDENDO DO GRAU DE HIPERTENSAO3, E E ADMINISTRADA UMA VEZ POR DIA. EM HIPERTENSAO3 LEVE, A DOSE INICIAL RECOMENDADA E DE 10 MG POR DIA. PARA OUTROS GRAUS DE HIPERTENSAO3, A DOSE INICIAL E DE 20 MG POR DIA. A POSOLOGIA USUAL DE MANUTENCAO E DE 20 MG TOMADOS UMA VEZ AO DIA. A POSOLOGIA DEVE SER AJUSTADA DE ACORDO COM AS NECESSIDADES DO PACIENTE, ATE O MAXIMO DE 40 MG POR DIA. HIPERTENSAO3 RENOVASCULAR: COMO A PRESSAO ARTERIAL4 E A FUNCAO RENAL5 NESTES PACIENTES PODEM SER PARTICULARMENTE SENSIVEIS A INIBICAO DA ECA, O TRATAMENTO DEVE SER INICIADO COM UMA DOSE INICIAL MENOR (POR EXEMPLO: 5 MG OU MENOS). A POSOLOGIA ENTAO, DEVE SER AJUSTADA DE ACORDO COM AS NECESSIDADES DO PACIENTE. E PRESUMIVEL QUE A MAIORIA DOS PACIENTES RESPONDA A UM COMPRIMIDO DE 20 MG AO DIA. PARA OS HIPERTENSOS QUE FORAM TRATADOS RECENTEMENTE COM DIURETICOS6 RECOMENDA-SE CAUTELA (VEJA A SEGUIR). TERAPIA DIURETICA CONCOMITANTE EM HIPERTENSAO3: PODE OCORRER HIPOTENSAO7 SINTOMATICA8 APOS A DOSE INICIAL DE RENITEC, PRINCIPALMENTE EM PACIENTES QUE VEM SENDO TRATADOS COM DIURETICOS6. RECOMENDA-SE CAUTELA COM ESTES PACIENTES, POIS ELES PODEM ESTAR DEPLETADOS DE SAL OU VOLUME. A TERAPIA DIURETICA DEVE SER DESCONTINUADA POR 2 A 3 DIAS ANTES DO INICIO DA TERAPIA COM RENITEC. SE ISTO NAO FOR POSSIVEL, A DOSE INICIAL DE RENITEC DEVE SER BAIXA (5 MG OU MENOS) PARA SE DETERMINAR O EFEITO INICIAL SOBRE A PRESSAO ARTERIAL4. A POSOLOGIA DEVE, ENTAO, SER AJUSTADA AS NECESSIDADES DO PACIENTE. POSOLOGIA EM INSUFICIENCIA RENAL9: GERALMENTE O INTERVALO ENTRE AS DOSES DE ENALAPRIL DEVE SER PROLONGADO E(OU) A POSOLOGIA DIMINUIDA. DISFUNCAO RENAL5 LEVE: DEP. DE CREAT. MENOR QUE 80 E MAIOR QUE 30 ML/MIN. DOSE INICIAL 5-10 MG/DIA. DISFUNCAO RENAL5 MODERADA: DEP. DE CREAT. MENOR OU IGUAL A 30 > 10 ML/MIN. DOSE INICIAL: 2,5-5 MG/DIA. DISFUNCAO RENAL5 GRAVE*: DEP. DE CREAT. MENOR OU IGUAL A 10 ML/MIN. DOSE INICIAL: 2,5 MG/DIA, NOS DIAS DE DIALISE10. * VEJA PRECAUCOES - PACIENTES SOB HEMODIALISE11. + O ENALAPRILATO E DIALISAVEL. NOS DIAS EM QUE O PACIENTE NAO FOR SUBMETIDO A DIALISE10, A POSOLOGIA DEVE SER AJUSTADA A RESPOSTA DA PRESSAO ARTERIAL4. INSUFICIENCIA CARDIACA12/DISFUNCAO VENTRICULAR ESQUERDA ASSINTOMATICA: A DOSE INICIAL DE RENITEC EM PACIENTES COM INSUFICIENCIA CARDIACA12 SINTOMATICA8 OU DISFUNCAO VENTRICULAR ESQUERDA ASSINTOMATICA E DE 2,5 MG E DEVE SER ADMINISTRADA SOB RIGIDA SUPERVISAO MEDICA, PARA SE DETERMINAR O EFEITO INICIAL SOBRE A PRESSAO ARTERIAL4. NA AUSENCIA DE OU APOS O TRATAMENTO EFETIVO DA HIPOTENSAO7 SINTOMATICA8 CONSEQUENTE AO INICIO DA TERAPIA DA INSUFICIENCIA CARDIACA12 COM RENITEC, A DOSE DEVE SER AUMENTADA GRADUALMENTE ATE A DOSE DE MANUTENCAO HABITUAL DE 20 MG, DADA EM DOSE UNICA DIARIA OU EM DUAS DOSES DIVIDIDAS, CONFORME A TOLERABILIDADE DO PACIENTE. ESTA TITULACAO DA DOSE PODE SER REALIZADA EM UM PERIODO DE 2 A 4 SEMANAS, OU MENOS, SE INDICADO PELA PRESENCA DE SINAIS13 OU SINTOMAS14 RESIDUAIS DE INSUFICIENCIA CARDIACA12. EM PACIENTES COM INSUFICIENCIA CARDIACA12 SINTOMATICA8, ESSA POSOLOGIA FOI EFICAZ PARA REDUZIR A MORTALIDADE15. A PRESSAO ARTERIAL4 E A FUNCAO RENAL5 DEVEM SER MONITORIZADAS CUIDADOSAMENTE, TANTO ANTES COMO DEPOIS DE INICIAR O TRATAMENTO COM RENITEC (VEJA PRECAUCOES), POIS FORAM RELATADAS HIPOTENSAO7 E, MAIS RARAMENTE, CONSEQUENTE INSUFICIENCIA RENAL9. EM PACIENTES TRATADOS COM DIURETICOS6, A DOSE DEVERIA SER REDUZIDA, SE POSSIVEL, ANTES DE INICIAR O TRATAMENTO COM RENITEC. O APARECIMENTO DE HIPOTENSAO7 APOS A DOSE INICIAL DE RENITEC NAO IMPLICA QUE ELA OCORRERA DURANTE A TERAPIA CRONICA E NAO CONTRA-INDICA O USO CONTINUADO DE RENITEC. O POTASSIO SERICO TAMBEM DEVE SER MONITORIZADO (VEJA INTERACOES MEDICAMENTOSAS). INTRAVENOSA: O INICIO DA ACAO SE DA ALGUNS MINUTOS APOS A ADMINISTRACAO. O EFEITO MAXIMO SOBRE A PRESSAO ARTERIAL4 E PARAMETROS HEMODINAMICOS E OBSERVADO USUALMENTE DENTRO DE 4 HORAS. NAO FORAM REALIZADOS ESTUDOS ENVOLVENDO O USO INTRAVENOSO POR TEMPO SUPERIOR A 7 DIAS. HIPERTENSAO3: A DOSE INICIAL DE RENITEC INJETAVEL RECOMENDADA PARA PACIENTES16 COM HIPERTENSAO3 E DE 1 MG, ADMINISTRADO INTRAVENOSAMENTE EM UM PERIODO DE TEMPO NAO INFERIOR A 5 MINUTOS. SE, APOS UMA HORA, A RESPOSTA CLINICA FOR INADEQUADA, OUTRA DOSE DE 1 A 2 MG PODE SER DADA INTRAVENOSAMENTE POR 5 MINUTOS. OUTROS AJUSTES POSOLOGICOS E A DOSE DE MANUTENCAO SUBSEQUENTE DEVEM SER DETERMINADOS EM INTERVALOS DE 6 HORAS. QUANDO O PACIENTE FOR TRANSFERIDO DE RENITEC INJETAVEL PARA RENITEC COMPRIMIDOS, A DOSE INICIAL DESTES DEVERA SER DE 5 A 10 MG UMA OU DUAS VEZES AO DIA. INSUFICIENCIA CARDIACA12: A DOSE INICIAL RECOMENDADA PARA RENITEC INJETAVEL EM CASOS DE INSUFICIENCIA CARDIACA12 E DE 0,5 MG INDEPENDENTEMENTE DE USO ORAL ANTERIOR, ADMINISTRADA INTRAVENOSAMENTE POR UM PERIODO DE TEMPO NAO INFERIOR A 5 MINUTOS E, PREFERENCIALMENTE, EM UMA HORA, COM MONITORIZACAO FREQUENTE DA PRESSAO ARTERIAL4. SE A RESPOSTA CLINICA FOR INADEQUADA APOS UMA HORA, OUTRA DOSE DE 0,5 A 1 MG PODE SER DADA INTRAVENOSAMENTE DA MESMA MANEIRA. OUTROS AJUSTES POSOLOGICOS E A DOSE DE MANUTENCAO SUBSEQUENTE DEVEM SER DETERMINADOS EM INTERVALOS DE 6 HORAS. QUANDO O PACIENTE FOR TRANSFERIDO DE RENITEC INJETAVEL PARA RENITEC COMPRIMIDOS, A DOSE INICIAL DESTES DEVERA SER DE 2,5 A 5 MG UMA OU DUAS VEZES AO DIA. PACIENTES HIPERTENSOS COM INSUFICIENCIA RENAL9: A DOSE INICIAL RECOMENDADA PARA RENITEC INJETAVEL EM PACIENTES HIPERTENSOS COM INSUFICIENCIA RENAL9 E DE 0,5 MG, ADMINISTRADO INTRAVENOSAMENTE POR UM PERIODO DE TEMPO NAO INFERIOR A 5 MINUTOS. SE, APOS UMA HORA, A RESPOSTA CLINICA FOR INADEQUADA, OUTRA DOSE DE 0,5 A 1 MG PODE SER DADA INTRAVENOSAMENTE POR 5 MINUTOS. OUTROS AJUSTES POSOLOGICOS E A DOSE DE MANUTENCAO SUBSEQUENTE DEVEM SER DETERMINADOS EM INTERVALOS DE 6 HORAS. QUANDO O PACIENTE FOR TRANSFERIDO DE RENITEC INJETAVEL PARA RENITEC COMPRIMIDOS, A DOSE INICIAL DESTES DEVERA SER DE 2,5 A 5 MG, UMA OU DUAS VEZES AO DIA. PACIENTES HIPERTENSOS QUE REQUEREM TRATAMENTO ESPECIAL: ESTAO INCLUIDOS AQUELES PACIENTES SOB TERAPIA DIURETICA E PACIENTES COM HIPERTENSAO3 RENOVASCULAR. A DOSE INICIAL RECOMENDADA PARA RENITEC INJETAVEL NESTES PACIENTES E DE 0,5 MG, ADMINISTRADO INTRAVENOSAMENTE POR UM PERIODO DE TEMPO NAO INFERIOR A 5 MINUTOS. SE APOS UMA HORA, A RESPOSTA CLINICA FOR INADEQUADA, OUTRA DOSE DE 0,5 A 1 MG PODE SER DADA INTRAVENOSAMENTE POR 5 MINUTOS. OUTROS AJUSTES POSOLOGICOS E A DOSE DE MANUTENCAO SUBSEQUENTE DEVEM SER DETERMINADOS EM INTERVALOS DE 6 HORAS. QUANDO O PACIENTE FOR TRANSFERIDO DE RENITEC INJETAVEL PARA RENITEC COMPRIMIDOS, A POSOLOGIA DIARIA TOTAL INICIAL DESTES DEVERA SER DE 2,5 A 5 MG UMA OU DUAS VEZES AO DIA. RENITEC INJETAVEL: HIPERTENSAO3 ESSENCIAL: DOSE INICIAL*: 1 MG DURANTE 5 MIN. INTERVALO ENTRE AS DOSES: 6 HORAS. POSOLOGIA MAXIMA 5MG D.U./20 MG/D. INSUFICIENCIA RENAL9: DOSE INICIAL: 0,5 MG DURANTE 5 MIN. INTERVALO ENTRE AS DOSES: 6 HORAS. POSOLOGIA MAXIMA 2 MG. D.U./10 MG/D. GRUPOS ESPECIAIS: DOSE INICIAL: 0,5 MG DURANTE 5 MIN. INTERVALO ENTRE AS DOSES: 6 HORAS. POSOLOGIA MAXIMA DE 5MG D.U./20 MG/D. IC. DOSE INICIAL: 0,5 MG DURANTE 5 A 60 MIN. INTERVALO ENTRE AS DOSES: 6 HORAS. POSOLOGIA MAXIMA 2 MG D.U/10 MG/D.U. (D.U. = DOSE UNICA. SE A RESPOSTA CLINICA FOR INADEQUADA, A DOSE INICIAL PODE SER REPETIDA OU DOBRADA EM UMA HORA. OUTROS AJUSTES POSOLOGICOS PODEM SER NECESSARIOS EM INTERVALOS DE 6 HORAS, ATE QUE O EFEITO ANTI-HIPERTENSIVO DESEJADO SEJA OBTIDO). - ADMINISTRACAO: E PARTICULARMENTE IMPORTANTE ADMINISTRAR CADA DOSE EM PELO MENOS 5 MINUTOS, E, PREFERENCIALMENTE, EM UMA HORA, COM FREQUENTE MONITORIZACAO DA PRESSAO ARTERIAL4, NOS CASOS DE INSUFICIENCIA CARDIACA12, DE FORMA QUE QUALQUER RESPOSTA INDESEJADA (COMO HIPOTENSAO7) POSSA SER CONTROLADA O MAIS PRECOCEMENTE POSSIVEL. RENITEC INJETAVEL VEM PRONTO PARA SER ADMINISTRADO, OU PODE SER DILUIDO COM UM DILUENTE COMPATIVEL (VEJA - COMPATIBILIDADE E ESTABILIDADE). OS PRODUTOS DE USO PARENTERAL DEVEM SER INSPECIONADOS VISUALMENTE PARA VERIFICAR A PRESENCA DE MATERIAL PARTICULADO OU ALTERACOES DE COR, ANTES DO USO, SEMPRE QUE A SOLUCAO E O RECIPIENTE PERMITIREM. COMPATIBILIDADE E ESTABILIDADE: FOI DEMONSTRADO QUE RENITEC INJETAVEL MANTEM TOTAL ATIVIDADE POR 24 HORAS A TEMPERATURA AMBIENTE, QUANDO MISTURADO COM OS SEGUINTES DILUENTES PARA USO INTRAVENOSO: DEXTROSE17 A 5%; CLORETO DE SODIO A 0,9%; CLORETO DE SODIO A 0,9% EM DEXTROSE17 A 5%; DEXTROSE17 A 5% EM SOLUCAO DE RINGER LACTATO18. - SUPERDOSAGEM: HA POUCOS DADOS DISPONIVEIS SOBRE A SUPERDOSAGEM EM SERES HUMANOS. AS PRINCIPAIS CARACTERISTICAS DE SUPERDOSAGEM RELATADAS ATE AGORA CONSISTEM EM HIPOTENSAO7 ACENTUADA, COMECANDO APOS 6 H DA INGESTAO DOS COMPRIMIDOS, CONCOMITANTEMENTE COM O BLOQUEIO DO SISTEMA RENINA-ANGIOTENSINA E ESTUPOR. NIVEIS SERICOS DE ENALAPRILATO 100 E 200 VEZES MAIORES DO QUE OS USUALMENTE OBSERVADOS APOS DOSES TERAPEUTICAS FORAM RELATADOS APOS INGESTAO DE 300 E 440 MG DE ENALAPRIL, RESPECTIVAMENTE. O TRATAMENTO RECOMENDADO PARA A SUPERDOSAGEM E A INFUSAO INTRAVENOSA DE SOLUCAO SALINA NORMAL. SE A INGESTAO FOR RECENTE, DEVE-SE INDUZIR O VOMITO19. O ENALAPRILATO PODE SER REMOVIDO DA CIRCULACAO20 GERAL POR MEIO DE HEMODIALISE11.

Precauções de Renitec

HIPOTENSAO7 SINTOMATICA8 FOI OBSERVADA RARAMENTE EM HIPERTENSOS SEM COMPLICACOES. EM PACIENTES HIPERTENSOS RECEBENDO RENITEC, A HIPOTENSAO7 PODE OCORRER MAIS FREQUENTEMENTE QUANDO HOUVER DEPLECAO21 DE VOLUME, POR EXEMPLO, DEVIDO A TERAPIA DIURETICA, RESTRICAO DIETETICA DE SAL, DIALISE10, DIARREIA22 OU VOMITOS23 (VEJA INTERACOES MEDICAMENTOSAS E EFEITOS COLATERAIS24). EM PACIENTES COM INSUFICIENCIA CARDIACA12, COM OU SEM INSUFICIENCIA RENAL9 ASSOCIADA, FOI OBSERVADA HIPOTENSAO7 SINTOMATICA8, PRINCIPALMENTE NAQUELES COM GRAUS MAIS AVANCADOS DE INSUFICIENCIA CARDIACA12, RELACIONADOS COM O USO DE ALTAS DOSES DE DIURETICOS6 DE ALCA, HIPONATREMIA25 OU INSUFICIENCIA RENAL9. NESTES CASOS, A TERAPIA DEVE SER INICIADA SOB SUPERVISAO MEDICA E OS PACIENTES DEVEM SER SEGUIDOS CUIDADOSAMENTE SEMPRE QUE A DOSE DE RENITEC E (OU) DO DIURETICO26 FOR AJUSTADA. CONSIDERACOES SEMELHANTES PODEM SE APLICAR A PACIENTES COM DOENCA CARDIACA ISQUEMICA OU CEREBROVASCULAR, NOS QUAIS A EXCESSIVA QUEDA DE PRESSAO ARTERIAL4 PODERIA RESULTAR EM INFARTO DO MIOCARDIO27 OU ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL28. SE OCORRER HIPOTENSAO7, O PACIENTE DEVE SER COLOCADO EM POSICAO SUPINA E, SE NECESSARIO, DEVE RECEBER INFUSAO VENOSA DE SOLUCAO SALINA. UMA RESPOSTA HIPOTENSORA TRANSITORIA NAO E CONTRA-INDICACAO PARA NOVAS DOSES, QUE PODEM SER DADAS GERALMENTE SEM DIFICULDADE, UMA VEZ QUE A PRESSAO ARTERIAL4 TENHA AUMENTADO APOS A EXPANSAO DO VOLUME. EM ALGUNS PACIENTES COM INSUFICIENCIA CARDIACA12, QUE TENHAM PRESSAO ARTERIAL4 NORMAL OU BAIXA, DECRESCIMOS ADICIONAIS DA PRESSAO ARTERIAL4 SISTEMICA PODEM OCORRER COM O USO DE RENITEC. ESTE EFEITO E ESPERADO, E GERALMENTE NAO E RAZAO PARA A INTERRUPCAO DO TRATAMENTO. SE A HIPOTENSAO7 SE TORNAR SINTOMATICA8, A REDUCAO DA DOSE E(OU) A DESCONTINUACAO DO DIURETICO26 E(OU) DE RENITEC PODEM SER NECESSARIAS. INSUFICIENCIA RENAL9: EM ALGUNS PACIENTES, A HIPOTENSAO7 DECORRENTE DO INICIO DA TERAPIA COM INIBIDORES DA ECA PODE LEVAR A DETERIORACAO ADICIONAL DA FUNCAO RENAL5. FOI RELATADA, NESTA SITUACAO, INSUFICIENCIA RENAL9 AGUDA USUALMENTE REVERSIVEL. PACIENTES COM INSUFICIENCIA RENAL9 PODEM REQUERER DOSES REDUZIDAS E(OU) MENOS FREQUENTES DE RENITEC (VEJA POSOLOGIA). EM ALGUNS PACIENTES COM ESTENOSE29 DA ARTERIA RENAL30 BILATERAL OU ESTENOSE29 DA ARTERIA RENAL30 DE RIM31 UNICO, TEM SIDO OBSERVADOS AUMENTOS DOS NIVEIS SERICOS DE UREIA32 E CREATININA33, REVERSIVEIS COM A INTERRUPCAO DA TERAPIA. ISTO E PARTICULARMENTE IMPORTANTE EM PACIENTES COM INSUFICIENCIA RENAL9. ALGUNS PACIENTES SEM LESAO34 RENAL5 PREEXISTENTE APARENTE DESENVOLVERAM AUMENTOS PEQUENOS E GERALMENTE TRANSITORIOS DA UREIA32 E CREATININA33 SANGUINEAS QUANDO RECEBERAM RENITEC CONCOMITANTEMENTE COM UM DIURETICO26. PODE SER NECESSARIA A REDUCAO DA DOSE E(OU) A INTERRUPCAO DO DIURETICO26 E(OU) DE RENITEC. HIPERSENSIBILIDADE/EDEMA ANGIONEUROTICO35: EDEMA ANGIONEUROTICO35 DE FACE36, EXTREMIDADES, LABIOS, LINGUA37, GLOTE38 E(OU) LARINGE39 FOI RELATADO RARAMENTE EM PACIENTES TRATADOS COM INIBIDORES DA ECA, INCLUINDO RENITEC. ISTO PODE OCORRER EM QUALQUER MOMENTO DO TRATAMENTO. NESTES CASOS, RENITEC DEVE SER DESCONTINUADO PRONTAMENTE E O PACIENTE OBSERVADO CUIDADOSAMENTE ATE A RESOLUCAO COMPLETA DOS SINTOMAS14, ANTES DE LHE DAR ALTA. NOS CASOS DE EDEMA40 LOCALIZADO DA FACE36 E DOS LABIOS, GERALMENTE O QUADRO REGRIDE SEM TRATAMENTO, EMBORA OS ANTI-HISTAMINICOS POSSAM SER UTEIS PARA ALIVIO DOS SINTOMAS14. O EDEMA ANGIONEUROTICO35 ASSOCIADO A EDEMA40 DA LARINGE39 PODE SER FATAL. QUANDO HOUVER ENVOLVIMENTO DA LINGUA37, GLOTE38 OU FARINGE41, COM POTENCIAL PARA CAUSAR OBSTRUCAO DAS VIAS AEREAS, DEVE-SE PRONTAMENTE ADMINISTRAR O TRATAMENTO ADEQUADO, INCLUSIVE ADRENALINA42 1:1.000 SUBCUTANEAMENTE (0,3 OU 0,5 ML). PACIENTES COM HISTORIA DE EDEMA ANGIONEUROTICO35 NAO-RELACIONADO COM OS INIBIDORES DA ECA PODEM APRESENTAR MAIOR RISCO DE ANGIOEDEMA43 ENQUANTO ESTIVEREM RECEBENDO ESTES AGENTES (VEJA TAMBEM CONTRA-INDICACOES). REACOES ANAFILACTOIDES DURANTE DESSENSIBILIZACAO44 COM HIMENOPTERA: RARAMENTE, PACIENTES QUE ESTAO RECEBENDO INIBIDORES DA ECA DURANTE DESSENSIBILIZACAO44 COM VENENO DE HIMENOPTERA SOFRERAM REACOES ANAFILACTOIDES COM RISCO DE VIDA. EVITARAM-SE ESTAS REACOES COM A SUSPENSAO TEMPORARIA DA TERAPIA COM O INIBIDOR DA ECA, ANTES DE CADA DESSENSIBILIZACAO44. PACIENTES SUBMETIDOS A HEMODIALISE11: TEM SIDO RELATADA A OCORRENCIA DE REACOES ANAFILACTOIDES EM PACIENTES SUBMETIDOS A DIALISE10 COM MEMBRANAS DE ALTO FLUXO (EXEMPLO: AN 69) E TRATADOS CONCOMITANTEMENTE COM UM INIBIDOR DA ECA. NESTES PACIENTES, DEVE-SE CONSIDERAR A UTILIZACAO DE UM OUTRO TIPO DE MEMBRANA DE DIALISE10 OU UMA CLASSE DIFERENTE DE AGENTE ANTI-HIPERTENSIVO. TOSSE: FOI RELATADA TOSSE COM O USO DOS INIBIDORES DA ECA. CARACTERISTICAMENTE, A TOSSE E NAO-PRODUTIVA, PERSISTENTE E DESAPARECE COM A DESCONTINUACAO DA TERAPIA. A TOSSE INDUZIDA POR INIBIDORES DA ECA DEVE SER CONSIDERADA COMO PARTE DO DIAGNOSTICO45 DIFERENCIAL DE TOSSE. CIRURGIA/ANESTESIA46: EM PACIENTES SUBMETIDOS A CIRURGIAS DE GRANDE PORTE OU SOB A ANESTESIA46 COM AGENTES QUE PRODUZEM HIPOTENSAO7, O ENALAPRIL BLOQUEIA A FORMACAO DE ANGIOTENSINA II, SECUNDARIA A LIBERACAO COMPENSATORIA DE RENINA. SE OCORRER HIPOTENSAO7 E FOR CONSIDERADA DEVIDA A ESTE MECANISMO, ELA PODERA SER CORRIGIDA PELA EXPANSAO DE VOLUME. POTASSIO SERICO (VEJA INTERACOES MEDICAMENTOSAS). USO NA GRAVIDEZ47: NAO E RECOMENDADO O USO DE RENITEC NA GRAVIDEZ47. O TRATAMENTO COM RENITEC DEVE SER SUSPENSO LOGO QUE SE CONFIRME A GRAVIDEZ47, A MENOS QUE SEJA CONSIDERADO VITAL PARA A MAE. OS INIBIDORES DA ECA PODEM CAUSAR MORBIDADE48 E MORTALIDADE15 FETAL E NEONATAL QUANDO ADMINISTRADOS A MULHERES NO SEGUNDO OU TERCEIRO TRIMESTRES DA GRAVIDEZ47. A UTILIZACAO DE INIBIDORES DA ECA, DURANTE ESTE PERIODO FOI ASSOCIADA A DANOS PARA O FETO49 E PARA O RECEM-NASCIDO, INCLUINDO HIPOTENSAO7, INSUFICIENCIA RENAL9, HIPERCALEMIA50 E(OU) HIPOPLASIA51 DE CRANIO52 NO RECEM-NASCIDO. HOUVE OCORRENCIA DE OLIGODRAMNIO MATERNO, PRESUMIVELMENTE REPRESENTANDO UMA REDUCAO DA FUNCAO RENAL5 FETAL, PODENDO RESULTAR EM CONTRATURAS DE MEMBROS, DEFORMIDADES CRANIOFACIAIS E DESENVOLVIMENTO DE PULMAO53 HIPOPLASTICO. SE FOR UTILIZADO RENITEC, A PACIENTE DEVERA SER DEVIDAMENTE INFORMADA SOBRE OS RISCOS PARA O FETO49. ESTES EFEITOS ADVERSOS PARA O EMBRIAO E PARA O FETO49 NAO PARECEM TER RESULTADO DA EXPOSICAO INTRA-UTERINA AO INIBIDOR DA ECA DURANTE O PRIMEIRO TRIMESTRE. EM RAROS CASOS, ONDE A UTILIZACAO DE INIBIDORES DA ECA E CONSIDERADA ESSENCIAL, DEVE SER FEITA ULTRA-SONOGRAFIA SERIADA PARA SE ACOMPANHAR O MEIO INTRA-AMNIOTICO. SE FOR DETECTADO OLIGODRAMNIO, DEVE-SE DESCONTINUAR O TRATAMENTO COM RENITEC, A MENOS QUE SEJA CONSIDERADO VITAL PARA A MAE. PACIENTES E MEDICOS DEVEM, CONTUDO, ESTAR CIENTES DE QUE O OLIGODRAMNIO PODE NAO APARECER ATE QUE O FETO49 TENHA SOFRIDO DANOS IRREVERSIVEIS. CRIANCAS CUJAS MAES TENHAM TOMADO RENITEC DEVEM SER ACOMPANHADAS DE PERTO PARA VERIFICAR A OCORRENCIA DE HIPOTENSAO7, OLIGURIA54 E HIPERCALEMIA50. O ENALAPRIL, QUE ATRAVESSA A PLACENTA, FOI REMOVIDO DA CIRCULACAO20 DE RECEM-NASCIDOS POR MEIO DE DIALISE PERITONEAL55, COM ALGUNS BENEFICIOS CLINICOS E, TEORICAMENTE, PODE SER REMOVIDO POR EXSANGUINOTRANSFUSAO. NUTRIZES56: O ENALAPRIL E O ENALAPRIATO SAO EXCRETADOS NO LEITO E HUMANO, EM QUANTIDADES VIRTUAIS. DEVE-SE TER CUIDADO SE RENITEC FOR PRESCRITO A NUTRIZES56. USO PEDIATRICO: RENITEC NAO FOI ESTUDADO EM CRIANCAS. - INTERACOES MEDICAMENTOSAS: TERAPIA ANTI-HIPERTENSIVA: EFEITO ADITIVO PODE OCORRER QUANDO RENITEC FOR USADO COM OUTRA TERAPIA ANTI-HIPERTENSIVA. POTASSIO SERICO: EM ESTUDOS CLINICOS, O POTASSIO SERICO PERMANECEU DENTRO DOS LIMITES DA NORMALIDADE. EM PACIENTES HIPERTENSOS TRATADOS COM RENITEC POR ATE 48 SEMANAS FORAM OBSERVADOS AUMENTOS MEDIOS DE 0,2 MEQ/L NO POTASSIO SERICO. NOS PACIENTES TRATADOS COM RENITEC MAIS UM DIURETICO26 TIAZIDICO, O EFEITO ESPOLIADOR DE POTASSIO DO DIURETICO26 FOI, EM GERAL, ATENUADO PELO EFEITO DO ENALAPRIL. SE RENITEC FOR DADO COM UM DIURETICO26 ESPOLIADOR DE POTASSIO, A HIPOCALEMIA57 INDUZIDA POR ESTE PODE SER ATENUADA. OS FATORES DE RISCO PARA O DESENVOLVIMENTO DE HIPERCALEMIA50 INCLUEM INSUFICIENCIA RENAL9, DIABETES MELITO58, USO CONCOMITANTE DE DIURETICOS6 POUPADORES DE POTASSIO (POR EXEMPLO: ESPIRONOLACTONA, TRIANTERENO OU AMILORIDA), SUPLEMENTOS DE POTASSIO OU SUBSTITUTOS DO SAL DE COZINHA CONTENDO POTASSIO. O USO DESTES AGENTES, PARTICULARMENTE EM PACIENTES COM FUNCAO RENAL5 DIMINUIDA, PODE LEVAR A AUMENTOS SIGNIFICATIVOS DO POTASSIO SERICO. SE O USO CONCOMITANTE DOS AGENTES MENCIONADOS ACIMA FOR JULGADO APROPRIADO, ELE DEVE SER FEITO COM CUIDADO E O POTASSIO SERICO MONITORIZADO COM FREQUENCIA. LITIO SERICO: ASSIM COMO OCORRE COM OUTRAS DROGAS QUE ELIMINAM SODIO, A DEPURACAO DO LITIO PODE SER REDUZIDA. PORTANTO, OS NIVEIS SERICOS DE LITIO DEVEM SER MONITORIZADOS CUIDADOSAMENTE, SE FOREM ADMINISTRADOS SAIS DE LITIO.

Reações Adversas de Renitec

RENITEC DEMONSTROU SER GERALMENTE BEM TOLERADO. EM ESTUDOS CLINICOS, A INCIDENCIA59 GLOBAL DE REACOES ADVERSAS NAO FOI MAIOR COM RENITEC DO QUE COM PLACEBO60. NA MAIORIA DOS CASOS, AS REACOES ADVERSAS FORAM LEVES E TRANSITORIAS E NAO REQUERERAM A INTERRUPCAO DA TERAPIA. OS SEGUINTES EFEITOS COLATERAIS24 FORAM ASSOCIADOS COM O USO DE RENITEC COMPRIMIDOS E INJETAVEL: TONTURAS61 E CEFALEIA62 FORAM OS EFEITOS MAIS COMUMENTE RELATADOS. FADIGA63 E ASTENIA64 FORAM RELATADAS EM 2 A 3% DOS PACIENTES. OUTROS EFEITOS COLATERAIS24 OCORRERAM EM MENOS DE 2% DOS CASOS E INCLUIRAM HIPOTENSAO7, HIPOTENSAO7 ORTOSTATICA, SINCOPE65, NAUSEAS66, DIARREIA22, CAIBRAS MUSCULARES, ERUPCAO67 CUTANEA68 E TOSSE. MENOS FREQUENTEMENTE, DISFUNCAO RENAL5, INSUFICIENCIA RENAL9 E OLIGURIA54 FORAM RELATADAS. A HIPOTENSAO7 SINTOMATICA8 FOI MAIS FREQUENTE COM RENITEC INJETAVEL DO QUE COM RENITEC COMPRIMIDOS. HIPERSENSIBILIDADE/EDEMA ANGIONEUROTICO35: EDEMA ANGIONEUROTICO35 DE FACE36, EXTREMIDADES, LABIOS, LINGUA37, GLOTE38 E(OU) FARINGE41 FOI RELATADO RARAMENTE (VEJA PRECAUCOES). EFEITOS COLATERAIS24 QUE OCORRERAM MUITO RARAMENTE EM ESTUDOS CONTROLADOS OU DURANTE USO CLINICO: CARDIOVASCULARES: INFARTO DO MIOCARDIO27 OU ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL28, POSSIVELMENTE SECUNDARIOS A HIPOTENSAO7 EXCESSIVA EM PACIENTES DE ALTO RISCO (VEJA PRECAUCOES); DOR TORACICA, DISTURBIOS DO RITMO CARDIACO, PALPITACOES69, ANGINA70 PECTORIS. GASTRINTESTINAIS: ILEO PARALITICO71, INSUFICIENCIA HEPATICA72, HEPATITE73 (HEPATOCELULAR OU COLESTATICA), ICTERICIA74, VOMITOS23, OBSTIPACAO75, ESTOMATITE76, PANCREATITE77, DOR ABDOMINAL, DISPEPSIA78, ANOREXIA79. SISTEMAS NERVOSO/PSIQUIATRICO: DEPRESSAO, CONFUSAO MENTAL, SONOLENCIA INSONIA, NERVOSISMO, PARESTESIA80, VERTIGEM81. RESPIRATORIOS: INFILTRADOS PULMONARES, BRONCOESPASMO82/ASMA83, DISPNEIA84, RINORREIA85, DOR DE GARGANTA86 E ROUQUIDAO. PELE87: ERITEMA MULTIFORME88, DERMATITE89 ESFOLIATIVA, PRURIDO90, SINDROME DE STEVENS-JOHNSON91, NECROLISE EPIDERMICA TOXICA92, DIAFORESE93, PENFIGO, URTICARIA94, ALOPECIA95. OUTROS: IMPOTENCIA96, ALTERACAO DO PALADAR97, VISAO98 EMBACADA, ZUMBIDO, GLOSSITE99, RUBOR FACIAL (FLUSHING). FOI RELATADO UM COMPLEXO SINTOMATICO100 QUE PODE INCLUIR FEBRE101, SEROSITE102, VASCULITE103, MIALGIA104/MIOSITE E ARTRALGIA105/ARTRITE106, FATOR ANTINUCLEO POSITIVO, VHS107 ELEVADA, EOSINOFILIA108 E LEUCOCITOSE109. ERUPCAO67 CUTANEA68, FOTOSSENSIBILIDADE E OUTRAS MANIFESTACOES DERMATOLOGICAS PODEM OCORRER. ACHADOS LABORATORIAIS: ALTERACOES CLINICAMENTE IMPORTANTES DOS PARAMETROS LABORATORIAIS DE ROTINA RARAMENTE ESTIVERAM ASSOCIADAS COM A ADMINISTRACAO DE RENITEC. FORAM OBSERVADOS AUMENTOS NA UREIA32 E CREATININA33 SERICAS, ELEVACOES DAS ENZIMAS HEPATICAS110 E(OU) BILIRRUBINAS111. GERALMENTE, AS ALTERACOES FORAM REVERSIVEIS COM A DESCONTINUACAO DE RENITEC. HIPERCALEMIA50 E HIPONATREMIA25 TAMBEM OCORRERAM. REDUCOES NA HEMOGLOBINA112 E HEMATOCRITO113 FORAM RELATADAS. APOS A COMERCIALIZACAO, FORAM RELATADOS POUCOS CASOS DE NEUTROPENIA114, TROMBOCITOPENIA115, DEPRESSAO MEDULAR E AGRANULOCITOSE116; NOS QUAIS NAO PODE SER EXCLUIDA UMA RELACAO CAUSAL COM O USO DE RENITEC.

Contra-Indicações de Renitec

RENITEC E CONTRA-INDICADO PARA PACIENTES16 COM HIPERSENSIBILIDADE A QUALQUER COMPONENTE DO PRODUTO E PARA PACIENTES16 COM HISTORIA DE EDEMA ANGIONEUROTICO35 RELACIONADO A TRATAMENTO PREVIO COM INIBIDORES DA ENZIMA117 CONVERSORA DA ANGIOTENSINA.

Indicações de Renitec

RENITEC E INDICADO NO TRATAMENTO DE HIPERTENSAO3 ESSENCIAL EM TODOS OS GRAUS; HIPERTENSAO3 RENOVASCULAR; TODOS OS GRAUS DE INSUFICIENCIA CARDIACA12; E PARA PREVENCAO DO AGRAVAMENTO DA INSUFICIENCIA CARDIACA12 EM PACIENTES SINTOMATICOS E ASSINTOMATICOS; E DA OCORRENCIA DE EVENTOS ISQUEMICOS (INFARTO DO MIOCARDIO27 E ANGINA70 PECTORIS) EM PACIENTES COM DISFUNCAO VENTRICULAR ESQUERDA.

Apresentação de Renitec

RENITEC (MALEATO DE ENALAPRIL, MSD) 5 MG E APRESENTADO EM CAIXA COM 3 STRIPS DE 10 COMPRIMIDOS. RENITEC (MALEATO DE ENALAPRIL, MSD) 10 MG E APRESENTADO EM CAIXA COM 3 STRIPS DE 10 COMPRIMIDOS. RENITEC (MALEATO DE ENALAPRIL, MSD) 20 MG E APRESENTADO EM CAIXA COM 1 OU 3 STRIPS DE 10 COMPRIMIDOS. RENITEC INJETAVEL (ENALAPRILATO, MSD) E APRESENTADO EM CAIXA COM 1 FRASCO-AMPOLA COM 5 ML CONTENDO 1 MG/ML.

RENITEC - Laboratório

Merck Sharp & Dohme
Rua 13 de Maio, 815
Sousas, Campinas/SP
Tel: 0800-122232
Site: http://www.msdonline.com.br

Ver outros medicamentos do laboratório "Merck Sharp & Dohme"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
3 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
4 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
5 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
6 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
7 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
8 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
9 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
10 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
11 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
12 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
13 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
14 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
15 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
16 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
17 Dextrose: Também chamada de glicose. Açúcar encontrado no sangue que serve como principal fonte de energia do organismo.
18 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
19 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
20 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
21 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
22 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
23 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
24 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
25 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
26 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
27 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
28 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
29 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
30 Artéria Renal: Ramo da aorta abdominal que irriga os rins, glândulas adrenais e ureteres.
31 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
32 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
33 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
34 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
35 Edema angioneurótico: Ataques recidivantes de edema transitório que aparecem subitamente em áreas da pele, membranas mucosas e ocasionalmente nas vísceras, geralmente associadas com dermatografismo, urticária, eritema e púrpura.
36 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
37 Língua:
38 Glote: Aparato vocal da laringe. Consiste das cordas vocais verdadeiras (pregas vocais) e da abertura entre elas (rima da glote).
39 Laringe: É um órgão fibromuscular, situado entre a traqueia e a base da língua que permite a passagem de ar para a traquéia. Consiste em uma série de cartilagens, como a tiroide, a cricóide e a epiglote e três pares de cartilagens: aritnoide, corniculada e cuneiforme, todas elas revestidas de membrana mucosa que são movidas pelos músculos da laringe. As dobras da membrana mucosa dão origem às pregas vocais.
40 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
41 Faringe: Canal músculo-membranoso comum aos sistemas digestivo e respiratório. Comunica-se com a boca e com as fossas nasais. É dividida em três partes: faringe superior (nasofaringe ou rinofaringe), faringe bucal (orofaringe) e faringe inferior (hipofaringe, laringofaringe ou faringe esofagiana), sendo um órgão indispensável para a circulação do ar e dos alimentos.
42 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
43 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
44 Dessensibilização: É uma maneira de parar ou diminuir a resposta a reações alérgicas a algumas coisas. Por exemplo, se uma pessoa apresenta uma reação alérgica a alguma substância, o médico dá a esta pessoa uma pequena quantidade desta substância para aumentar a sua tolerância e vai aumentando esta quantidade progressivamente. Após um período de tempo, maiores doses são oferecidas antes que a dose total seja dada. É uma maneira de ajudar o organismo a prevenir as reações alérgicas.
45 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
46 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
47 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
48 Morbidade: Morbidade ou morbilidade é a taxa de portadores de determinada doença em relação à população total estudada, em determinado local e em determinado momento.
49 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
50 Hipercalemia: É a concentração de potássio sérico maior que 5.5 mmol/L (mEq/L). Uma concentração acima de 6.5 mmol/L (mEq/L) é considerada crítica.
51 Hipoplasia: Desenvolvimento defeituoso ou incompleto de tecido ou órgão, geralmente por diminuição do número de células, sendo menos grave que a aplasia.
52 Crânio:
53 Pulmão: Órgão do sistema respiratório situado na cavidade torácica e responsável pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
54 Oligúria: Clinicamente, a oligúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas ou menor de 30 ml/hora.
55 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.
56 Nutrizes: Mulheres que amamentam; amas de leite; que alimentam.
57 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
58 Diabetes melito: Condição caracterizada por hiperglicemia resultante da inabilidade do organismo para usar a glicose sangüínea para produzir energia. No diabetes tipo 1, o pâncreas não mais produz insulina. Assim, a glicose não pode entrar nas células para ser usada como energia. No diabetes tipo 2, o pâncreas também não produz quantidade suficiente de insulina, ou então o organismo não é capaz de usar corretamente a insulina produzida.
59 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
60 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
61 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
62 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
63 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
64 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
65 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
66 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
67 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
68 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
69 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
70 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
71 Íleo paralítico: O íleo adinâmico, também denominado íleo paralítico, reflexo, por inibição ou pós-operatório, é definido como uma atonia reflexa gastrintestinal, onde o conteúdo não é propelido através do lúmen, devido à parada da atividade peristáltica, sem uma causa mecânica. É distúrbio comum do pós-operatório podendo-se afirmar que ocorre após toda cirurgia abdominal, como resposta “fisiológica“ à intervenção, variando somente sua intensidade, afetando todo o aparelho digestivo ou parte dele.
72 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
73 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
74 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
75 Obstipação: Prisão de ventre ou constipação rebelde.
76 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
77 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
78 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
79 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
80 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
81 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
82 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
83 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
84 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
85 Rinorreia: Escoamento abundante de fluido pelo nariz, com ausência de fenômeno inflamatório.
86 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
87 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
88 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
89 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
90 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
91 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
92 Necrólise Epidérmica Tóxica: Sinônimo de Síndrome de Lyell. Caracterizada por necrólise da epiderme. Tem como características iniciais sintomas inespecíficos, influenza-símile, tais como febre, dor de garganta, tosse e queimação ocular, considerados manifestações prodrômicas que precedem o acometimento cutâneo-mucoso. Erupção eritematosa surge simetricamente na face e na parte superior do tronco, provocando sintomas de queimação ou dolorimento da pele. Progressivamente envolvem o tórax anterior e o dorso. O ápice do processo é constituído pela característica denudação da epiderme necrótica, a qual é destacada em verdadeiras lamelas ou retalhos, dentro das áreas acometidas pelo eritema de base. O paciente tem o aspecto de grande queimado, com a derme desnuda, sangrante, eritêmato-purpúrica e com contínua eliminação de serosidade, contribuindo para o desequilíbrio hidroeletrolítico e acentuada perda protéica. Graves seqüelas oculares e esofágicas têm sido relatadas.Constitui uma reação adversa a medicamentos rara. As drogas que mais comumente a causam são as sulfas, o fenobarbital, a carbamazepina, a dipirona, piroxicam, fenilbutazona, aminopenicilinas e o alopurinol.
93 Diaforese: Sudação, transpiração intensa.
94 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
95 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
96 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
97 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
98 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
99 Glossite: Inflamação da mucosa que reveste a língua, produzida por infecção viral, radiação, carências nutricionais, etc.
100 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
101 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
102 Serosite: Inflamação de uma membrana serosa.
103 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
104 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
105 Artralgia: Dor em uma articulação.
106 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
107 VHS: É a velocidade com que os glóbulos vermelhos se separam do “soro” e se depositam no fundo de um tubo de ensaio, se este tubo com sangue é deixado parado (com anticoagulante). Os glóbulos vermelhos (hemácias) são puxados para baixo pela gravidade e tendem a se aglomerar no fundo do tubo. No entanto, eles são cobertos por cargas elétricas negativas e, quando vão se aproximando do fundo, repelem-se umas às outras, como cargas iguais de ímãs. Essa força magnética de repulsão se contrapõe à gravidade e naturalmente diminui a velocidade com que as hemácias caem. Se junto com as hemácias, nadando no plasma, haja outras estruturas de cargas positivas, estas vão anular as cargas negativas das hemácias e também a repulsão magnética entre elas, permitindo sua aglutinação. Neste caso a gravidade age sozinha e a velocidade com que elas caem (velocidade de hemossedimentação) é acelerada. O VHS é expresso como o número de milímetros que o sangue sedimentou (no tubo) no espaço de uma hora (mm/h).
108 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
109 Leucocitose: É o aumento no número de glóbulos brancos (leucócitos) no sangue, geralmente maior que 8.000 por mm³. Ocorre em diferentes patologias como em resposta a infecções ou processos inflamatórios. Entretanto, também pode ser o resultado de uma reação normal em certas condições como a gravidez, a menstruação e o exercício muscular.
110 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
111 Bilirrubinas: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
112 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
113 Hematócrito: Exame de laboratório que expressa a concentração de glóbulos vermelhos no sangue.
114 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
115 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
116 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
117 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
Artigos relacionados

Tem alguma dúvida sobre RENITEC?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.