Preço de ARIMIDEX em Cambridge/SP: R$ 1028,16

ARIMIDEX

AstraZeneca

Atualizado em 25/04/2017

ARIMIDEXÒ

Anastrozol

1mg

Forma Farmacêutica e Apresentação de Arimidex

Comprimidos revestidos. Embalagem com 28.

USO ADULTO

Composição de Arimidex


Cada comprimido contém:

anastrozol ..............................................................1 mg

Excipientes q.s.p.....................................................1 comprimido

Excipientes: amidoglicolato de sódio, dióxido de titânio, estearato de magnésio, lactose1 monoidratada, macrogol 300, hipromelose e povidona.


- INFORMAÇÕES AO PACIENTE

Ação esperada do medicamento: A melhora dos sintomas2 é observada com o decorrer do tratamento.

Cuidados de armazenamento: Conservar em temperatura ambiente (15°C a 30ºC). Se o seu médico interromper o tratamento, os comprimidos devem ser descartados de modo apropriado.

Prazo de validade: vide cartucho. Não use medicamento com prazo de validade vencido.

Gravidez3 e lactação4: ARIMIDEX é contra-indicado durante a gravidez3 e amamentação5. Informe seu médico a ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando.

Cuidados de administração: Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. O comprimido de ARIMIDEX não deve ser mastigado. Ingira-o inteiro com água. Tente tomar seu comprimido no mesmo horário todos os dias. Você deve tomar ARIMIDEX conforme a prescrição de seu médico. Entretanto, se deixar de tomar uma dose, não tome uma dose adicional. Apenas retorne ao tratamento habitual. Se tomar uma dose maior do que a normal, entre em contato com seu médico ou procure o hospital mais próximo.

Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Reações adversas: Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. Pode ocorrer o aparecimento de efeitos indesejáveis como: muito comum - ondas de calor, sensação de fraqueza, astenia6, dor articular e enrijecimento, dor de cabeça7, náusea8 e erupções cutâneas9; comum - afinamento/queda dos cabelos, reações alérgicas leves, diarréia10, vômito11, sonolência, Síndrome12 do Túnel do Carpo, aumento das enzimas hepáticas13 e biliares, secura e sangramento vaginal, anorexia14 (perda do apetite), aumento do nível de colesterol15 no sangue16; incomum - coceira, dedo em gatilho; rara e muito rara – reações alérgicas graves (eritema multiforme17, reações anafilactóides, Síndrome de Stevens-Johnson18 e angioedema19).

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias: Enquanto estiver em tratamento com ARIMIDEX, não tome nenhum outro medicamento sem o consentimento de seu médico.

Contra-indicações e precauções: ARIMIDEX é contra-indicado em todos os casos de hipersensibilidade a quaisquer de seus componentes. Não se recomenda o uso de ARIMIDEX em crianças ou em mulheres na pré-menopausa20. Informe seu médico se estiver sofrendo de alguma doença que afete o fígado21 ou os rins22. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.

Se você for internada, informe a equipe médica de que está tomando ARIMIDEX.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir autos e operar máquinas: É improvável que ARIMIDEX comprometa a capacidade das pacientes de dirigir ou operar máquinas. Entretanto, tem sido descrita a ocorrência de astenia6 e sonolência com o uso deste medicamento. Na vigência desses sintomas2, deve-se ter cautela quando se dirige ou se opera uma máquina.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE23.

Informações Técnicas de Arimidex

Características de Arimidex

Propriedades Farmacodinâmicas

ARIMIDEX é um potente inibidor não-hormonal da aromatase e altamente seletivo. Em mulheres na pós-menopausa20, o estradiol é produzido primariamente a partir da conversão da androstenediona24 em estrona através do complexo enzimático aromatase nos tecidos periféricos. Subsequentemente, a estrona é convertida em estradiol. Foi demonstrado que a redução dos níveis de estradiol circulante produz um efeito benéfico em mulheres com câncer25 de mama26. Nas mulheres na pós-menopausa20, ARIMIDEX em dose diária de 1 mg, produziu supressão do estradiol superior a 80%, usando-se um método altamente sensível.

ARIMIDEX não possui atividade progestagênica, androgênica ou estrogênica.

Doses diárias de ARIMIDEX de até 10 mg não possuem nenhum efeito na secreção de cortisol ou de aldosterona medida antes ou depois do teste de estímulo com ACTH (hormônio27 adenocorticotrófico) padronizado. Por essa razão, não é necessário administrar suplementos corticóides.

Um programa extenso de estudos clínicos de fase III mostrou que Arimidex é um tratamento eficaz do câncer25 de mama26 inicial e do câncer25 de mama26 avançado, adequado para terapia endócrina, em mulheres na pós-menopausa20


Tratamento adjuvante primário no câncer25 de mama26 inicial

Em um estudo amplo de fase III, conduzido em 9366 mulheres na pós-menopausa20 com câncer25 de mama26 operável tratadas por 5 anos, foi demonstrado que Arimidex é estatisticamente superior ao tamoxifeno quanto à sobrevida28 livre de doença. Uma maior magnitude dos benefícios foi observada para sobrevida28 livre de doença a favor de ARIMIDEX vs tamoxifeno na população receptor hormonal29 positiva prospectivamente definida.

ARIMIDEX foi estatisticamente superior ao tamoxifeno em relação ao tempo até a recorrência30. A diferença foi de maior magnitude que a sobrevida28 livre de doença para ambas as populações de Intensão de Tratamento (IDT) e receptor hormonal29 positiva.

ARIMIDEX foi estatisticamente superior ao tamoxifeno em termos de tempo até a recorrência30 a distância. Existe também uma tendência numérica a favor do ARIMIDEX  para sobrevida28 livre de doença a distância.

A incidência31 de câncer25 de mama26 contralateral foi estatisticamente reduzida para ARIMIDEX comparado com tamoxifeno.

O benefício da sobrevida28 global do tamoxifeno foi mantido com ARIMIDEX. Uma análise adicional do tempo até o óbito32 após a recorrência30 mostrou uma tendência numérica em favor de ARIMIDEX comparada com tamoxifeno.

Em geral ARIMIDEX foi bem tolerado. Os eventos adversos a seguir foram reportados independentes da causalidade. Pacientes recebendo ARIMIDEX tiveram uma diminuição dos fogachos, sangramento vaginal, corrimento vaginal, câncer25 endometrial, eventos venosos tromboembólicos e eventos cerebrovasculares isquêmicos comparados com pacientes que receberam tamoxifeno. Pacientes recebendo ARIMIDEX tiveram um aumento nas desordens articulares (incluindo artrites, artroses e artralgia33) e fraturas comparadas com pacientes recebendo tamoxifeno. Uma taxa de fratura34 de 22 para 1000 pacientes por ano foi observada com ARIMIDEX e 15 para 1000 pacientes por ano com o grupo de tamoxifeno em um seguimento mediano de 68 meses. A taxa de fraturas para ARIMIDEX foi menor que a média de fraturas reportadas na população pós-menopáusica de idade semelhante. A combinação de ARIMIDEX e tamoxifeno não demonstrou benefício em relação a eficácia em comparação com tamoxifeno em todas as pacientes como também na população receptor hormonal29 positiva. Este braço de tratamento foi descontinuado do estudo.


Tratamento adjuvante primário no câncer25 de mama26 inicial para pacientes35 em tratamento com tamoxifeno

Em um estudo de fase III (ABCSG 8), conduzido em 2579 mulheres na pós-menopausa20 com câncer25 de mama26 inicial receptor hormonal29 positivo, as pacientes que estavam em tratamento adjuvante com tamoxifeno tiveram uma sobrevida28 livre de doença superior quando substituíram o tratamento para ARIMIDEX comparado com as que permaneceram com tamoxifeno.

O tempo para qualquer recorrência30, o tempo para recorrência30 local ou a recorrência30 a distância e o tempo até a recorrência30 a distância, confirmaram uma vantagem estatística para o ARIMIDEX, consistente com os resultados de sobrevida28 livre de doença. A incidência31 de câncer25 de mama26 contralateral foi muito baixa nos dois braços de tratamento, com uma vantagem numérica para ARIMIDEX.

A sobrevida28 global foi similar para os dois grupos de tratamento.

Outros dois estudos similares (GABG/ARNO95 e ITA) com ARIMIDEX, assim como uma análise combinada do ABCSG 8 e GABG/ARNO 95, suportam estes resultados.

O perfil de segurança de ARIMIDEX nestes três estudos foi consistente com o perfil de segurança conhecido estabelecido em mulheres na pós-menopausa20 com câncer25 de mama26 inicial receptor hormonal29 positivo.


Estudo de anastrozol com o bifosfonato, risedronato (SABRE)

Densidade Mineral Óssea (DMO)

Na fase III / IV do estudo SABRE, 234 mulheres na pós-menopausa20 com câncer25 de mama26 inicial receptor hormonal29 positivo tratadas com ARIMIDEX foram estratificadas em grupos de baixo, moderado e alto risco de fratura34. Todas as pacientes receberam tratamento com vitamina36 D e cálcio. As pacientes do grupo baixo de risco receberam somente ARIMIDEX, as pacientes do grupo de risco37 moderado foram randomizadas para receber ARIMIDEX mais bisfosfonato ou ARIMIDEX mais placebo38 e as pacientes do grupo de alto risco receberam ARIMIDEX mais bisfosfonato.

A análise principal de 12 meses demonstrou que as pacientes que já possuíam risco moderado a alto de fratura34 tiveram sua saúde23 óssea (avaliada pela DMO e marcadores de formação e de reabsorção óssea) controlada com sucesso usando ARIMIDEX em combinação com um bisfosfonato. Além disso, não foram observadas alterações na DMO no grupo de baixo risco tratado somente com ARIMIDEX e vitamina36 D e cálcio. Estes resultados foram espelhados na mudança da variável de eficácia secundária a partir dos parâmetros iniciais da DMO total do quadril em 12 meses.

Este estudo fornece evidência de que mulheres na pós-menopausa20 com câncer25 de mama26 inicial programadas para serem tratadas com ARIMIDEX devem ter seu estado ósseo controlado de acordo com os guidelines de tratamento disponível para mulheres na pós-menopausa20 em risco semelhante de fratura34.


Lipídeos
No estudo SABRE, houve um efeito neutro sobre os lipídeos no plasma39 tanto nas pacientes tratadas apenas com ARIMIDEX quanto nas pacientes tratadas com ARIMIDEX mais um bisfosfonato.


Propriedades Farmaocinéticas

A absorção de anastrozol é rápida e as concentrações plasmáticas máximas ocorrem tipicamente dentro de 2 horas a partir da administração (em condições de jejum). O anastrozol é eliminado lentamente, com uma meia-vida de eliminação plasmática de 40 a 50 horas. A alimentação reduz levemente a taxa de absorção, mas não a extensão da absorção. Não se espera que uma pequena alteração na taxa de absorção resulte em um efeito clinicamente significativo nas concentrações plasmáticas no estado de equilíbrio dinâmico durante a administração de uma dose diária de ARIMIDEX. Depois de 7 doses (dose de 1 mg/dia), são obtidos aproximadamente 90% a 95% das concentrações plasmáticas de anastrozol no estado de equilíbrio dinâmico. Não existem evidências de que os parâmetros farmacocinéticos de anastrozol dependam do tempo ou da dose.

A farmacocinética do anastrozol é independente da idade em mulheres na pós-menopausa20.

O anastrozol apresenta somente 40% de ligação às proteínas40 plasmáticas.

O anastrozol é metabolizado extensivamente por mulheres na pós-menopausa20 sendo que menos de 10% da dose é excretada na urina41 sob forma inalterada em até 72 horas da administração. O metabolismo42 do anastrozol ocorre por N-desalquilação, hidroxilação e glicuronidação. Os metabólitos43 são excretados primariamente através da urina41. O triazol, o principal metabólito44 no plasma39 e na urina41, não inibe a aromatase.

A depuração oral aparente de anastrozol em voluntários com cirrose45 hepática46 ou insuficiência renal47 estável situou-se dentro do intervalo observado em voluntários normais.


Dados de segurança pré-clínica

Toxicidade48 aguda

Nos estudos de toxicidade48 aguda em roedores, a dose letal mediana do anastrozol foi superior a 100 mg/kg/dia por via oral e superior a 50 mg/kg/dia por via intraperitoneal. No estudo de toxicidade48 aguda oral em cães, a dose letal mediana foi superior a 45 mg/kg/dia.



Toxicidade48 crônica

Os estudos de toxicidade48 de doses múltiplas utilizaram ratos e cães. Não foram estabelecidos níveis sem efeito para o anastrozol nos estudos de toxicidade48, mas os efeitos que foram observados com a dose baixa (1 mg/kg/dia) e com doses médias (cães: 3 mg/kg/dia; ratos: 5 mg/kg/dia), relacionaram-se com as propriedades farmacológicas ou indutoras enzimáticas do anastrozol e não foram acompanhadas por alterações tóxicas ou degenerativas49.


Mutagenicidade

Os estudos de toxicologia genética com o anastrozol demonstram que ele não é mutagênico ou clastogênico.


Toxicologia reprodutiva

A administração oral de anastrozol em ratas e coelhas grávidas não produziu efeitos teratogênicos50 em doses de até 1,0 e 0,2 mg/kg/dia, respectivamente. Os efeitos que foram observados (aumento da placenta em ratas e falha da gravidez3 em coelhas), estavam relacionados com a farmacologia51 do composto.

A administração oral de anastrozol em ratas levou a alta incidência31 de infertilidade52 na dose de 1 mg/kg/dia e aumentou a perda pré-implantação na dose de 0,02 mg/kg/dia. Estes efeitos estavam relacionados com a farmacologia51 do composto e foram completamente revertidos após um período de 5 semanas sem o tratamento.

A sobrevida28 das ninhadas das ratas que receberam anastrozol em doses ³ 0,02 mg/kg/dia (a partir do 17° dia de gestação ao 22° dia após o parto) foi comprometida. Esses efeitos foram relacionados com os efeitos farmacológicos do composto no parto. Não houve reações adversas no comportamento ou desempenho reprodutivo da ninhada de primeira geração atribuível ao tratamento materno com anastrozol.



Carcinogenicidade

Um estudo de dois anos sobre oncogenicidade em ratos resultou em um aumento na incidência31 de neoplasias53 hepáticas54 e pólipos55 estromais uterinos nas fêmeas e adenomas da tireóide nos machos com a dose elevada (25 mg/kg/dia) somente. Essas alterações


ocorreram com uma dose que representa uma exposição 100 vezes superior ao que ocorre com as doses terapêuticas em humanos, e não são consideradas de relevância clínica.

Um estudo de dois anos sobre oncogenicidade em camundongos, resultou na indução de tumores benignos de ovário56 e modificações na incidência31 de neoplasias53 linforeticulares (menos sarcomas histiocíticos nas fêmeas e mais mortes resultantes dos linfomas). Essas alterações são consideradas consequentes à da inibição específica da aromatase em camundongo, sem relevância clínica no tratamento de pacientes com anastrozol.


Indicações de Arimidex

Tratamento do câncer25 de mama26 inicial em mulheres na pós-menopausa20.

Os benefícios do tratamento com ARIMIDEX foram observados em pacientes com tumores receptor hormonal29 positivos.

Redução da incidência31 de câncer25 de mama26 contralateral em pacientes recebendo Arimidex como tratamento adjuvante para câncer25 de mama26 inicial.
Tratamento do câncer25 de mama26 avançado em mulheres na pós-menopausa20.


Contra-Indicações de Arimidex


ARIMIDEX é contra-indicado para grávidas, lactantes57 e pacientes com hipersensibilidade ao anastrozol ou a qualquer outro componente da fórmula.


- PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS

Não se recomenda o uso de ARIMIDEX em crianças ou em mulheres na pré-menopausa20 porque a segurança e a eficácia não foram estabelecidas neste grupo de pacientes (ver item Características).

ARIMIDEX não foi investigado em pacientes com insuficiência renal47 ou hepática46 severa. O risco/benefício potencial para tais pacientes deve ser cuidadosamente avaliado antes da administração de ARIMIDEX.

Como ARIMIDEX diminui os níveis de estrogênio circulante ele pode causar uma redução na DMO e como uma possível consequência, o aumento do risco de fraturas. Este possível aumento do risco deve ser controlado de acordo com os guidelines de tratamento para o controle da saúde23 óssea em mulheres na pós-menopausa20.      


Uso durante a gravidez3 e lactação4

ARIMIDEX é contra-indicado durante a gravidez3 e lactação4.


Interações Medicamentosas de Arimidex

Os estudos de interação clínica com antipirina e cimetidina indicam que é improvável que a administração concomitante de ARIMIDEX e outros fármacos resulte em interações medicamentosas clinicamente significativas mediadas pelo citocromo P450.

Uma revisão da base de dados dos estudos clínicos sobre segurança não revelou evidências de interações clinicamente significativas em pacientes tratadas com ARIMIDEX que também receberam outros fármacos geralmente prescritos. Não ocorreram interações clinicamente significativas com bisfosfonatos (ver item Características - Propriedades Farmacodinâmicas).

O tamoxifeno e/ou outros tratamentos com estrogênio não devem ser administrados concomitantemente com ARIMIDEX, porque eles podem diminuir sua ação farmacológica.

Reações Adversas de Arimidex

As categorias de frequência a seguir foram calculadas a partir do número de eventos adversos relatado em um amplo estudo de fase III conduzido em 9366 mulheres na pós-menopausa20 com câncer25 de mama26 operável tratadas por 5 anos.

Não se levou em consideração a frequência dentro do grupo de tratamento comparativo ou em caso que o investigador tenha considerado a frequência relacionada ao medicamento do estudo.


* Em estudos clínicos, a Síndrome12 do Túnel do Carpo, foi relatada em maior quantidade em pacientes recebendo ARIMIDEX, do que nas tratadas com tamoxifeno. Porém, a maioria desses eventos ocorreu em pacientes com fatores de risco identificados para o desenvolvimento destas condições.

   

** O sangramento vaginal foi comumente relatado, principalmente nas pacientes com câncer25 de mama26 avançado e durante as primeiras semanas após mudarem de um tratamento hormonal para o tratamento com ARIMIDEX. Se o sangramento persistir, uma avaliação adicional deve ser considerada.


*** As reações adversas foram principalmente leves ou moderadas, exceto a anorexia14 que foi leve.


Em um amplo estudo de fase III conduzido em 9366 mulheres na pós-menopausa20 com câncer25 de mama26 operável tratadas por 5 anos, eventos de isquemia58 cardiovascular  foram relatados com maior frequência nas pacientes tratadas com ARIMIDEX comparado com as tratadas com tamoxifeno, apesar desta diferença não ser estatisticamente significante. A diferença observada foi principalmente devido a mais relatos de angina59 pectoris e estava associada ao sub-grupo de pacientes com doença isquêmica cardíaca pré-existente.


- POSOLOGIA E MODO DE USAR

Adultos (incluindo idosas): 1 mg por via oral uma vez ao dia.


Crianças: O uso de ARIMIDEX não é recomendado em crianças, pois a eficácia não foi estabelecida.


Insuficiência renal47: Não se recomenda nenhuma alteração posológica (vide Precauções e Advertências).


Insuficiência hepática60: Não se recomenda nenhuma alteração posológica (vide Precauções e Advertências).


Superdosagem de Arimidex

A experiência clínica com a superdosagem acidental de Arimidex é limitada. Não existem relatos onde a paciente tenha tomado dose superior a 60 mg. Não foram observados efeitos tóxicos nem efeitos adversos clinicamente relevantes.

Toxicidade48 aguda foi observada em animais com dose superior a 45 mg/kg (equivalente a 2,7 g). Foram realizados estudos clínicos com várias doses de ARIMIDEX, até 60 mg em dose única, administrada em voluntários sadios do sexo masculino, e até 10 mg por dia, administrados em mulheres na pós-menopausa20 com câncer25 de mama26 avançado. Essas doses foram bem toleradas. Não foi estabelecida uma dose única de ARIMIDEX que resulte em sintomas2 que ponham a vida em risco.

Não existe nenhum antídoto61 específico contra a superdosagem e o tratamento deve ser sintomático62. No tratamento de uma superdosagem, deve-se considerar a possibilidade de que múltiplos agentes possam ter sido tomados. Pode-se induzir o vômito11, se a paciente estiver desperta. A diálise63 pode ser útil, porque ARIMIDEX não apresenta uma elevada ligação às proteínas40. Estão indicadas medidas gerais de suporte, incluindo a monitorização frequente dos sinais vitais64 e a observação estreita da paciente.


- PACIENTES IDOSAS

Vide Posologia.


MS - 1.1618.0063

Farm. Resp.: Dra. Daniela M. Castanho - CRF-SP nº 19.097


Fabricado por: AstraZeneca Pharmaceuticals LP - Newark - Delaware - EUA

Embalado por: AstraZeneca UK Limited - Macclesfield – Cheshire  - Reino Unido

Importado e embalado por: AstraZeneca do Brasil Ltda.

Rod. Raposo Tavares, Km 26,9 - Cotia - SP - CEP 06707-000

CNPJ 60.318.797/0001-00



VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Indústria Brasileira


Nº do lote, data de fabricação e data de validade: vide cartucho.

Todas as marcas nesta embalagem são propriedade do grupo de empresas AstraZeneca.


SAC: 0800-0145578


ARI001


CDS 12/07 – Abril/08

ARIMIDEX - Laboratório

AstraZeneca
Rod. Raposo Tavares, km 26,9
Cotia/SP - CEP: 06707-000
Tel: 0800 014 55 78
Fax: (11) 3737 1200
Site: http://www.astrazeneca.com.br/

Ver outros medicamentos do laboratório "AstraZeneca"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
5 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
6 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
7 Cabeça:
8 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
9 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
10 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
11 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
12 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
13 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
14 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
15 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
16 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
17 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
18 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
19 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
20 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
21 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
22 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
23 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
24 Androstenediona: Esteróide androgênico produzido pelos testículos, córtex adrenal e ovários. Enquanto as androstenedionas são convertidas metabolicamente à testoterona e outros andrógenos, elas são também um estrutura que origina a estrona. O uso de androstenediona como um suplemento para esportes e fisiculturismo foi banido pelo Comitê Olímpico Internacional, bem como em outras comitês esportivos.
25 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
26 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
27 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
28 Sobrevida: Prolongamento da vida além de certo limite; prolongamento da existência além da morte, vida futura.
29 Receptor hormonal: São proteínas que se ligam aos hormônios circulantes, mediando seus efeitos nas células. Os mais estudados em tumores de mama são os receptores de estrogênio e os receptores de progesterona, por exemplo.
30 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
31 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
32 Óbito: Morte de pessoa; passamento, falecimento.
33 Artralgia: Dor em uma articulação.
34 Fratura: Solução de continuidade de um osso. Em geral é produzida por um traumatismo, mesmo que possa ser produzida na ausência do mesmo (fratura patológica). Produz como sintomas dor, mobilidade anormal e ruídos (crepitação) na região afetada.
35 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
36 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
37 Grupo de risco: Em medicina, um grupo de risco corresponde a uma população sujeita a determinados fatores ou características, que a tornam mais susceptível a ter ou adquirir determinada doença.
38 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
39 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
40 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
41 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
42 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
43 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
44 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
45 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
46 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
47 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
48 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
49 Degenerativas: Relativas a ou que provocam degeneração.
50 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
51 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
52 Infertilidade: Capacidade diminuída ou ausente de gerar uma prole. O termo não implica a completa inabilidade para ter filhos e não deve ser confundido com esterilidade. Os clínicos introduziram elementos físicos e temporais na definição. Infertilidade é, portanto, freqüentemente diagnosticada quando, após um ano de relações sexuais não protegidas, não ocorre a concepção.
53 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
54 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
55 Pólipos: 1. Em patologia, é o crescimento de tecido pediculado que se desenvolve em uma membrana mucosa (por exemplo, no nariz, bexiga, reto, etc.) em resultado da hipertrofia desta membrana ou como um tumor verdadeiro. 2. Em celenterologia, forma individual, séssil, típica dos cnidários, que se caracteriza pelo corpo formado por um tubo ou cilindro, cuja extremidade oral, dotada de boca e tentáculos, é dirigida para cima, e a extremidade oposta, ou aboral, é fixa.
56 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
57 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
58 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
59 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
60 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
61 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
62 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
63 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
64 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.

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