Preço de EFEXOR em Ann Arbor/SP: R$ 31,69

EFEXOR

WYETH CONSUMER

Atualizado em 08/12/2014

Efexor*    

Venlafaxina

Composição e Apresentações de Efexor

37,5 mg, 50 mg e 75 mg: Cartuchos com 30 comprimidos.

Indicações de Efexor

Venlafaxina é indicada para tratamento da depressão, incluindo depressão associada com ansiedade, tanto em pacientes hospitalizados como ambulatoriais. Venlafaxina mostrou ser eficaz em tratamentos de médio (até 3 meses) e de longo prazo (até 12 meses).

Contra-Indicações de Efexor

Hipersensibilidada conhecida. Uso concomitante em pacientes recebendo inibidores da monoaminoxidase1 (ver Precauções).

Precauções de Efexor

Recomenda-se não utilizar EFEXOR no mínimo por 14 dias após a suspensão do tratamento com um IMAO2. Recomenda-se aguardar pelo menos 7 dias entre a suspensão de EFEXOR* e o início de tratamento com um IMAO2. O risco de suicídio deve ser considerado em todos os pacientes deprimidos. Todos os antidepressivos devem ser introduzidos com cuidado em pacientes com história prévia de distúrbios convulsivos. Foi observada elevação da pressão arterial3 em pacientes usando altas doses de EFEXOR* (aumento médio de 2 mmHg na pressão diastólica4). Contudo, o uso do medicamento não parece predispor para elevação adicional da pressão arterial3 em pacientes previamente hipertensos. Ativação de mania ou hipomania tem sido relatada em pequena proporção de pacientes com distúrbios afetivo maiores tratados com antidepressivos. O estudos clínicos não mostraram evidências de dependência, desenvolvimento da tolerância, ou necessidade de aumento contínuo da dosagem com o tempo. Aconselha se cautela ao administrar venlafaxina pacientes com doenças ou condições que possam afetar as respostas hemodinâmicas ou metabólicas. O uso de venlafaxina em pacientes com história recente de infarto do miocárdio5 ou doença cardíaca injetável não foi suficientemente estudado. Venlafaxina, como todo antidepressivo, deve ser usada com cuidado em pacientes com insuficiência renal6 moderada a severa ou portadores de cirrose7 hepática8. Qualquer droga psicoativs pode inteferir na capacidade de julgamento, raciocínio ou nas atividades motores. Assim, os pacientes devem ser advertidos sobre o risco de operar equipamentos perigosos, inclusive automóveis, até que estejam razoavelmente seguros de que o tratamento não os afeta. Não há estudos adequados e bem-controlados em mulheres grávidas. Venlafaxina não deve ser usada durante a gravidez9 a menos que o beneficio potencial seja superior ao risco. Não se sabe se venlafaxina e seus metabólitos10 são excretados no leite humano, portanto, o seu uso em lactentes11 não é recomendado. Venlafaxina não é recomendada para uso pediátrico, pois sua eficácia e segurança não foram determinadas em indivíduos abaixo de 18 anos.

Interações Medicamentosas de Efexor

Inibidores da monoaminoxidase1 - o uso concomitante de venlafaxina em pacientes que estão  tomando inibidores da MAO12 é contra-indicado (ver Precauções). O risco de usar a venlafaxina em combinação com outras drogas que agem no SNC13 não foi avaliado sistematicamante (com exceção das drogas descritas abaixo). Consequentemente, deve-se ter cautela caso seja necessário o uso combinado destes medicamentos com a venlafaxina. Os perfis farmacocinéticos da venlafaxinas da O-desmetilvenlafaxina não foram alterados quando venlafaxina e diazepam, ou venlafaxina e lítio, foram administrados simultaneamente a voluntários sadios. A venlafaxina não teve efeito sobre os perfis farmacocinéticos do diazepam ou do litio em pacientes sadios. A administração de venlafaxina não afetou os efeitos psicomotores e psicométricos induzidos pelo diazepam. Os perfis farmacocinéticos de venlafaxina, O-desmetilvenlafaxina e etanol não sofreram alterações quando venlafaxina e etanol foram administrados simultaneamente a voluntários sadios que consumiam álcool ocasionalmente (88 a 887 ml de etanol por mês). Nenhum ajuste posológico parece necessário quando a venlafaxina é co-administrada com cimetidina. Entretanto, para pacientes14 idosos ou pacientes com dia-função hepática8 que estejam recebendo venlafaxina e cimétidina concomitentemente, o grau de interação é desconhecido e potencialmente pode ser mais pronunciado. Para tais pacientes recomenda-se monitorização clínica.  

Reações Adversas de Efexor

Comumente observadas: Reações adversas mais comumente observadas com o uso de venlafaxina e que não ocorreram com a mesma incidência15 em pacientes tratados com placebo16 foram sintomas17 relacionados ao sistema nervoso18, incluindo tontura19, boca20 seca, insônia, nervosismo e sonolência; sintomas17 gastrintestinais, incluindo anorexia21, constipação22 e náuseas23; e anormalidades da ejaculação24 ou orgasmo, sudorese25 e astenia26. A ocorrência dos feitos colaterais mais freqüentes foi dose-dependente. As reações adversas geralmente diminuem em intensidade e freqüência com a continuação do tratamento.

Posologia de Efexor

Dose usual: A dose usualmente recomendada é de 75 mg/dia administrada em duas tomadas de 37,5 mg. Se após algumas semanas for necessário melhorar a resposta clínica, a dose pode ser aumentada para 150 mg/dia em duas tomadas de 75 mg. Rápido início de ação: Quando for necessário rápido início de ação, por exemplo, em pacientes hospitalizados ou severamente deprimidos, a dose inicial recomendada é de 150 mg diários dividida em três tomadas (50 mg três vezes ao dia). A dose diária deve então ser aumentada em 50 -75 mg a cada dois ou três dias até que a resposta desejada seja alcançada. A dose máxima diária recomendada é de 375 mg. Redução progressiva da dosagem deve então ser efetuada, até se atingir a dose usual compatível com boa resposta clínica e boa tolerância pelo paciente, recomendável que venlafaxina seja administrada com alimentos. Pacientes com Insuficiência renal6 ou hepática8: Pacientes portadores da insuficiência renal6 e (ou) hepática8 devem receber doses menores de venlafaxina. Pacientes Idosos: Nenhum ajuste da posologia usual é recomendado para pacientes14 idosos somente em função da idade. Entretanto, como com qualquer outro antidepressivo, deve-se tomar cuidado no tratamento de idosos. Manutenção/continuação/tratamento de longo prazo: O médico deve reavaliar periodicamente o beneficio do tratamento de longo prazo. Em ensaios clínicos27 placebo16 controlados com venlafaxina, o índice de recidive após 12 meses de tratamento foi significantemente menor do que com o placebo16. Interrupção do tratamento com venlafaxina: Embora os estudos clínicos não tenham mostrado qualquer tendência para síndrome28 de abstinência, quando terapia com venlafaxina mantida por mais da 1 semana é interrompida recomenda-se que a dosagem seja reduzida gradualmente para minimizar os riscos de sintomas17 de abstinência. Pacientas que receberem venlafaxina por 6 semanas ou mais devem ter a dose reduzida gradualmente ao longo de 1 semana. Se possível, pacientes recebendo altas doses da venlafaxina para rápido início de ação, e que necessitem interromper o tratamento, devem também fazê-lo gradualmente no período de 1 semana.

Conduta na Superdosagem de Efexor

No tratamento da superdosagem deve-se considerar a possibilidade da ingestão de múltiplos agentes. O médico deverá considerar o contato com um centro de controle de intoxicações no tratamento de qualquer superdosagem. Tratamento da superdosagem: Assegure uma via respiratório adequada, oxigenação e ventilação29. Monitorização do ritmo cardíaco e dos sinais vitais30 é indicada. Medidas gerais de suporte e sintomáticas também são recomendados. Deve-se considerar o uso de carvão ativado, indução de vômitos31 ou lavagem gástrica32. Não são conhecidos antídotos específicos para a venlafaxina. A venlafaxina  e a O-desmetilvenlafaxina não são consideradas como dialisáveis porque o clearance por hemodiálise33 de ambos os compostos é baixo,

Atenção de Efexor

Este produto é um novo medicamento e embora as pesquisas realizados tenham indicado eficácia e segurança quando corretamente indicado, em correr reações adversos imprevisíveis ainda não descritos ou conhecidos. Em caso de suspeita de reação adversa, o médico responsável deve ser notificado.

Venda Sob Prescrição Médica.

Só pode ser vendido com retenção da receita. Informações adicionais, à disposição da classe médica, mediante solicitação.

WYETH.

EFEXOR - Laboratório

WYETH CONSUMER
Rua Renato Paes de Barros, 1.017 - 6º, 9º e 10º andares
Itaim-Bibi/SP - CEP: 04530-001
Tel: (55 11) 5180-0700
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crwch@wyeth.com

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Complementos

1 Inibidores da monoaminoxidase: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
2 IMAO: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
3 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
4 Pressão Diastólica: É a pressão mais baixa detectada no sistema arterial sistêmico, observada durante a fase de diástole do ciclo cardíaco. É também denominada de pressão mínima.
5 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
6 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
7 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
8 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
9 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
10 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
11 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
12 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
13 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
14 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
15 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
16 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
17 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
18 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
19 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
20 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
21 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
22 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
23 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
24 Ejaculação: 1. Ato de ejacular. Expulsão vigorosa; forte derramamento (de líquido); jato. 2. Em fisiologia, emissão de esperma pela uretra no momento do orgasmo. 3. Por extensão de sentido, qualquer emissão. 4. No sentido figurado, fartura de palavras; arrazoado.
25 Sudorese: Suor excessivo
26 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
27 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
28 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
29 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
30 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
31 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
32 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
33 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.

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