ARELIX

Sanofi Aventis Farmacêutica Ltda

Atualizado em 03/06/2015

arelix Ò 6 mg.
Piretanida

Uso adulto

Esta bula é continuamente atualizada. Favor proceder à sua leitura antes de utilizar o medicamento.

Composição de Arelix

Cada cápsula contêm Piretanida 6 mg; Excipiente q.s.p. 1 cápsula.

Informações Técnicas de Arelix


ARELIX tem propriedades anti-hipertensiva e diurética. Contém como substância ativa a piretanida, numa formulação de liberação lenta. Após uma leve ação inicial, o efeito diurético1 persiste por um longo período. A parte de ser devida ao seu efeito diurético1, a ação antihipertensiva da piretanida é atribuída a normalização do desequilíbrio eletrolítico celular e, principalmente, à redução na atividade do cálcio livre nas células2 da musculatura arterial, que está elevada em pacientes com hipertensão arterial3 essencial. Por esta razão, sabe-se que a contratilidade aumentada ou responsividade dos vasos sangüíneos4 às aminas endógenas pressoras (ex.: catecolaminas) é reduzida. A diminuição na pressão arterial5 elevada, paralela à atividade do cálcio intracelular (medida nos eritrócitos6) após a administração da piretanida, dá suporte a tal teoria. A piretanida  também causa um aumento na capacidade venosa mediado pela prostaglandina7 e independente da diurese8, assim tendo o efeito adicional de reduzir o trabalho cardíaco. A utilização de uma cápsula diariamente possibilita a diminuição da pressão arterial5, que se inicia lenta e suavemente durante l a 2 semanas; o efeito anti-hipertensivo dura cerca de 24 horas, mantendo, deste modo, a pressão arterial5 controlada. A pronunciada diurese8 que freqüentemente ocorre nos dias iniciais ao tratamento, durante as primeiras horas após a ingestão da cápsula, diminui com o decorrer do tratamento.

Indicações de Arelix

ARELIX é indicado para o tratamento de hipertensão arterial3 leve e moderada. Na hipertensão9 grave, ARELIX pode ser combinado com fármacos anti-hipertensivos não-diuréticos10. Também é indicado para promover a excreção de acúmulos anormais de líquidos visíveis ou inaparentes, e aliviar o trabalho do coração11 em pacientes com insuficiência cardíaca12 e edemas13 conseqüentes a doenças hepáticas14 ou renais.

Contra-Indicações de Arelix


Hipersensibilidade à piretanida ou a derivados sulfonamídicos. ARELIX não deve ser usado em insuficiência renal15 com anúria16, hipopotassemia17 ou hiponatremia18 graves, hipovolemia19 com ou sem redução concomitante da pressão arterial5, insuficiência hepática20 associada com alterações do estado de consciência.

Precauções de Arelix

ARELIX não deve ser usado durante o primeiro trimestre de gravidez21. Ainda não há dados suficientes para determinar a segurança do seu uso nos últimos estágios da gestação. Estudos animais mostraram que a piretanida passa para o leite materno. Sendo assim ARELIX não deve ser administrado a nutrizes22. ARELIX não deve  ser administrado a crianças, devido a não existir experiência suficiente em seu uso pediátrico. Como em todos os pacientes sob terapia salurética, deve-se  monitorar o potássio sérico, a glicemia23 é a uricemia. O controle metabólico em diabéticos pode ocasionalmente, ser prejudicado.

Interações Medicamentosas de Arelix


A experiência com outros diuréticos10 de mecanismo  de ação similar sugere que algumas interações devem ser consideradas. Pode ocorrer potencialização dos efeitos nefrotóxicos e ototóxicos de alguns antibióticos. Durante tratamento simultâneo com digitálicos, deve ser lembrado que a deficiência de potássio e magnésio aumenta a sensibilidade do miocárdio24 aos digitálicos , podendo ocorrer, como resultado, arritmias25 cardíacas. Quando ARELIX for administrado simultaneamente com hormônios que afetem o equilíbrio eletrolítico(corticosteróides), laxantes26 ou carbenoxolonas ou nos casos onde o alcaçuz é freqüentemente consumido, a capacidade desses fármacos provocarem hipopotassemia17 deve ser considerada. O efeito anti-hipertensivo de outros medicamentos pode ser aumentado. A administração concomitante de um inibidor de ECA  pode levar a uma redução da pressão arterial5 (algumas vezes progredindo para choque27) e(ou) comprometimento da função renal28 (algumas vezes progredindo para insuficiência renal15), especialmente em pacientes que desenvolvem deficiência de sal e líquidos após terapia diurética  Em pacientes diabéticos pode ser necessário um aumento da dose do hipoglicemiante29. O efeito dos salicilatos e relaxantes musculares do tipo curare pode ser potencializado, enquanto que o das aminas vasopressoras (ex.: adrenalina30, noradrenalina31) pode ser atenuado. A excreção do lítio por via renal28 pode ser reduzida, o que pode acarretar aumento dos seus efeitos cardiotóxicos e neurotóxicos. Os antiinflamatórios não-esteróides (indometacina, ácido acetilsalicílico) podem atenuar o efeito da piretanida e até causar insuficiência renal15  em caso de hipovolemia19 preexistente.

Reações Adversas de Arelix

Distúrbios gastrintestinais como náusea32, vômito33, distúrbios digestivos e diarréia34 ocorrem em casos raros. Podem ocorrer reações adversas devido à depleção35 de água e eletrólitos36, especialmente após tratamento prolongado com doses altas, o que exigirá a correção do equilíbrio hidroeletrolítico37. A perda excessiva  de líquido (principalmente decorrente de altas doses) pode levar à perda de água corpórea (desidratação38) e a redução do volume sangüíneo circulante (hipovolemia19). Como resultado, pode ocorrer uma pressão sangüínea39 reduzida (hipotensão40), distúrbios circulatórios quando de posição ereta (distúrbio ortostático de regulação), bem como secura da boca41, cefaléia42 e outras desordens circulatórias, tais como tontura43 e alteração visual, especialmente em pessoas idosas. Se a perda de líquidos causar um aumento na concentração sangüínea hemoconcentração44 pode ocorrer trombofilia45, especialmente em pacientes idosos. Fraqueza muscular generalizada e cãibras nas pernas são sinais46 precoces de desequilíbrio eletrolítico. Quando usado na posologia recomendada, ARELIX tem pouco ou nenhum efeito no balanço de potássio. Entretanto pode ocorrer depleção35 de potássio, especialmente quando a ingestão concomitante de potássio na dieta alimentar é insuficiente, ou após vômitos47 ou diarréia34, bem como quando de uso freqüente de laxantes26. Além disso, a deficiência de potássio decorrente de outras condições, como, por exemplo, doenças hepáticas14, do córtex adrenal ou de trato gastrintestinal, pode ser potencializada. Pode ocorrer depleção35 de sódio especialmente se a restrição da ingestão do sal for multo rigorosa. Neste caso, ela pode se manifestar como, por exemplo, cãibras musculares, perda do apetite, sensação de fraqueza, sonolência, apatia48 confusão mental e vômito33. ARELIX pode causar um aumento da excreção de cálcio e magnésio, mas isto, normalmente, não tem significância clínica. Nos casos onde outros fatores potencializam essa ação, e a depender da dose, uma deficiência clinicamente relevante de cálcio ou magnésio sangüíneos (hipocalcemia49, hipomagnesemia) pode ocorrer. Isto pode se manifestar, por exemplo, na forma da irritabilidade neuromuscular aumentada, tetania50 e arritmias25 cardíacas. A tolerância à glicose51 pode ser reduzida em pacientes tratados com ARELIX. Em pacientas diabéticos, isto pode levar à deterioração da condição metabólica; o diabetes52 que não era previamente evidente (diabetes52  mellitus latente) pode tornar-se manifesto. Os níveis séricos de uréia53 e creatinina54 podem se elevar durante o tratamento com ARELIX. A concentração de ácido úrico sangüíneo pode elevar-se durante terapia com ARELIX. Isto pode levar a crises de gota55, especialmente em pacientes com níveis já elevados de ácido úrico. Em todos os pacientes que recebem terapia salurética, os níveis sangüíneos de potássio, glicose51 e ácido úrico devem ser acompanhados. A alcalose56 metabólica preexistente (como em pacientes com cirrose57 hepática58 descompensada)  pode agravar-se durante o tratamento com ARELIX. Durante o tratamento com ARELIX pode ocorrer uma sensibilidade aumentada da pele59 à luz. Reações alérgicas como, por exemplo, edema60 e erupções cutâneas61 tais como urticária62, exantemas63 e enantemas maculopapulares a eritema64 multiformes podem ser vistas em casos raros. Trombocitopenia65, que pode tornar-se manifesta como uma tendência aumentada à hemorragia66 ou uma redução no número de células2 sangüíneas brancas, tem sido observada em casos isolados. Processos inflamatórios de vasos sangüíneos4 (vasculites) têm sido observados durante o tratamento com outros diuréticos10 de alça. Impotência67 pode ocorrer em casos raros como resultado da redução da pressão arterial5. Em pacientes com distúrbios na micção68 ou hipertrofia69 prostática, os sintomas70 de obstrução do fluxo urinário podem ser agravados ou tornar-se manifestos pela primeira vez. Em casos isolados, a capacidade da dirigir, atravessar a rua com segurança ou operar máquinas pode ser prejudicada, especialmente no inicio do tratamento, quando se está substituindo outro medicamento anti-hipertensivo ou, ainda, quando são consumidas bebidas alcoólicas durante o tratamento com a piretanida.

Posologia de Arelix


A menos que prescrito de modo diferente, as doses recomendadas são: Hipertensão9: Nos casos de hipertensão9 leve ou moderada, o tratamento deve ser iniciado com 1 a 2 cápsulas por dia. Em função do efeito diurético1, a segunda cápsula não deve ser tomada à noite. Para o tratamento de manutenção, a administração diária de uma cápsula de ARELIX é geralmente suficiente. Edema60: A dose inicial é geralmente uma cápsula por dia. Doses adicionais dependerão da resposta do paciente e da avaliação clínica. A duração do tratamento é determinada pelo médico. As cápsulas devem ser ingeridas inteiras, sem mastigar, após o café da manhã ou outra refeição. Durante o tratamento com ARELIX, os pacientes devem ser orientados para consumir uma dieta rica em potássio e restringir a ingestão de sal a quantidades moderadas.

Superdosagem de Arelix

Até o presente momento não foi relatado nenhum sintoma71 decorrente de superdosagem, entretanto caso isso ocorra, deve ser realizada lavagem gástrica72. O paciente deve, permanecer em observação e, se necessário, devem ser implementadas medidas de suporte respiratório e cardiovascular.

Apresentação de Arelix


Cápsulas: Embalagem com 20 cápsulas


Venda Sob Prescrição Médica.


HOECHST MARION ROUSSEL S/A.

ARELIX - Laboratório

Sanofi Aventis Farmacêutica Ltda
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Complementos

1 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
2 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
3 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
4 Vasos sangüíneos: Órgãos em forma de tubos que se ramificam por todo o organismo. Existem três tipos principais de vasos sangüíneos que são as artérias, veias e capilares.
5 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
6 Eritrócitos: Células vermelhas do sangue. Os eritrócitos maduros são anucleados, têm forma de disco bicôncavo e contêm HEMOGLOBINA, cuja função é transportar OXIGÊNIO. Sinônimos: Corpúsculos Sanguíneos Vermelhos; Corpúsculos Vermelhos Sanguíneos; Corpúsculos Vermelhos do Sangue; Glóbulos Vermelhos; Hemácias
7 Prostaglandina: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
8 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
9 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
10 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
11 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
12 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
13 Edemas: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
14 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
15 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
16 Anúria: Clinicamente, a anúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas.
17 Hipopotassemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
18 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
19 Hipovolemia: Diminuição do volume de sangue secundário a hemorragias, desidratação ou seqüestro de sangue para um terceiro espaço (p. ex. peritônio).
20 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
21 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
22 Nutrizes: Mulheres que amamentam; amas de leite; que alimentam.
23 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
24 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
25 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
26 Laxantes: Medicamentos que tratam da constipação intestinal; purgantes, purgativos, solutivos.
27 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
28 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
29 Hipoglicemiante: Medicamento que contribui para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capaz de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
30 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
31 Noradrenalina: Mediador químico do grupo das catecolaminas, liberado pelas fibras nervosas simpáticas, precursor da adrenalina na parte interna das cápsulas das glândulas suprarrenais.
32 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
33 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
34 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
35 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
36 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
37 Hidroeletrolítico: Aproximadamente 60% do peso de um adulto são representados por líquido (água e eletrólitos). O líquido corporal localiza-se em dois compartimentos, o espaço intracelular (dentro das células) e o espaço extracelular (fora das células). Os eletrólitos nos líquidos corporais são substâncias químicas ativas. Eles são cátions, que carregam cargas positivas, e ânions, que transportam cargas negativas. Os principais cátions são os íons sódio, potássio, cálcio, magnésio e hidrogênio. Os principais ânions são os íons cloreto, bicarbonato, fosfato e sulfato.
38 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
39 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
40 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
41 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
42 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
43 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
44 Hemoconcentração: Concentração sanguínea ou aumento do hematócrito maior do que 20%.
45 Trombofilia: Tendência aumentada a apresentar fenômenos tromboembólicos, seja esta hereditária ou adquirida.
46 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
47 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
48 Apatia: 1. Em filosofia, para os céticos e os estoicos, é um estado de insensibilidade emocional ou esmaecimento de todos os sentimentos, alcançado mediante o alargamento da compreensão filosófica. 2. Estado de alma não suscetível de comoção ou interesse; insensibilidade, indiferença. 3. Em psicopatologia, é o estado caracterizado por indiferença, ausência de sentimentos, falta de atividade e de interesse. 4. Por extensão de sentido, é a falta de energia (física e moral), falta de ânimo; abatimento, indolência, moleza.
49 Hipocalcemia: É a existência de uma fraca concentração de cálcio no sangue. A manifestação clínica característica da hipocalcemia aguda é a crise de tetania.
50 Tetania: Espasmos e contraturas dos músculos das mãos e pés, e menos freqüentemente dos músculos da face, da laringe (cordas vocais) e da coluna vertebral. Inicialmente, são indolores; mas tendem a tornar-se cada vez mais dolorosos. É um sintoma de alterações bioquímicas do corpo humano e não deve ser confundida com o tétano, que é uma infecção. A causa mais comum é a hipocalcemia (nível baixo de cálcio no sangue). Outras causas incluem hipocalemia (nível baixo de potássio no sangue), hiperpnéia (frequência respiratória anormalmente profunda e rápida, levando a baixos níveis de dióxido de carbono), ou mais raramente de hipoparatiroidismo (atividade diminuída das glândulas paratiróides). Recentemente, considera-se que a hipomagnesemia (nível baixo de magnésio no sangue) é também um dos fatores causais desta situação clínica.
51 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
52 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
53 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
54 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
55 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
56 Alcalose: Desequilíbrio do meio interno, produzido por uma diminuição na concentração de íons hidrogênio ou aumento da concentração de bases orgânicas nos líquidos corporais.
57 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
58 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
59 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
60 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
61 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
62 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
63 Exantemas: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
64 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
65 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
66 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
67 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
68 Micção: Emissão natural de urina por esvaziamento da bexiga.
69 Hipertrofia: 1. Desenvolvimento ou crescimento excessivo de um órgão ou de parte dele devido a um aumento do tamanho de suas células constituintes. 2. Desenvolvimento ou crescimento excessivo, em tamanho ou em complexidade (de alguma coisa). 3. Em medicina, é aumento do tamanho (mas não da quantidade) de células que compõem um tecido. Pode ser acompanhada pelo aumento do tamanho do órgão do qual faz parte.
70 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
71 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
72 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
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