Preço de RASILEZ em Woodbridge/SP: R$ 140,37

RASILEZ

NOVARTIS

Atualizado em 09/12/2014

RASILEZ
Alisquireno

Forma Farmacêutica, Via de Administração e Apresentações de Rasilez

Comprimido revestido - via oral.RASILEZ 150 mg e 300 mg: embalagens contendo 14 ou 28 comprimidos revestidos.
USO ADULTO

Composição de Rasilez

RASILEZ 150 mg: cada comprimido revestido contém 165,750 mg de hemifumarato de alisquireno (equivalente a 150 mg de alisquireno).
RASILEZ 300 mg: cada comprimido revestido contém 331,500 mg de hemifumarato de alisquireno (equivalente a 300 mg de alisquireno).
Excipientes: celulose microcrista!ina, crospovidona, povidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, macrogol, talco, hipromelose, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho e óxido de ferro preto.

Informações ao Paciente de Rasilez

Como este medicamento funciona?Antes de usar RASILEZ, leia atentamente esta bula. Você deve guardá-la com você, pois pode ser necessário utilizá-Ia novamente. Não dê seu medicamento para mais ninguém usar e não use este medicamento para tratar qualquer outra doença para qual este medicamento não é indicado.
Seu medicamento chama-se RASILEZ e está disponível em comprimidos revestidos. Cada comprimido revestido contém 150 mg ou 300 mg da substância ativa alisquireno.
RASILEZ pertence a uma nova classe de medicamentos chamada "inibidor de renina", que auxilia na redução da pressão arterial1 alta. Os inibidores de renina reduzem a quantidade de angiotensina II que o corpo pode produzir. A angiotensina II causa a redução do calibre dos vasos sanguíneos2, aumentando assim a pressão arterial1. A redução da quantidade de angiotensina II permite que os vasos sanguíneos2 relaxem, reduzindo a pressão arterial1.
Por que este medicamento foi indicado?
RASILEZ é indicado para tratar a pressão arterial1 alta. A pressão arterial1 alta aumenta a carga de trabalho do coração3 e das artérias4. A permanência da pressão arterial1 em níveis elevados por um longo período, pode danificar os vasos sanguíneos2 do cérebro5, coração3 e rins6, podendo resultar em acidente vascular cerebral7, insuficiência cardíaca8, ataque cardíaco e insuficiência renal9. Pressão arterial1 alta aumenta o risco de ataques cardíacos.
A redução da pressão arterial1 a níveis normais diminui o risco de desenvolvimento desses problemas.
Quando não devo usar este medicamento?
Você não deve tomar este medicamento se você for alérgico (hipersensível) ao RASILEZ ou a qualquer um dos seus componentes mencionados nesta bula. Se você acha que pode ser alérgico, fale com seu médico.
Se qualquer dessas situações se aplicar a você, avise o seu médico e não tome RASILEZ. Seu médico decidirá se você deve ou não tomar esse medicamento.
Tome cuidado especial com RASILEZ:
•  se você tiver a função renal10 comprometida ou redução do calibre ou bloqueio da artéria11 que conduz sangue12 ao rim13;
•  se você está tomando um diurético14 (medicamento que aumenta a quantidade de urina15 que você produz);
•  se você está grávida ou está planejando engravidar;
•  se você estiver tomando ciclosporina (medicamento usado após transplante para prevenir a rejeição de órgão ou para outras condições, como por exemplo: artrite reumatoide16 ou dermatite17 atópica).
Se qualquer dessas situações se aplica a você, avise seu médico antes de tomar RASILEZ.
Se você apresentar pressão arterial1 baixa no começo do tratamento, consulte seu médico.
Tomando outros medicamentos com RASILEZ: avise seu médico se você está tomando ou tomou ultimamente algum outro medicamento, incluindo aqueles adquiridos sem prescrição médica. Pode ser necessário alterar a dose, tomar outras precauções, ou em alguns casos parar de tomar um dos medicamentos. Isso se aplica a medicamentos prescritos ou não por um médico, especialmente:
•  furosemida, um medicamento usado para aumentar a quantidade de urina15 (diurético14);
•  cetoconazol, um medicamento usado para tratar infecções18 fúngicas19;
•  ciclosporina, um medicamento usado no pós transplante para prevenir a rejeição de órgão ou para outras condições, como por exemplo: artrite reumatoide16 ou dermatite17 atópica;
•  outros medicamentos para tratar pressão arterial1 alta ou problemas cardíacos;
•  diuréticos20 poupadores de potássio, medicamentos que contenham potássio, suplementos potássicos ou repositores de sais que contenham potássio.
Idosos: você pode tomar RASILEZ se você tiver 65 anos de idade ou mais.
Crianças e adolescentes: RASILEZ comprimidos revestidos não é recomendado para pacientes21 com menos de 18 anos de idade.
Gravidez22: Este medicamento pertence à categoria de risco na gravidez22 C (primeiro trimestre) e D (segundo e terceiro trimestres). RASILEZ não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento. Se você engravidar, pare de tomei RASILEZ e avise seu médico imediatamente. Se você planeja engravidar, converse com seu médico sobre outras opções de tratamento para pressão arterial1 alta.
Amamentação23: avise seu médico se você está amamentando.
Você não deve amamentar se estiver tomando RASILEZ, pois pode ser prejudicial ao bebê.
Efeitos na habilidade de dirigir e operar máquinas: nenhum estudo de efeitos sobre a habilidade de dirigir e operar máquinas foi conduzido.
Este medicamento é contra·indicado para crianças e adolescentes (menores de 18 anos).
Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
NÃO USE MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉOICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE24.
Como devo usar este medicamento?
Siga cuidadosamente as instruções do seu médico. Não exceda a dose recomendada.
Pacientes com pressão arterial1 alta frequentemente não percebem os sinais25 desse problema. Muitos pacientes se sentem normais e não apresentam sintomas26. É muito importante que você tome esse medicamento exatamente como seu médico lhe recomendou para alcançar os melhores resultados e reduzir o risco de reações adversas. Mantenha suas consultas com seu médico mesmo se você estiver se sentindo bem.
Aspecto físico
RASILEZ 150 mg - comprimido revestido rosa claro, redondo e biconvexo, impresso "IL" em uma face27 e "NVR" em outra.
RASILEZ 300 mg - comprimido revestido vermelho claro, oval e biconvexo, impresso "lU" em uma face27 e "NVR" em outra.
Quanto tomar de RASILEZ?
Normalmente a dose inicial é de um comprimido de 150 mg uma vez ao dia. Em alguns casos, seu médico pode prescrever uma dose mais alta (p. ex.: comprimido de 300 mg) ou um medicamento adicional para tratar a pressão arterial1 alta. Seu médico dirá a você exatamente quantos comprimidos de RASILEZ você deve tomar. Dependendo da sua resposta ao tratamento, seu médico pode sugerir uma dose maior ou menor.
Quando e como tomar RASILEZ?
Os comprimidos de RASILEZ devem ser engolidos inteiros com uma pequena quantidade de água. Não mastigue ou esmague os comprimidos. Os comprimidos podem ser tomados com ou sem comida.
Por quanto tempo tomar RASILEZ?
Siga exatamente as instruções de seu médico. Ele dirá a você por quanto tempo você deverá tomar RASILEZ.
Se você esquecer-se de tomar RASILEZ
Se você esquecer-se de tomar uma dose, tome-a assim que você se lembrar. Se estiver quase na hora da sua próxima dose, você deve simplesmente tomar o próximo comprimido no horário normal. Não tome uma dose dobrada para compensar a dose perdida.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico, para os medicamentos vendidos sob prescrição médica.
Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.
Este medicamento não pode ser partido ou mastigado.
Quais os males que este medicamento pode causar?
RASILEZ pode causar o seguinte efeito colateral28 grave:
Pressão arterial1 baixa (hipotensão29): sua pressão arterial1 pode cair muito se você também toma medicamentos diuréticos20, está sob dieta restritiva de sal, está em tratamento de diálise30, tem problemas cardíacos ou sente-se mal com vômitos31 ou diarreia32. Repouse se você sentir fraqueza ou tontura33. Entre em contato com seu médico imediatamente.
Efeitos colaterais34 raros - probabilidade de ocorrência está entre 1 e 10 a cada 10.000 pacientes:
•  Se você desenvolver uma reação alérgica35 envolvendo inchaço36 da face27, lábios, garganta37 e/ou língua38 que possa causar dificuldade de respirar e de engolir, pare de tomar RASILEZ e entre em contato com seu médico imediatamente.
Outros efeitos colaterais34:
Efeitos colaterais34 comuns - probabilidade de ocorrência está entre 1 e 10 a cada 100 pacientes: diarreia32
Efeitos colaterais34 incomuns - probabilidade de ocorrência está entre 1 e 10 a cada 1.000 pacientes: erupção39 cutânea40, tosse e aumento do potássio sérico.
Se alguma dessas reações adversas afetarem você gravemente, ou se você notar quaisquer reações adversas não descritas acima, por favor, avise seu médico.
ATENÇÃO: ESTE É UM MEDICAMENTO NOVO E, EMBORA AS PESQUISAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA ACEITÁVEIS PARA COMERCIALIZAÇÃO, EFEITOS INDESEJÁVEIS E NÃO CONHECIDOS PODEM OCORRER. NESTE CASO, INFORME SEU MÉDICO.
O que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez?
Se você tomar acidentalmente muitos comprimidos, consulte seu médico imediatamente. Você pode precisar de uma atenção médica.
Onde e como devo guardar este medicamento?
Você deve guardar este medicamento em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), na embalagem original. Proteger da umidade.
Você não deve tomar o RASILEZ após o seu vencimento, que está impresso na caixa.
Você não deve tomar o RASILEZ se a embalagem estiver danificada.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Informações Técnicas Para Os Profissionais de Saúde24 de Rasilez

Características Farmacológicas de Rasilez

Farmacodinâmica
Classe terapêutica41: inibidor de renina; código ATC: C09XA02.
Mecanismo de ação
RASILEZ é um inibidor direto seletivo e potente, não-peptídico, ativo oralmente, da renina humana. RASILEZ atinge o sistema renina-angiotensina (SRA) no ponto de ativação por ligação à enzima42 renina, bloqueando a conversão de angiotensinogênio em angiotensina I e reduzindo os níveis de atividade plasmática de renina (APR), angiotensina I e angiotensina II.
Efeitos farmacodinâmicos
A renina é secretada pelo rim13 em resposta à redução no volume sanguíneo e da perfusão renal10. Essa resposta inicia um ciclo que inclui o sistema renina·angiotensina (SRA) e um ciclo de feedback homeostático. A renina cliva o angiotensinogênio formando o decapeptídeo inativo, a angiotensina I (Ang I). A Ang I é convertida em um octapeptídeo ativo, a angiotensina II (Ang II), pela enzima42 conversora de angiotensina (ECA) e também por vias não-ECA dependentes. A Ang II é um potente vasoconstritor e promove a liberação de catecolaminas da medula43 adrenal e das terminações nervosas pré-juncionais. Ela também estimula a secreção de aldosterona e a reabsorção de sódio. Juntos, esses efeitos aumentam a pressão arterial1. O aumento crônico44 de Ang II resulta numa expressão de marcadores e mediadores da inflamação45 e fibroses46 associados com o dano de órgãos alvo. Quando a Ang II age sobre os receptores AT1 inibe a liberação de renina, através de um feedback negativo do sistema. Todos os agentes que inibem este sistema, incluindo inibidores da renina, suprimem o ciclo de feedback negativo, conduzindo a um aumento compensatório na concentração da renina plasmática. Quando esse aumento ocorre durante o tratamento com inibidores da ECA e bloqueadores de receptores de angiotensina (BRAs), ele é acompanhado de aumento da atividade plasmática da renina (APR). Entretanto, durante o tratamento com alisquireno, a renina produzida está inibida, ficando a APR, desta maneira, reduzida. Como resultado, APR, Ang I, e Ang II são todas reduzidas, quando alisquireno é usado como monoterapia ou em combinação com outros agentes antihipertensivos.
A APR elevada foi independentemente associada com o aumento do risco cardiovascular em pacientes hipertensos e normotensos. O tratamento com RASILEZ reduz a APR em pacientes hipertensos. Nos estudos clínicos, as reduções da APR variaram aproximadamente 50 a 80%, não foram relacionados com a dose e não se correlacionam com reduções da pressão arterial1. As implicações clínicas das diferenças no efeito sobre a APR não são conhecidas. Reduções similares foram observadas quando alisquireno foi combinado com outras drogas anti·hipertensivas. As indicações clínicas das diferenças no efeito sobre a APR e os efeitos do alisquireno nos outros componentes do SRA, por exemplo, nas vias ECA e não-ECA, não são conhecidos.
Farmacocinética
Absorção

Após absorção oral, o pico das concentrações plasmáticas de alisquireno é alcançado depois de 1 a 3 horas. A biodisponibilidade absoluta de alisquireno é 2,6%. Quando administrado com uma refeição rica em gordura47, a AUC média e a Cmax do alisquireno foram reduzidas em 71% e 85%, respectivamente. Nos estudos clínicos, o alisquireno foi administrado sem exigir uma relação fixa com as refeições. As concentrações plasmáticas no estado de equilíbrio são alcançadas em aproximadamente 7 a 8 dias se administrado uma vez ao dia e os níveis no estado de equilíbrio são aproximadamente duas vezes maiores que os obtidos com a dose inicial.
Distribuição
O alisquireno é distribuído de maneira sistêmica e uniforme após a administração oral. Após administração intravenosa, o volume médio de distribuição no estado de equilíbrio é de aproximadamente 135 L, indicando que o alisquireno se distribui extensivamente no espaço extravascular48. A ligação às proteínas49 plasmáticas é moderada (47 a 51%) e independente de sua concentração.
Metabolismo50 e eliminação
A meia-vida de acumulação é de aproximadamente 24 horas. O alisquireno é eliminado principalmente como um composto inalterado nas fezes (91%). Não se sabe exatamente quanto da dose absorvida é metabolizada. Baseado em estudos in vitro, a principal enzima42 responsável pela metabolização do alisquireno parece ser a CYP3A4. Aproximadamente 0,6% da dose é recuperada na urina15 após administração oral. Após administração intravenosa, a depuração (clearance) plasmática média é de aproximadamente 9 L/h.
Linearidade/não-linearidade
O pico das concentrações plasmáticas (Cmax) e a exposição (AUC) de alisquireno aumentam linearmente com o aumento da dose de 75 a 600 mg.
Características em pacientes
RASILEZ é um tratamento anti-hipertensivo efetivo quando administrado uma vez ao dia em pacientes adultos, independente do sexo, idade, índice de massa corpórea e raça.
A farmacocinética do alisquireno foi avaliada em pacientes com variados níveis de insuficiência renal9. A AUC relativa e a Cmax de alisquireno em indivíduos com insuficiência renal9 variaram entre 0,8 a duas vezes quando comparados aos indivíduos sadios após a administração de uma dose única e no estado de equilíbrio.
Essas alterações observadas, porém, não estão correlacionadas com a gravidade da insuficiência renal9. Não é necessário nenhum ajuste de dose inicial de RASILEZ em pacientes com insuficiência renal9 moderada a grave, entretanto deve-se ter cautela em pacientes com insuficiência renal9 grave.
A farmacocinética de alisquireno não foi significativamente afetada em pacientes com doença hepática51 moderada a grave. Consequentemente, não é necessário nenhum ajuste de dose inicial em pacientes com insuficiência hepática52 moderada a grave. Não é necessário também, nenhum ajuste de dose para pacientes21 idosos.

Dados de Segurança Pré-Clínicos de Rasilez

Carcinogenicidade
O potencial carcinogênico foi avaliado em um estudo de 2 anos em ratos e de 6 meses em camundongos transgênicos. Nenhum potencial carcinogênico foi detectado. Alterações inflamatória e proliferativa foram observadas no trato gastrintestinal inferior53 com doses de 750 ou 1500 mg/kg/dia em ambas espécies. Em bora não haja aumentos estatisticamente significantes na incidência54 de tumor55 associado com a exposição ao alisquireno, foi observada hiperplasia56 da mucosa57 epitelial (com ou sem erosão/ulceração58) no trato gastrintestinal inferior53 em doses de 750 ou mais mg/kg/dia nas duas espécies, com um adenoma59 de cólon60 identificado em um rato e um adenocarcinoma61 cecal identificado em outro, tumores raros nas espécies de ratos estudados.
Com base na exposição sistêmica (AUC0-24hr), 1500 mg/kg/dia em ratos é aproximadamente 4 vezes, e em camundongos aproximadamente 1,5 vezes a dose máxima humana recomendada (300 mg alisquireno/dia). A hiperplasia56 da mucosa57 do ceco62 ou do cólon60 nos ratos também foi observada em doses orais de 250 mg/kg/dia (a dose mais baixa testada) assim como nas doses mais altas em 4 e 13 semanas de estudo. Concentrações fecais locais na dose de nível de não-evento adverso 250 mg/kg/dia em estudos de carcinogenicidade em ratos foram 16 a 24 vezes mais altas que no homem na maior dose clínica recomendada de 300 mg. Margens de segurança obtidos em humanos na dose de 300 mg foram mais altos em 9-11 vezes baseados em concentrações fecais ou em 6 vezes baseados em concentrações na mucosa57, do que o nível de não-evento adverso de 250 mg/kg/dia no estudo de carcinogenicidade em ratos.
Mutagenicidade
O alisquireno foi isento de qualquer potencial mutagênico em estudos in vitro e in vivo de mutagenicidade. Os estudos incluíram ensaios in vitro em bactérias e células63 de mamíferos e in vivo, avaliações em ratos.
Toxicidade64 reprodutiva
Estudos de toxicidade64 reprodutiva com alisquireno não revelaram qualquer evidência de toxicidade64 embriofetal ou teratogenicidade com doses de até 600 mg/kg/dia em ratos ou 100 mg/kg/dia em coelhos. Doses de até 250 mg/kg/dia não afetaram a fertilidade e o desenvolvimento pré e pós-natal de ratos. As doses em ratos e coelhos foram 6 - 16 e 6 vezes, respectivamente, a dose máxima recomendada para humanos (300 mg) com base em mg/m² (cálculos considerando um paciente com 50 kg).

Resultados de Eficácia de Rasilez

HipertensãoEm pacientes hipertensos, RASILEZ causa uma redução prolongada dose-dependente em ambas pressões sistólica e diastólica. Há um aumento na resposta em todas as doses administradas, com efeitos razoáveis observados entre 150 e 300 mg, mas não há aumento adicional claro quando é administrada uma dose de 600 mg. A administração de RASILEZ uma vez ao dia em doses de 150 mg e 300 mg forneceram uma redução efetiva na pressão arterial1 durante o intervalo completo de 24 horas (mantendo-se benéfico no início da manhã) com uma relação vale-pico média para resposta diastólica de 98% para a dose de 300 mg. Após duas semanas, 85 a 90% do efeito na redução da pressão arterial1 máximo foi observado. O efeito na redução da pressão arterial1 foi mantido em pacientes tratados por até um ano como demonstrado por uma diferença estatisticamente significante com o placebo65 4 semanas após a retirada randomizada. Com a cessação do tratamento, a pressão arterial1 retornou gradualmente aos seus níveis basais no período de algumas semanas. O alisquireno reduziu a pressão arterial1 em todos os subgrupos demográficos, embora os pacientes negros tenderem a ter uma redução menor do que caucasianos e asiáticos, conforme observado com inibidores da ECA e bloqueadores do receptor de angiotensina (BRAs).
Não há evidências de hipotensão29 na dose inicial e de nenhum efeito na frequência cardíaca dos pacientes tratados nos estudos controlados. A hipotensão29 excessiva foi incomum (0,1%) em pacientes com hipertensão66 não complicada tratados somente com RASILEZ. Hipotensão29 também foi incomom (<1%) durante a terapia combinada67 com outros agentes anti-hipertensivos.
Em estudos controlados, o efeito na redução da pressão arterial1 de RASILEZ em combinação com hidroclorotiazida ou ramipril foi aditivo e as combinações foram bem toleradas. A combinação de RASILEZ com o ramipril (inibidor da ECA) reduziu a incidência54 de tosse quando comparado ao ramipril administrado isoladamente (alisquireno/ramipril 1,8% vs. ramipriI4,7%). RASILEZ 150 mg também teve um efeito aditivo na redução da pressão arterial1 e foi bem tolerado em pacientes que não responderam adequadamente à dose de 5 mg de anlodipino (bloqueador do canal de cálcio). A eficácia foi semelhante à alcançada com 10 mg de anlodipino, mas houve uma menor incidência54 de edema68 (alIsquireno/anlodipino 2,1% vs. anlodipino 11,2%). A coadministração com a valsartana (BRA) foi bem tolerada.
A eficácia na redução da pressão arterial1 de RASILEZ é comparada a outras classes de agentes anti-hipertensivos incluindo os inibidores da enzima42 conversora de angiotensina I (IECAs), bloqueadores de receptor de angiotensina (BRAs) e bloqueadoras de canais de cálcio (BCCs).
O efeito antihipertensivo de RASILEZ e da hidroclorotiazida (HCTZ) foi comparado em um estudo de grupo paralelo, duplo-cego, randomizado69 de 26 semanas com opção adicional de anlodipino. Após 12 semanas de monoterapia com alisquireno 300 mg e HCTZ 25 mg, a redução da pressão arterial1 (sistólica/diastólica) basal foi 17,0/12,3 mmHg para alisquireno e 14,4/10,5 mmHg para HCTZ. No término do estudo, a redução da pressão arterial1 (sistólica/diastólica) basal foi 19,6/14,2 mmHg com alisquireno 300 mg e 17,9/13,0 mmHg com HCTZ 25 mg.
Em pacientes hipertensos diabéticos, a monoterapia com RASILEZ foi segura e efetiva. Em combinação com ramipril, RASILEZ promoveu uma redução da pressão arterial1 adicional comparada com os componentes em monoterapia.
A adição de RASILEZ ao tratamento de pacientes hipertensos obesos não controlados com hidroclorotiazida promoveu uma redução semelhante à promovida pela adição de irbesartana ou anlodipino à hidroclorotiazida.
Os efeitos anti·hipertensivos de RASILEZ foram independentes da idade, sexo, índice de massa corpórea e raça.
Em um estudo de 3 meses realizado com 302 pacientes com atual diagnóstico70 ou histórico de hipertensão66 e insuficiência cardíaca8 estável leve, os quais estavam recebendo terapia padrão para insuficiência cardíaca8 estável (inibidor da ECA ou BRA, um bloqueador beta e para um terço dos pacientes um antagonista71 da aldosterona), a adição de RASILEZ 150 mg foi bem tolerada. Os níveis do peptídeo natriurético tipo B (BNP) foram reduzidos em 25% com o braço RASILEZ em comparação ao braço placebo65.
Em um estudo de 6 meses realizado com 599 pacientes com hipertensão66, diabetes mellitus72 tipo 2 e nefropatia73, os quais estavam recebendo losartana 100 mg, otimizada com a terapia de padrão de anti·hipertensivos, a adição de RASILEZ 300 mg alcançou uma redução clinicamente relevante de 20% versus placebo65 na relação albumina74:creatinina75 urinárias (UACR), por exemplo, de 58 mg/mmol para 46 mg/mmol.
A proporção de pacientes que tiveram a UACR reduzida pelo menos em 50% em relação ao valor basal, foi de 24,7% e 12,5% para RASILEZ e placebo65, respectivamente.

Indicações de Rasilez

RASILEZ é indicado para o tratamento da hipertensão66. Pode ser usado em monoterapia ou em combinação com outros agentes antihipertensivos. O uso com doses máximas de inibidores da ECA não foi adequadamente estudado.

Contraindicações de Rasilez

Hipersensibilidade ao princípio ativo ou a qualquer um dos excipientes.

Modo de Usar e Cuidados de Conservação Depois de Aberto de Rasilez

RASILEZ é administrado por via oral, podendo ser administrado com ou sem alimento e deve ser engolido inteiro com uma pequena quantidade de água. Não mastigue ou esmague os comprimidos.

Posologia de Rasilez

Hipertensão66A dose de início recomendada de RASILEZ é 150 mg uma vez ao dia. Em pacientes nos quais a pressão arterial1 não é adequadamente controlada, a dose pode ser aumentada para 300 mg uma vez ao dia. Doses acima de 300 mg não promoveram uma resposta aumentada na pressão arterial1, mas sim um aumento na incidência54 de diarreia32.
O efeito anti-hipertensivo é substancialmente presente dentro de 2 semanas (85 a 90%) após o início da terapia com 150 mg uma vez ao dia.
RASILEZ pode ser usado isoladamente ou em combinação com outros agentes anti-hipertensivos. A maior experiência até hoje é com diuréticos20 e bloqueadores do receptor de angiotensina (valsartana) e os fármacos juntos promovem um efeito melhor nas suas doses máximas recomendadas do que os fármacos isoladamente.
RASILEZ pode ser administrado junto com as refeições. Idealmente os pacientes devem estabelecer um padrão de rotina para tomar RASILEZ considerando as refeições. Refeições ricas em gordura47 reduzem significativamente a absorção do alisquireno (ver "Farmacocinética").
Insuficiência renal9
Não é necessário nenhum ajuste inicial de dose para pacientes21 com insuficiência renal9 moderada a grave (ver "Advertências e precauções" e "Farmacocinética"). Deve ser tomado cuidado especial quando RASILEZ é administrado a pacientes com insuficiência renal9 grave, uma vez que a experiência clínica nestes pacientes é limitada.
Insuficiência hepática52
Não é necessário nenhum ajuste inicial de dose para pacientes21 com insuficiência hepática52 moderada a grave (ver "Farmacocinética").
Idosos (acima de 65 anos)
Não é necessário nenhum ajuste inicial de dose para pacientes21 idosos.
Crianças e adolescentes
A segurança e eficácia de RASILEZ não foram estabelecidas em crianças e adolescentes (menores que 18 anos) e, portanto, não é recomendado nesta população.

Advertências e Precauções de Rasilez

Gravidez22
•  Morbidade76 e Mortalidade77 Fetal/Neonatal
Fármacos que atuam diretamente no sistema renina-angiotensina podem causar morbidade76 fetal e neonatal e morte quando administrado a mulheres grávidas. Vários casos foram relatados na literatura mundial em pacientes que estavam tomando inibidores da ECA. Quando for detectada gravidez22, RASILEZ deve ser descontinuado o mais rápido possível. O uso de fármacos que atuam diretamente no sistema renina-angiotensina durante o segundo e terceiro trimestres da gravidez22 foi associado a dano feral e neonatal, incluindo hipotensão29, hipoplasia78 do crânio79 neonatal, anúria80, insuficiência renal9 reversível ou irreversível e morte. Também foi relatado oligohidrâmnio81 presumivelmente resultante da redução da função renal10 fetal; neste grupo, o oligohidrâmnio81 foi associado com contraturas dos membros fetais, deformação craniofacial e desenvolvimento de pulmão82 hipoplásico. Também foram relatados retardo do crescimento intrauterino, prematuridade e persistência do canal arterial83, embora não esteja claro se essas ocorrências foram devidas à exposição ao fármaco84. Esses eventos adversos não parecem ter resultado de exposição intrauterina ao fármaco84 que foi limitada ao primeiro trimestre. Mães cujos embriões e fetos são expostos a um inibidor de renina somente durante o primeiro trimestre devem ser informadas da mesma forma. Entretanto, quando as pacientes engravidarem, os médicos devem orientá-las a descontinuar o uso de RASILEZ o mais rápido possível. Raramente (provavelmente menos frequente que uma a cada 1000 gestações), nenhuma alternativa a uma droga que atua no sistema renina-angiotensina será encontrada. Nesses casos raros, as mães devem ser informadas sobre os riscos potenciais para o feto85, e ultrassonografias devem ser realizadas para avaliar o ambiente intra-amniótico.
Caso seja observado oligohidrâmnio81, RASILEZ deve ser descontinuado a menos que seja considerado a única opção para salvar a mãe. Um monitoramento fetal com ou sem stress e um perfil biofísico, podem ser apropriados, dependendo da semana da gestação. Pacientes e médicos devem estar atentos, entretanto, de que o oligohidrâmnio81 pode não aparecer até depois que o feto85 tenha um dano permanente e irreversível. Recém-nascidos com histórico de exposição intrauterina a um inibidor de renina devem ser cuidadosamente observados para hipotensão29, oligúria86 e hipercalemia87. Se ocorrer oligúria86, deve ser dada atenção em relação ao suporte da pressão arterial1 e da perfusão renal10. Exsanguíneo transfusão88 ou diálise30 podem ser necessárias como forma de reverter a hipotensão29 e/ou como terapia de substituição renal10.
Não há experiência clínica com o uso de RASILEZ em mulheres grávidas. Estudos de toxicidade64 reprodutiva do hemifumarato de alisquireno não revelaram nenhuma evidência de teratogenicidade com doses orais de até 600 mg de alisquireno/kg/dia (20 vezes a dose humana máxima recomendada de 300 mg/dia baseada em mg/m²) em ratas grávidas ou até 100 mg de alisquiren/kg/dia (sete vezes a dose humana máxima recomendada baseada em mg/m²) em coelhas grávidas. O peso fetal de nascimento foi adversamente afetado em coelhos com doses de 50 mg/kg/dia (3,2 vezes a dose humana máxima recomendada baseada em mg/m²). O alisquireno estava presente na placenta, no líquido amniótico89 e no feto85 de coelhas grávidas.
As mulheres em idade fértil devem ser informadas sobre as consequências da exposição aos fármacos que atuam no sistema renina-angiotensina no segundo e terceiro trimestres de gravidez22 e devem ser informadas de que estas consequências não parecem terem resultado de exposição intrauterina ao fármaco84 quando limitada ao primeiro trimestre. Essas pacientes devem ser orientadas a relatar gravidez22 aos seus médicos o mais rápido possível.
Este medicamento pertence à categoria de risco na gravidez22 C (primeiro trimestre) e D (segundo e terceiro trimestres), portanto, RASILEZ não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.
Lactação90
Não se sabe se alisquireno é excretado no leite humano. O alisquireno foi secretado no leite de ratas lactantes91. Por causa do potencial de eventos adversos em lactentes92, deve ser decidido descontinuar a amamentação23 ou descontinuar o tratamento com RASILEZ, levando em consideração a importância de RASILEZ para a mãe.
Pacientes com depleção93 de sódio e/ou volume
Uma queda excessiva na pressão arterial1 foi raramente observada (0,1%) em pacientes com hipertensão66 não-complicada tratados apenas com RASILEZ. Hipotensão29 também não foi frequente (<1%) durante a terapia combinada67 com outros agentes anti-hipertensivos.
Em pacientes com depleção93 de sódio e/ou volume (p. ex.: aqueles recebendo altas doses de diuréticos20), pode ocorrer hipotensão29 sintomática94 após o início do tratamento com RASILEZ. Esta condição deve ser corrigida antes da administração de RASILEZ, ou o tratamento deve ser iniciado sob supervisão médica estrita. Se ocorrer uma queda excessiva na pressão arterial1, o paciente deve ser colocado em posição supina e, se necessário, administrar uma infusão intravenosa de solução salina. Uma resposta hipotensiva transitória não é uma contraindicação para um tratamento adicional, que normalmente pode ser continuado sem dificuldade uma vez que a pressão arterial1 estiver estabilizada.
Insuficiência renal9
Em estudos clínicos, RASILEZ não foi estudado em pacientes hipertensos com disfunção renal10 grave (creatinina> ou = 1,7 mg/dl95 para mulheres e > ou = 2,0 mg/dl95 para homens e/ou taxa de filtração glomerular estimada < 3 mL/min), histórico de diálise30, síndrome nefrótica96, ou hipertensão66 renovascular. Deve·se ter cautela em pacientes hipertensos com insuficiência renal9 grave devido à disponibilidade limitada de informações sobre segurança para RASILEZ. Outros agentes que agem no sistema renina-angiotensina podem aumentar o potássio, creatinina75 sérica e ureia97 nitrogenada sanguínea nesses pacientes e um efeito similar pode ocorrer com RASILEZ.
Angioedema98 de Cabeça99 e Pescoço100
Foi relatado angioedema98 de face27, extremidades, lábios, língua38, glote101 e/ou laringe102 em pacientes tratados com alisquireno. Isto pode ocorrer em qualquer momento durante o tratamento. Os inibidores da ECA foram associados com uma incidência54 mais alta de angioedema98 em pacientes negros do que em pacientes não-negros, mas não se sabe se as incidências são mais altas em pacientes negros usando alisquireno. RASILEZ deve ser descontinuado imediatamente e deve ser fornecida terapia apropriada e monitoramento até que ocorra a resolução completa e sustentada dos sinais25 e sintomas26. A experiência com inibidores da ECA indica que mesmo nas situações em que somente o inchaço36 da língua38 é inicialmente observado, sem sofrimento respiratório, os pacientes podem necessitar de observação prolongada uma vez que o tratamento com anti-histamínicos e corticoides pode não ser suficiente para prevenir o envolvimento respiratório. Muito raramente, foram relatadas fatalidades em pacientes com angioedema98 associado com edema68 laríngeo ou edema68 de língua38 com inibidores da ECA. Pacientes com envolvimento da língua38, glote101 ou laringe102 são mais prováveis de apresentarem obstrução das vias aéreas, especialmente aqueles com um histórico de cirurgia das vias aéreas. Nos casos em que há o envolvimento da língua38, glote101 ou laringe102, terapia apropriada, por exemplo, solução de epinefrina subcutânea103 1:1000 (0,3 mL a 0,5 mL) e medidas necessárias para assegurar uma desobstrução das vias aéreas devem ser imediatamente fornecidas.
Os pacientes devem ser orientados a relatar imediatamente quaisquer sinais25 ou sintomas26 que sugiram angioedema98 (inchaço36 de face27, extremidades, olhos104, lábios, língua38, dificuldade de engolir ou respirar) e não tomar mais nenhum medicamento até que tenha passado por uma consulta médica.
Hipercalemia87
Aumentos no potássio sérico > 5,5 meq/L não foram frequentes com RASILEZ em monoterapia (0,9% comparado a 0,6% com placebo65). Entretanto, quando usado em combinação com um inibidor da ECA numa população diabética, aumentos no potássio sérico foram mais frequentes (5,5%). É indicado monitoramento de rotina de eletrólitos105 e da função renal10 nesta população.
Estenose106 da artéria renal107
Não há dados disponíveis sobre o uso de RASILEZ em pacientes com estenose106 da artéria renal107 unilateral ou bilateral ou estenose106 da artéria11 para pacientes21 com rim13 único.
Uso concomitante com ciclosporina A
O uso concomitante de alisquireno com ciclosporina, um inibidor da glicoproteína P altamente potente, não é recomendado (ver "Interações medicamentosas").

Interações Medicamentosas de Rasilez

RASILEZ possui um baixo potencial de interações com outros medicamentos.Os compostos que foram investigados nos estudos clínicos farmacocinéticos incluíram acenocumarol, atenolol, celecoxibe, fenofibrato, pioglitazona, alopurinol, mononitrato de isossorbida-5, irbesartana, digoxina, ramipril e hidroclorotiazida, e nenhuma interação foi identificada.
A coadministração com irbesartana reduziu a Cmax do alisquireno em até 50% após doses múltiplas.
A coadministração de alisquireno com valsartana (redução de 28%), metformina108 (redução de 18%), anlodipino (aumento de 29%) ou cimetidina (aumento de 19%), resultou em uma alteração na Cmax ou AUC de alisquireno entre 20% e 30%.
Quando administrado com atorvastatina, o estado de equilíbrio de alisquireno e sua AUC e Cmax aumentaram em 50%. A coadministração de alisquireno não teve nenhum impacto significante na farmacocinética da atorvastatina, valsartana, metformina108 ou anlodipino. Como resultado, não é necessário nenhum ajuste de dose para alisquireno ou para esses medicamentos coadministrados.
Interações com CYP 450: o alisquireno não inibe as isoenzimas CYP450 (CYP1A2, 2C8, 2C9, 2C19, 206, 2EI e CYP3A4). O alisquireno não induz o CYP3A4. O alisquireno é minimamente metabolizado pelas enzimas do citocromo P450, portanto não é esperado que alisquireno afete a exposição sistêmica de substâncias que inibam, induzam ou metabolizem essas enzimas.
Interações com glicoproteína P: MDR1/Mdr1a/1b (Pgp) foi achado como sendo o principal sistema de eflúvio envolvido na absorção e disposição do alisquireno em estudos pré-clínicos.
O potencial de interações medicamentosas no sítio do Pgp depeno dependerá provavelmente do grau de inibição deste transportador.
Substratos Pgp ou inibidores fraco·moderado: nenhuma interação relevante com atenolol, digoxina, anlodipino e cimetidina foi observada.
Inibidores potentes de Pgp: quando administrado com atorvastatina (80 mg), a AUC e a Cmax de alisquireno (300 mg) no estado de equilíbrio aumentou por volta de 50%. A coadministração de cetoconazol (200 mg) com alisquireno (300 mg) resultou em um aumento de 80% dos níveis plasmáticos de alisquireno (AUC e Cmax). Estudos pré-clínicos indicaram que a coadministração de alisquireno e cetoconazol intensifica a absorção gastrintestinal de alisquireno e diminui a excreção biliar. Espera-se que a alteração nos níveis plasmáticos de alisquireno na presença de atorvastatina ou cetoconazol seja dentro da faixa que seria atingida se a dose de alisquireno fosse dobrada; doses de alisquireno até 600 mg, ou duas vezes a maior dose terapêutica41 recomendada, têm sido relatada como bem tolerada em estudos clínicos controlados. Como resultado, o ajuste de dose do alisquireno não é necessário.
Inibidores altamente potentes de Pgp: um estudo de interação medicamentosa com dose única em sujeitos saudáveis tem mostrado que a ciclosporina (200 e 600 mg) aumenta a Cmax de alisquireno 75 mg por aproximadamente 2,5 vezes e a AUC por aproximadamente 5 vezes. Portanto, o uso concomitante de ambos medicamentos não é recomendado (ver "Advertências e Precauções").
Furosemida: quando alisquireno foi coadministrado com furosemida, a AUC e a Cmax da furosemida foram reduzidas em 28% e 49% respectivamente. Portanto, é recomendado que estes efeitos sejam monitorados quando iniciar e ajustar a terapia com furosemida para evitar uma possível subutilização em situações clínicas de hipervolemia.
Diuréticos20 poupadores de potássio e potássio: baseado na experiência com o uso de outros medicamentos que afetam o sistema renina-angiotensina, o uso concomitante de alisquireno com os seguintes medicamentos pode levar a um aumento do potássio sérico: diuréticos20 poupadores de potássio, suplementos de potássio ou repositores de sais contendo potássio. Se a coadministração de medicamentos for necessária, recomenda-se cautela (ver "Reações adversas a medicamentos").
Varfarina: os efeitos do alisquireno sobre a farmacocinética da varfarina não foram avaliados em estudos clínicos bem-controlados.

Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas de Rasilez

Não foram realizados estudos sobre os efeitos na habilidade de dirigir e operar máquinas.

Reações Adversas a Medicamentos de Rasilez

A segurança de RASILEZ foi avaliada em mais de 7800 pacientes, incluindo mais de 2300 tratados por 6 meses, e mais de 1200 por um ano. A incidência54 de eventos adversos não demonstrou nenhuma associação com o sexo, idade, índice de massa corpórea ou raça. O tratamento com RASILEZ em doses de até 300 mg foi bem tolerado com uma incidência54 geral de eventos adversos similar ao placebo65. Os eventos adversos foram geralmente moderados e de natureza transitória e raramente requereram descontinuação da terapia. A reação adversa mais comum é a diarreia32.Em mulheres e em pacientes idosos (idade > ou = 65 anos) aumentos na incidência54 de diarréia32 foi evidente, começando na dose de 150 mg por dia, com incidência54 comparada nesses subgrupos recebendo 150 mg àquela observada em pacientes jovens ou do sexo masculino recebendo 300 mg (todas as incidências aproximadamente 2,0% - 2,3%). Outros sintomas26 gastrintestinais incluíram dor abdominal, dispepsia109 e refluxo gastresofágico, embora a incidência54 aumentada de dor abdominal e dispepsia109 tenha sido distinta do placebo65 somente na dose diária de 600 mg. A diarreia32 e outros sintomas26 gastrintestinais foram tipicamente leves e raramente levaram à descontinuação.
Outros eventos adversos com incidência54 aumentada para o alisquireno comparada ao placebo65 incluíram erupção39 cutânea40 (1% vs. 0,3%), ácido úrico elevado (0,4% vs. 0,1%), gota110 (0,2% vs. 0,1%), cálculo111 renal10 (0,2% vs. 0%). Episódios isolados de convulsões tônico-clônicas com perda da consciência foram relatados em dois pacientes tratados com alisquireno nos estudos clínicos. Um destes pacientes apresentava predisposição para convulsões e apresentou eletroencefalograma112 (EEG) e diagnóstico70 por imagem cerebral negativo após as convulsões (para o outro paciente o EEG e diagnóstico70 por imagem não foram relatados). O alisquireno foi descontinuado e não houve nova tentativa.
Relatos de angioedema98 ocorreram durante o tratamento com RASILEZ. Em estudos clínicos controlados, o angioedema98 ocorreu raramente durante tratamento com RASILEZ com taxas comparáveis ao tratamento com placebo65 ou hidroclorotiazida. Os pacientes devem descontinuar o tratamento e devem relatar ao médico qualquer sinal113 sugestivo de reação alérgica35 (em particular, dificuldades na respiração ou deglutição114, edema68 de face27, extremidades, olhos104, lábios, língua38).
Adicionalmente, 26 outros casos de edema68 envolvendo a face27, mãos115 ou o corpo inteiro foram relatados com o uso do alisquireno, incluindo quatro casos que levaram à descontinuação. Entretanto, nos estudos clínicos controlados por placebo65, a incidência54 de edema68 envolvendo a face27, mãos115 ou o corpo inteiro foi de 0,4% com o alisquireno comparado com 0,5% com o placebo65. Em um estudo de longo prazo com controle ativo com braços de alisquireno e hidroclorotiazida, a incidência54 de edema68 envolvendo a face27, mão116 ou o corpo inteiro foi de 0,4% em ambos os braços de tratamento.
Os seguintes eventos adversos ocorreram nos estudos clínicos controlados por placebo65 com uma incidência54 maior que 1% nos pacientes tratados com alisquireno, mas também ocorreram com uma incidência54 igual ou mais alta nos pacientes que receberam placebo65: cefaleia117, nasolaringite, vertigem118, fadiga119, infecção120 do trato respiratório superior, dor nas costas121 e tosse.
O uso de RASILEZ foi associado com um pequeno aumento na incidência54 de tosse nos estudos clínicos controlados por placebo65 (0,9% para qualquer dose de alisquireno vs. 0,6% para o placebo65). Em estudos clínicos com controle ativo com braços de inibidores da ECA (ramipril, lisinopril), as incidências de tosse para os braços de alisquireno foram de aproximadamente um terço a metade das incidências nos braços de inibidores da ECA. As reações adversas estão listadas na Tabela 1 de acordo com a frequência, da mais frequente primeiro, utilizando a seguinte convenção: muito comum (> ou = 1/10); comum (> ou = 1/100, < 1/10); incomum (> ou = 1/1000, < 1/100); raro (> ou = 1/10000, < 1/1000); muito raro < 1/10000), incluindo casos isolados. Dentro de cada grupo de frequências, as reações adversas estão listadas em ordem decrescente de gravidade.
Tabela 1
Distúrbios gastrintestinais
Comum Diarreia32
Distúrbios do tecido subcutâneo122 e pele123
Incomum Erupção39 cutânea40

Achados Laboratoriais de Rasilez

Em estudos clínicos controlados, alterações clinicamente relevantes nos parâmetros laboratoriais raramente foram associadas com a administração de RASILEZ. Em estudos clínicos em pacientes hipertensos, RASILEZ não teve nenhum efeito clinicamente importante no colesterol124 total, HDL125, triglicérides126, glicose127 de jejum ou ácido úrico.
Hemoglobina128 e hematócrito129: foram observadas pequenas reduções na hemoglobina128 e no hematócrito129 (média de redução de aproximadamente 0,05 mmol/L130 e 0,16 percentuais de volume, respectivamente). Nenhum paciente descontinuou a terapia devido à anemia131. Este efeito também é observado com outros agentes que agem no sistema renina-angiotensina, tais como inibidores da enzima42 conversora de angiotensina e bloqueadores do receptor de angiotensina.
Potássio sérico: Aumentos no potássio sérico foram mínimos e raros em pacientes com hipertensão arterial132 tratados somente com RASILEZ (0,9% comparado a 0,6% com placebo65). Porém, em um estudo no qual RASILEZ foi usado em combinação com um inibidor da enzima42 conversora de angiotensina (IECA) em diabéticos, aumentos no potássio sérico foram mais frequentes (5,5%). Assim como com qualquer outro medicamento que age no sistema renina·angiotensina (SRA), é indicada uma monitorização eletrolítica de rotina e da função renal10 em pacientes diabéticos utilizando RASILEZ.
Ureia97, creatinina75: pequenos aumentos na ureia97 ou na creatinina75 sérica foram observados em menos de 7% dos pacientes com hipertensão66 tratados com RASILEZ em monoterapia vs. 6% com placebo65.
Ácido úrico sérico: o alisquireno em monoterapia produziu pequenos aumentos médios nos níveis de ácido úrico sérico (aproximadamente 6 umol/L), enquanto a HCTZ produziu aumentos maiores (aproximadamente 30 vmoI/L). A combinação do alisquireno com a HCTZ parece ser aditiva (aproximadamente um aumento de 40 umoI/L). Os aumentos no ácido úrico parecem levar a pequenos aumentos nos eventos adversos relacionados com o ácido úrico; ácido úrico elevado (0,4% vs. 0,1 %), gota110 (0,2% vs. 0,1 %), e cálculos renais (0,2% vs. O%).
Creatina quinase: aumentos na creatina quinase de > 300% foram registrados em aproximadamente 1% dos pacientes em monoterapia com alisquireno vs. 0,5% dos pacientes com placebo65. Dos cinco casos de aumento de creatina quinase, três levaram a descontinuação, um foi diagnosticado como rabdomiólise133 subclínica e o outro como miosite, foram relatados como eventos adversos com o uso de alisquireno em estudos clínicos. Nenhum caso foi associado com disfunção renal10.
ATENÇÃO: ESTE É UM MEDICAMENTO NOVO E, EMBORA AS PESQUISAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA AÇEITÁVEIS PARA COMERCIALlZAÇÃO, EFEITOS INDESEJÁVEIS E NAO CONHECIDOS PODEM OCORRER. NESTE CASO, INFORME SEU MÉDICO.

Superdose de Rasilez

Dados limitados relacionados à superdose em humanos estão disponíveis. A manifestação mais comum da superdose seria uma hipotensão29, devido ao efeito anti-hipertensivo de alisquireno. Se ocorrer uma hipotensão29 sintomática94, deve ser iniciado um tratamento de suporte.

Armazenagem de Rasilez

Manter o produto em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C) em sua embalagem original. Proteger da umidade.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Reg MS - 1.0068.1055
Farm. Resp.: Marco A. J. Siqueira - CRF·SP 23.873
Fabricado por:
Novartis Pharma Stein AG
Stein, Suíça
Importado por:
Novartis Biociências S.A.
Av. Ibirama, 518 - Complexos 44113 - Taboão da Serra, SP.
CNPJ: 56.994.50210098-62 -Indústria Brasileira.
OU
Importado e embalado por:
Novartis Biociências S.A.
Av. lbirama, 518 - Complexos 44113 - Taboão da Serra. SP.
CNPJ: 56.994.50210098·62 - Indústria Brasileira.
SIC 08008883003
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RASILEZ - Laboratório

NOVARTIS
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Complementos

1 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
2 Vasos Sanguíneos: Qualquer vaso tubular que transporta o sangue (artérias, arteríolas, capilares, vênulas e veias).
3 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
4 Artérias: Os vasos que transportam sangue para fora do coração.
5 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
6 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
7 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
8 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
9 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
10 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
11 Artéria: Vaso sangüíneo de grande calibre que leva sangue oxigenado do coração a todas as partes do corpo.
12 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
13 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
14 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
15 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
16 Artrite reumatóide: Doença auto-imune de etiologia desconhecida, caracterizada por poliartrite periférica, simétrica, que leva à deformidade e à destruição das articulações por erosão do osso e cartilagem. Afeta mulheres duas vezes mais do que os homens e sua incidência aumenta com a idade. Em geral, acomete grandes e pequenas articulações em associação com manifestações sistêmicas como rigidez matinal, fadiga e perda de peso. Quando envolve outros órgãos, a morbidade e a gravidade da doença são maiores, podendo diminuir a expectativa de vida em cinco a dez anos.
17 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
18 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
19 Fúngicas: Relativas à ou produzidas por fungo.
20 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
21 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
22 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
23 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
24 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
25 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
26 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
27 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
28 Efeito colateral: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
29 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
30 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
31 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
32 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
33 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
34 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
35 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
36 Inchaço: Inchação, edema.
37 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
38 Língua:
39 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
40 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
41 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
42 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
43 Medula: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
44 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
45 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
46 Fibroses: 1. Aumento das fibras de um tecido. 2. Formação ou desenvolvimento de tecido conjuntivo em determinado órgão ou tecido como parte de um processo de cicatrização ou de degenerescência fibroide.
47 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
48 Extravascular: Relativo ao exterior dos vasos sanguíneos e linfáticos, ou que ali se situa ou ocorre.
49 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
50 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
51 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
52 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
53 Trato Gastrintestinal Inferior: O segmento do TRATO GASTROINTESTINAL que inclui o INTESTINO DELGADO por baixo do DUODENO e o INTESTINO GROSSO
54 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
55 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
56 Hiperplasia: Aumento do número de células de um tecido. Pode ser conseqüência de um estímulo hormonal fisiológico ou não, anomalias genéticas no tecido de origem, etc.
57 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
58 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
59 Adenoma: Tumor do epitélio glandular de características benignas.
60 Cólon:
61 Adenocarcinoma: É um câncer (neoplasia maligna) que se origina em tecido glandular. O termo adenocarcinoma é derivado de “adeno”, que significa “pertencente a uma glândula” e “carcinoma”, que descreve um câncer que se desenvolveu em células epiteliais.
62 Ceco: Bolsa cega (ou área em fundo-de-saco) do INTESTINO GROSSO, localizada abaixo da entrada do INTESTINO DELGADO. Apresenta uma extensão em forma de verme, o APÊNDICE vermiforme.
63 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
64 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
65 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
66 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
67 Terapia combinada: Uso de medicações diferentes ao mesmo tempo (agentes hipoglicemiantes orais ou um agente hipoglicemiante oral e insulina, por exemplo) para administrar os níveis de glicose sangüínea em pessoas com diabetes tipo 2.
68 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
69 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
70 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
71 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
72 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
73 Nefropatia: Lesão ou doença do rim.
74 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
75 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
76 Morbidade: Morbidade ou morbilidade é a taxa de portadores de determinada doença em relação à população total estudada, em determinado local e em determinado momento.
77 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
78 Hipoplasia: Desenvolvimento defeituoso ou incompleto de tecido ou órgão, geralmente por diminuição do número de células, sendo menos grave que a aplasia.
79 Crânio: O ESQUELETO da CABEÇA; compreende também os OSSOS FACIAIS e os que recobrem o CÉREBRO. Sinônimos: Calvaria; Calota Craniana
80 Anúria: Clinicamente, a anúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas.
81 Oligohidrâmnio: É quando a gestante está com menos líquido amniótico que o ideal dentro do útero. Ele ocorre mais comumente durante o terceiro trimestre da gestação.
82 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
83 Canal Arterial: Vaso sangüíneo fetal que conecta a artéria pulmonar à aorta descendente.
84 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
85 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
86 Oligúria: Clinicamente, a oligúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas ou menor de 30 ml/hora.
87 Hipercalemia: É a concentração de potássio sérico maior que 5.5 mmol/L (mEq/L). Uma concentração acima de 6.5 mmol/L (mEq/L) é considerada crítica.
88 Transfusão: Introdução na corrente sangüínea de sangue ou algum de seus componentes. Podem ser transfundidos separadamente glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma, fatores de coagulação, etc.
89 Líquido amniótico: Fluido viscoso, incolor ou levemente esbranquiçado, que preenche a bolsa amniótica e envolve o embrião durante toda a gestação, protegendo-o contra infecções e choques mecânicos e térmicos.
90 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
91 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
92 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
93 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
94 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
95 Mg/dL: Miligramas por decilitro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
96 Síndrome nefrótica: Doença que afeta os rins. Caracteriza-se pela eliminação de proteínas através da urina, com diminuição nos níveis de albumina do plasma. As pessoas com síndrome nefrótica apresentam edema, eliminação de urina espumosa, aumento dos lipídeos do sangue, etc.
97 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
98 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
99 Cabeça:
100 Pescoço:
101 Glote: Aparato vocal da laringe. Consiste das cordas vocais verdadeiras (pregas vocais) e da abertura entre elas (rima da glote).
102 Laringe: É um órgão fibromuscular, situado entre a traqueia e a base da língua que permite a passagem de ar para a traquéia. Consiste em uma série de cartilagens, como a tiroide, a cricóide e a epiglote e três pares de cartilagens: aritnoide, corniculada e cuneiforme, todas elas revestidas de membrana mucosa que são movidas pelos músculos da laringe. As dobras da membrana mucosa dão origem às pregas vocais.
103 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
104 Olhos:
105 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
106 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
107 Artéria Renal: Ramo da aorta abdominal que irriga os rins, glândulas adrenais e ureteres.
108 Metformina: Medicamento para uso oral no tratamento do diabetes tipo 2. Reduz a glicemia por reduzir a quantidade de glicose produzida pelo fígado e ajudando o corpo a responder melhor à insulina produzida pelo pâncreas. Pertence à classe das biguanidas.
109 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
110 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
111 Cálculo: Formação sólida, produto da precipitação de diferentes substâncias dissolvidas nos líquidos corporais, podendo variar em sua composição segundo diferentes condições biológicas. Podem ser produzidos no sistema biliar (cálculos biliares) e nos rins (cálculos renais) e serem formados de colesterol, ácido úrico, oxalato de cálcio, pigmentos biliares, etc.
112 Eletroencefalograma: Registro da atividade elétrica cerebral mediante a utilização de eletrodos cutâneos que recebem e amplificam os potenciais gerados em cada região encefálica.
113 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
114 Deglutição: Passagem dos alimentos desde a boca até o esôfago; ação ou efeito de deglutir; engolir. É um mecanismo em parte voluntário e em parte automático (reflexo) que envolve a musculatura faríngea e o esfíncter esofágico superior.
115 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
116 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
117 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
118 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
119 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
120 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
121 Costas:
122 Tecido Subcutâneo: Tecido conectivo frouxo (localizado sob a DERME), que liga a PELE fracamente aos tecidos subjacentes. Pode conter uma camada (pad) de ADIPÓCITOS, que varia em número e tamanho, conforme a área do corpo e o estado nutricional, respectivamente.
123 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
124 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
125 HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sanguíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como “Bom Colesterol”. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
126 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
127 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
128 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
129 Hematócrito: Exame de laboratório que expressa a concentração de glóbulos vermelhos no sangue.
130 Mmol/L: Milimols por litro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
131 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
132 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
133 Rabdomiólise: Síndrome caracterizada por destruição muscular, com liberação de conteúdo intracelular na circulação sanguínea. Atualmente, a rabdomiólise é considerada quando há dano secundário em algum órgão associado ao aumento das enzimas musculares. A gravidade da doença é variável, indo de casos de elevações assintomáticas de enzimas musculares até situações ameaçadoras à vida, com insuficiência renal aguda ou distúrbios hidroeletrolíticos. As causas da rabdomiólise podem ser classificadas em quatro grandes grupos: trauma ou lesão muscular direta, excesso de atividade muscular, defeitos enzimáticos hereditários ou outras condições clínicas.

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