Preço de ISORDIL em Woodbridge/SP: R$ 9,54

ISORDIL

SIGMA PHARMA

Atualizado em 08/12/2014

ISORDIL®

Dinitrato de isossorbida

PARA EVITAR O USO IMPRÓPRIO DO MEDICAMENTO, LEIA ESTA BULA COM ATENÇÃO.

Forma(S) Farmacêutica(S) e Apresentação (ões de Isordil

Isordil® Sublingual de 2,5 mg: caixa contendo 30 comprimidos.Isordil® Sublingual de 5,0 mg: caixa contendo 30 comprimidos.
Isordil® de 5 mg: caixa contendo 30 comprimidos.
Isordil® de 10 mg: caixa contendo 30 comprimidos.
Isordil® AP de 40 mg: caixa contendo 30 comprimidos.

Uso Oral
Uso Adulto

Composição de Isordil

Cada comprimido de Isordil® Sublingual de 2,5 mg contém:
dinitrato de isossorbida .................... 2,5 mg;
excipiente* q.s.p. .................... ....................1 comprimido;
* lactose1, corante amarelo laca 10, celulose microcristalina, estearato de
magnésio, amido, corante alumínio laca amarelo crepúsculo 6;

Cada comprimido de Isordil® Sublingual de 5 mg contém:
dinitrato de isossorbida .................... 5,0 mg;
excipiente* q.s.p. .................... ....................1 comprimido;
* lactose1, celulose microcristalina, estearato de magnésio, amido, corante
alumínio laca vermelho 40, croscarmelose sódica.

Cada comprimido de Isordil® de 5 mg contém:
dinitrato de isossorbida .................... 5,0 mg;
excipiente* q.s.p. .................... ....................1 comprimido;
* sacarose, manitol, estearato de magnésio, corante alumínio laca vermelho
eritrozina 3, amido;

Cada comprimido de Isordil® de 10 mg contém:
dinitrato de isossorbida .................... 10,0 mg;
excipiente* q.s.p. .................... ....................1 comprimido;
* sacarose, manitol, estearato de magnésio, amido;

Cada cápsula de Isordil® AP de 40 mg contém:
dinitrato de isossorbida .................... 40,0 mg;
excipiente* q.s.p. ....................1 cápsula de ação
prolongada;
* lactose1, goma arábica, talco, sacarose, estearato de cálcio, goma laca e
povidona.

Para os comprimidos de Isordil® 5 mg, Isordil® 10 mg e Isordil® AP 40 mg:

"Atenção: Este medicamento contém açúcar2 (sacarose), portanto, deve ser usado
com cautela em portadores de Diabetes3."

Informações ao Paciente de Isordil

Ação esperada do medicamento: Isordil® é um vasodilatador de ação diretasobre a musculatura vascular4 lisa, sendo utilizado em casos de angina5 do peito6 e
insuficiência cardíaca7.
Cuidados de conservação: Manter à temperatura ambiente (15ºC a 30ºC).
Proteger da luz e manter em lugar seco.
Prazo de validade: O número de lote e as datas de fabricação e validade estão
impressos no cartucho do medicamento. Não use o medicamento com o prazo de
validade vencido. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
Gravidez8 e lactação9: Informar ao médico a ocorrência de gravidez8 na vigência
do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está
amamentando.

"Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação
médica ou do cirurgião-dentista."

Cuidados de administração: Os comprimidos de Isordil® sublingual devem
ser colocados e mantidos sob a língua10, até completa dissolução.
Os comprimidos de Isordil® oral e as cápsulas de Isordil® AP deverão ser
ingeridos, sem mastigar, com a ajuda de um pouco de líquido.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a
duração do tratamento.
Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o
conhecimento do seu médico.
Reações adversas: Informe seu médico o aparecimento de reações
desagradáveis, tais como: dor de cabeça11 intensa; vermelhidão na pele12;
vertigem13; fraqueza; queda da pressão; náusea14; vômito15; insônia; transpiração16;
palidez.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS
CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias: Devido à interação
medicamentosa, os pacientes que estiverem recebendo Isordil® não devem
ingerir bebidas alcoólicas. O álcool pode intensificar os efeitos dessa droga. Os
pacientes que estiverem recebendo drogas anti-hipertensivas, bloqueadores
beta-adrenérgicos17 ou fenotiazinas, concomitantemente ao uso de Isordil®,
devem ser observados devido aos possíveis efeitos hipotensores acumulativos.
Contra-indicações: Isordil® está contra-indicado a pacientes alérgicos ao
dinitrato de isossorbida ou a qualquer outro componente da fórmula.

NÃO TOME MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO PODE
SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE18.

Informações Técnicas de Isordil

Características de Isordil

O dinitrato de isossorbida, quimicamente designado de 2,5-dinitrato de 1,4:3,6-dianidro-D-glucitol, é um vasodilatador de ação direta, que relaxa a musculatura
vascular4 lisa. Além da musculatura vascular4 lisa, Isordil® relaxa a musculatura
lisa brônquica, biliar, gastrintestinal, uretral19 e uterina. Os nitratos são
antagonistas fisiológicos da norepinefrina, acetilcolina20 e histamina21.
Após a administração de doses terapêuticas da droga, a pressão arterial22
sistêmica é geralmente diminuída; a freqüência cardíaca mantém-se inalterada
ou sofre um leve aumento compensatório. Na ausência de insuficiência cardíaca7,
o débito cardíaco23 aumenta brevemente e depois diminui. A resistência vascular4 e
pressão pulmonar são diminuídas. Os efeitos antianginosos de Isordil®
sublingual iniciam-se geralmente de 2 a 5 minutos após a administração e
mantêm-se por 1 a 2 horas. Os efeitos hemodinâmicos dos comprimidos orais
são observados dentro de 20 a 60 minutos, mantendo-se adequados por 4 a 6
horas.
A apresentação na forma de cápsulas de ação prolongada libera a droga
gradualmente, de modo a obter um efeito prolongado, durante 10 a 12 horas.
Isordil® relaxa a musculatura lisa brônquica, biliar, gastrintestinal, uretral19 e
uterina. Os nitratos são antagonistas fisiológicos da norepinefrina, acetilcolina20 e
histamina21.
Após a administração de doses terapêuticas da droga, a pressão arterial22
sistêmica é geralmente diminuída; a freqüência cardíaca mantém-se inalterada
ou sofre um leve aumento compensatório. Na ausência de insuficiência cardíaca7,
o débito cardíaco23 aumenta brevemente e depois diminui. A resistência vascular4 e
pressão pulmonar são diminuídas.
Os efeitos antianginosos de Isordil® sublingual iniciam-se geralmente de 2 a 5
minutos após a administração e mantêm-se por 1 a 2 horas. Os efeitos
hemodinâmicos dos comprimidos orais são observados dentro de 20 a 60
minutos, mantendo-se adequados por 4 a 6 horas. A apresentação na forma de
cápsulas de ação prolongada libera a droga gradualmente, de modo a obter um
efeito prolongado, durante 10 a 12 horas.

Farmacocinética de Isordil

A absorção gastrintestinal de Isordil® comprimidos é rápida e completa. A droga
sofre um intenso efeito metabólico de primeiro passo, com pequenas variações
entre os pacientes. Isordil® é metabolizado em dois mononitratos que,
subseqüentemente, sofrem glicuronização.
Menos de 1% do dinitrato de isossrobida liga-se às proteínas24 plasmáticas. As
concentrações plasmáticas de Isordil® e mononitratos foram comparadas após a
administração de comprimidos sublinguais (2 x 5mg) e comprimidos orais (2 x
10mg) em voluntários. A dose sob a forma sublingual foi mais rapidamente
absorvida que a formulação oral, como evidenciado pelos picos de concentração
mais precoces de dinitrato de isossorbida e de mononitratos. A meia-vida do
dinitrato de isossorbida foi de 12 e 30 minutos, para comprimidos sublinguais e
comprimidos orais, respectivamente.
Para o mononitrato de isossorbida, a meia-vida foi de 2 horas para ambas as
formas de apresentação. Para o mononitrato de isossorbida, a meia-vida de
comprimidos sublinguais foi de 5 horas e 48 minutos, enquanto que para os
comprimidos orais foi 4 horas e 30 minutos.
A biodisponibilidade de uma dose única de Isordil® AP 40 mg (ação prolongada)
foi comparada à de Isordil® oral 20 mg (duas doses, administradas com
intervalo de 6 horas), em um estudo cruzado com voluntários. Uma única dose
de Isordil® AP 40 mg resultou em concentrações plasmáticas de dinitrato de
isossorbida, 2-mononitrato de isossorbida, e 5-mononitrato de isossorbida, as
quais oscilaram menos pronunciadamente do que as observadas com Isordil®
oral 20 mg, após a administração em doses divididas.
Os picos de concentração (concentrações máximas) de dinitrato de isossorbida
foram atingidos em 1h e 40 minutos com cápsulas de ação prolongada, e 45
minutos com comprimidos orais. A concentração máxima de 2-mononitrato de
isossorbida foi atingida em 3 horas e 10 minutos com cápsulas de ação
prolongada, e 1 hora e 10 minutos com comprimidos orais. A concentração
máxima de 5-mononitrato de isossorbida foi atingida em 4 horas e 49 minutos
com cápsulas de ação prolongada, e 1 hora e 34 minutos com comprimidos orais.
Todas estas diferenças foram estatisticamente significantes.
Com a administração crônica, ocorre acúmulo plasmático significante de dinitrato
de isossorbida, provavelmente como resultado da saturação do processo de
biotransformação intra-hepático.
A fase de eliminação após administração aguda e crônica de Isordil® parece ser
ao menos bi-exponencial. Basicamente, toda a droga é eliminada pelos rins25,
principalmente sob a forma de glicuronídeo.

Indicações de Isordil

1. Angina5 PectorisIsordil® oral comprimidos: Na profilaxia da dor isquêmica cardíaca associada à
insuficiência26 coronariana. Isordil® pode reduzir a freqüência, duração e
intensidade das crises de angina5. A tolerância ao exercício pode ser restabelecida
e a necessidade de nitroglicerina pode ser reduzida. Os comprimidos orais não
são indicados para o tratamento da crise.
Isordil® sublingual comprimidos: No tratamento de angina5 pectoris e na
profilaxia em situações que podem desencadear uma crise de angina5 como, por
exemplo, estresse físico ou emocional.
Isordil® AP (Ação Prolongada): Na profilaxia de manutenção contra crises de
angina5 pectoris, incluindo angina5 noturna. Isordil® AP pode reduzir a freqüência,
duração e intensidade das crises de angina5. A tolerância ao exercício pode ser
restabelecida. Isordil® AP não é indicado no tratamento de crises de angina5.

2. Insuficiência Cardíaca Congestiva27
Na insuficiência cardíaca congestiva27 aguda e crônica, ambas a formas, oral e
sublingual, podem ser usadas. Insuficiência cardíaca congestiva27 aguda e crônica
(incluindo aquela associada ao infarto do miocárdio28). De acordo com a conduta
atual Isordil® deve ser considerado somente como auxiliar aos métodos
convencionais de tratamento (glicosídeos cardíacos, inibidores da enzima29
conversora de angiotensina e diuréticos30); porém, em casos refratários31, pode ser
usado isoladamente ou simultaneamente com outros vasodilatadores. Isordil® é
particularmente eficaz em pacientes com pressão diastólica32 final do ventrículo
esquerdo aumentada (PDFVE) e débito cardíaco23 normal ou aproximadamente
normal, nos quais a congestão pulmonar ou edema33 é o problema principal.
Isordil® é especialmente recomendado quando a doença arterial coronariana é
causa da insuficiência cardíaca congestiva27, sendo neste caso, seu efeito
antianginoso de grande importância.

Contra-Indicações de Isordil

Hipersensibilidade ao dinitrato de isossorbida ou compostos a ele relacionados e
também a qualquer outro componente da fórmula.

Precauções e Advertências de Isordil

Como com qualquer nitrato, recomenda-se cautela quando Isordil® foradministrado a pacientes com glaucoma34, hipertireoidismo35, anemia36 severa,
traumatismo37 craniano recente e hemorragia38 severa. Devido a uma possível
resposta hipotensora, Isordil® deve ser utilizado com precaução em associação
a bloqueadores dos canais de cálcio, em pacientes que apresentem redução do
volume sanguíneo devido ao tratamento com diuréticos30, ou naqueles pacientes
em uso de sildenafil. Medidas de suporte apropriadas não foram estudadas,
porém, o tratamento como para uma superdosagem por nitratos parece ser
adequado, com elevação das extremidades e com expansão do volume
sanguíneo.
A interrupção de Isordil® deve ser feita de maneira lenta e gradual, com a
finalidade de evitar rebote nos efeitos hemodinâmicos e crises agudas de angina5.
O tratamento com Isordil® pode agravar a angina5 causada por cardiomiopatia
hipertrófica. É possível a ocorrência de tolerância ao Isordil® e tolerância
cruzada com outros nitratos e nitritos.
Carcinogênese, mutagênese e prejuízo da fertilidade: Não foram realizados
estudos prolongados em animais, para avaliar o potencial carcinogênico desta
droga. Um estudo modificado de reprodução39, com duas ninhadas, em ratos
alimentados com dinitrato de isossorbida a 25 ou 100 mg/kg/dia, não revelou
efeitos sobre a fertilidade ou gestação ou alguma patologia40 anormal nem nos
pais, nem nos filhotes alimentados com dinitrato de isossorbida, quando
comparados a ratos alimentados com uma dieta basal controlada.
Uso durante a gravidez8: Foi demonstrado que o dinitrato de isossorbida causa
um aumento na embriotoxicidade em coelhos, relacionada à dose (aumento de
filhotes mumificados), em doses orais de 35 a 150 vezes a dose humana máxima
recomendada diariamente. Não há estudos bem controlados em mulheres
grávidas. Isordil® não deve ser usado durante a gravidez8, a menos que os
benefícios esperados para a paciente superem os riscos potenciais para o feto41,
segundo critério médico.
Uso durante a lactação9: Não se estudou a excreção do dinitrato de isossorbida
no leite materno. Como muitas drogas são excretadas por essa via, a decisão
entre interromper a amamentação42 ou o tratamento deve ser feita levando-se em
consideração a importância do medicamento para a mãe e o risco potencial para
a criança.
Uso em pediatria: A eficácia e segurança de Isordil® em crianças não foram
estabelecidas.

Interações Medicamentosas de Isordil

Os nitratos podem causar hipotensão43, como resultado da vasodilatação
periférica. O álcool pode intensificar este efeito. Os pacientes recebendo
tratamento com Isordil® devem ser devidamente orientados.

Os pacientes que estiverem recebendo tratamento com drogas antihipertensivas,
bloqueadores beta-adrenérgicos17, ou fenotiazinas simultaneamente
com nitratos devem ser cuidadosamente monitorizados devido aos possíveis
efeitos hipotensores cumulativos.

Sildenafil - ver Precauções.

Reações Adversas/Colaterais e Alterações de Exames Laboratoriais de Isordil

Pode ocorrer vasodilatação cutânea44 com eritema45.

É comum ocorrer cefaléia46 vascular4, que pode tornar-se intensa e persistente. Acefaléia é geralmente aliviada pelo uso de analgésicos47 adequados, ou pela
redução temporária da dose do medicamento, e tende a desaparecer após as
primeiras duas semanas de uso do medicamento.

Episódios passageiros de vertigem13 e fraqueza, além de outros sinais48 de isquemia49
cerebral, associados à hipotensão43 postural, podem ocorrer ocasionalmente.
Alguns indivíduos podem apresentar sensibilidade acentuada aos efeitos
hipotensores dos nitratos, mesmo com a dose terapêutica50 usual. Reações
intensas como náusea14, vômito15, fraqueza, insônia, palidez, sudorese51 e colapso52
podem ocorrer. Em tais pessoas, o álcool pode intensificar estes efeitos. Medidas
que facilitem o retorno venoso53 (por exemplo, cabeça11 baixa ou posição de
Trendelenburg, respiração profunda, movimento das extremidades) geralmente
revertem estes sintomas54. Pode ocorrer ocasionalmente erupção55 cutânea44 e/ou
dermatite56 esfoliativa.

Náusea14 e vômito15 são pouco comuns.

Posologia de Isordil

A dose inicial não deve ser maior que 5 mg, uma vez que ocasionalmente ocorre
uma resposta hipotensora intensa.

Angina5 Pectoris:

1. Terapia de ataque:

. Comprimidos sublinguais - os comprimidos sublinguais de Isordil® devem ser
colocados e mantidos sob a língua10 até completa dissolução (aproximadamente
20 segundos), na dose de 2,5 a 5 mg a cada 2 ou 3 horas.

2. Profilaxia das crises (angina5 estável crônica)

. Comprimidos sublinguais - podem ser utilizados na dose de 2,5 a 5 mg antes
de situações estressantes, passíveis de provocar uma crise de angina5;
. Comprimidos orais - os comprimidos orais de Isordil® devem ser ingeridos,
sem mastigar, com ajuda de um pouco de líquido, na dose de 5 a 30 mg, via
oral, quatro vezes ao dia, preferivelmente com o estômago57 vazio.
. Cápsulas AP - recomenda-se a dose inicial de 40 mg, e como dose de
manutenção 40 a 80 mg administrados a cada 8 ou 12 horas.

Insuficiência Cardíaca Congestiva27:

Na insuficiência cardíaca congestiva27 aguda e crônica, ambas as formas, oral e
sublingual, podem ser usadas. A escolha da forma sublingual ou oral deve ser
feita baseada principalmente na duração da ação e não na intensidade da
resposta, uma vez que esta é a maior diferença observada nestas formas de
apresentação. A fim de obter máximo efeito terapêutico, é importante que as
doses, sublingual e oral, sejam individualizadas de acordo com as necessidades
de cada paciente, resposta clínica e alterações hemodinâmicas.
Deve-se iniciar o tratamento com Isordil® com a menor dose eficaz. A dose
deve ser ajustada quando necessário, baseando-se no desempenho do ventrículo
esquerdo. A dose inicial depende da avaliação da intensidade da insuficiência26
cardíaca. No tratamento da insuficiência cardíaca congestiva27 aguda, Isordil®
sublingual é preferido por sua ação imediata e deve-se administrá-lo
primeiramente para estabilizar os sintomas54 do paciente, ou determinar a
extensão da resposta hemodinâmica58; seguindo-se posteriormente o tratamento
de manutenção com Isordil® oral.

As doses médias recomendadas para a Insuficiência Cardíaca Congestiva27 Aguda
e Crônica são as seguintes:
. Comprimidos sublinguais: 5 a 10 mg, a cada 2-3 horas;
. Comprimidos orais: 10 a 40 mg, quatro vezes ao dia, dose máxima de 240
mg/dia.

Superdosagem de Isordil

Os sintomas54 de superdosagem com nitratos incluem: queda imediata da pressãoarterial; cefaléia46 persistente e latejante; vertigem13; palpitação59; distúrbios visuais;
eritema45 e sudorese51 (em seguida, a pele12 torna-se fria e cianótica60); náusea14 e
vômito15 (possivelmente com cólica e mesmo diarréia61 sanguinolenta62); síncope63
(especialmente na posição ereta); metemoglobinemia com cianose64 e anóxia65;
hiperpnéia66 inicial, dispnéia67 e respiração lenta; pulsação lenta (dicrótica e
intermitente68); parada cardíaca; aumento da pressão intracranial com sintomas54
de confusão e febre69 moderada; paralisia70 e coma71 seguidos por convulsões
clônicas e possivelmente morte devido a colapso52 circulatório.

A dose da droga que está associada aos sintomas54 da superdosagem ou que é
ameaçadora para a vida não é conhecida. A DL50 oral aguda de dinitrato de
isossorbida em ratos foi determinada ser aproximadamente 1.100 mg/kg de peso
corporal. Estes estudos em animais indicam que seria necessária 500 vezes a
dose terapêutica50 usual, para produzir tais sintomas54 tóxicos no homem. Não se
sabe se a droga é dialisável.

Sugere-se o seguinte tratamento na superdosagem:

Remover rapidamente o material ingerido, através de lavagem gástrica72, caso a
ingestão seja recente e o paciente esteja consciente. Mantenha o paciente
deitado na posição de choque73 e confortavelmente aquecido. Movimentos passivos
das extremidades podem ajudar o retorno venoso53. Caso necessário, deve-se
administrar oxigênio e proceder respiração artificial74. Caso ocorra
metemoglobinemia, administrar intravenosamente solução de azul de metileno a
1% de 1 a 2 mg/kg de peso corporal.

A epinefrina é ineficaz na reversão de casos de hipotensão43 severa associada à
superdosagem. Portanto, a epinefrina e os compostos a ela relacionados são
contra-indicados nesta situação.

Pacientes Idosos de Isordil

Até o momento não há restrições do uso do medicamento em pacientes idosos.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Registro MS nº 1.3569.0015
Farm. Resp: Dr. Carlos Alberto Fonseca de Moraes.
CRF-SP nº 14.546

Fabricado pela EMS S/A
Rua Comendador Carlo Mário Gardano, 450
São Bernardo do Campo/SP
CEP 09720-470
C.N.P.J.: 57.507.378/0001-01

SIGMA PHARMA LTDA.
Rodovia SP 101 - Km 08 - Hortolândia / SP
CEP 13186-901
C.N.P.J.: 00.923.140/0001-31
Indústria Brasileira

SAC: 0800-191222

www.ems.com.br


"Nº de Lote, Fabricação e Validade: vide cartucho."


ISORDIL - Laboratório

SIGMA PHARMA
Rodovia SP 101, Km. 08
Hortolândia/SP - CEP: 13186481
Tel: (19) 3887 9800
Fax: (19) 3887 9515
SAC: 0800 191914/ 0800 191222

Ver outros medicamentos do laboratório "SIGMA PHARMA"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
3 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
4 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
5 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
6 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
7 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
8 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
9 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
10 Língua:
11 Cabeça:
12 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
13 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
14 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
15 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
16 Transpiração: 1. Ato ou efeito de transpirar. 2. Em fisiologia, é a eliminação do suor pelas glândulas sudoríparas da pele; sudação. Ou o fluido segregado pelas glândulas sudoríparas; suor. 3. Em botânica, é a perda de água por evaporação que ocorre na superfície de uma planta, principalmente através dos estômatos, mas também pelas lenticelas e, diretamente, pelas células epidérmicas.
17 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
18 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
19 Uretral: Relativo ou pertencente à uretra.
20 Acetilcolina: A acetilcolina é um neurotransmissor do sistema colinérgico amplamente distribuído no sistema nervoso autônomo.
21 Histamina: Em fisiologia, é uma amina formada a partir do aminoácido histidina e liberada pelas células do sistema imunológico durante reações alérgicas, causando dilatação e maior permeabilidade de pequenos vasos sanguíneos. Ela é a substância responsável pelos sintomas de edema e irritação presentes em alergias.
22 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
23 Débito cardíaco: Quantidade de sangue bombeada pelo coração para a aorta a cada minuto.
24 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
25 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
26 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
27 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
28 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
29 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
30 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
31 Refratários: 1. Que resiste à ação física ou química. 2. Que resiste às leis ou a princípios de autoridade. 3. No sentido figurado, que não se ressente de ataques ou ações exteriores; insensível, indiferente, resistente. 4. Imune a certas doenças.
32 Pressão Diastólica: É a pressão mais baixa detectada no sistema arterial sistêmico, observada durante a fase de diástole do ciclo cardíaco. É também denominada de pressão mínima.
33 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
34 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
35 Hipertireoidismo: Doença caracterizada por um aumento anormal da atividade dos hormônios tireoidianos. Pode ser produzido pela administração externa de hormônios tireoidianos (hipertireoidismo iatrogênico) ou pelo aumento de uma produção destes nas glândulas tireóideas. Seus sintomas, entre outros, são taquicardia, tremores finos, perda de peso, hiperatividade, exoftalmia.
36 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
37 Traumatismo: Lesão produzida pela ação de um agente vulnerante físico, químico ou biológico e etc. sobre uma ou várias partes do organismo.
38 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
39 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
40 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
41 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
42 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
43 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
44 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
45 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
46 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
47 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
48 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
49 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
50 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
51 Sudorese: Suor excessivo
52 Colapso: 1. Em patologia, é um estado semelhante ao choque, caracterizado por prostração extrema, grande perda de líquido, acompanhado geralmente de insuficiência cardíaca. 2. Em medicina, é o achatamento conjunto das paredes de uma estrutura. 3. No sentido figurado, é uma diminuição súbita de eficiência, de poder. Derrocada, desmoronamento, ruína. 4. Em botânica, é a perda da turgescência de tecido vegetal.
53 Retorno venoso: Quantidade de sangue que chega ao coração por minuto. Somos capazes de manter o débito cardíaco se, proporcionalmente, tivermos retorno venoso adequado. Ele só é possível devido à contração dos músculos esqueléticos que ajudam a comprimir as veias impulsionando o sangue e devido às válvulas existentes nas paredes das veias que impedem o refluxo do sangue. Outro mecanismo que favorece o retorno venoso é a respiração. Durante a inspiração, pela contração da musculatura inspiratória, faz-se um “vácuo” dentro da cavidade torácica, favorecendo o retorno venoso.
54 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
55 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
56 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
57 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
58 Hemodinâmica: Ramo da fisiologia que estuda as leis reguladoras da circulação do sangue nos vasos sanguíneos tais como velocidade, pressão etc.
59 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
60 Cianótica: Relativo à cianose, ou seja, à coloração azul violácea da pele e das mucosas devida à oxigenação insuficiente do sangue e ligada a várias causas (distúrbio de hematose, insuficiência cardíaca etc.).
61 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
62 Sanguinolenta: 1. Em que há grande derramamento de sangue; sangrenta. 2. Tinto ou misturado com sangue. 3. Que se compraz em ver ou derramar sangue; sanguinária.
63 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
64 Cianose: Coloração azulada da pele e mucosas. Pode significar uma falta de oxigenação nos tecidos.
65 Anóxia: Diminuição acentuada da concentração de oxigênio a nível celular. Pode ser devido a um problema nos mecanismos respiratórios (p. ex. apnéia, edema de glote, etc) ou devido a problemas nas trocas de oxigênio a nível celular.
66 Hiperpnéia: Respiração superficial e rápida, associada a processos fisiológicos (exercícios, parto) ou anormais como a insuficiência respiratória aguda, estados de choque, etc.
67 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
68 Intermitente: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
69 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
70 Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
71 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
72 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
73 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
74 Respiração artificial: Tipo de apoio à função respiratória que utiliza um instrumento eletromecânico (respirador artificial), capaz de insuflar de forma cíclica volumes pré-determinados de ar com alta concentração de oxigênio através dos brônquios.

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