Preço de Versa em São Paulo/SP: R$ 59,72

Versa

EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A.

Atualizado em 25/10/2019

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Versa®
enoxaparina sódica
Solução injetável

APRESENTAÇÕES

Versa® (enoxaparina sódica) solução injetável:
20 mg/0,2 mL, 40 mg/0,4 mL. Embalagens com 2 e 6 seringas pré-enchidas com dispositivo de segurança.
60 mg/0,6 mL e 80 mg/0,8 mL. Embalagens com 2 seringas pré-enchidas com dispositivo de segurança.

Uso subcutâneo1 ou intravenoso
USO ADULTO

COMPOSIÇÕES

Cada seringa2 preenchida contém:

Apresentação

20 mg

40 mg

60 mg

80 mg

enoxaparina sódica

20,0 mg

40,0 mg

60,0 mg

80,0 mg

água para injetáveis q.s.p.

0,2 mL

0,4 mL

0,6 mL

0,8 mL

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Versa® (enoxaparina sódica) é indicado no:

  • tratamento da trombose3 (oclusão por trombo4) de veias5 profundas já estabelecida com ou sem embolia6 pulmonar (oclusão de algum vaso no pulmão7 por trombo4 que migrou de outra veia);
  • prevenção de tromboses8 venosas associadas à cirurgia ortopédica ou à cirurgia geral;
  • prevenção de tromboses8 venosas em pacientes acamados, devido a doenças agudas, incluindo insuficiência cardíaca9, insuficiência respiratória10, infecções11 graves e doenças reumáticas;
  • prevenção da coagulação12 do circuito de circulação13 extracorpórea durante a hemodiálise14;
  • tratamento da angina15 instável (dor no peito16 causada pela diminuição do suprimento de oxigênio no coração17) e do infarto18 agudo19 do miocárdio20 sem onda Q (tipo de infarto18), quando administrado concomitantemente ao ácido acetilsalicílico.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Este medicamento diminui o risco de desenvolvimento de tromboses8 de veias5 profundas e sua consequência mais grave, a embolia6 pulmonar. Versa® (enoxaparina sódica) previne e trata estas duas condições, evitando sua progressão ou recorrência21, além de tratar angina15 instável e infarto18 agudo19 do miocárdio20 sem onda Q.
A duração de uso de Versa® (enoxaparina sódica) pode variar de um indivíduo para o outro. A ação de Versa® (enoxaparina sódica) inicia-se após 3 (três) a 5 (cinco) horas da injeção22.
Versa® (enoxaparina sódica) também evita a coagulação12 do sangue23 no circuito de hemodiálise14.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Versa® (enoxaparina sódica) não deve ser utilizado por pacientes que apresentam:

  • Alergia24 à enoxaparina sódica, à heparina e seus derivados, inclusive outras heparinas de baixo peso molecular;
  • Sangramentos ativos de grande porte e condições com alto risco de desenvolvimento de sangramento incontrolável, incluindo acidente vascular cerebral25 (derrame26) hemorrágico27 recente.

Não administrar Versa® (enoxaparina sódica) por via intramuscular.
Este medicamento é contraindicado em crianças.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Hemorragia28 (sangramento): assim como outros anticoagulantes29, pode ocorrer sangramento em qualquer local. Se ocorrer sangramento, a origem da hemorragia28 deve ser investigada e tratamento apropriado deve ser instituído.

Monitorização da contagem de plaquetas30 (célula31 sanguínea necessária para a coagulação12): o risco de redução no número de plaquetas30 induzida por heparina também existe com heparinas de baixo peso molecular e pode ocorrer entre o 5º e 21º dia após o início do tratamento com enoxaparina sódica. Por essa razão, deve-se realizar a contagem do número de plaquetas30 antes do início e regularmente durante o tratamento com enoxaparina sódica. Na prática, em caso de confirmação de diminuição do número de plaquetas30 (30 a 50% do valor inicial), o tratamento com enoxaparina sódica deve ser imediatamente interrompido e substituído por outra terapia.

As heparinas de baixo peso molecular (HBPM): as heparinas de baixo peso molecular (HBPM) devem ser utilizadas individualmente, pois existem diferenças básicas entre elas quanto ao: processo de produção, peso molecular, unidade e dosagem. Isto ocasiona diferenças em suas atividades farmacológicas; portanto, é necessário obedecer às instruções de uso de cada medicamento.

Anestesia32 espinhal/peridural33 (“raqui” e “peri”, tipos de anestesias locais, aplicadas nas costas34): assim como com outros anticoagulantes29, foram relatados casos de hematoma35 intraespinhal (dentro da medula espinhal36) com o uso concomitante de enoxaparina sódica e anestesia32 espinhal/peridural33, que podem resultar em paralisia37 prolongada ou permanente. Estes eventos são raros com a administração de doses ≤ 40 mg/dia de enoxaparina sódica. O risco destes eventos pode ser aumentado pela administração de doses maiores de enoxaparina sódica, uso de cateter epidural38 (catéter de anestesia32 aplicado dentro do espaço peridural33) pós-operatório ou em caso de administração concomitante de outros medicamentos, como alguns anti- inflamatórios. O risco parece também ser aumentado por traumatismo39 ou punções espinhais repetidas.

Para reduzir o risco potencial de sangramento associado ao uso concomitante de enoxaparina sódica e anestesia32/analgesia peridural33 ou espinhal, a introdução e remoção do cateter devem ser realizadas quando o efeito anticoagulante40 da enoxaparina sódica estiver baixo.

A introdução ou remoção do cateter deve ser postergada para 10 (dez) - 12 (doze) horas após a administração de enoxaparina sódica, na profilaxia das tromboses8 de veias5 profundas, enquanto que, em pacientes recebendo doses maiores de enoxaparina sódica, a introdução ou remoção do cateter deverá ocorrer 24 (vinte e quatro) horas após a administração. A dose subsequente de enoxaparina sódica deve ser administrada no mínimo 2 (duas) horas após a remoção do cateter.

O médico deve decidir sobre a administração de anticoagulantes29, durante o uso de anestesia32 peridural33/espinhal. Os pacientes devem informar imediatamente seu médico caso apresentem qualquer sintoma41, tais como dor na região lombar42, entorpecimento ou fraqueza dos membros inferiores, alterações intestinais e/ou urinárias. Em caso de suspeita de sinais43 ou sintomas44 de hematoma35 intraespinhal, devem ser efetuados o diagnóstico45 e tratamento com urgência46.

Procedimentos de revascularização coronária percutânea (procedimento para o tratamento do infarto18): para minimizar o risco de sangramento após procedimentos de revascularização, deve-se ter atenção especial ao local do procedimento, para detecção de sinais43 de sangramento ou formação de hematoma35.

A utilização de Versa® (enoxaparina sódica) não afeta a habilidade de dirigir ou operar máquinas
Verifique sempre o prazo de validade que se encontra na embalagem do produto e confira o nome para não haver enganos. Não utilize Versa® (enoxaparina sódica) caso haja sinais43 de violação ou danificações da embalagem.

Gravidez47: estudos em animais não demonstraram qualquer evidência de toxicidade48 ao feto49 ou malformação50 fetal. Em ratas prenhes, a passagem de enoxaparina sódica por meio da placenta é mínima. Em humanos, não existe evidência da passagem da enoxaparina sódica por meio da placenta durante o segundo trimestre da gravidez47. Ainda não existem informações disponíveis a este respeito, durante o primeiro e terceiro trimestres da gravidez47. Como não foram realizados estudos adequados e bem controlados em gestantes e como os estudos realizados em animais nem sempre são bons indicativos da resposta no ser humano, deve-se utilizar enoxaparina sódica durante a gravidez47, somente se o médico considerar como estritamente necessário.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Amamentação51: em ratas lactantes52, a concentração de enoxaparina sódica ou de seus metabólitos53 marcados no leite é muito baixa. Não se sabe se a enoxaparina sódica inalterada é excretada no leite humano. A absorção oral da enoxaparina sódica é improvável; porém, como precaução, não se deve amamentar durante o tratamento com Versa® (enoxaparina sódica).

Informe a seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento de seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde54.

PRECAUÇÕES
Pacientes idosos: não foi observado aumento na tendência de sangramento em idosos com doses usadas para prevenção de tromboses8; porém, pacientes idosos (especialmente ≥ 80 anos de idade) podem ter um aumento no risco de complicações hemorrágicas55, com doses terapêuticas. Portanto, aconselha-se monitorização clínica cuidadosa (ver item POSOLOGIA). Pacientes idosos podem apresentar eliminação reduzida da enoxaparina.

Crianças: a segurança e eficácia da enoxaparina sódica em crianças ainda não foram estabelecidas.

Restrições a grupos de risco: a enoxaparina sódica, assim como qualquer outro anticoagulante40, deve ser utilizada com cautela, em pacientes com alto risco de sangramento, como nos seguintes casos:

  • Alterações na coagulação12;
  • História de úlcera56 ou sangramento gastrointestinal recente;
  • Acidente vascular cerebral25 (derrame26) isquêmico57 recente;
  • Hipertensão arterial58 grave não controlada por medicamentos;
  • Retinopatia por diabetes59 ou por hipertensão arterial58 (pressão alta);
  • Doença grave do fígado60;
  • Neurocirurgia ou cirurgia nos olhos61 recente;
  • Uso concomitante de medicamentos que afetem a coagulação12 (ver item INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS).

Próteses mecânicas valvulares cardíacas: o uso de Versa® (enoxaparina sódica) não foi adequadamente estudado para casos de prevenção de tromboses8 em pacientes com próteses valvulares cardíacas. Foram relatados casos isolados de trombose3 em pacientes com próteses mecânicas valvulares que receberam enoxaparina para prevenção de trombose3. A avaliação destes casos é limitada devido aos fatores causais serem confusos. Alguns destes casos foram em gestantes nas quais a trombose3 resultou em óbitos materno e fetal. Gestantes com próteses mecânicas valvulares cardíacas podem apresentar maior risco para tromboses8 e embolias.

Insuficiência62 dos rins63: em pacientes com insuficiência renal64, existe aumento no risco de hemorragias65. Como a exposição à enoxaparina sódica aumenta significantemente em pacientes com insuficiência renal64 grave (clearance de creatinina66 < 30mL/min), o ajuste de doses é recomendado para uso terapêutico e preventivo67. Embora não seja recomendado ajuste de doses em pacientes com clearance de creatinina66 entre 30-80 mL/min, é aconselhável realizar monitorização clínica cuidadosa.

Peso baixo: um aumento na exposição à enoxaparina sódica em doses preventivas não ajustadas ao peso tem sido observado em mulheres de peso baixo (< 45 kg) e homens de baixo peso (< 57 kg), que pode resultar em maior risco de hemorragia28. Portanto, é aconselhável realizar monitorização clínica cuidadosa nestes pacientes.

Diminuição no número de plaquetas30 induzida pela heparina: Versa® (enoxaparina sódica) deve ser utilizada com extrema cautela em pacientes, com história de redução no número de plaquetas30 induzida pela heparina, com ou sem trombose3, pois o risco pode persistir por vários anos. A decisão do uso de enoxaparina sódica em tais casos deve ser tomada somente por um médico especialista;

Gestantes com próteses mecânicas valvulares cardíacas: não foram realizados estudos adequados para avaliar a utilização de Versa® (enoxaparina sódica) na prevenção de tromboses8 em gestantes, com próteses mecânicas valvulares cardíacas.

Interações Medicamentosas
Recomenda-se a interrupção do uso de medicamentos que afetam a coagulação12 antes do início do tratamento, com enoxaparina sódica, a menos que seu uso seja estritamente indicado. Tais medicamentos incluem:

  • salicilatos sistêmicos68, ácido acetilsalicílico e outros anti-inflamatórios não-esteroidais (AINEs), incluindo o cetorolaco de trometamina;
  • dextran 40, ticlopidina e clopidogrel;
  • glicocorticoides sistêmicos68;
  • agentes trombolíticos e anticoagulantes29;
  • outros agentes antiplaquetários, incluindo os antagonistas da glicoproteína IIb/IIIa;

Em caso de indicação do uso de qualquer uma destas associações, deve-se utilizar Versa® (enoxaparina sódica) sob monitorização clínica e laboratorial apropriadas.

Interferência em exames laboratoriais
Nas doses utilizadas na prevenção de trombose3 venosa, a enoxaparina sódica não influencia significantemente o tempo de sangramento e os testes de coagulação12 globais, nem afeta a agregação plaquetária ou a ligação do fibrinogênio69 às plaquetas30.
Pode ocorrer aumento do tempo de tromboplastina70 parcial ativada (TTPa) e do tempo de coagulação12 ativada (TCA) (exames que checam como está a coagulação12 do sangue23) com a administração de altas doses. Aumentos no TTPa e TCA não estão linearmente correlacionados ao aumento da atividade antitrombótica da enoxaparina sódica, sendo, portanto, inadequados e inseguros para a monitorização da atividade da enoxaparina sódica.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Versa® (enoxaparina sódica) deve ser conservado dentro da embalagem original, em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC) e protegido da luz. Não congelar as seringas preenchidas.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
Para sua segurança, mantenha o medicamento na embalagem original.
Características físicas e organolépticas:
Solução límpida, isenta de partículas estranhas. Incolor a levemente amarelada.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Para administração do Versa® (enoxaparina sódica) pela via subcutânea71, deve-se seguir as instruções de uso mencionadas abaixo como técnica de injeção subcutânea72, ignorando-se o item 4 da Posologia (Prevenção da coagulação12 do circuito extracorpóreo durante a hemodiálise14 - Administração por via intravenosa).

Técnica de injeção subcutânea72:

1. Antes de administrar Versa® (enoxaparina sódica),
confira a embalagem com a prescrição do médico.

 

 

2. Retire a capa protetora da agulha (figura A).

 

 

3. A seringa2 já está pronta para uso. Observe que existe uma
pequena bolha73 de gás dentro da seringa2. Este gás é inerte
e esta bolha73 de gás não deve ser retirada de dentro da seringa2.
(Figura B). Uma gota74 pode aparecer na ponta da agulha.
Caso isto ocorra, remova-a antes de injetar o medicamento.
Para isso, aponte a agulha para baixo e dê batidas suaves
no corpo da seringa2.

 

 

4. Versa® (enoxaparina sódica) deverá ser administrado, de
preferência, com o paciente deitado (Figura C).

5. O local ideal para a injeção22 é no tecido subcutâneo75 do abdômen
(altura da cintura, aproximadamente 5 cm do umbigo76), alternando
-se, a cada aplicação, o lado direito com o esquerdo (Figura D).
6. Deve-se proceder a limpeza do local da aplicação com algodão
ou gaze embebidos em antiséptico (álcool 70%, por exemplo).
A injeção subcutânea72 consiste na introdução da agulha verticalmente
em todo o seu comprimento, na espessura de uma prega cutânea77
feita entre os dedos polegar e indicador no tecido subcutâneo75
do abdomen (Figura E).
7. Injete lentamente o conteúdo da seringa2 (Figura F).
8. Mantenha esta prega cutânea77 até o final da injeção22 (Figura G).
9. Para acionar o mecanismo de segurança, após completar a injeção22,
deve-se retirar a seringa2 do local da aplicação e continuar empurrando
o êmbolo78 até que o mecanismo de segurança automático seja ativado.
O escudo de segurança irá cobrir automaticamente a agulha.
O mecanismo de segurança será ativado quando a seringa2 estiver
completamente vazia, e o êmbolo78 estiver pressionado até o limite
(Figura H). A seringa2 poderá ser descartada em local apropriado.

10. Ao final, faça discreta compressão local sem massagear.
Depois de abertas, as seringas de Versa® (enoxaparina sódica)
devem ser utilizadas imediatamente. Se houver solução remanescente após o uso, descartá-la.

Pacientes cirúrgicos: - Em pacientes que apresentam risco moderado de trombose3 venosa (por exemplo: cirurgia abdominal), a prevenção é obtida com a dose recomendada de Versa® (enoxaparina sódica) de 20 mg 1 (uma) vez ao dia por via subcutânea71. Na cirurgia geral, a primeira injeção22 deve ser administrada 2 (duas) horas antes da intervenção cirúrgica.Posologia:
Prevenção de trombose3 de veias5 profundas e de embolia6 pulmonar: A posologia de Versa® (enoxaparina sódica) é determinada pela predisposição individual de ocorrer trombose3 venosa em situações desencadeantes como cirurgia, imobilização prolongada e trauma, entre outras. Dessa maneira, são considerados com risco moderado os indivíduos que apresentem os seguintes fatores predisponentes: idade superior a 40 (quarenta) anos, obesidade79, varizes80 dos membros inferiores, tumores, doença pulmonar ou cardíaca crônica, uso de estrógeno81, fase após o parto, infecções11 sistêmicas, entre outros. São considerados com alto risco os indivíduos com história de embolia6 e trombose3 venosa prévia, tumores abdominais ou pélvicos82, cirurgia ortopédica de grande porte dos membros inferiores, entre outros.

Em pacientes com alto risco de trombose3 venosa (por exemplo: cirurgia ortopédica), a prevenção é obtida com injeção22 única diária subcutânea71 de Versa® (enoxaparina sódica) de 40 mg. A primeira injeção22 deve ser aplicada 12 (doze) horas antes da intervenção.

A duração do tratamento depende da persistência do risco de trombose3, em geral, até a deambulação83 do paciente (em média, 7 (sete) a 10 (dez) dias após a intervenção). Tratamento mais prolongado pode ser apropriado em alguns pacientes e deve ser mantido enquanto houver risco de trombose3 venosa e até a deambulação83 do paciente.

A administração única diária de 40 mg de Versa® (enoxaparina sódica) por 3 (três) semanas adicionais, além da profilaxia inicial (em geral, após a alta hospitalar), comprovou ser benéfica em pacientes submetidos à cirurgia ortopédica.

Pacientes clínicos: A dose recomendada para pacientes84 clínicos é de 40 mg de enoxaparina sódica, 1 (uma) vez ao dia, administrada por via subcutânea71. A duração do tratamento deve ser de, no mínimo, 6 (seis) dias, devendo ser mantido até a deambulação83 total do paciente, por um período máximo de 14 (quatorze) dias.

Tratamento da trombose3 de veias5 profundas: A posologia recomendada de Versa® (enoxaparina sódica) recomendada para o tratamento de tromboses8 de veias5 profunda é de 1,5 mg/kg, 1 vez ao dia ou 1 mg/kg, 2 (duas) vezes ao dia, administrada por via subcutânea71. A enoxaparina sódica é geralmente prescrita por um período médio de 10 (dez) dias. A terapia anticoagulante40 oral deve ser iniciada quando apropriado, e o tratamento com Versa® (enoxaparina sódica) deve ser mantido até o início do efeito terapêutico do anticoagulante40 oral.

Tratamento de angina15 instável e infarto18 agudo19 do miocárdio20 sem onda Q: A posologia recomendada de Versa® (enoxaparina

sódica) é de 1 mg/kg a cada 12 (doze) horas, por via subcutânea71, administrada concomitantemente com ácido acetilsalicílico (100 a 325 mg, 1 (uma) vez ao dia). Nestes pacientes, o tratamento com Versa® (enoxaparina sódica) deve ser prescrito por no mínimo 2 (dois) dias, e mantido até estabilização clínica. A duração normal do tratamento é de 2 (dois) a 8 (oito) dias.

Prevenção da coagulação12 do circuito extracorpóreo durante a hemodiálise14
Administração por via intravenosa: A dose recomendada é de 1 mg/kg de Versa® (enoxaparina sódica) injetada na linha arterial do circuito, no início da sessão de hemodiálise14. O efeito desta dose geralmente é suficiente para uma sessão com duração de 4 horas. No caso de aparecimento de anéis de fibrina85 ou de uma sessão mais longa que o normal deve-se administrar dose complementar de 0,5 a 1,0 mg/Kg de Versa® (enoxaparina sódica). Em pacientes sob alto risco hemorrágico27, a dose deve ser reduzida para 0,5 mg/Kg quando o acesso vascular86 for duplo ou 0,75 mg/kg quando o acesso vascular86 for simples.

Risco de uso por via de administração não recomendada: não há estudos dos efeitos de Versa® (enoxaparina sódica) administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente pela via subcutânea71 e intravenosa, conforme recomendado pelo médico.

Populações Especiais
Idosos: não é necessário realizar ajuste posológico em idosos, a menos que a função renal87 (dos rins63) esteja prejudicada. Insuficiência renal64: insuficiência renal64 grave: é necessário realizar ajuste posológico em pacientes com insuficiência renal64 grave (clearance de creatinina66 < 30 mL/min), de acordo com as tabelas a seguir, visto que a exposição à enoxaparina sódica é significativamente aumentada nesta população.

Para uso terapêutico, os seguintes ajustes posológicos são recomendados:

Dose padrão

Insuficiência62 grave dos rins63

1 mg/Kg, por via subcutânea71, duas vezes ao dia

1 mg/ Kg, por via subcutânea71, uma vez ao dia

1,5 mg/Kg, por via subcutânea71, uma vez ao dia

1 mg/Kg, por via subcutânea71, uma vez ao dia

Para uso profilático, os seguintes ajustes posológicos são recomendados:

Dose padrão

Insuficiência62 grave dos rins63

40 mg, por via subcutânea71, uma vez ao dia

20 mg, por via subcutânea71, uma vez ao dia

20 mg, por via subcutânea71, uma vez ao dia

20 mg, por via subcutânea71, uma vez ao dia

Estes ajustes posológicos não se aplicam à indicação de hemodiálise14.

Insuficiência renal64 leve e moderada: embora não seja recomendado realizar ajuste posológico em pa-cientes com insuficiência renal64 moderada (clearance de creatinina66 30-50 mL/min) e leve (clearance de creatinina66 50-80 mL/min), é aconselhável que se faça monitorização clínica cuidadosa.

Insuficiência hepática88 (do fígado60): devido à ausência de estudos clínicos, recomenda-se cautela em pacientes com insuficiência hepática88.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Use o medicamento assim que se lembrar de que esqueceu uma dose. Se o horário estiver próximo ao que seria a dose seguinte, pule a dose perdida e siga o horário das outras doses normalmente. Não dobre a dose para compensar a dose omitida.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Assim como com todos os anticoagulantes29, hemorragias65 são o principal evento adverso de Versa® (enoxaparina sódica), que podem ocorrer em qualquer local, principalmente na presença de fatores de risco associados como: lesões89 suscetíveis a sangramento, procedimentos cirúrgicos ou uso de certas associações medicamentosas que afetam a coagulação12.

Os eventos adversos de Versa® (enoxaparina sódica) estão apresentados em ordem de frequência decrescente a seguir:
Comuns, > 1% e < 10%:
Sistema nervoso central90: febre91, confusão, dor
Dermatológico: vermelhidão, escoriações92 Gastrointestinal: náuseas93, diarreia94
Hematológico: sangramentos (inclui casos de intracraniana e intraocular), anemia95 e redução no número de plaquetas30. Já foram relatados casos de redução no número de plaquetas30 de intensidade leve, transitória e assintomática durante os primeiros dias de tratamento.
Hepática96: aumento das enzimas do fígado60 ALT e AST
Local: hematoma35, dor e vermelhidão no local da injeção22
Renal87: saída de glóbulos vermelhos na urina97

Incomuns, > 0,1% e <1%:
Reações alérgicas, reação alérgica98 de intensidade grave (anafilaxia99), inflamação100 dos vasos da pele101, inflamação100 da pele101, hematoma35 na espinha, aumento das concentrações de potássio no sangue23, aumento do colesterol102, aumento de triglicérides103, lesão104 vermelha na pele101 com coceira, coceira, manchas roxas na pele101, hemorragia28 na região posterior do abdômen, necrose105 da pele101 (geralmente precedida por manchas roxas ou placas106 avermelhadas, infiltradas e dolorosas, devendo-se interromper o tratamento com enoxaparina sódica), aumento do número de plaquetas30, lesões89 avermelhadas e bolhosas. Foram relatados raros casos de redução no número de plaquetas30 de origem alérgica com trombose3. Em alguns casos, a trombose3 foi complicada por menor irrigação sanguínea das extremidades.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.
Informe a empresa sobre o aparecimento de reações indesejáveis e problemas com este medicamento, entrando em contato através do Sistema de Atendimento ao Consumidor (SAC).

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Sintomas44 e gravidade: a superdosagem acidental após administração intravenosa, extracorporal ou subcutânea71 de Versa® (enoxaparina sódica) pode causar complicações hemorrágicas55. A absorção de enoxaparina sódica após a administração oral, mesmo em altas doses, é pouco provável.

Tratamento: os efeitos anticoagulantes29 podem ser, em grande parte, neutralizados pela administração intravenosa lenta de protamina. A dose de protamina deve ser idêntica à dose de enoxaparina sódica administrada, ou seja, 1 mg de protamina neutraliza o efeito anticoagulante40 de 1 mg de enoxaparina sódica, se a enoxaparina sódica foi administrada nas primeiras 8 (oito) horas. Uma infusão de 0,5 mg de protamina para 1 mg de enoxaparina sódica pode ser administrada se a enoxaparina sódica foi administrada em um período maior que 8 (oito) horas anteriores à administração da protamina, ou se tiver sido determinado que uma segunda dose de protamina seja necessária. Após 12 (doze) horas da injeção22 de enoxaparina sódica, a administração da protamina pode não ser necessária. Entretanto, mesmo com doses elevadas de protamina, a atividade anti-Xa nunca é completamente neutralizada (máximo de aproximadamente 60%).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.
Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

DIZERES LEGAIS

 

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

 

Registro M.S.: 1.0043.1016
Farm. Resp.: Dra. Maria Benedita Pereira - CRF-SP 30.378

Fabricado por:
EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A.
Rod. Pres. Castello Branco, Km 35,6 - Itapevi - SP

Registrado por:
EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A.
Av. Vereador José Diniz, 3.465 - São Paulo - SP
CNPJ: 61.190.096/0001-92
Indústria Brasileira

 

SAC 0800 704 3876

 

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Subcutâneo: Feito ou situado sob a pele. Hipodérmico.
2 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
3 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
4 Trombo: Coágulo aderido à parede interna de uma veia ou artéria. Pode ocasionar a diminuição parcial ou total da luz do mesmo com sintomas de isquemia.
5 Veias: Vasos sangüíneos que levam o sangue ao coração.
6 Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia.
7 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
8 Tromboses: Formações de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Podem ser venosas ou arteriais e produzem diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
9 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
10 Insuficiência respiratória: Condição clínica na qual o sistema respiratório não consegue manter os valores da pressão arterial de oxigênio (PaO2) e/ou da pressão arterial de gás carbônico (PaCO2) dentro dos limites da normalidade, para determinada demanda metabólica. Como a definição está relacionada à incapacidade do sistema respiratório em manter níveis adequados de oxigenação e gás carbônico, foram estabelecidos, para sua caracterização, pontos de corte na gasometria arterial: PaO2 50 mmHg.
11 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
12 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
13 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
14 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
15 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
16 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
17 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
18 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
19 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
20 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
21 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
22 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
23 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
24 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
25 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
26 Derrame: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
27 Hemorrágico: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
28 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
29 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
30 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
31 Célula: Unidade funcional básica de todo tecido, capaz de se duplicar (porém algumas células muito especializadas, como os neurônios, não conseguem se duplicar), trocar substâncias com o meio externo à célula, etc. Possui subestruturas (organelas) distintas como núcleo, parede celular, membrana celular, mitocôndrias, etc. que são as responsáveis pela sobrevivência da mesma.
32 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
33 Peridural: Mesmo que epidural. Localizado entre a dura-máter e a vértebra (diz-se do espaço do canal raquidiano). Na anatomia geral e na anestesiologia, é o que se localiza ou que se faz em torno da dura-máter.
34 Costas:
35 Hematoma: Acúmulo de sangue em um órgão ou tecido após uma hemorragia.
36 Medula Espinhal:
37 Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
38 Epidural: Mesmo que peridural. Localizado entre a dura-máter e a vértebra (diz-se do espaço do canal raquidiano). Na anatomia geral e na anestesiologia, é o que se localiza ou que se faz em torno da dura-máter.
39 Traumatismo: Lesão produzida pela ação de um agente vulnerante físico, químico ou biológico e etc. sobre uma ou várias partes do organismo.
40 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
41 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
42 Região Lombar:
43 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
44 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
45 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
46 Urgência: 1. Necessidade que requer solução imediata; pressa. 2. Situação crítica ou muito grave que tem prioridade sobre outras; emergência.
47 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
48 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
49 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
50 Malformação: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
51 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
52 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
53 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
54 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
55 Hemorrágicas: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
56 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
57 Isquêmico: Relativo à ou provocado pela isquemia, que é a diminuição ou suspensão da irrigação sanguínea, numa parte do organismo, ocasionada por obstrução arterial ou por vasoconstrição.
58 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
59 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
60 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
61 Olhos:
62 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
63 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
64 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
65 Hemorragias: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
66 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
67 Preventivo: 1. Aquilo que previne ou que é executado por medida de segurança; profilático. 2. Na medicina, é qualquer exame ou grupo de exames que têm por objetivo descobrir precocemente lesão suscetível de evolução ameaçadora da vida, como as lesões malignas. 3. Em ginecologia, é o exame ou conjunto de exames que visa surpreender a presença de lesão potencialmente maligna, ou maligna em estágio inicial, especialmente do colo do útero.
68 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
69 Fibrinogênio: Proteína plasmática precursora da fibrina (que dá origem à fibrina) e que participa da coagulação sanguínea.
70 Tromboplastina: Conhecida como fator tissular ou Fator III, a tromboplastina é uma substância presente nos tecidos e no interior das plaquetas. Ela tem a função de transformar a protrombina em trombina na presença de íons cálcio, atuando de maneira importante no processo de coagulação.
71 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
72 Injeção subcutânea: Injetar fluido no tecido localizado abaixo da pele, o tecido celular subcutâneo, com uma agulha e seringa.
73 Bolha: 1. Erupção cutânea globosa entre as camadas superficiais da epiderme, cheia de serosidade, líquido claro, pus ou sangue, causada por inflamação, queimadura, atrito, efeito de certas enfermidades, etc. Deve ter mais de 0,5 cm. Quando tem um tamanho menor devem ser chamadas de “vesículas”. 2. Bola ou glóbulo cheio de gás, ar ou vapor que se forma (ou se formou) em alguma substância líquida ou pastosa, especialmente ao ser agitada ou por ebulição ou fermentação. 3. Saliência oca em uma superfície.
74 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
75 Tecido Subcutâneo: Tecido conectivo frouxo (localizado sob a DERME), que liga a PELE fracamente aos tecidos subjacentes. Pode conter uma camada (pad) de ADIPÓCITOS, que varia em número e tamanho, conforme a área do corpo e o estado nutricional, respectivamente.
76 Umbigo: Depressão no centro da PAREDE ABDOMINAL, marcando o ponto onde o CORDÃO UMBILICAL entrava no feto. OMPHALO- (navel)
77 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
78 Êmbolo: 1. Cilindro ou disco que se move em vaivém no interior de seringas, bombas, etc. 2. Na engenharia mecânica, é um cilindro metálico deslizante que recebe um movimento de vaivém no interior de um cilindro de motor de combustão interna. 3. Em artes gráficas, é uma haste de ferro com um cilindro, articulada para comprimir e lançar o chumbo ao molde. 4. Em patologia, é um coágulo ou outro tampão trazido pela corrente sanguínea a partir de um vaso distante, que obstrui a circulação ao ser forçado contra um vaso menor. 5. Na anatomia zoológica, nas aranhas, é um prolongamento delgado no ápice do aparelho copulador masculino.
79 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
80 Varizes: Dilatação anormal de uma veia. Podem ser dolorosas ou causar problemas estéticos quando são superficiais como nas pernas. Podem também ser sede de trombose, devido à estase sangüínea.
81 Estrógeno: Grupo hormonal produzido principalmente pelos ovários e responsáveis por numerosas ações no organismo feminino (indução da primeira fase do ciclo menstrual, desenvolvimento dos ductos mamários, distribuição corporal do tecido adiposo em um padrão feminino, etc.).
82 Pélvicos: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
83 Deambulação: Ato ou efeito de deambular, passear ou marchar.
84 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
85 Fibrina: Proteína formada no plasma a partir da ação da trombina sobre o fibrinogênio. Ela é o principal componente dos coágulos sanguíneos.
86 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
87 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
88 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
89 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
90 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
91 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
92 Escoriações: Ato ou efeito de escoriar-se; esfolar-se, ferir-se.
93 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
94 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
95 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
96 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
97 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
98 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
99 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
100 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
101 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
102 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
103 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
104 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
105 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
106 Placas: 1. Lesões achatadas, semelhantes à pápula, mas com diâmetro superior a um centímetro. 2. Folha de material resistente (metal, vidro, plástico etc.), mais ou menos espessa. 3. Objeto com formato de tabuleta, geralmente de bronze, mármore ou granito, com inscrição comemorativa ou indicativa. 4. Chapa que serve de suporte a um aparelho de iluminação que se fixa em uma superfície vertical ou sobre uma peça de mobiliário, etc. 5. Placa de metal que, colocada na dianteira e na traseira de um veículo automotor, registra o número de licenciamento do veículo. 6. Chapa que, emitida pela administração pública, representa sinal oficial de concessão de certas licenças e autorizações. 7. Lâmina metálica, polida, usualmente como forma em processos de gravura. 8. Área ou zona que difere do resto de uma superfície, ordinariamente pela cor. 9. Mancha mais ou menos espessa na pele, como resultado de doença, escoriação, etc. 10. Em anatomia geral, estrutura ou órgão chato e em forma de placa, como uma escama ou lamela. 11. Em informática, suporte plano, retangular, de fibra de vidro, em que se gravam chips e outros componentes eletrônicos do computador. 12. Em odontologia, camada aderente de bactérias que se forma nos dentes.

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