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VALTREX

GlaxoSmithKline

Atualizado em 09/12/2014

Valtrex®

cloridrato de valaciclovir

Comprimidos

Forma Farmacêutica e Apresentações de Valtrex

Comprimidos revestidos

Valtrex® 500 mg é apresentado em embalagens contendo 10 ou 42 comprimidos.

Composição de Valtrex


Cada comprimido de Valtrex® 500 mg contém:

cloridrato de valaciclovir (equivalente a 500 mg de valaciclovir) ..................... 556 mg

excipientes* ................................................. q.s.p. .................................1 comprimido

* celulose microcristalina, crospovidona, polividona, estearato de magnésio, dióxido de silício coloidal, hidroxipropilmetilcelulose, dióxido de titânio, polietileno glicol, polissorbato 80 e cera de carnaúba.

USO ADULTO

Informações ao Paciente de Valtrex

Ação esperada do medicamento: Valtrex® é indicado no tratamento do Herpes-zóster, no tratamento e recorrência1 das infecções2 de pele3 e mucosas4 pelo herpes simples, incluindo herpes genital inicial e recorrente, na prevenção de infecções2 recorrentes por herpes simples (supressão), incluindo herpes genital, e na profilaxia da infecção5 e doença por citomegalovírus6 em pacientes submetidos a transplante.

Cuidados de conservação: mantenha o produto em sua embalagem original, em temperatura entre 15°C e 30°C.

Prazo de validade: o prazo de validade é de 36 meses para Valtrex® 500mg e encontra-se impresso na embalagem externa do produto com o número do lote. Não utilize medicamentos que estejam fora do prazo de validade, pois o efeito desejado pode não ser obtido.

Gravidez7 e Lactação8: informe ao seu médico a ocorrência de gravidez7 ou amamentação9 durante o tratamento ou após seu término. Valtrex® só deve ser usado durante a gravidez7 e amamentação9 se o benefício para a mãe justificar o possível risco para o feto10 ou recém-nascido.

Cuidados de administração: siga a orientação de seu médico respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Interrupção do tratamento: não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

Reações adversas: informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis como náuseas11, desconforto abdominal, vômito12, diarréia13, erupções na pele3, dor de cabeça14 e tontura15.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias: informe ao seu médico sobre qualquer outro medicamento que esteja usando antes do início ou durante o tratamento.

Contra-indicações: o uso de Valtrex® é contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade conhecida ao valaciclovir, aciclovir16 ou a qualquer componente da fórmula.

Capacidade de dirigir e operar máquinas: o estado clínico do paciente e os eventos adversos de Valtrex® devem ser considerados quando questionados a habilidade do paciente de dirigir ou operar máquinas. Não houve nenhum estudo para investigar o efeito do valaciclovir no desempenho para dirigir ou operar máquinas. Além disso, um efeito prejudicial em tais atividades não pode predizer a farmacologia17 da substância ativa.

NÃO TOME MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE18.

Informações Técnicas de Valtrex


Propriedades farmacodinâmicas

O antiviral valaciclovir é o éster L-valina do aciclovir16, um nucleosídeo análogo da guanina.

No homem, o valaciclovir é rapida e quase completamente convertido em aciclovir16 e valina, provavelmente pela enzima19 valaciclovir hidrolase. O aciclovir16 é um inibidor específico dos herpes vírus20 com atividade in vitro contra os vírus20 do herpes simples (HSV) tipo 1 e 2, vírus20 varicela21-zóster (VVZ), citomegalovírus6 (CMV), vírus20 de Epstein-Barr (EBV) e herpes vírus20 humano 6 (VHH-6). O aciclovir16, uma vez fosforilado na forma ativa de trifosfato, inibe a síntese de DNA dos herpes vírus20.

A primeira fase da fosforilação requer a atividade de uma enzima19 específica do vírus20. No caso do HSV, VVZ e EBV esta enzima19 é a timidina quinase viral (TQ), que está presente apenas em células22 infectadas pelo vírus20. A seletividade é mantida no CMV com a fosforilação, pelo menos em parte, mediada por uma fosfotransferase, que é um produto do gene UL97. Esta necessidade de ativação do aciclovir16 por uma enzima19 específica do vírus20 explica em grande parte a sua seletividade.

O processo de fosforilação é completado (conversão de mono a trifosfato) por quinases celulares. O trifosfato de aciclovir16 inibe competitivamente a DNA polimerase do vírus20 e a incorporação deste análogo de nucleosídeo resulta em término obrigatório da cadeia, impedindo assim a síntese de DNA do vírus20 e a replicação viral.

O acompanhamento a longo prazo de isolados casos clínicos de HSV e VVZ de pacientes recebendo terapia ou profilaxia com aciclovir16 revelou que a ocorrência de vírus20 com sensibilidade reduzida ao aciclovir16 é extremamente rara em pacientes imunocompetentes e se encontra com pouca freqüência em indivíduos com grave comprometimento imune (por exemplo, pacientes submetidos a transplantes de órgãos ou medula óssea23, pacientes recebendo quimioterapia24 para doenças malignas e pacientes infectados com o vírus20 da imunodeficiência25 humana - HIV26).

A resistência deve-se normalmente a uma deficiência fenotípica27 da timidina quinase, que resulta em um vírus20 com profunda desvantagem no hospedeiro natural. É rara a descrição de redução de sensibilidade ao aciclovir16 como resultado de alterações sutis, tanto na timidina quinase como na DNA polimerase do vírus20. A virulência28 destes variantes assemelha-se à de um vírus20 selvagem.

Propriedades farmacocinéticas

Após administração oral, o valaciclovir é bem absorvido e rapidamente e quase completamente convertido em aciclovir16 e valina. Esta conversão é provavelmente mediada pela valaciclovir hidrolase, uma enzima19 isolada do fígado29 humano.

A biodisponibilidade de aciclovir16 a partir de 1.000mg de valaciclovir é de 54% e não é reduzida por alimentos. O pico médio das concentrações plasmáticas de aciclovir16 é 10 a 37 μM (2,2 a 8,3 mcg/mL) após doses únicas de 250-2.000 mg de valaciclovir em indivíduos sadios com função renal30 normal e ocorre em um tempo médio de 1 a 2 horas após a dose.

As concentrações plasmáticas máximas do valaciclovir ficam apenas em 4% dos níveis de aciclovir16, ocorrendo em um tempo médio de 30 a 100 minutos após a dose, não sendo quantificáveis 3 horas após a dosagem. Os perfis farmacocinéticos do valaciclovir e do aciclovir16 são semelhantes após dosagem única e repetida. A ligação do aciclovir16 às proteínas31 plasmáticas é muito baixa (15%).

Em pacientes com função renal30 normal, a meia-vida plasmática de eliminação do aciclovir16, após tanto dosagens únicas quanto múltiplas com valaciclovir é de aproximadamente 3 horas. Em pacientes com doença renal30 em estágio terminal, a meia-vida de eliminação média de aciclovir16 após a administração de valaciclovir é de aproximadamente 14 horas. Menos de 1% da dose administrada de valaciclovir é recuperado na urina32 como droga inalterada. O valaciclovir é eliminado na urina32 principalmente sob a forma de aciclovir16 (mais de 80% da dose recuperada) e de seu metabólito33 conhecido, a 9-carboximetoximetilguanina (CMMG).

O Herpes-zóster e o herpes simples não alteram significativamente a farmacocinética do valaciclovir e do aciclovir16 após a administração oral de Valtrex® .

Em um estudo de farmacocinética do valaciclovir e aciclovir16 durante o período final de gravidez7, a ASC (área sob a curva concentração plasmática x tempo) do aciclovir16 diário, no estado de equilíbrio, após a administração de 1.000mg de valaciclovir, foi aproximadamente duas vezes superior àquela observada após a administração diária de 1.200mg de aciclovir16 por via oral.

Em pacientes com infecção5 por HIV26, a disposição e as características farmacocinéticas do aciclovir16, após administração oral de dose única ou doses múltiplas de 1.000 ou 2.000 mg de valaciclovir, permanecem inalteradas quando comparadas às de indivíduos normais.

Em pacientes submetidos a transplantes recebendo valaciclovir 2.000 mg, 4 vezes ao dia, as concentrações máximas de aciclovir16 são similares ou superiores àquelas em voluntários sadios recebendo a mesma dose. As ASCs diárias estimadas são sensivelmente superiores.

Indicações Terapêuticas de Valtrex

Valtrex® é indicado para o tratamento do Herpes-zóster. Valtrex® acelera a resolução da dor: reduz a duração e a proporção de pacientes com dor associada ao Herpes-zóster, que inclui neuralgia34 aguda e pós-herpética.

Valtrex® é indicado para o tratamento de infecções2 da pele3 e mucosa35 pelo vírus20 herpes simples, incluindo herpes genital inicial e recorrente.

Valtrex® pode prevenir o desenvolvimento de lesões36 quando administrado no início dos sinais37 e sintomas38 da recorrência1 do herpes simples.

Valtrex® é indicado para a prevenção (supressão) de infecções2 recorrentes por herpes simples da pele3 e mucosas4, incluindo herpes genital.

Valtrex® é indicado para a profilaxia de infecção5 e doença por citomegalovírus6 (CMV) após transplante. A profilaxia de CMV com Valtrex® reduz a rejeição aguda de enxertos em pacientes submetidos a transplante renal30, infecções2 oportunistas e outras infecções2 por herpes vírus20 (VHS39, VVS).

Contra-Indicações de Valtrex


O uso de Valtrex® é contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade conhecida ao valaciclovir, aciclovir16 ou a qualquer componente da fórmula do Valtrex®.

Precauções e Advertências de Valtrex

Condições de hidratação: Deve-se ter cautela para assegurar uma ingestão adequada de fluidos em pacientes que correm risco de desidratação40, particularmente os idosos.

Uso em pacientes com insuficiência renal41 e idosos

O aciclovir16 é eliminado pelo clearance renal30, portanto a dose de valaciclovir deve ser reduzida em pacientes com insuficiência renal41 (ver Posologia). A redução da função renal30 também é comum em pacientes idosos e portanto, a necessidade de redução de dose nesses pacientes deve ser considerada. Tanto idosos quanto pacientes com insuficiência renal41 possuem um risco aumentado de desenvolver efeitos adversos neurológicos e devem ser monitorados com cautela para a monitoração destes efeitos. Nos casos relatados, essas reações foram geralmente reversíveis com a descontinuação do tratamento (ver Reações Adversas).

Uso de altas doses de Valtrex® em insuficiência hepática42 e transplante de fígado29

Não há dados disponíveis sobre o uso de doses altas de Valtrex® (4 g ou mais/dia) em pacientes com doença hepática43. Portanto, deve-se ter cautela ao administrar altas doses de Valtrex® nestes pacientes. Não há estudos específicos do uso de Valtrex® em pacientes que sofreram transplante de fígado29; entretanto, altas doses de aciclovir16 (profilaxia) demonstraram reduzir a infecção5 e doença por citomegalovírus6.

Gravidez7

Existem dados limitados sobre a utilização de Valtrex® na gravidez7. Valtrex® apenas deve ser usado na gravidez7 se os benefícios potenciais para a mãe ultrapassarem os riscos ao feto10.

Os registros documentaram os resultados da gravidez7 de mulheres expostas ao valaciclovir ou a qualquer formulação de aciclovir16, o metabólito33 ativo do valaciclovir. Foram obtidos, respectivamente, 111 e 1.246 resultados prospectivos (29 e 756 resultados de mulheres expostas durante o primeiro trimestre de gravidez7, respectivamente). Os resultados obtidos de pacientes expostos ao aciclovir16 não demonstraram aumento no número de defeitos congênitos44, quando comparados à população em geral. Os defeitos relatados não demonstraram características especiais ou padrões sugestivos de uma etiologia45 comum. Dado o pequeno número de mulheres envolvidas nos registros de gravidez7 exposta ao valaciclovir, não foi possível estabelecer conclusões seguras e definitivas a respeito da segurança do uso de valaciclovir durante a gestação (ver Propriedades Farmacocinéticas).

Lactação8

O principal metabólito33 do valaciclovir é o aciclovir16, que é excretado no leite materno.

Após a administração oral de 500 mg de Valtrex®, as concentrações de aciclovir16 (Cmáx) no leite materno variam de 0,5 a 2,3 vezes (mediana 1,4) às concentrações plasmáticas correspondentes de aciclovir16. A variação do aciclovir16 no leite materno é de 1,4 a 2,6 (mediana 2,2) à taxa de ASC no soro46 materno. A concentração mediana de aciclovir16 no leite materno foi de 2,24 mcg/mL (9,95 micromoles).

Quando 500 mg de Valtrex® é administrado à mãe, duas vezes ao dia, o nível de exposição diário oral de aciclovir16 ao lactente47 é de 0,61 mg/kg/dia. A meia-vida do aciclovir16 do leite materno foi similar a do soro46 materno.

O valaciclovir em sua forma inalterada não foi detectado no plasma48 ou leite materno e na urina32 do neonato49.

Recomenda-se cuidado na administração de Valtrex® em mulheres que estejam  amamentando. No entanto, o aciclovir16 é utilizado para o tratamento do herpes simples neonatal em doses intravenosas de 30 mg/kg/dia.

Interações Medicamentosas de Valtrex


Não foram identificadas quaisquer interações clinicamente significativas.

O aciclovir16 é eliminado primariamente inalterado na urina32, através da secreção tubular renal30 ativa.

Quaisquer drogas, administradas concomitantemente, que venham a competir com este mecanismo podem aumentar as concentrações plasmáticas do aciclovir16 após a administração de Valtrex® .

Após a administração de 1g de Valtrex®, a cimetidina e a probenecida aumentam a ASC do aciclovir16 por este mecanismo e reduzem seu clearance renal30. No entanto, não é necessário ajuste de dosagem em virtude do amplo índice terapêutico do aciclovir16.

Em pacientes recebendo altas doses de Valtrex® (4 g ou mais/dia), é necessário ter cautela durante a administração simultânea com drogas que competem com aciclovir16 pela eliminação devido ao potencial para aumentar os níveis plasmáticos de uma ou ambas as drogas ou seus metabólitos50.

Foram demonstrados aumentos nas ASCs plasmáticas do aciclovir16 e do metabólito33 inativo de micofenolato mofetil, um agente imunossupressor51 usado em pacientes transplantados, quando as drogas são usadas concomitantemente.

Também é necessário ter cautela (com monitoramento para alterações na função renal30) ao administrar altas doses de Valtrex® (4 g ou mais/dia) associado a drogas que afetam outros aspectos da fisiologia52 renal30 (por exemplo: ciclosporina, tacrolimus).

Reações Adversas de Valtrex

As reações adversas foram listadas abaixo por sistema orgânico e freqüência.

As categorias de freqüência utilizadas são: muito comum (≥ 1/10), comum (≥1/100 e < 1/10), incomum (≥1/1.000 e <1/100), raro (≥1/10.000 e <1/1.000) e muito raro (<1/10.000).

Foram utilizados dados de estudos clínicos para atribuir categorias de freqüência às reações adversas se, nos estudos, houvesse uma evidência de uma associação com Valtrex® (isto é, havia uma diferença estatística significativa entre a incidência53 nos pacientes que receberam Valtrex® e placebo54). Para todos eventos adversos restantes, dados espontâneos pós-comercialização foram usados como uma base para atribuir a freqüência.

Dados dos estudos clínicos

Desordens do sistema nervoso55

Comum: dor de cabeça14.

Desordens gastrintestinais

Comum: náuseas11

Dados pós-comercialização

Desordens do sangue56 e sistema linfático57

Muito raro: leucopenia58, trombocitopenia59.

Leucopenia58 é principalmente relatada em pacientes imunocomprometidos.

Desordens do sistema imune60

Muito raro: anafilaxia61.

Desordens neurológicas e psiquiátricas

Raro: vertigem62, confusão, alucinação63, redução da consciência.

Muito raro: agitação, tremor, ataxia64, disartria65, sintomas38 psicóticos, convulsões, encefalopatia66, coma67.

Os eventos acima são geralmente reversíveis e usualmente observados em pacientes com insuficiência renal41 ou outro fator de pré-disposição (ver Advertências). Em pacientes que sofreram transplante de órgãos, recebendo altas doses (8 g/dia) de Valtrex® para profilaxia de citomegalovírus6, as reações neurológicas ocorreram mais freqüentemente quando comparadas a baixas doses.

Desordens respiratórias, torácicas e mediastínicas

Incomum: dispnéia68.

Desordens gastrintestinais

Raro: desconforto abdominal, vômito12, diarréia13.

Desordens hepatobiliares69

Muito raro: aumento reversível nos testes de função hepática43.

São ocasionalmente descritos como hepatite70.

Desordens da pele3 e tecidos subcutâneos

Incomum: erupções incluindo fotossensibilidade.

Raro: prurido71

Muito raro: urticária72, angioedema73.

Desordens renais e urinárias

Raro: insuficiência renal41

Muito raro: deficiência renal30 aguda, dor renal30.

Dor renal30 pode estar associada com insuficiência renal41.

Outras desordens

Houve relatos de insuficiência renal41, anemia hemolítica74 microangiopática e trombocitopenia59 (algumas vezes combinadas) em pacientes gravemente imunocomprometidos, particularmente aqueles com doença avançada por HIV26, recebendo altas doses (8 g/dia) de valaciclovir por períodos prolongados, em estudos clínicos. Estas observações foram feitas em pacientes não tratados com valaciclovir que têm as mesmas condições subjacentes ou concomitantes.

Posologia de Valtrex


Tratamento do Herpes-zóster

A dose em adultos é 1.000 mg de Valtrex® , 3 vezes ao dia, durante 7 dias.

Tratamento de infecções2 por herpes simples

A dose em adultos é de 500 mg de Valtrex® , duas vezes ao dia.

Para episódios recorrentes, o tratamento deve ser por 3 ou 5 dias. Para episódios iniciais, que podem ser mais graves, o tratamento poderá ser estendido para 5 a 10 dias. A administração deve começar o mais cedo possível. Para episódios recorrentes de herpes simples, o ideal é que seja feita durante o período prodrômico75 ou imediatamente após aparecerem os primeiros sinais37 ou sintomas38.

Valtrex® pode prevenir o desenvolvimento de lesões36 quando administrado no início dos sinais37 e sintomas38 da recorrência1 de HSV.

Prevenção (supressão) de recorrências76 de infecções2 por herpes simples

Em pacientes adultos imunocompetentes, 500 mg de Valtrex® , uma vez ao dia.

Alguns pacientes com recorrências76 muito freqüentes (por exemplo: 10 ou mais por ano) podem obter benefícios adicionais com a administração da dose total diária de 500 mg dividida em duas doses de 250 mg.

Para pacientes77 adultos imunocomprometidos, a dose é de 500 mg duas vezes ao dia.

Profilaxia de infecção5 e doença por citomegalovírus6 (CMV)

Adultos e adolescentes (a partir de 12 anos de idade)

A dose de Valtrex® é 2 g, quatro vezes ao dia, a ser iniciada o mais breve possível após o transplante renal30. Esta dose deve ser reduzida de acordo com o clearance de creatinina78 (ver Dose em insuficiência renal41, abaixo).

A duração do tratamento normalmente será de 90 dias, mas pode precisar ser estendida em pacientes de alto risco.

Paciente com insuficiência renal41

Deve-se ter cuidado quando valaciclovir é administrado a pacientes com função renal30 insuficiente.

Deve ser mantida hidratação adequada.

Tratamento do Herpes-zóster e tratamento e prevenção (supressão) do herpes simples

A dose de Valtrex® deve ser reduzida em pacientes com função renal30 significativamente prejudicada, conforme apresentado na tabela abaixo.

Indicação terapêutica79

Clearance de creatinina78 (mL/min)

Dose de Valtrex®

Herpes-zóster

15-30

Menos de 15

1g, duas vezes ao dia

1g, uma vez ao dia

Herpes-zóster (tratamento)


Menos de 15

500 mg, uma vez ao dia

Prevenção (supressão) do Herpes simples

- Pacientes imunocompetentes

- Pacientes com comprometimento imune

Menos de 15


Menos de 15

250 mg, uma vez ao dia


500 mg, uma vez ao dia


A dose de Valtrex® recomendada para pacientes77 sob hemodiálise80 é aquela utilizada para pacientes77 com um clearance de creatinina78 menor que 15 mL/min. Esta deve ser administrada após a hemodiálise80 ter sido realizada.

Profilaxia de CMV

A dose de Valtrex® deve ser ajustada em pacientes com função renal30 prejudicada, conforme apresentado na tabela abaixo.

Clearance de creatinina78 (mL/min)

Dose de Valtrex®

75 ou mais

50 a menos de 75

25 a menos de 50

10 a menos de 25

menos de 10 ou diálise81#

2 g, quatro vezes ao dia

1,5 g, quatro vezes ao dia

1,5 g, três vezes ao dia

1,5 g, duas vezes ao dia

1,5 g, uma vez ao dia


# Em pacientes submetidos a hemodiálise80, a dose de Valtrex® deve ser administrada após a realização de hemodiálise80.

O clearance de creatinina78 deve ser monitorado freqüentemente, especialmente durante períodos em que a função renal30 está se alterando rapidamente, por exemplo, imediatamente após o transplante ou enxerto82. A dose de Valtrex® deve ser ajustada adequadamente.

Pacientes com insuficiência hepática42

Estudos com uma dose unitária de 1g de Valtrex® mostram que a modificação da dose não é necessária em pacientes com cirrose83 leve ou moderada (função de síntese hepática43 mantida). Dados farmacocinéticos em pacientes com cirrose83 avançada (função de síntese hepática43 prejudicada e evidências de derivação porto-sistêmica) não indicam a necessidade de ajuste da dose; no entanto, a experiência clínica é limitada. Para doses mais altas (4 g ou mais/dia), ver item “Precauções e Advertências”.

Crianças

Não há dados disponíveis sobre o uso de Valtrex® em crianças.

Idosos

A possibilidade de insuficiência renal41 em idosos deve ser considerada e a dose deve ser ajustada adequadamente.

Deve ser mantida hidratação adequada.

Superdosagem de Valtrex


Deficiência renal30 aguda e sintomas38 neurológicos, incluindo confusão, alucinações84, agitação, redução da consciência e coma67, foram relatados em pacientes recebendo superdosagem de valaciclovir.

Também podem ocorrer náusea85 e vômito12. É necessário cautela para prevenir a superdosagem.

Muitos dos casos relatados envolveram pacientes idosos e com insuficiência renal41, que receberam doses repetidas, por falta de redução apropriada da dosagem.

Tratamento

Os pacientes devem ser cuidadosamente observados para sinais37 de toxicidade86. A hemodiálise80 melhora significativamente a remoção de aciclovir16 do sangue56 e, portanto, pode ser considerada uma opção de controle caso ocorra superdosagem sintomática87.

Nº de lote, data de fabricação e data de validade: vide cartucho.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

Fabricado por: Glaxo Wellcome S.A – Aranda de Duero – Espanha

Importado, embalado e distribuído por:

GlaxoSmithKline Brasil Ltda.

Estrada dos Bandeirantes, 8.464 - Rio de Janeiro – RJ.

CNPJ: 33.247.743/0001-10

Indústria Brasileira


MS: 1.0107.0174


Farm. Resp.: Milton de Oliveira

CRF-RJ Nº 5522


Data: 31/08/2007

Serviço de Atendimento ao Consumidor

0800 701 22 33

VALTREX - Laboratório

GlaxoSmithKline
Estrada dos Bandeirantes, 8464
Rio de Janeiro/RJ - CEP: 22783-110

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Complementos

1 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
2 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
3 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
4 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
5 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
6 Citomegalovírus: Citomegalovírus (CMV) é um vírus pertence à família do herpesvírus, a mesma dos vírus da catapora, herpes simples, herpes genital e do herpes zóster.
7 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
8 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
9 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
10 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
11 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
12 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
13 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
14 Cabeça:
15 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
16 Aciclovir: Substância análoga da Guanosina, que age como um antimetabólito, à qual os vírus são especialmente susceptíveis. É usado especialmente contra o herpes.
17 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
18 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
19 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
20 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
21 Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. É contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.
22 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
23 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
24 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
25 Imunodeficiência: Distúrbio do sistema imunológico que se caracteriza por um defeito congênito ou adquirido em um ou vários mecanismos que interferem na defesa normal de um indivíduo perante infecções ou doenças tumorais.
26 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
27 Fenotípica: Referente a fenótipo, ou seja, à manifestação visível ou detectável de um genótipo. Características físicas, morfológicas e fisiológicas do organismo.
28 Virulência: 1. Qualidade ou estado do que é ou está virulento. 2. Capacidade de um vírus ou bactéria de se multiplicar dentro de um organismo, provocando doença. 3. No sentido figurado, caráter daquilo ou daquele que está carregado de violência ou de ímpeto violento.
29 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
30 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
31 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
32 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
33 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
34 Neuralgia: Dor aguda produzida pela irritação de um nervo. Caracteriza-se por ser muito intensa, em queimação, pulsátil ou semelhante a uma descarga elétrica. Suas causas mais freqüentes são infecção, lesão metabólica ou tóxica do nervo comprometido.
35 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
36 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
37 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
38 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
39 VHS: É a velocidade com que os glóbulos vermelhos se separam do “soro” e se depositam no fundo de um tubo de ensaio, se este tubo com sangue é deixado parado (com anticoagulante). Os glóbulos vermelhos (hemácias) são puxados para baixo pela gravidade e tendem a se aglomerar no fundo do tubo. No entanto, eles são cobertos por cargas elétricas negativas e, quando vão se aproximando do fundo, repelem-se umas às outras, como cargas iguais de ímãs. Essa força magnética de repulsão se contrapõe à gravidade e naturalmente diminui a velocidade com que as hemácias caem. Se junto com as hemácias, nadando no plasma, haja outras estruturas de cargas positivas, estas vão anular as cargas negativas das hemácias e também a repulsão magnética entre elas, permitindo sua aglutinação. Neste caso a gravidade age sozinha e a velocidade com que elas caem (velocidade de hemossedimentação) é acelerada. O VHS é expresso como o número de milímetros que o sangue sedimentou (no tubo) no espaço de uma hora (mm/h).
40 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
41 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
42 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
43 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
44 Defeitos congênitos: Problemas ou condições que estão presentes ao nascimento.
45 Etiologia: 1. Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. 2. Estudo das causas das doenças.
46 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
47 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
48 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
49 Neonato: Refere-se a bebês nos seus primeiros 28 dias (mês) de vida. O termo “recentemente-nascido“ refere-se especificamente aos primeiros minutos ou horas que se seguem ao nascimento. Esse termo é utilizado para enfocar os conhecimentos e treinamento da ressuscitação imediatamente após o nascimento e durante as primeiras horas de vida.
50 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
51 Imunossupressor: Medicamento que suprime a resposta imune natural do organismo. Os imunossupressores são dados aos pacientes transplantados para evitar a rejeição de órgãos ou para pacientes com doenças autoimunes.
52 Fisiologia: Estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
53 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
54 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
55 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
56 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
57 Sistema Linfático: Um sistema de órgãos e tecidos que processa e transporta células imunes e LINFA.
58 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
59 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
60 Sistema imune: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
61 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
62 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
63 Alucinação: Perturbação mental que se caracteriza pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensação sem objeto. Impressão ou noção falsa, sem fundamento na realidade; devaneio, delírio, engano, ilusão.
64 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
65 Disartria: Distúrbio neurológico caracterizado pela incapacidade de articular as palavras de maneira correta (dificuldade na produção de fonemas). Entre as suas principais causas estão as lesões nos nervos centrais e as doenças neuromusculares.
66 Encefalopatia: Qualquer patologia do encéfalo. O encéfalo é um conjunto que engloba o tronco cerebral, o cerebelo e o cérebro.
67 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
68 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
69 Hepatobiliares: Diz-se do que se refere ao fígado e às vias biliares.
70 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
71 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
72 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
73 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
74 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
75 Período prodrômico: É o período que antecede algo. Em medicina, é o período em que ocorrem os sinais e sintomas iniciais de uma doença.
76 Recorrências: 1. Retornos, repetições. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
77 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
78 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
79 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
80 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
81 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
82 Enxerto: 1. Na agricultura, é uma operação que se caracteriza pela inserção de uma gema, broto ou ramo de um vegetal em outro vegetal, para que se desenvolva como na planta que o originou. Também é uma técnica agrícola de multiplicação assexuada de plantas florais e frutíferas, que permite associar duas plantas diferentes, mas gerações próximas, muito usada na produção de híbridos, na qual uma das plantas assegura a nutrição necessária à gema, ao broto ou ao ramo da outra, cujas características procura-se desenvolver; enxertia. 2. Na medicina, é a transferência especialmente de células ou de tecido (por exemplo, da pele) de um local para outro do corpo de um mesmo indivíduo ou de um indivíduo para outro.
83 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
84 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
85 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
86 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
87 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.

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